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Capítulo 2 - Desenhos técnicos e executivos: uma linguagem universal

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

Introdução

Há não muito tempo, algumas previsões diziam que, até o início do século XXI, os desenhos técnicos impressos já teriam se tornado obsoletos e não seriam mais utilizados em canteiros de obras.

Também sugeria-se que todas as informações relativas à construção seriam lidas diretamente na tela do computador, e não mais em desenhos impressos. Isso não apenas representaria maior eficiência, como economizaria uma tremenda quantidade de papel. Tais previsões não se materializaram. Ainda que plantas sejam regularmente visualizadas em telas de computadores e enviadas por meio deles, desenhos técnicos em papel continuam sendo o formato preferido em canteiros de obras. Em muitas partes do mundo, o esboço feito à mão e os desenhos técnicos ainda são a regra.

A leitura de desenhos técnicos consiste essencialmente na busca de informações em um projeto. A informação pode estar disposta em um desenho na forma de linhas, apontamentos, símbolos e tabelas. Normalmente, os itens estão localizados na legenda da prancha ou na área do desenho (por exemplo, em qualquer lugar do desenho fora do selo de prancha). Você deve ter em mente que os desenhos técnicos em geral vêm em jogos (conjuntos). Um jogo de plantas para um projeto de residência familiar pode conter um número pequeno de pranchas. Por outro lado, em um projeto de grande porte, um jogo completo de desenhos pode conter inúmeras pranchas para cada disciplina

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Capítulo 7 - A interpretação de desenhos técnicos na indústria

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

Introdução

Um dos primeiros passos para aprender a ler os desenhos empregados pela indústria é se acostumar com os principais termos, símbolos e convenções de uso geral na indústria. Embora os pacotes atuais de CAD tornem a geração de desenhos industriais muito mais fácil, ainda é fundamental seguir as normas e convenções do setor.

Tolerância

A tolerância é a variação total que uma dimensão pode ter. Ela é basicamente definida como a diferença entre os limites superior e inferior. Trabalhar com dimensões básicas absolutas ou exatas é pouco prático e desnecessário na maioria dos casos; assim, o projetista deve fazer alguns cálculos, além de usar as dimensões básicas com uma variação aceitável. Portanto, o trabalho deve ser executado dento dos limites de precisão especificados no desenho. O entendimento claro das tolerâncias e folgas pode ajudar muito a prevenir erros que, embora pequenos, podem se tornar graves.

As tolerâncias são mostradas em um desenho como +/− determinado valor, seja uma fração ou um valor decimal. Os limites são os valores máximos e/ou mínimos prescritos para uma dimensão específica, enquanto as tolerâncias representam o valor total no qual determinada dimensão pode variar. As tolerâncias podem ser indicadas nos desenhos de diversas maneiras. A Figura 7.1 mostra três exemplos: A. O método unilateral, que é utilizado quando a variação do tamanho do elemento projetado é permitida apenas em uma direção; B. O método bilateral, quando a figura dimensionada mostra a variação aceitável em ambas as direções; e C. O método do dimensionamento limite, no qual tanto a medida máxima como a mínima é mostrada. A Figura 7.2 ilustra um método típico empregado para mostrar tolerâncias em orifícios e pinos. As superfícies que apresentam tolerâncias dimensionais têm características geométricas como o fato de serem cilíndricas ou perpendiculares a outras superfícies. A Figura 7.3 mostra símbolos típicos empregados em vez de notas (ou junto a elas) para mostrar as características geométricas que apresentam tolerâncias dimensionais.

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Capítulo 11 - Códigos de edificações e projetos com acessibilidade universal

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

Introdução

O propósito dos códigos de edificações é orientar a execução de edificações públicas, comerciais e habitacionais e regular a construção, de modo a proporcionar aos usuários ambientes saudáveis e seguros. Os códigos de edificações são parte importante do processo de projeto e construção. Eles definem os padrões mínimos para a segurança e o conforto que devem ser alcançados em novas construções e nas reformas mais significativas. Antes de conseguir o alvará de construção para o projeto de uma propriedade comercial, o empreendedor deve fazer um projeto que esteja de acordo com os códigos de edificações vigentes.

Os imóveis preexistentes normalmente não precisam se adequar aos requisitos dos novos códigos, a menos que grandes reformas sejam feitas. Quando imóveis antigos são modernizados, as regulamentações locais estabelecem quando os novos códigos devem ser obedecidos. Em geral, quando a reforma interior inclui a reconstrução de 25 a 50% de um pavimento, as leis municipais exigem o atendimento às normas do código existente de segurança. Portanto, é importante determinar a obsolescência funcional de todos os elementos de segurança. Isso é principalmente relevante para edifícios de escritórios e hotéis, nos quais os interiores são periodicamente reformados e reconfigurados.

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Capítulo 1 - Normas de desenho técnico

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

Introdução

Um desenho técnico geralmente é impresso em papel e representa o desenho de um objeto ou um projeto de máquina, equipamento ou obra de arquitetura ou engenharia. O termo “planta” costuma ser utilizado para qualquer desenho técnico detalhado de uma edificação ou objeto. Há milhares de anos os desenhos técnicos têm sido uma linguagem universal por meio da qual as informações de projeto e construção são transmitidas ao construtor, engenheiro, operário, projetista e outros envolvidos. Assim, a leitura dos desenhos técnicos se refere ao processo de interpretação de um desenho de projeto – uma imagem mental precisa do artefato concluído poderá ser feita com base nas informações oferecidas.

Há algumas décadas, no período inicial das cópias heliográficas, os desenhos tinham fundo azulado com linhas brancas (o resultado do processo de impressão então empregado), mas as melhorias subsequentes no processo passaram a envolver o uso de amônia e de papéis revestidos que reagiam à luz. Mais tarde, o processo com amônia foi eliminado e passaram a ser empregadas páginas brancas com linhas pretas ou azuis. Atualmente, com o uso do computador (CAD), já não são empregadas cópias heliográficas e os desenhos técnicos ou plantas costumam ser impressos com impressoras modernas (plotadoras) em papel sulfite. Os desenhos técnicos muitas vezes também são chamados simplesmente de “desenhos” ou “plantas”.

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Apêndice 2 - Conversão de medidas

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

apêndice 2

Conversão de medidas

ÁREA

DE

PARA

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acres (ac) acres (ac) hectares (ha) hectares (ha) perchas(p) roods (rd) quadrados centímetros quadrados (cm²) pés quadrados (ft²) polegadas quadradas (in²) polegadas quadradas (in²) polegadas quadradas (in²) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) metros quadrados (m²) milímetros quadrados (mm²) jardas quadradas (yd²)

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0,4047

4.047

10.000

2,471

25,2929

1.011,7

9,2903

0,155

0,0929

0,00064516

645,16

6,4516

1,196

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