Toby Meadows (13)
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Capítulo 6 - Pau pra toda obra?

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S

er o seu próprio chefe em uma empresa pequena

significa executar várias tarefas simultaneamente. Na indústria da moda, além de todas as tarefas do dia a dia, também há algumas funções especializadas, e você tem de estabelecer quantas delas consegue assumir e quantas precisa terceirizar. Se precisar contratar colaboradores, você deve se colocar a par da legislação e das modalidades de contratação e demissão. Este capítulo analisa as atividades envolvidas na cadeia de fornecimento.

A cadeia de fornecimento

O caminho que um produto de moda percorre, do seu conceito inicial ao guarda-roupa dos possíveis clientes, pode ser complicado, e envolve uma variedade de atividades. O processo como um todo é conhecido como cadeia de fornecimento (veja as páginas 18 e 19), e o modo como você o gerencia vai determinar o sucesso do seu negócio. Há quatro etapas principais na cadeia de fornecimento: pesquisa de mercado e tendências; desenvolvimento de design; produção; vendas e distribuição. São muitas as atividades envolvidas em cada uma dessas etapas, e dentro de uma empresa grande, as pessoas terão responsabilidades que se estenderão para bem mais de uma etapa. A tabela abaixo mostra as atividades mais comuns da cadeia de suprimentos e as etapas em que costumam ser executadas.

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Capítulo 10 - Produção

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alvez a parte mais intimidante de se ter um marca

de moda própria seja o como e o onde fazer o produto.

Encontrar um fabricante que faça o produto com a qualidade e na quantidade que você precisa, e a um preço que permita que seu plano de negócios seja lucrativo, pode ser muito difícil. Este capítulo apresenta esse processo.

Opções de fabricação

Entender os detalhes técnicos do processo de fabricação* é muito importante, pois o coloca em uma posição melhor na hora de tomar a decisão mais adequada para o seu produto e para a cadeia de fornecimento como um todo.

Algumas opções de fabricação são:

Interna:

Comum entre as marcas iniciantes em que o designer tem conhecimento técnico em modelagem e pilotagem;

Permite a produção de quantidades muito pequenas;

Você pode controlar a qualidade de perto;

Pode ser problemática quando há produção de pedidos maiores;

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Capítulo 1 - Introdução à indústria da moda

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ara que o seu produto e o seu negócio deem certo,

é fundamental entender a indústria da moda e o espaço em que a sua marca vai se posicionar. Você vai precisar fazer muita pesquisa (veja o Capítulo 7) para saber onde há potencial para o seu produto e de que maneira compradores, jornalistas e clientes esperam que ele seja apresentado. Este capítulo introduz três dos principais segmentos de mercado – alta-costura, prêt-à-porter e mercado de massa – e fala brevemente do interesse cada vez maior pela moda ecologicamente correta. Também aborda as áreas do design de moda e a sazonalidade antes de tratar da importância da cadeia de fornecimento.

Segmentos de mercado

Desde o início, é preciso estabelecer como posicionar a sua marca, pois muitas das decisões de gestão serão ditadas pelas expectativas dos clientes, e moldarão a estratégia de negócios. Os três principais segmentos de mercado de moda, que são a alta-costura, o prêt-à-porter e o mercado de massa, juntamente com os vários subníveis dos dois últimos, oferecem uma imensa variedade de produtos e preços.

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Capítulo 12 - Divulgue sua mensagem

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sua nova marca de moda deve transmitir uma

mensagem forte e identificável com a qual compradores, imprensa e consumidores possam se identificar. Você quer ser visto como uma marca jovem, sofisticada, ousada, luxuosa, acessível, original, peculiar, bonita, sexy, descolada, conservadora, funcional ou exclusiva?

É por meio da promoção que você passa a mensagem da sua marca para o seu público-alvo. A promoção cobre uma ampla gama de atividades: vendas, publicidade, propaganda, eventos especiais e sites. Sua estratégia deve estar focada em fazer com que as pessoas comprem o seu produto, por isso essas atividades devem ser coordenadas corretamente. Se você vende no varejo, seu alvo é o consumidor final. Se vende no atacado, seu alvo é tanto o consumidor final quanto os varejistas.

Analise o comportamento de compra

Um bom entendimento do comportamento de compra permite divisar as atividades promocionais que vão influenciar o processo de compra.

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Capítulo 2 - Seja o seu próprio chefe

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or que a ideia de sermos nosso próprio chefe é tão

atraente? Antes de começarmos a gastar dinheiro, como ter certeza de que estamos na melhor posição para superar os obstáculos que surgirão? Este capítulo examina algumas das principais vantagens de se ter um negócio próprio e os primeiros passos que se deve considerar empreender. As vantagens de estabelecer objetivos que ajudem a alcançar a meta final de ter uma marca de moda própria também são abordados.

Voo solo

Por que será que tantas pessoas têm o mesmo sonho de largar o emprego para abrir o seu próprio negócio?

1 Liberdade: Você é o chefe. Isso significa que é você quem faz as regras.

Você não precisa pedir permissão para tirar uns dias de folga e, mais importante, tem a liberdade de estabelecer as suas próprias metas.

2 Criatividade/visão: A oportunidade de desenvolver algo desde o esboço exatamente como você imagina e a possibilidade de deixar um legado duradouro.

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Paul W Farris Neil T Bendle Phillip E Pfeifer David J Reibstein (13)
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Capítulo 10 - Marketing e finanças

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Capítulo 10

Marketing e finanças

Métricas abordadas neste capítulo:

Lucro líquido e retorno sobre vendas (RSV)

Métricas de projeto: retorno, VPL, TIR

Retorno sobre investimento (RSI)

Retorno sobre investimento em marketing

Lucro econômico (EVA)

À medida que os profissionais de marketing avançam em suas carreiras, torna-se cada vez mais necessário coordenar seus planos com outras áreas funcionais.

Previsões de vendas, orçamentos e estimativas de retornos sobre iniciativas de marketing propostas são quase sempre um foco de discussões entre as áreas de marketing e finanças. Para os profissionais de marketing com pouca exposição a métricas básicas de finanças, um bom ponto de partida é obter uma maior compreensão de “taxa de retorno”. “Retorno” costuma estar associado com lucro, ou pelo menos com fluxo de caixa positivo. “Retorno” também implica que algo saiu

– saída de caixa. Quase todas as atividades empresariais exigem alguma saída de caixa. Mesmo o dinheiro de custo de vendas, que retorna apenas quando as contas são pagas. Neste capítulo, oferecemos um panorama de algumas das medidas de lucratividade e lucro mais comumente empregadas. A compreensão de como as métricas são construídas e usadas pela área de finanças para classificar vários projetos facilitará o desenvolvimento de planos de marketing que satisfaçam os critérios adequados.

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Capítulo 6 - Gerenciamento da equipe e do canal de vendas

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Capítulo 6

Gerenciamento da equipe e do canal de vendas

Métricas abordadas neste capítulo:

Metas da equipe de vendas

Exposição de embalagem e espaço na prateleira

Resultados da equipe de vendas

Níveis de ausência de estoque e de serviços

Remuneração da equipe de vendas

Rotatividades de estoque

Análise de funil

Remarcações

Distribuição numérica, distribuição VTP e distribuição VCP

Margem bruta de rotorno do investimento em estoques (MBRIE)

Abrangência da equipe de vendas

Rentabilidade direta do produto (RDP)

Este capítulo trata de marketing em níveis do canal. Descreve como os profissionais de marketing mensuram a adequação e a eficácia dos sistemas que dão aos clientes razões e oportunidades para comprar seus produtos.

As primeiras seções discutem métricas das equipes de vendas. Aqui, listamos e definimos as medidas mais comuns para a determinação da adequação do trabalho e da cobertura geográfica da equipe de vendas. Discutimos a análise de prospects em negociação, o que é útil para fazer previsões de vendas e para alocar o trabalho da equipe de vendas em diferentes estágios do processo. As métricas de prospects em negociação são usadas para examinar uma sequência de atividades de venda, desde sua geração, passando pelo acompanhamento, até chegar à conversão e às vendas. Embora a mais importante dessas métricas seja a porcentagem de iniciativas que realmente resultam em compras, outras medidas de atividade, produtividade, eficiência e custos podem ser úteis em cada estágio do processo de vendas.

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Capítulo 2 - Participação em corações, mentes e mercados

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Capítulo 2

Participação em corações, mentes e mercados

Principais conceitos abordados neste capítulo:

Participação de mercado

Índice de intensidade relativa de consumo

Participação relativa de mercado

Consciência, atitudes e uso (CAU)

Concentração de mercado

Satisfação do cliente

Índice de desenvolvimento de marca (IDM)

Disposição para recomendar

Índice de desenvolvimento de categoria (IDC)

Net Promotor

Penetração

Disposição para procurar

Participação nos gastos

Enquanto a WalMart agressivamente inaugura mais lojas, continua a capturar uma participação cada vez maior nos gastos dos consumidores. Três de cada cinco consumidores compraram presentes na WalMart no último Natal.

Atualmente, os lares americanos compram, em média, 22% dos alimentos na

WalMart. Um quarto de todos os compradores indica que está gastando uma parcela maior de seu orçamento com vestuário na WalMart, em comparação com o que gastava há um ano. Estas descobertas da ShopperScape dão crédito à premissa da Retail Forward de que a Wal-Mart continuará a estender as fronteiras do que os consumidores permitirem que ela seja.1

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Capítulo 12 - Sistema de métricas

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Capítulo 12

Sistema de métricas

Existem três tipos de economistas: os que sabem contar e os que não sabem.

— Anônimo

Modelando o desempenho da empresa

Para compreender melhor os fatores que contribuem para o sucesso da empresa, gestores e analistas costumam decompor o retorno sobre ativos (RSA) no produto de dois quocientes, cada um deles refletindo um aspecto diferente do negócio. Uma abordagem popular para esta decomposição é o Modelo da DuPont.

RSA =

Lucro Líquido

Vendas

Vendas

*

Ativos

O primeiro quociente neste modelo simplificado DuPont é chamado de margem de lucro ou retorno sobre vendas. Ele mede até que ponto cada dólar de vendas é lucrativo. A partir do momento em que criam produtos que os clientes valorizam, que reivindicam esse valor com uma precificação inteligente, reduzem custos ao prestar atenção a custos de produção e de canal e otimizam seus gastos em marketing, os profissionais de marketing podem aumentar o retorno sobre vendas. O segundo quociente no Modelo DuPont é conhecido como volume de ativos. Pode-se pensar no volume de ativos como a quantidade de dólares de vendas que cada dólar de ativos gera. Aqui o trabalho dos profissionais de marketing é ainda mais concentrado – na geração de dólares de vendas, mas voltado para gerenciar ativos como estoque e recebíveis capturados no denominador.

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Capítulo 8 - Promoção

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Capítulo 8

Promoção

Métricas abordadas neste capítulo:

Vendas básicas, vendas incrementais e impulso promocional

Taxas de resgate para cupons/descontos

Porcentagem de vendas com desconto, porcentagem de tempo em promoção e porcentagem de vendas em promoção

Repasse e cascata de preços

As promoções de preços podem ser divididas em duas categorias amplas:

◆ Reduções temporárias de preços.

◆ Aspectos permanentes de sistemas de preços.1

Com essas duas categorias, as empresas buscam mudar o comportamento dos consumidores e dos clientes corporativos para aumentar as vendas e os lucros com o decorrer do tempo, apesar de o efeito de curto prazo de uma promoção sobre os lucros ser em geral negativo. Existem muitos caminhos para o crescimento das vendas e dos lucros e muitas razões potenciais para oferecer preços promocionais. O objetivo desses programas pode ser afetar o comportamento de usuários finais (consumidores), clientes intermediários (distribuidores ou varejistas), concorrentes ou mesmo da própria equipe de vendas de uma empresa. Apesar de a meta de uma promoção ser quase sempre aumentar as vendas, esses programas também podem afetar os custos.

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Naresh K Malhotra (29)
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Capítulo 12 - Amostragem: Determinação do TamanhoInicial e Final da Amostra

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Capítulo

12

O tamanho da amostra é determinado não somente por cálculos estatísticos, mas também por considerações administrativas, incluindo tempo e custos.

Beverly Weiman, presidente e CEO,

Survey Sampling International

Objetivos

Após a leitura deste capítulo, o aluno conseguirá:

1. Definir conceitos-chave e símbolos pertinentes à amostragem.

2. Entender os conceitos de distribuição amostral, inferência estatística e erro padrão.

3. Discutir a abordagem estatística para determinar o tamanho da amostra com base na amostragem aleatória simples e na construção de intervalos de confiança.

4. Deduzir as fórmulas que determinam estatisticamente o tamanho da amostra para estimar médias e proporções.

5. Discutir os problemas decorrentes da não resposta em amostragem e os processos para melhorar os índices de resposta e fazer o ajuste correspondente à não resposta.

6. Entender a dificuldade de determinar estatisticamente o tamanho da amostra na pesquisa de marketing internacional.

7. Identificar os problemas éticos relacionados à determinação do tamanho da amostra, particularmente a estimativa da variância populacional.

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2. Casos abrangentes para reflexão crítica

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Caso 2.1

Casos abrangentes para reflexão crítica

American Idol: um grande sucesso para pesquisa de marketing?

“Este pode ser um desafio maior do que nós havíamos pensado,”

Melissa Marcello disse à sua sócia, Julie Litzenberger. Após acenar com a cabeça, concordando, Litzenberger colocou sua xícara de café sobre a mesa na cafeteria Starbucks em Vienna, Virgínia, perto da sede de sua empresa.

Tanto Marcello quanto Litzenberger estavam adiantadas na carreira de pesquisadoras no inverno de 2008 quando se encontraram na Starbucks. Marcello era CEO da agência de pesquisa Pursuant, Inc. (www.pursuantresearch.com), e Litzenberger dirigia a divisão de relações públicas na agência de comunicações e marketing

Sage Communications (www.sagecommunications.com), ambas baseadas na área de Washington, D.C.

Litzenberger deu a última mordida em seu bolinho de canela antes de tomar seu café com leite. Ela acenou novamente com a cabeça para Marcello do outro lado da mesa de dois lugares antes de responder. “Os estudos de pesquisa mais bem-sucedidos são aqueles em que a empresa de pesquisa usa métodos científicos e confiáveis, faz as perguntas corretas e fornece à empresa cliente as informações necessárias para reduzir suficientemente o risco na tomada de decisão”, disse Litzenberger. “Resumindo, a pesquisa de marketing eficaz é a que melhora a tomada de decisão”.

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Capítulo 06 - Concepção de Pesquisa Descritiva: Levantamento e Observação

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Capítulo

6

A chave para uma boa pesquisa descritiva é saber exatamente o que se quer medir e selecionar um método de levantamento em que cada respondente esteja disposto a cooperar e seja capaz de oferecer informações completas e precisas de maneira eficiente.

Jeff Miller, presidente de operações, Burke, Inc.

Objetivos

Após a leitura deste capítulo, o aluno conseguirá:

1. Discutir e classificar os métodos de levantamento e descrever os diversos métodos de entrevista por telefone, pessoal e por correio.

2. Identificar os critérios para avaliação de métodos de levantamento, comparar os diferentes métodos e avaliar qual deles melhor se adapta a determinado projeto de pesquisa.

3. Explicar e classificar os diferentes métodos de observação usados pelos pesquisadores de marketing e descrever observação pessoal, observação mecânica, auditoria, análise de conteúdo e análise de rastro.

4. Identificar os critérios para avaliação de métodos de observação, comparar os diferentes métodos e determinar qual deles melhor se adapta a determinado projeto de pesquisa.

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Capítulo 13 - Trabalho de Campo

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Capítulo

13

Ganho a vida entrevistando altos executivos nas empresas. Sempre chego com 30 minutos de antecedência para cada entrevista e deixo uma nota de agradecimento àqueles na empresa que me ajudaram naquele dia. Em resumo, sua mãe estava certa. A cortesia é indispensável para o sucesso.

Robert J. Berrier, PhD, fundador e presidente,

Berrier Associates, Narberth, Pensilvânia.

Objetivos

Após a leitura deste capítulo, o aluno conseguirá:

1. Descrever o processo de trabalho de campo e explicar a seleção, o treinamento e a supervisão de entrevistadores, a validação do trabalho de campo e a avaliação de pesquisadores de campo.

2. Discutir o treinamento de pesquisadores de campo para fazer o contato inicial, formular perguntas, fazer sondagens, registrar as respostas e encerrar a entrevista.

3. Discutir a supervisão dos pesquisadores de campo em termos de controle de qualidade e edição, controle de amostragem, controle de fraudes e controle do escritório central.

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Capítulo 11 - Amostragem: Concepção e Procedimentos

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Capítulo

11

A amostragem é a única forma viável de coletar dados de pesquisa de marketing na maioria das situações. Isso inevitavelmente gera erros de amostragem. Entretanto, os erros de amostragem com frequência são apenas uma pequena parte dos erros totais de pesquisa.

Chuck Chakrapani, presidente, Standart Research Systems

Objetivos

Após a leitura deste capítulo, o aluno conseguirá:

1. Distinguir entre uma amostra e um censo e identificar as condições em que o uso de uma amostra é preferível à utilização de um censo.

2. Discutir o processo de elaboração de uma amostragem: definição da população-alvo, determinação do arcabouço amostral, seleção da(s) técnica(s) de amostragem, definição do tamanho da amostra e execução do processo de amostragem.

3. Classificar as técnicas de amostragem como não probabilísticas e probabilísticas.

4. Descrever as técnicas de amostragem não probabilísticas por conveniência, por julgamento, por quota e a amostragem bola de neve.

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Modesto Farina Clotilde Perez Dorinho Bastos (5)
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Capítulo 1 - A natureza, o homem, a cor

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A natureza, o homem, a cor

Se nos perguntarem: “Que significam as palavras vermelho, azul, preto, branco? ”, podemos, bem entendido, mostrar imediatamente coisas que têm essas cores. Mas a nossa capacidade de explicar o significado dessas palavras não vai além disso.

Ludwig Wittgenstein

Bemerkungen über die Farben

1 — A IMERSÃO NAS CORES

Color, dizia o latino, na antiga Roma, para comunicar o que hoje nós chamamos “cor”; os franceses, couleur, os espanhóis, color, os italianos, colore — tudo para expressar uma sensação visual que nos oferece a natureza através dos raios de luz irradiados em nosso planeta. Tecnicamente a��������������������������� palavra “cor” é empregada para referir-se à sensação consciente de uma pessoa cuja retina se acha estimulada por energia radiante.

A cor é uma onda luminosa, um raio de luz branca que atravessa nos­sos olhos. É ainda uma produção de nosso cérebro, uma sensação visual, como se nós estivéssemos assistindo a uma gama de cores que se apresentasse aos nossos olhos, a todo instante, esculpida na natureza à nossa frente.

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Capítulo 3 - O fenômeno do cromatismo

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o fenômeno do cromatismo

Imagine-se alguém que apontasse para um lugar na íris de um olho de Rembrandt, dizendo: “As paredes do meu quarto deveriam ser pintadas com esta cor”.

Ludwig Wittgenstein

1 — O ESPECTRO DA RADIAÇÃO

ELETROMAGNÉTICA

Podemos entender como espectro eletromagnético o conjun­to de todas as ondas conhecidas, de acordo com sua longitude. Essas ondas se estendem por todo o universo.

Como já dissemos, a unidade usada para medir o comprimento de onda e dos raios visíveis é o nanômetro (nm)1. Ondas mais lon­ gas, como as radiofônicas, são medidas em metros (m) ou até em quilômetros (km).

As radiações consistem em vários tipos de vibrações: ondas de rádio, infravermelhas, visíveis, ultravioleta, gama e cósmicas. Nesse grande espectro, cientistas confirmam a formação de cerca de dez milhões de cores que, teoricamente, invadem o campo visual humano. Entretanto, nossa retina registra apenas as sete cores do es­pectro solar e suas variações.

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Capítulo 5 - A cor na comunicação

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a cor na comunicação

Eu ando pelo mundo prestando atenção

Em cores que eu não sei o nome

Cores de Almodóvar

Cores de Frida Kahlo, cores.

Esquadros, Adriana Calcanhotto

Figura 1

Mercado em Barcelona,

Espanha, abril de 2006.

Profusão cromática.

Foto: Bruno Pompeu

Marques Filho.

Após as considerações feitas até aqui, nas quais estudamos a

“natureza, o homem e a cor”, o “processo visual”, o “fenômeno do cromatismo” e a “cor como signo cultural e psicológico”, já podemos analisar como essas teorias e conceitos se comportam no cotidiano da comunicação mercadológica.

Porém, antes de abordarmos a cor como foco desta análise, vale lembrar como se deu a evolução da estética da comunicação que hoje conhecemos. Isso pode ser interessante, pois se temos a convicção de que a imagem passou a dominar a comunicação no final do século passado, podemos concluir que a cor passa a ter maior importância nesse processo.

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Capítulo 4 - Cor: signo cultural e o psicólogo

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cor: signo cultural e psicológico

O significado das cores:

A liberdade é azul? A fraternidade é vermelha? A paz é branca?

O signo estético arranha o impossível do real.

Lucia Santaella

1 — REALIDADE SENSORIAL

Esta parte da obra envolve um aprofundamento na Psicologia, porque desta não podemos nos afastar, mesmo quando procuramos escla­recer os vários processos de que se ocupa o fenômeno do cromatis­mo, mas também teremos em conta os estudos culturais.

Como vimos anteriormente, a cor é uma realidade sensorial

à qual não podemos fugir. Além de atuar sobre a emotividade humana, as cores produzem uma sensação de movimento, uma dinâmica envolvente e compulsiva. Vemos o amarelo transbordar de seus limites espaciais com uma tal força expansiva que parece invadir os es­paços circundantes; o vermelho, embora agressivo, equilibra-se so­bre si mesmo; o azul cria a sensação do vazio, de distância, de profundidade. Vimos, na primeira parte, como o espaço arquitetural pode ser modificado, tornando-se maior ou menor, mais baixo, mais alto, ou mais estreito, apenas pelo efeito da cor. Citamos, embora li­geiramente, diversos outros campos em que as propriedades das co­res são usadas para fins definidos.

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Capítulo 2 - O processo visual

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o processo visual

Qual experiência que eu diferencio entre o vermelho e o verde?

Algo vermelho pode ser destruído, mas o verde não.

Na vida cotidiana estamos virtualmente rodeados por cores impuras, é mais notável ainda que tenhamos formado um conceito de cores puras.

Trato os conceitos de cor como os conceitos de sensações.

Ludwig Wittgenstein

1 — A LUZ — INTERMEDIÁRIA ENTRE A

NATUREZA E O HOMEM

A luz é mediação. Os objetos do mundo aguardam inertes e latentes a sua manifestação, que só será possível quando for levada por feixes luminosos até os nossos olhos.

A visão representa uma das preciosidades que o homem recebeu da natureza. É talvez o sentido que mais faz vibrar o ser humano e����������������������������������������������������������

��������������������������������������������������������� o faz gozar e desfrutar as coisas do mundo que o rodeia, sem deixar de pensar nelas.

Os olhos, através dos quais se processa a visão, constituem, portanto, os órgãos privilegiados de ligação entre o mundo interior do homem e o mundo exterior que o rodeia. Essa ligação somente se realiza quan­do há luz.

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Kathryn Best (8)
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Introdução

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Introdução

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Gestão do design é o gerenciamento bem-sucedido de pessoas, projetos, processos e procedimentos que estão por trás da criação dos produtos, serviços, ambientes e experiências que fazem parte de nossa vida diária.

Envolve também a gestão das relações entre diferentes disciplinas (como design, gestão, marketing e finanças) e diferentes papéis (clientes, designers, equipes de projeto e stakeholders).

A indústria criativa (também conhecida como

“economia criativa”) inclui as áreas de design, artesanato, publicidade, arquitetura, moda, cinema, música, TV, rádio, artes cênicas, produção editorial e software interativo. As atuais tendências globais relacionadas à criatividade nos segmentos de design identificam essa indústria como um dos setores que mais crescem no mundo e um dos melhores veículos para ampliar a vantagem competitiva entre as empresas comerciais e mesmo entre os países. Além disso, há uma crescente demanda por um enfoque mais holístico do impacto cultural, ambiental, político e social produzido pelo modus operandi das empresas comerciais e outras organizações. E como o design, por sua própria natureza, trata da solução de problemas a partir de uma perspectiva centrada nas pessoas, proporciona uma abordagem mais integrativa e holística para a solução dos desafios contemporâneos “mundiais”.

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Capítulo 6 - Design e inovação

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Job:01661 Title: The Fundamentals of Design Management Kathryn Best (AVA)

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Design e inovação

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Job:01661 Title: The Fundamentals of Design Management Kathryn Best (AVA)

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Design, gestão e inovação

A relação entre design, gestão e inovação tem se desenvolvido e estreitado em contextos de mudanças aceleradas. Visto historicamente como um elo entre o recurso interno de design e outras funções organizacionais, como marketing, gestão e estratégia, o design cada vez mais tem desempenhado um papel catalítico nas empresas, operando de forma interdisciplinar e estabelecendo o denominador comum entre as agendas e objetivos dos departamentos.

Design e empresa

Para o desenvolvimento de novos processos, produtos e serviços, o design adota uma perspectiva centrada no usuário (ou focada no cliente), em contraposição à tradicional ênfase posta nas hierarquias internas ou capacidades essenciais da organização; ademais, seja no contexto de produtos e serviços, seja no contexto organizacional, o design sempre visualiza soluções centradas nas pessoas. Gerenciar a forma como o design se alinha aos objetivos organizacionais, estratégica e operacionalmente, é um dos papéis fundamentais do gestor de design.

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Capítulo 4 - Contabilidade e finanças

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Job:01661 Title: The Fundamentals of Design Management Kathryn Best (AVA)

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Contabilidade e finanças

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Job:01661 Title: The Fundamentals of Design Management Kathryn Best (AVA)

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A organização financeira

O mundo das finanças é um tanto obscuro para a maioria dos designers, mas participar de conversas e discussões sobre finanças e gestão eficiente do dinheiro é importante para garantir a sobrevivência de qualquer tipo de negócio.

Conhecer os fundamentos da gestão financeira, como é relatado o desempenho corporativo e até que ponto o design é valorizado na organização ajudará os designers a “compreender os números” e o modo como são utilizadas as informações financeiras nos processos decisórios.

Finanças e contabilidade

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As finanças constituem a força vital de qualquer empresa ou negócio, sem as quais as organizações pereceriam. Fundamentalmente, dizem respeito

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Capítulo 3 - Visão geral da gestão

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Visão geral da gestão

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Job:01661 Title: The Fundamentals of Design Management Kathryn Best (AVA)

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Economia

A economia é uma ciência social ocupada em determinar como os limitados recursos do planeta podem ser melhor geridos a fim de suprir as necessidades ilimitadas da humanidade. Estuda os ciclos econômicos e as relações comerciais das nações e do mundo (as chamadas economias locais e global), tendo fundamental importância no processo de decisão das empresas em relação a seus negócios e finanças.

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Adam Smith, habitualmente citado como o pai da economia moderna, descrevia os interesses egoístas e o bem comum como forças propulsoras da economia: “O homem, ao perseguir seus próprios interesses econômicos, é guiado por uma espécie de mão invisível (da concorrência) a promover os interesses da sociedade”. A riqueza das nações (1776) identificava “a divisão do trabalho” (com estratos da população executando tarefas de discreta qualificação) como o caminho para aumentar “a riqueza das nações”.

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Capítulo 2 - Visão geral do design

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Visão geral do design

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O poder do design

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O design existe em uma ampla variedade de contextos ligados à sociedade, ao ambiente, à tecnologia, à política e à economia. Altamente influente quando utilizado nos serviços de marketing e branding, nos últimos tempos tem se imposto como um meio cativante e atraente de estimular a inovação em contextos de negócios os mais variados.

Embora existam alguns conceitos gerais, processos e habilidades comuns a todas as disciplinas de design, cada disciplina obviamente seguirá seu próprio processo específico e altamente refinado.

Design como catalisador

O design é tanto um substantivo (um resultado) quanto um verbo (uma atividade). O “resultado” de um projeto de design pode ser conferido nos produtos, serviços, interiores, edifícios e processos de software com os quais entramos em contato diariamente. A “atividade” de design consiste em um processo de resolução de problemas centrado no usuário. Quer como resultado, quer como atividade, o design precisa ser gerenciado de forma a garantir que os objetivos desejados sejam efetivamente alcançados.

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