Alina Wheeler (61)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582605134

Estudos de caso - Amazon.com

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

Amazon.com

A Amazon.com quer ser a empresa mais centrada no consumidor do planeta, um lugar onde as pessoas descobrem tudo o que querem comprar online.

Metas

Criar uma identidade única e proprietária.

Manter o valor de marca da identidade original.

Originalmente uma livraria online, a Amazon.com está posicionada como a “maior loja de varejo da

Web”, vendendo música, software, brinquedos, ferramentas, produtos eletrônicos, moda e artigos para o lar. Fundada em 1994, a empresa tem 244 milhões de clientes e envia mercadorias para mais de 100 países.

Posicionar a Amazon.com como uma empresa focada no cliente e amigável.

Modificar a identidade essencial para abarcar domínios globais.

Por que você deu o nome Amazon à sua empresa?

É o maior rio do mundo. É a maior seleção do mundo.

Jeff Bezos

Fundador e CEO

Amazon.com

Como parte do design da identidade da marca, a

Turner Duckworth criou uma única letra que se prendia ao sorriso, usado originalmente como um botão online. Mais de 10 anos depois, a Amazon usa o design nos seus cartõespresente.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605134

Básico - Antes e depois

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Antes e depois

Redesign de símbolos de marca

À medida que as empresas crescem, seus propósitos se tornam mais lúcidos. A equipe de criação tem que enfrentar três perguntas cruciais: qual é o imperativo da empresa nessa mudança? Que elementos precisam ser mantidos para preservar o valor de marca? A mudança deve ser evolucionária ou revolucionária? A maior parte das iniciativas de gestão de marcas envolve reposicionamento e redesign.

Mudanças trazem oportunidades.

Nido Qubein

Precisamos encontrar um equilíbrio entre reconhecimento e versatilidade. Criamos um novo ícone de aplicativo para o

Instagram e um conjunto de ícones unificados para o

Hyperlapse, o Layout e o Boomerang. Também renovamos a interface do usuário com um design mais simples e consistente, que ajuda a destacar as fotos e vídeos das pessoas.

Antes

Depois

Esperamos ter capturado um pouco da vida, criatividade e otimismo que as pessoas trazem para o Instagram todos os dias, respeitando a tradição e o espírito do

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605134

Estudos de caso - Fred Hutch

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

Fred Hutch

Desde a fundação do Fred Hutch, quase 40 anos atrás, muitas curas tiveram início aqui, e as compartilhamos com todo o mundo. Nossa missão é eliminar o câncer e as doenças relacionadas como causas do sofrimento humano e da morte.

O Fred Hutchinson Cancer Research Center, também conhecido por Fred Hutch, foi fundado em

1972, na cidade de Seattle. Suas equipes interdisciplinares de cientistas e humanitários de renome mundial trabalham lado a lado na prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer, HIV/AIDS e outras doenças. Os cientistas do Fred Hutch receberam prêmios importantes por suas pesquisas e descobertas, incluindo três vencedores do Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina.

Metas

Dar vida à marca e comunicar seu espírito.

Articular o que o Fred

Hutch representa.

Reimaginar a marca do centro.

Promover o entendimento sobre o trabalho do

Fred Hutch.

Ligar as pesquisas científicas às vidas transformadas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605134

Estudos de caso - Quartz

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

Quartz

Somos um guia para a nova economia global, para pessoas entusiasmadas com mudanças. Nossas pautas giram em torno de um conjunto de “obsessões”: tendências, fenômenos e terremotos que moldam o mundo.

A Quartz é um veículo jornalístico nativo digital para empresários e executivos na nova economia global. A Quartz é de propriedade da Atlantic Media. Criada para dispositivos móveis e estruturada para distribuição social, sem paywalls e sem exigir que os usuários se registrem para acessar o conteúdo, a Quartz pode ser acessada no site qz.com e por e-mail, mídias sociais e o aplicativo próprio.

Metas

Batizar um veículo jornalístico disruptivo e manter credibilidade e seriedade.

Diferenciar de modo adequado a primeira publicação jornalística global digitalmente nativa.

Criar o alicerce para uma marca que possa prosperar em diversas culturas e nacionalidades.

Apoiar uma estratégia focada em compartilhamento em mídias sociais e consumo em dispositivos móveis.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605134

Estudos de caso - Santos Brasil

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

Santos Brasil

A Santos Brasil dedica-se a um modelo de crescimento sustentável, que combina desempenho financeiro e operacional de alto nível com preservação ambiental e responsabilidade social.

A Santos Brasil, empresa de capital aberto com 3.500 funcionários, é um dos maiores operadores portuários e prestadores de serviços de logística da América do Sul. Aproximadamente 25% dos contêineres do Brasil passam por suas instalações, e seus terminais de contêineres estão localizados em portos estratégicos ao longo da costa brasileira.

Metas

Posicionar a Santos Brasil como líder de mercado global.

Comunicar liderança responsável.

Aumentar o espírito de equipe dos funcionários.

Aumentar a sinergia entre as unidades de negócio.

Construir consciência de marca.

Nossa marca nos deu força para demonstrar para o mundo e para nós mesmos que somos uma empresa global.

Antonio C. D. Sepúlveda

CEO

Santos Brasil

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Barry Purves (9)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788577809011

Conclusão

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m end_P186-192:endmatter 24/11/2009 4:26 PM Page 187

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

186 | 187

Conclusão

Contudo, se você encontrar prazer nas minúcias da profissão ou vibrar de alegria com os resultados de um boneco aparentemente se movendo sozinho, então logo poderá ficar encantado. Se você consegue valorizar alguns segundos de filme produzidos em um dia como uma conquista, então bem-vindo ao stop-motion. Você terá enorme satisfação com as atividades detalhistas da arte, desde colocar a mão na massa e tentar controlar o mínimo detalhe, até a própria repetição do processo.

Se você quer dar vida a personagens extraordinárias e muito verossímeis pelo contato íntimo de suas mãos, então o stop-motion certamente é sua praia.

Você precisará aceitar que o imprevisível acontecerá. Veja isso como uma característica positiva, não como uma

mudança em seu filme, mas como seu crescimento. Uma vez que aceite isso, o stop-motion poderá ser realmente viciante, pois você fez algo se mover aparentemente sozinho; na verdade, você criou vida. As pessoas que nunca tentaram fazer isso podem achar essa necessidade de dar vida

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809011

Ferramentas e técnicas

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch5_P134-159:5 Tools & techniques 24/11/2009 4:40 PM Page 135

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

134 | 135

Ferramentas e técnicas

No Capítulo 5, veremos como todos os elementos técnicos envolvidos no stop-motion afetam a narrativa e o filme em si, e por que eles são tão importantes quanto a animação.

Preparativos > Ferramentas e técnicas > Movimento e performance

Como precisamos criar absolutamente tudo a partir do zero, é importante extrair o máximo de cada elemento, permitindo que contribuam para o filme, em vez de serem apenas algo secundário, mera decoração ou arquitetura. Tente relacionar cada corte, cada enquadramento, cada música a alguma coisa na narrativa e no tema global.

A animação é mais do que personagens móveis; trata-se de narrativa, e cada elemento pode ajudar a contar essa história.

Wallace e Gromit:

A batalha dos vegetais

2005 animador

Aardman

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809011

Preparativos

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch4_P116-133:4 Preparations 23/11/2009 2:09 PM Page 117

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

116 | 117

Preparativos

Os bonecos > Preparativos > Ferramentas e técnicas

No Capítulo 4, veremos toda a preparação necessária para uma gravação tranquila e o tipo de problemas e satisfações você encontrará em um estúdio. O processo nesse estágio da produção de um filme é muito diferente de qualquer outra forma de animação, com muito mais fisicalidade envolvida. Uma preparação detalhada antes de gravar evitará muitos problemas posteriormente, e é uma fase essencial a ser atravessada.

Mary and Max 2009 animador

Adam Elliot

Esta imagem resume tudo que o stop-motion tem de maravilhoso: aproveitar todos os elementos de design, textura, iluminação, cor, profundidade, detalhe e personagem, para produzir algo muito estilizado, mas instantaneamente verossímil e reconhecível. Cada elemento está trabalhando em harmonia com os outros.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809011

Concentrando-se na ideia

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch2_P48-77:2 Focusing 23/11/2009 11:06 AM Page 49

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

48 | 49

Concentrando-se na ideia

No Capítulo 2, veremos como as qualidades particulares e extraordinárias do stop-motion servem perfeitamente para certas histórias e personagens, mas podem parecer inadequadas quando utilizadas em outros contextos.

O que é stop-motion? > Concentrando-se na ideia > Os bonecos

Também veremos como tirar o máximo dessas qualidades e começar a aproveitar tudo o que o stop-motion pode trazer para um filme, em vez de encobri-lo como um efeito invisível. Por fim, veremos como a natureza física e trabalhosa do stop-motion e seus orçamentos podem afetar a narrativa.

A Christmas Dream 1946 diretor

Karel Zeman

Neste clássico, uma garotinha ganha novos e empolgantes presentes de Natal e joga fora sua velha boneca de pano.

Então, o Papai Noel aparece enquanto a garota está dormindo, faz os sonhos dela sobre a antiga boneca ganharem vida e as duas vivem uma aventura juntas. Histórias criativas sobre sonhos se tornando realidade e bonecas ganhando vida são perfeitas para a animação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809011

Movimento e performance

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch6_P160-185:6 Movement and performance 23/11/2009 3:48 PM Page 161

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

160 | 161

Movimento e performance

Neste último capítulo, veremos não apenas como obter animação clara e legível, mas também como fazê-la ter algum significado. Veremos as características e peculiaridades específicas do stop-motion, sua imprevisibilidade e fisicalidade e como garantir que cada quadro seja levado em consideração. Tentaremos estimular uma animação criativa e imaginativa, em vez de estritamente realista. Veremos como dar a ilusão de elementos como peso e inércia, os quais ajudam a produzir animação verossímil, e enfatizaremos os aspectos importantes da performance, do timing e da atuação, fundamentais a qualquer movimento.

Ferramentas e técnicas > Movimento e performance

Sonho de Uma Noite de

Verão 1959 diretor

Jirˇí Trnka

Também conhecido como Sen noci svatojanske, este belo premiado filme contém algumas performances excelentes. Foi lançado originalmente sem diálogo, contando a história por meio de música, pantomima e dança. Posteriormente, uma versão em inglês utilizou as vozes de alguns dos excelentes atores shakespearianos da

Ver todos os capítulos

Ver Todos

David A Aaker (12)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788577808380

10. Mantendo a Relevância em meio à Dinâmica do Mercado

David A. Aaker Grupo A PDF Criptografado

266

Relevância de Marca

Walmart

Em 2005, a Walmart estava em ascensão.1 Suas vendas chegavam a quase 300 bilhões de dólares, quase três vezes o valor de 10 anos antes. No mesmo período, o número de lojas tinha passado de 3 mil para cerca de 5 mil, e a área média de cada loja também crescera. Entretanto, a empresa enfrentava algumas dificuldades persistentes, às vezes acompanhadas de boicotes e processos judiciais, que estavam sempre na mídia.

Quatro pontos se destacavam. Primeiro, a Walmart tinha a reputação, alimentada pelos sindicatos, de tratar seus funcionários de modo injusto, com programas de seguro de saúde inadequados, salários baixos (descritos por algumas pessoas como abaixo do nível de subsistência) e discriminação contra trabalhadores do sexo feminino, uma série de políticas que, segundo os críticos, incentivava ou até forçava a concorrência a fazer o mesmo. Segundo, a aquisição de produtos na China e em outros países, que afetava o déficit comercial dos EUA, exportava empregos e evocava o espectro da exploração dos trabalhadores, era resultado em parte do foco da Walmart em custos baixos, considerado uma obsessão por alguns críticos. Terceiro, alguns eleitores e políticos locais acreditavam que a chegada da Walmart em uma região fazia com que pequenos comerciantes fossem à falência e criava aumentos indesejáveis no trânsito e no crescimento urbano. Quarto, havia histórias sobre como a Walmart fazia exigências em termos de preços e marcas que os fornecedores que dependiam das compras da rede eram forçados a fazer concessões em suas marcas e produtos, transferir a produção para o exterior e até fechar as portas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808380

Epílogo: O Yin e o Yang da Batalha por Relevância

David A. Aaker Grupo A PDF Criptografado

Epílogo

O Yin e o Yang da Batalha por Relevância

Não acabou até ter acabado.

—Yogi Berra

A

s dinâmicas do mercado e as opções estratégicas discutidas neste livro precisam ser colocadas em perspectiva. A batalha pela criação e manutenção da relevância de marca e por deixar os concorrentes para trás está ligada a um yin e a um yang. Precisamos analisar o lado ruim de uma estratégia orientada por relevância, não apenas o bom.

É verdade que a criação de novas categorias e subcategorias costuma envolver recompensas enormes. A concorrência sem concorrentes, ou então com adversários reduzidos ou enfraquecidos, é muito mais lucrativa do que uma guerra por preferência de marca, além de muito mais agradável. Mesmo que o período favorável na área competitiva seja limitado, ele ainda pode criar um fluxo de lucros, momento de mercado e base de clientes muito vantajosos

à medida que os concorrentes se tornam relevantes.

Também é verdade que o índice de empresas que têm sucesso na criação de espaços com pouca ou nenhuma concorrência é alta. Este livro explorou dezenas de casos do tipo, mas estes representam apenas uma pequena parcela do total. Podemos encontrar uma série de casos semelhantes aos da minivan da Chrysler, da Enterprise Rent-A-Car, da Go-Gurt da Yoplait, da SoBe, da

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808380

5. O Setor Alimentício se Adapta

David A. Aaker Grupo A PDF Criptografado

122

Relevância de Marca

Além de cientistas e gurus da saúde, o governo tem uma função no discurso, pois ele valida ou se opõe a certas posições, comunica ideias e regula produtos. Um estudo da função de gurus, cientistas e governos, além de ajudar e dar contexto às estratégias das empresas do setor alimentício, também demonstra por que não é fácil prever e interpretar tendências. As tendências são poderosas, ambíguas e complexas e costumam flutuar.

As lições do setor alimentício sobre como lidar com tendências podem ser aplicadas a outras atividades. Todos os setores enfrentam o desafio de identificar, compreender, prever e às vezes influenciar as tendências que afetam os mercados. Os lojistas lidam com as tendências da moda, o desenvolvimento de materiais em vestuário, as preferências dos consumidores e assim por diante. A indústria automobilística precisa enfrentar questões de tecnologia, regulamentações governamentais, tendências de estilo, preferências dos consumidores, demografia e muito mais.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808380

1. Vencendo a Batalha Por Relevânciade Marca

David A. Aaker Grupo A PDF Criptografado

18

Relevância de Marca

outra. As marcas por trás da emergência e do reposicionamento das subcategorias se tornaram mais relevantes e conquistaram posições melhores no mercado, enquanto as outras que não eram relevantes para as novas categorias perderam suas posições, um exemplo marcante do que está por trás da dinâmica de mercado.

A Kirin e a Asahi foram as duas marcas principais durante o período. A Kirin, dominante entre 1970 e 1986, com inabaláveis 60% de participação de mercado, era a

“cerveja de quem ama cerveja”, bastante associada com o sabor encorpado e um pouco amargo das cervejas lager pasteurizadas. Foi uma grande carreira. Nenhuma oferta criava novas subcategorias para perturbar sua posição.

Surge a Asahi Super Dry

A Asahi, que em 1986 estava perdendo participação e caíra para menos de 10% do mercado, lançou a Asahi Super Dry no começo de 1987, uma cerveja mais refrescante e com gosto mais forte e menos ressaibo. O novo produto, com mais álcool e menos açúcar que as cervejas lager, além de usar uma levedura especial, atraía uma nova geração de bebedores de cerveja mais jovens. Seu apelo se devia em parte a uma imagem ocidental cuidadosamente construída pelo rótulo, pelos patrocinadores e pela propaganda.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808380

6. Encontrando Novos Conceitos

David A. Aaker Grupo A PDF Criptografado

146

Relevância de Marca

produto uma vez para apreciá-lo. O iPod era legal e o consenso geral era de que ele era usado por pessoas legais.

A Apple acertou o timing. Steve Jobs reconheceu que havia uma janela de oportunidade para o iPod. O mercado tinha uma necessidade, os produtos concorrentes tinham falhas graves e a combinação da tecnologia da Apple com as novas opções de hardware criou uma abertura. Um avanço essencial para a produção do iPod foi a disponibilidade de um disco rígido barato de 4,5 cm da Toshiba, que podia armazenar mais de mil músicas. Para reagir rapidamente ao mercado e acessar competências em

áreas essenciais, a Apple usou parceiros no processo de desenvolvimento.² A equipe foi liderada pela PortalPlayer, que criou a plataforma básica, e gerou um produto que incluía um conversor digital-analógico estéreo da Wolfson Microelectronics, um chip de memória flash da Sharp Electronics, um controlador de interface da Texas Instruments e um circuito integrado de gerenciamento de energia da Linear Technologies. A Apple não enfrentou o projeto sozinha.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Ericson Luiz Straub Marcelo Ferreira De Castilho H Lio F Lix Maciel De Queiroz Paulo Adriano Biondan (6)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582600733

Fundamentos da representação

Ericson Luiz Straub, Marcelo Ferreira de Castilho, Hélio Félix Maciel de Queiroz, Paulo Adriano Biondan Grupo A PDF Criptografado

Fundamentos da representação

Fundamentos da representação

O potencial criativo de um designer ou artista deve ser enriquecido pelo processo da representação. Nesse sentido, a análise e os complexos fatores pelos quais se elaboram os juízos do desenho acabam sendo um processo natural. Cada desenho ou rendering é sempre um problema diferente que possui peculiaridades, porém alguns fundamentos são inerentes a qualquer tipo de desenho ou representação. Questões como a proporção ou a composição são, sem dúvida, fundamentos familiares e conhecidos mesmo

àqueles que desconhecem o desenho; o que muitas vezes não existe para alguns é a educação ou o aprendizado do olhar, que aguça a sensibilidade e o poder de transformar imagens mentais em uma representação bidimensional. Talvez a essência dessa pequena parte do livro seja salientar a importância do ato de desenhar – afinal, o sketch, por exemplo, é um desenho “in natura” que se utiliza de materiais próprios. O rendering, manual ou digital, é uma técnica, mas antes dele existe o desenho, a definição do que se quer representar.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600733

Galeria

Ericson Luiz Straub, Marcelo Ferreira de Castilho, Hélio Félix Maciel de Queiroz, Paulo Adriano Biondan Grupo A PDF Criptografado

Galeria

Montagem com sketches produzidos com técnica de marcador, caneta esferográfica e pastel seco

Marcelo Castilho

98

abc do Rendering

Rendering utilizando técnica de sketch manual e software de manipulação de imagens

Departamento de Design da

Volkswagen do Brasil / Marco Pavone

Galeria

99

Renderings digitais utilizando software 3D

Electrolux Group Design Latin America /

Érik Gurski Lima, Leonardo Hatamura,

Fabio Matsuda, Rafael Raulino

100

abc do Rendering

Galeria

101

Renderings digitais

Electrolux Group Design Latin America /

Rafael Alonso

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Érik Gurski Lima

102

abc do Rendering

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Rafael Raulino

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Vinícius Weinert

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600733

A evolução dos meios de representação do design

Ericson Luiz Straub, Marcelo Ferreira de Castilho, Hélio Félix Maciel de Queiroz, Paulo Adriano Biondan Grupo A PDF Criptografado

A evolução dos meios de representação do design

O ato da representação visual faz parte da evolução do homem. Mais do que apenas a caracterização de crenças, o desenho tem um papel fundamental como elemento de comunicação entre os povos. Tem sido assim desde a evolução das antigas formas de escrita, que nasceram da necessidade de registro e de transmissão do conhecimento adquirido, estabelecendo uma ligação entre o emissor e o receptor e permitindo o compartilhamento de códigos comuns ao longo das gerações.

A representação no design – apesar de utilizar alguns códigos específicos que, muitas vezes, diferenciam-se de outras formas de representação visual – tem um papel similar ao da escrita porque também parte da necessidade de comunicar uma ideia. Desde a Antiguidade, o ato da representação tem uma estreita ligação com as artes, mas foi somente no final da Idade Média, quando arquitetos e projetistas começaram a ser chamados pela Igreja para projetar e renovar catedrais e edifícios, que surgiu a real necessidade de se estabelecer um diálogo efetivo entre o projetista, o cliente e os operários que deveriam executar a obra. Filippo Brunelleschi, um dos mais importantes arquitetos daquele período, foi um dos primeiros a desenvolver seus projetos com base na transferência de ideias para o papel, tendo sido responsável pelo projeto da cúpula da Igreja Santa Maria Del Fiore, em Florença, na Itália.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600733

Passo a passo

Ericson Luiz Straub, Marcelo Ferreira de Castilho, Hélio Félix Maciel de Queiroz, Paulo Adriano Biondan Grupo A PDF Criptografado

Passo a passo

Materiais utilizados em um rendering manual

A qualidade dos materiais escolhidos influi diretamente na geração de um rendering.

Marcadores, markers ou rotuladores são tradicionalmente definidos como formadores da base de um rendering. A ponta em forma de chanfro das canetas é uma característica fundamental para se obter a gestualidade e a rapidez nos traçados. E são exatamente a gestualidade e a rapidez nos traçados que marcam um rendering manual ou, até mesmo, um rendering digital.

Os marcadores funcionam à base de solventes, o que possibilita o preenchimento homogêneo de grandes superfícies e a superposição de camadas de tinta sem provocar

36

abc do Rendering

danos às fibras do papel. Outro material importante é o pastel seco, indispensável para a representação de volumes e superfícies de alto brilho e de forma arredondada. Para dar mais homogeneidade e transparência ao rendering, geralmente é utilizado o pó raspado do bastão. A dureza e a consistência do material também devem ser levadas em conta no momento da criação de um rendering. Se o material for quebradiço ou muito duro, pode danificar o trabalho.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600733

O desenho como forma de representação. Essência ou necessidade?

Ericson Luiz Straub, Marcelo Ferreira de Castilho, Hélio Félix Maciel de Queiroz, Paulo Adriano Biondan Grupo A PDF Criptografado

O desenho como forma de representação.

Essência ou necessidade?

A era digital trouxe alterações significativas para o processo de representação do design. Em meados dos anos 1980, no início da propagação dos novos sistemas operacionais e dos softwares de computação gráfica, os designers mais entusiasmados diziam que a representação à mão livre estava fadada a desaparecer. No entanto, tantos anos depois, percebemos que a representação à mão livre ainda não deu o suspiro final. Ao contrário, encontra-se longe disso, apesar de algumas previsões para o setor

Sketch utilizando caneta esferográfica e marcador

Marcelo Castilho

terem se concretizado.

Na atualidade, existem mais e mais designers buscando o aprimoramento das técnicas de representação manual, mesmo tendo à disposição os mais modernos softwares ligados ao design e ao processo de representação. Talvez a poética da concepção gestual – solidificada pelo conhecimento técnico, mas fundamentalmente constituída por um processo holístico e intuitivo – conduza os designers em sua busca pela pureza criativa. Afinal, a essência do ser humano está ligada à representação visual, seja nos registros pré-históricos encontrados em cavernas, na arte do Renascimento ou, simplesmente, na expressão de uma criança revelada por meio de singelos desenhos.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Gavin Ambrose Paul Harris (8)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788577808748

Classificação de tipos

Gavin Ambrose, Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:18 PM

Page 34

Classificação de tipos

Cliente: Absolut Label

Design: KesselsKramer

Resumo tipográfico:

Eclética coleção de tipos usados em harmonia com o tema

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

(02-AC30671) 175# Dtp:119 Page:34

BDT_001-176

3/31/06

10:18 PM

Page 35

34 35

Classificação de tipos

A vasta gama de tipos disponíveis torna essencial a existência de algum sistema de classificação para, principalmente, simplificar as especificações de um trabalho.

Tipos e famílias de tipos podem ser classificados de acordo com suas características intrínsecas. Para entender o sistema de classificação, e os meios pelos quais um tipo é classificado, devemos estar familiarizados com a terminologia utilizada para descrever essas características. Muitas faces – e grande parte da terminologia adotada para descrevê-las – têm origem em projetos concebidos há 500 anos, e foram originalmente fundidas em metal ou gravadas em rocha. Mesmo agora, em nossa era digital, tais faces ainda apresentam as características inconfundíveis associadas às necessidades físicas dos períodos nos quais foram criadas. A classificação de tipos é um daqueles raros casos em que faz sentido julgar somente pela aparência. Por isso, é importante compreender como os tipos são classificados e quais são as diferenças entre suas variações, a fim de entender melhor quando usá-los em um projeto.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808748

Compondo com tipos

Gavin Ambrose, Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

1/4/06

8:29 AM

Page 60

Compondo com tipos

Cliente: Shakespeare’s Globe

Design: Pentagram

(Angus Hyland e

Charlie Hanson)

Resumo tipográfico:

Combinação de tipos históricos e contemporâneos

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

(116)C31243 175# Dtp:119 Page:60

BDT_001-176

3/31/06

10:26 PM

Page 61

60 61

Compondo com tipos

Compor ou diagramar parece algo bastante simples – você coloca as letras na página e as manipula –, mas para fazer isso e produzir o efeito desejado, é preciso saber como manipulá-las. Para tanto, existem várias técnicas e estruturas que ajudam o designer a controlar e diagramar a página de forma eficiente. A compreensão dessas noções básicas permite que o designer desenvolva projetos coerentes e eficazes, controlando e harmonizando os vários elementos tipográficos que eles contêm. Em alguns casos, como no exemplo da página oposta, elementos tipográficos foram selecionados por suas evocações históricas, bem como por sua estética contemporânea.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808748

Prática tipográfica

Gavin Ambrose, Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:46 PM

Page 150

Prática tipográfica

Cliente: Lancaster City Council

Design: Why Not Associates e Gordon Young

Resumo tipográfico:

Vários estilos utilizados para apresentar poemas, letras de músicas e expressões

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

175# Dtp:116 Page:150

BDT_001-176

3/31/06

10:47 PM

Page 151

150 151

Prática tipográfica

A aplicação prática da tipografia no design nem sempre é o que se espera. As demandas tipográficas podem ser mais extensas e menos ortodoxas do que as vistas nas seções anteriores deste livro, embora os princípios básicos permaneçam os mesmos. A aplicação dos tipos pode ser incomum – como o exemplo na página ao lado demonstra –, mas, ainda assim, o designer deve levar em conta a seleção de tipos, sua composição, espaçamento, corpo, legibilidade e padrão.

A tipografia é um ofício técnico, exigente e às vezes confuso, que requer muita atenção, paciência e compreensão histórica. No final das contas, a tipografia é uma experiência íntima e humana – no caso da

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808748

Geração de tipos

Gavin Ambrose, Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:37 PM

Page 108

Geração de tipos

Cliente: Balletlab

Design: 3 Deep Design

Resumo tipográfico:

Tipo gerado a partir do padrão de fundo

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

03-AC31201(119) 175# Dtp:116 Page:108

BDT_001-176

3/31/06

10:37 PM

Page 109

108 109

Geração de tipos

A geração de tipos refere-se aos diferentes instrumentos ou abordagens utilizados para criar letras. Esse processo pode ser parte de um método deliberado para projetar uma nova face, ou algo tão simples como desenhar as letras necessárias com spray.

O tema unificador desta seção é que a tipografia pode ser manipulada de muitas maneiras, e pode ser criada a partir de diferentes recursos para servir a propósitos de design específicos.

Dessa forma, os designers tiram proveito dos atributos do tipo gerado para acrescentar, ou reforçar, a mensagem que querem transmitir.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808748

Introdução

Gavin Ambrose, Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

4/3/06

4:24 PM

Page 6

Introdução

A tipografia é o meio pelo qual é dada uma forma visual para uma ideia escrita.

Devido ao volume e à variedade de fontes disponíveis, a seleção dos componentes desta forma visual pode afetar drasticamente a leiturabilidade da ideia e os sentimentos do leitor em relação a ela. A tipografia é um dos elementos que mais influencia o caráter e a qualidade emocional de um projeto. Ela pode produzir um efeito neutro ou despertar paixões, simbolizar movimentos artísticos, políticos ou filosóficos, ou ainda expressar a personalidade de um indivíduo ou organização.

Fontes tipográficas variam, desde aquelas com letras claras e distintas que fluem facilmente diante dos olhos, e por isso são apropriadas para longas passagens de texto, até as mais dramáticas e atraentes, que chamam a atenção, e por esse motivo são utilizadas em manchetes e propagandas.

A tipografia não é estática, e continua a evoluir. Muitas fontes atualmente em uso baseiam-se em faces de tipos criadas em períodos históricos anteriores. A incipiente indústria da impressão no século XV estabeleceu o uso de capitulares romanas e minúsculas carolíngias, essas últimas desenvolvidas durante o reinado de Carlos Magno, como padrão de letra que é amplamente utilizado até hoje.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais