Alina Wheeler (61)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582605134

Básico - Antes e depois

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Antes e depois

Redesign de símbolos de marca

À medida que as empresas crescem, seus propósitos se tornam mais lúcidos. A equipe de criação tem que enfrentar três perguntas cruciais: qual é o imperativo da empresa nessa mudança? Que elementos precisam ser mantidos para preservar o valor de marca? A mudança deve ser evolucionária ou revolucionária? A maior parte das iniciativas de gestão de marcas envolve reposicionamento e redesign.

Mudanças trazem oportunidades.

Nido Qubein

Precisamos encontrar um equilíbrio entre reconhecimento e versatilidade. Criamos um novo ícone de aplicativo para o

Instagram e um conjunto de ícones unificados para o

Hyperlapse, o Layout e o Boomerang. Também renovamos a interface do usuário com um design mais simples e consistente, que ajuda a destacar as fotos e vídeos das pessoas.

Antes

Depois

Esperamos ter capturado um pouco da vida, criatividade e otimismo que as pessoas trazem para o Instagram todos os dias, respeitando a tradição e o espírito do

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605134

Básico - Dinâmicas de marca

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Dinâmicas de marca

Tendências

A próxima grande novidade já está acontecendo. A sociedade evolui a cada instante de formas imprevisíveis. À medida que o mercado se transforma, as melhores marcas inovam continuamente em resposta a mudanças sociais, tecnológicas, na cultura popular, na pesquisa e no cenário político. As grandes marcas reconhecem nossa nostalgia paradoxal por um passado mais simples para nos proteger das mudanças implacáveis.

A mudança quase nunca fracassa por vir cedo demais. Ela quase sempre fracassa por chegar atrasada.

Uma fusão de tecnologias está apagando as linhas entre as esferas físicas, digitais e biológicas.

A tecnologia muda mais rápido do que as pessoas.

Seth Godin

Tribes

Derek Thompson

Hit Makers: The Science of Popularity in an Age of Distraction

Sergei Brin

Cofundador da Google e presidente da Alphabet

O Gear VR da Samsung ajuda os clientes a fazer e descobrir coisas que só existiam nos seus sonhos e a ir onde jamais estiveram.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605134

Básico - Elementos da marca

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Elementos da marca

Símbolos de marca

Desenhados em uma variedade quase infinita de formas e personalidades, os símbolos de marca podem ser classificados em várias categorias. De literal a simbólico, de orientado a palavra a orientado a imagem, o mundo das marcas cresce a cada dia.

As fronteiras entre essas categorias são flexíveis, e muitas marcas podem combinar elementos de mais de uma categoria. Embora não existam regras absolutas que determinem o melhor identificador visual para um tipo específico de empresa, o processo do designer

é analisar uma série de soluções baseadas em critérios aspiracionais e funcionais. O designer determinará qual abordagem de design melhor atende às necessidades do cliente e criará uma fundamentação racional para cada solução.

Faça cada marca ser importante.

O designer é o mediador entre o cliente e o público.

Dennis Kuronen

Joel Katz

Joel Katz Design Associates

Assinatura

Uma assinatura visual é uma relação estruturada entre um logotipo, um símbolo de marca e uma tagline.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605134

Básico - Ideais da marca

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Ideais da marca

Visão geral

Os ideais são essenciais para um processo de gestão de marcas responsável, seja qual for o tamanho da empresa ou a natureza dos negócios. Esses ideais valem sempre, não importa se você está lançando um empreendimento de risco, criando de um novo produto ou serviço, reposicionando uma marca existente, articulando uma fusão de empresas ou estabelecendo uma presença no varejo.

A funcionalidade não é o único critério para chegar ao âmago da identidade da marca.

Existem mais de um milhão de marcas comerciais registradas no Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos. As questões básicas são: o que torna uma melhor do que a

outra? E por quê? Quais são as características essenciais das soluções mais sustentáveis?

Como definir as melhores identidades? Esses ideais não se referem a uma estética específica.

A excelência no design é um pré-requisito.

As melhores marcas combinam inteligência e insight com imaginação e técnica.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605134

Básico - O básico das marcas

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

O básico das marcas

Marca

À medida que a concorrência cria uma infinidade de opções, as empresas passam a buscar formas de estabelecer uma ligação emocional com os clientes, tornar-se insubstituíveis e desenvolver relações duradouras. Uma marca forte se destaca em um mercado saturado. As pessoas se apaixonam pelas marcas, confiam nelas e acreditam em sua superioridade. O modo como a marca é percebida afeta seu sucesso, não importando se você é uma start-up, uma organização sem fins lucrativos ou um produto.

Quem é você? Quem precisa saber?

Como eles vão descobrir?

Por que eles devem se importar?

Hoje, é comum ver as marcas listadas no balanço geral de muitas empresas. O valor intangível da marca costuma ser muito maior do que o ativo tangível da empresa.

Wally Olins

The Brand Book

As marcas se tornaram a moeda global do sucesso.

As marcas têm três funções principais*

Navegação

Segurança

Envolvimento

As marcas ajudam os consumidores a escolher entre uma enorme quantidade de opções.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Barry Purves (9)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788577809011

Concentrando-se na ideia

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch2_P48-77:2 Focusing 23/11/2009 11:06 AM Page 49

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

48 | 49

Concentrando-se na ideia

No Capítulo 2, veremos como as qualidades particulares e extraordinárias do stop-motion servem perfeitamente para certas histórias e personagens, mas podem parecer inadequadas quando utilizadas em outros contextos.

O que é stop-motion? > Concentrando-se na ideia > Os bonecos

Também veremos como tirar o máximo dessas qualidades e começar a aproveitar tudo o que o stop-motion pode trazer para um filme, em vez de encobri-lo como um efeito invisível. Por fim, veremos como a natureza física e trabalhosa do stop-motion e seus orçamentos podem afetar a narrativa.

A Christmas Dream 1946 diretor

Karel Zeman

Neste clássico, uma garotinha ganha novos e empolgantes presentes de Natal e joga fora sua velha boneca de pano.

Então, o Papai Noel aparece enquanto a garota está dormindo, faz os sonhos dela sobre a antiga boneca ganharem vida e as duas vivem uma aventura juntas. Histórias criativas sobre sonhos se tornando realidade e bonecas ganhando vida são perfeitas para a animação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809011

Conclusão

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m end_P186-192:endmatter 24/11/2009 4:26 PM Page 187

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

186 | 187

Conclusão

Contudo, se você encontrar prazer nas minúcias da profissão ou vibrar de alegria com os resultados de um boneco aparentemente se movendo sozinho, então logo poderá ficar encantado. Se você consegue valorizar alguns segundos de filme produzidos em um dia como uma conquista, então bem-vindo ao stop-motion. Você terá enorme satisfação com as atividades detalhistas da arte, desde colocar a mão na massa e tentar controlar o mínimo detalhe, até a própria repetição do processo.

Se você quer dar vida a personagens extraordinárias e muito verossímeis pelo contato íntimo de suas mãos, então o stop-motion certamente é sua praia.

Você precisará aceitar que o imprevisível acontecerá. Veja isso como uma característica positiva, não como uma

mudança em seu filme, mas como seu crescimento. Uma vez que aceite isso, o stop-motion poderá ser realmente viciante, pois você fez algo se mover aparentemente sozinho; na verdade, você criou vida. As pessoas que nunca tentaram fazer isso podem achar essa necessidade de dar vida

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809011

Ferramentas e técnicas

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch5_P134-159:5 Tools & techniques 24/11/2009 4:40 PM Page 135

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

134 | 135

Ferramentas e técnicas

No Capítulo 5, veremos como todos os elementos técnicos envolvidos no stop-motion afetam a narrativa e o filme em si, e por que eles são tão importantes quanto a animação.

Preparativos > Ferramentas e técnicas > Movimento e performance

Como precisamos criar absolutamente tudo a partir do zero, é importante extrair o máximo de cada elemento, permitindo que contribuam para o filme, em vez de serem apenas algo secundário, mera decoração ou arquitetura. Tente relacionar cada corte, cada enquadramento, cada música a alguma coisa na narrativa e no tema global.

A animação é mais do que personagens móveis; trata-se de narrativa, e cada elemento pode ajudar a contar essa história.

Wallace e Gromit:

A batalha dos vegetais

2005 animador

Aardman

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809011

Introdução

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m pre_P1-11:prelims 20/11/2009 9:36 PM Page 6

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

Introdução

Afinal, o que é stop-motion exatamente? Hoje, a resposta a essa pergunta com certeza seria um pouco imprecisa, pois a maioria das técnicas de animação tem alguns elementos e princípios que se sobrepõem. De modo geral, porém, stop-motion poderia ser definido como a técnica de criar a ilusão de movimento ou desempenho por meio da gravação, quadro a quadro, da manipulação de um objeto sólido, boneco ou imagem de recorte em um cenário físico espacial.

Se alguma dessas coisas despertam seu interesse, então estamos no caminho certo.

She-Bop 1988 animadora

Joanna Priestley

Joanna Priestley utiliza sua animação para conduzir o espectador por transformações ousadas, quase xamanistas.

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 OK

N

U260426 dalimmac 19.11.2009 175#

MY

C K

1

DALIM

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809011

Movimento e performance

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch6_P160-185:6 Movement and performance 23/11/2009 3:48 PM Page 161

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

160 | 161

Movimento e performance

Neste último capítulo, veremos não apenas como obter animação clara e legível, mas também como fazê-la ter algum significado. Veremos as características e peculiaridades específicas do stop-motion, sua imprevisibilidade e fisicalidade e como garantir que cada quadro seja levado em consideração. Tentaremos estimular uma animação criativa e imaginativa, em vez de estritamente realista. Veremos como dar a ilusão de elementos como peso e inércia, os quais ajudam a produzir animação verossímil, e enfatizaremos os aspectos importantes da performance, do timing e da atuação, fundamentais a qualquer movimento.

Ferramentas e técnicas > Movimento e performance

Sonho de Uma Noite de

Verão 1959 diretor

Jirˇí Trnka

Também conhecido como Sen noci svatojanske, este belo premiado filme contém algumas performances excelentes. Foi lançado originalmente sem diálogo, contando a história por meio de música, pantomima e dança. Posteriormente, uma versão em inglês utilizou as vozes de alguns dos excelentes atores shakespearianos da

Ver todos os capítulos

Ver Todos

David A Aaker (12)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788577808380

10. Mantendo a Relevância em meio à Dinâmica do Mercado

David A. Aaker Grupo A PDF Criptografado

266

Relevância de Marca

Walmart

Em 2005, a Walmart estava em ascensão.1 Suas vendas chegavam a quase 300 bilhões de dólares, quase três vezes o valor de 10 anos antes. No mesmo período, o número de lojas tinha passado de 3 mil para cerca de 5 mil, e a área média de cada loja também crescera. Entretanto, a empresa enfrentava algumas dificuldades persistentes, às vezes acompanhadas de boicotes e processos judiciais, que estavam sempre na mídia.

Quatro pontos se destacavam. Primeiro, a Walmart tinha a reputação, alimentada pelos sindicatos, de tratar seus funcionários de modo injusto, com programas de seguro de saúde inadequados, salários baixos (descritos por algumas pessoas como abaixo do nível de subsistência) e discriminação contra trabalhadores do sexo feminino, uma série de políticas que, segundo os críticos, incentivava ou até forçava a concorrência a fazer o mesmo. Segundo, a aquisição de produtos na China e em outros países, que afetava o déficit comercial dos EUA, exportava empregos e evocava o espectro da exploração dos trabalhadores, era resultado em parte do foco da Walmart em custos baixos, considerado uma obsessão por alguns críticos. Terceiro, alguns eleitores e políticos locais acreditavam que a chegada da Walmart em uma região fazia com que pequenos comerciantes fossem à falência e criava aumentos indesejáveis no trânsito e no crescimento urbano. Quarto, havia histórias sobre como a Walmart fazia exigências em termos de preços e marcas que os fornecedores que dependiam das compras da rede eram forçados a fazer concessões em suas marcas e produtos, transferir a produção para o exterior e até fechar as portas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808380

11. A Organização Inovadora

David A. Aaker Grupo A PDF Criptografado

292

Relevância de Marca

custos, esforços sistemáticos para desenvolver gerentes excepcionais, avaliações estritas do desempenho dos executivos e a criação de um portfólio de negócios, por meio de aquisições e desinvestimento, que eram número 1 e 2 em seus mercados. Welch fez o negócio passar de 25 bilhões para mais de 100 bilhões de dólares e se tornou um dos

CEOs mais respeitados de sua época.

Immelt concluiu que uma mudança de estratégia, determinada pelas mudanças na própria GE e pelas realidades de um mercado dinâmico, seria necessária. As unidades de negócios do core business da GE eram grandes e bem estabelecidas, mas as estratégias de aquisição e contenção de custos de Welch não seriam mais uma base sólida para o crescimento. Em vez disso, Immelt decidiu que o foco precisava passar para o crescimento orgânico e deveria ser alimentado por inovações. Para apoiar essa estratégia, a organização precisava mudar, e mudar radicalmente.

O programa mais importante, iniciado em fins de 2003, foi uma iniciativa com marca interna, a Imagination Breakthrough (IB). Nela, todos as empresas deveriam, todos os anos, desenvolver três propostas revolucionárias que faturariam um potencial de 100 milhões de dólares em um período de três a cinco anos. Para ser selecionado como um projeto IB pelo conselho comercial liderado por Immelt, a proposta precisava demonstrar suas projeções de mercado, viabilidade econômica e, acima de tudo, o potencial de transformar os mercados. O financiamento, se necessário, era disponibilizado por “capital de risco” interno. O grupo de marketing central que liderava o processo de IB criava uma estrutura de planejamento, incluindo dimensões como calibragem da ideia, exploração do mercado, criação da oferta, organização da entrega e execução no mercado. Quatro anos depois do seu lançamento, a iniciativa IB estava agregando 2-3 bilhões de dólares em vendas todos os anos e tinha cerca de 45 projetos em atividade.²

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808380

1. Vencendo a Batalha Por Relevânciade Marca

David A. Aaker Grupo A PDF Criptografado

18

Relevância de Marca

outra. As marcas por trás da emergência e do reposicionamento das subcategorias se tornaram mais relevantes e conquistaram posições melhores no mercado, enquanto as outras que não eram relevantes para as novas categorias perderam suas posições, um exemplo marcante do que está por trás da dinâmica de mercado.

A Kirin e a Asahi foram as duas marcas principais durante o período. A Kirin, dominante entre 1970 e 1986, com inabaláveis 60% de participação de mercado, era a

“cerveja de quem ama cerveja”, bastante associada com o sabor encorpado e um pouco amargo das cervejas lager pasteurizadas. Foi uma grande carreira. Nenhuma oferta criava novas subcategorias para perturbar sua posição.

Surge a Asahi Super Dry

A Asahi, que em 1986 estava perdendo participação e caíra para menos de 10% do mercado, lançou a Asahi Super Dry no começo de 1987, uma cerveja mais refrescante e com gosto mais forte e menos ressaibo. O novo produto, com mais álcool e menos açúcar que as cervejas lager, além de usar uma levedura especial, atraía uma nova geração de bebedores de cerveja mais jovens. Seu apelo se devia em parte a uma imagem ocidental cuidadosamente construída pelo rótulo, pelos patrocinadores e pela propaganda.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808380

2. Entendendo a Relevância de Marca: Categorização, Enquadramento, Consideração e Mensuração

David A. Aaker Grupo A PDF Criptografado

56

Relevância de Marca

informações, as atitudes e o comportamento, além da importância de quais associações são usadas para posicionar a categoria ou subcategoria. Na terceira seção, exploramos a pesquisa sobre conjuntos de consideração. Que evidências temos sobre a inclusão de um passo de triagem na escolha de marcas, no qual a marca é definida como digna ou não de consideração? A última seção discute a mensuração da relevância, dando ao conceito o nível final de especificidade.

Categorização

A categorização, o modo como as pessoas formam categorias e subcategorias, está no centro da relevância de marca. Os psicólogos e pesquisadores que trabalham com consumidores estudaram a categorização, definida como o processo de agrupar objetos e eventos em categorias com base em semelhanças percebidas.¹ Alguns psicólogos chegam a argumentar que a categorização é uma atividade mental humana fundamental que serve de base para todas as situações e atividades. As pessoas estão sempre tentando entender indivíduos, contextos e coisas, categorizando-os com relação a algum esquema. As pessoas usam categorias para estruturar e simplificar a infinidade de estímulos com os quais são bombardeadas. Seja qual for a importância geral da categorização, as pesquisas nessa área oferecem vários insights e construtos que ajudam a entender e gerenciar a relevância de marca.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808380

3. Mudando o Mundo do Varejo

David A. Aaker Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

3

Mudando o Mundo do Varejo

Eu não sei qual é o segredo do sucesso, mas o segredo do fracasso é tentar agradar todo mundo.

—Bill Cosby

Sem diferenciação não há inovação.

—A. G. Lafley, ex-CEO da P&G

O

s próximos três capítulos descrevem um conjunto de 20 estudos de caso de marcas que tentaram desenvolver novas categorias ou subcategorias em três setores da economia, algumas sem sucesso. Os casos oferecem uma boa perspectiva sobre os desafios e as complexidades da tarefa, mas também sobre os enormes ganhos de um esforço bem-sucedido. Coletivamente, o objetivo é entender de onde vêm as ideias, qual é o papel da interpretação e projeção de tendências, como categorias ou subcategorias são definidas, como as empresas têm sucesso ou por que uma ideia tropeçou ou fracassou, por que os concorrentes não conseguiram responder e como as barreiras aos concorrentes são erguidas.

Os três setores da economia oferecem contextos e esforços muito diferentes. O Capítulo 4 em especial, sobre a indústria automobilística, oferece insights sobre a resposta dos concorrentes e como ela não é considerada de modo isolado e sim sempre interligada com a estratégia da própria indústria.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Ericson Luiz Straub Marcelo Ferreira De Castilho Paulo Adriano Biondan H Lio F Lix Maciel De Queiroz (10)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582600733

A evolução dos meios de representação do design

Ericson Luiz Straub, Marcelo Ferreira de Castilho, Paulo Adriano Biondan, Hélio Félix Maciel de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

A evolução dos meios de representação do design

O ato da representação visual faz parte da evolução do homem. Mais do que apenas a caracterização de crenças, o desenho tem um papel fundamental como elemento de comunicação entre os povos. Tem sido assim desde a evolução das antigas formas de escrita, que nasceram da necessidade de registro e de transmissão do conhecimento adquirido, estabelecendo uma ligação entre o emissor e o receptor e permitindo o compartilhamento de códigos comuns ao longo das gerações.

A representação no design – apesar de utilizar alguns códigos específicos que, muitas vezes, diferenciam-se de outras formas de representação visual – tem um papel similar ao da escrita porque também parte da necessidade de comunicar uma ideia. Desde a Antiguidade, o ato da representação tem uma estreita ligação com as artes, mas foi somente no final da Idade Média, quando arquitetos e projetistas começaram a ser chamados pela Igreja para projetar e renovar catedrais e edifícios, que surgiu a real necessidade de se estabelecer um diálogo efetivo entre o projetista, o cliente e os operários que deveriam executar a obra. Filippo Brunelleschi, um dos mais importantes arquitetos daquele período, foi um dos primeiros a desenvolver seus projetos com base na transferência de ideias para o papel, tendo sido responsável pelo projeto da cúpula da Igreja Santa Maria Del Fiore, em Florença, na Itália.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600955

Desenho: expressão de uma cultura

Ericson Luiz Straub, Marcelo Ferreira de Castilho, Paulo Adriano Biondan, Hélio Félix Maciel de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

Desenho: expressão de uma cultura

Ari Rocha

A imagem precedeu a palavra. O grafismo paleolítico

situações, ideias e fatos que compõem a realidade.

encontrado em cavernas é considerado a origem do

Essas referências simbólicas são somente uma repre-

desenho. Essa manifestação de arte rupestre surgiu

sentação do mundo real, uma interpretação que guar-

antes mesmo que o homem utilizasse palavras ou

da relação com aquilo que cada indivíduo consegue

produzisse inscrições e símbolos que pudessem ser

entender dos fatos que vivencia, de acordo com sua

efetivamente reconhecidos como uma linguagem

cultura e nível intelectual. É válido, portanto, conside-

verbal articulada, cujo significado fosse estruturado de

rar que a história possa contar somente a “versão dos

forma sistemática e compreendido, mesmo que por um

vencedores”, que muitas vezes não corresponde aos

grupo restrito.

fatos verdadeiramente acontecidos, pelo menos em toda a sua magnitude.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600733

Fundamentos da representação

Ericson Luiz Straub, Marcelo Ferreira de Castilho, Paulo Adriano Biondan, Hélio Félix Maciel de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

Fundamentos da representação

Fundamentos da representação

O potencial criativo de um designer ou artista deve ser enriquecido pelo processo da representação. Nesse sentido, a análise e os complexos fatores pelos quais se elaboram os juízos do desenho acabam sendo um processo natural. Cada desenho ou rendering é sempre um problema diferente que possui peculiaridades, porém alguns fundamentos são inerentes a qualquer tipo de desenho ou representação. Questões como a proporção ou a composição são, sem dúvida, fundamentos familiares e conhecidos mesmo

àqueles que desconhecem o desenho; o que muitas vezes não existe para alguns é a educação ou o aprendizado do olhar, que aguça a sensibilidade e o poder de transformar imagens mentais em uma representação bidimensional. Talvez a essência dessa pequena parte do livro seja salientar a importância do ato de desenhar – afinal, o sketch, por exemplo, é um desenho “in natura” que se utiliza de materiais próprios. O rendering, manual ou digital, é uma técnica, mas antes dele existe o desenho, a definição do que se quer representar.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600955

Galeria

Ericson Luiz Straub, Marcelo Ferreira de Castilho, Paulo Adriano Biondan, Hélio Félix Maciel de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

Hélio de Queiroz

96

abc do Rendering Automotivo

Hélio de Queiroz

Galeria

97

Ericson Straub

Galeria

99

Marcelo Castilho

RENDERINGS E SKETCHES

Marcelo Castilho

RENDERINGS E SKETCHES

Galeria

101

Danilo Rodrigues

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM DO BRASIL

Eduardo Walendowsky

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM DO BRASIL

Galeria

103

Danilo Rodrigues

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM BRASIL DO BRASIL

Dennis Karassawa

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM BRASIL DO BRASIL

Pedro Guarinon

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM DO BRASIL

Pedro Guarinon

DEPARTAMENTO DE DESIGN GM DO BRASIL

Galeria

105

Fiat Design Center LATAM

RENDERINGS E SKETCHES

Fiat Design Center LATAM

RENDERINGS E SKETCHES

Fiat Design Center LATAM

RENDERINGS E SKETCHES

Fiat Design Center LATAM

RENDERINGS E SKETCHES

Galeria

109

Fiat Design Center LATAM

RENDERINGS E SKETCHES

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600733

Galeria

Ericson Luiz Straub, Marcelo Ferreira de Castilho, Paulo Adriano Biondan, Hélio Félix Maciel de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

Galeria

Montagem com sketches produzidos com técnica de marcador, caneta esferográfica e pastel seco

Marcelo Castilho

98

abc do Rendering

Rendering utilizando técnica de sketch manual e software de manipulação de imagens

Departamento de Design da

Volkswagen do Brasil / Marco Pavone

Galeria

99

Renderings digitais utilizando software 3D

Electrolux Group Design Latin America /

Érik Gurski Lima, Leonardo Hatamura,

Fabio Matsuda, Rafael Raulino

100

abc do Rendering

Galeria

101

Renderings digitais

Electrolux Group Design Latin America /

Rafael Alonso

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Érik Gurski Lima

102

abc do Rendering

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Rafael Raulino

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Vinícius Weinert

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Gavin Ambrose Paul Harris (8)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788577808748

Classificação de tipos

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:18 PM

Page 34

Classificação de tipos

Cliente: Absolut Label

Design: KesselsKramer

Resumo tipográfico:

Eclética coleção de tipos usados em harmonia com o tema

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

(02-AC30671) 175# Dtp:119 Page:34

BDT_001-176

3/31/06

10:18 PM

Page 35

34 35

Classificação de tipos

A vasta gama de tipos disponíveis torna essencial a existência de algum sistema de classificação para, principalmente, simplificar as especificações de um trabalho.

Tipos e famílias de tipos podem ser classificados de acordo com suas características intrínsecas. Para entender o sistema de classificação, e os meios pelos quais um tipo é classificado, devemos estar familiarizados com a terminologia utilizada para descrever essas características. Muitas faces – e grande parte da terminologia adotada para descrevê-las – têm origem em projetos concebidos há 500 anos, e foram originalmente fundidas em metal ou gravadas em rocha. Mesmo agora, em nossa era digital, tais faces ainda apresentam as características inconfundíveis associadas às necessidades físicas dos períodos nos quais foram criadas. A classificação de tipos é um daqueles raros casos em que faz sentido julgar somente pela aparência. Por isso, é importante compreender como os tipos são classificados e quais são as diferenças entre suas variações, a fim de entender melhor quando usá-los em um projeto.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808748

