Yves De La Taille Maria Suzana De Stefano Menin (8)
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8 Valores morais do ponto de vista de professores de ensino fundamental e médio

Yves de La Taille, Maria Suzana de Stefano Menin Grupo A PDF Criptografado

186 La Taille, Menin & cols.

Sobre o trabalho com questões morais dentro do espaço escolar, a nossa sociedade conta com uma orientação pedagógica bem fundamentada sobre o tema, uma vez que em 1997 o Ministério da Educação trouxe a público os Parâmetros Curriculares Nacionais (Brasil, 1997) para o ensino fundamental e, posteriormente, foram publicados os parâmetros para os outros níveis do ensino. A finalidade de tais trabalhos é propor uma ação pedagógica que apresente a cidadania como eixo direcionador da educação, de maneira que crianças e adolescentes reflitam sobre os conteúdos trabalhados e, a partir disso, construam pontos de vista próprios a respeito dos mesmos. Um dos volumes dos Parâmetros é voltado para um conjunto de temas, que, por sua abrangência, passam a ser de responsabilidade de todos os professores e não de uma única disciplina. Esse conjunto de conhecimentos recebeu o nome de Temas Transversais e envolve assuntos como ética, orientação sexual, pluralidade cultural e outros.

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7 Tecendo os sentidos atribuídos por professores do ensino fundamental ao médio profissionalizante sobre a construção de valores na escola

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Crise de valores ou valores em crise? 153

um processo de transformação dos referidos valores, mas não em sua ausência ou progressivo desaparecimento.

Esse movimento de discussão tem estimulado uma vasta gama de iniciativas, seja na esfera da produção acadêmica, no âmbito das práticas pedagógicas, seja, ainda, no terreno das políticas públicas (Aquino e

Araújo, 2000). Os Temas Transversais, contidos nos Parâmetros Curriculares Nacionais, representam uma mostra de tal vigor temático – mesmo considerando as polêmicas que marcaram sua proposição e as dificuldades, por parte da escola e de seus profissionais, de efetuarem a transversalização desses temas no cotidiano escolar.

Compactuamos com a compreensão desses autores, pois verificamos nas queixas dos indivíduos representantes de diferentes estratos sociais, nas posturas assumidas por eles e no encaminhamento de questões do cotidiano que os valores, normalmente aceitos pela sociedade, demandam processos de reflexão e de ressignificação. Evidenciamos com relação a essa questão um saudosismo dos valores clássicos e universais, bem como das grandes figuras que possuíam autoridade suficiente para liderar e encaminhar as situações-problema da comunidade, como os padres, os pais, os professores, o poder público. É importante ressaltar, ainda, as hierarquias de valores, representativas das comunidades onde estão inseridos os indivíduos, que nem sempre são coincidentes com as de outras pessoas. Ao que parece, houve um enfraquecimento dessa base de princípios, regras que norteiam o comportamento. Analisar essa rede de elementos não é algo fácil, transitamos por um campo de conceitos, de representações, movediço e arenoso. Entretanto, estamos sendo constantemente convidados, enquanto educadores, pesquisadores e, também, pessoas comuns, a refletirmos e construirmos uma relação crítica com esse tema complicado.

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6 Valores morais no âmbito escolar: uma revisão dos valores apresentados nos livros didáticos e por professores, de 1970 a 2006

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Valores morais no âmbito escolar: uma revisão dos valores apresentados nos livros didáticos e por professores, de 1970 a 2006

Cleonice Camino

Márcia Paz

Verônica Luna

INTRODUÇÃO

Este trabalho tem como objetivo analisar, dentro de uma perspectiva sócio-histórica, como os valores morais têm sido considerados em livros didáticos e por professores, no âmbito do ensino formal, em três contextos sociopolíticos da realidade brasileira: ditadura militar, redemocratização e momento atual. Para tanto, avalia-se o percurso do ensino da moral, considerando se houve avanço ou retrocesso em relação à formação do indivíduo autônomo, tendo por base a perspectiva cognitiva de Piaget.

Acredita-se que, a compreensão do percurso do ensino de valores nas últimas décadas, seja relevante para interpretar se houve ou não crise de valores na trajetória do ensino da moral. Essa interpretação é feita a partir de uma reflexão retrospectiva sobre as concepções de valores, normas e práticas educativas priorizadas nos diferentes contextos políticos.

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5 Valores evocados nos posicionamentos referente sàs cotas para alunos negros ou alunos de escolas públicas. Uma pesquisa entre universitários

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Valores evocados nos posicionamentos referentes

às cotas para alunos negros ou alunos de escolas públicas. Uma pesquisa entre universitários

Maria Suzana De Stefano Menin

Alessandra de Morais Shimizu

Divino José Silva

INTRODUÇÃO

Crise de valores ou valores em crise? No decorrer deste texto propomo-nos enfrentar o desafio que é pensar, com base em uma pesquisa, o tema “cotas para alunos negros e alunos de escola pública no ensino superior público brasileiro”, no registro dessa pergunta, a qual La Taille denominou enigmática. Mesmo a denominando enigmática, La Taille já nos adiantou um comentário que retira dela seu caráter de mistério, pois não se trata de um enigma como aquele proposto pela Esfinge a Édipo, “decifra-me ou te devoro!”, mas de refletirmos a respeito de valores presentes em nossas práticas e discursos contemporâneos, que não sabemos, ainda, de que polo da pergunta acima enfrentá-los. Enfim, a discussão que hoje presenciamos no Brasil a respeito das cotas no ensino superior, trata-se de crise de valores ou de valores em crise? Como esclarece La

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4 O civismo em discussão: juventude e contemporaneidade de valores

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O civismo em discussão: juventude e contemporaneidade de valores

Júlio Rique Neto

INTRODUÇÃO

O debate sobre valores apresentado neste trabalho reflete a preocupação com a possibilidade de que os interesses pessoais e privados, motivados por um individualismo exacerbado, estejam avançando na área dos interesses públicos e sociais. Em outras palavras, as pessoas não estariam mais demonstrando o interesse de participar da sociedade em benefício do coletivo, mas sim em benefício próprio. Sendo assim, pergunta-se: estaríamos vivendo uma crise de valores ou estariam os valores em crise? Crise de valores é a idéia de que certos valores sociais e morais estão doentes e em vias de extinção. Por outro lado, valores em crise indicam que certos valores sociais e morais estão em um processo de reconstrução na sua definição e/ ou forma de expressão, para se adequarem ao momento histórico. Nesse contexto de dúvida, entre estado de crise e de transição, encontram-se os valores cívicos. A questão é: estariam os valores do civismo em extinção ou sofrendo uma transição na sua definição e forma?

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Yves De La Taille (4)
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Medium 9788536316925

Capítulo 4. Cultura do "respeito de si"

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Cultura do “respeito de si”

Os capítulos dedicados à “cultura do tédio” e à “cultura da vaidade” são, como vimos, complementares. Neles procurei oferecer uma visão geral de dois traços da contemporaneidade que seriamente comprometem o que

Ricoeur define como perspectiva ética: uma vida boa, para e com outrem, em instituições justas. Em uma cultura do tédio e da vaidade, temos uma vida pequena, sem ou contra outrem, em instituições injustas.1

No capítulo dedicado à “cultura do sentido”, comecei a apontar algumas direções para, na educação dos jovens, ajudá-los a construir a perspectiva ética, as quais devem ser agora completadas pelo que se costuma chamar “educação moral”. Como, na perspectiva teórica adotada aqui, o respeito moral por outrem pressupõe a construção de representações de si entre as quais as de valor moral ocupam lugar central, uma “educação moral” depende necessariamente de uma “cultura do respeito de si”.

Isso posto, tudo o que foi escrito no capítulo dedicado à “cultura do sentido” também vale para a educação moral. Com efeito, nós, adultos, precisamos cuidar do mundo, pois, se não o fizermos, além de deixarmos

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Capítulo 3. Cultura da vaidade

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3

Cultura da vaidade

Na Parte I do livro (Plano Ético), empreguei a metáfora do turista para descrever certas características do homem contemporâneo. E, em alguns momentos, fiz comentários de ordem moral: o turista é geralmente alguém que demonstra total indiferença em relação aos possíveis sofrimentos, mazelas e catástrofes pelos quais passam os nativos dos lugares que visita. Tal país é governado por ditadores corruptos? Isso não vai desencorajar o turista a deixar lá seu dinheiro se há locais prestigiosos a serem vistos. Tal outro padece de profunda miséria? Pouco importa, se há praias idílicas ou soberbas cachoeiras. Tal região foi devastada por catástrofe natural? Se não há mais perigo e se os hotéis já foram reconstruídos, lá vai ele gastar seu fragmento de tempo chamado férias. E, se lá está ele quando explode uma rebelião, quando acontece um terremoto ou quando há rumores de uma doença contagiosa, ele corre ao aeroporto, maldizendo seu azar. Sim, o turista costuma ser um indiferente, indiferente em relação à qualidade de vida de quem o acolhe em seu país.1

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Capítulo 2. Cultura do sentido

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Cultura do sentido

Fechei o capítulo anterior afirmando que somente uma cultura do sentido pode vencer uma cultura do tédio. Afirmei também que tal batalha é possível de ser travada com provável sucesso. Nunca uma cultura é um todo coeso. Em todas elas há sempre paradoxos, tensões, oposições, ambiguidades, contradições, que permitem o movimento, a evolução, a superação. O mesmo vale para os indivíduos. A abordagem construtivista, à qual me filio, vê no homem ricas capacidades de adaptação, de autorregulação, de equilibração, que lhe permitem criar novas formas de pensar e de sentir, que lhe permitem criar novas estruturas mentais que podem dar novos rumos à compreensão que tem do mundo e da vida. A abordagem construtivista vê no sujeito recursos para superar insatisfações, resolver problemas, sair de situações desconfortáveis ou até mesmo insuportáveis.

Para tanto, duas condições devem ser contempladas. A primeira: que o sujeito esteja, de fato, em uma situação que considera problemática. A segunda: que tenha a seu alcance elementos para alimentar a construção de novas soluções.

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Capítulo 1. Cultura do tédio

Yves de La Taille Grupo A PDF Criptografado

1

Cultura do tédio

É de Benjamin Disraeli o aforismo “a vida é curta demais para ser pequena”. Acrescentaria eu: “para quem sofre de tédio, ela é longa demais, porque pequena”.

A vida é curta! Expressão corrente. Mas por que é empregada? Será uma avaliação objetiva do tempo de que dispomos para habitar o planeta

Terra? Será uma queixa relativa à brevidade de nossa permanência no mundo? Um espanto diante do ritmo em que se sucedem dias e noites?

Uma maneira de expressar nosso medo da morte?

Sim, essas razões são válidas, mas não esgotam o sentido da brevidade da vida. Durasse nossa vida tanto quanto aquela de alguns répteis, ainda seria curta demais, pois finita. Durasse ela vários séculos, ainda seria breve, pois não eterna. Para quem teme a morte, a vida é sempre curta demais. Quem emprega a referida expressão para lamentar nossa condição provisória pensa em viver apenas para não morrer.

Há, porém, quem tema a morte, não apenas porque ela nos priva da vida, mas porque a brevidade desta nos impede de fazer tudo aquilo que gostaríamos. Há quem pense que a vida é curta demais, não tanto como angústia diante do absurdo da morte, mas como frustração existencial.

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Yasser Seirawan (46)
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Medium 9788536313634

Capítulo 9. Uma solução para a Abertura do Peão do Rei

Yasser Seirawan Grupo A PDF Criptografado

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Uma solução para a

Abertura do Peão do Rei

D

epois de descobrir a solidez de “construir uma casa” no xadrez, fiquei inclinado a usar as mesmas formações contra a Abertura do Peão do Rei das brancas. Dessa vez, no entanto, achei a tarefa mais complicada do que na Abertura Barcza e na Defesa Índia do Rei (DIR). Com o tempo, aprendi a jogar a Defesa Pirc, a qual se tornou uma constante, e a uso até hoje. A ordem dos lances de abertura é muito importante para as pretas, já que um

único erro pode resultar em uma péssima partida.

Os lances de abertura são:

1.e4 d6

As pretas estão se dirigindo para a formação Barcza. A alternativa

1...Cf6 é a Defesa Alekhine, que iria provocar e4-e5 – uma ameaça que as pretas tentarão evitar.

2.d4

As brancas estabelecem um centro de peões clássico. As brancas certamente poderiam cogitar outras formações mais tranqüilas, mas essa é considerada a melhor.

2...Cf6

As pretas desenvolvem enquanto atacam o peão-e4.

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Medium 9788536306513

Capítulo 9. O ataque ao Rei

Yasser Seirawan Grupo A PDF Criptografado

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O ataque ao Rei

P

ode parecer estranho dedicar um capítulo para o ataque ao Rei num livro sobre estratégia. No entanto, o ataque em qualquer ala do tabuleiro é um empreendimento estratégico. Se a posição exige o ataque ao monarca do adversário, então essa é a estratégia correta para essa posição. Esse tipo de decisão estratégica não é uma questão de gosto ou estilo pessoal. Quando o tabuleiro aponta a necessidade de decapitar o Rei inimigo, é isso o que o jogador tem de fazer.

Primeiro um alerta: quando todas as condições permitem o ataque na ala do

Rei e você decide pular na garganta dele, não pressuponha que a situação implica “dar o xeque-mate ou morrer”. Isso pode acontecer, mas um ataque nessa ala, por si só, não exige a necessidade de uma luta por tudo ou nada. É preciso ser flexível. Se o ataque envolve um peão, sinta-se à vontade para trocar e alcançar um final com uma vantagem material. Se o ataque abre várias fraquezas de peões no campo inimigo, não hesite em mudar a estratégia para uma batalha posicional do tipo “caçar e destruir alvos”. Um ataque ao Rei pode levar ao xeque-mate, mas também pode levar a uma série de outras vantagens que o jogador deve estar preparado para explorar.

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Capítulo 8. Uma solução para a Abertura do Peão da Dama

Yasser Seirawan Grupo A PDF Criptografado

XADREZ VITORIOSO: ABERTURAS

247

8

Uma solução para a

Abertura do Peão da Dama

F

iquei tão encantado com a Abertura Barcza ao jogar com as brancas que tentei a mesma formação com as pretas contra a Abertura do Peão da Dama.

Conhecida como Defesa Índia do Rei (DIR), essa é a defesa favorita de Garry

Kasparov e Bobby Fischer. Ela vem bem recomendada! Vamos vê-la em ação:

1.d4 Cf6

3.Cc3 Bg7

2.c4 g6

4.e4 d6

É claro que as brancas não têm a obrigação de ocupar o centro. Elas podem fazer jogadas muito mais discretas com seus primeiros quatro lances, mas são esses lances de abertura que mais pressionam a formação das pretas.

O Diagrama 212 serve como posição inicial. As brancas têm um amplo leque de opções. As principais tentativas são:

Diagrama 212

248

YASSER SEIRAWAN

5.f4 (Ataque dos Quatro Peões);

5.f3 (Variante Samisch);

5.Be2 (Variante Averbach);

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Capítulo 8. O domínio territorial

Yasser Seirawan Grupo A PDF Criptografado

8

O domínio territorial

N

um jogo de xadrez, uma das aquisições mais importantes é ganhar espaço.

Parece que os bons jogadores estão sempre dispostos a lutar por mais espaço.

Assim como Karpov, sou um viciado em espaço, e qualquer grande mestre com inclinações posicionais acredita tanto quanto nós nas virtudes do território.

Ganhamos território pelo uso estratégico de nossos peões. Em geral, todas as casas atrás de nossos peões são consideradas como nosso espaço, a não ser que um peão inimigo possa atacá-las. No Diagrama 95, por exemplo, as casas marcadas com “x” e “�” são o território controlado. Numa rápida olhada, já percebemos que as brancas têm mais “�” atrás de seus peões do que as pretas; portanto, as brancas têm mais espaço em todas as três seções do tabuleiro (ala da Dama, centro e ala do Rei). No campo das brancas, as casas marcadas são plataformas seguras para o exército branco. No campo das pretas, as casas marcadas são as

únicas que as pretas possuem para suas próprias peças. Observe que as casas em que estão os peões não são consideradas território, apenas se tornando território quando os peões avançam. A casa-f4, por exemplo, tecnicamente não é uma casa

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Medium 9788536313634

Capítulo 7. Uma solução para a abertura

Yasser Seirawan Grupo A PDF Criptografado

XADREZ VITORIOSO: ABERTURAS

233

7

Uma solução para a abertura

L

evei vários anos para compreender as informações apresentadas nos capítulos anteriores. Aprender todas as aberturas e defesas clássicas, bem como seus nomes, foi realmente difícil. Mas, sem dúvida, isso me ajudou a perceber que nunca mais voltaria a usar minhas aberturas de Canhão ou do Assalto da Dama! Meu lance de abertura favorito tornou-se 1.e4 e teria ficado assim para sempre se não fosse por um pequeno problema: eu perdia. Na verdade, perdia com bastante freqüência, e a abertura era a verdadeira culpada. Eu achava que era preciso tornar-se um especialista em todo tipo de abertura e defesa! Assim que encontrava uma linha para lidar com a Dragão, eu perdia porque não estava ciente da última novidade do

Ataque Keres da Scheveningen. As coisas não melhoravam com a Defesa

Petroff. Desconhecer as nuanças de tantas aberturas significava que eu não conseguia ter uma vantagem, independentemente da linha escolhida. Todos concordavam com minhas reclamações: “É isso aí, Yaz. Me avisa quando você achar alguma coisa que valha a pena”.

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Wim Veen Ben Vrakking (6)
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Medium 9788536316864

6. O QUE AS ESCOLAS PODERIAM FAZER

Wim Veen, Ben Vrakking Grupo A PDF Criptografado

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Veen & Vrakking

mais tempo a ela. Por outro lado, se você acha que devemos mudar alguma coisa, não se sinta desestimulado se nossas sugestões não estiverem em perfeita consonância com o que você pensa. Como última observação, gostaríamos novamente de recomendar a visita a nosso site (www.homozappiens.nl), que servirá como uma plataforma e oportunidade de discussão sobre os tópicos da aprendizagem, educação e progresso tecnológico.

CENÁRIOS PARA A EDUCAÇÃO FUTURA

Presumimos e desejamos que nossas visões não sejam apenas fantasias, mas que recebam apoio de outras pessoas. Assim, pensamos que as escolas deveriam se encaixar na sociedade a que servem, e, por isso, projetar escolas para o futuro é algo que se deve fazer tendo em mente os avanços da sociedade. O problema todo é dispor ou não de precognição: alguns alegam tê-la, embora ninguém possa provar. Um método bem-conhecido, e de uma natureza bem-pensada, no lidar com a incerteza futura é o desenvolvimento de cenários, que são futuros quadros possíveis, retirados das tendências atuais e de nossas expectativas. Tendemos a depositar maior confiança em cenários que são sustentados por especialistas reconhecidos

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5. PARANDO A MONTANHA-RUSSA

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Homo Zappiens

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5

PARANDO A

MONTANHA-RUSSA algo que não fica nada a dever a um milagre o

“fatoÉ, nade verdade, os métodos modernos de ensino ainda não terem estrangulado inteiramente a sagrada curiosidade da investigação.

Albert Einstein

As pessoas sempre aprendem. Mesmo quando você pensa que elas estão realizando as atividades mais inúteis que se possa imaginar, ainda se pode dizer que estão aprendendo a ser mais experientes em fazer algo inútil. Esse adquirir experiência não é, porém, o que, em termos gerais, chamamos de aprendizagem. Pensamos na aprendizagem como alguma mudança mensurável ou perceptível em resposta a uma determinada situação. Essa própria definição impede a possibilidade de se aprender em uma só situação, já que nunca teremos a oportunidade de testemunhar a mudança em uma resposta a uma situação que não volte a ocorrer novamente. Agora você deve estar pensando: “Espere um pouco! Isso está errado”, e, é claro, mais uma vez você está certo. A aprendizagem não é um estado binário em nossa percepção, algo que você possa fazer ou não fazer; há vários graus de aprendizagem, pelo menos para o observador, embora um cientista possa argumentar que a aprendizagem é uma atividade binária.

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4. APRENDENDO DE MANEIRA DIVERTIDA

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Homo Zappiens

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4

APRENDENDO DE

MANEIRA DIVERTIDA

Trate as pessoas como se elas fossem o que deveriam ser e con“tribuirá para que elas se tornem o que são capazes de ser.

Johann Wolfgang von Goethe

Nos capítulos anteriores, descrevemos a nova geração de crianças, que cresce em meio à tecnologia da informação e da comunicação. Descrevemos tais crianças como pensadores digitais e tentamos lhes dar uma visão geral sobre a tecnologia, que, para elas, não é novidade. Para você, contudo, talvez o assunto seja inédito e até mesmo revolucionário. Tentamos nomear as habilidades mais importantes e distintivas que essas crianças parecem desenvolver, o que as coloca à parte de nós e que nos faz chamá-las de Homo zappiens – uma nova espécie de ser humano. Também abordamos as similaridades entre jogar e aprender.

Neste capítulo, refletiremos sobre os aspectos de aprendizagem do comportamento do Homo zappiens. Tentaremos traduzir as habilidades que foram descritas no Capítulo 3 acerca de nossa visão atual da sociedade, para demonstrar como elas podem ser consideradas úteis na aprendizagem. A principal questão a responder neste capítulo é se, e como, a aprendizagem mudou por causa da tecnologia. Para fazê-lo, devemos primeiramente observar mais de perto a própria aprendizagem – o que ela é e como pode ser definida.

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3. ENTENDENDO O CAOS

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ENTENDENDO O CAOS

A melhor coisa a respeito dos melhores jogos é que eles levam a

“garotada a uma aprendizagem muito intensa.

Seymour Papert

Como interpretar o uso que as crianças fazem da tecnologia? Será que seu comportamento aparentemente caótico de zapear de um canal para outro e de navegar na internet é perda de tempo? Assistir à televisão e jogar no computador pode ser útil? Ou os benefícios de jogar no computador ou navegar na internet simplesmente se reduzem ao desenvolvimento de uma boa coordenação entre o olhar e o movimento das mãos? No que diz respeito a essa habilidade, parece que os jovens cirurgiões que jogaram no computador durante sua infância têm um melhor desempenho em cirurgias do que os que não jogaram (Rosser, 2004). É claro que se pode argumentar que apenas uma pequena parcela de nossa força de trabalho atuará na profissão de cirurgião, e que, assim, as vantagens de uma coordenação bem-desenvolvida se aplicaria somente a um número restrito de profissões. Então, como a tecnologia poderia ajudar a maioria das pessoas a tirar vantagem dos usos da própria tecnologia? Até que ponto a tecnologia pode ajudar as crianças a se tornarem melhores aprendizes?

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2. CONHECENDO O HOMO ZAPPIENS

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CONHECENDO O

HOMO ZAPPIENS

A curto prazo, sempre superestimamos os efeitos das novas tecnologias, mas, a longo prazo, sempre os subestimamos.

Richard Thieme

“Repentinamente, as crianças que chegavam à nossa escola demonstravam um comportamento bastante diferente: direto, ativo, impaciente, incontrolável e, de certa forma, indisciplinado; parecia-me que algo havia acontecido no verão. Isso me assustava e empolgava ao mesmo tempo.”

Foi assim que uma professora sueca descreveu o que sentiu quando começou o novo ano letivo em um bairro de Estocolmo na metade da década de

1990, quando crianças de 6 anos voltaram à escola depois das férias de verão. A professora teve a sensação de que de um ano para o outro uma nova geração surgira e que ela tinha de lidar com elas, ainda não sabendo, mas percebendo, que precisaria empregar estratégias e abordagens diferentes.

Desde que essa professora teve tal impressão sobre seus alunos, muitos colegas na Europa inteira experimentaram o fato de que os alunos de hoje demandam novas abordagens e métodos de ensino para que se consiga manter a atenção e a motivação na escola. Ouvimos muitos deles dizerem que os alunos dedicam atenção às coisas por um período curto de tempo, que não conseguem ouvir alguém falar por mais de cinco minutos.

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William E Deturk (22)
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Capítulo 9 - Avaliação Pulmonar

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C APÍTULO 9

AVALIAÇÃO PULMONAR

Lawrence P. Cahalin

INTRODUÇÃO

O exame do sistema pulmonar requer o uso adequado de informações auditivas, observacionais, táteis, auscultatórias e clínicas. Uma parte significativa deste capítulo será focada no processo do exame fisioterapêutico. Os achados no exame inicial por meio de manobras auditivas, táteis ou de posicionamento podem (1) definir técnicas para o exame, (2) definir técnicas para o tratamento e (3) prover informações importantes a respeito do prognóstico. A seção seguinte revisará cada uma das técnicas de avaliação e a aplicação de manobras específicas que podem ajudar a direcionar e a predizer os efeitos dessas técnicas. Também será feita uma revisão de informações clínicas e de testes e medidas específicos

1-5 mais utilizados clinicamente. Muitas informações sobre a abordagem empregada para avaliar um paciente com doença pulmonar estão listadas no Quadro 9.1, as quais podem ser registradas no prontuário inicial do paciente, apresentado no

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Capítulo 8 - Medicamentos

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C APÍTULO 8

MEDICAMENTOS

Charles D. Ciccone

INTRODUÇÃO

Os medicamentos têm um papel essencial no tratamento de pacientes com doenças cardiorrespiratórias. Drogas podem ser usadas para prevenir ou tratar várias patologias e problemas cardíacos, pulmonares e circulatórios, reduzindo, assim, as limitações funcionais e as incapacidades associadas a doença cardiorrespiratória. Os medicamentos também podem ter um efeito sinérgico com intervenções fisioterapêuticas. Por exemplo, drogas que melhoram a habilidade da bomba cardíaca podem permitir que os pacientes participem de forma mais efetiva de intervenções que favoreçam a capacidade aeróbia e de resistência. Todos os medicamentos produzem efeitos adversos que podem ter um impacto direto nas intervenções fisioterapêuticas. Por exemplo, drogas que diminuem a pressão arterial

(anti-hipertensivos) podem produzir tonturas e falta de coordenação se causarem hipotensão excessiva. Portanto, é preciso que os fisioterapeutas tenham um entendimento básico sobre medicamentos cardiovasculares e pulmonares comuns e sobre seu efeito em pacientes que recebem fisioterapia.

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Capítulo 7 - Patologia Pulmonar

William E. Deturk Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO 7

PATOLOGIA PULMONAR

Chris L. Wells

INTRODUÇÃO

O objetivo deste capítulo é fazer uma revisão dos distúrbios e das doenças pulmonares que têm impacto na função pulmonar. O sistema pulmonar é responsável pela distribuição de oxigênio e pela excreção de dióxido de carbono, duas atividades vitais para a função celular normal. Os pulmões também auxiliam o sistema renal na regulação e na manutenção do equilíbrio ácido-básico. Quando a função pulmonar fica prejudicada, múltiplos sistemas podem ser afetados. Portanto,

é importante que o fisioterapeuta compreenda as patologias pulmonares e suas apresentações clínicas, a fim de realizar uma avaliação completa do paciente, monitorá-lo de forma adequada e planejar o melhor tratamento.

Este capítulo é dividido em seções que se baseiam em doenças comuns e em suas apresentações clínicas. O primeiro grupo de patologias é aquele que engloba as doenças pulmonares obstrutivas (DPO). O outro grupo inclui doenças que causam restrição à ventilação. Categorias menores incluem doenças que causam envolvimento pulmonar vascular, pleural e infecções. Outros capítulos (Cap. 13 e 14) abordam acometimentos neuromusculares e musculoesqueléticos que afetam a função pulmonar.

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Capítulo 6 - Fisiopatologia Cardiovascular

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C APÍTULO 6

FISIOPATOLOGIA CARDIOVASCULAR

Sandra L. Cassady

INTRODUÇÃO

Apesar da grande ênfase na promoção e na prevenção da saúde, dos avanços tecnológicos e do desenvolvimento do tratamento com base em evidências, a doença cardíaca aterosclerótica per1-3 manece sendo a principal causa de morte nos Estados Unidos.

Todos os fisioterapeutas, seja qual for a área de especialização ou atuação prática, tratam pacientes com doença cardiovascular.

Sintomas comuns incluem dispnéia, dor no peito, claudicação, palpitações, síncope e fadiga. Nenhum desses sintomas, entretanto, é específico a um dado sistema ou distúrbio cardiovascular. Com a compreensão das manifestações fisiopatológicas e clínicas das doenças cardiovasculares comuns, os fisioterapeutas têm maior probabilidade de realizar intervenções seguras.

O começo ou a mudança nos sintomas detectados durante um exame podem indicar o desenvolvimento ou a progressão de uma grave doença e uma potencial ameaça à vida.

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Capítulo 5 - Fisiologia dos Sistemas Cardiovascular e Pulmonar

William E. Deturk Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO 5

FISIOLOGIA DOS SISTEMAS

CARDIOVASCULAR E PULMONAR

Barbara J. Morgan

Jerome A. Dempsey

Cabeça

FISIOLOGIA DO SISTEMA CARDIOVASCULAR

Tronco, braços

Book_DeTurk.indb 109

Brônquios

AP

Pulmões

Veia cava

Aorta

AD

Veias

AE

VD

VE

Coronária

Artérias

A função principal do sistema cardiovascular é fornecer oxigênio e nutrientes para todos os tecidos do corpo através do sangue e remover deles o dióxido de carbono e outros resíduos do metabolismo celular. Considerando isso, o sistema cardiovascular é a ligação entre a respiração externa (gás trocado entre a atmosfera e os pulmões) e a respiração celular (uso do oxigênio para a produção de energia pelas mitocôndrias).

Outra função vital desse sistema inclui o transporte de calor para manter a temperatura do corpo, o transporte dos glóbulos brancos para locais onde é feita a defesa contra materiais estranhos e o transporte de hormônios do local de onde são liberados para os seus órgãos-alvo. Assim, o sistema cardiovascular é a chave que contribui para a estabilidade do meio interno do corpo, ou homeostase.

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