Toby Meadows (13)
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Capítulo 10 - Produção

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alvez a parte mais intimidante de se ter um marca

de moda própria seja o como e o onde fazer o produto.

Encontrar um fabricante que faça o produto com a qualidade e na quantidade que você precisa, e a um preço que permita que seu plano de negócios seja lucrativo, pode ser muito difícil. Este capítulo apresenta esse processo.

Opções de fabricação

Entender os detalhes técnicos do processo de fabricação* é muito importante, pois o coloca em uma posição melhor na hora de tomar a decisão mais adequada para o seu produto e para a cadeia de fornecimento como um todo.

Algumas opções de fabricação são:

Interna:

Comum entre as marcas iniciantes em que o designer tem conhecimento técnico em modelagem e pilotagem;

Permite a produção de quantidades muito pequenas;

Você pode controlar a qualidade de perto;

Pode ser problemática quando há produção de pedidos maiores;

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Capítulo 6 - Pau pra toda obra?

Toby Meadows Grupo A PDF Criptografado

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er o seu próprio chefe em uma empresa pequena

significa executar várias tarefas simultaneamente. Na indústria da moda, além de todas as tarefas do dia a dia, também há algumas funções especializadas, e você tem de estabelecer quantas delas consegue assumir e quantas precisa terceirizar. Se precisar contratar colaboradores, você deve se colocar a par da legislação e das modalidades de contratação e demissão. Este capítulo analisa as atividades envolvidas na cadeia de fornecimento.

A cadeia de fornecimento

O caminho que um produto de moda percorre, do seu conceito inicial ao guarda-roupa dos possíveis clientes, pode ser complicado, e envolve uma variedade de atividades. O processo como um todo é conhecido como cadeia de fornecimento (veja as páginas 18 e 19), e o modo como você o gerencia vai determinar o sucesso do seu negócio. Há quatro etapas principais na cadeia de fornecimento: pesquisa de mercado e tendências; desenvolvimento de design; produção; vendas e distribuição. São muitas as atividades envolvidas em cada uma dessas etapas, e dentro de uma empresa grande, as pessoas terão responsabilidades que se estenderão para bem mais de uma etapa. A tabela abaixo mostra as atividades mais comuns da cadeia de suprimentos e as etapas em que costumam ser executadas.

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Capítulo 12 - Divulgue sua mensagem

Toby Meadows Grupo A PDF Criptografado

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sua nova marca de moda deve transmitir uma

mensagem forte e identificável com a qual compradores, imprensa e consumidores possam se identificar. Você quer ser visto como uma marca jovem, sofisticada, ousada, luxuosa, acessível, original, peculiar, bonita, sexy, descolada, conservadora, funcional ou exclusiva?

É por meio da promoção que você passa a mensagem da sua marca para o seu público-alvo. A promoção cobre uma ampla gama de atividades: vendas, publicidade, propaganda, eventos especiais e sites. Sua estratégia deve estar focada em fazer com que as pessoas comprem o seu produto, por isso essas atividades devem ser coordenadas corretamente. Se você vende no varejo, seu alvo é o consumidor final. Se vende no atacado, seu alvo é tanto o consumidor final quanto os varejistas.

Analise o comportamento de compra

Um bom entendimento do comportamento de compra permite divisar as atividades promocionais que vão influenciar o processo de compra.

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Capítulo 1 - Introdução à indústria da moda

Toby Meadows Grupo A PDF Criptografado

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ara que o seu produto e o seu negócio deem certo,

é fundamental entender a indústria da moda e o espaço em que a sua marca vai se posicionar. Você vai precisar fazer muita pesquisa (veja o Capítulo 7) para saber onde há potencial para o seu produto e de que maneira compradores, jornalistas e clientes esperam que ele seja apresentado. Este capítulo introduz três dos principais segmentos de mercado – alta-costura, prêt-à-porter e mercado de massa – e fala brevemente do interesse cada vez maior pela moda ecologicamente correta. Também aborda as áreas do design de moda e a sazonalidade antes de tratar da importância da cadeia de fornecimento.

Segmentos de mercado

Desde o início, é preciso estabelecer como posicionar a sua marca, pois muitas das decisões de gestão serão ditadas pelas expectativas dos clientes, e moldarão a estratégia de negócios. Os três principais segmentos de mercado de moda, que são a alta-costura, o prêt-à-porter e o mercado de massa, juntamente com os vários subníveis dos dois últimos, oferecem uma imensa variedade de produtos e preços.

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Capítulo 13 - Finanças

Toby Meadows Grupo A PDF Criptografado

Capítul

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A

parte financeira da criação de uma marca

muitas vezes é a área que a maioria dos aspirantes a empreendedor de moda deixa para enfrentar por último.

O melhor, no entanto, é resolver os aspectos financeiros do seu negócio logo no início. Como afirma Caroline Charles,

“Tente não separar o processo de design e de marketing da parte financeira – quanto mais cedo você abraçar todas elas como parte do processo criativo, maior será o seu sucesso e diversão.” Este capítulo aborda os passos necessários para fazer com que o seu negócio decole e se eleve para um nível sustentável. Isso inclui os custos do espaço do ateliê, da fabricação, do marketing, dos equipamentos de escritório e das eventualidades.

Projete os seus custos de abertura

Traje formal da Pose London

Projetar os custos de abertura do negócio costuma ser um pouco complicado para as marcas de moda iniciantes. A tabela abaixo mostra as principais despesas iniciais e fixas normalmente enfrentadas. Pesquisando as áreas indicadas, você deve conseguir chegar a uma boa estimativa para cada uma delas. Inclua uma expectativa de salário razoável para você, mesmo que no início você não consiga obter um salário. Com apenas um cofrinho limitado de dinheiro disponível no início, você deve priorizar as suas despesas.

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Scott Lesley (8)
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Medium 9788520435649

A lingerie na cultura popular: cinema, música e dança

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

A lingerie na cultura popular: cinema,música e dança

O poder dos filmes de transformar um visual em uma tendência mundial data dos anos 1920 e 1930, e o desenvolvimento da máquina de Hollywood se aplica tanto à lingerie quanto

à roupa de cima. Os filmes também usaram a lingerie para representar as mulheres como uma vasta gama de arquétipos, da pureza virginal a deusas vulgares do sexo e de vítimas a predadoras. Dançarinas e artistas da música usaram o simbolismo da lingerie para criar uma série de personalidades no palco, bem como para fazer protestos em relação à sociedade,

à cultura e à política. A mais recente, e uma das mais poderosas, representante dessa tendência é a polêmica Lady Gaga.

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Lingerie: da antiguidade à cultura pop

A lingerie e a mulher ultramoderna

A forma como Madonna, definitivamente uma Material Girl, não apenas fez uso da sua sexualidade, mas também a exibiu para ganhar importante fama e fortuna, desafiou as noções feministas sobre o que poderia – e deveria

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A lingerie nas artes gráficas e na cultura pop

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

A lingerie nas artes gráficas e na cultura pop

Bem justa no corpo, a lingerie tem o poder de provocar fantasias melhor do que qualquer outra peça do vestuário.

Super-heroínas como a Mulher-Maravilha usam trajes que não são muito diferentes das roupas íntimas exóticas usadas orgulhosamente por heróis da ficção científica e, em tempos mais recentes, por habitantes de um mundo virtual – os avatares. Modelos vestindo lingeries têm sido uma inspiração para fotógrafos como Helmut Newton e

Guy Bourdin, cujas representações muitas vezes acabam declinando para o voyeurismo. Na cultura popular, o encanto associado à habilidade da lingerie em transformar um corpo fez ressurgir recentemente o interesse pelos corpetes e pela técnica de redução de medidas.

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Milla Jovovich em figurino desenhado por Jean Paul

Gaultier

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A lingerie nAs Artes gráficAs e nA culturA pop

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A lingerie desde os anos 1960 até os dias de hoje

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

A lingerie desde os anos

1960 até os dias de hoje

Enquanto na década de 1950 era inadmissível que uma mulher decente saísse de casa sem um sutiã de firme sustentação – possivelmente um bustiê – e uma cinta para controlar e achatar a barriga, nos anos 1960 houve uma mudança radical em relação ao uso da roupa íntima. O corpo da moda era mais infantil, com modelos que quase não tinham seios, tais como Twiggy, ao passo que o surgimento do movimento feminista significava que muitas mulheres não estavam mais dispostas a se achatar em nome da moda.

Mais tarde, ainda que os avanços na tecnologia de tecidos e desenhos tenham conduzido a uma nova gama de roupas

íntimas modeladoras confortáveis, outras mulheres optavam por dietas e exercícios aeróbicos para tonificar o corpo, o que tornava as vestimentas de contenção em parte redundantes.

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Cena do filme Boneca de carne

(1956) de Elia Kazan

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Roupa íntima para todos os momentos: a lingerie no século XXI

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

Roupa íntima para todos os momentos: a lingerie no século XXI

Por algum tempo pareceu que as lingeries absolutamente deslumbrantes eram reservadas apenas para ocasiões especiais e para o budoar. Mas, nos últimos 15 anos, houve uma explosão de disponibilidade de lingeries encantadoras, a todos os tipos de preço. Em lojas de departamento, redes de lojas e até mesmo em grandes promoções localizadas nos fundos de mercados, as mulheres podem encontrar lingeries atraentes com suporte e caimento melhores do que em qualquer outra época. Não há mais desculpas para usar aquele sutiã sem graça ou aquelas calçolas largas, quando você pode comprar algo bonito e apropriado por menos de

20 reais. E, como o tamanho dos seios das mulheres tem aumentado, os fabricantes também estão seguindo essa tendência, produzindo sutiãs para praticamente todo tipo de corpo.

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Sutiã de cetim retrô

Lingeries bonitas a preços acessíveis

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A lingerie no século XIX

SCOTT, Lesley Editora Manole PDF Criptografado

A lingerie no século XIX

A Revolução Francesa de 1789 sinalizou uma grande mudança política e social. Saias amplas, corpetes exagerados, anáguas e paniers complexos foram jogados fora com o antigo regime, e estilos românticos mais simples com cinturas largas foram adotados, exigindo o mínimo de roupas íntimas.

Porém, em meados da década de 1820, o tamanho da cintura diminuiu novamente, e o espartilho, que depois passou a se chamar corset, entrou de novo na moda, dessa vez criando uma forma mais parecida com a “ampulheta”.

O século XIX presenciou uma série de avanços tecnológicos no desenho dos corpetes, incluindo uma renda elástica, bem como elaborações complicadas, como as crinolinas e anquinhas, desenvolvidas para dar suporte às elegantes saias da época.

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Neste retrato da Madame Récamier do início do século XIX, de François

Gérard, as roupas eram minimalistas

Vestidos delicados e esvoaçantes, com um evidente toque do século XIX

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Philip R Cateora Marcy C Gilly John L Graham (20)
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Medium 9788580551457

Capítulo 2 - Ambiente do comércio internacional dinâmico

Philip R. Cateora; Marcy C. Gilly; John L. Graham Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

2

Ambiente do comércio internacional dinâmico

SUMÁRIO

objetivos de aprendizagem

■■ Perspectiva global

OA1

Barreiras comerciais: campo minado para o profissional de marketing internacional

Alicerce para o restabelecimento do comércio mundial após a Segunda Guerra Mundial

OA2

Importância dos números do balanço de pagamentos para a economia de um país

OA3

Efeitos do protecionismo sobre o comércio mundial

■■ Balanço de pagamentos

OA4

Vários tipos de barreiras ao comércio

■■ Protecionismo

OA5

Cláusulas da Lei Geral de Comércio e Competitividade

OA6

Importância do Gatt e da Organização Mundial do Comércio

OA7

Surgimento do Fundo Monetário Internacional e do Grupo Banco Mundial

■■ Do século XX ao XXI

■■ Comércio mundial e multinacionais americanas

■■ Após a primeira década do século XXI

■■ Proteção lógica e ilógica

■■ Barreiras comerciais

■■ Abrandamento das restrições comerciais

■■

■■

■■

■■

Lei Geral de Comércio e Competitividade

Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio

Organização Mundial do Comércio

Contornando o espírito do Gatt e da OMC

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Medium 9788580551457

Parte 5 - Implantação de estratégias de marketing globais

Philip R. Cateora; Marcy C. Gilly; John L. Graham Grupo A PDF Criptografado

19

Capítulo

Negociação com clientes, parceiros e agências regulatórias internacionais

sumário

objetivos de aprendizagem

■■ Perspectiva global

OA1

Problemas relacionados com os estereótipos culturais

OA2

Como a cultura influencia os comportamentos à mesa de negociações

OA3

Problemas comuns que ocorrem nas negociações empresariais internacionais

OA4

Semelhanças e diferenças nos comportamentos comunicacionais em vários países

OA5

De que forma as diferenças nos processos valorativos e de raciocínio afetam as negociações internacionais

OA6

Fatores essenciais na seleção de uma equipe de negociação

OA7

Como se preparar para negociações internacionais

OA8

Administração de todos os aspectos do processo de negociação

OA9

Importância da comunicação e dos procedimentos de acompanhamento

Aisatsu japonês

■■ Perigos dos estereótipos

■■ Impacto difuso da cultura sobre o comportamento nas negociações

■■ Diferenças no idioma e nos comportamentos não verbais

■■ Diferenças nos valores

■■ Diferenças nos processos de raciocínio e tomada de decisões

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Capítulo 14 - Produtos e serviços empresariais

Philip R. Cateora; Marcy C. Gilly; John L. Graham Grupo A PDF Criptografado

14

Capítulo

Produtos e serviços empresariais

sumário

objetivos de aprendizagem

■■ Perspectiva global

OA1

Importância da demanda derivada nos mercados industriais

OA2

Como a demanda é afetada pelo nível tecnológico

OA3

Características de um produto industrial

OA4

Importância da certificação ISO 9000

OA5

Crescimento dos serviços empresariais e as nuanças do seu marketing

OA6

Importância das feiras comerciais na promoção de produtos industriais

OA7

Importância do marketing de relacionamento para os produtos e serviços industriais

Intel, o boom e o inescapável fracasso

■■ Demanda nos mercados globais de business to business

■■ Instabilidade da demanda industrial

■■ Estágios de desenvolvimento econômico

■■ Tecnologia e demanda de mercado

■■ Qualidade e normas globais

■■ Qualidade é definida pelo comprador

■■ Certificação ISO 9000: norma de qualidade internacional

■■ Serviços empresariais

■■ Serviços pós­‑venda

■■ Outros serviços empresariais

■■ Feiras comerciais: parte crucial do marketing business to business

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Medium 9788580551457

Capítulo 8 - Desenvolvimento da visão global por meio da pesquisa de marketing

Philip R. Cateora; Marcy C. Gilly; John L. Graham Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

8

Desenvolvimento da visão global por meio da pesquisa de marketing

Sumário

■■ Problemas na análise e interpretação das informações da pesquisa

■■ Perspectiva global

■■ Responsabilidade pela condução da pesquisa de marketing

Japão: mercado­‑piloto mundial

■■ Amplitude e escopo da pesquisa de marketing internacional

■■ Processo de pesquisa

■■ Comunicação com os tomadores de decisões

■■ Apêndice: fontes de dados secundários

■■ Definição do problema e proposição dos objetivos de pesquisa

objetivos de aprendizagem

■■ Problemas de disponibilidade e utilização de dados secundários

OA1

Importância da definição do problema na pesquisa internacional

OA2

Problema de disponibilidade e utilização de dados secundários

OA3

Fontes de dados secundários

OA4

Métodos de pesquisa quantitativa e qualitativa

OA5

Amostragem multicultural e seus problemas nos países menos desenvolvidos

OA6

Utilização da pesquisa de marketing internacional

■■

■■

■■

■■

Disponibilidade de dados

Confiabilidade dos dados

Comparabilidade dos dados

Validação de dados secundários

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Medium 9788580551457

Capítulo 1 - Escopo e desafio do marketing internacional

Philip R. Cateora; Marcy C. Gilly; John L. Graham Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

1

Escopo e desafio do marketing internacional

Sumário

objetivos de aprendizagem

■■ Perspectiva global

OA1

Benefícios dos mercados internacionais

Comércio global desencadeia a paz

OA2

Face mutável dos negócios americanos

■■ Internacionalização dos negócios americanos

OA3

Escopo do desafio do marketing internacional

■■ Definição de marketing internacional

OA4

Importância do critério de autorreferência (CAR) no marketing internacional

OA5

Crescente importância da consciência global

OA6

Evolução do profissional de marketing que se torna global

■■ Desafio do marketing internacional

■■ Fatores de decisão de marketing

■■ Aspectos do ambiente doméstico

■■ Aspectos do ambiente estrangeiro

■■ Necessidades de adaptação ambiental

■■ Critério de autorreferência e etnocentrismo: principais obstáculos

■■ Desenvolvimento de uma consciência global

■■ Etapas de envolvimento com o marketing internacional

■■

■■

■■

■■

■■

Sem marketing exterior direto

Marketing exterior irregular

Marketing exterior regular

Marketing internacional

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Paul W Farris Neil T Bendle Phillip E Pfeifer David J Reibstein (13)
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Medium 9788540701403

Capítulo 10 - Marketing e finanças

Paul W. Farris; Neil T. Bendle; Phillip E. Pfeifer; David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 10

Marketing e finanças

Métricas abordadas neste capítulo:

Lucro líquido e retorno sobre vendas (RSV)

Métricas de projeto: retorno, VPL, TIR

Retorno sobre investimento (RSI)

Retorno sobre investimento em marketing

Lucro econômico (EVA)

À medida que os profissionais de marketing avançam em suas carreiras, torna-se cada vez mais necessário coordenar seus planos com outras áreas funcionais.

Previsões de vendas, orçamentos e estimativas de retornos sobre iniciativas de marketing propostas são quase sempre um foco de discussões entre as áreas de marketing e finanças. Para os profissionais de marketing com pouca exposição a métricas básicas de finanças, um bom ponto de partida é obter uma maior compreensão de “taxa de retorno”. “Retorno” costuma estar associado com lucro, ou pelo menos com fluxo de caixa positivo. “Retorno” também implica que algo saiu

– saída de caixa. Quase todas as atividades empresariais exigem alguma saída de caixa. Mesmo o dinheiro de custo de vendas, que retorna apenas quando as contas são pagas. Neste capítulo, oferecemos um panorama de algumas das medidas de lucratividade e lucro mais comumente empregadas. A compreensão de como as métricas são construídas e usadas pela área de finanças para classificar vários projetos facilitará o desenvolvimento de planos de marketing que satisfaçam os critérios adequados.

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Medium 9788540701403

Capítulo 2 - Participação em corações, mentes e mercados

Paul W. Farris; Neil T. Bendle; Phillip E. Pfeifer; David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 2

Participação em corações, mentes e mercados

Principais conceitos abordados neste capítulo:

Participação de mercado

Índice de intensidade relativa de consumo

Participação relativa de mercado

Consciência, atitudes e uso (CAU)

Concentração de mercado

Satisfação do cliente

Índice de desenvolvimento de marca (IDM)

Disposição para recomendar

Índice de desenvolvimento de categoria (IDC)

Net Promotor

Penetração

Disposição para procurar

Participação nos gastos

Enquanto a WalMart agressivamente inaugura mais lojas, continua a capturar uma participação cada vez maior nos gastos dos consumidores. Três de cada cinco consumidores compraram presentes na WalMart no último Natal.

Atualmente, os lares americanos compram, em média, 22% dos alimentos na

WalMart. Um quarto de todos os compradores indica que está gastando uma parcela maior de seu orçamento com vestuário na WalMart, em comparação com o que gastava há um ano. Estas descobertas da ShopperScape dão crédito à premissa da Retail Forward de que a Wal-Mart continuará a estender as fronteiras do que os consumidores permitirem que ela seja.1

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Medium 9788540701403

Capítulo 6 - Gerenciamento da equipe e do canal de vendas

Paul W. Farris; Neil T. Bendle; Phillip E. Pfeifer; David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 6

Gerenciamento da equipe e do canal de vendas

Métricas abordadas neste capítulo:

Metas da equipe de vendas

Exposição de embalagem e espaço na prateleira

Resultados da equipe de vendas

Níveis de ausência de estoque e de serviços

Remuneração da equipe de vendas

Rotatividades de estoque

Análise de funil

Remarcações

Distribuição numérica, distribuição VTP e distribuição VCP

Margem bruta de rotorno do investimento em estoques (MBRIE)

Abrangência da equipe de vendas

Rentabilidade direta do produto (RDP)

Este capítulo trata de marketing em níveis do canal. Descreve como os profissionais de marketing mensuram a adequação e a eficácia dos sistemas que dão aos clientes razões e oportunidades para comprar seus produtos.

As primeiras seções discutem métricas das equipes de vendas. Aqui, listamos e definimos as medidas mais comuns para a determinação da adequação do trabalho e da cobertura geográfica da equipe de vendas. Discutimos a análise de prospects em negociação, o que é útil para fazer previsões de vendas e para alocar o trabalho da equipe de vendas em diferentes estágios do processo. As métricas de prospects em negociação são usadas para examinar uma sequência de atividades de venda, desde sua geração, passando pelo acompanhamento, até chegar à conversão e às vendas. Embora a mais importante dessas métricas seja a porcentagem de iniciativas que realmente resultam em compras, outras medidas de atividade, produtividade, eficiência e custos podem ser úteis em cada estágio do processo de vendas.

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Capítulo 8 - Promoção

Paul W. Farris; Neil T. Bendle; Phillip E. Pfeifer; David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 8

Promoção

Métricas abordadas neste capítulo:

Vendas básicas, vendas incrementais e impulso promocional

Taxas de resgate para cupons/descontos

Porcentagem de vendas com desconto, porcentagem de tempo em promoção e porcentagem de vendas em promoção

Repasse e cascata de preços

As promoções de preços podem ser divididas em duas categorias amplas:

◆ Reduções temporárias de preços.

◆ Aspectos permanentes de sistemas de preços.1

Com essas duas categorias, as empresas buscam mudar o comportamento dos consumidores e dos clientes corporativos para aumentar as vendas e os lucros com o decorrer do tempo, apesar de o efeito de curto prazo de uma promoção sobre os lucros ser em geral negativo. Existem muitos caminhos para o crescimento das vendas e dos lucros e muitas razões potenciais para oferecer preços promocionais. O objetivo desses programas pode ser afetar o comportamento de usuários finais (consumidores), clientes intermediários (distribuidores ou varejistas), concorrentes ou mesmo da própria equipe de vendas de uma empresa. Apesar de a meta de uma promoção ser quase sempre aumentar as vendas, esses programas também podem afetar os custos.

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Capítulo 7 - Estratégia de preços

Paul W. Farris; Neil T. Bendle; Phillip E. Pfeifer; David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 7

Estratégia de preços

Principais conceitos abordados neste capítulo:

Preço premium

Preços ótimos, demanda linear e constante

Preço de reserva

Elasticidade de preços “própria”, “cruzada” e

“residual”

Porcentagem de bom preço

Elasticidade de preço da demanda

“O custo da... falta de sofisticação na formação de preços cresce diariamente.

Os clientes e concorrentes que operam globalmente num ambiente de marketing complexo estão transformando pensamentos banais sobre a formação de preços em uma séria ameaça ao bem-estar financeiro da empresa”.1

Uma avaliação completa das estratégias e táticas de formação de preços está muito além do escopo deste livro. No entanto, existem métricas e conceitos fundamentais para a análise das alternativas de preços e este capítulo vai abordá-los.

Primeiro, descrevemos vários dos métodos mais comuns para calcular variações para preço premium – também chamados de preços relativos.

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Marcelo Castilho Ericson Straub H Lio De Queiroz Paulo Biondan (5)
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Medium 9788582600955

Passo a Passo

Marcelo Castilho; Ericson Straub; Hélio de Queiroz; Paulo Biondan Grupo A PDF Criptografado

O desenho à mão livre, feito com ccaneta esferográfica, utiliza persp pectiva em ponto de fuga com d distorções propositais na posição d dos eixos e na proporção das rod das. Note como o paralelepípedo

– forma básica de qualquer ônibus

– também sofre distorção: em vez d de linhas retas, são utilizados arcos.

A intenção, em ambos os casos,

é criar um desenho dinâmico e ssedutor.

O rendering inicia com a aplicação de marcadores nos contornos da

área envidraçada, nos arcos de roda e na sombra projetada do veículo sobre o piso. O efeito gráfico obtido depende da habilidade em utilizar os marcadores com velocidade, ao mesmo tempo em que se trabalha no contraste entre as espessuras de linhas.

O pastel seco define os grandes planos, por meio da simplificação da representação de sombra e luz. São utilizadas duas cores em dois pontos de luz. Esses pontos de luz são posicionados de maneira a realçar o contraste entre as superfícies lateral e dianteira. O pastel roxo preenche toda a lateral, com ênfase na área mais próxima da frente do veículo.

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Galeria

Marcelo Castilho; Ericson Straub; Hélio de Queiroz; Paulo Biondan Grupo A PDF Criptografado

Hélio de Queiroz

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abc do Rendering Automotivo

Hélio de Queiroz

Galeria

97

Ericson Straub

Galeria

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Marcelo Castilho

RENDERINGS E SKETCHES

Marcelo Castilho

RENDERINGS E SKETCHES

Galeria

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Danilo Rodrigues

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM DO BRASIL

Eduardo Walendowsky

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM DO BRASIL

Galeria

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Danilo Rodrigues

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM BRASIL DO BRASIL

Dennis Karassawa

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM BRASIL DO BRASIL

Pedro Guarinon

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM DO BRASIL

Pedro Guarinon

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM DO BRASIL

Galeria

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Fiat Design Center LATAM

RENDERINGS E SKETCHES

Fiat Design Center LATAM

RENDERINGS E SKETCHES

Fiat Design Center LATAM

RENDERINGS E SKETCHES

Fiat Design Center LATAM

RENDERINGS E SKETCHES

Galeria

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Fiat Design Center LATAM

RENDERINGS E SKETCHES

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Desenho: expressão de uma cultura

Marcelo Castilho; Ericson Straub; Hélio de Queiroz; Paulo Biondan Grupo A PDF Criptografado

Desenho: expressão de uma cultura

Ari Rocha

A imagem precedeu a palavra. O grafismo paleolítico

situações, ideias e fatos que compõem a realidade.

encontrado em cavernas é considerado a origem do

Essas referências simbólicas são somente uma repre-

desenho. Essa manifestação de arte rupestre surgiu

sentação do mundo real, uma interpretação que guar-

antes mesmo que o homem utilizasse palavras ou

da relação com aquilo que cada indivíduo consegue

produzisse inscrições e símbolos que pudessem ser

entender dos fatos que vivencia, de acordo com sua

efetivamente reconhecidos como uma linguagem

cultura e nível intelectual. É válido, portanto, conside-

verbal articulada, cujo significado fosse estruturado de

rar que a história possa contar somente a “versão dos

forma sistemática e compreendido, mesmo que por um

vencedores”, que muitas vezes não corresponde aos

grupo restrito.

fatos verdadeiramente acontecidos, pelo menos em toda a sua magnitude.

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Princípios e dicas

Marcelo Castilho; Ericson Straub; Hélio de Queiroz; Paulo Biondan Grupo A PDF Criptografado

Perspectiva e traços

No design automotivo, a perspectiva tem o importante

parte da representação. Eles são normalmente depura-

papel de criar um efeito de impacto na visualização. Ela

dos e recombinados em um processo de modelagem

determina a profundidade, o ângulo de visão e a dra-

mental e manual.

maticidade que se pretende demonstrar. Associada a outros elementos, como a luz e a sombra, a perspectiva

é determinante para o processo volumétrico.

O início da representação pode partir da construção de

sólidos geométricos ou, então, partindo de detalhes

sólidos geométricos em perspectiva. O paralelepípedo

como rodas, faróis ou vidros. O designer parte geral-

pode ser um importante gabarito para este passo. Para

mente de uma ideia preexistente da representação desejada. Os primeiros traços contêm uma síntese da volumetria principal e dos elementos que vão fazer

26

Desenho a partir de um sólido

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Introdução

Marcelo Castilho; Ericson Straub; Hélio de Queiroz; Paulo Biondan Grupo A PDF Criptografado

Introdução

Quando resolvemos dar início ao planejamento deste

outros produtos “rodantes”, tais como caminhões, tra-

livro, tínhamos claro o que havia funcionado bem no

tores, ônibus e máquinas agrícolas.

primeiro livro da série abc do Rendering: trazer a nossa visão do rendering aplicado ao design de produto, em exercícios passo a passo combinados com uma visão analítica do trabalho de outros profissionais.

A evolução dos meios de representação do design automotivo busca a integração digital de todas as áreas de negócio das organizações. Nesse sentido, a realidade virtual vem sendo amplamente utilizada, visando

Neste segundo livro, tornamos a proposta mais abran-

a facilitar o compartilhamento de informações. Os

gente ao incluir trabalhos de estudantes selecionados

protótipos físicos são substituídos por modelos virtuais,

num concurso que envolveu universidades de todo o

e a integração via sistema corporativo tem possibilitado

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