Adobe Creative Team (45)
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Capítulo 10. Edição de vídeo

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10

EDIÇÃO DE VÍDEO

Visão geral da lição

Nesta lição, você vai aprender a:

· Criar uma linha de tempo do vídeo no Photoshop

· Adicionar mídia a um grupo de vídeo no painel Timeline

· Adicionar movimento a vídeos e imagens estáticas

· Animar texto e efeitos usando keyframes

· Adicionar transições entre clipes de vídeo

· Incluir áudio em um arquivo de vídeo

· Renderizar um vídeo

Esta lição levará aproximadamente 90 minutos para ser concluída. Copie a pasta Lesson10 para seu computador, se ainda não fez isso. Ao trabalhar nesta lição, você preservará os arquivos iniciais. Se precisar restaurá-los, copie-os do

DVD do Adobe Photoshop CS6 Classroom in a Book.

Agora você pode editar arquivos de vídeo no Photoshop usando muitos dos mesmos efeitos que você utiliza para editar arquivos de imagem. Você pode criar um filme a partir de arquivos de vídeo, imagens estáticas, Smart Objects, arquivos de áudio e camadas de texto; e aplicar transições e efeitos animados utilizando keyframes.

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Capítulo 2. Correções básicas de fotografias

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

2

CORREÇÕES BÁSICAS

DE FOTOGRAFIAS

Visão geral da lição

Nesta lição, você vai aprender a:

· Entender a resolução e o tamanho de uma imagem

· Abrir e editar uma imagem no Camera Raw

· Ajustar o intervalo tonal de uma imagem

· Cortar e corrigir uma imagem

· Pintar sobre uma cor com a ferramenta Color Replacement

· Ajustar a saturação das áreas isoladas de uma imagem utilizando a ferramenta Sponge

· Utilizar a ferramenta Clone Stamp para eliminar a parte indesejada de uma imagem

· Utilizar a ferramenta Spot Healing Brush para reparar parte de uma imagem

· Utilizar a ferramenta Patch para fazer uma correção sensível ao conteúdo

· Aplicar o filtro Unsharp Mask para terminar o processo de retoque de fotos

· Salvar um arquivo de imagem para uso em um aplicativo de layout de página

Esta lição levará aproximadamente 1 hora para ser concluída. Copie a pasta

Lesson02 para o seu computador, se ainda não fez isso. Ao trabalhar nesta lição, você preservará os arquivos iniciais. Se precisar restaurá-los, copie-os do DVD do Adobe Photoshop CS6 Classroom in a Book.

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Capítulo 4. Princípios básicos de camadas

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

4

PRINCÍPIOS BÁSICOS

DE CAMADAS

Visão geral da lição

Nesta lição, você vai aprender a:

· Organizar o trabalho em camadas (layers)

· Criar, visualizar, ocultar e selecionar camadas

· Reorganizar camadas para alterar a ordem de empilhamento do trabalho

· Aplicar modos de mesclagem a camadas

· Redimensionar e girar camadas

· Aplicar um degradê à camada

· Aplicar um filtro à camada

· Adicionar efeitos de texto e de camada à camada

· Adicionar uma camada de ajuste

· Salvar uma cópia do arquivo com as camadas achatadas

Esta lição levará menos de 1 hora para ser concluída. Copie a pasta Lesson04 para o seu computador, se ainda não fez isso. Ao trabalhar nesta lição, você preservará os arquivos iniciais. Se precisar restaurá-los, copie-os do DVD do

Adobe Photoshop CS6 Classroom in a Book.

Fotografias do abacaxi e da flor © Image Source, www.imagesource.com

O Adobe Photoshop permite isolar diferentes partes de uma imagem em camadas

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Capítulo 3. Trabalhando com seleções

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3

TRABALHANDO COM

SELEÇÕES

Visão geral da lição

Nesta lição, você vai aprender a:

· Criar áreas específicas em uma imagem utilizando ferramentas de seleção

· Reposicionar um contorno de seleção

· Mover e duplicar o conteúdo de uma seleção

· Utilizar combinações de teclado e mouse que economizam tempo e movimentos manuais

· Desmarcar uma seleção

· Restringir o movimento de uma área selecionada

· Ajustar a posição de uma área selecionada utilizando as setas

· Adicionar a e subtrair de uma seleção

· Girar uma seleção

· Utilizar várias ferramentas de seleção para criar uma seleção complexa

· Remover pixels dentro de uma seleção

Esta lição levará aproximadamente 1 hora para ser concluída. Copie a pasta

Lesson03 para o seu computador, se já não tiver feito isso. Ao trabalhar nesta lição, você preservará os arquivos iniciais. Se precisar restaurá-los, copie-os do

DVD do Adobe Photoshop CS6 Classroom in a Book.

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Capítulo 7. Design tipográfico

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

7

DESIGN TIPOGRÁFICO

Visão geral da lição

Nesta lição, você vai aprender a:

· Utilizar guias para posicionar texto em uma composição

· Criar uma máscara de corte a partir de texto

· Mesclar texto a outras camadas

· Formatar texto

· Distribuir texto ao longo de um caminho

· Criar e aplicar estilos de texto

· Controlar e posicionar texto utilizando recursos avançados

Esta lição levará menos de 1 hora para ser concluída. Copie a pasta Lesson07 para seu computador, se ainda não fez isso. Ao trabalhar nesta lição, você preservará os arquivos iniciais. Se precisar restaurá-los, copie-os do DVD do

Adobe Photoshop CS6 Classroom in a Book.

Fotografia © Image Source, www.imagesource.com

O Photoshop tem ferramentas de texto flexíveis e poderosas para que você possa adicionar texto às suas imagens com excelente controle e criatividade.

198 ADOBE PHOTOSHOP CS6

Classroom in a Book

O texto

Texto (ou fonte) no Photoshop consiste em formas matematicamente definidas que descrevem letras, números e símbolos de uma família de fontes. Muitas fontes estão disponíveis em mais de um formato, sendo os mais comuns Type 1 ou PostScript, TrueType e OpenType (consulte “OpenType no Photoshop”, mais adiante neste capítulo).

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Adroaldo Gaya (14)
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Medium 9788536314389

1. Sobre o conhecimento

Adroaldo Gaya Grupo A PDF Criptografado

1

Sobre o conhecimento

Adroaldo Gaya

O QUE É CONHECIMENTO?

Nosso trajeto nesta viagem pelo mundo da iniciação científica tem início em uma breve reflexão sobre o que é conhecimento.

Conhecimento em sentido lato. Conhecimento como saber genérico.

Perceber o significado do conhecimento em geral, de suas formas e sentidos

é condição necessária para que se possa delimitar o conhecimento científico como uma forma específica do conhecimento.

Um conhecimento strictu. Um conhecimento restrito.

O que é o conhecimento? Qual a sua origem? Estas são questões relevantes. No entanto, caros leitores, apesar da relevância dessas questões, quem de vocês alguma vez brecou o ritmo acelerado de suas vidas para se perguntar: O que é conhecer? Como é possível o conhecimento? Estamos em busca do quê, quando estudamos? E quando vamos à escola ou lemos um bom livro? Ou quando navegamos na Internet? O que buscamos ao ingressarmos no mundo do conhecimento científico? O que pretendemos ao prepararmos um artigo, uma monografia, uma dissertação ou uma tese?

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Medium 9788536314389

2. O conhecimento científico e outras formas de conhecimento

Adroaldo Gaya Grupo A PDF Criptografado

2

O conhecimento científico e outras formas de conhecimento

Adroaldo Gaya

O CONHECIMENTO CIENTÍFICO E

O CONHECIMENTO DO SENSO COMUM

Diariamente nos preocupamos com as condições do tempo. Vai chover? Fará frio?

Teremos neve? O verão vai ser chuvoso?

Jornais, emissoras de rádio e televisão nos informam repetidamente a temperatura, a velocidade dos ventos, a altura das ondas do mar. Agricultores, pescadores, pecuaristas e esportistas, por exemplo, necessitam dessas informações para plantar sua cultura, sair para o alto-mar, recolher seu rebanho, tomar decisões sobre se vão ou não escalar a montanha, descer o rio, surfar, nadar ou jogar uma partida de futebol.

No Brasil, muitos nordestinos sofrem com o rigor das secas e necessitam de previsões de tempo fidedignas para plantar a cultura que garante a subsistência familiar.

No sul do país, por outro lado, as cheias, o granizo e os ventos requerem dos agricultores e pecuaristas cuidados especiais, que dependem da previsão do tempo.

Por muitos motivos, a previsão do tempo é uma prática histórica da humanidade, sendo diversas as formas de realizála. A meteorologia por análise de imagens enviadas por satélites permite compor um conjunto de informações que indica, por exemplo, a probabilidade de chuvas. Sabe-

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Medium 9788536314389

8. Desenhos metodológicos (II). Métodos de procedimentos nomotéticos e controle experimental

Adroaldo Gaya Grupo A PDF Criptografado

Ciências do movimento humano

117

8

Desenhos metodológicos II

Métodos de procedimento predominantemente nomotéticos

Controle experimental

Adroaldo Gaya

As abordagens metodológicas predominantemente quantitativas ou nomotéticas assumem, nas ciências do movimento humano, um papel relevante e indispensável. Os estudos que tratam as relações entre variáveis, sejam correlações, comparações, descrições ou predições, evidentemente atingem seu maior grau de controle e cientificidade ao tratarem seus dados a partir de técnicas estatísticas adequadas. Aspectos tão importantes, como a possibilidade de generalização de resultados de um pequeno grupo para populações maiores e o fato de podermos garantir índices sobre a probabilidade dos erros de medida, afirmam a relevância dessa metodologia na produção do conhecimento científico em nossa área de investigação.

Neste e nos próximos capítulos, vamos discorrer sobre os mais importantes aspectos da abordagem nomotética. Vamos iniciar com uma introdução genérica, identificando e classificando as técnicas em grupos conforme suas características principais e, posteriormente, vamos nos dedicar a analisar mais profundamente cada uma das técnicas mais freqüentes nas ciências do movimento humano.

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Medium 9788536314389

10. Desenhos Metodológicos (IV) Métodos de procedimento: delineamentos semi e quase-experimentais de grupo

Adroaldo Gaya Grupo A PDF Criptografado

10

Desenhos metodológicos IV

Métodos de procedimento: delineamentos semi-experimentais e quase-experimentais de grupos

Adroaldo Gaya

Muitas situações no âmbito da pesquisa científica em relação à cultura do movimento humano não permitem que se possa exercer com rigor todo o controle exigido pelos métodos experimentais. Em situação de ensino, treino ou de competição, quando se observam ou se medem determinadas variáveis, outras tantas intervenientes não podem ser devidamente controladas, por exemplo, reações ao comportamento dos expectadores, mudanças climáticas bruscas, expectativas em relação

à possibilidade de vitória são passíveis de intervir no desempenho tanto positiva como negativamente. Nesses estudos de campo realizados em situação natural, é praticamente impossível cumprir exigências, como seleção aleatória dos sujeitos, composição aleatória dos grupos, controle da situação ambiental, etc., que são requisitos do modelo experimental. Não obstante, tais óbices não devem impedir que realizemos estudos científicos que certamente poderão colaborar em grande escala para o quadro teórico das ciências do movimento

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9. Desenhos metodológicos (III) Métodos de procedimento: delineamentos experimentais de grupos

Adroaldo Gaya Grupo A PDF Criptografado

Ciências do movimento humano

133

9

Desenhos metodológicos III

Métodos de procedimento: delineamentos experimentais de grupos

Adroaldo Gaya

O método de procedimento experimental pode assumir diversos delineamentos. Da mesma forma, como referem Arnal,

Rincón e Latorre (1991), são diversos os modelos e os critérios de classificá-lo: técnicas de controle, número de grupos, validade interna ou externa e número de variáveis. Além disso, devemos considerar que a adoção de um ou outro critério gera taxionomias distintas, todas elas com sua lógica interna consistente.

Não obstante, sem desconsiderar a relevância de qualquer dessas taxionomias, vamos utilizar, neste guia introdutório, a seguinte classificação:

ponentes de uma população possam estar representados na amostra. Além disso, quando adotamos dois ou mais grupos em uma investigação experimental, é necessário que cada sujeito da amostra selecionada tenha, da mesma forma, igual probabilidade de ser designado para um ou outro grupo.

Por outro lado, no âmbito dos delineamentos de grupos aleatórios, conforme o número de níveis que assume a variável independente, podemos adotar delineamentos bivalentes, multivalentes e fatoriais.

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Aldo Eynard (12)
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Medium 9788536323565

Capítulo 14 - Interaçõesmaterno-fetal-neonatal: placenta e glândula mamária

Aldo Eynard Grupo A PDF Criptografado

14

Interações materno-fetal-neonatal: placenta e glândula mamária

Mirta A. Valentich, Aldo R. Eynard e Roberto A. Rovasio

Fig. 14-0 Gravura em madeira da cena de parto por J. Ammán no Manual de parteiras: De Conceptu et Generatione Hominis,

1554, J. Rueff. Museu de Arte da Filadélfia, Estados Unidos. Atrás, pode-se observar um astrólogo fazendo o horóscopo da criança que está por nascer.

Histologia e embriologia humanas

581

Resumo conceitual

D

urante a gravidez, a mãe convive com outro organismo, o feto, que se encontra em um rápido processo de desenvolvimento e crescimento constante (síntese de glicídeos, proteínas e lipídeos), já com fins estruturais ou de reserva. O feto obtém toda a matéria-prima da mãe através de uma interfase materno-fetal, a placenta, que é funcional até que o organismo fetal esteja pronto para sintetizar moléculas complexas e possa encarregar-se dos processos implicados em seu metabolismo. Cabe perguntar-se: como o organismo materno responde a essa notável demanda metabólica? A resposta, em parte, provém dos diversos sistemas hormonais, elaborados em grande medida pela placenta, que se ajustam e se adaptam à presença do feto no útero, e, assim, começam a modular o metabolismo materno. Normalmente, a mãe suprirá o feto – sem debilitação de seu próprio organismo – em todas as suas necessidades, por meio da placenta e da circulação feto-placentária através do cordão umbilical. Em compensação, em situações de desnutrição ou subnutrição da mãe gestante, o fornecimento suficiente de matéria-prima para o feto pode ocasionar prejuízo para o organismo materno.

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Medium 9788536323565

Capítulo 10 - Comunicação entre células, tecidos, órgãos e meio externo

Aldo Eynard Grupo A PDF Criptografado

Comunicação entre células, tecidos, órgãos e meio externo

Roberto A. Rovasio, Mirta A. Valentich e Aldo R. Eynard

A

10

B

Fig. 10-0 Evidências de comunicação celular há mais de um século. A. Contatos neuronais (método de Ehrlieli). Desenho de

Santiago Ramón y Cajal (1896). B. Neurônio cortical de rato com imunomarcação de proteína de transporte vesicular de GABA

(verde) e componente de maquinaria endocítica mediada por clatrina (vermelho). Gentileza de Pietro de Camilli e Shawn M.

Ferguson (2007), HHMI/Dep. Cell Bio., Yale Univ. School of Medicine, USA.

342

Eynard, Valentich & Rovasio

Resumo conceitual

A

atividade biológica dos metazoários – o ser humano entre eles – é resultado de interações entre o organismo, seu meio interno e seu ambiente externo, tanto na célula quanto em sistemas orgânicos complexos. Isso é possível pelo desenvolvimento evolutivo de formas eficientes de comunicação e capacidade de resposta, cujos principais atores são os sinais moleculares e seus receptores complementares. Eles fazem parte de cascatas de modulação das estruturas e das funções (ver cap. 5), que estão integradas em sistemas essencialmente conservados em toda a escala biológica, como o sistema nervoso e o sistema endócrino vascular.

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Medium 9788536323565

Capítulo 9 - Movimentos do corpo, das vísceras e do sistema cardiocirculatório

Aldo Eynard Grupo A PDF Criptografado

Movimentos do corpo, das vísceras e do sistema cardiocirculatório

Aldo R. Eynard e Sonia E. Muñoz

A

B

9

C

Fig. 9-0 À esquerda e ao centro, lâminas da obra de Vesalio De humanis corporis fabrica (1543), nas quais aparecem os músculos e o sistema da veia cava; New York Academy of Sciences. À direita, gravado em madeira usado por William Harvey para ilustrar sua teoria da circulação do sangue em sua obra fundamental, De motu cordis (1628); Museu OMS, Genebra.

Resumo conceitual

O

s organismos dos metazoários desenvolveram células alongadas chamadas células ou fibras musculares, altamente especializadas para a contração, isto é, o encurtamento ativo no sentido de seu eixo maior. Possuem uma capacidade importante de transformar energia química em trabalho mecânico. Esta é a base de processos fisiológicos como a locomoção, a contração rítmica do coração (que transporta o sangue em seu interior), o delicado estado de semicontração do músculo liso das túnicas dos vasos sanguíneos e os movimentos característicos das vísceras (que propulsionam o conteúdo intestinal ou que expulsam o feto no momento do parto).

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Medium 9788536323565

Capítulo 7 - Funções de revestimento, proteção, comunicação e produção

Aldo Eynard Grupo A PDF Criptografado

7

Funções de revestimento, proteção, comunicação e produção

Aldo R. Eynard e Carmen Carda Batalha

A

B

Fig. 7-0 Imagens microscópicas coradas do epitélio respiratório (A) e glândula parótida (B), com identificação; à direita das estruturas, desinée à la plume sobre papel transparente. Do Atlas d’Histologie Normale, Principaux Tissus et Organs, de Étienne

Rabaud e Fernand Monpillard, G. Carre e C. Naud, Editores, 1900, Paris.

Histologia e embriologia humanas

207

Resumo conceitual

T

odos os epitélios têm origem nos três folhetos embrionários, revestem a superfície do corpo e de suas cavidades e formam todas as glândulas do organismo. Como características principais de todos os seus derivados, destacam-se a escassa substância intercelular e o desenvolvimento de especializações na superfície celular – características dos domínios apical e basolateral –, que relacionam, morfológica e funcionalmente, suas células entre si de um modo particular.

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Capítulo 1 - Métodos gerais para o estudo das células e dos tecidos

Aldo Eynard Grupo A PDF Criptografado

1

Métodos gerais para o estudo das células e dos tecidos

Roberto A. Rovasio, Aldo R. Eynard e Mirta A. Valentich

Lente montada em um suporte metálico

Suporte para sustentar o espécime

Sistema de focalização e movimento do espécime

Fig. 1-0 A. Microscópio simples inventado por Antoni van Leeuwenhoek (1632-1723), vista posterior (direita) e lateral (esquerda) e modo de uso segundo o autor (quadro). B. Microscópio composto inventado por Robert Hooke (1635-1703).

Resumo conceitual

O

conhecimento da célula e dos tecidos tem início no século XVI, com a invenção dos primeiros microscópios, que permitiram transpor o limite imposto pela resolução do olho humano. Durante os primeiros anos, a observação de pequenos organismos ou de partes diminutas de estruturas biológicas maiores esteve restrita aos objetos tal como podiam ser obtidos em seu estado natural. Posteriormente, foram desenvolvidos métodos para a preservação dos espécimes, para conseguir maiores contrastes que permitissem avaliar melhor sua estrutura e para analisar seus componentes. Esse longo caminho, iniciado há muito tempo, mantém-se na atualidade e traça um paralelismo permanente entre o avanço tecnológico e as progressivas descobertas científicas.

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Alexandre Da Silva Carissimi Juergen Rochol Lisandro Zambenedetti Granville (8)
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Medium 9788577804962

6 nível de transporte

Alexandre da Silva Carissimi, Juergen Rochol, Lisandro Zambenedetti Granville Grupo A PDF Criptografado

266

6.1

Redes de Computadores

o papel do nível de transporte

As redes de computadores, como observado anteriormente, são utilizadas como mecanismo para a troca de dados entre processos que rodam nos computadores interconectados. As redes são normalmente complexas porque são formadas por uma grande diversidade e quantidade de dispositivos (por exemplo, roteadores, pontes e firewalls). Além da heterogeneidade e do número de equipamentos, as redes são também complexas pelo número de enlaces que interligam tais equipamentos e pelas tecnologias utilizadas na implementação da comunicação nesses enlaces.

Não é interessante que um processo em um computador tenha que se preocupar com a complexidade da rede utilizada, por exemplo, pensando qual caminho na rede deve utilizar para entregar um dado a um computador que abriga o processo de destino.

Desse ambiente de redes complexas é que surge a necessidade do nível de transporte, cuja função é justamente a de tornar a complexidade das redes transparente aos processos, de forma que esses não tenham que se preocupar, durante as comunicações, com tal complexidade. Para isso, o nível de transporte faz a intermediação no acesso dos processos à rede de computadores utilizada, implementando uma visão menos complexa da rede originalmente complexa.

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Medium 9788577804962

2 o modelo de referência OSI da ISO

Alexandre da Silva Carissimi, Juergen Rochol, Lisandro Zambenedetti Granville Grupo A PDF Criptografado

62

Redes de Computadores

Logo ficou evidente que, para melhor utilizar o imenso potencial por trás da tecnologia de redes, era necessário que fossem estabelecidos rapidamente padrões internacionais que assegurassem a interoperabilidade entre os computadores e equipamentos dessas redes. Em 1978, a International Organization for Standarization (ISO) criou um comitê técnico (TC97) de processamento de informação, reconhecendo que era urgente a necessidade de criar padrões para a interconexão de sistemas heterogêneos (computadores e roteadores, por exemplo). No mesmo ano, o TC97 criou um subcomitê (SC16) para tratar da interconexão de sistemas abertos ou OSI

(open system interconnection).

A estratégia básica adotada pelo SC16 para definir um modelo de arquitetura aberto, isto é, capaz de interoperar (trocar informação) com um outro sistema de arquitetura aberta, foi dividir a complexidade desta interconexão em conjuntos de funções afins

1 agrupados em camadas (layers ISO) ou níveis (levels ITU-T). A ideia é poder projetar uma rede, ou seja, interconectar diferentes equipamentos (sistemas) e assim facilitar a troca de informações (interoperabilidade) entre eles. Dessa forma, o projeto global da interconexão de equipamentos heterogêneos em uma rede fica reduzido ao projeto das funções e serviços oferecidos em cada uma das camadas definidas para essa rede. O projeto de uma camada é restrito ao contexto dessa camada e supõe que os problemas fora desse contexto (camada) já estejam devidamente resolvidos. Cada camada utiliza os serviços providos pela camada imediatamente inferior para oferecer um serviço de melhor qualidade àquela imediatamente superior.

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Medium 9788577804962

8 segurança

Alexandre da Silva Carissimi, Juergen Rochol, Lisandro Zambenedetti Granville Grupo A PDF Criptografado

344

Redes de Computadores

As diferentes maneiras de garantir segurança da informação e proteger redes de computadores estão baseadas na aplicação de técnicas de criptografia. Este capítulo é dedicado justamente a esse assunto, abordando inicialmente os principais conceitos de criptografia para posteriormente discutir o seu emprego em protocolos seguros na

Internet (IPsec, SSL e TLS).

Nos últimos anos, é possível observar um crescimento no uso de meios de comunicação, em especial da Internet, para acessar os mais diferentes serviços dos mais distintos locais. Hoje em dia, é possível consultar extratos bancários, realizar depósitos e transferências de dinheiro, efetuar compras com cartões de créditos a partir de um computador, ou mesmo de um telefone celular conectado a Internet.

Da mesma forma, em busca de agilidade e de economia, as empresas utilizam a

Internet como uma ferramenta fundamental para o envio e recebimento de informações, comunicação entre filiais etc. A consequência imediata disso é que, cada vez mais, informações sensíveis e confidenciais são armazenadas em computadores e transmitidas pela Internet, o que os torna um alvo em potencial para uma nova modalidade de crime, o cibernético.

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5 nível de rede

Alexandre da Silva Carissimi, Juergen Rochol, Lisandro Zambenedetti Granville Grupo A PDF Criptografado

208

Redes de Computadores

Este é o principal objetivo da camada de rede e, para atingi-lo, cria-se a abstração de uma rede lógica única e a noção de roteamento. Este capítulo tem por objetivo discutir os principais conceitos, técnicas e algoritmos envolvidos no nível ou na camada.

Para ilustrar na prática a aplicação desses tópicos, é feita a análise, como estudo de caso, do Internet Protocol (IP).

No capítulo 1 definimos, de forma abrangente, rede de informação como “um conjunto de sistemas de processamento interligados através de um meio de comunicação de forma a permitir a troca de informações entre si”. A generalização desse conceito é a interconexão de diferentes redes formando uma única rede denominada de inter-rede, do inglês internet1. A camada de rede é a responsável pela criação da abstração inter-rede, fornecendo uma visão lógica de uma rede única e provendo o encaminhamento de informações de uma origem a um destino. Para melhor compreender esses conceitos, é necessário entender seu contexto de aplicação e a sua terminologia.

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3 nível físico

Alexandre da Silva Carissimi, Juergen Rochol, Lisandro Zambenedetti Granville Grupo A PDF Criptografado

96

Redes de Computadores

O canal físico, no caso, representa qualquer meio físico como, por exemplo, um par de fios, um cabo coaxial, mas também pode ser um canal de rádio frequência (RF) em sistemas sem fio, uma fibra óptica em sistemas ópticos ou qualquer canal tributário definido logicamente e fisicamente dentro de um agregado de multiplexação de uma hierarquia de multiplexação digital, como será visto no item 3.5.

3.1

serviços e funções do nível físico

Dentro das diversas funções elaboradas pelas entidades do nível físico (NF), podemos destacar as seguintes:

1 ativação e desativação de um enlace físico ;

2 concatenação de diversos enlaces físicos para obtenção de uma conexão física ; codificação e decodificação de canal; multiplexação/demultiplexação de canais lógicos em um meio físico; controle e sincronização da transmissão e recepção de dados (bits); supervisão, manutenção e controle de qualidade de enlaces físicos e conexões físicas.

A partir dessas funções, o NF elabora serviços que são oferecidos ao Nível de Enlace de dados (NE), entre eles destacamos:

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Andrade Maria Margarida De (11)
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Medium 9788522478392

Parte I - 8 Normas para a redação dos trabalhos

ANDRADE, Maria Margarida de Grupo Gen PDF Criptografado

8

Normas para a redação dos trabalhos

8.1 Objetividade

A qualidade essencial de um trabalho científico é a objetividade, que deve presidir tanto a elaboração, o conteúdo intelectual, quanto o tipo de linguagem empregado na redação.

Nos trabalhos científicos, emprega-se a linguagem denotativa, isto é, cada palavra deve apresentar seu significado próprio, referencial e não dar margem a outras interpretações.

Sendo a linguagem científica fundamentalmente informativa, técnica, racional, prescinde de torneios literários, figuras de retórica ou frases de efeito.

Aconselha-se o uso de frases curtas e simples, com vocabulário adequado. Os termos técnicos e expressões estrangeiras, inclusive citações em latim, só devem ser utilizados quando indispensáveis.

A própria natureza do trabalho científico é que determina a objetividade como requisito básico da redação.

8.2 Impessoalidade

A impessoalidade contribui grandemente para a objetividade da redação dos trabalhos científicos.

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Parte I - 9 A elaboração de seminários

ANDRADE, Maria Margarida de Grupo Gen PDF Criptografado

9

A elaboração de seminários

O Seminário constitui uma das técnicas mais eficientes de aprendizagem, quando convenientemente elaborado e apresentado. É preciso ressaltar que Seminário não se limita à elaboração do resumo de um texto e sua apresentação oral, quase sempre improvisada e monótona, diante de uma classe desatenta, alheia ao conteúdo da exposição.

Para que o Seminário surta os efeitos desejados, que inclui o treinamento do trabalho em grupo, quando essa modalidade é adotada, torna-se indispensável o conhecimento da sua natureza e finalidades, bem como das técnicas de elaboração e apresentação.

9.1 Seminário: conceito e finalidades

Antes de mais nada, faz-se necessário apontar o conceito de seminário:

“Seminário é uma técnica de estudo que inclui pesquisa, discussão e debate. (...)”

(LAKATOS, 1992, p. 29). Deduz-se, portanto, que a pesquisa, especialmente a bibliográfica, é o primeiro passo, requisito indispensável na elaboração do Seminário. A pesquisa leva à discussão do material pesquisado, mas, para que os objetivos sejam alcançados, não se pode dispensar o debate.

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Parte I - 1 A importância da leitura

ANDRADE, Maria Margarida de Grupo Gen PDF Criptografado

1

A importância da leitura

Apesar de todo o avanço tecnológico observado na área de comunicações, principalmente audiovisuais, nos últimos tempos, ainda é, fundamentalmente, através da leitura que se realiza o processo de transmissão/aquisição da cultura. Daí a importância capital que se atribui ao ato de ler, enquanto habilidade indispensável, nos cursos de graduação.

Entre os professores universitários é generalizada a queixa: os alunos não sabem ler! O que pode parecer um exagero tem sua explicação. Os alunos, de modo geral, confundem leitura com a simples decodificação de sinais gráficos, isto é, não estão habituados a encarar a leitura como processo mais abrangente, que envolve o leitor com o autor, não se empenham em prestar atenção, em entender e analisar o que leem. Tal afirmativa comprova-se com um exemplo simples:

é muito comum, em provas e avaliações, os alunos responderem uma questão, com acerto, mas sem correspondência com o que foi solicitado. Pergunta-se, por exemplo, – quais as influências observadas... – esperando-se, obviamente, a enumeração das influências; a resposta, muitas vezes, aponta a que se referem essas influências e não – quais são –. Ora, por mais correta que seja a resposta, não responde ao que foi solicitado.

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Parte I - 2 Técnicas para a elaboração dos trabalhos de graduação

ANDRADE, Maria Margarida de Grupo Gen PDF Criptografado

2

Técnicas para a elaboração dos trabalhos de graduação

2.1 Técnica de sublinhar para esquematizar e resumir

Sublinhar é a técnica indispensável não só para elaborar esquemas e resumos, mas também para ressaltar as ideias importantes de um texto, com as finalidades de estudo, revisão ou memorização do assunto ou mesmo para utilizar em citações.

O requisito fundamental para aplicar a técnica de sublinhar é a compreensão do assunto, pois este é o único processo que possibilita a identificação das ideias principais e secundárias, permitindo fazer a seleção do que é indispensável e do que pode ser omitido, sem prejuízo do entendimento global do texto.

Há, porém, certas normas que devem ser obedecidas, para que a técnica de sublinhar produza resultados eficazes.

Não se deve sublinhar parágrafos ou frases inteiras, mas apenas palavraschave, palavras nocionais ou, quando muito, grupos de palavras. Isto porque, ao sublinhar uma frase inteira, além de sobrecarregar a memória e o aspecto visual, corre-se o risco de, ao resumir, reproduzir-se as frases do autor, sem evidenciar as ideias principais, visto que o resumo deve ser uma condensação de ideias, não de frases ou palavras.

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Parte I - 4 Fases da pesquisa bibliográfica

ANDRADE, Maria Margarida de Grupo Gen PDF Criptografado

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Fases da pesquisa bibliográfica

Uma pesquisa bibliográfica pode ser desenvolvida como um trabalho em si mesma ou constituir-se numa etapa da elaboração de monografias, dissertações etc.

Enquanto trabalho autônomo, a pesquisa bibliográfica compreende várias fases, que vão da escolha do tema à redação final.

De modo geral, essas fases apresentam algumas semelhanças com as da elaboração dos trabalhos de graduação, que serão explicitadas mais adiante.

4.1 Escolha e delimitação do tema

Geralmente, nos cursos de graduação, o tema dos trabalhos é sugerido pelo professor; contudo, sempre é bom lembrar que esta escolha deve ser feita segundo alguns critérios.

Antes de mais nada, deve-se pesquisar a acessibilidade a uma bibliografia sobre o assunto, pois todo trabalho universitário baseia-se, principalmente, na pesquisa bibliográfica.

Outros requisitos importantes são a relevância, a exequibilidade, isto é, a possibilidade de desenvolver bem o assunto, dentro dos prazos estipulados, e a adaptabilidade em relação aos conhecimentos do autor.

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