Alina Wheeler (61)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582605134

Processo - Fase 1 – Condução da pesquisa

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Fase 1 – Condução da pesquisa

Visão geral

Construir uma marca exige acuidade empresarial e pensamento de design. Sua prioridade maior é compreender a organização: sua missão, visão, valores, mercados-alvo, cultura corporativa, vantagem competitiva, pontos fortes e fracos, estratégias de marketing e desafios para o futuro.

1

condução da pesquisa

Responder a perguntas é relativamente fácil.

Fazer a pergunta certa é mais difícil.

Karin Cronan

Sócia

CRONAN

A aprendizagem deve ser focada e dinâmica.

Quando contratam empresas de consultoria, os clientes querem que elas demonstrem capacidade intelectual para compreender sua atividade, para ter certeza de que as soluções vão estar ligadas às estratégias e metas de negócios da organização.

A compreensão da empresa vem de várias fontes: da leitura de documentos estratégicos e planos de negócios a entrevistas com os stakeholders principais. O primeiro passo

é a solicitação da informação pertinente a um cliente, uma ação que deve preceder as entrevistas com qualquer gerente ou stakeholder. O núcleo do processo criativo para

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605134

Estudos de caso - Mack Trucks

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

Mack Trucks

A Mack Trucks representa durabilidade, coragem e resistência e se tornou uma marca icônica, sinônimo de caminhão. Fazemos as máquinas que transformam homens em lendas.

Metas

Fundada em 1900, a Mack Trucks é uma das maiores empresas de capital aberto da América do

Norte a fabricar caminhões, motores e transmissões para veículos pesados. Os caminhões da Mack são vendidos e atendidos em mais de 45 países do mundo todo. A Mack é parte do Grupo Volvo, um dos maiores fabricantes do mundo de caminhões, ônibus, equipamentos de construção e motores marinhos e industriais.

Restaurar e liberar o propósito emocional único da marca.

Ressuscitar o que a Mack

Trucks representa em um mercado global em mudança constante.

Reunir a organização

Mack Trucks e seus parceiros em torno de uma marca autêntica e aspiracional.

Amplificar o que há de melhor no legado da

Mack Trucks para abrir caminho para o crescimento futuro.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605134

Estudos de caso - Fred Hutch

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

Fred Hutch

Desde a fundação do Fred Hutch, quase 40 anos atrás, muitas curas tiveram início aqui, e as compartilhamos com todo o mundo. Nossa missão é eliminar o câncer e as doenças relacionadas como causas do sofrimento humano e da morte.

O Fred Hutchinson Cancer Research Center, também conhecido por Fred Hutch, foi fundado em

1972, na cidade de Seattle. Suas equipes interdisciplinares de cientistas e humanitários de renome mundial trabalham lado a lado na prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer, HIV/AIDS e outras doenças. Os cientistas do Fred Hutch receberam prêmios importantes por suas pesquisas e descobertas, incluindo três vencedores do Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina.

Metas

Dar vida à marca e comunicar seu espírito.

Articular o que o Fred

Hutch representa.

Reimaginar a marca do centro.

Promover o entendimento sobre o trabalho do

Fred Hutch.

Ligar as pesquisas científicas às vidas transformadas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605134

Estudos de caso - Unstuck

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Estudos de caso

Unstuck

Combinamos aprendizado online, ferramentas digitais personalizadas e dicas e know-how para ajudá-lo a entender o que o impede de fazer as coisas e como você pode avançar.

Metas

A Unstuck é um aplicativo, uma plataforma de aprendizado online e um site de conteúdo que equipa os usuários para enfrentar desafios e avançar com as suas vidas. A Unstuck é um coach digital, ao seu dispor sempre que você se sente empacado. O aplicativo ajuda as pessoas a enxergarem e resolverem situações usando perguntas provocadoras, dicas direcionadas e ferramentas orientadas para a ação.

Desenhar uma nova marca a partir do zero e deixá-la evoluir conscientemente à medida que se expande.

Liderar uma nova categoria de produtos de tecnologia e crescimento pessoal.

Combinar psicologia, comportamento humano e design.

Estabelecer a plataforma de aprendizagem online da Unstuck como uma experiência única no espaço de desenvolvimento pessoal.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605134

Básico - Elementos da marca

Alina Wheeler Grupo A PDF Criptografado

Elementos da marca

Símbolos de marca

Desenhados em uma variedade quase infinita de formas e personalidades, os símbolos de marca podem ser classificados em várias categorias. De literal a simbólico, de orientado a palavra a orientado a imagem, o mundo das marcas cresce a cada dia.

As fronteiras entre essas categorias são flexíveis, e muitas marcas podem combinar elementos de mais de uma categoria. Embora não existam regras absolutas que determinem o melhor identificador visual para um tipo específico de empresa, o processo do designer

é analisar uma série de soluções baseadas em critérios aspiracionais e funcionais. O designer determinará qual abordagem de design melhor atende às necessidades do cliente e criará uma fundamentação racional para cada solução.

Faça cada marca ser importante.

O designer é o mediador entre o cliente e o público.

Dennis Kuronen

Joel Katz

Joel Katz Design Associates

Assinatura

Uma assinatura visual é uma relação estruturada entre um logotipo, um símbolo de marca e uma tagline.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Barry Purves (9)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788577809011

Conclusão

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m end_P186-192:endmatter 24/11/2009 4:26 PM Page 187

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

186 | 187

Conclusão

Contudo, se você encontrar prazer nas minúcias da profissão ou vibrar de alegria com os resultados de um boneco aparentemente se movendo sozinho, então logo poderá ficar encantado. Se você consegue valorizar alguns segundos de filme produzidos em um dia como uma conquista, então bem-vindo ao stop-motion. Você terá enorme satisfação com as atividades detalhistas da arte, desde colocar a mão na massa e tentar controlar o mínimo detalhe, até a própria repetição do processo.

Se você quer dar vida a personagens extraordinárias e muito verossímeis pelo contato íntimo de suas mãos, então o stop-motion certamente é sua praia.

Você precisará aceitar que o imprevisível acontecerá. Veja isso como uma característica positiva, não como uma

mudança em seu filme, mas como seu crescimento. Uma vez que aceite isso, o stop-motion poderá ser realmente viciante, pois você fez algo se mover aparentemente sozinho; na verdade, você criou vida. As pessoas que nunca tentaram fazer isso podem achar essa necessidade de dar vida

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809011

Introdução

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m pre_P1-11:prelims 20/11/2009 9:36 PM Page 6

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

Introdução

Afinal, o que é stop-motion exatamente? Hoje, a resposta a essa pergunta com certeza seria um pouco imprecisa, pois a maioria das técnicas de animação tem alguns elementos e princípios que se sobrepõem. De modo geral, porém, stop-motion poderia ser definido como a técnica de criar a ilusão de movimento ou desempenho por meio da gravação, quadro a quadro, da manipulação de um objeto sólido, boneco ou imagem de recorte em um cenário físico espacial.

Se alguma dessas coisas despertam seu interesse, então estamos no caminho certo.

She-Bop 1988 animadora

Joanna Priestley

Joanna Priestley utiliza sua animação para conduzir o espectador por transformações ousadas, quase xamanistas.

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 OK

N

U260426 dalimmac 19.11.2009 175#

MY

C K

1

DALIM

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809011

Uma breve história do stop-motion

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m end_P186-192:endmatter 24/11/2009 4:26 PM Page 188

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

Uma breve história do stop-motion

1896 O cineasta e produtor Georges Méliès desenvolve muitos dos truques ainda utilizados no stop-motion, especialmente a substituição, parando a câmera.

1942 O filme Tulips Shall Grow, de George Pál, apresenta dezenas de personagens em marcha, animados por substituição de bonecos.

1899 Arthur Melbourne Cooper anima fósforos para Matches: An Appeal. Esse foi o primeiro comercial a usar stop-motion.

1949 Jirˇí Trnka faz o longa O Imperador e o

Rouxinol (também conhecido como Císaruv slavík). A dublagem norte-americana é narrada por Boris Karloff.

1900 Em The Enchanted Drawing, J. Stuart

Blackton mistura animação desenhada e objetos.

1907 Edwin S. Porter dá vida a bonecas e ursos de pelúcia em The Teddy Bears.

1910 The Battle of the Stag Beetles foi o primeiro dos filmes usando stop-motion de Ladislaw

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809011

Preparativos

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch4_P116-133:4 Preparations 23/11/2009 2:09 PM Page 117

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

116 | 117

Preparativos

Os bonecos > Preparativos > Ferramentas e técnicas

No Capítulo 4, veremos toda a preparação necessária para uma gravação tranquila e o tipo de problemas e satisfações você encontrará em um estúdio. O processo nesse estágio da produção de um filme é muito diferente de qualquer outra forma de animação, com muito mais fisicalidade envolvida. Uma preparação detalhada antes de gravar evitará muitos problemas posteriormente, e é uma fase essencial a ser atravessada.

Mary and Max 2009 animador

Adam Elliot

Esta imagem resume tudo que o stop-motion tem de maravilhoso: aproveitar todos os elementos de design, textura, iluminação, cor, profundidade, detalhe e personagem, para produzir algo muito estilizado, mas instantaneamente verossímil e reconhecível. Cada elemento está trabalhando em harmonia com os outros.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809011

Os bonecos

Barry Purves Grupo A PDF Criptografado

ava s-m ch3_P78-115:3 Puppets 23/11/2009 1:06 PM Page 79

Title: Basic Animation-Stop Motion

Client: AVA Book Pte Ltd Size: 160mmx230mm

78 | 79

Os bonecos

No Capítulo 3, descobriremos quais qualidades que um boneco pode trazer para um filme que atores, desenhos e imagens 3D não podem.

Veremos por que os bonecos de stop-motion têm um elemento extra de vida e espontaneidade e veremos também como tirar o máximo proveito de um boneco em termos de design. Em particular, vamos nos concentrar em como explorar os traços de um boneco, como os olhos e as mãos, que são mais expressivos, e como torná-lo o mais fácil de animar possível.

Concentrando-se na ideia > Os bonecos > Preparativos

Por fim, discutiremos outras técnicas que envolvem tocar e manipular os objetos diante da câmera para contar uma história. Essas técnicas demonstram claramente que um boneco complexo nem sempre é necessário para se contar uma história emocionante.

Rigoletto 1993 animador

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Ericson Straub Marcelo Castilho Paulo Biondan H Lio De Queiroz (6)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582600733

A evolução dos meios de representação do design

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

A evolução dos meios de representação do design

O ato da representação visual faz parte da evolução do homem. Mais do que apenas a caracterização de crenças, o desenho tem um papel fundamental como elemento de comunicação entre os povos. Tem sido assim desde a evolução das antigas formas de escrita, que nasceram da necessidade de registro e de transmissão do conhecimento adquirido, estabelecendo uma ligação entre o emissor e o receptor e permitindo o compartilhamento de códigos comuns ao longo das gerações.

A representação no design – apesar de utilizar alguns códigos específicos que, muitas vezes, diferenciam-se de outras formas de representação visual – tem um papel similar ao da escrita porque também parte da necessidade de comunicar uma ideia. Desde a Antiguidade, o ato da representação tem uma estreita ligação com as artes, mas foi somente no final da Idade Média, quando arquitetos e projetistas começaram a ser chamados pela Igreja para projetar e renovar catedrais e edifícios, que surgiu a real necessidade de se estabelecer um diálogo efetivo entre o projetista, o cliente e os operários que deveriam executar a obra. Filippo Brunelleschi, um dos mais importantes arquitetos daquele período, foi um dos primeiros a desenvolver seus projetos com base na transferência de ideias para o papel, tendo sido responsável pelo projeto da cúpula da Igreja Santa Maria Del Fiore, em Florença, na Itália.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600733

Galeria

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

Galeria

Montagem com sketches produzidos com técnica de marcador, caneta esferográfica e pastel seco

Marcelo Castilho

98

abc do Rendering

Rendering utilizando técnica de sketch manual e software de manipulação de imagens

Departamento de Design da

Volkswagen do Brasil / Marco Pavone

Galeria

99

Renderings digitais utilizando software 3D

Electrolux Group Design Latin America /

Érik Gurski Lima, Leonardo Hatamura,

Fabio Matsuda, Rafael Raulino

100

abc do Rendering

Galeria

101

Renderings digitais

Electrolux Group Design Latin America /

Rafael Alonso

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Érik Gurski Lima

102

abc do Rendering

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Rafael Raulino

Rendering digital

Electrolux Group Design

Latin America /

Vinícius Weinert

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600733

Fundamentos da representação

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

Fundamentos da representação

Fundamentos da representação

O potencial criativo de um designer ou artista deve ser enriquecido pelo processo da representação. Nesse sentido, a análise e os complexos fatores pelos quais se elaboram os juízos do desenho acabam sendo um processo natural. Cada desenho ou rendering é sempre um problema diferente que possui peculiaridades, porém alguns fundamentos são inerentes a qualquer tipo de desenho ou representação. Questões como a proporção ou a composição são, sem dúvida, fundamentos familiares e conhecidos mesmo

àqueles que desconhecem o desenho; o que muitas vezes não existe para alguns é a educação ou o aprendizado do olhar, que aguça a sensibilidade e o poder de transformar imagens mentais em uma representação bidimensional. Talvez a essência dessa pequena parte do livro seja salientar a importância do ato de desenhar – afinal, o sketch, por exemplo, é um desenho “in natura” que se utiliza de materiais próprios. O rendering, manual ou digital, é uma técnica, mas antes dele existe o desenho, a definição do que se quer representar.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600733

O desenho como forma de representação. Essência ou necessidade?

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

O desenho como forma de representação.

Essência ou necessidade?

A era digital trouxe alterações significativas para o processo de representação do design. Em meados dos anos 1980, no início da propagação dos novos sistemas operacionais e dos softwares de computação gráfica, os designers mais entusiasmados diziam que a representação à mão livre estava fadada a desaparecer. No entanto, tantos anos depois, percebemos que a representação à mão livre ainda não deu o suspiro final. Ao contrário, encontra-se longe disso, apesar de algumas previsões para o setor

Sketch utilizando caneta esferográfica e marcador

Marcelo Castilho

terem se concretizado.

Na atualidade, existem mais e mais designers buscando o aprimoramento das técnicas de representação manual, mesmo tendo à disposição os mais modernos softwares ligados ao design e ao processo de representação. Talvez a poética da concepção gestual – solidificada pelo conhecimento técnico, mas fundamentalmente constituída por um processo holístico e intuitivo – conduza os designers em sua busca pela pureza criativa. Afinal, a essência do ser humano está ligada à representação visual, seja nos registros pré-históricos encontrados em cavernas, na arte do Renascimento ou, simplesmente, na expressão de uma criança revelada por meio de singelos desenhos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600733

Superfícies e texturas

Ericson Straub; Marcelo Castilho; Paulo Biondan; Hélio de Queiroz Grupo A PDF Criptografado

Superfícies e texturas

Superfícies e texturas

Cada material ou superfície específica possui uma expressão própria, muitas vezes somente visual, em outras envolvendo aspectos tridimensionais ou sensoriais. Este é o desafio na representação de texturas e superfícies: não apenas retratar o material ou o produto, mas demonstrar a sensação tátil ou tridimensional de um material. A representação do design com a finalidade de apresentar a ideia deve comunicar para o interlocutor de maneira clara qual é a superfície, o material ou a textura de determinado objeto.

Nesse processo de representação, são utilizados materiais como marcadores, pastéis, lápis de cor, guache, aquarela e papéis de texturas diferenciadas, tudo com o objetivo de demonstrar de modo rápido e claro a natureza de uma superfície ou textura. O que se busca é capturar o detalhe que define uma superfície, buscando o estereótipo de representação de determinado material. Por exemplo, a representação de superfícies cromadas

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Gavin Ambrose Paul Harris (8)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788577808748

Classificação de tipos

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:18 PM

Page 34

Classificação de tipos

Cliente: Absolut Label

Design: KesselsKramer

Resumo tipográfico:

Eclética coleção de tipos usados em harmonia com o tema

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

(02-AC30671) 175# Dtp:119 Page:34

BDT_001-176

3/31/06

10:18 PM

Page 35

34 35

Classificação de tipos

A vasta gama de tipos disponíveis torna essencial a existência de algum sistema de classificação para, principalmente, simplificar as especificações de um trabalho.

Tipos e famílias de tipos podem ser classificados de acordo com suas características intrínsecas. Para entender o sistema de classificação, e os meios pelos quais um tipo é classificado, devemos estar familiarizados com a terminologia utilizada para descrever essas características. Muitas faces – e grande parte da terminologia adotada para descrevê-las – têm origem em projetos concebidos há 500 anos, e foram originalmente fundidas em metal ou gravadas em rocha. Mesmo agora, em nossa era digital, tais faces ainda apresentam as características inconfundíveis associadas às necessidades físicas dos períodos nos quais foram criadas. A classificação de tipos é um daqueles raros casos em que faz sentido julgar somente pela aparência. Por isso, é importante compreender como os tipos são classificados e quais são as diferenças entre suas variações, a fim de entender melhor quando usá-los em um projeto.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808748

Conclusão

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:50 PM

Page 172

Conclusão

Conclusão

Este livro buscou explicar e ilustrar os princípios básicos da tipografia. Uma boa compreensão desses elementos básicos, aliada ao conhecimento de formato, layout, cor e imagem, equipa o designer com ferramentas poderosas para soltar a criatividade.

O design é uma atividade comercial, e a aplicação desses princípios básicos facilita a eficiência do processo de design, mantendo tempo e custos dentro do planejado. No entanto, a inspiração continua a ser o centro da atividade criativa, e esperamos que os exemplos que ilustram este volume, de muitos dos principais estúdios de design contemporâneos, tenham servido como inspiração. Ao produzirmos este livro, ficou claro que a tipografia tem um apelo especial para muitos designers. O entusiasmo e a compreensão com que nossos colaboradores abordaram o assunto, por sua vez, ajudaram-nos a oferecer um conhecimento sólido sobre essa área muito querida por todos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808748

Introdução

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

4/3/06

4:24 PM

Page 6

Introdução

A tipografia é o meio pelo qual é dada uma forma visual para uma ideia escrita.

Devido ao volume e à variedade de fontes disponíveis, a seleção dos componentes desta forma visual pode afetar drasticamente a leiturabilidade da ideia e os sentimentos do leitor em relação a ela. A tipografia é um dos elementos que mais influencia o caráter e a qualidade emocional de um projeto. Ela pode produzir um efeito neutro ou despertar paixões, simbolizar movimentos artísticos, políticos ou filosóficos, ou ainda expressar a personalidade de um indivíduo ou organização.

Fontes tipográficas variam, desde aquelas com letras claras e distintas que fluem facilmente diante dos olhos, e por isso são apropriadas para longas passagens de texto, até as mais dramáticas e atraentes, que chamam a atenção, e por esse motivo são utilizadas em manchetes e propagandas.

A tipografia não é estática, e continua a evoluir. Muitas fontes atualmente em uso baseiam-se em faces de tipos criadas em períodos históricos anteriores. A incipiente indústria da impressão no século XV estabeleceu o uso de capitulares romanas e minúsculas carolíngias, essas últimas desenvolvidas durante o reinado de Carlos Magno, como padrão de letra que é amplamente utilizado até hoje.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808748

Geração de tipos

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:37 PM

Page 108

Geração de tipos

Cliente: Balletlab

Design: 3 Deep Design

Resumo tipográfico:

Tipo gerado a partir do padrão de fundo

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

03-AC31201(119) 175# Dtp:116 Page:108

BDT_001-176

3/31/06

10:37 PM

Page 109

108 109

Geração de tipos

A geração de tipos refere-se aos diferentes instrumentos ou abordagens utilizados para criar letras. Esse processo pode ser parte de um método deliberado para projetar uma nova face, ou algo tão simples como desenhar as letras necessárias com spray.

O tema unificador desta seção é que a tipografia pode ser manipulada de muitas maneiras, e pode ser criada a partir de diferentes recursos para servir a propósitos de design específicos.

Dessa forma, os designers tiram proveito dos atributos do tipo gerado para acrescentar, ou reforçar, a mensagem que querem transmitir.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577808748

Prática tipográfica

Gavin Ambrose; Paul Harris Grupo A PDF Criptografado

BDT_001-176

3/31/06

10:46 PM

Page 150

Prática tipográfica

Cliente: Lancaster City Council

Design: Why Not Associates e Gordon Young

Resumo tipográfico:

Vários estilos utilizados para apresentar poemas, letras de músicas e expressões

(WK)

Job:01-76355 Title:Basic Design-Typography

175# Dtp:116 Page:150

BDT_001-176

3/31/06

10:47 PM

Page 151

150 151

Prática tipográfica

A aplicação prática da tipografia no design nem sempre é o que se espera. As demandas tipográficas podem ser mais extensas e menos ortodoxas do que as vistas nas seções anteriores deste livro, embora os princípios básicos permaneçam os mesmos. A aplicação dos tipos pode ser incomum – como o exemplo na página ao lado demonstra –, mas, ainda assim, o designer deve levar em conta a seleção de tipos, sua composição, espaçamento, corpo, legibilidade e padrão.

A tipografia é um ofício técnico, exigente e às vezes confuso, que requer muita atenção, paciência e compreensão histórica. No final das contas, a tipografia é uma experiência íntima e humana – no caso da

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Gini Stephens Frings (16)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788540701779

Capítulo 8 - Moda Internacional

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

8

Moda

Internacional

Foco de carreira

Todo profissional no negócio da moda quer estar informado sobre o que está acontecendo nas capitais da moda. A maioria dos designers, seus parceiros comerciais, profissionais da manufatura e organizações promocionais estão localizados nesses centros da moda, onde inspiração e fornecedores se encontram e as principais decisões de negócios são tomadas.

Objetivos do capítulo

Neste capítulo, você vai aprender a:

1. Distinguir quem são os criadores de moda internacional mais conhecidos

2. Explicar os motivos da liderança de moda francesa

3. Discutir o crescimento da importância do prêt-à-porter

4. Listar as razões da importância de Nova York como centro de moda

5. Discutir o papel dos centros de moda nacionais e internacionais

182

Parte III | Produção e Marketing de Moda

Este capítulo apresenta as principais capitais da moda do mundo, os centros mais influentes na criação e no marketing de moda. Você vai ler sobre as especialidades de cada um e sobre os criadores que transformaram essas cidades em centros da moda. Os centros da moda se desenvolvem como resultado da concentração de recursos, materiais, mão de obra qualificada e pessoas criativas. Designers são influenciados pelo que outros designers e artistas estão criando. A empolgação com uma nova ideia funciona como um catalisador, que gera mais criatividade, e é por isso que muitas pessoas criativas gravitam em torno das principais cidades.

Ver todos os capítulos
Medium 9788540701779

Capítulo 10 - Produção de Roupas e Pesquisa e Prospecção Global

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

10

Produção de Roupas e Pesquisa e

Prospecção Global

Foco de carreira

Existem várias possibilidades interessantes de trabalhos técnicos nas áreas de produção de vestuário e de pesquisa e prospecção global. A formação técnica em modelagem e conhecimentos de informática são pré-requisitos para os cargos de modelista. Os interessados em materiais podem considerar o cargo de comprador de tecidos e aviamentos. Aqueles que se dão bem com números talvez gostem de trabalhar com pesquisa e prospecção, análise de custos e planejamento de produção. A maioria desses trabalhos, porém, atualmente é feita em fábricas no exterior. Para serem bons profissionais, os gerentes de pesquisa e prospecção precisam entender o processo de produção e viajar muito para fábricas em várias partes do mundo.

Objetivos do capítulo

Neste capítulo, você vai aprender a:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

7.

Explicar o custo de uma peça de roupa

Descrever as etapas da produção de vestuário

Ver todos os capítulos
Medium 9788540701779

Capítulo 3 - Transformações da Moda e Aceitação do Consumidor

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

3

Transformações da Moda e

Aceitação do Consumidor

Foco de carreira

Designers, merchandisers e profissionais do marketing em todos os níveis da indústria devem estar atentos às transformações da moda, aos ciclos e à aceitação pelo consumidor, além do modo como esses conceitos vão afetar o desenvolvimento de produtos e o marketing. Eles também precisam conhecer todas as categorias do vestuário, particularmente na sua área de especialidade.

Objetivos do capítulo

Neste capítulo, você vai aprender a:

1. Discutir as dimensões da moda

2. Identificar as fases e a duração dos ciclos de moda e como elas se relacionam com a aceitação do consumidor

3. Explicar as teorias da adoção da moda em relação à aceitação do consumidor

4. Descrever a motivação do comprador

5. Demonstrar conhecimento sobre tamanhos e faixas de preços das roupas, categorias de estilo e classificações das roupas no vestuário masculino, feminino e infantil

60

Ver todos os capítulos
Medium 9788540701779

Capítulo 5 - A Fibra Têxtil e a Produção de Tecidos

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

5

A Fibra Têxtil e a

Produção de Tecidos

Foco de carreira

A carreira na produção têxtil exige formação técnica têxtil ou em engenharia têxtil ou de produção. As oportunidades de trabalho nas áreas técnicas estão não só nos setores de manufatura, como também nos setores de pesquisa e desenvolvimento, estilo, tecnologias de produção, engenharia e gerenciamento. Embora você talvez não planeje trabalhar na indústria têxtil especificamente, é importante entender os processos têxteis básicos para se preparar para uma carreira na indústria da moda.

Objetivos do capítulo

Depois de ler este capítulo, você vai saber:

1. Listar as fontes de fibras

2. Explicar os processos envolvidos na produção de fibras e tecidos

3. Descrever a função das fábricas e dos beneficiadores de tecidos

110

Parte II | As Matérias-Primas da Moda

Material têxtil é um termo amplo que se refere a qualquer tipo de material que possa ser transformado em tecido por meio de qualquer método. Por vezes, o termo indústria têxtil é usado em referência a toda a indústria do vestuário: a produção e a comercialização de mercadorias têxteis, da matéria-prima até o produto final disponibilizado nas lojas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788540701779

Capítulo 11 - Produção de Acessórios e Peles

Gini Stephens Frings Grupo A PDF Criptografado

11

Produção de

Acessórios e Peles

Foco de carreira

Quase todas as categorias de acessórios são uma indústria separada. Cada área precisa de seus próprios desenvolvedores de produtos, merchandisers, designers, modelistas, gerentes de produção, profissionais de marketing e representantes de vendas. Na indústria de peles, os empregos de produção são limitados, mas há carreiras comerciais nos grandes centros de peles.

Objetivos do capítulo

Neste capítulo, você vai aprender a:

1. Discutir as considerações de design específicas de vários acessórios

2. Descrever os métodos de produção dos acessórios mais usados

3. Explicar os centros de design e produção de acessórios

4. Discutir os aspectos do marketing de acessórios

5. Explicar a produção de roupas de pele

274

Parte III | Produção e Marketing de Moda

Este capítulo discute o design, a fabricação e o marketing aplicados particularmente aos acessórios e às peles. Bolsas, sapatos, cintos, luvas e peles têm em comum o uso milenar do couro e da pele de animais como matéria-prima. Seções separadas falam da criação e da produção de sapatos, bolsas, cintos, luvas, chapéus, lenços, meias, joias e bijuterias e peles, pois cada tipo de acessório tem os seus próprios métodos.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais