Adobe Creative Team (45)
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7. Princípios Básicos de ActionScript

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226 ADOBE FLASH CS3 PROFESSIONAL

Classroom in a Book

2 No Flash, escolha File > Open. Selecione o arquivo 07Start.fla na pasta Lesson07/07Start

e clique em Open. Todo o trabalho criativo está feito para você. Você só precisa adicionar o script para carregar o arquivo e fazer com que os botões funcionem adequadamente.

3 Escolha File > Save As. Atribua ao arquivo o nome 07_workingcopy. fla e salve-o na pas-

ta 07Start. Salvar uma cópia de trabalho assegura que o arquivo original inicial esteja disponível se você desejar começar novamente.

Trabalhe com o ActionScript 3.0

O Adobe Flash CS3 utiliza o ActionScript 3.0, uma linguagem de criação de scripts poderosa, para estender as funcionalidades do Flash. Embora o ActionScript 3.0 possa parecer intimidador se você for iniciante em scripts, é possível obter excelentes resultados com alguns scripts muito simples. Como ocorre com qualquer linguagem, é recomendável parar um pouco para aprender a sua sintaxe e alguma terminologia básica.

Sobre o ActionScript

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16. TÉCNICAS DE COMPOSIÇÃO

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304 ADOBE PREMIERE PRO CS4

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Introdução

O Adobe Premiere Pro e outros editores não lineares que utilizam múltiplas trilhas e linhas do tempo têm uma prática operacional geral: clipes nas trilhas de vídeo acima de Video 1 cobrem os clipes nas trilhas abaixo deles. Em outras palavras, qualquer coisa que aparece na trilha cobre tudo o que estiver abaixo dela.

Mas o objetivo não é utilizar clipes nas trilhas acima de Video 1 para eliminar o que está abaixo delas, mas sim, empregar a composição para melhorar o que está ali. O Adobe Premiere Pro oferece muitas maneiras de colocar em camadas vídeos, gráficos e imagens para criar excelentes efeitos.

As técnicas de composição nos clipes permitem que os clipes abaixo deles na

Timeline possam ser exibidos. Os cinco métodos básicos de composição são:

· Reduzir a opacidade de um clipe inteiro.

· Combinar camadas com base em um modo de mesclagem

· Utilizar transparências de canal alfa em clipes e efeitos

· Criar um chroma key verde

· Utilizar efeitos de matte de chroma key

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20. EXPORTANDO FRAMES, CLIPES E SEQUÊNCIAS

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376 ADOBE PREMIERE PRO CS4

Classroom in a Book

Introdução

O Adobe Premiere Pro CS4 oferece inúmeras opções de exportação – métodos para gravar seus projetos em vídeo, convertê-los em arquivos ou gravá-los em

DVDs.

Gravar para videotape é simples e direto, embora a criação de arquivo tenha muito mais opções. Por exemplo, você pode gravar apenas a parte de áudio do seu projeto; converter um segmento de vídeo ou o projeto inteiro em um dos vários formatos padrão de arquivo; ou criar frames estáticos, sequências de frames estáticos ou arquivos de animação.

De maior relevância são os formatos de codificação de vídeo de nível mais alto disponíveis no Adobe Media Encoder. Você utilizará essa poderosa ferramenta a fim de criar projetos para postar em um site Web, gravar em CDs multimídia ou exportar para dispositivos móveis utilizando o novo software Adobe

Device Central CS4. Se tiver de criar Flash Video para sites Web, utilize as novas ferramentas para exportar Flash Video com marcadores Web. O Adobe Media

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8. CRIANDO TÍTULOS DINÂMICOS

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148 ADOBE PREMIERE PRO CS4

Classroom in a Book

Introdução

O texto na tela ajuda a contar sua história. Reforce sua mensagem utilizando texto sobreposto (também conhecido como supers) para dar nome e título de um local ou de uma pessoa entrevistada, mostrar na tela pontos itemizados (bullets) e exibir títulos de abertura e créditos finais.

O texto pode apresentar informações de forma muito mais sucinta e clara do que a narração. Ele também pode reforçar informações narradas e visuais lembrando os espectadores dos personagens na sua cena e da mensagem que você está tentando comunicar.

O Adobe Premiere Pro CS4 Titler oferece inúmeras opções de texto e formas.

Você pode utilizar qualquer fonte do computador. O texto e os objetos podem ter uma cor qualquer (ou várias cores), qualquer grau de transparência e uma variedade de formas.

Com a ferramenta Path, é possível posicionar seu texto em linhas curvas da maneira mais complexa de imaginar. O Titler é uma ferramenta poderosa e envolvente cuja infinita capacidade de personalização permite criar uma aparência

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17. CORES, SEQUÊNCIAS ANINHADAS E ATALHOS

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322 ADOBE PREMIERE PRO CS4

Classroom in a Book

Introdução

A correção de cores (empregada na maioria dos filmes) não corrige uma tomada que deu errado, mas dá ao filme uma aparência que corresponde ao seu espírito ou gênero: por exemplo, vermelhos quentes para paisagens; tons sépia para tomadas históricas; azuis frios para filmes de ficção científica; ou um visual acinzentado para dramas urbanos. A correção de cores (também conhecida como aprimoramento de cores) é extremamente importante e o Adobe Premiere Pro oferece inúmeros efeitos profissionais.

Esses efeitos voltados para cores oferecem mais do que a simples correção de cores. É possível selecionar uma cor e alterá-la, criar uma aparência 3D, converter um clipe para escala de cinzas (com a exceção de uma única cor) ou remover todas as cores de um intervalo específico. Você verá alguns exemplos desses efeitos nesta lição.

Você vai conhecer o poder das sequências aninhadas à medida que altera a aparência de um efeito complexo modificando um clipe aninhado.

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Adroaldo Gaya (14)
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9. Desenhos metodológicos (III) Métodos de procedimento: delineamentos experimentais de grupos

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Ciências do movimento humano

133

9

Desenhos metodológicos III

Métodos de procedimento: delineamentos experimentais de grupos

Adroaldo Gaya

O método de procedimento experimental pode assumir diversos delineamentos. Da mesma forma, como referem Arnal,

Rincón e Latorre (1991), são diversos os modelos e os critérios de classificá-lo: técnicas de controle, número de grupos, validade interna ou externa e número de variáveis. Além disso, devemos considerar que a adoção de um ou outro critério gera taxionomias distintas, todas elas com sua lógica interna consistente.

Não obstante, sem desconsiderar a relevância de qualquer dessas taxionomias, vamos utilizar, neste guia introdutório, a seguinte classificação:

ponentes de uma população possam estar representados na amostra. Além disso, quando adotamos dois ou mais grupos em uma investigação experimental, é necessário que cada sujeito da amostra selecionada tenha, da mesma forma, igual probabilidade de ser designado para um ou outro grupo.

Por outro lado, no âmbito dos delineamentos de grupos aleatórios, conforme o número de níveis que assume a variável independente, podemos adotar delineamentos bivalentes, multivalentes e fatoriais.

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4. Principais concepções metodológicas da investigação científica aplicadas às ciências do movimento humano

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Ciências do movimento humano

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Principais concepções metodológicas da investigação científica aplicadas

às ciências do movimento humano

Adroaldo Gaya

Todas as disciplinas científicas se caracterizam pela adoção de métodos de investigação que lhe são mais ou menos peculiares. Nas ciências do movimento humano, considerando sua perspectiva predominantemente multidisciplinar, tais métodos podem assumir diferentes conotações ou modelos, dependendo da área de especialização a que estão mais próximos. Estudos sobre a fisiologia, a biomecânica do esporte, certamente adotam concepções metodológicas diferentes em relação aos estudos de antropologia e sociologia do esporte. Todavia, estando as ciências do movimento humano historicamente ligadas, em sua origem, às ciências biológicas, durante muito tempo se concebeu que os métodos desta área fossem capazes de possibilitar a emergência da totalidade dos conhecimentos inerentas às práticas da cultura corporal: os esportes, as danças, os jogos, as ginásticas, as terapias corporais, etc.

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11. Desenhos Metodológicos (V) Delineamentos ex post facto

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Ciências do movimento humano

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Desenhos metodológicos V

Delineamentos do tipo ex post facto

Adroaldo Gaya

Os delineamentos do tipo ex post facto, em uma primeira aproximação, se caracterizam por tratarem de situações que já vêm dadas aos pesquisadores. Em outras palavras, os pesquisadores, por meio de fatos já ocorridos, sugerem relações entre variáveis.

Por exemplo: ao investigarmos as relações entre o uso de bebidas alcoólicas e acidentes viários, uma possibilidade seria a de consultarmos os prontuários policiais sobre acidentes nas estradas, registrarmos as ocorrências da variável “presença de álcool” ou “nível de alcoolemia” e procedermos às análises estatísticas adequadas para testar nossa hipótese. Se detectarmos níveis significativos de associação entre acidentes viários e ingestão de bebidas alcoólicas, por conseqüência lógica, poderemos sugerir a hipótese de que há maior probabilidade de acidentes nas estradas quando os sujeitos consumiram bebidas alcoólicas.

Exemplo semelhante é quando se afirma que fumar causa câncer. Tal conclusão é proveniente do fato de que há maior ocorrência de câncer em fumantes do que em não-fumantes, o que é sugerido, evidentemente, após os fatos terem ocorrido.

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6. O Universo empírico: sujeitos da pesquisa, universo, população e amostra

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Ciências do movimento humano

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O universo empírico: sujeitos da pesquisa, universo, população e amostra

Adroaldo Gaya

Nas ciências do movimento humano, descrevemos, interpretamos, comparamos, associamos fenômenos biológicos, culturais e sociológicos diversos. São fenômenos que se manifestam no esporte, na dança, nos jogos, enfim, nas diversas expressões da corporalidade. São os corpos em movimento na amplitude de sua complexidade que tratamos de investigar.

São homens e mulheres que, na expressão plena de seus corpos em movimento, se constituem nos sujeitos reais de nossas pesquisas.

Os sujeitos da pesquisa representam o universo empírico de nossas investigações em ciências do movimento humano e, neste capítulo, vamos tratá-los a partir de duas perspectivas:

1. a das pesquisas ideográficas ou qualitativas, sob a denominação de sujeitos de pesquisa;

2. a das pesquisas nomotéticas ou quantitativas, sob a denominação de população e amostra.

OS SUJEITOS DA PESQUISA

Nas pesquisas ideográficas ou qualitativas, normalmente não há preocupações com a generalização dos resultados para além dos sujeitos investigados. Como referem Víctora, Knauth e Hassen (2000, p. 50),

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13. Estatística aplicada às ciências do movimento humano: utilização dos softwares SPSS e Microsoft Excel

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13

Estatística aplicada às ciências do movimento humano: utilização dos softwares SPSS e Microsoft Excel

Daniel Carlos Garlipp

Rodrigo Batista Moreira

Adroaldo Gaya

Tendo em vista a importância da estatística nos diversos campos de atuação dos profissionais ligados às ciências do movimento humano e a áreas correlatas, este capítulo apresenta subsídios básicos para a aplicação, a análise e a interpretação de dados quantitativos. Essa importância se deve ao fato de que a estatística deve ser utilizada ou está presente em grande parte das monografias, dos artigos científicos, das dissertações de mestrado e das teses de doutorado.

Este capítulo abrange os principais tópicos da estatística, além de sua aplicação prática por meio do programa estatístico SPSS e da planilha eletrônica Excel.

Serão contempladas desde a construção de um banco de dados até a realização de análises paramétricas e não-paramétricas.

Procurou-se evitar a demonstração extensa de cálculos, optando por utilizar uma visão prática dos principais conceitos

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Aldo Eynard (12)
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Capítulo 3 - Montagem, trânsito e destino de macromoléculas e membranas para exportação e uso interno

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3

Montagem, trânsito e destino de macromoléculas e membranas para exportação e uso interno

Mirta A. Valentich e R. Olga Calderón

A

C

B

Fig. 3-0 Preparações de Camillo Golgi (1843-1926) de neurônios ganglionares (A) e do cérebro (B) com a técnica da reazione nera, que permitiu a descoberta do aparelho reticular (setas) que hoje leva seu nome. C. Um desenho do hipocampo realizado de próprio punho.

[Camillo Golgi e Santiago Ramón e Cajal receberam o Prêmio Nobel de Medicina em 1906, por suas importantes contribuições

à neurobiologia.]

Resumo conceitual

O

precursor procarionte – a célula primitiva – tinha a capacidade de sintetizar e dispor de enzimas hidrolíticas em sua superfície, a fim de realizar a digestão extracelular e incorporar os nutrientes resultantes da degradação. A flexibilidade e a fluidez da membrana e o desenvolvimento do citoesqueleto produziram, em algum momento da

Histologia e embriologia humanas

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Capítulo 9 - Movimentos do corpo, das vísceras e do sistema cardiocirculatório

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Movimentos do corpo, das vísceras e do sistema cardiocirculatório

Aldo R. Eynard e Sonia E. Muñoz

A

B

9

C

Fig. 9-0 À esquerda e ao centro, lâminas da obra de Vesalio De humanis corporis fabrica (1543), nas quais aparecem os músculos e o sistema da veia cava; New York Academy of Sciences. À direita, gravado em madeira usado por William Harvey para ilustrar sua teoria da circulação do sangue em sua obra fundamental, De motu cordis (1628); Museu OMS, Genebra.

Resumo conceitual

O

s organismos dos metazoários desenvolveram células alongadas chamadas células ou fibras musculares, altamente especializadas para a contração, isto é, o encurtamento ativo no sentido de seu eixo maior. Possuem uma capacidade importante de transformar energia química em trabalho mecânico. Esta é a base de processos fisiológicos como a locomoção, a contração rítmica do coração (que transporta o sangue em seu interior), o delicado estado de semicontração do músculo liso das túnicas dos vasos sanguíneos e os movimentos característicos das vísceras (que propulsionam o conteúdo intestinal ou que expulsam o feto no momento do parto).

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Capítulo 11 - Sistemas sensoriais: recepção de sinais e elaboração de respostas

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11

Sistemas sensoriais: recepção de sinais e elaboração de respostas

Roberto A. Rovasio e Pablo Gil Loyzaga

Fig. 11-0 O sensorial em duas épocas. Acima: O cego conduzindo os cegos, Pieter Brueghel “o Velho” (1525-1569). Abaixo: Infinito, Marco S. Rovasio (1974-).

Histologia e embriologia humanas

397

Resumo conceitual

A

importância dos sistemas sensoriais na vida cotidiana é evidente para todos, mas se pensarmos sobre nossa própria evolução, veremos com clareza o papel que desempenham. Quando os primeiros hominídeos perderam a proteção da selva e seus alimentos, vagaram pelas savanas africanas em uma busca incessante por comida, ao mesmo tempo que deviam se proteger de muitos carnívoros mais fortes e rápidos que eles. Esses seres primitivos conseguiram sobreviver a uma complexa situação graças a seus sistemas sensoriais. Por um lado, o uso combinado da visão, da audição e do olfato lhes permitiu dispor de tempo para evitar o ataque dos predadores, sem esquecer o equilíbrio imprescindível para a caminhada e a corrida. Os mesmos sistemas lhes serviram para localizar e obter os alimentos. Além disso, hoje sabemos que se os hominídeos sobreviveram foi, sobretudo, por sua capacidade de adaptação nutricional. As mudanças de herbívoros-carnívoros-onívoros supôs uma ampliação do espectro alimentar, ao mesmo tempo que trouxe as vantagens de poder comer quase qualquer coisa e, assim, adquirir um grau de independência do ritmo nutricional que os herbívoros não têm. Além disso, uma grande proporção da ingesta de carne não provinha da caça, mas da carniça que os predadores deixavam. Por isso, sua sobrevivência dependeu, também, de seu sentido do olfato e do paladar.

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Capítulo 1 - Métodos gerais para o estudo das células e dos tecidos

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1

Métodos gerais para o estudo das células e dos tecidos

Roberto A. Rovasio, Aldo R. Eynard e Mirta A. Valentich

Lente montada em um suporte metálico

Suporte para sustentar o espécime

Sistema de focalização e movimento do espécime

Fig. 1-0 A. Microscópio simples inventado por Antoni van Leeuwenhoek (1632-1723), vista posterior (direita) e lateral (esquerda) e modo de uso segundo o autor (quadro). B. Microscópio composto inventado por Robert Hooke (1635-1703).

Resumo conceitual

O

conhecimento da célula e dos tecidos tem início no século XVI, com a invenção dos primeiros microscópios, que permitiram transpor o limite imposto pela resolução do olho humano. Durante os primeiros anos, a observação de pequenos organismos ou de partes diminutas de estruturas biológicas maiores esteve restrita aos objetos tal como podiam ser obtidos em seu estado natural. Posteriormente, foram desenvolvidos métodos para a preservação dos espécimes, para conseguir maiores contrastes que permitissem avaliar melhor sua estrutura e para analisar seus componentes. Esse longo caminho, iniciado há muito tempo, mantém-se na atualidade e traça um paralelismo permanente entre o avanço tecnológico e as progressivas descobertas científicas.

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Capítulo 7 - Funções de revestimento, proteção, comunicação e produção

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7

Funções de revestimento, proteção, comunicação e produção

Aldo R. Eynard e Carmen Carda Batalha

A

B

Fig. 7-0 Imagens microscópicas coradas do epitélio respiratório (A) e glândula parótida (B), com identificação; à direita das estruturas, desinée à la plume sobre papel transparente. Do Atlas d’Histologie Normale, Principaux Tissus et Organs, de Étienne

Rabaud e Fernand Monpillard, G. Carre e C. Naud, Editores, 1900, Paris.

Histologia e embriologia humanas

207

Resumo conceitual

T

odos os epitélios têm origem nos três folhetos embrionários, revestem a superfície do corpo e de suas cavidades e formam todas as glândulas do organismo. Como características principais de todos os seus derivados, destacam-se a escassa substância intercelular e o desenvolvimento de especializações na superfície celular – características dos domínios apical e basolateral –, que relacionam, morfológica e funcionalmente, suas células entre si de um modo particular.

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Alexandre Da Silva Carissimi Juergen Rochol Lisandro Zambenedetti Granville (8)
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2 o modelo de referência OSI da ISO

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62

Redes de Computadores

Logo ficou evidente que, para melhor utilizar o imenso potencial por trás da tecnologia de redes, era necessário que fossem estabelecidos rapidamente padrões internacionais que assegurassem a interoperabilidade entre os computadores e equipamentos dessas redes. Em 1978, a International Organization for Standarization (ISO) criou um comitê técnico (TC97) de processamento de informação, reconhecendo que era urgente a necessidade de criar padrões para a interconexão de sistemas heterogêneos (computadores e roteadores, por exemplo). No mesmo ano, o TC97 criou um subcomitê (SC16) para tratar da interconexão de sistemas abertos ou OSI

(open system interconnection).

A estratégia básica adotada pelo SC16 para definir um modelo de arquitetura aberto, isto é, capaz de interoperar (trocar informação) com um outro sistema de arquitetura aberta, foi dividir a complexidade desta interconexão em conjuntos de funções afins

1 agrupados em camadas (layers ISO) ou níveis (levels ITU-T). A ideia é poder projetar uma rede, ou seja, interconectar diferentes equipamentos (sistemas) e assim facilitar a troca de informações (interoperabilidade) entre eles. Dessa forma, o projeto global da interconexão de equipamentos heterogêneos em uma rede fica reduzido ao projeto das funções e serviços oferecidos em cada uma das camadas definidas para essa rede. O projeto de uma camada é restrito ao contexto dessa camada e supõe que os problemas fora desse contexto (camada) já estejam devidamente resolvidos. Cada camada utiliza os serviços providos pela camada imediatamente inferior para oferecer um serviço de melhor qualidade àquela imediatamente superior.

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6 nível de transporte

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266

6.1

Redes de Computadores

o papel do nível de transporte

As redes de computadores, como observado anteriormente, são utilizadas como mecanismo para a troca de dados entre processos que rodam nos computadores interconectados. As redes são normalmente complexas porque são formadas por uma grande diversidade e quantidade de dispositivos (por exemplo, roteadores, pontes e firewalls). Além da heterogeneidade e do número de equipamentos, as redes são também complexas pelo número de enlaces que interligam tais equipamentos e pelas tecnologias utilizadas na implementação da comunicação nesses enlaces.

Não é interessante que um processo em um computador tenha que se preocupar com a complexidade da rede utilizada, por exemplo, pensando qual caminho na rede deve utilizar para entregar um dado a um computador que abriga o processo de destino.

Desse ambiente de redes complexas é que surge a necessidade do nível de transporte, cuja função é justamente a de tornar a complexidade das redes transparente aos processos, de forma que esses não tenham que se preocupar, durante as comunicações, com tal complexidade. Para isso, o nível de transporte faz a intermediação no acesso dos processos à rede de computadores utilizada, implementando uma visão menos complexa da rede originalmente complexa.

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3 nível físico

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96

Redes de Computadores

O canal físico, no caso, representa qualquer meio físico como, por exemplo, um par de fios, um cabo coaxial, mas também pode ser um canal de rádio frequência (RF) em sistemas sem fio, uma fibra óptica em sistemas ópticos ou qualquer canal tributário definido logicamente e fisicamente dentro de um agregado de multiplexação de uma hierarquia de multiplexação digital, como será visto no item 3.5.

3.1

serviços e funções do nível físico

Dentro das diversas funções elaboradas pelas entidades do nível físico (NF), podemos destacar as seguintes:

1 ativação e desativação de um enlace físico ;

2 concatenação de diversos enlaces físicos para obtenção de uma conexão física ; codificação e decodificação de canal; multiplexação/demultiplexação de canais lógicos em um meio físico; controle e sincronização da transmissão e recepção de dados (bits); supervisão, manutenção e controle de qualidade de enlaces físicos e conexões físicas.

A partir dessas funções, o NF elabora serviços que são oferecidos ao Nível de Enlace de dados (NE), entre eles destacamos:

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7 nível de aplicação

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306

Redes de Computadores

O nível de aplicação é responsável por interagir com os níveis “inferiores” de uma arquitetura de protocolos de forma a disponibilizar aos usuários humanos uma visão mais simples da rede de computadores. Outras simplificações dessa visão já são oferecidas em outros níveis (como no nível de transporte, apresentado anteriormente), mas é no nível de aplicação que a visão final apresentada aos usuários é formada.

Quanto mais abstrata for a visão de rede, mais simples tende a ser aos usuários a rede de computadores utilizada.

No modelo de referência OSI, entre o nível de transporte e o nível de aplicação, existem ainda os níveis de sessão e apresentação. Como sabemos, a arquitetura OSI não possui representantes relevantes nas modernas redes de computadores, sendo que a arquitetura TCP/IP acabou se tornando a arquitetura dominante ao longo dos últimos

20 anos. Nem por isso os níveis de sessão e apresentação OSI deixaram de ser considerados. Na verdade, os serviços originalmente definidos nos níveis de sessão e apresentação são, com frequência, efetivamente implementados nas aplicações Internet.

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5 nível de rede

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208

Redes de Computadores

Este é o principal objetivo da camada de rede e, para atingi-lo, cria-se a abstração de uma rede lógica única e a noção de roteamento. Este capítulo tem por objetivo discutir os principais conceitos, técnicas e algoritmos envolvidos no nível ou na camada.

Para ilustrar na prática a aplicação desses tópicos, é feita a análise, como estudo de caso, do Internet Protocol (IP).

No capítulo 1 definimos, de forma abrangente, rede de informação como “um conjunto de sistemas de processamento interligados através de um meio de comunicação de forma a permitir a troca de informações entre si”. A generalização desse conceito é a interconexão de diferentes redes formando uma única rede denominada de inter-rede, do inglês internet1. A camada de rede é a responsável pela criação da abstração inter-rede, fornecendo uma visão lógica de uma rede única e provendo o encaminhamento de informações de uma origem a um destino. Para melhor compreender esses conceitos, é necessário entender seu contexto de aplicação e a sua terminologia.

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Andrade Maria Margarida De (11)
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Parte I - 5 Fases da elaboração dos trabalhos de graduação

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5

Fases da elaboração dos trabalhos de graduação

5.1 Escolha do tema

A escolha do tema é fator de máxima importância, pois dela depende o bom

êxito do trabalho a ser desenvolvido. Bons temas podem surgir de leituras realizadas, muitas vezes para outras pesquisas, ou de artigos de revistas e jornais; de conversações ou de comentários sobre trabalhos de colegas; de debates e seminários; de experiências pessoais ou da curiosidade sobre determinado assunto ou ainda das reflexões acerca de algum tópico abordado nas diferentes disciplinas do curso. A consulta a catálogos de editoras, fichários de bibliotecas, verbetes de enciclopédias ou de dicionários especializados oferece sugestões aproveitáveis para temas de trabalhos ou pesquisas.

Muitas vezes, vale a pena fazer uma pesquisa exploratória, isto é, verificar se há possibilidade de elaborar um bom trabalho sobre determinado tema. Essa verificação começa pela bibliografia a respeito do assunto; é preciso pesquisar se há fontes fidedignas e de fácil acesso. Pode ocorrer que as fontes de pesquisa se constituam de livros raros, esgotados, de obras publicadas em outro idioma, de preço muito elevado e que não fazem parte do acervo das bibliotecas que podem ser facilmente consultadas. O acesso a uma boa bibliografia é requisito indispensável para a realização de um bom trabalho.

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Parte II - 11 Métodos e técnicas de pesquisa

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Métodos e técnicas de pesquisa

11.1 Métodos

Quando o homem começou a interrogar-se a respeito dos fatos do mundo exterior, na cultura e na natureza, surgiu a necessidade de uma metodologia da pesquisa científica.

Metodologia é o conjunto de métodos ou caminhos que são percorridos na busca do conhecimento.

Descartes, pensador e filósofo francês, em seu Discurso do método,1 expõe a ideia fundamental de que é possível chegar-se à certeza por intermédio da razão.

Das concepções de Descartes surgiu o método dedutivo, cuja técnica se fundamenta em esclarecer as ideias através de cadeias de raciocínio.

Para Descartes, para quem verdade e evidência são a mesma coisa, pelo raciocínio torna-se possível chegar a conclusões verdadeiras, desde que o assunto seja pesquisado em partes, começando-se pelas proposições mais simples e evidentes até alcançar, por deduções lógicas, a conclusão final.

Segundo Francis Bacon (1561-1626), filósofo inglês, a lógica cartesiana, racionalista, não leva a nenhuma descoberta, apenas esclarece o que estava implícito, pois somente através da observação se pode conhecer algo novo. Este princípio básico fundamenta o método indutivo, que privilegia a observação como processo para chegar-se ao conhecimento. A indução consiste em enumerar os enunciados

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Parte I - 3 Técnicas de pesquisa bibliográfica

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3

Técnicas de pesquisa bibliográfica

A pesquisa bibliográfica é habilidade fundamental nos cursos de graduação, uma vez que constitui o primeiro passo para todas as atividades acadêmicas. Uma pesquisa de laboratório ou de campo implica, necessariamente, a pesquisa bibliográfica preliminar. Seminários, painéis, debates, resumos críticos, monografias não dispensam a pesquisa bibliográfica. Ela é obrigatória nas pesquisas exploratórias, na delimitação do tema de um trabalho ou pesquisa, no desenvolvimento do assunto, nas citações, na apresentação das conclusões. Portanto, se é verdade que nem todos os alunos realizarão pesquisas de laboratório ou de campo, não

é menos verdadeiro que todos, sem exceção, para elaborar os diversos trabalhos solicitados, deverão empreender pesquisas bibliográficas.

3.1 O uso da biblioteca: fontes bibliográficas

Muitas vezes, o aluno calouro vive uma situação extremamente embaraçosa: recebe do professor o tema para elaborar um trabalho, mas não tem ideia de como fazê-lo ou até mesmo de como obter dados bibliográficos indispensáveis para a realização da tarefa.

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Parte I - 2 Técnicas para a elaboração dos trabalhos de graduação

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2

Técnicas para a elaboração dos trabalhos de graduação

2.1 Técnica de sublinhar para esquematizar e resumir

Sublinhar é a técnica indispensável não só para elaborar esquemas e resumos, mas também para ressaltar as ideias importantes de um texto, com as finalidades de estudo, revisão ou memorização do assunto ou mesmo para utilizar em citações.

O requisito fundamental para aplicar a técnica de sublinhar é a compreensão do assunto, pois este é o único processo que possibilita a identificação das ideias principais e secundárias, permitindo fazer a seleção do que é indispensável e do que pode ser omitido, sem prejuízo do entendimento global do texto.

Há, porém, certas normas que devem ser obedecidas, para que a técnica de sublinhar produza resultados eficazes.

Não se deve sublinhar parágrafos ou frases inteiras, mas apenas palavraschave, palavras nocionais ou, quando muito, grupos de palavras. Isto porque, ao sublinhar uma frase inteira, além de sobrecarregar a memória e o aspecto visual, corre-se o risco de, ao resumir, reproduzir-se as frases do autor, sem evidenciar as ideias principais, visto que o resumo deve ser uma condensação de ideias, não de frases ou palavras.

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Parte I - 8 Normas para a redação dos trabalhos

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8

Normas para a redação dos trabalhos

8.1 Objetividade

A qualidade essencial de um trabalho científico é a objetividade, que deve presidir tanto a elaboração, o conteúdo intelectual, quanto o tipo de linguagem empregado na redação.

Nos trabalhos científicos, emprega-se a linguagem denotativa, isto é, cada palavra deve apresentar seu significado próprio, referencial e não dar margem a outras interpretações.

Sendo a linguagem científica fundamentalmente informativa, técnica, racional, prescinde de torneios literários, figuras de retórica ou frases de efeito.

Aconselha-se o uso de frases curtas e simples, com vocabulário adequado. Os termos técnicos e expressões estrangeiras, inclusive citações em latim, só devem ser utilizados quando indispensáveis.

A própria natureza do trabalho científico é que determina a objetividade como requisito básico da redação.

8.2 Impessoalidade

A impessoalidade contribui grandemente para a objetividade da redação dos trabalhos científicos.

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