Alina Wheeler (61)
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Estudos de caso - Ação Contra a Fome

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

Ação Contra a Fome

Lideramos a luta global contra a fome mundial, tomando ações decisivas contra as causas e os efeitos da fome, pois os pobres e os subnutridos são vítimas do caos político e social, de desastres naturais e da desigualdade.

A Ação Contra a Fome, uma organização humanitária global comprometida com acabar com a fome no mundo, foi fundada em 1979. Trabalhando em quase 50 países, a organização ajuda crianças subnutridas enquanto dá às comunidades acesso a água potável e soluções sustentáveis para a fome. Em 2015, mais de 6.500 membros da equipe de campo trabalharam com mais de 14,9 milhões de pessoas.

Metas

Posicionar a organização como global.

Esclarecer o propósito da organização.

Desenvolver uma arquitetura de marca global clara.

Criar uma narrativa memorável.

Redesenhar o símbolo existente, partindo do seu patrimônio.

Se ao entrarmos em uma zona de guerra no

Mali, as pessoas não conseguem ler o nosso logotipo, elas devem, pelo menos, conseguir reconhecer o nosso símbolo.

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Estudos de caso - (RED)

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

(RED)

A (RED) acolhe marcas e dá ao consumidor a possibilidade de escolher produtos que contribuem para a Global Fund, para ajudar a acabar com a Aids na África.

Metas

A (RED) é uma marca licenciada global, criada em 2006, para levantar fundos e conscientizar o público sobre a Aids na África. Ela trabalha com os parceiros para criar e vender produtos (RED) exclusivos. Uma porcentagem dos lucros vai diretamente para a Global Fund, que investe em programas de luta contra o HIV e a Aids.

Desenvolver um novo modelo de marca e negócio.

Aproveitar a força das maiores empresas do mundo para acabar com a Aids na África.

Estabelecer uma fonte de renda sustentável do setor privado para a Global Fund.

Facilitar a participação para os consumidores.

Inspirar empresas parceiras a participar.

A (RED) nasceu da amizade e da raiva, da ambição e da comoção, e da pura vontade de transformar o impossível em possível. www.joinRED.com

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Processo - Fase 4 – Criação de pontos de contato

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Fase 4 – Criação de pontos de contato

Visão geral

A Fase 4 trata do desenvolvimento e do refinamento do design. O conceito de design da identidade da marca foi aprovado, e uma atmosfera de urgência gera um bombardeio de perguntas:“Quando teremos os cartões de visita?”, seguida de “em quanto tempo nossos padrões estarão funcionando?”.

4

criação de pontos de contato

O design é inteligência tornada visível.

Lou Danziger

Designer e educador

Depois que as decisões maiores são tomadas, grande parte das empresas quer começar a todo vapor. A tarefa da consultoria de identidade de marca é manter o ímpeto enquanto cuida da finalização dos detalhes cruciais.

Na Fase 3, foram desenvolvidas aplicações hipotéticas para testar as ideias e ajudar a vender os principais conceitos. Agora, a prioridade maior é refinar e finalizar os elementos da identidade e criar as assinaturas visuais. Esse trabalho exige uma atenção obsessiva ao detalhe, pois os arquivos criados são permanentes. É fundamental testar as assinaturas visuais nos mais diversos tamanhos e mídias. As decisões sobre famílias tipográficas, paletas de cores e elementos visuais secundários são tomadas nesta fase.

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Básico - Antes e depois

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Antes e depois

Redesign de símbolos de marca

À medida que as empresas crescem, seus propósitos se tornam mais lúcidos. A equipe de criação tem que enfrentar três perguntas cruciais: qual é o imperativo da empresa nessa mudança? Que elementos precisam ser mantidos para preservar o valor de marca? A mudança deve ser evolucionária ou revolucionária? A maior parte das iniciativas de gestão de marcas envolve reposicionamento e redesign.

Mudanças trazem oportunidades.

Nido Qubein

Precisamos encontrar um equilíbrio entre reconhecimento e versatilidade. Criamos um novo ícone de aplicativo para o

Instagram e um conjunto de ícones unificados para o

Hyperlapse, o Layout e o Boomerang. Também renovamos a interface do usuário com um design mais simples e consistente, que ajuda a destacar as fotos e vídeos das pessoas.

Antes

Depois

Esperamos ter capturado um pouco da vida, criatividade e otimismo que as pessoas trazem para o Instagram todos os dias, respeitando a tradição e o espírito do

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Estudos de caso - Jawwy from STC

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Estudos de caso

Jawwy from STC

A Jawwy é uma nova experiência digital móvel para a geração digital da Arábia Saudita. É um serviço móvel personalizado que permite construir, gerenciar e compartilhar planos.

A Jawwy é um serviço móvel pessoal de propriedade do Saudi Telecom Group (STC Group). Com sede em Riad, Arábia Saudita, o STC Group é a maior empresa de telecomunicações do Oriente

Médio e do Norte da África em capitalização de mercado, prestando serviços de telefonia fixa e móvel, Internet e redes de computadores.

Metas

Cocriar uma marca com o consumidor no centro.

Transformar a experiência de compra, o uso e a manutenção de serviços móveis.

Redefinir a jornada de atendimento ao cliente.

Obter insights sobre o público Millennial saudita.

Batizar um novo serviço e criar uma identidade audaciosa e visual.

Pesquisa e insight, rigor estratégico e design inspirado são todos ingredientes essenciais para a criação e implementação de marcas.

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Barry Purves (9)
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Medium 9788577809011

Introdução

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m pre_P1-11:prelims 20/11/2009 9:36 PM Page 6

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

Introdução

Afinal, o que é stop-motion exatamente? Hoje, a resposta a essa pergunta com certeza seria um pouco imprecisa, pois a maioria das técnicas de animação tem alguns elementos e princípios que se sobrepõem. De modo geral, porém, stop-motion poderia ser definido como a técnica de criar a ilusão de movimento ou desempenho por meio da gravação, quadro a quadro, da manipulação de um objeto sólido, boneco ou imagem de recorte em um cenário físico espacial.

Se alguma dessas coisas despertam seu interesse, então estamos no caminho certo.

She-Bop 1988 animadora

Joanna Priestley

Joanna Priestley utiliza sua animação para conduzir o espectador por transformações ousadas, quase xamanistas.

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 OK

N

U260426 dalimmac 19.11.2009 175#

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1

DALIM

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Medium 9788577809011

Ferramentas e técnicas

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch5_P134-159:5 Tools & techniques 24/11/2009 4:40 PM Page 135

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

134 | 135

Ferramentas e técnicas

No Capítulo 5, veremos como todos os elementos técnicos envolvidos no stop-motion afetam a narrativa e o filme em si, e por que eles são tão importantes quanto a animação.

Preparativos > Ferramentas e técnicas > Movimento e performance

Como precisamos criar absolutamente tudo a partir do zero, é importante extrair o máximo de cada elemento, permitindo que contribuam para o filme, em vez de serem apenas algo secundário, mera decoração ou arquitetura. Tente relacionar cada corte, cada enquadramento, cada música a alguma coisa na narrativa e no tema global.

A animação é mais do que personagens móveis; trata-se de narrativa, e cada elemento pode ajudar a contar essa história.

Wallace e Gromit:

A batalha dos vegetais

2005 animador

Aardman

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Medium 9788577809011

Concentrando-se na ideia

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch2_P48-77:2 Focusing 23/11/2009 11:06 AM Page 49

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

48 | 49

Concentrando-se na ideia

No Capítulo 2, veremos como as qualidades particulares e extraordinárias do stop-motion servem perfeitamente para certas histórias e personagens, mas podem parecer inadequadas quando utilizadas em outros contextos.

O que é stop-motion? > Concentrando-se na ideia > Os bonecos

Também veremos como tirar o máximo dessas qualidades e começar a aproveitar tudo o que o stop-motion pode trazer para um filme, em vez de encobri-lo como um efeito invisível. Por fim, veremos como a natureza física e trabalhosa do stop-motion e seus orçamentos podem afetar a narrativa.

A Christmas Dream 1946 diretor

Karel Zeman

Neste clássico, uma garotinha ganha novos e empolgantes presentes de Natal e joga fora sua velha boneca de pano.

Então, o Papai Noel aparece enquanto a garota está dormindo, faz os sonhos dela sobre a antiga boneca ganharem vida e as duas vivem uma aventura juntas. Histórias criativas sobre sonhos se tornando realidade e bonecas ganhando vida são perfeitas para a animação.

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Uma breve história do stop-motion

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m end_P186-192:endmatter 24/11/2009 4:26 PM Page 188

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

Uma breve história do stop-motion

1896 O cineasta e produtor Georges Méliès desenvolve muitos dos truques ainda utilizados no stop-motion, especialmente a substituição, parando a câmera.

1942 O filme Tulips Shall Grow, de George Pál, apresenta dezenas de personagens em marcha, animados por substituição de bonecos.

1899 Arthur Melbourne Cooper anima fósforos para Matches: An Appeal. Esse foi o primeiro comercial a usar stop-motion.

1949 Jirˇí Trnka faz o longa O Imperador e o

Rouxinol (também conhecido como Císaruv slavík). A dublagem norte-americana é narrada por Boris Karloff.

1900 Em The Enchanted Drawing, J. Stuart

Blackton mistura animação desenhada e objetos.

1907 Edwin S. Porter dá vida a bonecas e ursos de pelúcia em The Teddy Bears.

1910 The Battle of the Stag Beetles foi o primeiro dos filmes usando stop-motion de Ladislaw

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O que é stop-motion?

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch1_P12-47:1 What is s-m 20/11/2009 9:38 PM Page 13

Title:Basic Animation_Spot Motion

Client:AVA Book Pte Ltd

Size:W160mm X H230mm

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O que é stop-motion?

Neste capítulo de abertura, veremos como o stop-motion evoluiu quase que acidentalmente nos primórdios do cinema. Veremos também o que é stop-motion exatamente e como ele funciona, além de examinarmos seus prós e contras. Exploraremos o processo singularmente tátil do stop-motion, como esse processo se difere de outras técnicas de animação e por que

é uma parte tão importante do resultado final.

Analisaremos as diversas maneiras em que a técnica tem sido utilizada no decorrer dos anos e como pode se desenvolver no futuro.

O que é stop-motion? > Concentrando-se na ideia

Por fim, refletiremos sobre a melhor maneira de utilizar essa técnica nos seus próprios filmes.

Fúria de Titãs 1981 animador

Ray Harryhausen

Vemos aqui um dos grandes da animação stop-motion, Ray

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David A Aaker (12)
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Medium 9788577808380

5. O Setor Alimentício se Adapta

David A. Aaker Grupo A PDF Criptografado

122

Relevância de Marca

Além de cientistas e gurus da saúde, o governo tem uma função no discurso, pois ele valida ou se opõe a certas posições, comunica ideias e regula produtos. Um estudo da função de gurus, cientistas e governos, além de ajudar e dar contexto às estratégias das empresas do setor alimentício, também demonstra por que não é fácil prever e interpretar tendências. As tendências são poderosas, ambíguas e complexas e costumam flutuar.

As lições do setor alimentício sobre como lidar com tendências podem ser aplicadas a outras atividades. Todos os setores enfrentam o desafio de identificar, compreender, prever e às vezes influenciar as tendências que afetam os mercados. Os lojistas lidam com as tendências da moda, o desenvolvimento de materiais em vestuário, as preferências dos consumidores e assim por diante. A indústria automobilística precisa enfrentar questões de tecnologia, regulamentações governamentais, tendências de estilo, preferências dos consumidores, demografia e muito mais.

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Medium 9788577808380

11. A Organização Inovadora

David A. Aaker Grupo A PDF Criptografado

292

Relevância de Marca

custos, esforços sistemáticos para desenvolver gerentes excepcionais, avaliações estritas do desempenho dos executivos e a criação de um portfólio de negócios, por meio de aquisições e desinvestimento, que eram número 1 e 2 em seus mercados. Welch fez o negócio passar de 25 bilhões para mais de 100 bilhões de dólares e se tornou um dos

CEOs mais respeitados de sua época.

Immelt concluiu que uma mudança de estratégia, determinada pelas mudanças na própria GE e pelas realidades de um mercado dinâmico, seria necessária. As unidades de negócios do core business da GE eram grandes e bem estabelecidas, mas as estratégias de aquisição e contenção de custos de Welch não seriam mais uma base sólida para o crescimento. Em vez disso, Immelt decidiu que o foco precisava passar para o crescimento orgânico e deveria ser alimentado por inovações. Para apoiar essa estratégia, a organização precisava mudar, e mudar radicalmente.

O programa mais importante, iniciado em fins de 2003, foi uma iniciativa com marca interna, a Imagination Breakthrough (IB). Nela, todos as empresas deveriam, todos os anos, desenvolver três propostas revolucionárias que faturariam um potencial de 100 milhões de dólares em um período de três a cinco anos. Para ser selecionado como um projeto IB pelo conselho comercial liderado por Immelt, a proposta precisava demonstrar suas projeções de mercado, viabilidade econômica e, acima de tudo, o potencial de transformar os mercados. O financiamento, se necessário, era disponibilizado por “capital de risco” interno. O grupo de marketing central que liderava o processo de IB criava uma estrutura de planejamento, incluindo dimensões como calibragem da ideia, exploração do mercado, criação da oferta, organização da entrega e execução no mercado. Quatro anos depois do seu lançamento, a iniciativa IB estava agregando 2-3 bilhões de dólares em vendas todos os anos e tinha cerca de 45 projetos em atividade.²

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Medium 9788577808380

4. Dinâmica de Mercado no Setor Automobilístico

David A. Aaker Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

4

Dinâmica de Mercado no

Setor Automobilístico

Vou democratizar o automóvel. Quando terminar, todos vão poder comprar um carro e praticamente todos já vão ter um.

—Henry Ford

Ideias ousadas são como as peças de xadrez que se movem para a frente; podem ser comidas, mas podem começar um jogo vitorioso.

—Goethe

P

ense na história do mercado automobilístico nos últimos cem anos. Dezenas de inovações criaram novas áreas de negócios, como o automóvel com motor de combustão interna; a linha de montagem; a linha de produtos da GM, do Chevrolet ao Cadillac; a venda parcelada; o câmbio automático; o aluguel de automóveis; os carros japoneses da década de 1970, vendidos em versão simples e de luxo, o que eliminava uma série de escolhas; peruas; conversíveis; minivans; utilitários esportivos; crossovers; picapes de luxo; híbridos; e minis. Além disso, alguns carros revolucionários mudaram a indústria, como o Ford Modelo T, Jeep, Ford Thunderbird, Ford Mustang, o minicarro

Fiat 500, o Volkswagen Fusca, Pontiac Firebird, Dodge Caravan e Plymouth Voyager, Lexus LS 400, Mazda Miata, Saturn, Prius, Minicooper e Nano, entre outros. E no mercado de aluguel de automóveis surgiram a Enterprise

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6. Encontrando Novos Conceitos

David A. Aaker Grupo A PDF Criptografado

146

Relevância de Marca

produto uma vez para apreciá-lo. O iPod era legal e o consenso geral era de que ele era usado por pessoas legais.

A Apple acertou o timing. Steve Jobs reconheceu que havia uma janela de oportunidade para o iPod. O mercado tinha uma necessidade, os produtos concorrentes tinham falhas graves e a combinação da tecnologia da Apple com as novas opções de hardware criou uma abertura. Um avanço essencial para a produção do iPod foi a disponibilidade de um disco rígido barato de 4,5 cm da Toshiba, que podia armazenar mais de mil músicas. Para reagir rapidamente ao mercado e acessar competências em

áreas essenciais, a Apple usou parceiros no processo de desenvolvimento.² A equipe foi liderada pela PortalPlayer, que criou a plataforma básica, e gerou um produto que incluía um conversor digital-analógico estéreo da Wolfson Microelectronics, um chip de memória flash da Sharp Electronics, um controlador de interface da Texas Instruments e um circuito integrado de gerenciamento de energia da Linear Technologies. A Apple não enfrentou o projeto sozinha.

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1. Vencendo a Batalha Por Relevânciade Marca

David A. Aaker Grupo A PDF Criptografado

18

Relevância de Marca

outra. As marcas por trás da emergência e do reposicionamento das subcategorias se tornaram mais relevantes e conquistaram posições melhores no mercado, enquanto as outras que não eram relevantes para as novas categorias perderam suas posições, um exemplo marcante do que está por trás da dinâmica de mercado.

A Kirin e a Asahi foram as duas marcas principais durante o período. A Kirin, dominante entre 1970 e 1986, com inabaláveis 60% de participação de mercado, era a

“cerveja de quem ama cerveja”, bastante associada com o sabor encorpado e um pouco amargo das cervejas lager pasteurizadas. Foi uma grande carreira. Nenhuma oferta criava novas subcategorias para perturbar sua posição.

Surge a Asahi Super Dry

A Asahi, que em 1986 estava perdendo participação e caíra para menos de 10% do mercado, lançou a Asahi Super Dry no começo de 1987, uma cerveja mais refrescante e com gosto mais forte e menos ressaibo. O novo produto, com mais álcool e menos açúcar que as cervejas lager, além de usar uma levedura especial, atraía uma nova geração de bebedores de cerveja mais jovens. Seu apelo se devia em parte a uma imagem ocidental cuidadosamente construída pelo rótulo, pelos patrocinadores e pela propaganda.

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Ericson Luiz Straub Marcelo Ferreira De Castilho H Lio F Lix Maciel De Queiroz Paulo Adriano Biondan (6)
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Medium 9788582600733

Superfícies e texturas

Ericson Luiz Straub, Marcelo Ferreira de Castilho, Hélio Félix Maciel de Queiroz, Paulo Adriano Biondan Grupo A PDF Criptografado

Superfícies e texturas

Superfícies e texturas

Cada material ou superfície específica possui uma expressão própria, muitas vezes somente visual, em outras envolvendo aspectos tridimensionais ou sensoriais. Este é o desafio na representação de texturas e superfícies: não apenas retratar o material ou o produto, mas demonstrar a sensação tátil ou tridimensional de um material. A representação do design com a finalidade de apresentar a ideia deve comunicar para o interlocutor de maneira clara qual é a superfície, o material ou a textura de determinado objeto.

Nesse processo de representação, são utilizados materiais como marcadores, pastéis, lápis de cor, guache, aquarela e papéis de texturas diferenciadas, tudo com o objetivo de demonstrar de modo rápido e claro a natureza de uma superfície ou textura. O que se busca é capturar o detalhe que define uma superfície, buscando o estereótipo de representação de determinado material. Por exemplo, a representação de superfícies cromadas

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Medium 9788582600733

Galeria

Ericson Luiz Straub, Marcelo Ferreira de Castilho, Hélio Félix Maciel de Queiroz, Paulo Adriano Biondan Grupo A PDF Criptografado

Galeria

Montagem com sketches produzidos com técnica de marcador, caneta esferográfica e pastel seco

Marcelo Castilho

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abc do Rendering

Rendering utilizando técnica de sketch manual e software de manipulação de imagens

Departamento de Design da

Volkswagen do Brasil / Marco Pavone

Galeria

99

Renderings digitais utilizando software 3D

Electrolux Group Design Latin America /

Érik Gurski Lima, Leonardo Hatamura,

Fabio Matsuda, Rafael Raulino

100

abc do Rendering

Galeria

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Renderings digitais

Electrolux Group Design Latin America /

Rafael Alonso

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Érik Gurski Lima

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abc do Rendering

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Rafael Raulino

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Vinícius Weinert

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Medium 9788582600733

Passo a passo

Ericson Luiz Straub, Marcelo Ferreira de Castilho, Hélio Félix Maciel de Queiroz, Paulo Adriano Biondan Grupo A PDF Criptografado

Passo a passo

Materiais utilizados em um rendering manual

A qualidade dos materiais escolhidos influi diretamente na geração de um rendering.

Marcadores, markers ou rotuladores são tradicionalmente definidos como formadores da base de um rendering. A ponta em forma de chanfro das canetas é uma característica fundamental para se obter a gestualidade e a rapidez nos traçados. E são exatamente a gestualidade e a rapidez nos traçados que marcam um rendering manual ou, até mesmo, um rendering digital.

Os marcadores funcionam à base de solventes, o que possibilita o preenchimento homogêneo de grandes superfícies e a superposição de camadas de tinta sem provocar

36

abc do Rendering

danos às fibras do papel. Outro material importante é o pastel seco, indispensável para a representação de volumes e superfícies de alto brilho e de forma arredondada. Para dar mais homogeneidade e transparência ao rendering, geralmente é utilizado o pó raspado do bastão. A dureza e a consistência do material também devem ser levadas em conta no momento da criação de um rendering. Se o material for quebradiço ou muito duro, pode danificar o trabalho.

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Medium 9788582600733

Fundamentos da representação

Ericson Luiz Straub, Marcelo Ferreira de Castilho, Hélio Félix Maciel de Queiroz, Paulo Adriano Biondan Grupo A PDF Criptografado

Fundamentos da representação

Fundamentos da representação

O potencial criativo de um designer ou artista deve ser enriquecido pelo processo da representação. Nesse sentido, a análise e os complexos fatores pelos quais se elaboram os juízos do desenho acabam sendo um processo natural. Cada desenho ou rendering é sempre um problema diferente que possui peculiaridades, porém alguns fundamentos são inerentes a qualquer tipo de desenho ou representação. Questões como a proporção ou a composição são, sem dúvida, fundamentos familiares e conhecidos mesmo

àqueles que desconhecem o desenho; o que muitas vezes não existe para alguns é a educação ou o aprendizado do olhar, que aguça a sensibilidade e o poder de transformar imagens mentais em uma representação bidimensional. Talvez a essência dessa pequena parte do livro seja salientar a importância do ato de desenhar – afinal, o sketch, por exemplo, é um desenho “in natura” que se utiliza de materiais próprios. O rendering, manual ou digital, é uma técnica, mas antes dele existe o desenho, a definição do que se quer representar.

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Medium 9788582600733

A evolução dos meios de representação do design

Ericson Luiz Straub, Marcelo Ferreira de Castilho, Hélio Félix Maciel de Queiroz, Paulo Adriano Biondan Grupo A PDF Criptografado

A evolução dos meios de representação do design

O ato da representação visual faz parte da evolução do homem. Mais do que apenas a caracterização de crenças, o desenho tem um papel fundamental como elemento de comunicação entre os povos. Tem sido assim desde a evolução das antigas formas de escrita, que nasceram da necessidade de registro e de transmissão do conhecimento adquirido, estabelecendo uma ligação entre o emissor e o receptor e permitindo o compartilhamento de códigos comuns ao longo das gerações.

A representação no design – apesar de utilizar alguns códigos específicos que, muitas vezes, diferenciam-se de outras formas de representação visual – tem um papel similar ao da escrita porque também parte da necessidade de comunicar uma ideia. Desde a Antiguidade, o ato da representação tem uma estreita ligação com as artes, mas foi somente no final da Idade Média, quando arquitetos e projetistas começaram a ser chamados pela Igreja para projetar e renovar catedrais e edifícios, que surgiu a real necessidade de se estabelecer um diálogo efetivo entre o projetista, o cliente e os operários que deveriam executar a obra. Filippo Brunelleschi, um dos mais importantes arquitetos daquele período, foi um dos primeiros a desenvolver seus projetos com base na transferência de ideias para o papel, tendo sido responsável pelo projeto da cúpula da Igreja Santa Maria Del Fiore, em Florença, na Itália.

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Gavin Ambrose Paul Harris (8)
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Medium 9788577808748

Introdução

Gavin Ambrose, Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

4/3/06

4:24 PM

Page 6

Introdução

A tipografia é o meio pelo qual é dada uma forma visual para uma ideia escrita.

Devido ao volume e à variedade de fontes disponíveis, a seleção dos componentes desta forma visual pode afetar drasticamente a leiturabilidade da ideia e os sentimentos do leitor em relação a ela. A tipografia é um dos elementos que mais influencia o caráter e a qualidade emocional de um projeto. Ela pode produzir um efeito neutro ou despertar paixões, simbolizar movimentos artísticos, políticos ou filosóficos, ou ainda expressar a personalidade de um indivíduo ou organização.

Fontes tipográficas variam, desde aquelas com letras claras e distintas que fluem facilmente diante dos olhos, e por isso são apropriadas para longas passagens de texto, até as mais dramáticas e atraentes, que chamam a atenção, e por esse motivo são utilizadas em manchetes e propagandas.

A tipografia não é estática, e continua a evoluir. Muitas fontes atualmente em uso baseiam-se em faces de tipos criadas em períodos históricos anteriores. A incipiente indústria da impressão no século XV estabeleceu o uso de capitulares romanas e minúsculas carolíngias, essas últimas desenvolvidas durante o reinado de Carlos Magno, como padrão de letra que é amplamente utilizado até hoje.

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Medium 9788577808748

Compondo com tipos

Gavin Ambrose, Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

1/4/06

8:29 AM

Page 60

Compondo com tipos

Cliente: Shakespeare’s Globe

Design: Pentagram

(Angus Hyland e

Charlie Hanson)

Resumo tipográfico:

Combinação de tipos históricos e contemporâneos

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

(116)C31243 175# Dtp:119 Page:60

BDT_001-176

3/31/06

10:26 PM

Page 61

60 61

Compondo com tipos

Compor ou diagramar parece algo bastante simples – você coloca as letras na página e as manipula –, mas para fazer isso e produzir o efeito desejado, é preciso saber como manipulá-las. Para tanto, existem várias técnicas e estruturas que ajudam o designer a controlar e diagramar a página de forma eficiente. A compreensão dessas noções básicas permite que o designer desenvolva projetos coerentes e eficazes, controlando e harmonizando os vários elementos tipográficos que eles contêm. Em alguns casos, como no exemplo da página oposta, elementos tipográficos foram selecionados por suas evocações históricas, bem como por sua estética contemporânea.

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Medium 9788577808748

Classificação de tipos

Gavin Ambrose, Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:18 PM

Page 34

Classificação de tipos

Cliente: Absolut Label

Design: KesselsKramer

Resumo tipográfico:

Eclética coleção de tipos usados em harmonia com o tema

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

(02-AC30671) 175# Dtp:119 Page:34

BDT_001-176

3/31/06

10:18 PM

Page 35

34 35

Classificação de tipos

A vasta gama de tipos disponíveis torna essencial a existência de algum sistema de classificação para, principalmente, simplificar as especificações de um trabalho.

Tipos e famílias de tipos podem ser classificados de acordo com suas características intrínsecas. Para entender o sistema de classificação, e os meios pelos quais um tipo é classificado, devemos estar familiarizados com a terminologia utilizada para descrever essas características. Muitas faces – e grande parte da terminologia adotada para descrevê-las – têm origem em projetos concebidos há 500 anos, e foram originalmente fundidas em metal ou gravadas em rocha. Mesmo agora, em nossa era digital, tais faces ainda apresentam as características inconfundíveis associadas às necessidades físicas dos períodos nos quais foram criadas. A classificação de tipos é um daqueles raros casos em que faz sentido julgar somente pela aparência. Por isso, é importante compreender como os tipos são classificados e quais são as diferenças entre suas variações, a fim de entender melhor quando usá-los em um projeto.

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Prática tipográfica

Gavin Ambrose, Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:46 PM

Page 150

Prática tipográfica

Cliente: Lancaster City Council

Design: Why Not Associates e Gordon Young

Resumo tipográfico:

Vários estilos utilizados para apresentar poemas, letras de músicas e expressões

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

175# Dtp:116 Page:150

BDT_001-176

3/31/06

10:47 PM

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Prática tipográfica

A aplicação prática da tipografia no design nem sempre é o que se espera. As demandas tipográficas podem ser mais extensas e menos ortodoxas do que as vistas nas seções anteriores deste livro, embora os princípios básicos permaneçam os mesmos. A aplicação dos tipos pode ser incomum – como o exemplo na página ao lado demonstra –, mas, ainda assim, o designer deve levar em conta a seleção de tipos, sua composição, espaçamento, corpo, legibilidade e padrão.

A tipografia é um ofício técnico, exigente e às vezes confuso, que requer muita atenção, paciência e compreensão histórica. No final das contas, a tipografia é uma experiência íntima e humana – no caso da

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Medium 9788577808748

Geração de tipos

Gavin Ambrose, Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

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Geração de tipos

Cliente: Balletlab

Design: 3 Deep Design

Resumo tipográfico:

Tipo gerado a partir do padrão de fundo

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

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Geração de tipos

A geração de tipos refere-se aos diferentes instrumentos ou abordagens utilizados para criar letras. Esse processo pode ser parte de um método deliberado para projetar uma nova face, ou algo tão simples como desenhar as letras necessárias com spray.

O tema unificador desta seção é que a tipografia pode ser manipulada de muitas maneiras, e pode ser criada a partir de diferentes recursos para servir a propósitos de design específicos.

Dessa forma, os designers tiram proveito dos atributos do tipo gerado para acrescentar, ou reforçar, a mensagem que querem transmitir.

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