Toby Meadows (13)
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Capítulo 10 - Produção

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alvez a parte mais intimidante de se ter um marca

de moda própria seja o como e o onde fazer o produto.

Encontrar um fabricante que faça o produto com a qualidade e na quantidade que você precisa, e a um preço que permita que seu plano de negócios seja lucrativo, pode ser muito difícil. Este capítulo apresenta esse processo.

Opções de fabricação

Entender os detalhes técnicos do processo de fabricação* é muito importante, pois o coloca em uma posição melhor na hora de tomar a decisão mais adequada para o seu produto e para a cadeia de fornecimento como um todo.

Algumas opções de fabricação são:

Interna:

Comum entre as marcas iniciantes em que o designer tem conhecimento técnico em modelagem e pilotagem;

Permite a produção de quantidades muito pequenas;

Você pode controlar a qualidade de perto;

Pode ser problemática quando há produção de pedidos maiores;

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Capítulo 11 - Venda a coleção

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venda envolve conversar com as pessoas e

construir relacionamentos duradouros e baseados na confiança. As pessoas compram de quem gostam – dependendo da sua estratégia de vendas, você só vai ter duas chances ao ano para se encontrar com os compradores, por isso é importante acertar de primeira. É importante também saber falar sobre o seu próprio produto de modo convincente. Este capítulo analisa todos os aspectos da venda de moda no atacado e no varejo, as possibilidades para acordos de licenciamento e todos os detalhes administrativos que compõem o processo de vendas.

Os períodos de vendas

Antes de decidir quando, exatamente, fazer as vendas da sua coleção, você deve estabelecer qual será a sua estratégia de vendas. Você vai vender no atacado, no varejo ou em ambos?

Períodos de vendas do atacado

Para a maioria das marcas de moda que vendem no atacado, o período de vendas é ditado pelas coleções de primavera/verão e outono/inverno, com dois períodos ao ano que duram de dois a quatro meses. É nesse período que os compradores das lojas estão com os orçamentos prontos para as novas coleções. Se você conseguir repor as suas mercadorias ao longo da temporada, possibilitando às lojas fazerem novos pedidos, terá mais períodos de vendas disponíveis. As datas para as coleções de roupas masculinas e femininas são um pouco diferentes – as masculinas normalmente são apresentadas antes.*

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Capítulo 12 - Divulgue sua mensagem

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sua nova marca de moda deve transmitir uma

mensagem forte e identificável com a qual compradores, imprensa e consumidores possam se identificar. Você quer ser visto como uma marca jovem, sofisticada, ousada, luxuosa, acessível, original, peculiar, bonita, sexy, descolada, conservadora, funcional ou exclusiva?

É por meio da promoção que você passa a mensagem da sua marca para o seu público-alvo. A promoção cobre uma ampla gama de atividades: vendas, publicidade, propaganda, eventos especiais e sites. Sua estratégia deve estar focada em fazer com que as pessoas comprem o seu produto, por isso essas atividades devem ser coordenadas corretamente. Se você vende no varejo, seu alvo é o consumidor final. Se vende no atacado, seu alvo é tanto o consumidor final quanto os varejistas.

Analise o comportamento de compra

Um bom entendimento do comportamento de compra permite divisar as atividades promocionais que vão influenciar o processo de compra.

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Capítulo 13 - Finanças

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parte financeira da criação de uma marca

muitas vezes é a área que a maioria dos aspirantes a empreendedor de moda deixa para enfrentar por último.

O melhor, no entanto, é resolver os aspectos financeiros do seu negócio logo no início. Como afirma Caroline Charles,

“Tente não separar o processo de design e de marketing da parte financeira – quanto mais cedo você abraçar todas elas como parte do processo criativo, maior será o seu sucesso e diversão.” Este capítulo aborda os passos necessários para fazer com que o seu negócio decole e se eleve para um nível sustentável. Isso inclui os custos do espaço do ateliê, da fabricação, do marketing, dos equipamentos de escritório e das eventualidades.

Projete os seus custos de abertura

Traje formal da Pose London

Projetar os custos de abertura do negócio costuma ser um pouco complicado para as marcas de moda iniciantes. A tabela abaixo mostra as principais despesas iniciais e fixas normalmente enfrentadas. Pesquisando as áreas indicadas, você deve conseguir chegar a uma boa estimativa para cada uma delas. Inclua uma expectativa de salário razoável para você, mesmo que no início você não consiga obter um salário. Com apenas um cofrinho limitado de dinheiro disponível no início, você deve priorizar as suas despesas.

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Capítulo 1 - Introdução à indústria da moda

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ara que o seu produto e o seu negócio deem certo,

é fundamental entender a indústria da moda e o espaço em que a sua marca vai se posicionar. Você vai precisar fazer muita pesquisa (veja o Capítulo 7) para saber onde há potencial para o seu produto e de que maneira compradores, jornalistas e clientes esperam que ele seja apresentado. Este capítulo introduz três dos principais segmentos de mercado – alta-costura, prêt-à-porter e mercado de massa – e fala brevemente do interesse cada vez maior pela moda ecologicamente correta. Também aborda as áreas do design de moda e a sazonalidade antes de tratar da importância da cadeia de fornecimento.

Segmentos de mercado

Desde o início, é preciso estabelecer como posicionar a sua marca, pois muitas das decisões de gestão serão ditadas pelas expectativas dos clientes, e moldarão a estratégia de negócios. Os três principais segmentos de mercado de moda, que são a alta-costura, o prêt-à-porter e o mercado de massa, juntamente com os vários subníveis dos dois últimos, oferecem uma imensa variedade de produtos e preços.

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Paul W Farris Neil T Bendle Phillip E Pfeifer David J Reibstein (13)
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Medium 9788540701403

Apêndice

Paul W. Farris, Neil T. Bendle, Phillip E. Pfeifer, David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Apêndice

Levantamento do uso de métricas pelos gestores

Cargo____________________________ Setor_________________________

Q1.O que descreve melhor o que a sua empresa vende?

Produtos

Serviços

Mix relativamente equilibrado de produtos e serviços

Outros

Q2. O relacionamento de compras com os clientes pode ser mais bem definido como:

ⵧ Contratual, por período determinado, que os clientes podem renovar

(por exemplo, revistas)

ⵧ Contratual, por um período indefinido, que os clientes podem cancelar

(por exemplo, jornais)

ⵧ Compras frequentes (por exemplo, bens de consumo, refeições em restaurantes)

ⵧ Compra não frequente com pouco/nenhum serviço/reparo/material

(por exemplo, câmeras digitais)

ⵧ Compra não frequente com relacionamento de serviço/reparo/material

(por exemplo, automóveis, impressoras)

Q3. Seus clientes são mais bem definidos como:

ⵧ Consumidores (por exemplo, cereal matinal)

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Capítulo 10 - Marketing e finanças

Paul W. Farris, Neil T. Bendle, Phillip E. Pfeifer, David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 10

Marketing e finanças

Métricas abordadas neste capítulo:

Lucro líquido e retorno sobre vendas (RSV)

Métricas de projeto: retorno, VPL, TIR

Retorno sobre investimento (RSI)

Retorno sobre investimento em marketing

Lucro econômico (EVA)

À medida que os profissionais de marketing avançam em suas carreiras, torna-se cada vez mais necessário coordenar seus planos com outras áreas funcionais.

Previsões de vendas, orçamentos e estimativas de retornos sobre iniciativas de marketing propostas são quase sempre um foco de discussões entre as áreas de marketing e finanças. Para os profissionais de marketing com pouca exposição a métricas básicas de finanças, um bom ponto de partida é obter uma maior compreensão de “taxa de retorno”. “Retorno” costuma estar associado com lucro, ou pelo menos com fluxo de caixa positivo. “Retorno” também implica que algo saiu

– saída de caixa. Quase todas as atividades empresariais exigem alguma saída de caixa. Mesmo o dinheiro de custo de vendas, que retorna apenas quando as contas são pagas. Neste capítulo, oferecemos um panorama de algumas das medidas de lucratividade e lucro mais comumente empregadas. A compreensão de como as métricas são construídas e usadas pela área de finanças para classificar vários projetos facilitará o desenvolvimento de planos de marketing que satisfaçam os critérios adequados.

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Capítulo 11 - O raio X das métricas de marketing

Paul W. Farris, Neil T. Bendle, Phillip E. Pfeifer, David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 11

O raio X das métricas de marketing

11.1

O raio X das métricas de marketing

Nosso objetivo neste capítulo é dar alguns exemplos de como as métricas de marketing podem incrementar e complementar as métricas financeiras tradicionais quando utilizadas para avaliar o desempenho da empresa e da marca. Em especial, as métricas de marketing podem servir como bons indicadores de problemas, de oportunidades e de um futuro desempenho financeiro. Assim como o aparelho de raio X (agora a ressonância magnética) destina-se a oferecer uma visão mais aprofundada de nosso corpo, as métricas de marketing podem mostrar problemas (e oportunidades) que, de outra forma, passariam despercebidos.

Invista onde suas métricas estão

A Tabela 11.1 mostra uma síntese de informações financeiras comuns para duas empresas hipotéticas, a Boom e a Cruise. Dados da declaração de renda de cinco anos oferecem a base para comparação das empresas em diversas dimensões.

Em que empresa você apostaria as economias de seu avô?

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Capítulo 12 - Sistema de métricas

Paul W. Farris, Neil T. Bendle, Phillip E. Pfeifer, David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 12

Sistema de métricas

Existem três tipos de economistas: os que sabem contar e os que não sabem.

— Anônimo

Modelando o desempenho da empresa

Para compreender melhor os fatores que contribuem para o sucesso da empresa, gestores e analistas costumam decompor o retorno sobre ativos (RSA) no produto de dois quocientes, cada um deles refletindo um aspecto diferente do negócio. Uma abordagem popular para esta decomposição é o Modelo da DuPont.

RSA =

Lucro Líquido

Vendas

Vendas

*

Ativos

O primeiro quociente neste modelo simplificado DuPont é chamado de margem de lucro ou retorno sobre vendas. Ele mede até que ponto cada dólar de vendas é lucrativo. A partir do momento em que criam produtos que os clientes valorizam, que reivindicam esse valor com uma precificação inteligente, reduzem custos ao prestar atenção a custos de produção e de canal e otimizam seus gastos em marketing, os profissionais de marketing podem aumentar o retorno sobre vendas. O segundo quociente no Modelo DuPont é conhecido como volume de ativos. Pode-se pensar no volume de ativos como a quantidade de dólares de vendas que cada dólar de ativos gera. Aqui o trabalho dos profissionais de marketing é ainda mais concentrado – na geração de dólares de vendas, mas voltado para gerenciar ativos como estoque e recebíveis capturados no denominador.

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Capítulo 1 - Introdução

Paul W. Farris, Neil T. Bendle, Phillip E. Pfeifer, David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 1

Introdução

Nos últimos anos, o marketing baseado em dados estendeu-se pelo mundo empresarial. A partir dele, a capacidade de medir o desempenho e de prestar contas tornaram-se as chaves para o sucesso de marketing. No entanto, poucos administradores dão atenção à variedade de métricas por meio das quais eles podem avaliar as estratégias e dinâmicas de marketing. Menos ainda compreendem os prós, os contras e as nuanças de cada uma.

Neste ambiente, percebemos que os profissionais de marketing, gerentes gerais e estudantes de administração precisam de uma referência abrangente e prática sobre as métricas utilizadas para avaliar programas de marketing e quantificar seus resultados. Neste livro, procuramos proporcionar essa referência. Desejamos aos nossos leitores muito sucesso com ele.

1.1

O que é uma métrica?

Uma métrica é um sistema de mensuração que quantifica uma tendência, uma dinâmica ou uma característica.1 Em virtualmente todas as disciplinas, os praticantes usam métricas para explicar fenômenos, diagnosticar causas, compartilhar descobertas e projetar os resultados de eventos futuros. No mundo da ciência, dos negócios e do governo, as métricas estimulam o rigor e a objetividade. Elas tornam possível comparar observações entre regiões e períodos de tempo, além de facilitar a compreensão e a colaboração.

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Naresh K Malhotra (29)
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1. Caso com Dados Reais

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SPSS Data File

Caso 1.1

SAS Data File

Caso com Dados Reais

Dell Direct

Dell Inc. é a empresa número 1 no mundo em venda direta de computadores e compete com a Hewlett-Packard neste segmento. A

Dell oferece servidores de rede, estações de trabalho, sistemas de armazenamento e interconexões Ethernet para empresas, além de uma completa linha de PCs – desktops e notebooks – para consumidores domésticos. Também vende computadores de mão e comercializa software e periféricos de terceiros. A unidade de serviços da

Dell em franco crescimento, oferece integração, suporte e treinamento de sistemas.

Michael Dell, o extravagante fundador e presidente da Dell, começou na Universidade do Texas como aluno de medicina, mas encontrou tempo para estabelecer um negócio de vendas de chips de memória de acesso aleatório (RAM) e unidades de disco para os PCs da IBM. Dell comprou produtos a preço de revendedores da IBM, que naquela época tinham que encomendar grandes cotas mensais de PCs da IBM. Dell então revendeu seu estoque por meio de jornais e revistas especializados em computação, com um preço de 10 a 15% mais baixo que o preço de varejo. Em abril de

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2. Casos abrangentes para reflexão crítica

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Caso 2.1

Casos abrangentes para reflexão crítica

American Idol: um grande sucesso para pesquisa de marketing?

“Este pode ser um desafio maior do que nós havíamos pensado,”

Melissa Marcello disse à sua sócia, Julie Litzenberger. Após acenar com a cabeça, concordando, Litzenberger colocou sua xícara de café sobre a mesa na cafeteria Starbucks em Vienna, Virgínia, perto da sede de sua empresa.

Tanto Marcello quanto Litzenberger estavam adiantadas na carreira de pesquisadoras no inverno de 2008 quando se encontraram na Starbucks. Marcello era CEO da agência de pesquisa Pursuant, Inc. (www.pursuantresearch.com), e Litzenberger dirigia a divisão de relações públicas na agência de comunicações e marketing

Sage Communications (www.sagecommunications.com), ambas baseadas na área de Washington, D.C.

Litzenberger deu a última mordida em seu bolinho de canela antes de tomar seu café com leite. Ela acenou novamente com a cabeça para Marcello do outro lado da mesa de dois lugares antes de responder. “Os estudos de pesquisa mais bem-sucedidos são aqueles em que a empresa de pesquisa usa métodos científicos e confiáveis, faz as perguntas corretas e fornece à empresa cliente as informações necessárias para reduzir suficientemente o risco na tomada de decisão”, disse Litzenberger. “Resumindo, a pesquisa de marketing eficaz é a que melhora a tomada de decisão”.

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3. Casos de análise de dados com dados reais

Naresh K. Malhotra Grupo A PDF Criptografado

SPSS Arquivo de Dados

Caso 3.1

SAS Arquivo de Dados

Casos de análise de dados com dados reais

AT&T Wireless

O mercado de provedores sem fio nos Estados Unidos é extremamente competitivo. O mercado sem fio para indivíduos e/ou famílias (mercado não corporativo) é o segmento mais acirrado. Nele, há alguns grandes provedores de serviços sem fio (operadoras), quatro dos quais têm uma considerável participação de mercado.

Tem havido uma certa consolidação. Embora essas aquisições tenham mudado a dinâmica do mercado, ainda há muitos atores. Um oligopólio em geral tem de três a quatro atores, e tais mercados são estáveis em termos de crescimento, inovação técnica e políticas de precificação. Parece que o mercado de operadoras de serviços sem fio precisará de mais alguns anos para se tornar um oligopólio.

Além disso, o ritmo das inovações nas tecnologias sem fio é impressionante. Uma inovação técnica promissora de uma das grandes empresas tem o potencial de modificar a dinâmica do setor.

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4. Casos abrangentes com dados reais

Naresh K. Malhotra Grupo A PDF Criptografado

SPSS Arquivo de Dados

Caso 4.1

SAS Arquivo de Dados

Casos abrangentes com dados reais

JPMorgan Chase: Buscando o crescimento por meio de fusões e aquisições

• Em 1998, Banc One Corp. fundiu-se com o First Chicago

NBD, adotando o nome de Bank One Corp. Fundindo-se posteriormente com o Louisiana’s First Commerce Corp., o

Bank One se tornou a maior empresa de serviços financeiros do Meio-Oeste, a quarta maior dos Estados Unidos e a maior emissora de cartões de crédito Visa do mundo.

• Em 2000, a JPMorgan & Co. fundiu-se com a Chase Manhattan

Corp., na verdade reunindo quatro das maiores e mais antigas instituições bancárias centrais da cidade de Nova York (JPMorgan, Chase, Chemical, e Manufacturers Hanover) em uma empresa chamada JPMorgan Chase & Co.

• Em 2004, a JPMorgan Chase fundiu-se com o Bank One.

• Em 2008, a JPMorgan Chase adquiriu os depósitos do

Washington Mutual por US$1,9 bilhão após a maior falência bancária da história americana.

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5. Casos da Harvard Business School

Naresh K. Malhotra Grupo A PDF Criptografado

Caso 5.1

Casos da Harvard Business School

Caso 5.1: The Harvard Graduate Student Housing Survey (9-505059)

Caso 5.2: BizRate.Com (9-501-024)

Caso 5.3: Cola Wars Continue: Coke and Pepsi in the Twenty-Fisrt

Century (9-702-442)

Caso 5.4: TiVo in 2002 (9-502-062)

Caso 5.5: Compaq Computer: Intel Inside? (9-599-061)

Caso 5.6: The New Beetle (9-501-023)

Os casos de Harvard não estão impressos no livro, mas os alunos podem comprá-los diretamente na Harvard Business On-line em http://hbsp.harvard.edu/.

Os professores encontram perguntas e respostas para os casos da HBS no Manual do professor e no Centro de recursos para o professor no site deste livro.

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Modesto Farina Clotilde Perez Dorinho Bastos (5)
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Medium 9788521205463

Capítulo 1 - A natureza, o homem, a cor

Modesto Farina, Clotilde Perez, Dorinho Bastos Editora Blucher PDF Criptografado

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A natureza, o homem, a cor

Se nos perguntarem: “Que significam as palavras vermelho, azul, preto, branco? ”, podemos, bem entendido, mostrar imediatamente coisas que têm essas cores. Mas a nossa capacidade de explicar o significado dessas palavras não vai além disso.

Ludwig Wittgenstein

Bemerkungen über die Farben

1 — A IMERSÃO NAS CORES

Color, dizia o latino, na antiga Roma, para comunicar o que hoje nós chamamos “cor”; os franceses, couleur, os espanhóis, color, os italianos, colore — tudo para expressar uma sensação visual que nos oferece a natureza através dos raios de luz irradiados em nosso planeta. Tecnicamente a��������������������������� palavra “cor” é empregada para referir-se à sensação consciente de uma pessoa cuja retina se acha estimulada por energia radiante.

A cor é uma onda luminosa, um raio de luz branca que atravessa nos­sos olhos. É ainda uma produção de nosso cérebro, uma sensação visual, como se nós estivéssemos assistindo a uma gama de cores que se apresentasse aos nossos olhos, a todo instante, esculpida na natureza à nossa frente.

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Medium 9788521205463

Capítulo 2 - O processo visual

Modesto Farina, Clotilde Perez, Dorinho Bastos Editora Blucher PDF Criptografado

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o processo visual

Qual experiência que eu diferencio entre o vermelho e o verde?

Algo vermelho pode ser destruído, mas o verde não.

Na vida cotidiana estamos virtualmente rodeados por cores impuras, é mais notável ainda que tenhamos formado um conceito de cores puras.

Trato os conceitos de cor como os conceitos de sensações.

Ludwig Wittgenstein

1 — A LUZ — INTERMEDIÁRIA ENTRE A

NATUREZA E O HOMEM

A luz é mediação. Os objetos do mundo aguardam inertes e latentes a sua manifestação, que só será possível quando for levada por feixes luminosos até os nossos olhos.

A visão representa uma das preciosidades que o homem recebeu da natureza. É talvez o sentido que mais faz vibrar o ser humano e����������������������������������������������������������

��������������������������������������������������������� o faz gozar e desfrutar as coisas do mundo que o rodeia, sem deixar de pensar nelas.

Os olhos, através dos quais se processa a visão, constituem, portanto, os órgãos privilegiados de ligação entre o mundo interior do homem e o mundo exterior que o rodeia. Essa ligação somente se realiza quan­do há luz.

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Capítulo 3 - O fenômeno do cromatismo

Modesto Farina, Clotilde Perez, Dorinho Bastos Editora Blucher PDF Criptografado

parte

3

o fenômeno do cromatismo

Imagine-se alguém que apontasse para um lugar na íris de um olho de Rembrandt, dizendo: “As paredes do meu quarto deveriam ser pintadas com esta cor”.

Ludwig Wittgenstein

1 — O ESPECTRO DA RADIAÇÃO

ELETROMAGNÉTICA

Podemos entender como espectro eletromagnético o conjun­to de todas as ondas conhecidas, de acordo com sua longitude. Essas ondas se estendem por todo o universo.

Como já dissemos, a unidade usada para medir o comprimento de onda e dos raios visíveis é o nanômetro (nm)1. Ondas mais lon­ gas, como as radiofônicas, são medidas em metros (m) ou até em quilômetros (km).

As radiações consistem em vários tipos de vibrações: ondas de rádio, infravermelhas, visíveis, ultravioleta, gama e cósmicas. Nesse grande espectro, cientistas confirmam a formação de cerca de dez milhões de cores que, teoricamente, invadem o campo visual humano. Entretanto, nossa retina registra apenas as sete cores do es­pectro solar e suas variações.

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Capítulo 4 - Cor: signo cultural e o psicólogo

Modesto Farina, Clotilde Perez, Dorinho Bastos Editora Blucher PDF Criptografado

parte

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cor: signo cultural e psicológico

O significado das cores:

A liberdade é azul? A fraternidade é vermelha? A paz é branca?

O signo estético arranha o impossível do real.

Lucia Santaella

1 — REALIDADE SENSORIAL

Esta parte da obra envolve um aprofundamento na Psicologia, porque desta não podemos nos afastar, mesmo quando procuramos escla­recer os vários processos de que se ocupa o fenômeno do cromatis­mo, mas também teremos em conta os estudos culturais.

Como vimos anteriormente, a cor é uma realidade sensorial

à qual não podemos fugir. Além de atuar sobre a emotividade humana, as cores produzem uma sensação de movimento, uma dinâmica envolvente e compulsiva. Vemos o amarelo transbordar de seus limites espaciais com uma tal força expansiva que parece invadir os es­paços circundantes; o vermelho, embora agressivo, equilibra-se so­bre si mesmo; o azul cria a sensação do vazio, de distância, de profundidade. Vimos, na primeira parte, como o espaço arquitetural pode ser modificado, tornando-se maior ou menor, mais baixo, mais alto, ou mais estreito, apenas pelo efeito da cor. Citamos, embora li­geiramente, diversos outros campos em que as propriedades das co­res são usadas para fins definidos.

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Capítulo 5 - A cor na comunicação

Modesto Farina, Clotilde Perez, Dorinho Bastos Editora Blucher PDF Criptografado

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5

a cor na comunicação

Eu ando pelo mundo prestando atenção

Em cores que eu não sei o nome

Cores de Almodóvar

Cores de Frida Kahlo, cores.

Esquadros, Adriana Calcanhotto

Figura 1

Mercado em Barcelona,

Espanha, abril de 2006.

Profusão cromática.

Foto: Bruno Pompeu

Marques Filho.

Após as considerações feitas até aqui, nas quais estudamos a

“natureza, o homem e a cor”, o “processo visual”, o “fenômeno do cromatismo” e a “cor como signo cultural e psicológico”, já podemos analisar como essas teorias e conceitos se comportam no cotidiano da comunicação mercadológica.

Porém, antes de abordarmos a cor como foco desta análise, vale lembrar como se deu a evolução da estética da comunicação que hoje conhecemos. Isso pode ser interessante, pois se temos a convicção de que a imagem passou a dominar a comunicação no final do século passado, podemos concluir que a cor passa a ter maior importância nesse processo.

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Kathryn Best (8)
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Capítulo 1 - Contexto do design

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Contexto do design

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Cultura de design e cultura empresarial

O design e as empresas têm suas próprias culturas: suas crenças, valores e pressupostos, evidenciados na forma como avaliam o sucesso e naquilo que consideram importante. Tal distinção por vezes pode provocar um “choque de culturas”. Para exercer maior influência nas indústrias criativas, compreender melhor os desafios e as oportunidades inerentes às diferentes culturas organizacionais constitui uma notável vantagem.

As indústrias criativas estão fundamentalmente interligadas. Os designers precisam conhecer os tradicionais processos e práticas comerciais e gerenciais das organizações, bem como a forma dependente como se relacionam e operam diferentes empreendimentos. Da mesma forma, as empresas precisam conhecer os processos e práticas de design específicos e interdiscilplinares, bem como seu potencial para fomentar mudanças.

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Capítulo 2 - Visão geral do design

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Visão geral do design

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O poder do design

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O design existe em uma ampla variedade de contextos ligados à sociedade, ao ambiente, à tecnologia, à política e à economia. Altamente influente quando utilizado nos serviços de marketing e branding, nos últimos tempos tem se imposto como um meio cativante e atraente de estimular a inovação em contextos de negócios os mais variados.

Embora existam alguns conceitos gerais, processos e habilidades comuns a todas as disciplinas de design, cada disciplina obviamente seguirá seu próprio processo específico e altamente refinado.

Design como catalisador

O design é tanto um substantivo (um resultado) quanto um verbo (uma atividade). O “resultado” de um projeto de design pode ser conferido nos produtos, serviços, interiores, edifícios e processos de software com os quais entramos em contato diariamente. A “atividade” de design consiste em um processo de resolução de problemas centrado no usuário. Quer como resultado, quer como atividade, o design precisa ser gerenciado de forma a garantir que os objetivos desejados sejam efetivamente alcançados.

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Capítulo 3 - Visão geral da gestão

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Visão geral da gestão

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Economia

A economia é uma ciência social ocupada em determinar como os limitados recursos do planeta podem ser melhor geridos a fim de suprir as necessidades ilimitadas da humanidade. Estuda os ciclos econômicos e as relações comerciais das nações e do mundo (as chamadas economias locais e global), tendo fundamental importância no processo de decisão das empresas em relação a seus negócios e finanças.

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Adam Smith, habitualmente citado como o pai da economia moderna, descrevia os interesses egoístas e o bem comum como forças propulsoras da economia: “O homem, ao perseguir seus próprios interesses econômicos, é guiado por uma espécie de mão invisível (da concorrência) a promover os interesses da sociedade”. A riqueza das nações (1776) identificava “a divisão do trabalho” (com estratos da população executando tarefas de discreta qualificação) como o caminho para aumentar “a riqueza das nações”.

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Capítulo 4 - Contabilidade e finanças

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Contabilidade e finanças

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A organização financeira

O mundo das finanças é um tanto obscuro para a maioria dos designers, mas participar de conversas e discussões sobre finanças e gestão eficiente do dinheiro é importante para garantir a sobrevivência de qualquer tipo de negócio.

Conhecer os fundamentos da gestão financeira, como é relatado o desempenho corporativo e até que ponto o design é valorizado na organização ajudará os designers a “compreender os números” e o modo como são utilizadas as informações financeiras nos processos decisórios.

Finanças e contabilidade

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As finanças constituem a força vital de qualquer empresa ou negócio, sem as quais as organizações pereceriam. Fundamentalmente, dizem respeito

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Capítulo 5 - Marketing e comunicação de marca

Kathryn Best Grupo A PDF Criptografado

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Marketing e comunicação de marca

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Usuários, clientes e mercados

Compreender usuários, clientes e mercados é importante para qualquer empresa que almeje construir e gerenciar relações com pessoas a fim de suprir uma necessidade, criar uma base de clientes sólida e gerar receita – e adquirir uma razão de ser.

Comportamento do consumidor

A área de comportamento do consumidor estuda o comportamento de indivíduos que adquirem, utilizam ou interagem com bens e serviços.

Assim como as emoções e crenças dos indivíduos conduzem seu comportamento e suas escolhas, também os indivíduos formam crenças e vínculos emocionais com as marcas que utilizam e consomem no seu dia a dia.

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