Toby Meadows (13)
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Medium 9788582600610

Capítulo 8 - Compreenda as tendências

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s tendências desempenham um papel importante no mundo da moda e, por isso, você precisa entender como funcionam e de que modo pode tirar o melhor proveito delas.

Você vai ter que decidir qual é a importância das tendências para a sua base de clientes. Sua pesquisa inicial forneceu um bom entendimento de quem é o seu cliente em potencial; a essa altura, você já deve ser capaz de determinar se ele é ou não influenciado pelas tendências, e deve desenvolver o seu produto de acordo com isso. O sucesso do seu produto depende de sua habilidade em atender às necessidades de seus clientes. Este capítulo mostra como descobrir o que os seus clientes realmente querem e como eles são influenciados pelas tendências.

O que é uma tendência de moda?

Uma “tendência de moda” pode ser definida como um movimento da moda ao longo de um período de tempo. O que está na moda em uma temporada pode estar fora de moda na próxima. As tendências de moda giram em torno do

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Capítulo 3 - Estrutura legal do negócio

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esde o início, você precisa pensar no tipo de

estrutura legal que o seu negócio vai adotar.

Antes de decidir, é preciso considerar uma série de fatores: você vai abrir a empresa sozinho ou com sócios? O negócio vai precisar de muitos investimentos para decolar? Escolher a estrutura correta para a empresa manterá os custos em um nível mínimo, além de evitar possíveis desgastes nas suas relações de trabalho – uma das principais causas do fracasso das empresas.

Diferentes estruturas de negócios são adequadas a diferentes situações. Discuta as opções com o seu advogado tendo em mente que a estrutura pode ser alterada mais adiante, à medida que o negócio se desenvolve e você conhece melhor suas capacidades e limitações.

Empresa individual

Se você for abrir a sua marca de moda sozinho, ser um empreendedor individual é a opção mais simples para conduzir o negócio, além de não envolver taxas de inscrição. Não há grandes complicações em manter os registros e as contas, já que você trabalha sozinho, e todos os lucros que obtiver ficam para você. O lado negativo é que você será pessoalmente responsável por qualquer dívida incorrida pela empresa, portanto, esta pode ser uma opção bastante arriscada se você precisar de muito investimento externo.

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Capítulo 4 - O que está por trás de um nome?

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Capítulo 4: O que está por trás de um nome?

U

m grande nome é o começo para uma grande

marca. O melhor nome para a sua marca é aquele que os clientes possam lembrar facilmente e associar a você. O nome da marca também pode ser protegido como marca registrada. Na indústria da moda, é importante que você tenha um nome e um logo, pois eles são parte essencial da imagem da marca. Este capítulo mostrará o processo de escolha do nome e do design do logo, mas antes de começar, é importante que você entenda que vai precisar pensar em pelo menos três nomes para a sua empresa.

O primeiro é o nome de marca, também conhecido como

“marca”, “selo” ou “fonte identificadora”. O segundo é o nome comercial, nome sob o qual o negócio é conduzido e que é aplicável caso o negócio seja algum tipo de sociedade

(veja o Capítulo 3). E o terceiro é o nome de domínio, usado para o site da empresa na internet.

Nome da marca

O nome da marca é um identificador do seu produto e, dentre os três nomes,

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Capítulo 6 - Pau pra toda obra?

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lo 6: P

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toda o

bra?

S

er o seu próprio chefe em uma empresa pequena

significa executar várias tarefas simultaneamente. Na indústria da moda, além de todas as tarefas do dia a dia, também há algumas funções especializadas, e você tem de estabelecer quantas delas consegue assumir e quantas precisa terceirizar. Se precisar contratar colaboradores, você deve se colocar a par da legislação e das modalidades de contratação e demissão. Este capítulo analisa as atividades envolvidas na cadeia de fornecimento.

A cadeia de fornecimento

O caminho que um produto de moda percorre, do seu conceito inicial ao guarda-roupa dos possíveis clientes, pode ser complicado, e envolve uma variedade de atividades. O processo como um todo é conhecido como cadeia de fornecimento (veja as páginas 18 e 19), e o modo como você o gerencia vai determinar o sucesso do seu negócio. Há quatro etapas principais na cadeia de fornecimento: pesquisa de mercado e tendências; desenvolvimento de design; produção; vendas e distribuição. São muitas as atividades envolvidas em cada uma dessas etapas, e dentro de uma empresa grande, as pessoas terão responsabilidades que se estenderão para bem mais de uma etapa. A tabela abaixo mostra as atividades mais comuns da cadeia de suprimentos e as etapas em que costumam ser executadas.

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Capítulo 1 - Introdução à indústria da moda

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ara que o seu produto e o seu negócio deem certo,

é fundamental entender a indústria da moda e o espaço em que a sua marca vai se posicionar. Você vai precisar fazer muita pesquisa (veja o Capítulo 7) para saber onde há potencial para o seu produto e de que maneira compradores, jornalistas e clientes esperam que ele seja apresentado. Este capítulo introduz três dos principais segmentos de mercado – alta-costura, prêt-à-porter e mercado de massa – e fala brevemente do interesse cada vez maior pela moda ecologicamente correta. Também aborda as áreas do design de moda e a sazonalidade antes de tratar da importância da cadeia de fornecimento.

Segmentos de mercado

Desde o início, é preciso estabelecer como posicionar a sua marca, pois muitas das decisões de gestão serão ditadas pelas expectativas dos clientes, e moldarão a estratégia de negócios. Os três principais segmentos de mercado de moda, que são a alta-costura, o prêt-à-porter e o mercado de massa, juntamente com os vários subníveis dos dois últimos, oferecem uma imensa variedade de produtos e preços.

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Scott Lesley (8)
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Medium 9788520435649

A lingerie nas artes gráficas e na cultura pop

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

A lingerie nas artes gráficas e na cultura pop

Bem justa no corpo, a lingerie tem o poder de provocar fantasias melhor do que qualquer outra peça do vestuário.

Super-heroínas como a Mulher-Maravilha usam trajes que não são muito diferentes das roupas íntimas exóticas usadas orgulhosamente por heróis da ficção científica e, em tempos mais recentes, por habitantes de um mundo virtual – os avatares. Modelos vestindo lingeries têm sido uma inspiração para fotógrafos como Helmut Newton e

Guy Bourdin, cujas representações muitas vezes acabam declinando para o voyeurismo. Na cultura popular, o encanto associado à habilidade da lingerie em transformar um corpo fez ressurgir recentemente o interesse pelos corpetes e pela técnica de redução de medidas.

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Milla Jovovich em figurino desenhado por Jean Paul

Gaultier

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A lingerie nAs Artes gráficAs e nA culturA pop

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Escolha, compra e cuidados com a lingerie

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

Escolha, compra e cuidados com a lingerie

É verdade que uma lingerie bem certinha no corpo pode tanto empobrecer quanto valorizar uma roupa – e, hoje em dia, pode literalmente transformar a imagem de uma mulher e aumentar a gama de roupas que ela pode usar.

Uma grande variedade de tamanhos (existem na Europa sutiãs desde o tamanho AAA ao KK) significa que quase todo mundo poderá encontrar um sutiã que vista bem e favoreça a mulher. Lingeries bonitas se tornaram o foco principal das lojas atualmente, e até mesmo lojas com produtos mais acessíveis possuem conjuntos de sutiã e calcinha atraentes.

Na seção de peças luxuosas de uma loja, observa-se uma enorme variedade de lingeries elaboradas com requinte, que combinam os mais novos modelos com os mais finos tecidos.

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Dicas para a escolha do sutiã

Para escolher a lingerie correta e cuidar dela de maneira apropriada, siga algumas das dicas da estilista Tina Gill.

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Roupa íntima para todos os momentos: a lingerie no século XXI

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

Roupa íntima para todos os momentos: a lingerie no século XXI

Por algum tempo pareceu que as lingeries absolutamente deslumbrantes eram reservadas apenas para ocasiões especiais e para o budoar. Mas, nos últimos 15 anos, houve uma explosão de disponibilidade de lingeries encantadoras, a todos os tipos de preço. Em lojas de departamento, redes de lojas e até mesmo em grandes promoções localizadas nos fundos de mercados, as mulheres podem encontrar lingeries atraentes com suporte e caimento melhores do que em qualquer outra época. Não há mais desculpas para usar aquele sutiã sem graça ou aquelas calçolas largas, quando você pode comprar algo bonito e apropriado por menos de

20 reais. E, como o tamanho dos seios das mulheres tem aumentado, os fabricantes também estão seguindo essa tendência, produzindo sutiãs para praticamente todo tipo de corpo.

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Sutiã de cetim retrô

Lingeries bonitas a preços acessíveis

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A lingerie no século XIX

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

A lingerie no século XIX

A Revolução Francesa de 1789 sinalizou uma grande mudança política e social. Saias amplas, corpetes exagerados, anáguas e paniers complexos foram jogados fora com o antigo regime, e estilos românticos mais simples com cinturas largas foram adotados, exigindo o mínimo de roupas íntimas.

Porém, em meados da década de 1820, o tamanho da cintura diminuiu novamente, e o espartilho, que depois passou a se chamar corset, entrou de novo na moda, dessa vez criando uma forma mais parecida com a “ampulheta”.

O século XIX presenciou uma série de avanços tecnológicos no desenho dos corpetes, incluindo uma renda elástica, bem como elaborações complicadas, como as crinolinas e anquinhas, desenvolvidas para dar suporte às elegantes saias da época.

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Neste retrato da Madame Récamier do início do século XIX, de François

Gérard, as roupas eram minimalistas

Vestidos delicados e esvoaçantes, com um evidente toque do século XIX

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Da invenção do sutiã até os anos 1950

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

Da invenção do sutiã até os anos 1950

Na década de 1890, surgiram as primeiras versões da lingerie, que acabou por se tornar um item indispensável no guarda-roupa das mulheres. A princípio um tipo de espartilho dividido, o brassière foi aperfeiçoado por uma série de estilistas empreendedoras, até que nos anos 1930 a produção em massa permitiu que o sutiã fosse acessível a todas. Os novos tecidos elásticos e a invenção das taças deixaram o sutiã mais confortável e sofisticado, e o busto se tornava uma zona erógena cada vez mais importante. Provavelmente, a história do sutiã atingiu o seu apogeu com as belas Sweater Girls, como Lana Turner, que usavam sutiãs cônicos para valorizar ao máximo seus atributos.

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Pedido de patente de

Mary Phelps para o

“brassière frente única”

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Da invenção Do sutiã até os anos 1950

A invenção do sutiã

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Philip R Cateora Marcy C Gilly John L Graham (20)
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Medium 9788580551457

Capítulo 6 - Ambiente político: preocupação fundamental

Philip R. Cateora; Marcy C. Gilly; John L. Graham Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

6

Ambiente político preocupação fundamental

SUMÁRIO

■■ Barganha política

■■ Subornos políticos

■■ Perspectiva global

■■ Estímulo governamental

Comércio mundial enlouquece com a guerra das bananas

objetivos de aprendizagem

■■ Soberania das nações

■■ Estabilidade das políticas governamentais

OA1

O que significa soberania das nações e como isso pode afetar a estabilidade das políticas governamentais

OA2

De que forma os diferentes tipos de governo, os partidos políticos, o nacionalismo, o medo/ animosidade direcionados e as disputas comerciais podem afetar o ambiente para marketing no estrangeiro

OA3

Riscos políticos dos negócios globais e fatores que influem na estabilidade

OA4

Importância do sistema político para o marketing internacional e seus efeitos sobre os investimentos no exterior

OA5

Impacto dos ativistas sociais e políticos, da violência e do terrorismo sobre os negócios internacionais

OA6

Como avaliar e diminuir as consequências da vulnerabilidade política

OA7

Como e por que os governos estimulam o investimento no exterior

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Medium 9788580551457

Parte 5 - Implantação de estratégias de marketing globais

Philip R. Cateora; Marcy C. Gilly; John L. Graham Grupo A PDF Criptografado

19

Capítulo

Negociação com clientes, parceiros e agências regulatórias internacionais

sumário

objetivos de aprendizagem

■■ Perspectiva global

OA1

Problemas relacionados com os estereótipos culturais

OA2

Como a cultura influencia os comportamentos à mesa de negociações

OA3

Problemas comuns que ocorrem nas negociações empresariais internacionais

OA4

Semelhanças e diferenças nos comportamentos comunicacionais em vários países

OA5

De que forma as diferenças nos processos valorativos e de raciocínio afetam as negociações internacionais

OA6

Fatores essenciais na seleção de uma equipe de negociação

OA7

Como se preparar para negociações internacionais

OA8

Administração de todos os aspectos do processo de negociação

OA9

Importância da comunicação e dos procedimentos de acompanhamento

Aisatsu japonês

■■ Perigos dos estereótipos

■■ Impacto difuso da cultura sobre o comportamento nas negociações

■■ Diferenças no idioma e nos comportamentos não verbais

■■ Diferenças nos valores

■■ Diferenças nos processos de raciocínio e tomada de decisões

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Medium 9788580551457

Capítulo 17 - Venda pessoal e gestão de vendas

Philip R. Cateora; Marcy C. Gilly; John L. Graham Grupo A PDF Criptografado

17

Capítulo

Venda pessoal e gestão de vendas

sumário

objetivos de aprendizagem

■■ Perspectiva global

OA1

As atribuições internacionais são fascinantes, você não acha?

Função da venda interpessoal no marketing internacional

OA2

Fatores que devem ser considerados na criação de uma equipe de vendas internacional

OA3

Passos para recrutar três tipos de vendedores internacionais

OA4

Critérios de seleção para cargos de venda e marketing internacionais

OA5

Necessidades especiais de capacitação da equipe internacional

OA6

Técnicas de motivação para representantes de vendas internacionais

OA7

Como desenvolver sistemas de remuneração para uma equipe de vendas internacional

OA8

Como preparar cidadãos americanos para atribuições no exterior

OA9

Perfil mutável do gerente global de vendas e marketing

■■ Criação da equipe de vendas

■■ Recrutamento do pessoal de marketing e de vendas

■■

■■

■■

■■

■■

Expatriados

Expatriados virtuais

Cidadãos locais

Cidadãos de um terceiro país

Restrições do país anfitrião

■■ Seleção do pessoal de marketing e de vendas

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Medium 9788580551457

Capítulo 5 - Cultura, estilo de gestão e sistemas de negócios

Philip R. Cateora; Marcy C. Gilly; John L. Graham Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

5

Cultura, estilo de gestão e sistemas de negócios

sumário

objetivos de aprendizagem

■■ Perspectiva global

As loiras divertem­‑se mais no Japão?

OA1

Necessidade de adaptação às diferenças culturais

OA2

Como e por que os estilos de gestão variam ao redor do mundo

OA3

Grau e implicações do preconceito de gênero em outros países

OA4

Importância das diferenças culturais na ética nos negócios

OA5

Diferenças entre as culturas orientadas ao relacionamento e as orientadas à informação

■■ Necessidade de adaptação

■■ Grau de adaptação

■■ Imperativos, facultativos e exclusivos

■■ Impacto da cultura americana sobre o estilo de gestão

■■ Estilos de gestão ao redor do mundo

■■

■■

■■

■■

■■

■■

■■

Autoridade e tomada de decisões

Objetivos e aspirações de gestão

Estilos de comunicação

Formalidade e ritmo

Tempo P versus tempo M

Ênfase nas negociações

Orientação de marketing

■■ Preconceito de gênero nos negócios internacionais

■■ Ética nos negócios

■■

■■

■■

■■

■■

Definição de corrupção

Ênfase do Ocidente sobre o suborno

Suborno: variações sobre um tema

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Medium 9788580551457

Capítulo 16 - Comunicação integrada de marketing e propaganda internacional

Philip R. Cateora; Marcy C. Gilly; John L. Graham Grupo A PDF Criptografado

16

Capítulo

Comunicação integrada de marketing e propaganda internacional

sumário

objetivos de aprendizagem

■■ Perspectiva global

OA1

Características do mercado local que afetam a propaganda e a promoção dos produtos

OA2

Pontos fortes e fracos da promoção de vendas e das relações públicas no marketing global

OA3

Quando a propaganda global é mais eficaz; quando é necessário mudar uma propaganda

OA4

Processo de comunicação e erros de alvo na propaganda

OA5

Consequências de um mercado único europeu sobre a propaganda

OA6

Impacto das limitações de mídia, do excesso de mídia e dos regulamentos governamentais sobre o orçamento de propaganda e promoção

Barbie versus Mulan

■■ Promoção de vendas em mercados internacionais

■■ Relações públicas internacionais

■■ Propaganda internacional

■■ Estratégias e objetivos da propaganda

■■ Atributo do produto e segmentação por benefícios

■■ Segmentação regional

■■ Mensagem: desafios à criatividade

■■

■■

■■

■■

■■

■■

Propaganda global e o processo de comunicação

Restrições legais

Limitações linguísticas

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Paul W Farris Neil T Bendle Phillip E Pfeifer David J Reibstein (13)
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Medium 9788540701403

Capítulo 1 - Introdução

Paul W. Farris; Neil T. Bendle; Phillip E. Pfeifer; David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 1

Introdução

Nos últimos anos, o marketing baseado em dados estendeu-se pelo mundo empresarial. A partir dele, a capacidade de medir o desempenho e de prestar contas tornaram-se as chaves para o sucesso de marketing. No entanto, poucos administradores dão atenção à variedade de métricas por meio das quais eles podem avaliar as estratégias e dinâmicas de marketing. Menos ainda compreendem os prós, os contras e as nuanças de cada uma.

Neste ambiente, percebemos que os profissionais de marketing, gerentes gerais e estudantes de administração precisam de uma referência abrangente e prática sobre as métricas utilizadas para avaliar programas de marketing e quantificar seus resultados. Neste livro, procuramos proporcionar essa referência. Desejamos aos nossos leitores muito sucesso com ele.

1.1

O que é uma métrica?

Uma métrica é um sistema de mensuração que quantifica uma tendência, uma dinâmica ou uma característica.1 Em virtualmente todas as disciplinas, os praticantes usam métricas para explicar fenômenos, diagnosticar causas, compartilhar descobertas e projetar os resultados de eventos futuros. No mundo da ciência, dos negócios e do governo, as métricas estimulam o rigor e a objetividade. Elas tornam possível comparar observações entre regiões e períodos de tempo, além de facilitar a compreensão e a colaboração.

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Medium 9788540701403

Capítulo 4 - Gerenciamento de produto e de portfólio

Paul W. Farris; Neil T. Bendle; Phillip E. Pfeifer; David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 4

Gerenciamento de produto e de portfólio

Principais conceitos abordados neste capítulo:

Experimentação, repetição, penetração e projeções de volume

Utilidades conjuntas e preferência do consumidor

Crescimento: Porcentagem e TCAC

Segmentação e utilidades conjuntas

Taxa de canibalização e taxa de perda de share

Utilidades conjuntas e projeção de volume

Métricas de valor de marca

O marketing eficaz advém do conhecimento do cliente e da compreensão de como um produto atende às necessidades dos clientes. Neste capítulo, descreveremos métricas utilizadas em planejamento e estratégia de produtos. Essas métricas abordam as seguintes questões: que volumes os profissionais de marketing podem esperar de um novo produto? Como as vendas dos produtos existentes serão afetadas pelo lançamento de uma nova oferta? O valor de marca aumenta ou diminui? O que os clientes realmente desejam e o que estão dispostos a sacrificar para obtê-lo?

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Capítulo 5 - Rentabilidade do cliente

Paul W. Farris; Neil T. Bendle; Phillip E. Pfeifer; David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 5

Rentabilidade do cliente

Principais conceitos abordados neste capítulo:

Clientes, recência e retenção

Valor do prospect versus valor do cliente

Lucro do cliente

Despesa de aquisição versus despesa de retenção

Valor de duração do cliente

O Capítulo 2, “Participação em Corações, Mentes e Mercados”, apresentou métricas criadas para mensurar como uma empresa está se saindo com seus clientes como um todo. As métricas discutidas anteriormente eram sínteses do desempenho da empresa em relação aos clientes para mercados inteiros ou segmentos de mercado.

Neste capítulo, abordamos métricas que mensuram o desempenho de relações de clientes individuais. Começamos com métricas destinadas a simplesmente contar quantos clientes uma empresa atende. Como este capítulo mostrará, é muito mais fácil contar o número de unidades vendidas do que o número de pessoas ou empresas as compram. A Seção 5.2 apresenta o conceito de lucratividade do cliente.

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Medium 9788540701403

Capítulo 6 - Gerenciamento da equipe e do canal de vendas

Paul W. Farris; Neil T. Bendle; Phillip E. Pfeifer; David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 6

Gerenciamento da equipe e do canal de vendas

Métricas abordadas neste capítulo:

Metas da equipe de vendas

Exposição de embalagem e espaço na prateleira

Resultados da equipe de vendas

Níveis de ausência de estoque e de serviços

Remuneração da equipe de vendas

Rotatividades de estoque

Análise de funil

Remarcações

Distribuição numérica, distribuição VTP e distribuição VCP

Margem bruta de rotorno do investimento em estoques (MBRIE)

Abrangência da equipe de vendas

Rentabilidade direta do produto (RDP)

Este capítulo trata de marketing em níveis do canal. Descreve como os profissionais de marketing mensuram a adequação e a eficácia dos sistemas que dão aos clientes razões e oportunidades para comprar seus produtos.

As primeiras seções discutem métricas das equipes de vendas. Aqui, listamos e definimos as medidas mais comuns para a determinação da adequação do trabalho e da cobertura geográfica da equipe de vendas. Discutimos a análise de prospects em negociação, o que é útil para fazer previsões de vendas e para alocar o trabalho da equipe de vendas em diferentes estágios do processo. As métricas de prospects em negociação são usadas para examinar uma sequência de atividades de venda, desde sua geração, passando pelo acompanhamento, até chegar à conversão e às vendas. Embora a mais importante dessas métricas seja a porcentagem de iniciativas que realmente resultam em compras, outras medidas de atividade, produtividade, eficiência e custos podem ser úteis em cada estágio do processo de vendas.

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Medium 9788540701403

Capítulo 12 - Sistema de métricas

Paul W. Farris; Neil T. Bendle; Phillip E. Pfeifer; David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 12

Sistema de métricas

Existem três tipos de economistas: os que sabem contar e os que não sabem.

— Anônimo

Modelando o desempenho da empresa

Para compreender melhor os fatores que contribuem para o sucesso da empresa, gestores e analistas costumam decompor o retorno sobre ativos (RSA) no produto de dois quocientes, cada um deles refletindo um aspecto diferente do negócio. Uma abordagem popular para esta decomposição é o Modelo da DuPont.

RSA =

Lucro Líquido

Vendas

Vendas

*

Ativos

O primeiro quociente neste modelo simplificado DuPont é chamado de margem de lucro ou retorno sobre vendas. Ele mede até que ponto cada dólar de vendas é lucrativo. A partir do momento em que criam produtos que os clientes valorizam, que reivindicam esse valor com uma precificação inteligente, reduzem custos ao prestar atenção a custos de produção e de canal e otimizam seus gastos em marketing, os profissionais de marketing podem aumentar o retorno sobre vendas. O segundo quociente no Modelo DuPont é conhecido como volume de ativos. Pode-se pensar no volume de ativos como a quantidade de dólares de vendas que cada dólar de ativos gera. Aqui o trabalho dos profissionais de marketing é ainda mais concentrado – na geração de dólares de vendas, mas voltado para gerenciar ativos como estoque e recebíveis capturados no denominador.

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Marcelo Castilho Ericson Straub H Lio De Queiroz Paulo Biondan (5)
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Medium 9788582600955

Princípios e dicas

Marcelo Castilho; Ericson Straub; Hélio de Queiroz; Paulo Biondan Grupo A PDF Criptografado

Perspectiva e traços

No design automotivo, a perspectiva tem o importante

parte da representação. Eles são normalmente depura-

papel de criar um efeito de impacto na visualização. Ela

dos e recombinados em um processo de modelagem

determina a profundidade, o ângulo de visão e a dra-

mental e manual.

maticidade que se pretende demonstrar. Associada a outros elementos, como a luz e a sombra, a perspectiva

é determinante para o processo volumétrico.

O início da representação pode partir da construção de

sólidos geométricos ou, então, partindo de detalhes

sólidos geométricos em perspectiva. O paralelepípedo

como rodas, faróis ou vidros. O designer parte geral-

pode ser um importante gabarito para este passo. Para

mente de uma ideia preexistente da representação desejada. Os primeiros traços contêm uma síntese da volumetria principal e dos elementos que vão fazer

26

Desenho a partir de um sólido

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Medium 9788582600955

Desenho: expressão de uma cultura

Marcelo Castilho; Ericson Straub; Hélio de Queiroz; Paulo Biondan Grupo A PDF Criptografado

Desenho: expressão de uma cultura

Ari Rocha

A imagem precedeu a palavra. O grafismo paleolítico

situações, ideias e fatos que compõem a realidade.

encontrado em cavernas é considerado a origem do

Essas referências simbólicas são somente uma repre-

desenho. Essa manifestação de arte rupestre surgiu

sentação do mundo real, uma interpretação que guar-

antes mesmo que o homem utilizasse palavras ou

da relação com aquilo que cada indivíduo consegue

produzisse inscrições e símbolos que pudessem ser

entender dos fatos que vivencia, de acordo com sua

efetivamente reconhecidos como uma linguagem

cultura e nível intelectual. É válido, portanto, conside-

verbal articulada, cujo significado fosse estruturado de

rar que a história possa contar somente a “versão dos

forma sistemática e compreendido, mesmo que por um

vencedores”, que muitas vezes não corresponde aos

grupo restrito.

fatos verdadeiramente acontecidos, pelo menos em toda a sua magnitude.

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Medium 9788582600955

Passo a Passo

Marcelo Castilho; Ericson Straub; Hélio de Queiroz; Paulo Biondan Grupo A PDF Criptografado

O desenho à mão livre, feito com ccaneta esferográfica, utiliza persp pectiva em ponto de fuga com d distorções propositais na posição d dos eixos e na proporção das rod das. Note como o paralelepípedo

– forma básica de qualquer ônibus

– também sofre distorção: em vez d de linhas retas, são utilizados arcos.

A intenção, em ambos os casos,

é criar um desenho dinâmico e ssedutor.

O rendering inicia com a aplicação de marcadores nos contornos da

área envidraçada, nos arcos de roda e na sombra projetada do veículo sobre o piso. O efeito gráfico obtido depende da habilidade em utilizar os marcadores com velocidade, ao mesmo tempo em que se trabalha no contraste entre as espessuras de linhas.

O pastel seco define os grandes planos, por meio da simplificação da representação de sombra e luz. São utilizadas duas cores em dois pontos de luz. Esses pontos de luz são posicionados de maneira a realçar o contraste entre as superfícies lateral e dianteira. O pastel roxo preenche toda a lateral, com ênfase na área mais próxima da frente do veículo.

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Galeria

Marcelo Castilho; Ericson Straub; Hélio de Queiroz; Paulo Biondan Grupo A PDF Criptografado

Hélio de Queiroz

96

abc do Rendering Automotivo

Hélio de Queiroz

Galeria

97

Ericson Straub

Galeria

99

Marcelo Castilho

RENDERINGS E SKETCHES

Marcelo Castilho

RENDERINGS E SKETCHES

Galeria

101

Danilo Rodrigues

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM DO BRASIL

Eduardo Walendowsky

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM DO BRASIL

Galeria

103

Danilo Rodrigues

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM BRASIL DO BRASIL

Dennis Karassawa

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM BRASIL DO BRASIL

Pedro Guarinon

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM DO BRASIL

Pedro Guarinon

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM DO BRASIL

Galeria

105

Fiat Design Center LATAM

RENDERINGS E SKETCHES

Fiat Design Center LATAM

RENDERINGS E SKETCHES

Fiat Design Center LATAM

RENDERINGS E SKETCHES

Fiat Design Center LATAM

RENDERINGS E SKETCHES

Galeria

109

Fiat Design Center LATAM

RENDERINGS E SKETCHES

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Medium 9788582600955

Introdução

Marcelo Castilho; Ericson Straub; Hélio de Queiroz; Paulo Biondan Grupo A PDF Criptografado

Introdução

Quando resolvemos dar início ao planejamento deste

outros produtos “rodantes”, tais como caminhões, tra-

livro, tínhamos claro o que havia funcionado bem no

tores, ônibus e máquinas agrícolas.

primeiro livro da série abc do Rendering: trazer a nossa visão do rendering aplicado ao design de produto, em exercícios passo a passo combinados com uma visão analítica do trabalho de outros profissionais.

A evolução dos meios de representação do design automotivo busca a integração digital de todas as áreas de negócio das organizações. Nesse sentido, a realidade virtual vem sendo amplamente utilizada, visando

Neste segundo livro, tornamos a proposta mais abran-

a facilitar o compartilhamento de informações. Os

gente ao incluir trabalhos de estudantes selecionados

protótipos físicos são substituídos por modelos virtuais,

num concurso que envolveu universidades de todo o

e a integração via sistema corporativo tem possibilitado

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