Toby Meadows (13)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Capítulo 6 - Pau pra toda obra?

PDF Criptografado

Capítu

lo 6: P

au pra

toda o

bra?

S

er o seu próprio chefe em uma empresa pequena

significa executar várias tarefas simultaneamente. Na indústria da moda, além de todas as tarefas do dia a dia, também há algumas funções especializadas, e você tem de estabelecer quantas delas consegue assumir e quantas precisa terceirizar. Se precisar contratar colaboradores, você deve se colocar a par da legislação e das modalidades de contratação e demissão. Este capítulo analisa as atividades envolvidas na cadeia de fornecimento.

A cadeia de fornecimento

O caminho que um produto de moda percorre, do seu conceito inicial ao guarda-roupa dos possíveis clientes, pode ser complicado, e envolve uma variedade de atividades. O processo como um todo é conhecido como cadeia de fornecimento (veja as páginas 18 e 19), e o modo como você o gerencia vai determinar o sucesso do seu negócio. Há quatro etapas principais na cadeia de fornecimento: pesquisa de mercado e tendências; desenvolvimento de design; produção; vendas e distribuição. São muitas as atividades envolvidas em cada uma dessas etapas, e dentro de uma empresa grande, as pessoas terão responsabilidades que se estenderão para bem mais de uma etapa. A tabela abaixo mostra as atividades mais comuns da cadeia de suprimentos e as etapas em que costumam ser executadas.

Ver todos os capítulos

Capítulo 10 - Produção

PDF Criptografado

o

P

0:

ro

p

Ca

í

1 o l tu

çã u d

T

alvez a parte mais intimidante de se ter um marca

de moda própria seja o como e o onde fazer o produto.

Encontrar um fabricante que faça o produto com a qualidade e na quantidade que você precisa, e a um preço que permita que seu plano de negócios seja lucrativo, pode ser muito difícil. Este capítulo apresenta esse processo.

Opções de fabricação

Entender os detalhes técnicos do processo de fabricação* é muito importante, pois o coloca em uma posição melhor na hora de tomar a decisão mais adequada para o seu produto e para a cadeia de fornecimento como um todo.

Algumas opções de fabricação são:

Interna:

Comum entre as marcas iniciantes em que o designer tem conhecimento técnico em modelagem e pilotagem;

Permite a produção de quantidades muito pequenas;

Você pode controlar a qualidade de perto;

Pode ser problemática quando há produção de pedidos maiores;

Ver todos os capítulos

Capítulo 12 - Divulgue sua mensagem

PDF Criptografado

em

nsag e m a u es

Ca

ivulgu

D

:

2

1 pítulo

A

sua nova marca de moda deve transmitir uma

mensagem forte e identificável com a qual compradores, imprensa e consumidores possam se identificar. Você quer ser visto como uma marca jovem, sofisticada, ousada, luxuosa, acessível, original, peculiar, bonita, sexy, descolada, conservadora, funcional ou exclusiva?

É por meio da promoção que você passa a mensagem da sua marca para o seu público-alvo. A promoção cobre uma ampla gama de atividades: vendas, publicidade, propaganda, eventos especiais e sites. Sua estratégia deve estar focada em fazer com que as pessoas comprem o seu produto, por isso essas atividades devem ser coordenadas corretamente. Se você vende no varejo, seu alvo é o consumidor final. Se vende no atacado, seu alvo é tanto o consumidor final quanto os varejistas.

Analise o comportamento de compra

Um bom entendimento do comportamento de compra permite divisar as atividades promocionais que vão influenciar o processo de compra.

Ver todos os capítulos

Capítulo 1 - Introdução à indústria da moda

PDF Criptografado

da

Ca

: In

1 o l u t pí

tr

ài o

ã

ç u od

ndú

mo a d a i r st

P

ara que o seu produto e o seu negócio deem certo,

é fundamental entender a indústria da moda e o espaço em que a sua marca vai se posicionar. Você vai precisar fazer muita pesquisa (veja o Capítulo 7) para saber onde há potencial para o seu produto e de que maneira compradores, jornalistas e clientes esperam que ele seja apresentado. Este capítulo introduz três dos principais segmentos de mercado – alta-costura, prêt-à-porter e mercado de massa – e fala brevemente do interesse cada vez maior pela moda ecologicamente correta. Também aborda as áreas do design de moda e a sazonalidade antes de tratar da importância da cadeia de fornecimento.

Segmentos de mercado

Desde o início, é preciso estabelecer como posicionar a sua marca, pois muitas das decisões de gestão serão ditadas pelas expectativas dos clientes, e moldarão a estratégia de negócios. Os três principais segmentos de mercado de moda, que são a alta-costura, o prêt-à-porter e o mercado de massa, juntamente com os vários subníveis dos dois últimos, oferecem uma imensa variedade de produtos e preços.

Ver todos os capítulos

Capítulo 8 - Compreenda as tendências

PDF Criptografado

s

d

st a a

om

en pre

ít p a

C

u

:C lo 8

en

cia n

ê d

A

s tendências desempenham um papel importante no mundo da moda e, por isso, você precisa entender como funcionam e de que modo pode tirar o melhor proveito delas.

Você vai ter que decidir qual é a importância das tendências para a sua base de clientes. Sua pesquisa inicial forneceu um bom entendimento de quem é o seu cliente em potencial; a essa altura, você já deve ser capaz de determinar se ele é ou não influenciado pelas tendências, e deve desenvolver o seu produto de acordo com isso. O sucesso do seu produto depende de sua habilidade em atender às necessidades de seus clientes. Este capítulo mostra como descobrir o que os seus clientes realmente querem e como eles são influenciados pelas tendências.

O que é uma tendência de moda?

Uma “tendência de moda” pode ser definida como um movimento da moda ao longo de um período de tempo. O que está na moda em uma temporada pode estar fora de moda na próxima. As tendências de moda giram em torno do

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Philip R Cateora Mary C Gilly John L Graham (20)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Parte 5 - Implantação de estratégias de marketing globais

PDF Criptografado

19

Capítulo

Negociação com clientes, parceiros e agências regulatórias internacionais

sumário

objetivos de aprendizagem

■■ Perspectiva global

OA1

Problemas relacionados com os estereótipos culturais

OA2

Como a cultura influencia os comportamentos à mesa de negociações

OA3

Problemas comuns que ocorrem nas negociações empresariais internacionais

OA4

Semelhanças e diferenças nos comportamentos comunicacionais em vários países

OA5

De que forma as diferenças nos processos valorativos e de raciocínio afetam as negociações internacionais

OA6

Fatores essenciais na seleção de uma equipe de negociação

OA7

Como se preparar para negociações internacionais

OA8

Administração de todos os aspectos do processo de negociação

OA9

Importância da comunicação e dos procedimentos de acompanhamento

Aisatsu japonês

■■ Perigos dos estereótipos

■■ Impacto difuso da cultura sobre o comportamento nas negociações

■■ Diferenças no idioma e nos comportamentos não verbais

■■ Diferenças nos valores

■■ Diferenças nos processos de raciocínio e tomada de decisões

Ver todos os capítulos

Capítulo 8 - Desenvolvimento da visão global por meio da pesquisa de marketing

PDF Criptografado

Capítulo

8

Desenvolvimento da visão global por meio da pesquisa de marketing

Sumário

■■ Problemas na análise e interpretação das informações da pesquisa

■■ Perspectiva global

■■ Responsabilidade pela condução da pesquisa de marketing

Japão: mercado­‑piloto mundial

■■ Amplitude e escopo da pesquisa de marketing internacional

■■ Processo de pesquisa

■■ Comunicação com os tomadores de decisões

■■ Apêndice: fontes de dados secundários

■■ Definição do problema e proposição dos objetivos de pesquisa

objetivos de aprendizagem

■■ Problemas de disponibilidade e utilização de dados secundários

OA1

Importância da definição do problema na pesquisa internacional

OA2

Problema de disponibilidade e utilização de dados secundários

OA3

Fontes de dados secundários

OA4

Métodos de pesquisa quantitativa e qualitativa

OA5

Amostragem multicultural e seus problemas nos países menos desenvolvidos

OA6

Utilização da pesquisa de marketing internacional

■■

■■

■■

■■

Disponibilidade de dados

Confiabilidade dos dados

Comparabilidade dos dados

Validação de dados secundários

Ver todos os capítulos

Capítulo 2 - Ambiente do comércio internacional dinâmico

PDF Criptografado

Capítulo

2

Ambiente do comércio internacional dinâmico

SUMÁRIO

objetivos de aprendizagem

■■ Perspectiva global

OA1

Barreiras comerciais: campo minado para o profissional de marketing internacional

Alicerce para o restabelecimento do comércio mundial após a Segunda Guerra Mundial

OA2

Importância dos números do balanço de pagamentos para a economia de um país

OA3

Efeitos do protecionismo sobre o comércio mundial

■■ Balanço de pagamentos

OA4

Vários tipos de barreiras ao comércio

■■ Protecionismo

OA5

Cláusulas da Lei Geral de Comércio e Competitividade

OA6

Importância do Gatt e da Organização Mundial do Comércio

OA7

Surgimento do Fundo Monetário Internacional e do Grupo Banco Mundial

■■ Do século XX ao XXI

■■ Comércio mundial e multinacionais americanas

■■ Após a primeira década do século XXI

■■ Proteção lógica e ilógica

■■ Barreiras comerciais

■■ Abrandamento das restrições comerciais

■■

■■

■■

■■

Lei Geral de Comércio e Competitividade

Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio

Organização Mundial do Comércio

Contornando o espírito do Gatt e da OMC

Ver todos os capítulos

Capítulo 14 - Produtos e serviços empresariais

PDF Criptografado

14

Capítulo

Produtos e serviços empresariais

sumário

objetivos de aprendizagem

■■ Perspectiva global

OA1

Importância da demanda derivada nos mercados industriais

OA2

Como a demanda é afetada pelo nível tecnológico

OA3

Características de um produto industrial

OA4

Importância da certificação ISO 9000

OA5

Crescimento dos serviços empresariais e as nuanças do seu marketing

OA6

Importância das feiras comerciais na promoção de produtos industriais

OA7

Importância do marketing de relacionamento para os produtos e serviços industriais

Intel, o boom e o inescapável fracasso

■■ Demanda nos mercados globais de business to business

■■ Instabilidade da demanda industrial

■■ Estágios de desenvolvimento econômico

■■ Tecnologia e demanda de mercado

■■ Qualidade e normas globais

■■ Qualidade é definida pelo comprador

■■ Certificação ISO 9000: norma de qualidade internacional

■■ Serviços empresariais

■■ Serviços pós­‑venda

■■ Outros serviços empresariais

■■ Feiras comerciais: parte crucial do marketing business to business

Ver todos os capítulos

Parte 6 - Conteúdo complementar

PDF Criptografado

580  Parte 6  Conteúdo complementar

A primeira etapa do processo de planejamento é a realização de uma análise preliminar do país. O profissional de marketing precisa de informações básicas para avaliar o potencial do mercado de um determinado país, identificar problemas que poderiam isentar esse país de uma análise mais aprofundada, identificar fatores do ambiente que necessitem de um estudo mais detalhado, avaliar os componentes do marketing mix para uma possível adaptação e desenvolver um plano de marketing estratégico. As informações coletadas na análise preli‑ minar são utilizadas como base para elaborar a agenda de um país.

Muitas empresas, de grande ou pequeno porte, têm uma agenda para cada país em que atuam comercialmente. Essa agenda contém informações das quais o empresário deve estar a par ao tomar decisões a respeito do mercado de um país específico. À medida que as infor‑ mações são coletadas, essa agenda é atualizada pelo gerente de país ou gerente de produto.

Sempre que for preciso tomar uma decisão de marketing acerca de um país, a agenda é o primeiro banco de dados a ser consultado. Lançamento de novos produtos, mudanças nos programas de publicidade e propaganda e outras decisões sobre o programa de marketing têm essa agenda como ponto de partida. Ela também serve para informar rapidamente um novo funcionário que estiver assumindo a responsabilidade pelo mercado de um país específico.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Paul W Farris Neil T Bendle Phillip E Pfeifer David J Reibstein (13)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Capítulo 10 - Marketing e finanças

PDF Criptografado

Capítulo 10

Marketing e finanças

Métricas abordadas neste capítulo:

Lucro líquido e retorno sobre vendas (RSV)

Métricas de projeto: retorno, VPL, TIR

Retorno sobre investimento (RSI)

Retorno sobre investimento em marketing

Lucro econômico (EVA)

À medida que os profissionais de marketing avançam em suas carreiras, torna-se cada vez mais necessário coordenar seus planos com outras áreas funcionais.

Previsões de vendas, orçamentos e estimativas de retornos sobre iniciativas de marketing propostas são quase sempre um foco de discussões entre as áreas de marketing e finanças. Para os profissionais de marketing com pouca exposição a métricas básicas de finanças, um bom ponto de partida é obter uma maior compreensão de “taxa de retorno”. “Retorno” costuma estar associado com lucro, ou pelo menos com fluxo de caixa positivo. “Retorno” também implica que algo saiu

– saída de caixa. Quase todas as atividades empresariais exigem alguma saída de caixa. Mesmo o dinheiro de custo de vendas, que retorna apenas quando as contas são pagas. Neste capítulo, oferecemos um panorama de algumas das medidas de lucratividade e lucro mais comumente empregadas. A compreensão de como as métricas são construídas e usadas pela área de finanças para classificar vários projetos facilitará o desenvolvimento de planos de marketing que satisfaçam os critérios adequados.

Ver todos os capítulos

Capítulo 6 - Gerenciamento da equipe e do canal de vendas

PDF Criptografado

Capítulo 6

Gerenciamento da equipe e do canal de vendas

Métricas abordadas neste capítulo:

Metas da equipe de vendas

Exposição de embalagem e espaço na prateleira

Resultados da equipe de vendas

Níveis de ausência de estoque e de serviços

Remuneração da equipe de vendas

Rotatividades de estoque

Análise de funil

Remarcações

Distribuição numérica, distribuição VTP e distribuição VCP

Margem bruta de rotorno do investimento em estoques (MBRIE)

Abrangência da equipe de vendas

Rentabilidade direta do produto (RDP)

Este capítulo trata de marketing em níveis do canal. Descreve como os profissionais de marketing mensuram a adequação e a eficácia dos sistemas que dão aos clientes razões e oportunidades para comprar seus produtos.

As primeiras seções discutem métricas das equipes de vendas. Aqui, listamos e definimos as medidas mais comuns para a determinação da adequação do trabalho e da cobertura geográfica da equipe de vendas. Discutimos a análise de prospects em negociação, o que é útil para fazer previsões de vendas e para alocar o trabalho da equipe de vendas em diferentes estágios do processo. As métricas de prospects em negociação são usadas para examinar uma sequência de atividades de venda, desde sua geração, passando pelo acompanhamento, até chegar à conversão e às vendas. Embora a mais importante dessas métricas seja a porcentagem de iniciativas que realmente resultam em compras, outras medidas de atividade, produtividade, eficiência e custos podem ser úteis em cada estágio do processo de vendas.

Ver todos os capítulos

Capítulo 2 - Participação em corações, mentes e mercados

PDF Criptografado

Capítulo 2

Participação em corações, mentes e mercados

Principais conceitos abordados neste capítulo:

Participação de mercado

Índice de intensidade relativa de consumo

Participação relativa de mercado

Consciência, atitudes e uso (CAU)

Concentração de mercado

Satisfação do cliente

Índice de desenvolvimento de marca (IDM)

Disposição para recomendar

Índice de desenvolvimento de categoria (IDC)

Net Promotor

Penetração

Disposição para procurar

Participação nos gastos

Enquanto a WalMart agressivamente inaugura mais lojas, continua a capturar uma participação cada vez maior nos gastos dos consumidores. Três de cada cinco consumidores compraram presentes na WalMart no último Natal.

Atualmente, os lares americanos compram, em média, 22% dos alimentos na

WalMart. Um quarto de todos os compradores indica que está gastando uma parcela maior de seu orçamento com vestuário na WalMart, em comparação com o que gastava há um ano. Estas descobertas da ShopperScape dão crédito à premissa da Retail Forward de que a Wal-Mart continuará a estender as fronteiras do que os consumidores permitirem que ela seja.1

Ver todos os capítulos

Capítulo 8 - Promoção

PDF Criptografado

Capítulo 8

Promoção

Métricas abordadas neste capítulo:

Vendas básicas, vendas incrementais e impulso promocional

Taxas de resgate para cupons/descontos

Porcentagem de vendas com desconto, porcentagem de tempo em promoção e porcentagem de vendas em promoção

Repasse e cascata de preços

As promoções de preços podem ser divididas em duas categorias amplas:

◆ Reduções temporárias de preços.

◆ Aspectos permanentes de sistemas de preços.1

Com essas duas categorias, as empresas buscam mudar o comportamento dos consumidores e dos clientes corporativos para aumentar as vendas e os lucros com o decorrer do tempo, apesar de o efeito de curto prazo de uma promoção sobre os lucros ser em geral negativo. Existem muitos caminhos para o crescimento das vendas e dos lucros e muitas razões potenciais para oferecer preços promocionais. O objetivo desses programas pode ser afetar o comportamento de usuários finais (consumidores), clientes intermediários (distribuidores ou varejistas), concorrentes ou mesmo da própria equipe de vendas de uma empresa. Apesar de a meta de uma promoção ser quase sempre aumentar as vendas, esses programas também podem afetar os custos.

Ver todos os capítulos

Capítulo 12 - Sistema de métricas

PDF Criptografado

Capítulo 12

Sistema de métricas

Existem três tipos de economistas: os que sabem contar e os que não sabem.

— Anônimo

Modelando o desempenho da empresa

Para compreender melhor os fatores que contribuem para o sucesso da empresa, gestores e analistas costumam decompor o retorno sobre ativos (RSA) no produto de dois quocientes, cada um deles refletindo um aspecto diferente do negócio. Uma abordagem popular para esta decomposição é o Modelo da DuPont.

RSA =

Lucro Líquido

Vendas

Vendas

*

Ativos

O primeiro quociente neste modelo simplificado DuPont é chamado de margem de lucro ou retorno sobre vendas. Ele mede até que ponto cada dólar de vendas é lucrativo. A partir do momento em que criam produtos que os clientes valorizam, que reivindicam esse valor com uma precificação inteligente, reduzem custos ao prestar atenção a custos de produção e de canal e otimizam seus gastos em marketing, os profissionais de marketing podem aumentar o retorno sobre vendas. O segundo quociente no Modelo DuPont é conhecido como volume de ativos. Pode-se pensar no volume de ativos como a quantidade de dólares de vendas que cada dólar de ativos gera. Aqui o trabalho dos profissionais de marketing é ainda mais concentrado – na geração de dólares de vendas, mas voltado para gerenciar ativos como estoque e recebíveis capturados no denominador.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Naresh K Malhotra (29)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Capítulo 06 - Concepção de Pesquisa Descritiva: Levantamento e Observação

PDF Criptografado

Capítulo

6

A chave para uma boa pesquisa descritiva é saber exatamente o que se quer medir e selecionar um método de levantamento em que cada respondente esteja disposto a cooperar e seja capaz de oferecer informações completas e precisas de maneira eficiente.

Jeff Miller, presidente de operações, Burke, Inc.

Objetivos

Após a leitura deste capítulo, o aluno conseguirá:

1. Discutir e classificar os métodos de levantamento e descrever os diversos métodos de entrevista por telefone, pessoal e por correio.

2. Identificar os critérios para avaliação de métodos de levantamento, comparar os diferentes métodos e avaliar qual deles melhor se adapta a determinado projeto de pesquisa.

3. Explicar e classificar os diferentes métodos de observação usados pelos pesquisadores de marketing e descrever observação pessoal, observação mecânica, auditoria, análise de conteúdo e análise de rastro.

4. Identificar os critérios para avaliação de métodos de observação, comparar os diferentes métodos e determinar qual deles melhor se adapta a determinado projeto de pesquisa.

Ver todos os capítulos

Capítulo 11 - Amostragem: Concepção e Procedimentos

PDF Criptografado

Capítulo

11

A amostragem é a única forma viável de coletar dados de pesquisa de marketing na maioria das situações. Isso inevitavelmente gera erros de amostragem. Entretanto, os erros de amostragem com frequência são apenas uma pequena parte dos erros totais de pesquisa.

Chuck Chakrapani, presidente, Standart Research Systems

Objetivos

Após a leitura deste capítulo, o aluno conseguirá:

1. Distinguir entre uma amostra e um censo e identificar as condições em que o uso de uma amostra é preferível à utilização de um censo.

2. Discutir o processo de elaboração de uma amostragem: definição da população-alvo, determinação do arcabouço amostral, seleção da(s) técnica(s) de amostragem, definição do tamanho da amostra e execução do processo de amostragem.

3. Classificar as técnicas de amostragem como não probabilísticas e probabilísticas.

4. Descrever as técnicas de amostragem não probabilísticas por conveniência, por julgamento, por quota e a amostragem bola de neve.

Ver todos os capítulos

5. Casos da Harvard Business School

PDF Criptografado

Caso 5.1

Casos da Harvard Business School

Caso 5.1: The Harvard Graduate Student Housing Survey (9-505059)

Caso 5.2: BizRate.Com (9-501-024)

Caso 5.3: Cola Wars Continue: Coke and Pepsi in the Twenty-Fisrt

Century (9-702-442)

Caso 5.4: TiVo in 2002 (9-502-062)

Caso 5.5: Compaq Computer: Intel Inside? (9-599-061)

Caso 5.6: The New Beetle (9-501-023)

Os casos de Harvard não estão impressos no livro, mas os alunos podem comprá-los diretamente na Harvard Business On-line em http://hbsp.harvard.edu/.

Os professores encontram perguntas e respostas para os casos da HBS no Manual do professor e no Centro de recursos para o professor no site deste livro.

Ver todos os capítulos

2. Casos abrangentes para reflexão crítica

PDF Criptografado

Caso 2.1

Casos abrangentes para reflexão crítica

American Idol: um grande sucesso para pesquisa de marketing?

“Este pode ser um desafio maior do que nós havíamos pensado,”

Melissa Marcello disse à sua sócia, Julie Litzenberger. Após acenar com a cabeça, concordando, Litzenberger colocou sua xícara de café sobre a mesa na cafeteria Starbucks em Vienna, Virgínia, perto da sede de sua empresa.

Tanto Marcello quanto Litzenberger estavam adiantadas na carreira de pesquisadoras no inverno de 2008 quando se encontraram na Starbucks. Marcello era CEO da agência de pesquisa Pursuant, Inc. (www.pursuantresearch.com), e Litzenberger dirigia a divisão de relações públicas na agência de comunicações e marketing

Sage Communications (www.sagecommunications.com), ambas baseadas na área de Washington, D.C.

Litzenberger deu a última mordida em seu bolinho de canela antes de tomar seu café com leite. Ela acenou novamente com a cabeça para Marcello do outro lado da mesa de dois lugares antes de responder. “Os estudos de pesquisa mais bem-sucedidos são aqueles em que a empresa de pesquisa usa métodos científicos e confiáveis, faz as perguntas corretas e fornece à empresa cliente as informações necessárias para reduzir suficientemente o risco na tomada de decisão”, disse Litzenberger. “Resumindo, a pesquisa de marketing eficaz é a que melhora a tomada de decisão”.

Ver todos os capítulos

Capítulo 12 - Amostragem: Determinação do TamanhoInicial e Final da Amostra

PDF Criptografado

Capítulo

12

O tamanho da amostra é determinado não somente por cálculos estatísticos, mas também por considerações administrativas, incluindo tempo e custos.

Beverly Weiman, presidente e CEO,

Survey Sampling International

Objetivos

Após a leitura deste capítulo, o aluno conseguirá:

1. Definir conceitos-chave e símbolos pertinentes à amostragem.

2. Entender os conceitos de distribuição amostral, inferência estatística e erro padrão.

3. Discutir a abordagem estatística para determinar o tamanho da amostra com base na amostragem aleatória simples e na construção de intervalos de confiança.

4. Deduzir as fórmulas que determinam estatisticamente o tamanho da amostra para estimar médias e proporções.

5. Discutir os problemas decorrentes da não resposta em amostragem e os processos para melhorar os índices de resposta e fazer o ajuste correspondente à não resposta.

6. Entender a dificuldade de determinar estatisticamente o tamanho da amostra na pesquisa de marketing internacional.

7. Identificar os problemas éticos relacionados à determinação do tamanho da amostra, particularmente a estimativa da variância populacional.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Marcelo Ferreira De Castilho Ericson Luiz Straub H Lio F Lix Maciel De Queiroz Paulo Adriano Biondan (5)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Passo a Passo

PDF Criptografado

O desenho à mão livre, feito com ccaneta esferográfica, utiliza persp pectiva em ponto de fuga com d distorções propositais na posição d dos eixos e na proporção das rod das. Note como o paralelepípedo

– forma básica de qualquer ônibus

– também sofre distorção: em vez d de linhas retas, são utilizados arcos.

A intenção, em ambos os casos,

é criar um desenho dinâmico e ssedutor.

O rendering inicia com a aplicação de marcadores nos contornos da

área envidraçada, nos arcos de roda e na sombra projetada do veículo sobre o piso. O efeito gráfico obtido depende da habilidade em utilizar os marcadores com velocidade, ao mesmo tempo em que se trabalha no contraste entre as espessuras de linhas.

O pastel seco define os grandes planos, por meio da simplificação da representação de sombra e luz. São utilizadas duas cores em dois pontos de luz. Esses pontos de luz são posicionados de maneira a realçar o contraste entre as superfícies lateral e dianteira. O pastel roxo preenche toda a lateral, com ênfase na área mais próxima da frente do veículo.

Ver todos os capítulos

Desenho: expressão de uma cultura

PDF Criptografado

Desenho: expressão de uma cultura

Ari Rocha

A imagem precedeu a palavra. O grafismo paleolítico

situações, ideias e fatos que compõem a realidade.

encontrado em cavernas é considerado a origem do

Essas referências simbólicas são somente uma repre-

desenho. Essa manifestação de arte rupestre surgiu

sentação do mundo real, uma interpretação que guar-

antes mesmo que o homem utilizasse palavras ou

da relação com aquilo que cada indivíduo consegue

produzisse inscrições e símbolos que pudessem ser

entender dos fatos que vivencia, de acordo com sua

efetivamente reconhecidos como uma linguagem

cultura e nível intelectual. É válido, portanto, conside-

verbal articulada, cujo significado fosse estruturado de

rar que a história possa contar somente a “versão dos

forma sistemática e compreendido, mesmo que por um

vencedores”, que muitas vezes não corresponde aos

grupo restrito.

fatos verdadeiramente acontecidos, pelo menos em toda a sua magnitude.

Ver todos os capítulos

Princípios e dicas

PDF Criptografado

Perspectiva e traços

No design automotivo, a perspectiva tem o importante

parte da representação. Eles são normalmente depura-

papel de criar um efeito de impacto na visualização. Ela

dos e recombinados em um processo de modelagem

determina a profundidade, o ângulo de visão e a dra-

mental e manual.

maticidade que se pretende demonstrar. Associada a outros elementos, como a luz e a sombra, a perspectiva

é determinante para o processo volumétrico.

O início da representação pode partir da construção de

sólidos geométricos ou, então, partindo de detalhes

sólidos geométricos em perspectiva. O paralelepípedo

como rodas, faróis ou vidros. O designer parte geral-

pode ser um importante gabarito para este passo. Para

mente de uma ideia preexistente da representação desejada. Os primeiros traços contêm uma síntese da volumetria principal e dos elementos que vão fazer

26

Desenho a partir de um sólido

Ver todos os capítulos

Introdução

PDF Criptografado

Introdução

Quando resolvemos dar início ao planejamento deste

outros produtos “rodantes”, tais como caminhões, tra-

livro, tínhamos claro o que havia funcionado bem no

tores, ônibus e máquinas agrícolas.

primeiro livro da série abc do Rendering: trazer a nossa visão do rendering aplicado ao design de produto, em exercícios passo a passo combinados com uma visão analítica do trabalho de outros profissionais.

A evolução dos meios de representação do design automotivo busca a integração digital de todas as áreas de negócio das organizações. Nesse sentido, a realidade virtual vem sendo amplamente utilizada, visando

Neste segundo livro, tornamos a proposta mais abran-

a facilitar o compartilhamento de informações. Os

gente ao incluir trabalhos de estudantes selecionados

protótipos físicos são substituídos por modelos virtuais,

num concurso que envolveu universidades de todo o

e a integração via sistema corporativo tem possibilitado

Ver todos os capítulos

Carregar mais