Alina Wheeler (61)
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Medium 9788582605134

Básico - Ideais da marca

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Ideais da marca

Visão geral

Os ideais são essenciais para um processo de gestão de marcas responsável, seja qual for o tamanho da empresa ou a natureza dos negócios. Esses ideais valem sempre, não importa se você está lançando um empreendimento de risco, criando de um novo produto ou serviço, reposicionando uma marca existente, articulando uma fusão de empresas ou estabelecendo uma presença no varejo.

A funcionalidade não é o único critério para chegar ao âmago da identidade da marca.

Existem mais de um milhão de marcas comerciais registradas no Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos. As questões básicas são: o que torna uma melhor do que a

outra? E por quê? Quais são as características essenciais das soluções mais sustentáveis?

Como definir as melhores identidades? Esses ideais não se referem a uma estética específica.

A excelência no design é um pré-requisito.

As melhores marcas combinam inteligência e insight com imaginação e técnica.

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Estudos de caso - Spectrum Health System

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

Spectrum Health System

Nossos funcionários, médicos e voluntários têm uma missão em comum: melhorar a saúde das comunidades que atendemos. Nossa história começou com o desejo de aliviar o sofrimento humano.

A Spectrum Health é um dos maiores e mais abrangentes sistemas de saúde do estado do

Michigan, com 25.000 funcionários, 3.100 médicos e 2.300 voluntários ativos. O sistema da

Spectrum Health inclui um grande centro médico, 12 hospitais comunitários regionais (incluindo um hospital exclusivamente infantil), um corpo médico de múltiplas especialidades e um plano de saúde com reconhecimento em nível nacional.

Metas

Criar uma marca principal

única.

Desenhar um sistema de identidade visual unificado.

Desenvolver um sistema de nomenclatura uniforme.

Preparar a marca para o crescimento e a expansão.

Construir um recurso online de padrões de marca.

Sabíamos que a saúde passaria por mudanças enormes. Queríamos garantir que nossa expressão pública seria clara a sucinta.

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Estudos de caso - Unstuck

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

Unstuck

Combinamos aprendizado online, ferramentas digitais personalizadas e dicas e know-how para ajudá-lo a entender o que o impede de fazer as coisas e como você pode avançar.

Metas

A Unstuck é um aplicativo, uma plataforma de aprendizado online e um site de conteúdo que equipa os usuários para enfrentar desafios e avançar com as suas vidas. A Unstuck é um coach digital, ao seu dispor sempre que você se sente empacado. O aplicativo ajuda as pessoas a enxergarem e resolverem situações usando perguntas provocadoras, dicas direcionadas e ferramentas orientadas para a ação.

Desenhar uma nova marca a partir do zero e deixá-la evoluir conscientemente à medida que se expande.

Liderar uma nova categoria de produtos de tecnologia e crescimento pessoal.

Combinar psicologia, comportamento humano e design.

Estabelecer a plataforma de aprendizagem online da Unstuck como uma experiência única no espaço de desenvolvimento pessoal.

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Estudos de caso - SocialSecurity.gov

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

SocialSecurity.gov

Estamos com você durante a jornada da vida. Descubra como o Seguro

Social está ao seu lado em cada momento da sua vida, garantindo o hoje e o amanhã.

A Administração do Seguro Social dos Estados Unidos (SSA, Social Security Administration) é uma agência independente do governo federal dos EUA, que administra o sistema de Seguro Social, ou

Social Security, um programa que combina aposentadoria por idade, aposentadoria por invalidez e pensões em favor de sobreviventes. A Agência, criada em 1935 pelo presidente Franklin D.

Roosevelt, foi o primeiro programa do seu tipo criado pelo governo federal, elaborado para ajudar os americanos durante seus últimos anos de vida ou quando sofrem de invalidez.

Metas

Ajudar as pessoas a entenderem e se planejarem para a sua aposentadoria, plano de saúde

Medicare e benefícios por invalidez.

Criar uma interface fácil de usar e positiva.

Oferecer uma central online segura e uma maneira de as pessoas enviarem documentos online.

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Estudos de caso - Shinola Detroit

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

Shinola Detroit

Somos uma empresa americana dedicada a fabricar produtos de alta qualidade e criar empregos com significado. Somos dedicados

à preservação da arte e da beleza da indústria. Não há só história em

Detroit, há um futuro. É por isso que estamos aqui.

A Shinola é uma marca de estilo de vida de luxo sediada em Detroit, dedicada a fabricar produtos que criam empregos, incluindo relógios, bicicletas, produtos de couro, joias, produtos de áudio e diários de altíssima qualidade. A empresa pertence à Bedrock Manufacturing e à Ronda AG. A

Shinola tem mais de 600 funcionários e 22 lojas, além de ser vendida em mais de 300 lojas de produtos de luxo em todo o mundo.

Metas

Criar empregos industriais de classe mundial.

Criar uma marca de estilo de vida de luxo global por meio da alta qualidade do produto e do orgulho pelo trabalho.

Ter impacto positivo na cidade de Detroit, onde a empresa está sediada.

Redefinir o luxo americano.

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Barry Purves (9)
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Medium 9788577809011

Concentrando-se na ideia

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch2_P48-77:2 Focusing 23/11/2009 11:06 AM Page 49

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

48 | 49

Concentrando-se na ideia

No Capítulo 2, veremos como as qualidades particulares e extraordinárias do stop-motion servem perfeitamente para certas histórias e personagens, mas podem parecer inadequadas quando utilizadas em outros contextos.

O que é stop-motion? > Concentrando-se na ideia > Os bonecos

Também veremos como tirar o máximo dessas qualidades e começar a aproveitar tudo o que o stop-motion pode trazer para um filme, em vez de encobri-lo como um efeito invisível. Por fim, veremos como a natureza física e trabalhosa do stop-motion e seus orçamentos podem afetar a narrativa.

A Christmas Dream 1946 diretor

Karel Zeman

Neste clássico, uma garotinha ganha novos e empolgantes presentes de Natal e joga fora sua velha boneca de pano.

Então, o Papai Noel aparece enquanto a garota está dormindo, faz os sonhos dela sobre a antiga boneca ganharem vida e as duas vivem uma aventura juntas. Histórias criativas sobre sonhos se tornando realidade e bonecas ganhando vida são perfeitas para a animação.

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Medium 9788577809011

Movimento e performance

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch6_P160-185:6 Movement and performance 23/11/2009 3:48 PM Page 161

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

160 | 161

Movimento e performance

Neste último capítulo, veremos não apenas como obter animação clara e legível, mas também como fazê-la ter algum significado. Veremos as características e peculiaridades específicas do stop-motion, sua imprevisibilidade e fisicalidade e como garantir que cada quadro seja levado em consideração. Tentaremos estimular uma animação criativa e imaginativa, em vez de estritamente realista. Veremos como dar a ilusão de elementos como peso e inércia, os quais ajudam a produzir animação verossímil, e enfatizaremos os aspectos importantes da performance, do timing e da atuação, fundamentais a qualquer movimento.

Ferramentas e técnicas > Movimento e performance

Sonho de Uma Noite de

Verão 1959 diretor

Jirˇí Trnka

Também conhecido como Sen noci svatojanske, este belo premiado filme contém algumas performances excelentes. Foi lançado originalmente sem diálogo, contando a história por meio de música, pantomima e dança. Posteriormente, uma versão em inglês utilizou as vozes de alguns dos excelentes atores shakespearianos da

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Medium 9788577809011

O que é stop-motion?

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch1_P12-47:1 What is s-m 20/11/2009 9:38 PM Page 13

Title:Basic Animation_Spot Motion

Client:AVA Book Pte Ltd

Size:W160mm X H230mm

12 | 13

O que é stop-motion?

Neste capítulo de abertura, veremos como o stop-motion evoluiu quase que acidentalmente nos primórdios do cinema. Veremos também o que é stop-motion exatamente e como ele funciona, além de examinarmos seus prós e contras. Exploraremos o processo singularmente tátil do stop-motion, como esse processo se difere de outras técnicas de animação e por que

é uma parte tão importante do resultado final.

Analisaremos as diversas maneiras em que a técnica tem sido utilizada no decorrer dos anos e como pode se desenvolver no futuro.

O que é stop-motion? > Concentrando-se na ideia

Por fim, refletiremos sobre a melhor maneira de utilizar essa técnica nos seus próprios filmes.

Fúria de Titãs 1981 animador

Ray Harryhausen

Vemos aqui um dos grandes da animação stop-motion, Ray

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Medium 9788577809011

Conclusão

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m end_P186-192:endmatter 24/11/2009 4:26 PM Page 187

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

186 | 187

Conclusão

Contudo, se você encontrar prazer nas minúcias da profissão ou vibrar de alegria com os resultados de um boneco aparentemente se movendo sozinho, então logo poderá ficar encantado. Se você consegue valorizar alguns segundos de filme produzidos em um dia como uma conquista, então bem-vindo ao stop-motion. Você terá enorme satisfação com as atividades detalhistas da arte, desde colocar a mão na massa e tentar controlar o mínimo detalhe, até a própria repetição do processo.

Se você quer dar vida a personagens extraordinárias e muito verossímeis pelo contato íntimo de suas mãos, então o stop-motion certamente é sua praia.

Você precisará aceitar que o imprevisível acontecerá. Veja isso como uma característica positiva, não como uma

mudança em seu filme, mas como seu crescimento. Uma vez que aceite isso, o stop-motion poderá ser realmente viciante, pois você fez algo se mover aparentemente sozinho; na verdade, você criou vida. As pessoas que nunca tentaram fazer isso podem achar essa necessidade de dar vida

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Medium 9788577809011

Preparativos

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch4_P116-133:4 Preparations 23/11/2009 2:09 PM Page 117

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

116 | 117

Preparativos

Os bonecos > Preparativos > Ferramentas e técnicas

No Capítulo 4, veremos toda a preparação necessária para uma gravação tranquila e o tipo de problemas e satisfações você encontrará em um estúdio. O processo nesse estágio da produção de um filme é muito diferente de qualquer outra forma de animação, com muito mais fisicalidade envolvida. Uma preparação detalhada antes de gravar evitará muitos problemas posteriormente, e é uma fase essencial a ser atravessada.

Mary and Max 2009 animador

Adam Elliot

Esta imagem resume tudo que o stop-motion tem de maravilhoso: aproveitar todos os elementos de design, textura, iluminação, cor, profundidade, detalhe e personagem, para produzir algo muito estilizado, mas instantaneamente verossímil e reconhecível. Cada elemento está trabalhando em harmonia com os outros.

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Ericson Straub Marcelo Castilho Paulo Biondan H Lio De Queiroz (6)
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Medium 9788582600733

Fundamentos da representação

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

Fundamentos da representação

Fundamentos da representação

O potencial criativo de um designer ou artista deve ser enriquecido pelo processo da representação. Nesse sentido, a análise e os complexos fatores pelos quais se elaboram os juízos do desenho acabam sendo um processo natural. Cada desenho ou rendering é sempre um problema diferente que possui peculiaridades, porém alguns fundamentos são inerentes a qualquer tipo de desenho ou representação. Questões como a proporção ou a composição são, sem dúvida, fundamentos familiares e conhecidos mesmo

àqueles que desconhecem o desenho; o que muitas vezes não existe para alguns é a educação ou o aprendizado do olhar, que aguça a sensibilidade e o poder de transformar imagens mentais em uma representação bidimensional. Talvez a essência dessa pequena parte do livro seja salientar a importância do ato de desenhar – afinal, o sketch, por exemplo, é um desenho “in natura” que se utiliza de materiais próprios. O rendering, manual ou digital, é uma técnica, mas antes dele existe o desenho, a definição do que se quer representar.

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Medium 9788582600733

Galeria

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

Galeria

Montagem com sketches produzidos com técnica de marcador, caneta esferográfica e pastel seco

Marcelo Castilho

98

abc do Rendering

Rendering utilizando técnica de sketch manual e software de manipulação de imagens

Departamento de Design da

Volkswagen do Brasil / Marco Pavone

Galeria

99

Renderings digitais utilizando software 3D

Electrolux Group Design Latin America /

Érik Gurski Lima, Leonardo Hatamura,

Fabio Matsuda, Rafael Raulino

100

abc do Rendering

Galeria

101

Renderings digitais

Electrolux Group Design Latin America /

Rafael Alonso

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Érik Gurski Lima

102

abc do Rendering

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Rafael Raulino

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Vinícius Weinert

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Medium 9788582600733

A evolução dos meios de representação do design

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

A evolução dos meios de representação do design

O ato da representação visual faz parte da evolução do homem. Mais do que apenas a caracterização de crenças, o desenho tem um papel fundamental como elemento de comunicação entre os povos. Tem sido assim desde a evolução das antigas formas de escrita, que nasceram da necessidade de registro e de transmissão do conhecimento adquirido, estabelecendo uma ligação entre o emissor e o receptor e permitindo o compartilhamento de códigos comuns ao longo das gerações.

A representação no design – apesar de utilizar alguns códigos específicos que, muitas vezes, diferenciam-se de outras formas de representação visual – tem um papel similar ao da escrita porque também parte da necessidade de comunicar uma ideia. Desde a Antiguidade, o ato da representação tem uma estreita ligação com as artes, mas foi somente no final da Idade Média, quando arquitetos e projetistas começaram a ser chamados pela Igreja para projetar e renovar catedrais e edifícios, que surgiu a real necessidade de se estabelecer um diálogo efetivo entre o projetista, o cliente e os operários que deveriam executar a obra. Filippo Brunelleschi, um dos mais importantes arquitetos daquele período, foi um dos primeiros a desenvolver seus projetos com base na transferência de ideias para o papel, tendo sido responsável pelo projeto da cúpula da Igreja Santa Maria Del Fiore, em Florença, na Itália.

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Medium 9788582600733

O desenho como forma de representação. Essência ou necessidade?

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

O desenho como forma de representação.

Essência ou necessidade?

A era digital trouxe alterações significativas para o processo de representação do design. Em meados dos anos 1980, no início da propagação dos novos sistemas operacionais e dos softwares de computação gráfica, os designers mais entusiasmados diziam que a representação à mão livre estava fadada a desaparecer. No entanto, tantos anos depois, percebemos que a representação à mão livre ainda não deu o suspiro final. Ao contrário, encontra-se longe disso, apesar de algumas previsões para o setor

Sketch utilizando caneta esferográfica e marcador

Marcelo Castilho

terem se concretizado.

Na atualidade, existem mais e mais designers buscando o aprimoramento das técnicas de representação manual, mesmo tendo à disposição os mais modernos softwares ligados ao design e ao processo de representação. Talvez a poética da concepção gestual – solidificada pelo conhecimento técnico, mas fundamentalmente constituída por um processo holístico e intuitivo – conduza os designers em sua busca pela pureza criativa. Afinal, a essência do ser humano está ligada à representação visual, seja nos registros pré-históricos encontrados em cavernas, na arte do Renascimento ou, simplesmente, na expressão de uma criança revelada por meio de singelos desenhos.

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Medium 9788582600733

Superfícies e texturas

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

Superfícies e texturas

Superfícies e texturas

Cada material ou superfície específica possui uma expressão própria, muitas vezes somente visual, em outras envolvendo aspectos tridimensionais ou sensoriais. Este é o desafio na representação de texturas e superfícies: não apenas retratar o material ou o produto, mas demonstrar a sensação tátil ou tridimensional de um material. A representação do design com a finalidade de apresentar a ideia deve comunicar para o interlocutor de maneira clara qual é a superfície, o material ou a textura de determinado objeto.

Nesse processo de representação, são utilizados materiais como marcadores, pastéis, lápis de cor, guache, aquarela e papéis de texturas diferenciadas, tudo com o objetivo de demonstrar de modo rápido e claro a natureza de uma superfície ou textura. O que se busca é capturar o detalhe que define uma superfície, buscando o estereótipo de representação de determinado material. Por exemplo, a representação de superfícies cromadas

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Gavin Ambrose Paul Harris (8)
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Medium 9788577808748

Introdução

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

4/3/06

4:24 PM

Page 6

Introdução

A tipografia é o meio pelo qual é dada uma forma visual para uma ideia escrita.

Devido ao volume e à variedade de fontes disponíveis, a seleção dos componentes desta forma visual pode afetar drasticamente a leiturabilidade da ideia e os sentimentos do leitor em relação a ela. A tipografia é um dos elementos que mais influencia o caráter e a qualidade emocional de um projeto. Ela pode produzir um efeito neutro ou despertar paixões, simbolizar movimentos artísticos, políticos ou filosóficos, ou ainda expressar a personalidade de um indivíduo ou organização.

Fontes tipográficas variam, desde aquelas com letras claras e distintas que fluem facilmente diante dos olhos, e por isso são apropriadas para longas passagens de texto, até as mais dramáticas e atraentes, que chamam a atenção, e por esse motivo são utilizadas em manchetes e propagandas.

A tipografia não é estática, e continua a evoluir. Muitas fontes atualmente em uso baseiam-se em faces de tipos criadas em períodos históricos anteriores. A incipiente indústria da impressão no século XV estabeleceu o uso de capitulares romanas e minúsculas carolíngias, essas últimas desenvolvidas durante o reinado de Carlos Magno, como padrão de letra que é amplamente utilizado até hoje.

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Medium 9788577808748

Observando os tipos

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

1/4/06

8:25 AM

Page 10

Observando os tipos

Cliente: Royal Academy of Arts

Design: Why Not Associates

Resumo tipográfico:

Logotipo com contraformas preenchidas, especialmente desenvolvido para o material promocional da exposição

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

175# Dtp:119 Page:10

BDT_001-176

3/31/06

10:13 PM

Page 11

10 11

Observando os tipos

Dentro de seu amplo espectro, a tipografia contém uma rica terminologia especializada, à qual designers e tipógrafos recorrem quando examinam ou descrevem as faces de tipos e suas características. Embora cada termo tenha um significado específico, algumas definições sofreram distorções ao longo do tempo ou foram alteradas pelo uso comum, o que pode causar confusão. Por exemplo, muitas pessoas se referem, equivocadamente, a “oblíquas” como “itálicas” somente porque ambas são inclinadas.

Muitos desses termos, tais como “entrelinha” e “quadratim”, têm origem na indústria da impressão com tipos de metal. Até o explosivo impacto da tecnologia da informação, ocorrido recentemente, essa indústria era o alicerce da tipografia. Alguns outros termos – incluindo denominações para partes de um caractere – datam de épocas ainda mais remotas, tendo sua origem na cantaria.

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Medium 9788577808748

Classificação de tipos

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:18 PM

Page 34

Classificação de tipos

Cliente: Absolut Label

Design: KesselsKramer

Resumo tipográfico:

Eclética coleção de tipos usados em harmonia com o tema

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

(02-AC30671) 175# Dtp:119 Page:34

BDT_001-176

3/31/06

10:18 PM

Page 35

34 35

Classificação de tipos

A vasta gama de tipos disponíveis torna essencial a existência de algum sistema de classificação para, principalmente, simplificar as especificações de um trabalho.

Tipos e famílias de tipos podem ser classificados de acordo com suas características intrínsecas. Para entender o sistema de classificação, e os meios pelos quais um tipo é classificado, devemos estar familiarizados com a terminologia utilizada para descrever essas características. Muitas faces – e grande parte da terminologia adotada para descrevê-las – têm origem em projetos concebidos há 500 anos, e foram originalmente fundidas em metal ou gravadas em rocha. Mesmo agora, em nossa era digital, tais faces ainda apresentam as características inconfundíveis associadas às necessidades físicas dos períodos nos quais foram criadas. A classificação de tipos é um daqueles raros casos em que faz sentido julgar somente pela aparência. Por isso, é importante compreender como os tipos são classificados e quais são as diferenças entre suas variações, a fim de entender melhor quando usá-los em um projeto.

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Medium 9788577808748

Compondo com tipos

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

1/4/06

8:29 AM

Page 60

Compondo com tipos

Cliente: Shakespeare’s Globe

Design: Pentagram

(Angus Hyland e

Charlie Hanson)

Resumo tipográfico:

Combinação de tipos históricos e contemporâneos

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

(116)C31243 175# Dtp:119 Page:60

BDT_001-176

3/31/06

10:26 PM

Page 61

60 61

Compondo com tipos

Compor ou diagramar parece algo bastante simples – você coloca as letras na página e as manipula –, mas para fazer isso e produzir o efeito desejado, é preciso saber como manipulá-las. Para tanto, existem várias técnicas e estruturas que ajudam o designer a controlar e diagramar a página de forma eficiente. A compreensão dessas noções básicas permite que o designer desenvolva projetos coerentes e eficazes, controlando e harmonizando os vários elementos tipográficos que eles contêm. Em alguns casos, como no exemplo da página oposta, elementos tipográficos foram selecionados por suas evocações históricas, bem como por sua estética contemporânea.

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Medium 9788577808748

Geração de tipos

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:37 PM

Page 108

Geração de tipos

Cliente: Balletlab

Design: 3 Deep Design

Resumo tipográfico:

Tipo gerado a partir do padrão de fundo

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

03-AC31201(119) 175# Dtp:116 Page:108

BDT_001-176

3/31/06

10:37 PM

Page 109

108 109

Geração de tipos

A geração de tipos refere-se aos diferentes instrumentos ou abordagens utilizados para criar letras. Esse processo pode ser parte de um método deliberado para projetar uma nova face, ou algo tão simples como desenhar as letras necessárias com spray.

O tema unificador desta seção é que a tipografia pode ser manipulada de muitas maneiras, e pode ser criada a partir de diferentes recursos para servir a propósitos de design específicos.

Dessa forma, os designers tiram proveito dos atributos do tipo gerado para acrescentar, ou reforçar, a mensagem que querem transmitir.

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Gini Stephens Frings (16)
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Medium 9788540701779

Capítulo 2 - Demanda de Consumo e Marketing de Moda

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

2

Demanda de Consumo e

Marketing de Moda

Foco de carreira

Os profissionais da moda, incluindo gerentes de produto, vendedores, designers, compradores e todas as pessoas envolvidas no marketing, estão sempre aprendendo sobre as novidades na demanda de consumo, na economia, no comércio internacional e na tecnologia. Desenvolvimento de produto, produção e decisões de marketing são inteiramente baseados nessas informações.

Objetivos do capítulo

Neste capítulo, você vai aprender:

1. O que é o marketing de moda e a cadeia produtiva em moda

2. Quais são as influências técnicas, econômicas e globais na produção em moda

3. Qual é a importância do consumidor na produção em moda e como os estudos demográficos e psicográficos ajudam a indústria a determinar os mercados-alvo.

38

Parte I | Os Fundamentos da Moda

O marketing de moda é todo o processo de pesquisa, planejamento, promoção e distribuição de matérias-primas, peças e acessórios que os consumidores querem comprar. Ele envolve todas as pessoas ligadas à indústria da moda e ocorre ao longo de todo o canal de distribuição. Marketing é o poder por trás do desenvolvimento de produtos, da produção, da distribuição, do varejo e da promoção de fibras, tecidos, couros, peles, acabamentos, vestuário e acessórios.

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Medium 9788540701779

Capítulo 6 - Desenvolvimento e Marketing de Produtos Têxteis

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

6

Desenvolvimento e

Marketing de Produtos

Têxteis

Foco de carreira

No desenvolvimento de produtos têxteis, existem oportunidades de carreira em pesquisa, design e merchandising. No marketing, as funções variam de assistente de vendas a gerente de contas, gerente de vendas, gerente de marketing e diretor de marketing. Há também as áreas de apoio – publicidade e relações públicas – a se considerar. A maioria dessas oportunidades está nos grandes centros mundiais – Nova York, Londres, Paris, entre outros centros têxteis do mundo. Como atualmente boa parte dos tecidos é importada, também existem oportunidades de carreira para aqueles dispostos a trabalhar na Ásia, diretamente com as fábricas. Para quem trabalha na indústria da moda, também

é essencial entender as forças da cadeia produtiva, que transformam as fibras em tecidos e então levam esse material até as mãos de designers e fabricantes de roupas.

Objetivos do capítulo

Neste capítulo, você vai aprender a:

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Medium 9788540701779

Capítulo 12 - Comercialização e Distribuição do Atacado

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

12

Comercialização e

Distribuição do Atacado

Foco de carreira

Para criar uma cadeia comercial com varejistas e consumidores, os fabricantes procuram estabelecer contatos e um bom relacionamento com as lojas para quem fornecem e, muitas vezes, diretamente com os consumidores. Isso requer um esforço coordenado entre a gestão de produção, os designers, os merchandisers, os gerentes e representantes de vendas, os representantes de serviço ao cliente, os representantes de merchandising e todas as pessoas envolvidas na comercialização. Também inclui diretores de catálogos, publicitários, redatores, fotógrafos, produtores de vídeo, modelos, coordenadores de desfiles, especialistas de moda da televisão e pessoal de associações comerciais.

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Neste capítulo, você vai aprender a:

1. Listar os principais mercados internacionais de vestuário

2. Discutir aberturas de coleção, lançamentos de linha e semanas de moda

3. Descrever as políticas de distribuição

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Medium 9788540701779

Capítulo 11 - Produção de Acessórios e Peles

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

11

Produção de

Acessórios e Peles

Foco de carreira

Quase todas as categorias de acessórios são uma indústria separada. Cada área precisa de seus próprios desenvolvedores de produtos, merchandisers, designers, modelistas, gerentes de produção, profissionais de marketing e representantes de vendas. Na indústria de peles, os empregos de produção são limitados, mas há carreiras comerciais nos grandes centros de peles.

Objetivos do capítulo

Neste capítulo, você vai aprender a:

1. Discutir as considerações de design específicas de vários acessórios

2. Descrever os métodos de produção dos acessórios mais usados

3. Explicar os centros de design e produção de acessórios

4. Discutir os aspectos do marketing de acessórios

5. Explicar a produção de roupas de pele

274

Parte III | Produção e Marketing de Moda

Este capítulo discute o design, a fabricação e o marketing aplicados particularmente aos acessórios e às peles. Bolsas, sapatos, cintos, luvas e peles têm em comum o uso milenar do couro e da pele de animais como matéria-prima. Seções separadas falam da criação e da produção de sapatos, bolsas, cintos, luvas, chapéus, lenços, meias, joias e bijuterias e peles, pois cada tipo de acessório tem os seus próprios métodos.

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Medium 9788540701779

Capítulo 13 - Varejo

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

13

Varejo

Foco de carreira

O gerenciamento de uma linha de lojas de varejo começa com um executivo principal

(CEO), um diretor-geral de lojas, gerentes de lojas, gerentes de andar e de área, gerentes de departamento e seus assistentes. Outras carreiras no varejo se encontram na compra por catálogo, no comércio eletrônico e na televisão. Os cargos de merchandising serão discutidos no Capítulo 14.

Objetivos do capítulo

Neste capítulo, você vai aprender a:

1. Explicar a situação atual e as tendências do varejo

2. Discutir os vários tipos de lojas de varejo

3. Explicar as diferenças organizacionais entre lojas com várias unidades e lojas únicas

4. Identificar as grandes lojas internacionais e as áreas de compras famosas

5. Comparar a estrutura organizacional de uma loja pequena com a de uma rede de lojas

6. Discutir a importância cada vez maior do varejo sem loja

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Parte IV | Varejo de Moda

O varejo é o elo de ligação entre o fabricante e o consumidor. Os varejistas podem comprar mercadorias de fornecedores (fabricantes), importá-las diretamente de todo o mundo e/ou podem desenvolver as suas próprias marcas. Eles vendem essas mercadorias para os consumidores em suas lojas, por catálogo e/ou pela Internet ou pela televisão. No que diz respeito ao varejo, o verdadeiro sucesso no mundo da moda é alcançado com a aceitação do consumidor, medida em compras.

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