Ngel I P Rez G Mez (9)
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Capítulo 8 | A natureza tutorial da função docente:ajudar a se educar

Ángel I. Pérez Gómez Grupo A PDF Criptografado

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A natureza tutorial da função docente: ajudar a se educar

Nenhum sistema de ensino é superior à qualidade de seus professores.

(ORGANIZACIÓN PARA LA COOPERACIÓN Y EL DESARROLLO ECONÓMICO;

PROGRAMME FOR INTERNATIONAL STUDENT ASSESSMENT, 2011)

Mudar o olhar: Ajudar a aprender

A função docente, obviamente, terá de experimentar uma transformação tão radical quanto o resto dos componentes do sistema educacional. A visão terá de mudar de uma concepção do docente como um profissional definido pela capacidade de transmitir conhecimentos e avaliar resultados para a de um profissional capaz de diagnosticar as situações e as pessoas; elaborar o currículo ad hoc e preparar materiais; desenvolver atividades, experiências e projetos de aprendizagem; configurar e criar os contextos de aprendizagem; avaliar processos e monitorar o desenvolvimento integral dos indivíduos e dos grupos. Evidentemente, este docente exige competências profissionais mais complexas e distintas das tradicionalmente exigidas, para poder enfrentar uma atividade tão rica quanto difícil: provocar, acompanhar, questionar, orientar e estimular a aprendizagem dos alunos.

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Capítulo 9 | Novos cenários e ambientes de aprendizagem

Ángel I. Pérez Gómez Grupo A PDF Criptografado

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Novos cenários e ambientes de aprendizagem

O ensino não é uma habilidade simples, mas uma atividade cultural complexa condicionada por crenças e hábitos que funcionam em parte além da consciência; um ritual cultural que foi assimilado por cada geração ao longo de vários séculos e que é reproduzido pelos professores, pela família e pelos próprios alunos sem terem consciência de seus fundamentos e implicações.

(NUTHALL, 2005)

Hábitos e habitat: A aprendizagem como participação em práticas sociais

Como já sugerimos anteriormente, toda aprendizagem, mas particularmente aquela que é relevante e duradoura, é pro­ duzida ligada às vivências, é essencialmente um subproduto da participação do indivíduo nas práticas sociais, por ser um membro de uma comunidade social. A aquisição eficaz de conhecimentos, habilidades, atitudes, valores e conhecimentos, ou seja, competências, acontece como parte de um processo de familiaridade com as formas de ser, pensar, sentir e ver o que caracteriza o grupo e o ambiente em que se desenvolve a nossa vida (LAVE; WENGER 1991; WENGER, 2010). O fato de que os seres humanos são seres sociais não é trivial, pelo contrário, é um aspecto cen-

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Capítulo 5 | Uma nova cultura curricular:relevância e profundidade

Ángel I. Pérez Gómez Grupo A PDF Criptografado

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Uma nova cultura curricular: relevância e profundidade

Na escola Ross, não aprendemos outras culturas apenas por meio de livros e leituras, dançamos a sua música, comemos a sua comida, compomos os seus ritmos, criamos arte dentro do seu estilo, debatemos as suas formas políticas, analisamos a sua filosofia, utilizamos as suas ferramentas e a sua matemática e tentamos compreendê-las a partir de múltiplas perspectivas.

(Myers, 2011, tradução nossa)

Um currículo educativo?

Nos capítulos que compõem esta segunda parte, não cabe esperar um tratado detalhado de didática geral, no qual se discorra de forma exaustiva sobre os elementos que condicionam os processos de ensino e aprendizagem, nem uma proposta completa, prescritiva do trabalho educativo. Proponho-me a oferecer um conjunto de sugestões, orientações ou prin­cí­pios de procedimentos que possam favorecer uma maneira de entender e atuar de acordo com as finalidades da escola que eu considero educativa. Essas sugestões e orientações, discutidas e desenvolvidas em princípios de atuação, são acompanhadas de exemplos de práticas ou experiências nacionais e internacionais que considero relevantes e que oferecem uma ideia concreta e comprovada das muitas formas possíveis que a tarefa docente pode adotar para estimular, provocar, facilitar e

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Capítulo 1 | A era digital:novos desafios educacionais

Ángel I. Pérez Gómez Grupo A PDF Criptografado

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A era digital: novos desafios educacionais

Onde está a sabedoria que perdemos no conhecimento?

Onde está o conhecimento que perdemos na informação?

(Elliot, 1939, tradução nossa)

Uma nova época

Quando os alunos contemporâneos aban­donam a escola todos os dias, eles se introduzem em um cenário de aprendizagem organizado de maneira radicalmente diferente. Na era globalizada da informação digitalizada, o acesso ao co­­nhe­­ci­mento

é relativamente fácil, imediato, onipresente e acessível. Uma pessoa pode acessar na rede a informação necessária, o debate correspondente, seguir a linha de pesquisa que lhe pareça mais oportuna, sem o controle de alguém denominado professor; e, se qui­ser, pode criar ou participar de várias redes de pessoas e grupos que compartilham interesses, informações, projetos e atividades, sem restrições temporais, institucionais ou geográficas. Em que mundo vivemos? Qual seria o sentido da escola que conhecemos nesse cenário?

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Capítulo 7 | Avaliar para aprender

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Avaliar para aprender

Nem tudo o que é importante pode ser medido, e nem tudo o que se mede é importante.

(Einstein)

A avaliação de competências

Não é fácil superestimar a importância da avaliação na configuração de toda a vida escolar. Poucos duvidam na atualidade, e PISA veio a confirmar mais uma vez que as formas de avaliar a aprendizagem dos alunos determinam substancialmente os processos de ensino dos professores, a seleção dos conteúdos curriculares, as práticas de ensino e, especial­mente, a configuração das experiências e estilos de aprendizagem dos alunos, assim com o clima das relações so­ciais e dos ambientes de aprendizagem escolar.  Um aluno, como afirma Boud

(1995), pode escapar dos efeitos de uma má qualidade de ensino, mas dificilmente escapa das consequências de uma forma perversa ou equivocada de conceber a avaliação e desenvolver os exames e a atribuição de notas. A avaliação constitui o verdadeiro e definitivo programa, pois indica o que realmente conta na vida escolar.

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Adelar Hengem Hle (13)
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Medium 9788565848817

Entre os referenciais e a prática: limitações e possibilidades

Adelar Hengemühle Grupo A PDF Criptografado

Entre os referenciais e a prática: limitações e possibilidades

Na Grécia Antiga, um homem precisava levantar uma pedra de duzentos quilos sem o auxílio de ninguém. A partir dos elementos disponíveis na natureza, esse homem pegou uma pedra e um tronco de árvore e construiu uma alavanca, elevando o peso. Movimentando essa alavanca, com apenas vinte quilos ele conseguiu levantar a pedra, demonstrando sua fantástica capacidade de transformação

(Saltini, 1997, p. 18).

N

a segunda parte, o desafio é trazer possíveis respostas que contribuam para aproximar o idealizado da prática. Iniciamos com referenciais que perpassaram as discussões do cenário educacional nos últimos anos, para os quais necessitamos de:

• pessoas competentes e críticas, capazes de resolver problemas sempre novos, com espírito de pesquisa, com capacidade argumentativa, respaldando suas ações em bases teóricas;

• empreendedores que tenham a capacidade, com base em argumentos fundamentados, de encontrar e liderar soluções para problemas sempre novos, no contexto das relações pessoais, com o meio ou em sua atuação profissional;

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Capítulo 6 - Ressignificação dos conteúdos teóricos

Adelar Hengemühle Grupo A PDF Criptografado

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Ressignificação dos conteúdos teóricos

É um grande desafio para os professores de física, química ou biologia tornar as aulas e o conteúdo mais atraentes para alunos que, muito frequentemente, se perguntam por que precisam aprender tudo aquilo. (Silva).

E

ntre os vários conceitos, podemos definir o ato de ressignificar como atribuir significado, no contexto atual, a conteúdos produzidos em contextos do passado e que serão abordados com os estudantes.

Com os dados reunidos até o momento, esses acontecimentos podem estar no nível do senso comum das pessoas ou do senso teórico. Justificamos a decisão de focar a reflexão da ressignificação no senso teórico por se perceber que, na dimensão empírica, passado e presente, professores e estudantes normalmente não encontram maiores problemas devido aos fatos empíricos estarem mais próximos deles. No entanto, os conteúdos teóricos, por serem termos explicativos da realidade e mais abstratos, encontram-se distantes do campo de percepção e do domínio cognitivo dos estudantes e também de muitos professores, necessitando de ação didática que os tornem significativos nos novos contextos onde são abordados.

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Capítulo 1 - Pessoas competentes e empreendedoras: exigências do mundo contemporâneo

Adelar Hengemühle Grupo A PDF Criptografado

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Pessoas competentes e empreendedoras: exigências do mundo contemporâneo

O homem autorrealizado sabe conviver de forma mais clara consigo e com o meio. Identifica os problemas, enfrenta-os, soluciona-os e deixa-os. (Thums, 1999, p. 105).

O

s avanços científicos, que resultaram no cenário contemporâneo em que a visão e o agir sistêmicos, as inovações, as novas tecnologias, as distâncias em tempo real, entre o local e o global, foram superadas; as novas compreensões da vida, de forma rápida e permanente, substituem as verdades até há pouco inabaláveis; os valores humanos estão em constante crise; e as preocupações com o meio tomaram dimensões nunca vistas antes, exigem nova postura, nova capacidade de pensar e agir.

Necessitamos resgatar o homem que respeite a vida sistemicamente. Precisamos de pessoas capazes de estabelecer relações de respeito com os outros e com o meio, de visão integrada, que sejam criativas e competentes em apresentar soluções para problemas sempre novos e complexos, respeitando a harmonia da vida. Em síntese, para viver e interagir nesse cenário, exigem-se pessoas com novas competências e nova visão empreendedora. Está posto o desafio para a educação: exercitar a mente das pessoas, capacitando-as para viver e conviver nesse contexto.

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Considerações finais

Adelar Hengemühle Grupo A PDF Criptografado

Considerações finais

C

hegamos ao final de mais uma produção que provocou em nós muitas angústias e reflexões. São anos buscando respostas para inquietações pessoais e profissionais, uma vez que não conseguimos separar as duas. No meio educacional, no qual passamos praticamente os três turnos do dia, as reflexões aqui suscitadas estão bem vivas; ouvimos colegas e estudantes, em sua grande maioria dos cursos de licenciatura e futuros professores. Em muitos, mesmo antes de ingressar definitivamente na profissão docente, já vemos o seu olhar ansioso e, muitas vezes, um tanto descrente; noutros percebemos indignação com a situação educacional que vivemos. Também ouvimos muitas pessoas, entre elas pais e empresários, criticarem as escolas e os professores. Os investidores políticos, em especial no período das eleições, chegam até nós com suas soluções, caso forem eleitos. Escutamos especialistas nos meios de comunicação em debates acalorados. Participamos de eventos em que se discutem as questões educacionais.

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Medium 9788565848817

Capítulo 7 - Problematização: o disparador na provocação do desejo

Adelar Hengemühle Grupo A PDF Criptografado

7

Problematização: o disparador na provocação do desejo

A maior sorte que tive na vida foi ter um desafio permanente. (França,

2008, p. 15).1

A

nalisada a ressignificação, chegamos agora à problematização. Esse te­ ma, em tese, conclui a preparação do professor para o planejamento e desenvolvimento da prática pedagógica. É o momento de introduzir, como veremos adiante na metodologia, problemas e curiosidades que instiguem os estudantes a buscar, no conteúdo teórico, as explicações necessárias.

Nossa meta é formar pessoas empreendedoras e competentes que saibam, à luz de embasamento teórico, analisar, compreender, argumentar e resolver problemas sempre novos ou satisfazer suas curiosidades, desenvolvendo o espírito de pesquisa. Ora, como sabemos, a pesquisa é motivada por necessidades e curiosidades; em síntese, problemas a resolver.

Aceitamos que a curiosidade e a problematização ajudam a colocar as práticas pedagógicas de acordo com a formação almejada. Muitos autores da atualidade sugerem que esses termos também são excelentes meios metodológicos para provocar o desejo e disparar na mente a vontade para buscar explicações. Portanto, esses termos podem tornar-se importantes contribuições para tornar os processos provocantes, instigadores e significativos. No entanto, preparar práticas com a inclusão da problematização e de temas curiosos depende diretamente dos passos anteriores aqui desenvolvidos. Ou seja, é preciso:

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Adobe Creative Team (46)
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Medium 9788577801107

4. Trabalhando com Texto

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

122 ADOBE FLASH CS3 PROFESSIONAL

Classroom in a Book

Adicione uma camada para ações

Para evitar que o arquivo de som entre em um loop, você utilizará uma ação simples. Em geral, os designers colocam ações em camadas próprias, facilitando a solução de problemas ou a revisão mais tarde. De fato, a camada Actions é normalmente a camada superior na

Timeline, assim você pode localizá-la facilmente se precisar modificar a animação. Para manter as coisas organizadas, você criará uma camada para o arquivo de som diretamente abaixo da camada Actions.

1 Selecione a camada Assets e clique duas vezes no ícone Insert Layer.

2 Atribua à camada de cima o nome Actions.

3 Atribua à segunda camada o nome Sound.

Crie pastas de camada

As pastas de camada podem ajudá-lo a manter suas pastas organizadas, especialmente nos projetos que requerem inúmeras camadas. Planeje seu projeto antes de começar e crie suas pastas de camada antes de precisar delas. Você economizará tempo porque saberá exatamente onde procurar uma camada específica e não precisará reorganizar as camadas para fazer com que as animações funcionem como o esperado. Para esse projeto, você criará uma pasta de camada que conterá as camadas do texto e da bateria.

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Medium 9788577806188

14. AMBIENTAÇÃO E MIXAGEM DE ÁUDIO

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270 ADOBE PREMIERE PRO CS4

Classroom in a Book

Introdução

O Adobe Premiere Pro contém mais de 20 efeitos de áudio que podem mudar a intensidade do som, criar ecos, adicionar reverberação e remover sibilação de fita. Assim como foi feito com os efeitos de vídeo, é possível configurar parâmetros de efeito de áudio interpoláveis (keyframeable) para ajustar esses efeitos ao longo do tempo.

O Audio Mixer permite combinar e ajustar os sons de todas as trilhas de áudio em um projeto, bem como combinar trilhas em submixagens únicas e aplicar alterações de efeitos, panning ou volume a esses grupos e a trilhas individuais.

O Soundbooth é um aplicativo de áudio especialmente projetado para editores de vídeo e aqueles que trabalham com o Adobe Flash CS4 Professional que disponibiliza as ferramentas necessárias para fazer a ambientação do som e corrigir problemas de áudio comuns. Não deixe a interface simples enganá-lo – o

Soundbooth é uma ferramenta poderosa.

Suavização do áudio com efeitos

Para a maioria dos projetos, é provável que o áudio no seu estado original e inalterado seja suficiente, mas, em algum momento, você vai querer aplicar efeitos.

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Medium 9788577801107

8. Utilizando Componentes

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

8 Utilizando Componentes

Visão geral da lição

Nesta lição, você aprenderá a:

• Adicionar um componente simples a um projeto

• Modificar os parâmetros de um componente

• Configurar um componente interativo

• Utilizar o ActionScript para ativar um componente

Esta lição levará menos de uma hora para ser concluída. Se necessário, remova a pasta da lição anterior da unidade de disco e copie a pasta Lesson08 para ela.

Introdução

Nesta lição, você utilizará componentes para criar uma exibição interativa de minerais; quando o espectador clicar na imagem de um mineral, o texto sobre ele aparecerá. Você começará visualizando o documento final.

1 Dê um clique duplo no arquivo 08End.swf na pasta Lesson08/08End.

2 Clique em uma imagem na grade à esquerda. O texto à direita muda. O

texto introdutório aparece na parte superior da tela.

Você criará três componentes: um para o texto introdutório, um para a grade e um para o texto sobre minerais. Utilizaremos o ActionScript para alterar a exibição do texto quando o espectador clicar em uma imagem.

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Medium 9788582600382

Capítulo 10. Edição de vídeo

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

10

EDIÇÃO DE VÍDEO

Visão geral da lição

Nesta lição, você vai aprender a:

· Criar uma linha de tempo do vídeo no Photoshop

· Adicionar mídia a um grupo de vídeo no painel Timeline

· Adicionar movimento a vídeos e imagens estáticas

· Animar texto e efeitos usando keyframes

· Adicionar transições entre clipes de vídeo

· Incluir áudio em um arquivo de vídeo

· Renderizar um vídeo

Esta lição levará aproximadamente 90 minutos para ser concluída. Copie a pasta Lesson10 para seu computador, se ainda não fez isso. Ao trabalhar nesta lição, você preservará os arquivos iniciais. Se precisar restaurá-los, copie-os do

DVD do Adobe Photoshop CS6 Classroom in a Book.

Agora você pode editar arquivos de vídeo no Photoshop usando muitos dos mesmos efeitos que você utiliza para editar arquivos de imagem. Você pode criar um filme a partir de arquivos de vídeo, imagens estáticas, Smart Objects, arquivos de áudio e camadas de texto; e aplicar transições e efeitos animados utilizando keyframes.

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Medium 9788577806188

2. EXPLORANDO O ADOBE ONLOCATION CS4

Adobe Creative Team Grupo A PDF Criptografado

40 ADOBE PREMIERE PRO CS4

Classroom in a Book

Introdução

Agora disponível para as plataformas Mac e Windows, o Adobe OnLocation permite que você grave o vídeo da câmera diretamente no disco, pulando o processo lento de gravar em fita e então capturar. Como os editores estão frequentemente lutando contra prazos apertados, essa capacidade representa um aumento de produtividade. O Adobe OnLocation também poupa tempo e melhora a qualidade das suas filmagens, oferecendo ferramentas e escopos de controle profissionais enquanto você filma.

Configure o Adobe OnLocation

O Adobe OnLocation comunica-se com câmeras de vídeo e outros dispositivos compatíveis com OHCI utilizando o padrão IEEE 1394. Você pode conectar a câmera à área de trabalho ou a um computador notebook, como será descrito posteriormente, via um cabo IEEE 1394, exatamente como você faria para capturar o vídeo que já foi gravado em fita.

No entanto, em vez de capturar o vídeo para o Adobe Premiere Pro, você vai gravar o vídeo ao vivo diretamente no computador. Isso requer que o computador esteja “no local” com a câmera de vídeo. Eis os passos básicos:

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Adroaldo Gaya (14)
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Medium 9788536314389

9. Desenhos metodológicos (III) Métodos de procedimento: delineamentos experimentais de grupos

Adroaldo Gaya Grupo A PDF Criptografado

Ciências do movimento humano

133

9

Desenhos metodológicos III

Métodos de procedimento: delineamentos experimentais de grupos

Adroaldo Gaya

O método de procedimento experimental pode assumir diversos delineamentos. Da mesma forma, como referem Arnal,

Rincón e Latorre (1991), são diversos os modelos e os critérios de classificá-lo: técnicas de controle, número de grupos, validade interna ou externa e número de variáveis. Além disso, devemos considerar que a adoção de um ou outro critério gera taxionomias distintas, todas elas com sua lógica interna consistente.

Não obstante, sem desconsiderar a relevância de qualquer dessas taxionomias, vamos utilizar, neste guia introdutório, a seguinte classificação:

ponentes de uma população possam estar representados na amostra. Além disso, quando adotamos dois ou mais grupos em uma investigação experimental, é necessário que cada sujeito da amostra selecionada tenha, da mesma forma, igual probabilidade de ser designado para um ou outro grupo.

Por outro lado, no âmbito dos delineamentos de grupos aleatórios, conforme o número de níveis que assume a variável independente, podemos adotar delineamentos bivalentes, multivalentes e fatoriais.

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Medium 9788536314389

10. Desenhos Metodológicos (IV) Métodos de procedimento: delineamentos semi e quase-experimentais de grupo

Adroaldo Gaya Grupo A PDF Criptografado

10

Desenhos metodológicos IV

Métodos de procedimento: delineamentos semi-experimentais e quase-experimentais de grupos

Adroaldo Gaya

Muitas situações no âmbito da pesquisa científica em relação à cultura do movimento humano não permitem que se possa exercer com rigor todo o controle exigido pelos métodos experimentais. Em situação de ensino, treino ou de competição, quando se observam ou se medem determinadas variáveis, outras tantas intervenientes não podem ser devidamente controladas, por exemplo, reações ao comportamento dos expectadores, mudanças climáticas bruscas, expectativas em relação

à possibilidade de vitória são passíveis de intervir no desempenho tanto positiva como negativamente. Nesses estudos de campo realizados em situação natural, é praticamente impossível cumprir exigências, como seleção aleatória dos sujeitos, composição aleatória dos grupos, controle da situação ambiental, etc., que são requisitos do modelo experimental. Não obstante, tais óbices não devem impedir que realizemos estudos científicos que certamente poderão colaborar em grande escala para o quadro teórico das ciências do movimento

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Medium 9788536314389

12. A preparação de um artigo científico. As fases da redação

Adroaldo Gaya Grupo A PDF Criptografado

Ciências do movimento humano

173

12

A preparação de um artigo científico: as fases da redação

Adroaldo Gaya

A elaboração de um artigo originado de um trabalho de investigação científica requer uma série de informações que forneça ao leitor todas as condições de que necessita para um adequado julgamento crítico da investigação. O artigo deve ser apresentado de tal forma que, inclusive, permita a replicação do estudo por outro pesquisador.

No caso de estudos empíricos, como os que foram enfatizados ao longo deste livro, as normas de redação costumam ser uniformes, o que, de certa forma, facilita sobremaneira o processo de elaboração do artigo científico. Como afirma Pinto (1990, p. 157),

Há um conjunto de normas gerais estabelecido para a redação de um estudo de caráter científico, que é seguido pelos investigadores e que tem por objetivo melhorar a compreensão dos estudos publicados. A adoção de tais normas é, aliás, uma condição importante para que um estudo venha a ser publicado pelas principais revistas científicas internacionais.

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Medium 9788536314389

3. As ciências do movimento humano

Adroaldo Gaya Grupo A PDF Criptografado

Ciências do movimento humano

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As ciências do movimento humano

Adroaldo Gaya

Ninguém sabe qual é o poder do corpo nem o que é possível deduzir apenas da consideração da sua natureza. Nem o corpo pode determinar o espírito a pensar, nem o espírito pode determinar o corpo em movimento, em repouso ou nalgum outro estado que seja. (Espinosa, 1973, p. 185)

Um dos paradoxos do conhecimento respeita, com efeito, o conhecimento do corpo pelo corpo. Não conhecemos as coisas senão pelo corpo, mas não sabemos como nosso corpo conhece nem quem conhece através do nosso corpo.

(Atlan, 2000, p. 93)

DA CULTURA CORPORAL

DO MOVIMENTO HUMANO ÀS

CIÊNCIAS DO MOVIMENTO HUMANO

Os discursos sobre os corpos que se exercitam são muitos. Em nossa sociedade, as interpretações sobre as representações dos corpos constituem objeto relevante de investigação nas diversas formas de expressão do conhecimento. Do senso comum

à filosofia, passando pelo olhar científico, religioso, artístico e político, “o corpo atravessa os discursos e metamorfoseia-se, mas não se dissolve” (Silva, 1999, p. 22).

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4. Principais concepções metodológicas da investigação científica aplicadas às ciências do movimento humano

Adroaldo Gaya Grupo A PDF Criptografado

Ciências do movimento humano

51

4

Principais concepções metodológicas da investigação científica aplicadas

às ciências do movimento humano

Adroaldo Gaya

Todas as disciplinas científicas se caracterizam pela adoção de métodos de investigação que lhe são mais ou menos peculiares. Nas ciências do movimento humano, considerando sua perspectiva predominantemente multidisciplinar, tais métodos podem assumir diferentes conotações ou modelos, dependendo da área de especialização a que estão mais próximos. Estudos sobre a fisiologia, a biomecânica do esporte, certamente adotam concepções metodológicas diferentes em relação aos estudos de antropologia e sociologia do esporte. Todavia, estando as ciências do movimento humano historicamente ligadas, em sua origem, às ciências biológicas, durante muito tempo se concebeu que os métodos desta área fossem capazes de possibilitar a emergência da totalidade dos conhecimentos inerentas às práticas da cultura corporal: os esportes, as danças, os jogos, as ginásticas, as terapias corporais, etc.

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Aldo Eynard (15)
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Capítulo 7 - Funções de revestimento, proteção, comunicação e produção

Aldo Eynard Grupo A PDF Criptografado

7

Funções de revestimento, proteção, comunicação e produção

Aldo R. Eynard e Carmen Carda Batalha

A

B

Fig. 7-0 Imagens microscópicas coradas do epitélio respiratório (A) e glândula parótida (B), com identificação; à direita das estruturas, desinée à la plume sobre papel transparente. Do Atlas d’Histologie Normale, Principaux Tissus et Organs, de Étienne

Rabaud e Fernand Monpillard, G. Carre e C. Naud, Editores, 1900, Paris.

Histologia e embriologia humanas

207

Resumo conceitual

T

odos os epitélios têm origem nos três folhetos embrionários, revestem a superfície do corpo e de suas cavidades e formam todas as glândulas do organismo. Como características principais de todos os seus derivados, destacam-se a escassa substância intercelular e o desenvolvimento de especializações na superfície celular – características dos domínios apical e basolateral –, que relacionam, morfológica e funcionalmente, suas células entre si de um modo particular.

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Capítulo 4 - Evolução das fontes de energia e sua transformação

Aldo Eynard Grupo A PDF Criptografado

4

Evolução das fontes de energia e sua transformação

Mirta A. Valentich e R. Olga Calderón

Eva mitocondrial?

Adão do cromossomo Y?

A

B

Fig. 4-0 A: Eva, de Durero (1471-1528). B: Adão e Eva, de Rubens (1577-1640).

A pessoa interessada em conhecer sua história e a evolução humana encontrou no DNA mitocondrial (DNAm) uma ferramenta

útil para esse fim, por suas propriedades relevantes, como o alto número de cópias, a herança materna, a ausência de recombinação e a elevada taxa de mutação. Desta forma, foi possível determinar que a mitocôndria só passa da mãe à prole e, comparando as sequências do DNAm, encontrou-se a existência, por esta via, de uma filogenia molecular (Pakendorf e Stoneking,

2005). Opiniões alternativas a esse conceito surgem de recentes evidências de que as mitocôndrias não são herdadas só pela linhagem materna, o que também põe em dúvida a suposta destruição das mitocôndrias do espermatozoide após a fecundação.

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Capítulo 6 - Componentes celulares e moleculares envolvidos em etapas iniciais do desenvolvimento embrionário

Aldo Eynard Grupo A PDF Criptografado

6

Componentes celulares e moleculares envolvidos em etapas iniciais do desenvolvimento embrionário

Roberto A. Rovasio, Aldo R. Eynard e Mirta A. Valentich

A

B

C

Fig. 6-0 Desenho de um feto no útero (A), com estudos sobre as camadas que circundam o feto, descritas por Leonardo da

Vinci (1510-1512): “Dentro da matriz, a criança tem três camadas que a envolvem. A primeira é denominada Âmnios, a secunda,

Secundina, e a terceira, Alantoides. Esta última une-se à matriz através das cotilédones e todas convergem no umbigo, que é composto por veias”. Seria possível pensar que o esboço de Leonardo (B) inspirou a ilustração da “teoria do homúnculo” (C), de Nicolaus

Hartsoeker (1656-1725).

Resumo conceitual

V

ários anos antes que o leitor adquirisse a capacidade para ler este livro, seu corpo era formado por uma só célula; toda a informação contida agora em cada uma das suas células estava contida em uma só célula; todas as funções básicas que, em seu corpo adulto, são realizadas por muitos grupos de células especializadas, eram desenvolvidos em uma só célula; toda a sua capacidade para sobreviver, que em seu organismo maduro se dá através de tarefas complexas de células muito diferenciadas, no organismo primitivo eram repartidas entre umas poucas células.

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Capítulo 11 - Sistemas sensoriais: recepção de sinais e elaboração de respostas

Aldo Eynard Grupo A PDF Criptografado

11

Sistemas sensoriais: recepção de sinais e elaboração de respostas

Roberto A. Rovasio e Pablo Gil Loyzaga

Fig. 11-0 O sensorial em duas épocas. Acima: O cego conduzindo os cegos, Pieter Brueghel “o Velho” (1525-1569). Abaixo: Infinito, Marco S. Rovasio (1974-).

Histologia e embriologia humanas

397

Resumo conceitual

A

importância dos sistemas sensoriais na vida cotidiana é evidente para todos, mas se pensarmos sobre nossa própria evolução, veremos com clareza o papel que desempenham. Quando os primeiros hominídeos perderam a proteção da selva e seus alimentos, vagaram pelas savanas africanas em uma busca incessante por comida, ao mesmo tempo que deviam se proteger de muitos carnívoros mais fortes e rápidos que eles. Esses seres primitivos conseguiram sobreviver a uma complexa situação graças a seus sistemas sensoriais. Por um lado, o uso combinado da visão, da audição e do olfato lhes permitiu dispor de tempo para evitar o ataque dos predadores, sem esquecer o equilíbrio imprescindível para a caminhada e a corrida. Os mesmos sistemas lhes serviram para localizar e obter os alimentos. Além disso, hoje sabemos que se os hominídeos sobreviveram foi, sobretudo, por sua capacidade de adaptação nutricional. As mudanças de herbívoros-carnívoros-onívoros supôs uma ampliação do espectro alimentar, ao mesmo tempo que trouxe as vantagens de poder comer quase qualquer coisa e, assim, adquirir um grau de independência do ritmo nutricional que os herbívoros não têm. Além disso, uma grande proporção da ingesta de carne não provinha da caça, mas da carniça que os predadores deixavam. Por isso, sua sobrevivência dependeu, também, de seu sentido do olfato e do paladar.

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Capítulo 14 - Interaçõesmaterno-fetal-neonatal: placenta e glândula mamária

Aldo Eynard Grupo A PDF Criptografado

14

Interações materno-fetal-neonatal: placenta e glândula mamária

Mirta A. Valentich, Aldo R. Eynard e Roberto A. Rovasio

Fig. 14-0 Gravura em madeira da cena de parto por J. Ammán no Manual de parteiras: De Conceptu et Generatione Hominis,

1554, J. Rueff. Museu de Arte da Filadélfia, Estados Unidos. Atrás, pode-se observar um astrólogo fazendo o horóscopo da criança que está por nascer.

Histologia e embriologia humanas

581

Resumo conceitual

D

urante a gravidez, a mãe convive com outro organismo, o feto, que se encontra em um rápido processo de desenvolvimento e crescimento constante (síntese de glicídeos, proteínas e lipídeos), já com fins estruturais ou de reserva. O feto obtém toda a matéria-prima da mãe através de uma interfase materno-fetal, a placenta, que é funcional até que o organismo fetal esteja pronto para sintetizar moléculas complexas e possa encarregar-se dos processos implicados em seu metabolismo. Cabe perguntar-se: como o organismo materno responde a essa notável demanda metabólica? A resposta, em parte, provém dos diversos sistemas hormonais, elaborados em grande medida pela placenta, que se ajustam e se adaptam à presença do feto no útero, e, assim, começam a modular o metabolismo materno. Normalmente, a mãe suprirá o feto – sem debilitação de seu próprio organismo – em todas as suas necessidades, por meio da placenta e da circulação feto-placentária através do cordão umbilical. Em compensação, em situações de desnutrição ou subnutrição da mãe gestante, o fornecimento suficiente de matéria-prima para o feto pode ocasionar prejuízo para o organismo materno.

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