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Estratégia 30 - Teatro dos leitores

Barbara Moss; Virginia S. Loh Grupo A PDF Criptografado

Estratégia 30

Teatro dos leitores

3ª série do ensino fundamental – 3o ano do ensino médio

Começando

Ganhando prática

Vocabulário

Compreensão

Escrita

O QUE É ISSO?

O Teatro dos Leitores é a apresentação oral de um texto por um grupo de leitores. O Teatro dos Leitores não costuma envolver objetos, fantasias ou a memorização de falas, o que o torna uma estratégia ideal para muitos estudantes. Eles, contudo, devem ler suas partes fluentemente, com teor dramático e a entonação adequada. O Teatro dos Leitores costuma ser usado com textos narrativos ou contos populares, mas pode ser facilmente adaptado para textos informativos.

QUAL O SEU PROPÓSITO?

O propósito do Teatro dos Leitores é dar aos alunos a oportunidade de se envolver em uma apresentação dramática de um texto. O Teatro dos Leitores pode ajudá-los a visualizar a ação em uma história de modo que simplesmente ler um texto informativo não consegue. Essa estratégia pode fornecer os meios para aprimorar a compreensão dos alunos acerca de um texto em um formato motivador e envolvente.

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Medium 9788536308524

4. Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH)

O’Regan, Fintan Grupo A PDF Criptografado

Sobrevivendo e vencendo com necessidades educacionais especiais

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Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade (TDAH)

A Associação Psiquiátrica Americana usa este diagnóstico médico desde a década de 1980 para descrever uma síndrome de dificuldades emocionais e comportamentais que apresenta como características centrais níveis extremos de impulsividade, falta de atenção e atividade motora.

Síndrome hipercinética é o termo usado pela Organização Mundial da Saúde

(as diretrizes européias) ao comparar níveis extremos de atividade motora em crianças consideradas “normais”. Hoje, ela é reconhecida como uma subcategoria do TDAH, que se aplica a crianças extremamente hiperativas.

Foram reconhecidos três subtipos:

• TDAH com hiperatividade (o tipo hiperativo impulsivo).

• TDAH sem hiperatividade (tipo predominantemente desatento).

• TDAH – tipo combinado (ver Apêndice 2 para critérios completos).

Nos Estados Unidos, estima-se que entre 5 e 7% das crianças sofram de TDAH.

Como no Reino Unido os padrões são organizados de outra maneira, os especialistas acreditam que a taxa fique entre 1 e 5%. A condição é mais comum em meninos, os quais também são mais prováveis de ser hiperativos.

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Medium 9788536325590

Capítulo 8 - A revolução das novas tecnologias no setor educacional

Sonia Simões Colombo; Gabriel Mário Rodrigues Grupo A PDF Criptografado

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A revolução das novas tecnologias no setor educacional

Alexandre Dias

Evolução tecnológica

Ao longo da história da humanidade, a combinação entre aprendizado e domínio de técnicas, seguido pela transmissão de conhecimento e pelo aperfeiçoamento tecnológico, sempre teve um papel fundamental na evolução da espécie e na melhoria dos padrões e da qualidade de vida, na redução de distâncias e no impulso a novos avanços. Não se pretende aqui fazer uma digressão, mas se fossem posicionados os principais episódios tecnológicos da humanidade em uma imaginária régua do tempo, ela hoje estaria muito distante do domínio do fogo ou da invenção da roda.

Segundo Mello e Amad (1995), a tecnologia tem seus princípios na pré-história, época que abrangeu 98% da vida do homem sobre a Terra. No período paleolítico, o homem pré-histórico se agrupou em hordas nômades e fabricou instrumentos de pedra lascada destinados à caça de animais e à coleta de frutos e raízes. No neolítico, fez instrumentos de pedra polida, desenvolveu a agricultura e domesticou os animais, organizando-se em clãs e aldeias. Na idade dos metais, o desenvolvimento da metalúrgica, o surgimento do Estado e a invenção da escrita possibilitaram ao homem a passagem para os tempos históricos.

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Medium 9788565848718

Parte II - Os inícios do conhecimento

Castorina, José A. Grupo A PDF Criptografado

Desenvolvimento cognitivo e educação: os inícios do conhecimento 155

to) e estimar a frequência de acontecimentos ou objetos (número). Dificilmente poderíamos imaginar um mundo alheio a eles e menos ainda sobreviver nele.

Passando agora ao bebê: suas expectativas sobre o mundo são semelhantes às do adulto? Desde quando ele conhece as propriedades que distinguem seres animados (pessoas, animais) de seres inanimados (objetos)?

Neste capítulo abordaremos estes e outros aspectos do desenvolvimento do conhecimento do bebê, anteriores ao surgimento da função semiótica.

Como o bebê conhece a realidade?

Diferentes teorias, diferentes respostas

Uma das grandes diferenças entre os teóricos do desenvolvimento reside precisamente em sua perspectiva sobre o desenvolvimento. Alguns o concebem como um processo evolutivo no qual as transformações mais importantes são produzidas durante a ontogênese (a vida do indivíduo) enquanto outros o consideram um processo de enriquecimento a partir de um substrato filogenético (p. ex., as capacidades selecionadas ao longo da história da espécie). Entre os dois extremos existem posições intermédias que tentam integrar aspectos de ambas as perspectivas, a evolutiva-ontogenética e a evolucionista-filogenética. Mas qualquer que seja a abordagem teórica escolhida todos consideram que o estudo do bebê é uma oportunidade única para tentar desvendar os segredos da origem do conhecimento: Qual é o estado inicial do bebê e como ele experimenta o mundo? Como ele chega a conhecer a realidade? Comecemos esboçando as respostas que diferentes teorias têm oferecido desde os princípios do século XX até os dias de hoje.

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Medium 9788536325590

Capítulo 5 - Gestão acadêmica atual

Sonia Simões Colombo; Gabriel Mário Rodrigues Grupo A PDF Criptografado

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Gestão acadêmica atual

Ana Maria Costa de Sousa

A

preocupação dos responsáveis pela gestão acadêmica durante muitos anos restringiu-se à organização dos currículos, à capacitação dos professores e ao acompanhamento rotineiro das atividades. O trabalho voltava-se aos aspectos pedagógicos, e os gestores não se envolviam nas demais questões que constituem o universo de uma instituição de educação superior, como os aspectos financeiros, de planejamento e de organização administrativa.

Atualmente, os profissionais que fazem gestão acadêmica de instituições de educação superior (IES) devem assumir novos compromissos, entre eles a responsabilidade de identificar que as práticas atuais devem atender a inúmeros desafios enfrentados pelas IES onde atuam: a necessidade de sobrevivência, de novos caminhos e de crescimento, enfrentando o aparecimento dos grandes grupos formados a partir de fusões e aquisições; a necessidade de superar as condutas e os modelos conservadores e ultrapassados de planejamento para enfrentar a grande concorrência e para acompanhar as exigências do mundo do trabalho; a necessidade de criar mecanismos eficientes nos programas institucionais que garantam a aprendizagem e a permanência, sobretudo dos alunos das classes C e D que chegam ao ensino superior; o acompanhamento da rápida evolução das políticas de governo voltadas a esse nível de ensino, em especial àquelas referentes à avaliação, cujas métricas têm sido consideradas como único parâmetro de qualidade.

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