Toby Meadows (13)
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Medium 9788582600610

Capítulo 10 - Produção

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alvez a parte mais intimidante de se ter um marca

de moda própria seja o como e o onde fazer o produto.

Encontrar um fabricante que faça o produto com a qualidade e na quantidade que você precisa, e a um preço que permita que seu plano de negócios seja lucrativo, pode ser muito difícil. Este capítulo apresenta esse processo.

Opções de fabricação

Entender os detalhes técnicos do processo de fabricação* é muito importante, pois o coloca em uma posição melhor na hora de tomar a decisão mais adequada para o seu produto e para a cadeia de fornecimento como um todo.

Algumas opções de fabricação são:

Interna:

Comum entre as marcas iniciantes em que o designer tem conhecimento técnico em modelagem e pilotagem;

Permite a produção de quantidades muito pequenas;

Você pode controlar a qualidade de perto;

Pode ser problemática quando há produção de pedidos maiores;

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Capítulo 11 - Venda a coleção

Toby Meadows Grupo A PDF Criptografado

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A

venda envolve conversar com as pessoas e

construir relacionamentos duradouros e baseados na confiança. As pessoas compram de quem gostam – dependendo da sua estratégia de vendas, você só vai ter duas chances ao ano para se encontrar com os compradores, por isso é importante acertar de primeira. É importante também saber falar sobre o seu próprio produto de modo convincente. Este capítulo analisa todos os aspectos da venda de moda no atacado e no varejo, as possibilidades para acordos de licenciamento e todos os detalhes administrativos que compõem o processo de vendas.

Os períodos de vendas

Antes de decidir quando, exatamente, fazer as vendas da sua coleção, você deve estabelecer qual será a sua estratégia de vendas. Você vai vender no atacado, no varejo ou em ambos?

Períodos de vendas do atacado

Para a maioria das marcas de moda que vendem no atacado, o período de vendas é ditado pelas coleções de primavera/verão e outono/inverno, com dois períodos ao ano que duram de dois a quatro meses. É nesse período que os compradores das lojas estão com os orçamentos prontos para as novas coleções. Se você conseguir repor as suas mercadorias ao longo da temporada, possibilitando às lojas fazerem novos pedidos, terá mais períodos de vendas disponíveis. As datas para as coleções de roupas masculinas e femininas são um pouco diferentes – as masculinas normalmente são apresentadas antes.*

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Capítulo 12 - Divulgue sua mensagem

Toby Meadows Grupo A PDF Criptografado

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sua nova marca de moda deve transmitir uma

mensagem forte e identificável com a qual compradores, imprensa e consumidores possam se identificar. Você quer ser visto como uma marca jovem, sofisticada, ousada, luxuosa, acessível, original, peculiar, bonita, sexy, descolada, conservadora, funcional ou exclusiva?

É por meio da promoção que você passa a mensagem da sua marca para o seu público-alvo. A promoção cobre uma ampla gama de atividades: vendas, publicidade, propaganda, eventos especiais e sites. Sua estratégia deve estar focada em fazer com que as pessoas comprem o seu produto, por isso essas atividades devem ser coordenadas corretamente. Se você vende no varejo, seu alvo é o consumidor final. Se vende no atacado, seu alvo é tanto o consumidor final quanto os varejistas.

Analise o comportamento de compra

Um bom entendimento do comportamento de compra permite divisar as atividades promocionais que vão influenciar o processo de compra.

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Capítulo 13 - Finanças

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Capítul

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A

parte financeira da criação de uma marca

muitas vezes é a área que a maioria dos aspirantes a empreendedor de moda deixa para enfrentar por último.

O melhor, no entanto, é resolver os aspectos financeiros do seu negócio logo no início. Como afirma Caroline Charles,

“Tente não separar o processo de design e de marketing da parte financeira – quanto mais cedo você abraçar todas elas como parte do processo criativo, maior será o seu sucesso e diversão.” Este capítulo aborda os passos necessários para fazer com que o seu negócio decole e se eleve para um nível sustentável. Isso inclui os custos do espaço do ateliê, da fabricação, do marketing, dos equipamentos de escritório e das eventualidades.

Projete os seus custos de abertura

Traje formal da Pose London

Projetar os custos de abertura do negócio costuma ser um pouco complicado para as marcas de moda iniciantes. A tabela abaixo mostra as principais despesas iniciais e fixas normalmente enfrentadas. Pesquisando as áreas indicadas, você deve conseguir chegar a uma boa estimativa para cada uma delas. Inclua uma expectativa de salário razoável para você, mesmo que no início você não consiga obter um salário. Com apenas um cofrinho limitado de dinheiro disponível no início, você deve priorizar as suas despesas.

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Capítulo 1 - Introdução à indústria da moda

Toby Meadows Grupo A PDF Criptografado

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ara que o seu produto e o seu negócio deem certo,

é fundamental entender a indústria da moda e o espaço em que a sua marca vai se posicionar. Você vai precisar fazer muita pesquisa (veja o Capítulo 7) para saber onde há potencial para o seu produto e de que maneira compradores, jornalistas e clientes esperam que ele seja apresentado. Este capítulo introduz três dos principais segmentos de mercado – alta-costura, prêt-à-porter e mercado de massa – e fala brevemente do interesse cada vez maior pela moda ecologicamente correta. Também aborda as áreas do design de moda e a sazonalidade antes de tratar da importância da cadeia de fornecimento.

Segmentos de mercado

Desde o início, é preciso estabelecer como posicionar a sua marca, pois muitas das decisões de gestão serão ditadas pelas expectativas dos clientes, e moldarão a estratégia de negócios. Os três principais segmentos de mercado de moda, que são a alta-costura, o prêt-à-porter e o mercado de massa, juntamente com os vários subníveis dos dois últimos, oferecem uma imensa variedade de produtos e preços.

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Scott Lesley (8)
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Medium 9788520435649

A lingerie desde a antiguidade até o século XIX

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

A lingerie desde a antiguidade até o século XIX

Imagens da antiguidade mostram as mulheres vestindo roupas semelhantes à lingerie. A estatueta da deusa minoica das serpentes veste com orgulho uma roupa que parece um espartilho, enquanto as “Garotas de biquíni” da Roma antiga usam roupas desconfortavelmente apertadas com o propósito evidente de sustentar os seios. Na era medieval, as roupas íntimas costumavam esconder e achatar o corpo, em vez de realçá-lo. Os espartilhos que serviam para sustentar e reduzir medidas atingiram extremos na corte francesa de Catarina de Médici, no século XVI, época em que se considerava ideal uma cintura de 33 cm. No mesmo período, as saias foram ampliadas para dar ênfase ao pequeno tamanho da cintura; no final do século XVIII, uma série de roupas íntimas complexas era necessária para sustentar as saias da moda.

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A estatueta da deusa minoica das serpentes, 1600 a.C., veste uma espécie de espartilho

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A lingerie desde os anos 1960 até os dias de hoje

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

A lingerie desde os anos

1960 até os dias de hoje

Enquanto na década de 1950 era inadmissível que uma mulher decente saísse de casa sem um sutiã de firme sustentação – possivelmente um bustiê – e uma cinta para controlar e achatar a barriga, nos anos 1960 houve uma mudança radical em relação ao uso da roupa íntima. O corpo da moda era mais infantil, com modelos que quase não tinham seios, tais como Twiggy, ao passo que o surgimento do movimento feminista significava que muitas mulheres não estavam mais dispostas a se achatar em nome da moda.

Mais tarde, ainda que os avanços na tecnologia de tecidos e desenhos tenham conduzido a uma nova gama de roupas

íntimas modeladoras confortáveis, outras mulheres optavam por dietas e exercícios aeróbicos para tonificar o corpo, o que tornava as vestimentas de contenção em parte redundantes.

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Cena do filme Boneca de carne

(1956) de Elia Kazan

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A lingerie na cultura popular: cinema, música e dança

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

A lingerie na cultura popular: cinema,música e dança

O poder dos filmes de transformar um visual em uma tendência mundial data dos anos 1920 e 1930, e o desenvolvimento da máquina de Hollywood se aplica tanto à lingerie quanto

à roupa de cima. Os filmes também usaram a lingerie para representar as mulheres como uma vasta gama de arquétipos, da pureza virginal a deusas vulgares do sexo e de vítimas a predadoras. Dançarinas e artistas da música usaram o simbolismo da lingerie para criar uma série de personalidades no palco, bem como para fazer protestos em relação à sociedade,

à cultura e à política. A mais recente, e uma das mais poderosas, representante dessa tendência é a polêmica Lady Gaga.

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Lingerie: da antiguidade à cultura pop

A lingerie e a mulher ultramoderna

A forma como Madonna, definitivamente uma Material Girl, não apenas fez uso da sua sexualidade, mas também a exibiu para ganhar importante fama e fortuna, desafiou as noções feministas sobre o que poderia – e deveria

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Medium 9788520435649

A lingerie nas artes gráficas e na cultura pop

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

A lingerie nas artes gráficas e na cultura pop

Bem justa no corpo, a lingerie tem o poder de provocar fantasias melhor do que qualquer outra peça do vestuário.

Super-heroínas como a Mulher-Maravilha usam trajes que não são muito diferentes das roupas íntimas exóticas usadas orgulhosamente por heróis da ficção científica e, em tempos mais recentes, por habitantes de um mundo virtual – os avatares. Modelos vestindo lingeries têm sido uma inspiração para fotógrafos como Helmut Newton e

Guy Bourdin, cujas representações muitas vezes acabam declinando para o voyeurismo. Na cultura popular, o encanto associado à habilidade da lingerie em transformar um corpo fez ressurgir recentemente o interesse pelos corpetes e pela técnica de redução de medidas.

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Milla Jovovich em figurino desenhado por Jean Paul

Gaultier

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A lingerie nAs Artes gráficAs e nA culturA pop

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A lingerie no século XIX

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

A lingerie no século XIX

A Revolução Francesa de 1789 sinalizou uma grande mudança política e social. Saias amplas, corpetes exagerados, anáguas e paniers complexos foram jogados fora com o antigo regime, e estilos românticos mais simples com cinturas largas foram adotados, exigindo o mínimo de roupas íntimas.

Porém, em meados da década de 1820, o tamanho da cintura diminuiu novamente, e o espartilho, que depois passou a se chamar corset, entrou de novo na moda, dessa vez criando uma forma mais parecida com a “ampulheta”.

O século XIX presenciou uma série de avanços tecnológicos no desenho dos corpetes, incluindo uma renda elástica, bem como elaborações complicadas, como as crinolinas e anquinhas, desenvolvidas para dar suporte às elegantes saias da época.

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Neste retrato da Madame Récamier do início do século XIX, de François

Gérard, as roupas eram minimalistas

Vestidos delicados e esvoaçantes, com um evidente toque do século XIX

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Philip R Cateora Marcy C Gilly John L Graham (20)
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Capítulo 10 - Europa, África e Oriente Médio

Philip R. Cateora; Marcy C. Gilly; John L. Graham Grupo A PDF Criptografado

10

Capítulo

Europa, África e Oriente Médio

SUMÁRIO

objetivos de aprendizagem

■■ Perspectiva global

OA1

Motivos por trás da união econômica

Será que o livre­‑comércio consegue levar paz ao Oriente Médio?

OA2

Padrões de cooperação internacional

OA3

Evolução da União Europeia

OA4

Padrões evolutivos do comércio à medida que a

Europa Oriental e os ex­‑países soviéticos adotam os sistemas de livre­‑mercado

OA5

Implicações estratégicas para o marketing na região

OA6

Tamanho e natureza das oportunidades de marketing na região

■■ La raison d’être

■■

■■

■■

■■

Fatores econômicos

Fatores políticos

Proximidade geográfica e de fuso horário

Fatores culturais

■■ Padrões de cooperação multinacional

■■ Mercados globais e grupos de mercado multinacional

■■ Europa

■■

■■

■■

■■

Integração europeia

União Europeia

Europa Oriental e Países Bálticos

Comunidade dos Estados Independentes

■■ África

■■ Oriente Médio

■■ Implicações para a integração de mercado

■■ Implicações estratégicas

■■ Indicadores de mercado

■■ Implicações para o marketing mix

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Capítulo 11 - Região da Ásia-Pacífico

Philip R. Cateora; Marcy C. Gilly; John L. Graham Grupo A PDF Criptografado

11

Capítulo

Região da

Ásia­‑Pacífico

SUMÁRIO

objetivos de aprendizagem

■■ Perspectiva global

OA1

Crescimento dinâmico na região

Walmart, Tide e vinho com três cobras

OA2

Importância e crescimento lento do Japão

■■ Crescimento dinâmico na região da Ásia­‑Pacífico

OA3

Importância dos mercados da base da pirâmide

OA4

Diversidade de uma ponta a outra da região

OA5

Inter­‑relações entre os países na região

OA6

Diversidade na China

■■

■■

■■

■■

■■

Grande China

Japão

Índia

Quatro “Tigres Asiáticos”

Vietnã

■■ Mercados da base da pirâmide (MBPs)

■■ Indicadores de mercado

■■ Associações comerciais da região da Ásia­‑Pacífico

■■ Associação das Nações do Sudeste Asiático (Ansa) e Ansa + 3

■■ Cooperação Econômica da Ásia­‑Pacífico (Apec)

■■ Enfoque sobre a diversidade na China

■■

■■

■■

■■

■■

■■

Nordeste da China: área industrial central de longa data

Pequim­‑Tianjin

Xangai e Delta do Rio Yang­‑Tsé

Delta do Rio das Pérolas

O outro bilhão

Diferenças no estilo de negociação comercial na

Grande China

■■ Oportunidades de marketing na Grande China

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Capítulo 12 - Gestão de marketing global: planejamento e organização

Philip R. Cateora; Marcy C. Gilly; John L. Graham Grupo A PDF Criptografado

12

Capítulo

Gestão de marketing global planejamento e organização

sumário

objetivos de aprendizagem

■■ Perspectiva global

OA1

Em que sentido a gestão de marketing global difere da gestão de marketing internacional

OA2

Necessidade de planejar para alcançar os objetivos da empresa

OA3

Fatores fundamentais para cada opção de estratégia de entrada no mercado

OA4

Importância crescente das alianças estratégicas internacionais

Os britânicos vendem outra preciosidade

■■ Gestão de marketing global

■■ Estilo Nestlé: evolução, não revolução

■■ Benefícios do marketing global

■■ Planejamento para mercados globais

■■ Objetivos e recursos da empresa

■■ Comprometimento internacional

■■ Processo de planejamento

■■ Opções de estratégia de entrada no mercado

■■

■■

■■

■■

Exportação

Acordos contratuais

Alianças estratégicas internacionais

Investimento direto no exterior

■■ Organização da concorrência global

■■ Centro de decisões

■■ Organizações centralizadas versus descentralizadas

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Capítulo 13 - Produtos e serviços de consumo

Philip R. Cateora; Marcy C. Gilly; John L. Graham Grupo A PDF Criptografado

13

Capítulo

Produtos e serviços de consumo

Sumário

objetivos de aprendizagem

■■ Perspectiva global

OA1

Importância de oferecer produtos adequados para o mercado pretendido

OA2

Importância da qualidade e como ela é definida

OA3

Exigências físicas, legais e culturais de adaptação dos produtos

OA4

Necessidade de visualizar todos os atributos de um produto para superar a resistência à aceitação

OA5

Efeitos do país de origem sobre a imagem de um produto

Disney tenta a sorte novamente

■■ Qualidade

■■

■■

■■

■■

Definição de qualidade

Manutenção da qualidade

Exigências físicas ou legais e adaptação

Marketing verde e desenvolvimento de produtos

■■ Produtos e cultura

■■ Produtos inovadores e adaptação

■■ Difusão de inovações

■■ Produção de inovações

■■ Análise dos componentes do produto para adaptação

■■ Componente essencial

■■ Componente de embalagem

■■ Componente de serviços de suporte

■■ Marketing global de serviços de consumo

■■ Oportunidades de serviços nos mercados globais

■■ Barreiras à entrada de serviços de consumo em mercados globais

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Capítulo 14 - Produtos e serviços empresariais

Philip R. Cateora; Marcy C. Gilly; John L. Graham Grupo A PDF Criptografado

14

Capítulo

Produtos e serviços empresariais

sumário

objetivos de aprendizagem

■■ Perspectiva global

OA1

Importância da demanda derivada nos mercados industriais

OA2

Como a demanda é afetada pelo nível tecnológico

OA3

Características de um produto industrial

OA4

Importância da certificação ISO 9000

OA5

Crescimento dos serviços empresariais e as nuanças do seu marketing

OA6

Importância das feiras comerciais na promoção de produtos industriais

OA7

Importância do marketing de relacionamento para os produtos e serviços industriais

Intel, o boom e o inescapável fracasso

■■ Demanda nos mercados globais de business to business

■■ Instabilidade da demanda industrial

■■ Estágios de desenvolvimento econômico

■■ Tecnologia e demanda de mercado

■■ Qualidade e normas globais

■■ Qualidade é definida pelo comprador

■■ Certificação ISO 9000: norma de qualidade internacional

■■ Serviços empresariais

■■ Serviços pós­‑venda

■■ Outros serviços empresariais

■■ Feiras comerciais: parte crucial do marketing business to business

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Paul W Farris Neil T Bendle Phillip E Pfeifer David J Reibstein (13)
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Medium 9788540701403

Apêndice

Paul W. Farris; Neil T. Bendle; Phillip E. Pfeifer; David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Apêndice

Levantamento do uso de métricas pelos gestores

Cargo____________________________ Setor_________________________

Q1.O que descreve melhor o que a sua empresa vende?

Produtos

Serviços

Mix relativamente equilibrado de produtos e serviços

Outros

Q2. O relacionamento de compras com os clientes pode ser mais bem definido como:

ⵧ Contratual, por período determinado, que os clientes podem renovar

(por exemplo, revistas)

ⵧ Contratual, por um período indefinido, que os clientes podem cancelar

(por exemplo, jornais)

ⵧ Compras frequentes (por exemplo, bens de consumo, refeições em restaurantes)

ⵧ Compra não frequente com pouco/nenhum serviço/reparo/material

(por exemplo, câmeras digitais)

ⵧ Compra não frequente com relacionamento de serviço/reparo/material

(por exemplo, automóveis, impressoras)

Q3. Seus clientes são mais bem definidos como:

ⵧ Consumidores (por exemplo, cereal matinal)

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Medium 9788540701403

Capítulo 10 - Marketing e finanças

Paul W. Farris; Neil T. Bendle; Phillip E. Pfeifer; David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 10

Marketing e finanças

Métricas abordadas neste capítulo:

Lucro líquido e retorno sobre vendas (RSV)

Métricas de projeto: retorno, VPL, TIR

Retorno sobre investimento (RSI)

Retorno sobre investimento em marketing

Lucro econômico (EVA)

À medida que os profissionais de marketing avançam em suas carreiras, torna-se cada vez mais necessário coordenar seus planos com outras áreas funcionais.

Previsões de vendas, orçamentos e estimativas de retornos sobre iniciativas de marketing propostas são quase sempre um foco de discussões entre as áreas de marketing e finanças. Para os profissionais de marketing com pouca exposição a métricas básicas de finanças, um bom ponto de partida é obter uma maior compreensão de “taxa de retorno”. “Retorno” costuma estar associado com lucro, ou pelo menos com fluxo de caixa positivo. “Retorno” também implica que algo saiu

– saída de caixa. Quase todas as atividades empresariais exigem alguma saída de caixa. Mesmo o dinheiro de custo de vendas, que retorna apenas quando as contas são pagas. Neste capítulo, oferecemos um panorama de algumas das medidas de lucratividade e lucro mais comumente empregadas. A compreensão de como as métricas são construídas e usadas pela área de finanças para classificar vários projetos facilitará o desenvolvimento de planos de marketing que satisfaçam os critérios adequados.

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Medium 9788540701403

Capítulo 11 - O raio X das métricas de marketing

Paul W. Farris; Neil T. Bendle; Phillip E. Pfeifer; David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 11

O raio X das métricas de marketing

11.1

O raio X das métricas de marketing

Nosso objetivo neste capítulo é dar alguns exemplos de como as métricas de marketing podem incrementar e complementar as métricas financeiras tradicionais quando utilizadas para avaliar o desempenho da empresa e da marca. Em especial, as métricas de marketing podem servir como bons indicadores de problemas, de oportunidades e de um futuro desempenho financeiro. Assim como o aparelho de raio X (agora a ressonância magnética) destina-se a oferecer uma visão mais aprofundada de nosso corpo, as métricas de marketing podem mostrar problemas (e oportunidades) que, de outra forma, passariam despercebidos.

Invista onde suas métricas estão

A Tabela 11.1 mostra uma síntese de informações financeiras comuns para duas empresas hipotéticas, a Boom e a Cruise. Dados da declaração de renda de cinco anos oferecem a base para comparação das empresas em diversas dimensões.

Em que empresa você apostaria as economias de seu avô?

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Medium 9788540701403

Capítulo 12 - Sistema de métricas

Paul W. Farris; Neil T. Bendle; Phillip E. Pfeifer; David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 12

Sistema de métricas

Existem três tipos de economistas: os que sabem contar e os que não sabem.

— Anônimo

Modelando o desempenho da empresa

Para compreender melhor os fatores que contribuem para o sucesso da empresa, gestores e analistas costumam decompor o retorno sobre ativos (RSA) no produto de dois quocientes, cada um deles refletindo um aspecto diferente do negócio. Uma abordagem popular para esta decomposição é o Modelo da DuPont.

RSA =

Lucro Líquido

Vendas

Vendas

*

Ativos

O primeiro quociente neste modelo simplificado DuPont é chamado de margem de lucro ou retorno sobre vendas. Ele mede até que ponto cada dólar de vendas é lucrativo. A partir do momento em que criam produtos que os clientes valorizam, que reivindicam esse valor com uma precificação inteligente, reduzem custos ao prestar atenção a custos de produção e de canal e otimizam seus gastos em marketing, os profissionais de marketing podem aumentar o retorno sobre vendas. O segundo quociente no Modelo DuPont é conhecido como volume de ativos. Pode-se pensar no volume de ativos como a quantidade de dólares de vendas que cada dólar de ativos gera. Aqui o trabalho dos profissionais de marketing é ainda mais concentrado – na geração de dólares de vendas, mas voltado para gerenciar ativos como estoque e recebíveis capturados no denominador.

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Medium 9788540701403

Capítulo 1 - Introdução

Paul W. Farris; Neil T. Bendle; Phillip E. Pfeifer; David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 1

Introdução

Nos últimos anos, o marketing baseado em dados estendeu-se pelo mundo empresarial. A partir dele, a capacidade de medir o desempenho e de prestar contas tornaram-se as chaves para o sucesso de marketing. No entanto, poucos administradores dão atenção à variedade de métricas por meio das quais eles podem avaliar as estratégias e dinâmicas de marketing. Menos ainda compreendem os prós, os contras e as nuanças de cada uma.

Neste ambiente, percebemos que os profissionais de marketing, gerentes gerais e estudantes de administração precisam de uma referência abrangente e prática sobre as métricas utilizadas para avaliar programas de marketing e quantificar seus resultados. Neste livro, procuramos proporcionar essa referência. Desejamos aos nossos leitores muito sucesso com ele.

1.1

O que é uma métrica?

Uma métrica é um sistema de mensuração que quantifica uma tendência, uma dinâmica ou uma característica.1 Em virtualmente todas as disciplinas, os praticantes usam métricas para explicar fenômenos, diagnosticar causas, compartilhar descobertas e projetar os resultados de eventos futuros. No mundo da ciência, dos negócios e do governo, as métricas estimulam o rigor e a objetividade. Elas tornam possível comparar observações entre regiões e períodos de tempo, além de facilitar a compreensão e a colaboração.

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Marcelo Castilho Ericson Straub H Lio De Queiroz Paulo Biondan (5)
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Medium 9788582600955

Desenho: expressão de uma cultura

Marcelo Castilho; Ericson Straub; Hélio de Queiroz; Paulo Biondan Grupo A PDF Criptografado

Desenho: expressão de uma cultura

Ari Rocha

A imagem precedeu a palavra. O grafismo paleolítico

situações, ideias e fatos que compõem a realidade.

encontrado em cavernas é considerado a origem do

Essas referências simbólicas são somente uma repre-

desenho. Essa manifestação de arte rupestre surgiu

sentação do mundo real, uma interpretação que guar-

antes mesmo que o homem utilizasse palavras ou

da relação com aquilo que cada indivíduo consegue

produzisse inscrições e símbolos que pudessem ser

entender dos fatos que vivencia, de acordo com sua

efetivamente reconhecidos como uma linguagem

cultura e nível intelectual. É válido, portanto, conside-

verbal articulada, cujo significado fosse estruturado de

rar que a história possa contar somente a “versão dos

forma sistemática e compreendido, mesmo que por um

vencedores”, que muitas vezes não corresponde aos

grupo restrito.

fatos verdadeiramente acontecidos, pelo menos em toda a sua magnitude.

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Galeria

Marcelo Castilho; Ericson Straub; Hélio de Queiroz; Paulo Biondan Grupo A PDF Criptografado

Hélio de Queiroz

96

abc do Rendering Automotivo

Hélio de Queiroz

Galeria

97

Ericson Straub

Galeria

99

Marcelo Castilho

RENDERINGS E SKETCHES

Marcelo Castilho

RENDERINGS E SKETCHES

Galeria

101

Danilo Rodrigues

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM DO BRASIL

Eduardo Walendowsky

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM DO BRASIL

Galeria

103

Danilo Rodrigues

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM BRASIL DO BRASIL

Dennis Karassawa

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM BRASIL DO BRASIL

Pedro Guarinon

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM DO BRASIL

Pedro Guarinon

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM DO BRASIL

Galeria

105

Fiat Design Center LATAM

RENDERINGS E SKETCHES

Fiat Design Center LATAM

RENDERINGS E SKETCHES

Fiat Design Center LATAM

RENDERINGS E SKETCHES

Fiat Design Center LATAM

RENDERINGS E SKETCHES

Galeria

109

Fiat Design Center LATAM

RENDERINGS E SKETCHES

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Introdução

Marcelo Castilho; Ericson Straub; Hélio de Queiroz; Paulo Biondan Grupo A PDF Criptografado

Introdução

Quando resolvemos dar início ao planejamento deste

outros produtos “rodantes”, tais como caminhões, tra-

livro, tínhamos claro o que havia funcionado bem no

tores, ônibus e máquinas agrícolas.

primeiro livro da série abc do Rendering: trazer a nossa visão do rendering aplicado ao design de produto, em exercícios passo a passo combinados com uma visão analítica do trabalho de outros profissionais.

A evolução dos meios de representação do design automotivo busca a integração digital de todas as áreas de negócio das organizações. Nesse sentido, a realidade virtual vem sendo amplamente utilizada, visando

Neste segundo livro, tornamos a proposta mais abran-

a facilitar o compartilhamento de informações. Os

gente ao incluir trabalhos de estudantes selecionados

protótipos físicos são substituídos por modelos virtuais,

num concurso que envolveu universidades de todo o

e a integração via sistema corporativo tem possibilitado

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Medium 9788582600955

Passo a Passo

Marcelo Castilho; Ericson Straub; Hélio de Queiroz; Paulo Biondan Grupo A PDF Criptografado

O desenho à mão livre, feito com ccaneta esferográfica, utiliza persp pectiva em ponto de fuga com d distorções propositais na posição d dos eixos e na proporção das rod das. Note como o paralelepípedo

– forma básica de qualquer ônibus

– também sofre distorção: em vez d de linhas retas, são utilizados arcos.

A intenção, em ambos os casos,

é criar um desenho dinâmico e ssedutor.

O rendering inicia com a aplicação de marcadores nos contornos da

área envidraçada, nos arcos de roda e na sombra projetada do veículo sobre o piso. O efeito gráfico obtido depende da habilidade em utilizar os marcadores com velocidade, ao mesmo tempo em que se trabalha no contraste entre as espessuras de linhas.

O pastel seco define os grandes planos, por meio da simplificação da representação de sombra e luz. São utilizadas duas cores em dois pontos de luz. Esses pontos de luz são posicionados de maneira a realçar o contraste entre as superfícies lateral e dianteira. O pastel roxo preenche toda a lateral, com ênfase na área mais próxima da frente do veículo.

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Medium 9788582600955

Princípios e dicas

Marcelo Castilho; Ericson Straub; Hélio de Queiroz; Paulo Biondan Grupo A PDF Criptografado

Perspectiva e traços

No design automotivo, a perspectiva tem o importante

parte da representação. Eles são normalmente depura-

papel de criar um efeito de impacto na visualização. Ela

dos e recombinados em um processo de modelagem

determina a profundidade, o ângulo de visão e a dra-

mental e manual.

maticidade que se pretende demonstrar. Associada a outros elementos, como a luz e a sombra, a perspectiva

é determinante para o processo volumétrico.

O início da representação pode partir da construção de

sólidos geométricos ou, então, partindo de detalhes

sólidos geométricos em perspectiva. O paralelepípedo

como rodas, faróis ou vidros. O designer parte geral-

pode ser um importante gabarito para este passo. Para

mente de uma ideia preexistente da representação desejada. Os primeiros traços contêm uma síntese da volumetria principal e dos elementos que vão fazer

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Desenho a partir de um sólido

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