11 capítulos
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1. A ÁREA DO DESIGN

Mozota, Brigitte Borja de Grupo A PDF Criptografado

PARTE I

FUNDAMENTOS DE

GESTÃO DO DESIGN

CAPÍTULO 1

A ÁREA DO DESIGN

Para tornar o design compreensível a quem não é especializado na área, uma série de tópicos e questões deve ser considerada. Primeiro, devemos descrever a natureza da profissão, as diversas áreas em que o design é praticado e os vários métodos que os profissionais de design empregam em seu trabalho. Podemos, então, avaliar a relevância do design para a ciência da administração e descobrir o que se pode aprender com o processo criativo. Por último, precisamos avaliar o impacto do design sobre o desempenho corporativo a fim de determinar o que os gestores podem ganhar com ele.

Neste livro, o termo “design” é usado para designar a profissão como um todo e “designer” refere-se à pessoa que o pratica.

T

Todos os homens são designers. Tudo o que fazemos, quase o tempo o todo, é design, pois o design é básico para todas as atividades humanas.

—Victor Papanek

A IDEIA DO DESIGN

Existem muitas definições de design. Em termos mais amplos, design é uma atividade que confere “forma e ordem para atividades cotidianas” (Potter, 1980). Antes de escolher uma definição consagrada, é importante analisar a etimologia da palavra.

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6. DESIGN E INOVAÇÃO: COORDENAÇÃO POR MEIO DO DESIGN

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CAPÍTULO 6

DESIGN E INOVAÇÃO: COORDENAÇÃO POR

MEIO DO DESIGN

O design é uma ferramenta de gestão que cria diferenciação nas capacidades internas da empresa. O design não é mais visto como apenas um resultado relacionado à forma, mas como um processo criativo de gestão que pode ser integrado em outros processos da organização, como gestão de ideias, de inovação e de pesquisa e desenvolvimento, e que modifica a estrutura tradicional do gerenciamento de processos em uma empresa.

O design relaciona-se com questões fundamentais de gestão da inovação e com o sucesso do desenvolvimento de novos produtos (DNP), alinhado com importantes fatores que são cruciais para o sucesso da inovação: vantagem competitiva, compreensão das necessidades do usuário e sinergia entre inovação e pontos fortes da empresa em termos de tecnologia (ver Tabela 6.1).

Entretanto, um bom produto não é suficiente para o sucesso da inovação: estudos anteriores enfatizam a importância da gestão no desempenho da inovação.

Nesse processo, o design cria valor porque participa da melhoria da qualidade do processo de DNP, da definição da estratégia de produto e da qualidade das equipes de novos produtos (ver Tabela 6.2).

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2. A HISTÓRIA DO DESIGN: RETRATOS DE EMPREENDEDORES

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CAPÍTULO 2

A HISTÓRIA DO DESIGN: RETRATOS DE

EMPREENDEDORES

A história do design revela a diversidade nas formas criadas pelos designers e a variedade de suas opiniões sobre o papel do artefato em nossa sociedade. Explorar as diferentes fases da história do design ajuda-nos a compreender os valores básicos dessa nova disciplina, valores que uma empresa pode desejar integrar em seu sistema de gestão. Este capítulo descreve os diferentes períodos da história do design e discute como a história pode ser útil para a compreensão dos elos entre design e sociedade como um todo.

MARCOS FUNDAMENTAIS NA HISTÓRIA DO DESIGN

Precursores (1850-1907)

A pré-história do design começa na Inglaterra, com o conceito de padronização da produção, que dissociou a concepção de um objeto da sua fabricação. Até aquela

época, essas duas operações estavam incorporadas na habilidade de uma pessoa: o artífice.

Exemplos: A cerâmica Wedgwood em meados do século XVIII, a cadeira Thonet Bistrot, de 1830, e o

Palácio de Cristal, em Londres, em

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11. GESTÃO ESTRATÉGICA DO DESIGN

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CAPÍTULO 11

GESTÃO ESTRATÉGICA DO DESIGN

Neste nível de gestão do design, o gerente deve, essencialmente, criar uma relação entre design, estratégia e a identidade e cultura da empresa. O objetivo é controlar a coerência da atividade de design na organização e inserir o design em um processo de formulação estratégica.

O gerente de design, então, torna-se um consultor de estratégia. Esse papel também pode ser assumido por uma empresa de design que leve a ideologia de design para a missão empresarial. É importante eleger uma visão de design de longo prazo e uma mentalidade que seja ecológica, tecnológica, humanística e dominante

(Xerox, 2000).

No nível estratégico, a gestão do design tem quatro papéis essenciais (Seidel,

2000):

1.

2.

3.

4.

Visualizar a estratégia empresarial

Procurar a competência central

Reunir informações de mercado

Inovar em processos de gerenciamento

Esses papéis implicam um planejamento visual de estratégia no qual os clientes e designers se tornam colaboradores (Davenport-Firth, 2000).

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9. GESTÃO OPERACIONAL DO DESIGN

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CAPÍTULO 9

GESTÃO OPERACIONAL DO DESIGN

Os três últimos capítulos referiram-se a diferentes situações de gestão que confrontam gerentes de design e gestores de empresas e ofereceram ferramentas para colocar em prática a gestão do design. Observaremos agora a prática da gestão do design sob o ponto de vista de três níveis de tomada de decisão:

O nível operacional do projeto, ou o primeiro passo para a integração do design

O nível funcional, ou a criação de uma função de design na empresa

O nível estratégico, ou o papel do design para unificar e transformar a visão da empresa

Na prática, a gestão do design controla três áreas:

A administração do valor agregado do design

A administração dos relacionamentos

A administração dos processos

Seu objetivo é construir, em longo prazo, credibilidade e confiança com relação à prática do design.

CRIAÇÃO DE UMA

DEMANDA PARA O

DESIGN

PETER PHILLIPS, 2002

Em primeiro lugar, é importante estar atento às decisões tomadas dentro da organização que pertencem ao domínio do design, mas que estão sob a responsabilidade de pessoas que não são designers.

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