Alina Wheeler (61)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582605134

Básico - Dinâmicas de marca

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Dinâmicas de marca

Tendências

A próxima grande novidade já está acontecendo. A sociedade evolui a cada instante de formas imprevisíveis. À medida que o mercado se transforma, as melhores marcas inovam continuamente em resposta a mudanças sociais, tecnológicas, na cultura popular, na pesquisa e no cenário político. As grandes marcas reconhecem nossa nostalgia paradoxal por um passado mais simples para nos proteger das mudanças implacáveis.

A mudança quase nunca fracassa por vir cedo demais. Ela quase sempre fracassa por chegar atrasada.

Uma fusão de tecnologias está apagando as linhas entre as esferas físicas, digitais e biológicas.

A tecnologia muda mais rápido do que as pessoas.

Seth Godin

Tribes

Derek Thompson

Hit Makers: The Science of Popularity in an Age of Distraction

Sergei Brin

Cofundador da Google e presidente da Alphabet

O Gear VR da Samsung ajuda os clientes a fazer e descobrir coisas que só existiam nos seus sonhos e a ir onde jamais estiveram.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605134

Estudos de caso - Adanu

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

Adanu

Construímos escolas no interior de Gana, usando a educação para transformar a vida de crianças, e de vilas inteiras, para sempre.

Metas

Conscientizar e aumentar o apoio.

Representar a ONG ganesa nos EUA.

Renomear a organização.

A Adanu é uma organização não governamental (ONG) que trabalha ao lado de comunidades rurais subdesenvolvidas em Gana para criar e estabelecer soluções sustentáveis para a educação, e oportunidades iguais para todas as pessoas, independentemente de gênero, idade ou situação econômica. Fundada por Richard Yinkah, em 1997, com o nome de Disaster Volunteers of Ghana

(DIVOG), a organização desde então atendeu mais de 50 comunidades e recebeu 1.500 voluntários internacionais para construir escolas, instalações de saneamento, clínicas de saúde e mais.

Desenvolver uma narrativa de marca dinâmica.

Projetar um novo sistema de identidade visual.

Adanu captura a essência de todos os nossos valores:

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605134

Estudos de caso - Coors Light

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

Coors Light

Nossa cerveja é armazenada, filtrada e embalada no limite do congelamento, límpida e refrescante como as próprias Montanhas

Rochosas. São nossas montanhas que nos fazem quem somos.

Metas

A Coors Brewing Company foi fundada em 1873 por Adolph Coors, que escolheu o Clear Creek

Valley em Golden, Colorado, para a sua nova cervejaria devido à qualidade da água pura das fontes das Montanhas Rochosas na região. A Coors Light foi lançada em 1978 e hoje é produzida em todo o país. A Coors Light é a segunda cerveja mais vendida dos EUA, onde é produzida e comercializada pela MillerCoors, de propriedade da Molson Coors, a terceira maior cervejaria do mundo.

Renovar a experiência de marca.

Partir da tradição da marca e expandi-la.

Evocar ligações emocionais fortes.

Produzir uma experiência consistente para uma marca de estilo de vida.

Durante a evolução da nossa campanha e a criação de um mundo de marca visualmente icônico, estabelecemos a Coors Light como uma marca de estilo de vida, posicionada para o crescimento sustentável.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605134

Estudos de caso - Vueling

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

Vueling

Metas

A Vueling é rápida e objetiva. Não são só os preços baixos que fazem a empresa; também é importante ser prática e estar um passo à frente de todo mundo, seja no que for.

A Vueling Airlines SA oferece voos a mais de cem destinos na África, Ásia e Europa, e atualmente

é a segunda maior companhia aérea da Espanha. A empresa foi fundada em 2002 e tem sede em

Barcelona, na Espanha.

Imaginar um nome e uma nova marca.

Criar uma companhia aérea da nova geração, que rompesse com as categorias tradicionais e desafiasse os limites do setor.

Projetar uma identidade visual, verbal e comportamental integrada.

Agradar o cliente.

A Vueling se tornou o que a criamos para ser: uma companhia aérea da nova geração, combinando preços baixos, grande estilo e serviço de alta qualidade.

Juan Pablo Ramírez

Estrategista de marca

Saffron Brand Consultants

Vueling: Saffron Brand Consultants

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605134

Estudos de caso - ACHC

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

ACHC

Nossa família de empresas constrói relações fortes com os clientes na busca contínua por oportunidades para fortalecer as liberdades culturais e econômicas dos iñupiat.

A ACHC (ASRC Construction Holding Company) é a divisão de consturção da Arctic Slope Regional

Corporation (ASRC), uma empresa de propriedade do povo iñupiat, criada em consequência da Alaska

Native Claims Settlement Act (Lei de Conciliação das Reivindicações de Terra dos Povos Nativos do

Alasca). A ACHC presta serviços de apoio e supervisão para seis empresas, que realizam uma ampla gama de serviços de construção para diversos clientes governamentais e do setor privado.

Metas

Ampliar a vantagem competitiva.

Criar uma arquitetura de marca unificada.

Elevar o perfil público.

Honrar a tradição cultural da ACHC.

Criar um sistema integrado

Criamos uma marca que reflete totalmente os motivos da nossa existência. Nossa marca funciona como um alicerce para o nosso sucesso contínuo e, ao mesmo tempo, lembra constantemente da nossa tradição e dos nossos valores fundamentais.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Barry Purves (9)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788577809011

Conclusão

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m end_P186-192:endmatter 24/11/2009 4:26 PM Page 187

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

186 | 187

Conclusão

Contudo, se você encontrar prazer nas minúcias da profissão ou vibrar de alegria com os resultados de um boneco aparentemente se movendo sozinho, então logo poderá ficar encantado. Se você consegue valorizar alguns segundos de filme produzidos em um dia como uma conquista, então bem-vindo ao stop-motion. Você terá enorme satisfação com as atividades detalhistas da arte, desde colocar a mão na massa e tentar controlar o mínimo detalhe, até a própria repetição do processo.

Se você quer dar vida a personagens extraordinárias e muito verossímeis pelo contato íntimo de suas mãos, então o stop-motion certamente é sua praia.

Você precisará aceitar que o imprevisível acontecerá. Veja isso como uma característica positiva, não como uma

mudança em seu filme, mas como seu crescimento. Uma vez que aceite isso, o stop-motion poderá ser realmente viciante, pois você fez algo se mover aparentemente sozinho; na verdade, você criou vida. As pessoas que nunca tentaram fazer isso podem achar essa necessidade de dar vida

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809011

Ferramentas e técnicas

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch5_P134-159:5 Tools & techniques 24/11/2009 4:40 PM Page 135

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

134 | 135

Ferramentas e técnicas

No Capítulo 5, veremos como todos os elementos técnicos envolvidos no stop-motion afetam a narrativa e o filme em si, e por que eles são tão importantes quanto a animação.

Preparativos > Ferramentas e técnicas > Movimento e performance

Como precisamos criar absolutamente tudo a partir do zero, é importante extrair o máximo de cada elemento, permitindo que contribuam para o filme, em vez de serem apenas algo secundário, mera decoração ou arquitetura. Tente relacionar cada corte, cada enquadramento, cada música a alguma coisa na narrativa e no tema global.

A animação é mais do que personagens móveis; trata-se de narrativa, e cada elemento pode ajudar a contar essa história.

Wallace e Gromit:

A batalha dos vegetais

2005 animador

Aardman

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809011

Preparativos

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch4_P116-133:4 Preparations 23/11/2009 2:09 PM Page 117

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

116 | 117

Preparativos

Os bonecos > Preparativos > Ferramentas e técnicas

No Capítulo 4, veremos toda a preparação necessária para uma gravação tranquila e o tipo de problemas e satisfações você encontrará em um estúdio. O processo nesse estágio da produção de um filme é muito diferente de qualquer outra forma de animação, com muito mais fisicalidade envolvida. Uma preparação detalhada antes de gravar evitará muitos problemas posteriormente, e é uma fase essencial a ser atravessada.

Mary and Max 2009 animador

Adam Elliot

Esta imagem resume tudo que o stop-motion tem de maravilhoso: aproveitar todos os elementos de design, textura, iluminação, cor, profundidade, detalhe e personagem, para produzir algo muito estilizado, mas instantaneamente verossímil e reconhecível. Cada elemento está trabalhando em harmonia com os outros.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809011

Concentrando-se na ideia

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch2_P48-77:2 Focusing 23/11/2009 11:06 AM Page 49

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

48 | 49

Concentrando-se na ideia

No Capítulo 2, veremos como as qualidades particulares e extraordinárias do stop-motion servem perfeitamente para certas histórias e personagens, mas podem parecer inadequadas quando utilizadas em outros contextos.

O que é stop-motion? > Concentrando-se na ideia > Os bonecos

Também veremos como tirar o máximo dessas qualidades e começar a aproveitar tudo o que o stop-motion pode trazer para um filme, em vez de encobri-lo como um efeito invisível. Por fim, veremos como a natureza física e trabalhosa do stop-motion e seus orçamentos podem afetar a narrativa.

A Christmas Dream 1946 diretor

Karel Zeman

Neste clássico, uma garotinha ganha novos e empolgantes presentes de Natal e joga fora sua velha boneca de pano.

Então, o Papai Noel aparece enquanto a garota está dormindo, faz os sonhos dela sobre a antiga boneca ganharem vida e as duas vivem uma aventura juntas. Histórias criativas sobre sonhos se tornando realidade e bonecas ganhando vida são perfeitas para a animação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809011

Os bonecos

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch3_P78-115:3 Puppets 23/11/2009 1:06 PM Page 79

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

78 | 79

Os bonecos

No Capítulo 3, descobriremos quais qualidades que um boneco pode trazer para um filme que atores, desenhos e imagens 3D não podem.

Veremos por que os bonecos de stop-motion têm um elemento extra de vida e espontaneidade e veremos também como tirar o máximo proveito de um boneco em termos de design. Em particular, vamos nos concentrar em como explorar os traços de um boneco, como os olhos e as mãos, que são mais expressivos, e como torná-lo o mais fácil de animar possível.

Concentrando-se na ideia > Os bonecos > Preparativos

Por fim, discutiremos outras técnicas que envolvem tocar e manipular os objetos diante da câmera para contar uma história. Essas técnicas demonstram claramente que um boneco complexo nem sempre é necessário para se contar uma história emocionante.

Rigoletto 1993 animador

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Ericson Straub Marcelo Castilho Paulo Biondan H Lio De Queiroz (6)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582600733

Fundamentos da representação

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

Fundamentos da representação

Fundamentos da representação

O potencial criativo de um designer ou artista deve ser enriquecido pelo processo da representação. Nesse sentido, a análise e os complexos fatores pelos quais se elaboram os juízos do desenho acabam sendo um processo natural. Cada desenho ou rendering é sempre um problema diferente que possui peculiaridades, porém alguns fundamentos são inerentes a qualquer tipo de desenho ou representação. Questões como a proporção ou a composição são, sem dúvida, fundamentos familiares e conhecidos mesmo

àqueles que desconhecem o desenho; o que muitas vezes não existe para alguns é a educação ou o aprendizado do olhar, que aguça a sensibilidade e o poder de transformar imagens mentais em uma representação bidimensional. Talvez a essência dessa pequena parte do livro seja salientar a importância do ato de desenhar – afinal, o sketch, por exemplo, é um desenho “in natura” que se utiliza de materiais próprios. O rendering, manual ou digital, é uma técnica, mas antes dele existe o desenho, a definição do que se quer representar.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600733

Galeria

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

Galeria

Montagem com sketches produzidos com técnica de marcador, caneta esferográfica e pastel seco

Marcelo Castilho

98

abc do Rendering

Rendering utilizando técnica de sketch manual e software de manipulação de imagens

Departamento de Design da

Volkswagen do Brasil / Marco Pavone

Galeria

99

Renderings digitais utilizando software 3D

Electrolux Group Design Latin America /

Érik Gurski Lima, Leonardo Hatamura,

Fabio Matsuda, Rafael Raulino

100

abc do Rendering

Galeria

101

Renderings digitais

Electrolux Group Design Latin America /

Rafael Alonso

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Érik Gurski Lima

102

abc do Rendering

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Rafael Raulino

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Vinícius Weinert

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600733

A evolução dos meios de representação do design

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

A evolução dos meios de representação do design

O ato da representação visual faz parte da evolução do homem. Mais do que apenas a caracterização de crenças, o desenho tem um papel fundamental como elemento de comunicação entre os povos. Tem sido assim desde a evolução das antigas formas de escrita, que nasceram da necessidade de registro e de transmissão do conhecimento adquirido, estabelecendo uma ligação entre o emissor e o receptor e permitindo o compartilhamento de códigos comuns ao longo das gerações.

A representação no design – apesar de utilizar alguns códigos específicos que, muitas vezes, diferenciam-se de outras formas de representação visual – tem um papel similar ao da escrita porque também parte da necessidade de comunicar uma ideia. Desde a Antiguidade, o ato da representação tem uma estreita ligação com as artes, mas foi somente no final da Idade Média, quando arquitetos e projetistas começaram a ser chamados pela Igreja para projetar e renovar catedrais e edifícios, que surgiu a real necessidade de se estabelecer um diálogo efetivo entre o projetista, o cliente e os operários que deveriam executar a obra. Filippo Brunelleschi, um dos mais importantes arquitetos daquele período, foi um dos primeiros a desenvolver seus projetos com base na transferência de ideias para o papel, tendo sido responsável pelo projeto da cúpula da Igreja Santa Maria Del Fiore, em Florença, na Itália.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600733

Passo a passo

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

Passo a passo

Materiais utilizados em um rendering manual

A qualidade dos materiais escolhidos influi diretamente na geração de um rendering.

Marcadores, markers ou rotuladores são tradicionalmente definidos como formadores da base de um rendering. A ponta em forma de chanfro das canetas é uma característica fundamental para se obter a gestualidade e a rapidez nos traçados. E são exatamente a gestualidade e a rapidez nos traçados que marcam um rendering manual ou, até mesmo, um rendering digital.

Os marcadores funcionam à base de solventes, o que possibilita o preenchimento homogêneo de grandes superfícies e a superposição de camadas de tinta sem provocar

36

abc do Rendering

danos às fibras do papel. Outro material importante é o pastel seco, indispensável para a representação de volumes e superfícies de alto brilho e de forma arredondada. Para dar mais homogeneidade e transparência ao rendering, geralmente é utilizado o pó raspado do bastão. A dureza e a consistência do material também devem ser levadas em conta no momento da criação de um rendering. Se o material for quebradiço ou muito duro, pode danificar o trabalho.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600733

O desenho como forma de representação. Essência ou necessidade?

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

O desenho como forma de representação.

Essência ou necessidade?

A era digital trouxe alterações significativas para o processo de representação do design. Em meados dos anos 1980, no início da propagação dos novos sistemas operacionais e dos softwares de computação gráfica, os designers mais entusiasmados diziam que a representação à mão livre estava fadada a desaparecer. No entanto, tantos anos depois, percebemos que a representação à mão livre ainda não deu o suspiro final. Ao contrário, encontra-se longe disso, apesar de algumas previsões para o setor

Sketch utilizando caneta esferográfica e marcador

Marcelo Castilho

terem se concretizado.

Na atualidade, existem mais e mais designers buscando o aprimoramento das técnicas de representação manual, mesmo tendo à disposição os mais modernos softwares ligados ao design e ao processo de representação. Talvez a poética da concepção gestual – solidificada pelo conhecimento técnico, mas fundamentalmente constituída por um processo holístico e intuitivo – conduza os designers em sua busca pela pureza criativa. Afinal, a essência do ser humano está ligada à representação visual, seja nos registros pré-históricos encontrados em cavernas, na arte do Renascimento ou, simplesmente, na expressão de uma criança revelada por meio de singelos desenhos.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Gavin Ambrose Paul Harris (8)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788577808748

Classificação de tipos

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:18 PM

Page 34

Classificação de tipos

Cliente: Absolut Label

Design: KesselsKramer

Resumo tipográfico:

Eclética coleção de tipos usados em harmonia com o tema

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

(02-AC30671) 175# Dtp:119 Page:34

BDT_001-176

3/31/06

10:18 PM

Page 35

34 35

Classificação de tipos

A vasta gama de tipos disponíveis torna essencial a existência de algum sistema de classificação para, principalmente, simplificar as especificações de um trabalho.

Tipos e famílias de tipos podem ser classificados de acordo com suas características intrínsecas. Para entender o sistema de classificação, e os meios pelos quais um tipo é classificado, devemos estar familiarizados com a terminologia utilizada para descrever essas características. Muitas faces – e grande parte da terminologia adotada para descrevê-las – têm origem em projetos concebidos há 500 anos, e foram originalmente fundidas em metal ou gravadas em rocha. Mesmo agora, em nossa era digital, tais faces ainda apresentam as características inconfundíveis associadas às necessidades físicas dos períodos nos quais foram criadas. A classificação de tipos é um daqueles raros casos em que faz sentido julgar somente pela aparência. Por isso, é importante compreender como os tipos são classificados e quais são as diferenças entre suas variações, a fim de entender melhor quando usá-los em um projeto.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808748

Compondo com tipos

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

1/4/06

8:29 AM

Page 60

Compondo com tipos

Cliente: Shakespeare’s Globe

Design: Pentagram

(Angus Hyland e

Charlie Hanson)

Resumo tipográfico:

Combinação de tipos históricos e contemporâneos

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

(116)C31243 175# Dtp:119 Page:60

BDT_001-176

3/31/06

10:26 PM

Page 61

60 61

Compondo com tipos

Compor ou diagramar parece algo bastante simples – você coloca as letras na página e as manipula –, mas para fazer isso e produzir o efeito desejado, é preciso saber como manipulá-las. Para tanto, existem várias técnicas e estruturas que ajudam o designer a controlar e diagramar a página de forma eficiente. A compreensão dessas noções básicas permite que o designer desenvolva projetos coerentes e eficazes, controlando e harmonizando os vários elementos tipográficos que eles contêm. Em alguns casos, como no exemplo da página oposta, elementos tipográficos foram selecionados por suas evocações históricas, bem como por sua estética contemporânea.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808748

Prática tipográfica

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:46 PM

Page 150

Prática tipográfica

Cliente: Lancaster City Council

Design: Why Not Associates e Gordon Young

Resumo tipográfico:

Vários estilos utilizados para apresentar poemas, letras de músicas e expressões

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

175# Dtp:116 Page:150

BDT_001-176

3/31/06

10:47 PM

Page 151

150 151

Prática tipográfica

A aplicação prática da tipografia no design nem sempre é o que se espera. As demandas tipográficas podem ser mais extensas e menos ortodoxas do que as vistas nas seções anteriores deste livro, embora os princípios básicos permaneçam os mesmos. A aplicação dos tipos pode ser incomum – como o exemplo na página ao lado demonstra –, mas, ainda assim, o designer deve levar em conta a seleção de tipos, sua composição, espaçamento, corpo, legibilidade e padrão.

A tipografia é um ofício técnico, exigente e às vezes confuso, que requer muita atenção, paciência e compreensão histórica. No final das contas, a tipografia é uma experiência íntima e humana – no caso da

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808748

Geração de tipos

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:37 PM

Page 108

Geração de tipos

Cliente: Balletlab

Design: 3 Deep Design

Resumo tipográfico:

Tipo gerado a partir do padrão de fundo

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

03-AC31201(119) 175# Dtp:116 Page:108

BDT_001-176

3/31/06

10:37 PM

Page 109

108 109

Geração de tipos

A geração de tipos refere-se aos diferentes instrumentos ou abordagens utilizados para criar letras. Esse processo pode ser parte de um método deliberado para projetar uma nova face, ou algo tão simples como desenhar as letras necessárias com spray.

O tema unificador desta seção é que a tipografia pode ser manipulada de muitas maneiras, e pode ser criada a partir de diferentes recursos para servir a propósitos de design específicos.

Dessa forma, os designers tiram proveito dos atributos do tipo gerado para acrescentar, ou reforçar, a mensagem que querem transmitir.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808748

Conclusão

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:50 PM

Page 172

Conclusão

Conclusão

Este livro buscou explicar e ilustrar os princípios básicos da tipografia. Uma boa compreensão desses elementos básicos, aliada ao conhecimento de formato, layout, cor e imagem, equipa o designer com ferramentas poderosas para soltar a criatividade.

O design é uma atividade comercial, e a aplicação desses princípios básicos facilita a eficiência do processo de design, mantendo tempo e custos dentro do planejado. No entanto, a inspiração continua a ser o centro da atividade criativa, e esperamos que os exemplos que ilustram este volume, de muitos dos principais estúdios de design contemporâneos, tenham servido como inspiração. Ao produzirmos este livro, ficou claro que a tipografia tem um apelo especial para muitos designers. O entusiasmo e a compreensão com que nossos colaboradores abordaram o assunto, por sua vez, ajudaram-nos a oferecer um conhecimento sólido sobre essa área muito querida por todos.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Gini Stephens Frings (16)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788540701779

Apêndice

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

Apêndice

Diretrizes de carreira

Como você vai se posicionar no mundo da moda? Escolher uma carreira – não apenas um emprego, mas um trabalho que você goste e construa para o futuro – é uma das decisões mais importantes de sua vida. Este livro vai ajudar você a tomar essa decisão.

Este apêndice procura dar uma visão realista das possibilidades de carreira na moda. Ele investiga as oportunidades de emprego nas áreas de produtos têxteis, moda, design, marketing, produção, varejo e promoção. Ao planejar a sua carreira, você deve primeiro entender a si mesmo, seus talentos e suas ambições, e só então deve aplicar essas habilidades e interesses no campo que lhe oferece melhores oportunidades de emprego.

442

Apêndice

A INDÚSTRIA TÊXTIL

Se você gosta de trabalhar com tecidos, encontrará várias possibilidades de emprego interessantes na indústria têxtil. Uma grande variedade de pessoas qualificadas e talentosas é necessária, incluindo artistas para criar novos modelos, cientistas para desenvolver fibras e acabamentos e especialistas em marketing para comercializar as fibras para as fábricas e os tecidos para os fabricantes.

Ver todos os capítulos
Medium 9788540701779

Capítulo 12 - Comercialização e Distribuição do Atacado

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

12

Comercialização e

Distribuição do Atacado

Foco de carreira

Para criar uma cadeia comercial com varejistas e consumidores, os fabricantes procuram estabelecer contatos e um bom relacionamento com as lojas para quem fornecem e, muitas vezes, diretamente com os consumidores. Isso requer um esforço coordenado entre a gestão de produção, os designers, os merchandisers, os gerentes e representantes de vendas, os representantes de serviço ao cliente, os representantes de merchandising e todas as pessoas envolvidas na comercialização. Também inclui diretores de catálogos, publicitários, redatores, fotógrafos, produtores de vídeo, modelos, coordenadores de desfiles, especialistas de moda da televisão e pessoal de associações comerciais.

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Neste capítulo, você vai aprender a:

1. Listar os principais mercados internacionais de vestuário

2. Discutir aberturas de coleção, lançamentos de linha e semanas de moda

3. Descrever as políticas de distribuição

Ver todos os capítulos
Medium 9788540701779

Capítulo 8 - Moda Internacional

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

8

Moda

Internacional

Foco de carreira

Todo profissional no negócio da moda quer estar informado sobre o que está acontecendo nas capitais da moda. A maioria dos designers, seus parceiros comerciais, profissionais da manufatura e organizações promocionais estão localizados nesses centros da moda, onde inspiração e fornecedores se encontram e as principais decisões de negócios são tomadas.

Objetivos do capítulo

Neste capítulo, você vai aprender a:

1. Distinguir quem são os criadores de moda internacional mais conhecidos

2. Explicar os motivos da liderança de moda francesa

3. Discutir o crescimento da importância do prêt-à-porter

4. Listar as razões da importância de Nova York como centro de moda

5. Discutir o papel dos centros de moda nacionais e internacionais

182

Parte III | Produção e Marketing de Moda

Este capítulo apresenta as principais capitais da moda do mundo, os centros mais influentes na criação e no marketing de moda. Você vai ler sobre as especialidades de cada um e sobre os criadores que transformaram essas cidades em centros da moda. Os centros da moda se desenvolvem como resultado da concentração de recursos, materiais, mão de obra qualificada e pessoas criativas. Designers são influenciados pelo que outros designers e artistas estão criando. A empolgação com uma nova ideia funciona como um catalisador, que gera mais criatividade, e é por isso que muitas pessoas criativas gravitam em torno das principais cidades.

Ver todos os capítulos
Medium 9788540701779

Capítulo 4 - Pesquisa e Fontes de Moda

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

4

Pesquisa e Fontes de Moda

Foco de carreira

Muito antes de começar uma nova linha ou coleção, designers e merchandisers da indústria já estão ativamente envolvidos na pesquisa de moda. Consultores de pesquisa de mercado estudam e elaboram relatórios sobre as informações demográficas e hábitos de compra dos consumidores. Serviços de design e publicações de moda também precisam de especialistas em pesquisa e previsão de moda para cada categoria de mercadoria.

Objetivos do capítulo

Neste capítulo, você vai aprender a:

1. Discutir a importância da pesquisa

2. Explicar a necessidade dos estudos de mercado e da previsão de moda

3. Discutir e dar exemplos de fontes de design

88

Parte I | Os Fundamentos da Moda

Não é nada fácil fazer e vender o que as pessoas vão querer comprar em uma temporada de vendas futura. Percepção, pesquisa e planejamento são necessários para que produtores e varejistas produzam, comprem e vendam o que os consumidores vão querer. Os profissionais da moda devem estar atentos ao que está acontecendo no mundo, incluindo economia, política, demografia e mudanças sociais e em como esses eventos e condições afetarão os seus negócios. Sem uma pesquisa adequada, ou com uma mudança inesperada dos acontecimentos, a mercadoria acaba parada nas prateleiras e cabides, causando prejuízos – e até mesmo encerramento de negócios – para produtores, fabricantes e varejistas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788540701779

Capítulo 15 - Marketing de Varejo

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

15

Marketing de Varejo

Foco de carreira

O marketing oferece uma grande variedade de oportunidades de carreira interessantes e criativas. Executivos do marketing de varejo são responsáveis por, ou trabalham com, os profissionais da propaganda, de relações públicas, de pesquisa de mercado e de desenvolvimento de novos negócios. O diretor de propaganda trabalha com diretores de criação, gerentes de E-commerce, diretores de arte, editoradores, redatores, gerentes de mídia, coordenadores de merchandising e fotógrafos, que podem trabalhar na empresa varejista ou em agências. Diretores corporativos de moda, eventos especiais e/ou relações públicas têm gerentes regionais e coordenadores de loja para cumprir com as responsabilidades de cada loja. O diretor de visual merchandising de uma cadeia de lojas supervisiona os gerentes de merchandising e a equipe de designers das lojas regionais ou individuais.

Objetivos do capítulo

Neste capítulo, você vai aprender a:

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais