Alina Wheeler (61)
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Medium 9788582605134

Processo - Fase 3 – Design de identidade

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Fase 3 – Design de identidade

Visão geral

A investigação e a análise foram concluídas; houve um acordo com relação ao briefing de marca; começa então o processo criativo de design na Fase 3. O design é um processo iterativo, que busca integrar o significado com a forma. Os melhores designers trabalham com a intersecção de imaginação estratégica, intuição, excelência de design e experiência.

3

design de identidade

Nunca sabemos o que o processo vai revelar.

Hans-U. Allemann

Cofundador

Allemann, Almquist & Jones

Forma e contraforma.

Luz e tensão. O significado que se expande e não se exaure no primeiro olhar. Você precisa conhecer o empreendimento por dentro e por fora.

Malcolm Grear

O design é feito para ter durabilidade, função, utilidade, correção, beleza.

Paul Rand

Os melhores designers de identidade sabem se comunicar de forma eficaz com o uso de sinais e símbolos, têm um senso aguçado da forma e das formas das letras e entendem da história do design.

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Estudos de caso - Boston Consulting Group

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Estudos de caso

Boston Consulting Group

Em um mundo cada vez mais complexo, precisamos nos aprofundar para desvendar insights e ter coragem para agir.

Queremos genuinamente ajudar nossos clientes e uns aos outros a ter sucesso. Estamos moldando o futuro. Juntos.

O Boston Consulting Group (BCG) é uma consultoria de gestão dos EUA, uma empresa de capital fechado com mais de 80 escritórios em 48 países. A empresa presta consultoria para clientes dos setores público, privado e sem fins lucrativos de todo o mundo, incluindo mais de dois terços da lista Fortune 500.

Metas

Atrair talentos de alto nível.

Unificar todos os canais digitais além do site.

Promover envolvimento mais profundo.

Criar um equivalente online da experiência offline.

Criar uma coleção de conteúdo visual diferenciado com boa relação custo-benefício.

Precisamos transformar nossa presença digital de uma maneira que eleve a marca muito além do que se espera no nosso setor.

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Estudos de caso - A Vaca que ri

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Estudos de caso

A Vaca que ri

Seja ela chamada de La Vache qui rit, na França, seja de Die Lachende

Kuh, na Alemanha, Con bo cuoi, no Vietnã, ou Laughing Cow, nos Estados Unidos, A Vaca que ri sempre leva sorrisos e prazer gastronômico aos consumidores.

A Vaca que ri é uma das marcas globais do Grupo Bel, que incluem Babybel, Kiri, Leerdammer e

Boursin. Com a porção única, a Bel inventou um novo jeito de comer queijo, 150 anos atrás. Uma multinacional liderada por uma família há cinco gerações, o Grupo Bel tem 12.000 funcionários e suas marcas são distribuídas em 130 países.

Metas

Continuar a tradição de inovação e criatividade.

Levar arte contemporânea ao público mais amplo possível.

Ser o exemplo perfeito da Lab’Bel, o laboratório artístico do Grupo Bel.

Marcar o aniversário de

100 anos da marca, em

2021.

Por alguns trocados, você passa de mero espectador, que observa as obras de arte nos museus e galerias, a proprietário de uma obra de arte original. Agora as exposições e críticas de arte ocorrem em casa, na mesa da cozinha.

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Estudos de caso - Credit Suisse

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Estudos de caso

Credit Suisse

Estamos alicerçados em uma tradição suíça de 160 anos de espírito empreendedor e inovação. Trabalhamos para antecipar as necessidades dos clientes e oferecer soluções e insights customizados.

Metas

A Credit Suisse é uma das maiores empresas de serviços financeiros do mundo. Por ser um banco integrado, a Credit Suisse oferece aos clientes seu conhecimento especializado e combinado nas

áreas de serviços bancários privados, investimentos e gestão de ativos. Fundada em 1856, ela tem alcance global, com operações em mais de 50 países e 48.000 funcionários de mais de 150 nacionalidades diferentes.

Tornar as comunicações mais centradas no cliente.

Unificar a voz e a marca globais.

Energizar nossas expressões de marca.

Expandir nossa base de clientes.

Construir um sistema integrado e melhorar a eficiência.

Precisávamos parecer um player global. A energia do nosso novo sistema ajuda a nos destacarmos em um mercado cada vez mais saturado.

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Estudos de caso - Pitney Bowes

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Estudos de caso

Pitney Bowes

Metas

Na Pitney Bowes, levamos precisão e exatidão ao mundo conectado e sem fronteiras do comércio para ajudar nossos clientes a produzirem um impacto significativo.

A Pitney Bowes é uma empresa de tecnologia global por trás de bilhões de transações físicas e digitais. Clientes de todo o mundo, incluindo 90% da lista Fortune 500, dependem de produtos, soluções e serviços da Pitney Bowes nas áreas de gerenciamento das informações dos clientes, inteligência de localização, envolvimento do cliente, expedição, correios e e-commerce global.

Redefinir a categoria de negócio e a estratégia de marca.

Criar demanda entre compradores e parceiros.

Modernizar a identidade visual e renovar o tom de voz.

Reunir os funcionários em torno da nova marca.

Demonstrar claramente como a marca cumpre a sua promessa.

Queríamos que nossa nova estratégia e identidade de marca refletisse quem somos hoje e, mais do que isso, aonde vamos no futuro.

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Barry Purves (9)
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Medium 9788577809011

Movimento e performance

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch6_P160-185:6 Movement and performance 23/11/2009 3:48 PM Page 161

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

160 | 161

Movimento e performance

Neste último capítulo, veremos não apenas como obter animação clara e legível, mas também como fazê-la ter algum significado. Veremos as características e peculiaridades específicas do stop-motion, sua imprevisibilidade e fisicalidade e como garantir que cada quadro seja levado em consideração. Tentaremos estimular uma animação criativa e imaginativa, em vez de estritamente realista. Veremos como dar a ilusão de elementos como peso e inércia, os quais ajudam a produzir animação verossímil, e enfatizaremos os aspectos importantes da performance, do timing e da atuação, fundamentais a qualquer movimento.

Ferramentas e técnicas > Movimento e performance

Sonho de Uma Noite de

Verão 1959 diretor

Jirˇí Trnka

Também conhecido como Sen noci svatojanske, este belo premiado filme contém algumas performances excelentes. Foi lançado originalmente sem diálogo, contando a história por meio de música, pantomima e dança. Posteriormente, uma versão em inglês utilizou as vozes de alguns dos excelentes atores shakespearianos da

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Medium 9788577809011

Concentrando-se na ideia

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch2_P48-77:2 Focusing 23/11/2009 11:06 AM Page 49

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

48 | 49

Concentrando-se na ideia

No Capítulo 2, veremos como as qualidades particulares e extraordinárias do stop-motion servem perfeitamente para certas histórias e personagens, mas podem parecer inadequadas quando utilizadas em outros contextos.

O que é stop-motion? > Concentrando-se na ideia > Os bonecos

Também veremos como tirar o máximo dessas qualidades e começar a aproveitar tudo o que o stop-motion pode trazer para um filme, em vez de encobri-lo como um efeito invisível. Por fim, veremos como a natureza física e trabalhosa do stop-motion e seus orçamentos podem afetar a narrativa.

A Christmas Dream 1946 diretor

Karel Zeman

Neste clássico, uma garotinha ganha novos e empolgantes presentes de Natal e joga fora sua velha boneca de pano.

Então, o Papai Noel aparece enquanto a garota está dormindo, faz os sonhos dela sobre a antiga boneca ganharem vida e as duas vivem uma aventura juntas. Histórias criativas sobre sonhos se tornando realidade e bonecas ganhando vida são perfeitas para a animação.

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Medium 9788577809011

Conclusão

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m end_P186-192:endmatter 24/11/2009 4:26 PM Page 187

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

186 | 187

Conclusão

Contudo, se você encontrar prazer nas minúcias da profissão ou vibrar de alegria com os resultados de um boneco aparentemente se movendo sozinho, então logo poderá ficar encantado. Se você consegue valorizar alguns segundos de filme produzidos em um dia como uma conquista, então bem-vindo ao stop-motion. Você terá enorme satisfação com as atividades detalhistas da arte, desde colocar a mão na massa e tentar controlar o mínimo detalhe, até a própria repetição do processo.

Se você quer dar vida a personagens extraordinárias e muito verossímeis pelo contato íntimo de suas mãos, então o stop-motion certamente é sua praia.

Você precisará aceitar que o imprevisível acontecerá. Veja isso como uma característica positiva, não como uma

mudança em seu filme, mas como seu crescimento. Uma vez que aceite isso, o stop-motion poderá ser realmente viciante, pois você fez algo se mover aparentemente sozinho; na verdade, você criou vida. As pessoas que nunca tentaram fazer isso podem achar essa necessidade de dar vida

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Medium 9788577809011

Ferramentas e técnicas

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch5_P134-159:5 Tools & techniques 24/11/2009 4:40 PM Page 135

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

134 | 135

Ferramentas e técnicas

No Capítulo 5, veremos como todos os elementos técnicos envolvidos no stop-motion afetam a narrativa e o filme em si, e por que eles são tão importantes quanto a animação.

Preparativos > Ferramentas e técnicas > Movimento e performance

Como precisamos criar absolutamente tudo a partir do zero, é importante extrair o máximo de cada elemento, permitindo que contribuam para o filme, em vez de serem apenas algo secundário, mera decoração ou arquitetura. Tente relacionar cada corte, cada enquadramento, cada música a alguma coisa na narrativa e no tema global.

A animação é mais do que personagens móveis; trata-se de narrativa, e cada elemento pode ajudar a contar essa história.

Wallace e Gromit:

A batalha dos vegetais

2005 animador

Aardman

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Medium 9788577809011

O que é stop-motion?

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch1_P12-47:1 What is s-m 20/11/2009 9:38 PM Page 13

Title:Basic Animation_Spot Motion

Client:AVA Book Pte Ltd

Size:W160mm X H230mm

12 | 13

O que é stop-motion?

Neste capítulo de abertura, veremos como o stop-motion evoluiu quase que acidentalmente nos primórdios do cinema. Veremos também o que é stop-motion exatamente e como ele funciona, além de examinarmos seus prós e contras. Exploraremos o processo singularmente tátil do stop-motion, como esse processo se difere de outras técnicas de animação e por que

é uma parte tão importante do resultado final.

Analisaremos as diversas maneiras em que a técnica tem sido utilizada no decorrer dos anos e como pode se desenvolver no futuro.

O que é stop-motion? > Concentrando-se na ideia

Por fim, refletiremos sobre a melhor maneira de utilizar essa técnica nos seus próprios filmes.

Fúria de Titãs 1981 animador

Ray Harryhausen

Vemos aqui um dos grandes da animação stop-motion, Ray

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Ericson Straub Marcelo Castilho Paulo Biondan H Lio De Queiroz (6)
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Medium 9788582600733

Passo a passo

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

Passo a passo

Materiais utilizados em um rendering manual

A qualidade dos materiais escolhidos influi diretamente na geração de um rendering.

Marcadores, markers ou rotuladores são tradicionalmente definidos como formadores da base de um rendering. A ponta em forma de chanfro das canetas é uma característica fundamental para se obter a gestualidade e a rapidez nos traçados. E são exatamente a gestualidade e a rapidez nos traçados que marcam um rendering manual ou, até mesmo, um rendering digital.

Os marcadores funcionam à base de solventes, o que possibilita o preenchimento homogêneo de grandes superfícies e a superposição de camadas de tinta sem provocar

36

abc do Rendering

danos às fibras do papel. Outro material importante é o pastel seco, indispensável para a representação de volumes e superfícies de alto brilho e de forma arredondada. Para dar mais homogeneidade e transparência ao rendering, geralmente é utilizado o pó raspado do bastão. A dureza e a consistência do material também devem ser levadas em conta no momento da criação de um rendering. Se o material for quebradiço ou muito duro, pode danificar o trabalho.

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Medium 9788582600733

O desenho como forma de representação. Essência ou necessidade?

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

O desenho como forma de representação.

Essência ou necessidade?

A era digital trouxe alterações significativas para o processo de representação do design. Em meados dos anos 1980, no início da propagação dos novos sistemas operacionais e dos softwares de computação gráfica, os designers mais entusiasmados diziam que a representação à mão livre estava fadada a desaparecer. No entanto, tantos anos depois, percebemos que a representação à mão livre ainda não deu o suspiro final. Ao contrário, encontra-se longe disso, apesar de algumas previsões para o setor

Sketch utilizando caneta esferográfica e marcador

Marcelo Castilho

terem se concretizado.

Na atualidade, existem mais e mais designers buscando o aprimoramento das técnicas de representação manual, mesmo tendo à disposição os mais modernos softwares ligados ao design e ao processo de representação. Talvez a poética da concepção gestual – solidificada pelo conhecimento técnico, mas fundamentalmente constituída por um processo holístico e intuitivo – conduza os designers em sua busca pela pureza criativa. Afinal, a essência do ser humano está ligada à representação visual, seja nos registros pré-históricos encontrados em cavernas, na arte do Renascimento ou, simplesmente, na expressão de uma criança revelada por meio de singelos desenhos.

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Medium 9788582600733

Galeria

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

Galeria

Montagem com sketches produzidos com técnica de marcador, caneta esferográfica e pastel seco

Marcelo Castilho

98

abc do Rendering

Rendering utilizando técnica de sketch manual e software de manipulação de imagens

Departamento de Design da

Volkswagen do Brasil / Marco Pavone

Galeria

99

Renderings digitais utilizando software 3D

Electrolux Group Design Latin America /

Érik Gurski Lima, Leonardo Hatamura,

Fabio Matsuda, Rafael Raulino

100

abc do Rendering

Galeria

101

Renderings digitais

Electrolux Group Design Latin America /

Rafael Alonso

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Érik Gurski Lima

102

abc do Rendering

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Rafael Raulino

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Vinícius Weinert

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Superfícies e texturas

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

Superfícies e texturas

Superfícies e texturas

Cada material ou superfície específica possui uma expressão própria, muitas vezes somente visual, em outras envolvendo aspectos tridimensionais ou sensoriais. Este é o desafio na representação de texturas e superfícies: não apenas retratar o material ou o produto, mas demonstrar a sensação tátil ou tridimensional de um material. A representação do design com a finalidade de apresentar a ideia deve comunicar para o interlocutor de maneira clara qual é a superfície, o material ou a textura de determinado objeto.

Nesse processo de representação, são utilizados materiais como marcadores, pastéis, lápis de cor, guache, aquarela e papéis de texturas diferenciadas, tudo com o objetivo de demonstrar de modo rápido e claro a natureza de uma superfície ou textura. O que se busca é capturar o detalhe que define uma superfície, buscando o estereótipo de representação de determinado material. Por exemplo, a representação de superfícies cromadas

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A evolução dos meios de representação do design

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

A evolução dos meios de representação do design

O ato da representação visual faz parte da evolução do homem. Mais do que apenas a caracterização de crenças, o desenho tem um papel fundamental como elemento de comunicação entre os povos. Tem sido assim desde a evolução das antigas formas de escrita, que nasceram da necessidade de registro e de transmissão do conhecimento adquirido, estabelecendo uma ligação entre o emissor e o receptor e permitindo o compartilhamento de códigos comuns ao longo das gerações.

A representação no design – apesar de utilizar alguns códigos específicos que, muitas vezes, diferenciam-se de outras formas de representação visual – tem um papel similar ao da escrita porque também parte da necessidade de comunicar uma ideia. Desde a Antiguidade, o ato da representação tem uma estreita ligação com as artes, mas foi somente no final da Idade Média, quando arquitetos e projetistas começaram a ser chamados pela Igreja para projetar e renovar catedrais e edifícios, que surgiu a real necessidade de se estabelecer um diálogo efetivo entre o projetista, o cliente e os operários que deveriam executar a obra. Filippo Brunelleschi, um dos mais importantes arquitetos daquele período, foi um dos primeiros a desenvolver seus projetos com base na transferência de ideias para o papel, tendo sido responsável pelo projeto da cúpula da Igreja Santa Maria Del Fiore, em Florença, na Itália.

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Gavin Ambrose Paul Harris (8)
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Medium 9788577808748

Conclusão

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:50 PM

Page 172

Conclusão

Conclusão

Este livro buscou explicar e ilustrar os princípios básicos da tipografia. Uma boa compreensão desses elementos básicos, aliada ao conhecimento de formato, layout, cor e imagem, equipa o designer com ferramentas poderosas para soltar a criatividade.

O design é uma atividade comercial, e a aplicação desses princípios básicos facilita a eficiência do processo de design, mantendo tempo e custos dentro do planejado. No entanto, a inspiração continua a ser o centro da atividade criativa, e esperamos que os exemplos que ilustram este volume, de muitos dos principais estúdios de design contemporâneos, tenham servido como inspiração. Ao produzirmos este livro, ficou claro que a tipografia tem um apelo especial para muitos designers. O entusiasmo e a compreensão com que nossos colaboradores abordaram o assunto, por sua vez, ajudaram-nos a oferecer um conhecimento sólido sobre essa área muito querida por todos.

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Medium 9788577808748

Geração de tipos

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:37 PM

Page 108

Geração de tipos

Cliente: Balletlab

Design: 3 Deep Design

Resumo tipográfico:

Tipo gerado a partir do padrão de fundo

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

03-AC31201(119) 175# Dtp:116 Page:108

BDT_001-176

3/31/06

10:37 PM

Page 109

108 109

Geração de tipos

A geração de tipos refere-se aos diferentes instrumentos ou abordagens utilizados para criar letras. Esse processo pode ser parte de um método deliberado para projetar uma nova face, ou algo tão simples como desenhar as letras necessárias com spray.

O tema unificador desta seção é que a tipografia pode ser manipulada de muitas maneiras, e pode ser criada a partir de diferentes recursos para servir a propósitos de design específicos.

Dessa forma, os designers tiram proveito dos atributos do tipo gerado para acrescentar, ou reforçar, a mensagem que querem transmitir.

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Medium 9788577808748

Compondo com tipos

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

1/4/06

8:29 AM

Page 60

Compondo com tipos

Cliente: Shakespeare’s Globe

Design: Pentagram

(Angus Hyland e

Charlie Hanson)

Resumo tipográfico:

Combinação de tipos históricos e contemporâneos

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

(116)C31243 175# Dtp:119 Page:60

BDT_001-176

3/31/06

10:26 PM

Page 61

60 61

Compondo com tipos

Compor ou diagramar parece algo bastante simples – você coloca as letras na página e as manipula –, mas para fazer isso e produzir o efeito desejado, é preciso saber como manipulá-las. Para tanto, existem várias técnicas e estruturas que ajudam o designer a controlar e diagramar a página de forma eficiente. A compreensão dessas noções básicas permite que o designer desenvolva projetos coerentes e eficazes, controlando e harmonizando os vários elementos tipográficos que eles contêm. Em alguns casos, como no exemplo da página oposta, elementos tipográficos foram selecionados por suas evocações históricas, bem como por sua estética contemporânea.

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Medium 9788577808748

Introdução

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

4/3/06

4:24 PM

Page 6

Introdução

A tipografia é o meio pelo qual é dada uma forma visual para uma ideia escrita.

Devido ao volume e à variedade de fontes disponíveis, a seleção dos componentes desta forma visual pode afetar drasticamente a leiturabilidade da ideia e os sentimentos do leitor em relação a ela. A tipografia é um dos elementos que mais influencia o caráter e a qualidade emocional de um projeto. Ela pode produzir um efeito neutro ou despertar paixões, simbolizar movimentos artísticos, políticos ou filosóficos, ou ainda expressar a personalidade de um indivíduo ou organização.

Fontes tipográficas variam, desde aquelas com letras claras e distintas que fluem facilmente diante dos olhos, e por isso são apropriadas para longas passagens de texto, até as mais dramáticas e atraentes, que chamam a atenção, e por esse motivo são utilizadas em manchetes e propagandas.

A tipografia não é estática, e continua a evoluir. Muitas fontes atualmente em uso baseiam-se em faces de tipos criadas em períodos históricos anteriores. A incipiente indústria da impressão no século XV estabeleceu o uso de capitulares romanas e minúsculas carolíngias, essas últimas desenvolvidas durante o reinado de Carlos Magno, como padrão de letra que é amplamente utilizado até hoje.

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Medium 9788577808748

Produção tipográfica

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:41 PM

Page 124

Produção tipográfica

Cliente:

The Photographers’ Gallery

Design: Spin

Resumo tipográfico:

Grandes letras sem serifa se sobrepõem às imagens

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

02-AC30671(119) 175# Dtp:116 Page:124

BDT_001-176

3/31/06

10:41 PM

Page 125

124 125

Produção tipográfica

Munido de uma sólida compreensão das noções tipográficas básicas, o designer pode começar a usar outros elementos-chave do processo de design para aprimorá-las. Esta seção aborda a produção tipográfica e como as especificações de produção de um projeto podem acrescentar outras qualidades aos elementos tipográficos, tais como a tatilidade obtida por meio da seleção de substratos ou técnicas de impressão.

As distinções sutis proporcionadas pelas técnicas de impressão e pela seleção de substratos podem ser diferenciais poderosos. Nos exemplos a seguir, a composição é geralmente sóbria, mas o resultado

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Gini Stephens Frings (16)
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Medium 9788540701779

Capítulo 8 - Moda Internacional

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

8

Moda

Internacional

Foco de carreira

Todo profissional no negócio da moda quer estar informado sobre o que está acontecendo nas capitais da moda. A maioria dos designers, seus parceiros comerciais, profissionais da manufatura e organizações promocionais estão localizados nesses centros da moda, onde inspiração e fornecedores se encontram e as principais decisões de negócios são tomadas.

Objetivos do capítulo

Neste capítulo, você vai aprender a:

1. Distinguir quem são os criadores de moda internacional mais conhecidos

2. Explicar os motivos da liderança de moda francesa

3. Discutir o crescimento da importância do prêt-à-porter

4. Listar as razões da importância de Nova York como centro de moda

5. Discutir o papel dos centros de moda nacionais e internacionais

182

Parte III | Produção e Marketing de Moda

Este capítulo apresenta as principais capitais da moda do mundo, os centros mais influentes na criação e no marketing de moda. Você vai ler sobre as especialidades de cada um e sobre os criadores que transformaram essas cidades em centros da moda. Os centros da moda se desenvolvem como resultado da concentração de recursos, materiais, mão de obra qualificada e pessoas criativas. Designers são influenciados pelo que outros designers e artistas estão criando. A empolgação com uma nova ideia funciona como um catalisador, que gera mais criatividade, e é por isso que muitas pessoas criativas gravitam em torno das principais cidades.

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Medium 9788540701779

Capítulo 11 - Produção de Acessórios e Peles

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

11

Produção de

Acessórios e Peles

Foco de carreira

Quase todas as categorias de acessórios são uma indústria separada. Cada área precisa de seus próprios desenvolvedores de produtos, merchandisers, designers, modelistas, gerentes de produção, profissionais de marketing e representantes de vendas. Na indústria de peles, os empregos de produção são limitados, mas há carreiras comerciais nos grandes centros de peles.

Objetivos do capítulo

Neste capítulo, você vai aprender a:

1. Discutir as considerações de design específicas de vários acessórios

2. Descrever os métodos de produção dos acessórios mais usados

3. Explicar os centros de design e produção de acessórios

4. Discutir os aspectos do marketing de acessórios

5. Explicar a produção de roupas de pele

274

Parte III | Produção e Marketing de Moda

Este capítulo discute o design, a fabricação e o marketing aplicados particularmente aos acessórios e às peles. Bolsas, sapatos, cintos, luvas e peles têm em comum o uso milenar do couro e da pele de animais como matéria-prima. Seções separadas falam da criação e da produção de sapatos, bolsas, cintos, luvas, chapéus, lenços, meias, joias e bijuterias e peles, pois cada tipo de acessório tem os seus próprios métodos.

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Capítulo 1 - A Evolução da Moda

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

1

A Evolução da Moda

Foco de carreira

Profissionais da moda em todos os níveis da indústria precisam ter como base um bom entendimento do modo como o negócio da moda se desenvolveu. Lições de história ajudam na tomada de decisões para hoje e para o futuro. Também é interessante ver como as ideias do passado são muitas vezes reinterpretadas para a moda de hoje.

Para preservar essas informações, alguns profissionais de moda trabalham como historiadores e curadores de museus do vestuário ou no departamento de arquivos de empresas de moda.

Objetivos do capítulo

Neste capítulo, você vai aprender a:

1. Listar as principais mudanças no estilo de vida norte-americano a partir da Revolução

Industrial e como elas influenciaram a moda

2. Explicar como a moda refletiu as mudanças sociais, culturais, políticas, econômicas e tecnológicas a partir da Revolução Industrial

3. Resumir e discutir as mudanças mais importantes na indústria da moda

4. Citar os designers mais importantes dos últimos 100 anos

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Medium 9788540701779

Capítulo 12 - Comercialização e Distribuição do Atacado

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

12

Comercialização e

Distribuição do Atacado

Foco de carreira

Para criar uma cadeia comercial com varejistas e consumidores, os fabricantes procuram estabelecer contatos e um bom relacionamento com as lojas para quem fornecem e, muitas vezes, diretamente com os consumidores. Isso requer um esforço coordenado entre a gestão de produção, os designers, os merchandisers, os gerentes e representantes de vendas, os representantes de serviço ao cliente, os representantes de merchandising e todas as pessoas envolvidas na comercialização. Também inclui diretores de catálogos, publicitários, redatores, fotógrafos, produtores de vídeo, modelos, coordenadores de desfiles, especialistas de moda da televisão e pessoal de associações comerciais.

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Neste capítulo, você vai aprender a:

1. Listar os principais mercados internacionais de vestuário

2. Discutir aberturas de coleção, lançamentos de linha e semanas de moda

3. Descrever as políticas de distribuição

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Capítulo 13 - Varejo

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

13

Varejo

Foco de carreira

O gerenciamento de uma linha de lojas de varejo começa com um executivo principal

(CEO), um diretor-geral de lojas, gerentes de lojas, gerentes de andar e de área, gerentes de departamento e seus assistentes. Outras carreiras no varejo se encontram na compra por catálogo, no comércio eletrônico e na televisão. Os cargos de merchandising serão discutidos no Capítulo 14.

Objetivos do capítulo

Neste capítulo, você vai aprender a:

1. Explicar a situação atual e as tendências do varejo

2. Discutir os vários tipos de lojas de varejo

3. Explicar as diferenças organizacionais entre lojas com várias unidades e lojas únicas

4. Identificar as grandes lojas internacionais e as áreas de compras famosas

5. Comparar a estrutura organizacional de uma loja pequena com a de uma rede de lojas

6. Discutir a importância cada vez maior do varejo sem loja

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Parte IV | Varejo de Moda

O varejo é o elo de ligação entre o fabricante e o consumidor. Os varejistas podem comprar mercadorias de fornecedores (fabricantes), importá-las diretamente de todo o mundo e/ou podem desenvolver as suas próprias marcas. Eles vendem essas mercadorias para os consumidores em suas lojas, por catálogo e/ou pela Internet ou pela televisão. No que diz respeito ao varejo, o verdadeiro sucesso no mundo da moda é alcançado com a aceitação do consumidor, medida em compras.

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