Barry Purves (9)
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Uma breve história do stop-motion

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m end_P186-192:endmatter 24/11/2009 4:26 PM Page 188

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

Uma breve história do stop-motion

1896 O cineasta e produtor Georges Méliès desenvolve muitos dos truques ainda utilizados no stop-motion, especialmente a substituição, parando a câmera.

1942 O filme Tulips Shall Grow, de George Pál, apresenta dezenas de personagens em marcha, animados por substituição de bonecos.

1899 Arthur Melbourne Cooper anima fósforos para Matches: An Appeal. Esse foi o primeiro comercial a usar stop-motion.

1949 Jirˇí Trnka faz o longa O Imperador e o

Rouxinol (também conhecido como Císaruv slavík). A dublagem norte-americana é narrada por Boris Karloff.

1900 Em The Enchanted Drawing, J. Stuart

Blackton mistura animação desenhada e objetos.

1907 Edwin S. Porter dá vida a bonecas e ursos de pelúcia em The Teddy Bears.

1910 The Battle of the Stag Beetles foi o primeiro dos filmes usando stop-motion de Ladislaw

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Preparativos

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch4_P116-133:4 Preparations 23/11/2009 2:09 PM Page 117

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

116 | 117

Preparativos

Os bonecos > Preparativos > Ferramentas e técnicas

No Capítulo 4, veremos toda a preparação necessária para uma gravação tranquila e o tipo de problemas e satisfações você encontrará em um estúdio. O processo nesse estágio da produção de um filme é muito diferente de qualquer outra forma de animação, com muito mais fisicalidade envolvida. Uma preparação detalhada antes de gravar evitará muitos problemas posteriormente, e é uma fase essencial a ser atravessada.

Mary and Max 2009 animador

Adam Elliot

Esta imagem resume tudo que o stop-motion tem de maravilhoso: aproveitar todos os elementos de design, textura, iluminação, cor, profundidade, detalhe e personagem, para produzir algo muito estilizado, mas instantaneamente verossímil e reconhecível. Cada elemento está trabalhando em harmonia com os outros.

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Os bonecos

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch3_P78-115:3 Puppets 23/11/2009 1:06 PM Page 79

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

78 | 79

Os bonecos

No Capítulo 3, descobriremos quais qualidades que um boneco pode trazer para um filme que atores, desenhos e imagens 3D não podem.

Veremos por que os bonecos de stop-motion têm um elemento extra de vida e espontaneidade e veremos também como tirar o máximo proveito de um boneco em termos de design. Em particular, vamos nos concentrar em como explorar os traços de um boneco, como os olhos e as mãos, que são mais expressivos, e como torná-lo o mais fácil de animar possível.

Concentrando-se na ideia > Os bonecos > Preparativos

Por fim, discutiremos outras técnicas que envolvem tocar e manipular os objetos diante da câmera para contar uma história. Essas técnicas demonstram claramente que um boneco complexo nem sempre é necessário para se contar uma história emocionante.

Rigoletto 1993 animador

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O que é stop-motion?

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch1_P12-47:1 What is s-m 20/11/2009 9:38 PM Page 13

Title:Basic Animation_Spot Motion

Client:AVA Book Pte Ltd

Size:W160mm X H230mm

12 | 13

O que é stop-motion?

Neste capítulo de abertura, veremos como o stop-motion evoluiu quase que acidentalmente nos primórdios do cinema. Veremos também o que é stop-motion exatamente e como ele funciona, além de examinarmos seus prós e contras. Exploraremos o processo singularmente tátil do stop-motion, como esse processo se difere de outras técnicas de animação e por que

é uma parte tão importante do resultado final.

Analisaremos as diversas maneiras em que a técnica tem sido utilizada no decorrer dos anos e como pode se desenvolver no futuro.

O que é stop-motion? > Concentrando-se na ideia

Por fim, refletiremos sobre a melhor maneira de utilizar essa técnica nos seus próprios filmes.

Fúria de Titãs 1981 animador

Ray Harryhausen

Vemos aqui um dos grandes da animação stop-motion, Ray

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Movimento e performance

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch6_P160-185:6 Movement and performance 23/11/2009 3:48 PM Page 161

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

160 | 161

Movimento e performance

Neste último capítulo, veremos não apenas como obter animação clara e legível, mas também como fazê-la ter algum significado. Veremos as características e peculiaridades específicas do stop-motion, sua imprevisibilidade e fisicalidade e como garantir que cada quadro seja levado em consideração. Tentaremos estimular uma animação criativa e imaginativa, em vez de estritamente realista. Veremos como dar a ilusão de elementos como peso e inércia, os quais ajudam a produzir animação verossímil, e enfatizaremos os aspectos importantes da performance, do timing e da atuação, fundamentais a qualquer movimento.

Ferramentas e técnicas > Movimento e performance

Sonho de Uma Noite de

Verão 1959 diretor

Jirˇí Trnka

Também conhecido como Sen noci svatojanske, este belo premiado filme contém algumas performances excelentes. Foi lançado originalmente sem diálogo, contando a história por meio de música, pantomima e dança. Posteriormente, uma versão em inglês utilizou as vozes de alguns dos excelentes atores shakespearianos da

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Gavin Ambrose Paul Harris (8)
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Medium 9788577808748

Produção tipográfica

Gavin Ambrose, Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:41 PM

Page 124

Produção tipográfica

Cliente:

The Photographers’ Gallery

Design: Spin

Resumo tipográfico:

Grandes letras sem serifa se sobrepõem às imagens

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

02-AC30671(119) 175# Dtp:116 Page:124

BDT_001-176

3/31/06

10:41 PM

Page 125

124 125

Produção tipográfica

Munido de uma sólida compreensão das noções tipográficas básicas, o designer pode começar a usar outros elementos-chave do processo de design para aprimorá-las. Esta seção aborda a produção tipográfica e como as especificações de produção de um projeto podem acrescentar outras qualidades aos elementos tipográficos, tais como a tatilidade obtida por meio da seleção de substratos ou técnicas de impressão.

As distinções sutis proporcionadas pelas técnicas de impressão e pela seleção de substratos podem ser diferenciais poderosos. Nos exemplos a seguir, a composição é geralmente sóbria, mas o resultado

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Medium 9788577808748

Prática tipográfica

Gavin Ambrose, Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:46 PM

Page 150

Prática tipográfica

Cliente: Lancaster City Council

Design: Why Not Associates e Gordon Young

Resumo tipográfico:

Vários estilos utilizados para apresentar poemas, letras de músicas e expressões

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

175# Dtp:116 Page:150

BDT_001-176

3/31/06

10:47 PM

Page 151

150 151

Prática tipográfica

A aplicação prática da tipografia no design nem sempre é o que se espera. As demandas tipográficas podem ser mais extensas e menos ortodoxas do que as vistas nas seções anteriores deste livro, embora os princípios básicos permaneçam os mesmos. A aplicação dos tipos pode ser incomum – como o exemplo na página ao lado demonstra –, mas, ainda assim, o designer deve levar em conta a seleção de tipos, sua composição, espaçamento, corpo, legibilidade e padrão.

A tipografia é um ofício técnico, exigente e às vezes confuso, que requer muita atenção, paciência e compreensão histórica. No final das contas, a tipografia é uma experiência íntima e humana – no caso da

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Observando os tipos

Gavin Ambrose, Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

1/4/06

8:25 AM

Page 10

Observando os tipos

Cliente: Royal Academy of Arts

Design: Why Not Associates

Resumo tipográfico:

Logotipo com contraformas preenchidas, especialmente desenvolvido para o material promocional da exposição

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

175# Dtp:119 Page:10

BDT_001-176

3/31/06

10:13 PM

Page 11

10 11

Observando os tipos

Dentro de seu amplo espectro, a tipografia contém uma rica terminologia especializada, à qual designers e tipógrafos recorrem quando examinam ou descrevem as faces de tipos e suas características. Embora cada termo tenha um significado específico, algumas definições sofreram distorções ao longo do tempo ou foram alteradas pelo uso comum, o que pode causar confusão. Por exemplo, muitas pessoas se referem, equivocadamente, a “oblíquas” como “itálicas” somente porque ambas são inclinadas.

Muitos desses termos, tais como “entrelinha” e “quadratim”, têm origem na indústria da impressão com tipos de metal. Até o explosivo impacto da tecnologia da informação, ocorrido recentemente, essa indústria era o alicerce da tipografia. Alguns outros termos – incluindo denominações para partes de um caractere – datam de épocas ainda mais remotas, tendo sua origem na cantaria.

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Medium 9788577808748

Introdução

Gavin Ambrose, Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

4/3/06

4:24 PM

Page 6

Introdução

A tipografia é o meio pelo qual é dada uma forma visual para uma ideia escrita.

Devido ao volume e à variedade de fontes disponíveis, a seleção dos componentes desta forma visual pode afetar drasticamente a leiturabilidade da ideia e os sentimentos do leitor em relação a ela. A tipografia é um dos elementos que mais influencia o caráter e a qualidade emocional de um projeto. Ela pode produzir um efeito neutro ou despertar paixões, simbolizar movimentos artísticos, políticos ou filosóficos, ou ainda expressar a personalidade de um indivíduo ou organização.

Fontes tipográficas variam, desde aquelas com letras claras e distintas que fluem facilmente diante dos olhos, e por isso são apropriadas para longas passagens de texto, até as mais dramáticas e atraentes, que chamam a atenção, e por esse motivo são utilizadas em manchetes e propagandas.

A tipografia não é estática, e continua a evoluir. Muitas fontes atualmente em uso baseiam-se em faces de tipos criadas em períodos históricos anteriores. A incipiente indústria da impressão no século XV estabeleceu o uso de capitulares romanas e minúsculas carolíngias, essas últimas desenvolvidas durante o reinado de Carlos Magno, como padrão de letra que é amplamente utilizado até hoje.

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Geração de tipos

Gavin Ambrose, Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:37 PM

Page 108

Geração de tipos

Cliente: Balletlab

Design: 3 Deep Design

Resumo tipográfico:

Tipo gerado a partir do padrão de fundo

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

03-AC31201(119) 175# Dtp:116 Page:108

BDT_001-176

3/31/06

10:37 PM

Page 109

108 109

Geração de tipos

A geração de tipos refere-se aos diferentes instrumentos ou abordagens utilizados para criar letras. Esse processo pode ser parte de um método deliberado para projetar uma nova face, ou algo tão simples como desenhar as letras necessárias com spray.

O tema unificador desta seção é que a tipografia pode ser manipulada de muitas maneiras, e pode ser criada a partir de diferentes recursos para servir a propósitos de design específicos.

Dessa forma, os designers tiram proveito dos atributos do tipo gerado para acrescentar, ou reforçar, a mensagem que querem transmitir.

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Gini Stephens Frings (16)
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Medium 9788540701779

Capítulo 9 - Desenvolvimento de Produto e de Design

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

9

Desenvolvimento de

Produto e de Design

Foco de carreira

O lado criativo da produção oferece cargos altamente competitivos, como designer, merchandiser, gerente de produto e modelista. Em uma empresa grande, são designados um designer e um merchandiser ou gerente de produtos e seus assistentes para cada grupo de produtos. Um recém-formado na faculdade pode conseguir um emprego como assistente em uma dessas áreas.

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Neste capítulo, você vai aprender a:

1. Descrever o desenvolvimento da coleção por item ou por grupo

2. Explicar os elementos e princípios fundamentais do design e sua aplicação no desenvolvimento da coleção

3. Descrever o processo de criação de uma peça de amostra

212

Parte III | Produção e Marketing de Moda

O departamento de desenvolvimento de produto ou de design de um fabricante planeja e cria novos modelos dentro da imagem ou identidade da empresa.

Este capítulo começa explicando como uma coleção de roupas ou acessórios é desenvolvida. Para estar preparado para esta leitura, é muito importante ter lido primeiro os Capítulos 2, 3 e 4 e entender bem as noções de clientes-alvo, influências de design e recursos. O capítulo então segue discutindo os elementos e princípios do design de moda, incluindo cor e fabricação e a criação de uma coleção de amostra.

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Medium 9788540701779

Capítulo 8 - Moda Internacional

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

8

Moda

Internacional

Foco de carreira

Todo profissional no negócio da moda quer estar informado sobre o que está acontecendo nas capitais da moda. A maioria dos designers, seus parceiros comerciais, profissionais da manufatura e organizações promocionais estão localizados nesses centros da moda, onde inspiração e fornecedores se encontram e as principais decisões de negócios são tomadas.

Objetivos do capítulo

Neste capítulo, você vai aprender a:

1. Distinguir quem são os criadores de moda internacional mais conhecidos

2. Explicar os motivos da liderança de moda francesa

3. Discutir o crescimento da importância do prêt-à-porter

4. Listar as razões da importância de Nova York como centro de moda

5. Discutir o papel dos centros de moda nacionais e internacionais

182

Parte III | Produção e Marketing de Moda

Este capítulo apresenta as principais capitais da moda do mundo, os centros mais influentes na criação e no marketing de moda. Você vai ler sobre as especialidades de cada um e sobre os criadores que transformaram essas cidades em centros da moda. Os centros da moda se desenvolvem como resultado da concentração de recursos, materiais, mão de obra qualificada e pessoas criativas. Designers são influenciados pelo que outros designers e artistas estão criando. A empolgação com uma nova ideia funciona como um catalisador, que gera mais criatividade, e é por isso que muitas pessoas criativas gravitam em torno das principais cidades.

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Medium 9788540701779

Capítulo 7 - Aviamentos, Couros e Peles

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

7

Aviamentos,

Couros e Peles

Foco de carreira

As possibilidades de trabalho para stylists, merchandisers, técnicos e profissionais de marketing nas indústrias de aviamentos são muito semelhantes às da indústria têxtil. Os fabricantes de vestuário também precisam de compradores de aviamentos.

Objetivos do capítulo

Neste capítulo, você vai aprender a:

1. Explicar como linhas, entretelas, cadarços, zíperes, botões e cintos são produzidos e usados

2. Identificar as fontes de peles e couros e as etapas de seu processamento

160

Parte II | As Matérias-Primas da Moda

Para concluir a nossa discussão sobre as matérias-primas da moda, este capítulo apresenta uma análise sobre aviamentos, couros e peles.

Os aviamentos, discutidos na primeira metade deste capítulo, são os materiais secundários necessárias para a conclusão de uma peça de roupa. A categoria de aviamentos é muito diversificada, e abrange tanto as áreas têxteis como as não têxteis. A fabricação de linhas, entretelas e cadarços é uma extensão da indústria têxtil, e tem produção e procedimentos de comercialização muito semelhantes. A produção de zíperes e botões, entretanto, pertence a indústrias completamente diferentes, com seus próprios recursos e métodos de produção.

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Medium 9788540701779

Capítulo 6 - Desenvolvimento e Marketing de Produtos Têxteis

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

6

Desenvolvimento e

Marketing de Produtos

Têxteis

Foco de carreira

No desenvolvimento de produtos têxteis, existem oportunidades de carreira em pesquisa, design e merchandising. No marketing, as funções variam de assistente de vendas a gerente de contas, gerente de vendas, gerente de marketing e diretor de marketing. Há também as áreas de apoio – publicidade e relações públicas – a se considerar. A maioria dessas oportunidades está nos grandes centros mundiais – Nova York, Londres, Paris, entre outros centros têxteis do mundo. Como atualmente boa parte dos tecidos é importada, também existem oportunidades de carreira para aqueles dispostos a trabalhar na Ásia, diretamente com as fábricas. Para quem trabalha na indústria da moda, também

é essencial entender as forças da cadeia produtiva, que transformam as fibras em tecidos e então levam esse material até as mãos de designers e fabricantes de roupas.

Objetivos do capítulo

Neste capítulo, você vai aprender a:

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Medium 9788540701779

Capítulo 5 - A Fibra Têxtil e a Produção de Tecidos

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

5

A Fibra Têxtil e a

Produção de Tecidos

Foco de carreira

A carreira na produção têxtil exige formação técnica têxtil ou em engenharia têxtil ou de produção. As oportunidades de trabalho nas áreas técnicas estão não só nos setores de manufatura, como também nos setores de pesquisa e desenvolvimento, estilo, tecnologias de produção, engenharia e gerenciamento. Embora você talvez não planeje trabalhar na indústria têxtil especificamente, é importante entender os processos têxteis básicos para se preparar para uma carreira na indústria da moda.

Objetivos do capítulo

Depois de ler este capítulo, você vai saber:

1. Listar as fontes de fibras

2. Explicar os processos envolvidos na produção de fibras e tecidos

3. Descrever a função das fábricas e dos beneficiadores de tecidos

110

Parte II | As Matérias-Primas da Moda

Material têxtil é um termo amplo que se refere a qualquer tipo de material que possa ser transformado em tecido por meio de qualquer método. Por vezes, o termo indústria têxtil é usado em referência a toda a indústria do vestuário: a produção e a comercialização de mercadorias têxteis, da matéria-prima até o produto final disponibilizado nas lojas.

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Irving Rein Philip Kotler Ben Shields (10)
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Medium 9788577800728

9 Casos de sucesso do branding esportivo

Irving Rein, Philip Kotler, Ben Shields Grupo A PDF Criptografado

Marketing Esportivo: A Reinvenção do Esporte na Busca de Torcedores

9

281

Casos de sucesso do branding esportivo

O primeiro sábado de maio é dominado pela maior prova do turfe norte-americano, o Kentucky Derby. Disputado desde 1875, o Derby continua constituindo insuperável atração para todos os tipos de fãs. Na edição de 2005, o Derby atraiu a segunda maior multidão de sua história, com 156.435 pessoas presentes no hipódromo,¹ “cravou” formidáveis 7,3 pontos no índice Nielsen,² e as apostas feitas só nesse páreo atingiram a cifra recorde de 103,3 milhões de dólares.³ Todos esses dados são apenas parte da história dessa festa, em que os torcedores se congregam em torno do Derby ostentando modas que vão da mais fashion ao mais escarrado trash, participam de festas que podem ser tanto elegantes e comportadas quanto irreverentes e enlouquecidas, e durante uma semana têm suas atenções absorvidas por inteiro pela hospitalidade sulista que, em Churchill Downs, mostra toda a força da cultura surgida em torno das corridas de cavalos.

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Medium 9788577800728

8 Mantendo a conexão com os torcedores

Irving Rein, Philip Kotler, Ben Shields Grupo A PDF Criptografado

8

Mantendo a conexão com os torcedores

O filme Body and Soul, de 1947, narra a ascensão, queda e redenção do boxeador

Charles Davis, interpretado por John Garfield. Davis, boxeador amador, torna-se profissional para sustentar sua família, depois da morte do pai. Atleta compenetrado, ágil e dono de golpes demolidores, Davis derruba convincentemente cada adversário que surge à sua frente como profissional. Roberts, um corrupto empresário de lutas e chefão mafioso, toma conhecimento da ascensão irresistível de Davis e lança mão de todo o seu repertório de jogadas sujas para colocar o promissor atleta entre os seus contratados. Atordoado pelas fortunas prometidas, Davis acaba aceitando as propostas de Roberts – ponto de partida para a eventual crise moral do grande lutador. Sob o controle de Roberts, Davis continua vencendo suas lutas, ganhando muito dinheiro, é transformado em astro dos tablados e acaba sendo seduzido por Alice, a mulher fatal do filme. No processo, Peg, a namorada idealista, e Shorty, o melhor amigo e manager do boxeador, perdem a paciência com o novo Charley e o abandonam. É preciso Roberts chegar ao ponto de “sugerir” a Davis que perca uma luta

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Medium 9788577800728

7 Comunicando a marca esportiva

Irving Rein, Philip Kotler, Ben Shields Grupo A PDF Criptografado

212 Marketing esportivo: a reinvenção do esporte na busca de torcedores

7

Comunicando a marca esportiva

A Hartford Wolf Pack, uma das equipes da American Hockey League, substituiu o time dos Hartford Whalers, da National Hockey League, em 1997, e tem desde então tentado construir e comunicar a sua marca, com resultados no máximo modestos. Como tantas outras equipes de alto nível das ligas menores, ela se vale dos programas usuais de divulgação – promoções, eventos na mídia local, sites na Internet e newsletters programados para estabelecer comunicação com a base de fãs e conexões com a mídia. Um dos principais componentes da estratégia de comunicação da marca consiste na ênfase de larga escala no atendimento das carências da comunidade. A equipe patrocina várias iniciativas comunitárias, como a Fundação Comunitária, os programas Golfe para Crianças, Bowl-a-Thon, Chariots of Hope, NHL Street

Wolves, o Acoustic Café CD, e um Centro de Reivindicações. A Fundação Comunitária dá apoio a outras 25 organizações, dentre elas a Connecticut Special Olympics e o Exército da Salvação, e o programa Chariots of Hope é centrado numa versão do hóquei no gelo batizada sled, um jogo com equipamento diferenciado que possibilita sua prática por crianças e adultos fisicamente desfavorecidos.¹ A Hartford Pack tem um orçamento limitado de publicidade e, ao destacar programas voltados para as necessidades comunitárias, mira em dois objetivos de conexão com os fãs. Em primeiro lugar, tenta gerar mídia gratuita que colabore para o surgimento de um clima de entusiasmo e interesse legítimo pela equipe, nada que tenha sido obtido mediante pagamento. Em segundo lugar, se os membros da comunidade considerarem que o envolvimento e compromisso da equipe com suas causas são válidos, poderão retribuir comprando ingressos para seus jogos, e comparecendo para estimular a equipe.

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6 Implementando a transformação da marca esportiva

Irving Rein, Philip Kotler, Ben Shields Grupo A PDF Criptografado

172 Marketing esportivo: a reinvenção do esporte na busca de torcedores

6

Implementando a transformação da marca esportiva

Poucas equipes esportivas no mundo têm tanto sucesso ou são mais integradas à cultura de seu país como a seleção nacional de rugby da Nova Zelândia, os All

Blacks. A equipe é reconhecida por vencer, inovar nas táticas de jogo e a performance de um ritual de dança ameaçador antes das partidas, conhecido como Haka. O

Haka, inspirado em uma lenda Maori do começo do século XIX, tornou-se um símbolo da confiança do time, da raiva e da dominância sobre outros times além de ser o momento marcante da equipe. Na verdade, quando se menciona times de rugby, os

All Blacks vêm à mente. O que conectou os All Blacks com os neozelandeses foi o surgimento de um time de uma colônia capaz de derrotar britânicos e europeus com facilidade. Isto contribuiu para um espírito nacionalista que se entranhou na cultura neozelandesa enquanto o time tornava-se um instrumento de respeito e status na hierarquia colonial.

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Medium 9788577800728

5 Gerando a transformação da marca esportiva

Irving Rein, Philip Kotler, Ben Shields Grupo A PDF Criptografado

136 Marketing esportivo: a reinvenção do esporte na busca de torcedores

5

Gerando a transformação da marca esportiva

Na década de 1930, Glenn Cunningham, norte-americano especialista na corrida da milha, podia estabelecer o cachê que bem entendesse. Essa era uma das maiores provas de atletismo do circuito dos esportes de inverno, quando as grandes cidades promoviam eventos em estádios cobertos famosos, como o Madison Square Garden, em Nova York, e o Chicago Stadium, sempre lotados. Tratava-se de competições que os grandes jornais da época faziam questão de patrocinar, com parte dos lucros destinadas para obras sociais. Glenn Cunningham, um herói da época da Depressão que conseguira sobreviver a um trágico incêndio que praticamente destruiu suas duas pernas aos 12 anos de idade – superando ainda, evidentemente, as seqüelas físicas do episódio – ganhava muito bem ao participar desses eventos, mesmo sendo administrados pela Amateur Athletic Union (AAU) – as substanciais “gratificações” inclusive não pagavam imposto. Para muitos jovens atletas como ele, o objetivo máximo, que era disputar os Jogos Olímpicos, precisava ser sustentado por um vasto sistema de suporte das competições de atletismo, em colégios, universidades, clubes e nações de todo o mundo. As provas de atletismo figuravam entre as principais atrações esportivas, atraindo, como tal, platéias enormes e contando com uma sólida infra-estrutura.

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Kathryn Best (8)
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Medium 9788540701465

Introdução

Kathryn Best Grupo A PDF Criptografado

Introdução

8

Gestão do design é o gerenciamento bem-sucedido de pessoas, projetos, processos e procedimentos que estão por trás da criação dos produtos, serviços, ambientes e experiências que fazem parte de nossa vida diária.

Envolve também a gestão das relações entre diferentes disciplinas (como design, gestão, marketing e finanças) e diferentes papéis (clientes, designers, equipes de projeto e stakeholders).

A indústria criativa (também conhecida como

“economia criativa”) inclui as áreas de design, artesanato, publicidade, arquitetura, moda, cinema, música, TV, rádio, artes cênicas, produção editorial e software interativo. As atuais tendências globais relacionadas à criatividade nos segmentos de design identificam essa indústria como um dos setores que mais crescem no mundo e um dos melhores veículos para ampliar a vantagem competitiva entre as empresas comerciais e mesmo entre os países. Além disso, há uma crescente demanda por um enfoque mais holístico do impacto cultural, ambiental, político e social produzido pelo modus operandi das empresas comerciais e outras organizações. E como o design, por sua própria natureza, trata da solução de problemas a partir de uma perspectiva centrada nas pessoas, proporciona uma abordagem mais integrativa e holística para a solução dos desafios contemporâneos “mundiais”.

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Medium 9788540701465

Conclusão

Kathryn Best Grupo A PDF Criptografado

Conclusão

194

A gestão do design, pela própria natureza com que reúne diferentes disciplinas, profissões e interessados, tende a adotar um enfoque holístico quanto ao modo como facilitar e proporcionar a melhor solução possível para as partes envolvidas.

A adoção de uma abordagem gerenciada do design amplia as possibilidades de criar e executar projetos capazes de demonstrar resultados tangíveis e valiosos – resultados que:

• são satisfatórios, agregam e geram valor

(em termos de experiência do usuário ou valor financeiro ou de marca, por exemplo)

• são inclusivos e de máximo benefício para todos os envolvidos (do patrocinador ao usuário final)

• contribuem positivamente para o futuro (sem qualquer impacto negativo, como danos ambientais ou desagregação comunitária).

Um dos principais benefícios de compreender os fundamentos da gestão do design, e o papel do design no desenvolvimento de novos processos empresariais e de inovação, é saber como melhor verbalizar o valor do design.

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Medium 9788540701465

Capítulo 6 - Design e inovação

Kathryn Best Grupo A PDF Criptografado

6

001-200 01661.indd 166

Job:01661 Title: The Fundamentals of Design Management Kathryn Best (AVA)

Page:166

12/22/09 4:56:47 PM

Design e inovação

167

001-200 01661.indd 167

Job:01661 Title: The Fundamentals of Design Management Kathryn Best (AVA)

Page:167

12/22/09 4:56:49 PM

Design, gestão e inovação

A relação entre design, gestão e inovação tem se desenvolvido e estreitado em contextos de mudanças aceleradas. Visto historicamente como um elo entre o recurso interno de design e outras funções organizacionais, como marketing, gestão e estratégia, o design cada vez mais tem desempenhado um papel catalítico nas empresas, operando de forma interdisciplinar e estabelecendo o denominador comum entre as agendas e objetivos dos departamentos.

Design e empresa

Para o desenvolvimento de novos processos, produtos e serviços, o design adota uma perspectiva centrada no usuário (ou focada no cliente), em contraposição à tradicional ênfase posta nas hierarquias internas ou capacidades essenciais da organização; ademais, seja no contexto de produtos e serviços, seja no contexto organizacional, o design sempre visualiza soluções centradas nas pessoas. Gerenciar a forma como o design se alinha aos objetivos organizacionais, estratégica e operacionalmente, é um dos papéis fundamentais do gestor de design.

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Medium 9788540701465

Capítulo 5 - Marketing e comunicação de marca

Kathryn Best Grupo A PDF Criptografado

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Marketing e comunicação de marca

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Usuários, clientes e mercados

Compreender usuários, clientes e mercados é importante para qualquer empresa que almeje construir e gerenciar relações com pessoas a fim de suprir uma necessidade, criar uma base de clientes sólida e gerar receita – e adquirir uma razão de ser.

Comportamento do consumidor

A área de comportamento do consumidor estuda o comportamento de indivíduos que adquirem, utilizam ou interagem com bens e serviços.

Assim como as emoções e crenças dos indivíduos conduzem seu comportamento e suas escolhas, também os indivíduos formam crenças e vínculos emocionais com as marcas que utilizam e consomem no seu dia a dia.

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Medium 9788540701465

Capítulo 4 - Contabilidade e finanças

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Contabilidade e finanças

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A organização financeira

O mundo das finanças é um tanto obscuro para a maioria dos designers, mas participar de conversas e discussões sobre finanças e gestão eficiente do dinheiro é importante para garantir a sobrevivência de qualquer tipo de negócio.

Conhecer os fundamentos da gestão financeira, como é relatado o desempenho corporativo e até que ponto o design é valorizado na organização ajudará os designers a “compreender os números” e o modo como são utilizadas as informações financeiras nos processos decisórios.

Finanças e contabilidade

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As finanças constituem a força vital de qualquer empresa ou negócio, sem as quais as organizações pereceriam. Fundamentalmente, dizem respeito

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