Compondo com tipos

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

1/4/06

8:29 AM

Page 60

Compondo com tipos

Cliente: Shakespeare’s Globe

Design: Pentagram

(Angus Hyland e

Charlie Hanson)

Resumo tipográfico:

Combinação de tipos históricos e contemporâneos

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

(116)C31243 175# Dtp:119 Page:60

BDT_001-176

3/31/06

10:26 PM

Page 61

60 61

Compondo com tipos

Compor ou diagramar parece algo bastante simples – você coloca as letras na página e as manipula –, mas para fazer isso e produzir o efeito desejado, é preciso saber como manipulá-las. Para tanto, existem várias técnicas e estruturas que ajudam o designer a controlar e diagramar a página de forma eficiente. A compreensão dessas noções básicas permite que o designer desenvolva projetos coerentes e eficazes, controlando e harmonizando os vários elementos tipográficos que eles contêm. Em alguns casos, como no exemplo da página oposta, elementos tipográficos foram selecionados por suas evocações históricas, bem como por sua estética contemporânea.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808748

Conclusão

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:50 PM

Page 172

Conclusão

Conclusão

Este livro buscou explicar e ilustrar os princípios básicos da tipografia. Uma boa compreensão desses elementos básicos, aliada ao conhecimento de formato, layout, cor e imagem, equipa o designer com ferramentas poderosas para soltar a criatividade.

O design é uma atividade comercial, e a aplicação desses princípios básicos facilita a eficiência do processo de design, mantendo tempo e custos dentro do planejado. No entanto, a inspiração continua a ser o centro da atividade criativa, e esperamos que os exemplos que ilustram este volume, de muitos dos principais estúdios de design contemporâneos, tenham servido como inspiração. Ao produzirmos este livro, ficou claro que a tipografia tem um apelo especial para muitos designers. O entusiasmo e a compreensão com que nossos colaboradores abordaram o assunto, por sua vez, ajudaram-nos a oferecer um conhecimento sólido sobre essa área muito querida por todos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808748

Geração de tipos

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:37 PM

Page 108

Geração de tipos

Cliente: Balletlab

Design: 3 Deep Design

Resumo tipográfico:

Tipo gerado a partir do padrão de fundo

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

03-AC31201(119) 175# Dtp:116 Page:108

BDT_001-176

3/31/06

10:37 PM

Page 109

108 109

Geração de tipos

A geração de tipos refere-se aos diferentes instrumentos ou abordagens utilizados para criar letras. Esse processo pode ser parte de um método deliberado para projetar uma nova face, ou algo tão simples como desenhar as letras necessárias com spray.

O tema unificador desta seção é que a tipografia pode ser manipulada de muitas maneiras, e pode ser criada a partir de diferentes recursos para servir a propósitos de design específicos.

Dessa forma, os designers tiram proveito dos atributos do tipo gerado para acrescentar, ou reforçar, a mensagem que querem transmitir.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808748

Introdução

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

4/3/06

4:24 PM

Page 6

Introdução

A tipografia é o meio pelo qual é dada uma forma visual para uma ideia escrita.

Devido ao volume e à variedade de fontes disponíveis, a seleção dos componentes desta forma visual pode afetar drasticamente a leiturabilidade da ideia e os sentimentos do leitor em relação a ela. A tipografia é um dos elementos que mais influencia o caráter e a qualidade emocional de um projeto. Ela pode produzir um efeito neutro ou despertar paixões, simbolizar movimentos artísticos, políticos ou filosóficos, ou ainda expressar a personalidade de um indivíduo ou organização.

Fontes tipográficas variam, desde aquelas com letras claras e distintas que fluem facilmente diante dos olhos, e por isso são apropriadas para longas passagens de texto, até as mais dramáticas e atraentes, que chamam a atenção, e por esse motivo são utilizadas em manchetes e propagandas.

A tipografia não é estática, e continua a evoluir. Muitas fontes atualmente em uso baseiam-se em faces de tipos criadas em períodos históricos anteriores. A incipiente indústria da impressão no século XV estabeleceu o uso de capitulares romanas e minúsculas carolíngias, essas últimas desenvolvidas durante o reinado de Carlos Magno, como padrão de letra que é amplamente utilizado até hoje.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais