Alina Wheeler (61)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582605134

Estudos de caso - Beeline

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

Beeline

A Beeline acredita no lado bom da vida. Nosso objetivo é ajudar as pessoas a sentir o prazer da comunicação e se sentir livres a qualquer hora e em qualquer lugar.

A Beeline é marca registrada da VEON (antigo VimpelCom Group), que oferece serviços de telecomunicações. Fundado em 1992, o VimpelCom foi a primeira empresa russa a ter suas ações listadas na Bolsa de Valores de Nova York. A Beeline oferece chamadas de voz, banda larga fixa, serviços de dados e serviços digitais para pessoas físicas e jurídicas.

Metas

Destacar-se e aumentar as expectativas do público.

Estabelecer um novo padrão para a Rússia moderna.

Renovar o entendimento do cliente.

Tornar-se líder de mercado.

Foto: Jim Naughten

Criar um senso de orgulho e pertencimento.

224

Processo e estratégia: em 2005, o mercado de telefonia móvel russo estava praticamente saturado, especialmente em Moscou. Os principais serviços competiam pela liderança no mercado e não havia nada que diferenciasse claramente uns dos outros. A auditoria da concorrência mostrou que o marketing e a gestão de marcas no setor de telefonia móvel se concentravam quase que exclusivamente na tecnologia, não nas pessoas. A Wolff Olins foi contratada para criar uma nova identidade de marca que estabelecesse laços emocionais com os consumidores para reter sua lealdade.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605134

Processo - Fase 1 – Condução da pesquisa

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Fase 1 – Condução da pesquisa

Visão geral

Construir uma marca exige acuidade empresarial e pensamento de design. Sua prioridade maior é compreender a organização: sua missão, visão, valores, mercados-alvo, cultura corporativa, vantagem competitiva, pontos fortes e fracos, estratégias de marketing e desafios para o futuro.

1

condução da pesquisa

Responder a perguntas é relativamente fácil.

Fazer a pergunta certa é mais difícil.

Karin Cronan

Sócia

CRONAN

A aprendizagem deve ser focada e dinâmica.

Quando contratam empresas de consultoria, os clientes querem que elas demonstrem capacidade intelectual para compreender sua atividade, para ter certeza de que as soluções vão estar ligadas às estratégias e metas de negócios da organização.

A compreensão da empresa vem de várias fontes: da leitura de documentos estratégicos e planos de negócios a entrevistas com os stakeholders principais. O primeiro passo

é a solicitação da informação pertinente a um cliente, uma ação que deve preceder as entrevistas com qualquer gerente ou stakeholder. O núcleo do processo criativo para

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605134

Processo - Fase 3 – Design de identidade

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Fase 3 – Design de identidade

Visão geral

A investigação e a análise foram concluídas; houve um acordo com relação ao briefing de marca; começa então o processo criativo de design na Fase 3. O design é um processo iterativo, que busca integrar o significado com a forma. Os melhores designers trabalham com a intersecção de imaginação estratégica, intuição, excelência de design e experiência.

3

design de identidade

Nunca sabemos o que o processo vai revelar.

Hans-U. Allemann

Cofundador

Allemann, Almquist & Jones

Forma e contraforma.

Luz e tensão. O significado que se expande e não se exaure no primeiro olhar. Você precisa conhecer o empreendimento por dentro e por fora.

Malcolm Grear

O design é feito para ter durabilidade, função, utilidade, correção, beleza.

Paul Rand

Os melhores designers de identidade sabem se comunicar de forma eficaz com o uso de sinais e símbolos, têm um senso aguçado da forma e das formas das letras e entendem da história do design.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605134

Estudos de caso - Cerner

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

Cerner

Estamos comprometidos com a ideia de antecipar as necessidades do setor de saúde e desenvolver tecnologias inovadoras, que ajudam a criar um amanhã mais saudável, hoje.

A Cerner Corporation é uma empresa de tecnologia de saúde que fornece soluções, serviços, dispositivos e hardware para atender às necessidades clínicas, financeiras e operacionais das organizações de saúde. As soluções da Cerner são licenciadas em mais de 25.000 instalações e mais de 35 países. Com sede em Kansas City, EUA, a empresa de capital aberto (NASDAQ: CERN) tem mais de 25.000 colaboradores em todo o mundo, e sua receita em 2015 foi de 4,4 bilhões de dólares.

Metas

Criar relevância para consumidores de cuidados com a saúde.

Promover o entendimento da visão e da missão da empresa.

Fortalecer a percepção da marca.

Criar eficiências de escala entre eventos e campanhas de marketing.

Desenvolver um kit de ferramentas de mensagens e ativos criativos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605134

Estudos de caso - Jawwy from STC

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

Jawwy from STC

A Jawwy é uma nova experiência digital móvel para a geração digital da Arábia Saudita. É um serviço móvel personalizado que permite construir, gerenciar e compartilhar planos.

A Jawwy é um serviço móvel pessoal de propriedade do Saudi Telecom Group (STC Group). Com sede em Riad, Arábia Saudita, o STC Group é a maior empresa de telecomunicações do Oriente

Médio e do Norte da África em capitalização de mercado, prestando serviços de telefonia fixa e móvel, Internet e redes de computadores.

Metas

Cocriar uma marca com o consumidor no centro.

Transformar a experiência de compra, o uso e a manutenção de serviços móveis.

Redefinir a jornada de atendimento ao cliente.

Obter insights sobre o público Millennial saudita.

Batizar um novo serviço e criar uma identidade audaciosa e visual.

Pesquisa e insight, rigor estratégico e design inspirado são todos ingredientes essenciais para a criação e implementação de marcas.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Barry Purves (9)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788577809011

Preparativos

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch4_P116-133:4 Preparations 23/11/2009 2:09 PM Page 117

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

116 | 117

Preparativos

Os bonecos > Preparativos > Ferramentas e técnicas

No Capítulo 4, veremos toda a preparação necessária para uma gravação tranquila e o tipo de problemas e satisfações você encontrará em um estúdio. O processo nesse estágio da produção de um filme é muito diferente de qualquer outra forma de animação, com muito mais fisicalidade envolvida. Uma preparação detalhada antes de gravar evitará muitos problemas posteriormente, e é uma fase essencial a ser atravessada.

Mary and Max 2009 animador

Adam Elliot

Esta imagem resume tudo que o stop-motion tem de maravilhoso: aproveitar todos os elementos de design, textura, iluminação, cor, profundidade, detalhe e personagem, para produzir algo muito estilizado, mas instantaneamente verossímil e reconhecível. Cada elemento está trabalhando em harmonia com os outros.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809011

O que é stop-motion?

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch1_P12-47:1 What is s-m 20/11/2009 9:38 PM Page 13

Title:Basic Animation_Spot Motion

Client:AVA Book Pte Ltd

Size:W160mm X H230mm

12 | 13

O que é stop-motion?

Neste capítulo de abertura, veremos como o stop-motion evoluiu quase que acidentalmente nos primórdios do cinema. Veremos também o que é stop-motion exatamente e como ele funciona, além de examinarmos seus prós e contras. Exploraremos o processo singularmente tátil do stop-motion, como esse processo se difere de outras técnicas de animação e por que

é uma parte tão importante do resultado final.

Analisaremos as diversas maneiras em que a técnica tem sido utilizada no decorrer dos anos e como pode se desenvolver no futuro.

O que é stop-motion? > Concentrando-se na ideia

Por fim, refletiremos sobre a melhor maneira de utilizar essa técnica nos seus próprios filmes.

Fúria de Titãs 1981 animador

Ray Harryhausen

Vemos aqui um dos grandes da animação stop-motion, Ray

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809011

Conclusão

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m end_P186-192:endmatter 24/11/2009 4:26 PM Page 187

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

186 | 187

Conclusão

Contudo, se você encontrar prazer nas minúcias da profissão ou vibrar de alegria com os resultados de um boneco aparentemente se movendo sozinho, então logo poderá ficar encantado. Se você consegue valorizar alguns segundos de filme produzidos em um dia como uma conquista, então bem-vindo ao stop-motion. Você terá enorme satisfação com as atividades detalhistas da arte, desde colocar a mão na massa e tentar controlar o mínimo detalhe, até a própria repetição do processo.

Se você quer dar vida a personagens extraordinárias e muito verossímeis pelo contato íntimo de suas mãos, então o stop-motion certamente é sua praia.

Você precisará aceitar que o imprevisível acontecerá. Veja isso como uma característica positiva, não como uma

mudança em seu filme, mas como seu crescimento. Uma vez que aceite isso, o stop-motion poderá ser realmente viciante, pois você fez algo se mover aparentemente sozinho; na verdade, você criou vida. As pessoas que nunca tentaram fazer isso podem achar essa necessidade de dar vida

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809011

Uma breve história do stop-motion

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m end_P186-192:endmatter 24/11/2009 4:26 PM Page 188

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

Uma breve história do stop-motion

1896 O cineasta e produtor Georges Méliès desenvolve muitos dos truques ainda utilizados no stop-motion, especialmente a substituição, parando a câmera.

1942 O filme Tulips Shall Grow, de George Pál, apresenta dezenas de personagens em marcha, animados por substituição de bonecos.

1899 Arthur Melbourne Cooper anima fósforos para Matches: An Appeal. Esse foi o primeiro comercial a usar stop-motion.

1949 Jirˇí Trnka faz o longa O Imperador e o

Rouxinol (também conhecido como Císaruv slavík). A dublagem norte-americana é narrada por Boris Karloff.

1900 Em The Enchanted Drawing, J. Stuart

Blackton mistura animação desenhada e objetos.

1907 Edwin S. Porter dá vida a bonecas e ursos de pelúcia em The Teddy Bears.

1910 The Battle of the Stag Beetles foi o primeiro dos filmes usando stop-motion de Ladislaw

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809011

Ferramentas e técnicas

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch5_P134-159:5 Tools & techniques 24/11/2009 4:40 PM Page 135

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

134 | 135

Ferramentas e técnicas

No Capítulo 5, veremos como todos os elementos técnicos envolvidos no stop-motion afetam a narrativa e o filme em si, e por que eles são tão importantes quanto a animação.

Preparativos > Ferramentas e técnicas > Movimento e performance

Como precisamos criar absolutamente tudo a partir do zero, é importante extrair o máximo de cada elemento, permitindo que contribuam para o filme, em vez de serem apenas algo secundário, mera decoração ou arquitetura. Tente relacionar cada corte, cada enquadramento, cada música a alguma coisa na narrativa e no tema global.

A animação é mais do que personagens móveis; trata-se de narrativa, e cada elemento pode ajudar a contar essa história.

Wallace e Gromit:

A batalha dos vegetais

2005 animador

Aardman

Ver todos os capítulos

Ver Todos

David A Aaker (12)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788577808380

11. A Organização Inovadora

David A. Aaker Grupo A PDF Criptografado

292

Relevância de Marca

custos, esforços sistemáticos para desenvolver gerentes excepcionais, avaliações estritas do desempenho dos executivos e a criação de um portfólio de negócios, por meio de aquisições e desinvestimento, que eram número 1 e 2 em seus mercados. Welch fez o negócio passar de 25 bilhões para mais de 100 bilhões de dólares e se tornou um dos

CEOs mais respeitados de sua época.

Immelt concluiu que uma mudança de estratégia, determinada pelas mudanças na própria GE e pelas realidades de um mercado dinâmico, seria necessária. As unidades de negócios do core business da GE eram grandes e bem estabelecidas, mas as estratégias de aquisição e contenção de custos de Welch não seriam mais uma base sólida para o crescimento. Em vez disso, Immelt decidiu que o foco precisava passar para o crescimento orgânico e deveria ser alimentado por inovações. Para apoiar essa estratégia, a organização precisava mudar, e mudar radicalmente.

O programa mais importante, iniciado em fins de 2003, foi uma iniciativa com marca interna, a Imagination Breakthrough (IB). Nela, todos as empresas deveriam, todos os anos, desenvolver três propostas revolucionárias que faturariam um potencial de 100 milhões de dólares em um período de três a cinco anos. Para ser selecionado como um projeto IB pelo conselho comercial liderado por Immelt, a proposta precisava demonstrar suas projeções de mercado, viabilidade econômica e, acima de tudo, o potencial de transformar os mercados. O financiamento, se necessário, era disponibilizado por “capital de risco” interno. O grupo de marketing central que liderava o processo de IB criava uma estrutura de planejamento, incluindo dimensões como calibragem da ideia, exploração do mercado, criação da oferta, organização da entrega e execução no mercado. Quatro anos depois do seu lançamento, a iniciativa IB estava agregando 2-3 bilhões de dólares em vendas todos os anos e tinha cerca de 45 projetos em atividade.²

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808380

2. Entendendo a Relevância de Marca: Categorização, Enquadramento, Consideração e Mensuração

David A. Aaker Grupo A PDF Criptografado

56

Relevância de Marca

informações, as atitudes e o comportamento, além da importância de quais associações são usadas para posicionar a categoria ou subcategoria. Na terceira seção, exploramos a pesquisa sobre conjuntos de consideração. Que evidências temos sobre a inclusão de um passo de triagem na escolha de marcas, no qual a marca é definida como digna ou não de consideração? A última seção discute a mensuração da relevância, dando ao conceito o nível final de especificidade.

Categorização

A categorização, o modo como as pessoas formam categorias e subcategorias, está no centro da relevância de marca. Os psicólogos e pesquisadores que trabalham com consumidores estudaram a categorização, definida como o processo de agrupar objetos e eventos em categorias com base em semelhanças percebidas.¹ Alguns psicólogos chegam a argumentar que a categorização é uma atividade mental humana fundamental que serve de base para todas as situações e atividades. As pessoas estão sempre tentando entender indivíduos, contextos e coisas, categorizando-os com relação a algum esquema. As pessoas usam categorias para estruturar e simplificar a infinidade de estímulos com os quais são bombardeadas. Seja qual for a importância geral da categorização, as pesquisas nessa área oferecem vários insights e construtos que ajudam a entender e gerenciar a relevância de marca.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808380

5. O Setor Alimentício se Adapta

David A. Aaker Grupo A PDF Criptografado

122

Relevância de Marca

Além de cientistas e gurus da saúde, o governo tem uma função no discurso, pois ele valida ou se opõe a certas posições, comunica ideias e regula produtos. Um estudo da função de gurus, cientistas e governos, além de ajudar e dar contexto às estratégias das empresas do setor alimentício, também demonstra por que não é fácil prever e interpretar tendências. As tendências são poderosas, ambíguas e complexas e costumam flutuar.

As lições do setor alimentício sobre como lidar com tendências podem ser aplicadas a outras atividades. Todos os setores enfrentam o desafio de identificar, compreender, prever e às vezes influenciar as tendências que afetam os mercados. Os lojistas lidam com as tendências da moda, o desenvolvimento de materiais em vestuário, as preferências dos consumidores e assim por diante. A indústria automobilística precisa enfrentar questões de tecnologia, regulamentações governamentais, tendências de estilo, preferências dos consumidores, demografia e muito mais.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808380

4. Dinâmica de Mercado no Setor Automobilístico

David A. Aaker Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

4

Dinâmica de Mercado no

Setor Automobilístico

Vou democratizar o automóvel. Quando terminar, todos vão poder comprar um carro e praticamente todos já vão ter um.

—Henry Ford

Ideias ousadas são como as peças de xadrez que se movem para a frente; podem ser comidas, mas podem começar um jogo vitorioso.

—Goethe

P

ense na história do mercado automobilístico nos últimos cem anos. Dezenas de inovações criaram novas áreas de negócios, como o automóvel com motor de combustão interna; a linha de montagem; a linha de produtos da GM, do Chevrolet ao Cadillac; a venda parcelada; o câmbio automático; o aluguel de automóveis; os carros japoneses da década de 1970, vendidos em versão simples e de luxo, o que eliminava uma série de escolhas; peruas; conversíveis; minivans; utilitários esportivos; crossovers; picapes de luxo; híbridos; e minis. Além disso, alguns carros revolucionários mudaram a indústria, como o Ford Modelo T, Jeep, Ford Thunderbird, Ford Mustang, o minicarro

Fiat 500, o Volkswagen Fusca, Pontiac Firebird, Dodge Caravan e Plymouth Voyager, Lexus LS 400, Mazda Miata, Saturn, Prius, Minicooper e Nano, entre outros. E no mercado de aluguel de automóveis surgiram a Enterprise

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808380

7. Avaliação

David A. Aaker Grupo A PDF Criptografado

180

Relevância de Marca

O potencial do Segway era alto em 2001. Um dos principais financiadores previu que as vendas chegariam a 1 bilhão de dólares mais rápido do que qualquer outra empresa e que o produto seria tão importante quanto a Internet. Steve Jobs previu que o

Segway teria um impacto tão grande quanto o computador pessoal.¹ O próprio Kamen previu que o produto “seria para o carro o que o carro foi para a carroça”² e construiu uma fábrica enorme, com a capacidade de produzir quase 500 mil unidades por ano.³ A empresa estava avaliada em 600 milhões de dólares. Esperava-se que as vendas ficassem entre 50 mil e 100 mil unidades durante os primeiros 13 meses e depois continuassem a crescer. Em vez disso, as vendas não passaram de 30 mil unidades durante os primeiros sete anos.4

Por quê?

Não foi por falta de atenção. A propaganda do produto foi incrível. O Segway apareceu em programas de TV e em grandes revistas. Ele até fez parte da história de programas de TV populares, como o seriado Frasier. Celebridades usavam o Segway. Poucos produtos receberam mais atenção da mídia do que o Segway. Uma capa da revista New

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Ericson Straub Marcelo Castilho Paulo Biondan H Lio De Queiroz (6)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582600733

Superfícies e texturas

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

Superfícies e texturas

Superfícies e texturas

Cada material ou superfície específica possui uma expressão própria, muitas vezes somente visual, em outras envolvendo aspectos tridimensionais ou sensoriais. Este é o desafio na representação de texturas e superfícies: não apenas retratar o material ou o produto, mas demonstrar a sensação tátil ou tridimensional de um material. A representação do design com a finalidade de apresentar a ideia deve comunicar para o interlocutor de maneira clara qual é a superfície, o material ou a textura de determinado objeto.

Nesse processo de representação, são utilizados materiais como marcadores, pastéis, lápis de cor, guache, aquarela e papéis de texturas diferenciadas, tudo com o objetivo de demonstrar de modo rápido e claro a natureza de uma superfície ou textura. O que se busca é capturar o detalhe que define uma superfície, buscando o estereótipo de representação de determinado material. Por exemplo, a representação de superfícies cromadas

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600733

Fundamentos da representação

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

Fundamentos da representação

Fundamentos da representação

O potencial criativo de um designer ou artista deve ser enriquecido pelo processo da representação. Nesse sentido, a análise e os complexos fatores pelos quais se elaboram os juízos do desenho acabam sendo um processo natural. Cada desenho ou rendering é sempre um problema diferente que possui peculiaridades, porém alguns fundamentos são inerentes a qualquer tipo de desenho ou representação. Questões como a proporção ou a composição são, sem dúvida, fundamentos familiares e conhecidos mesmo

àqueles que desconhecem o desenho; o que muitas vezes não existe para alguns é a educação ou o aprendizado do olhar, que aguça a sensibilidade e o poder de transformar imagens mentais em uma representação bidimensional. Talvez a essência dessa pequena parte do livro seja salientar a importância do ato de desenhar – afinal, o sketch, por exemplo, é um desenho “in natura” que se utiliza de materiais próprios. O rendering, manual ou digital, é uma técnica, mas antes dele existe o desenho, a definição do que se quer representar.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600733

A evolução dos meios de representação do design

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

A evolução dos meios de representação do design

O ato da representação visual faz parte da evolução do homem. Mais do que apenas a caracterização de crenças, o desenho tem um papel fundamental como elemento de comunicação entre os povos. Tem sido assim desde a evolução das antigas formas de escrita, que nasceram da necessidade de registro e de transmissão do conhecimento adquirido, estabelecendo uma ligação entre o emissor e o receptor e permitindo o compartilhamento de códigos comuns ao longo das gerações.

A representação no design – apesar de utilizar alguns códigos específicos que, muitas vezes, diferenciam-se de outras formas de representação visual – tem um papel similar ao da escrita porque também parte da necessidade de comunicar uma ideia. Desde a Antiguidade, o ato da representação tem uma estreita ligação com as artes, mas foi somente no final da Idade Média, quando arquitetos e projetistas começaram a ser chamados pela Igreja para projetar e renovar catedrais e edifícios, que surgiu a real necessidade de se estabelecer um diálogo efetivo entre o projetista, o cliente e os operários que deveriam executar a obra. Filippo Brunelleschi, um dos mais importantes arquitetos daquele período, foi um dos primeiros a desenvolver seus projetos com base na transferência de ideias para o papel, tendo sido responsável pelo projeto da cúpula da Igreja Santa Maria Del Fiore, em Florença, na Itália.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600733

Galeria

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

Galeria

Montagem com sketches produzidos com técnica de marcador, caneta esferográfica e pastel seco

Marcelo Castilho

98

abc do Rendering

Rendering utilizando técnica de sketch manual e software de manipulação de imagens

Departamento de Design da

Volkswagen do Brasil / Marco Pavone

Galeria

99

Renderings digitais utilizando software 3D

Electrolux Group Design Latin America /

Érik Gurski Lima, Leonardo Hatamura,

Fabio Matsuda, Rafael Raulino

100

abc do Rendering

Galeria

101

Renderings digitais

Electrolux Group Design Latin America /

Rafael Alonso

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Érik Gurski Lima

102

abc do Rendering

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Rafael Raulino

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Vinícius Weinert

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600733

O desenho como forma de representação. Essência ou necessidade?

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

O desenho como forma de representação.

Essência ou necessidade?

A era digital trouxe alterações significativas para o processo de representação do design. Em meados dos anos 1980, no início da propagação dos novos sistemas operacionais e dos softwares de computação gráfica, os designers mais entusiasmados diziam que a representação à mão livre estava fadada a desaparecer. No entanto, tantos anos depois, percebemos que a representação à mão livre ainda não deu o suspiro final. Ao contrário, encontra-se longe disso, apesar de algumas previsões para o setor

Sketch utilizando caneta esferográfica e marcador

Marcelo Castilho

terem se concretizado.

Na atualidade, existem mais e mais designers buscando o aprimoramento das técnicas de representação manual, mesmo tendo à disposição os mais modernos softwares ligados ao design e ao processo de representação. Talvez a poética da concepção gestual – solidificada pelo conhecimento técnico, mas fundamentalmente constituída por um processo holístico e intuitivo – conduza os designers em sua busca pela pureza criativa. Afinal, a essência do ser humano está ligada à representação visual, seja nos registros pré-históricos encontrados em cavernas, na arte do Renascimento ou, simplesmente, na expressão de uma criança revelada por meio de singelos desenhos.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Gavin Ambrose Paul Harris (8)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788577808748

Observando os tipos

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

1/4/06

8:25 AM

Page 10

Observando os tipos

Cliente: Royal Academy of Arts

Design: Why Not Associates

Resumo tipográfico:

Logotipo com contraformas preenchidas, especialmente desenvolvido para o material promocional da exposição

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

175# Dtp:119 Page:10

BDT_001-176

3/31/06

10:13 PM

Page 11

10 11

Observando os tipos

Dentro de seu amplo espectro, a tipografia contém uma rica terminologia especializada, à qual designers e tipógrafos recorrem quando examinam ou descrevem as faces de tipos e suas características. Embora cada termo tenha um significado específico, algumas definições sofreram distorções ao longo do tempo ou foram alteradas pelo uso comum, o que pode causar confusão. Por exemplo, muitas pessoas se referem, equivocadamente, a “oblíquas” como “itálicas” somente porque ambas são inclinadas.

Muitos desses termos, tais como “entrelinha” e “quadratim”, têm origem na indústria da impressão com tipos de metal. Até o explosivo impacto da tecnologia da informação, ocorrido recentemente, essa indústria era o alicerce da tipografia. Alguns outros termos – incluindo denominações para partes de um caractere – datam de épocas ainda mais remotas, tendo sua origem na cantaria.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808748

Introdução

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

4/3/06

4:24 PM

Page 6

Introdução

A tipografia é o meio pelo qual é dada uma forma visual para uma ideia escrita.

Devido ao volume e à variedade de fontes disponíveis, a seleção dos componentes desta forma visual pode afetar drasticamente a leiturabilidade da ideia e os sentimentos do leitor em relação a ela. A tipografia é um dos elementos que mais influencia o caráter e a qualidade emocional de um projeto. Ela pode produzir um efeito neutro ou despertar paixões, simbolizar movimentos artísticos, políticos ou filosóficos, ou ainda expressar a personalidade de um indivíduo ou organização.

Fontes tipográficas variam, desde aquelas com letras claras e distintas que fluem facilmente diante dos olhos, e por isso são apropriadas para longas passagens de texto, até as mais dramáticas e atraentes, que chamam a atenção, e por esse motivo são utilizadas em manchetes e propagandas.

A tipografia não é estática, e continua a evoluir. Muitas fontes atualmente em uso baseiam-se em faces de tipos criadas em períodos históricos anteriores. A incipiente indústria da impressão no século XV estabeleceu o uso de capitulares romanas e minúsculas carolíngias, essas últimas desenvolvidas durante o reinado de Carlos Magno, como padrão de letra que é amplamente utilizado até hoje.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808748

Geração de tipos

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:37 PM

Page 108

Geração de tipos

Cliente: Balletlab

Design: 3 Deep Design

Resumo tipográfico:

Tipo gerado a partir do padrão de fundo

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

03-AC31201(119) 175# Dtp:116 Page:108

BDT_001-176

3/31/06

10:37 PM

Page 109

108 109

Geração de tipos

A geração de tipos refere-se aos diferentes instrumentos ou abordagens utilizados para criar letras. Esse processo pode ser parte de um método deliberado para projetar uma nova face, ou algo tão simples como desenhar as letras necessárias com spray.

O tema unificador desta seção é que a tipografia pode ser manipulada de muitas maneiras, e pode ser criada a partir de diferentes recursos para servir a propósitos de design específicos.

Dessa forma, os designers tiram proveito dos atributos do tipo gerado para acrescentar, ou reforçar, a mensagem que querem transmitir.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808748

Conclusão

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:50 PM

Page 172

Conclusão

Conclusão

Este livro buscou explicar e ilustrar os princípios básicos da tipografia. Uma boa compreensão desses elementos básicos, aliada ao conhecimento de formato, layout, cor e imagem, equipa o designer com ferramentas poderosas para soltar a criatividade.

O design é uma atividade comercial, e a aplicação desses princípios básicos facilita a eficiência do processo de design, mantendo tempo e custos dentro do planejado. No entanto, a inspiração continua a ser o centro da atividade criativa, e esperamos que os exemplos que ilustram este volume, de muitos dos principais estúdios de design contemporâneos, tenham servido como inspiração. Ao produzirmos este livro, ficou claro que a tipografia tem um apelo especial para muitos designers. O entusiasmo e a compreensão com que nossos colaboradores abordaram o assunto, por sua vez, ajudaram-nos a oferecer um conhecimento sólido sobre essa área muito querida por todos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808748

Prática tipográfica

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:46 PM

Page 150

Prática tipográfica

Cliente: Lancaster City Council

Design: Why Not Associates e Gordon Young

Resumo tipográfico:

Vários estilos utilizados para apresentar poemas, letras de músicas e expressões

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

175# Dtp:116 Page:150

BDT_001-176

3/31/06

10:47 PM

Page 151

150 151

Prática tipográfica

A aplicação prática da tipografia no design nem sempre é o que se espera. As demandas tipográficas podem ser mais extensas e menos ortodoxas do que as vistas nas seções anteriores deste livro, embora os princípios básicos permaneçam os mesmos. A aplicação dos tipos pode ser incomum – como o exemplo na página ao lado demonstra –, mas, ainda assim, o designer deve levar em conta a seleção de tipos, sua composição, espaçamento, corpo, legibilidade e padrão.

A tipografia é um ofício técnico, exigente e às vezes confuso, que requer muita atenção, paciência e compreensão histórica. No final das contas, a tipografia é uma experiência íntima e humana – no caso da

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais