Tilley Alvin R (11)
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ACESSOS PARA MANUTENÇÃO

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ACESSOS PARA MANUTENÇÃO

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O CORPO INTEIRO

OS MEMBROS

No desenho da esquerda, o painel de controle foi dividido em seções, para a determinação de alturas de trabalho em três posições distintas: de pé, ajoelhado e sentado. Observe os ângulos ideais de trabalho entre o ombro e o cotovelo; as medidas podem variar entre 101 e 152 mm acima dos ombros e abaixo dos cotovelos. Todas as áreas superiores devem ser usadas para telas (monitores).

A postura de quatro é muito comum em trabalhos de manutenção. A postura em pronação também é valiosa, pois permite acesso aos espaços mais reduzidos. A postura supina exigiria uma altura maior, pois seria necessário o uso de um carrinho ou plataforma móvel.

Acrescente 140 mm para todas as posturas. A largura mínima é 610 mm.

À direita são representadas várias aberturas. A abertura retangular pequena e a abertura oval mínima são para o acesso horizontal (tanto no teto quanto no piso). A abertura lateral maior e aquela com 760 mm de diâmetro são para aberturas verticais (ou seja, em paredes).

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ACOMODAÇÃO EM VEÍCULOS

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ACOMODAÇÃO EM VEÍCULOS

FATORES CONSTANTES EM ASSENTOS DE VEÍCULOS

As informações constantes sob este título também devem ser consultadas para as necessidades das pessoas em um veículo.

Observe que a postura sentada apresentada é apenas para o motorista; os passageiros podem preferir um ângulo maior entre o assento e o encosto. A mulher de baixa estatura do percentil 1 e o homem alto do percentil 99 são apresentados na postura alerta.

Esse diagrama ilustra as figuras humanas com um ângulo de tornozelos ótimo, e ângulo de joelhos ótimo e ângulo ideal entre a coluna vertebral e a parte superior das pernas, para se operar um veículo. Esses ângulos são praticamente os mesmos para todos os veículos; somente muda o ângulo com o chão, para carros de corrida, carros esportivos, sedãs, caminhões, caminhonetes,

ônibus, equipamentos industriais e usos estacionários, ao rotar as linhas de piso em relação ao mesmo ponto do calcanhar.

Os assentos e encostos podem ser constantes para todos os veículos. O apoio para a cabeça irá mudar, já que a linha central da cabeça deve estar perpendicular à linha de percurso escolhida.

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ANTROPOMETRIA OU AS MEDIDAS DO HOMEM, DA MULHER E DA CRIANÇA

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ANTROPOMETRIA OU AS MEDIDAS DO HOMEM, DA MULHER E DA CRIANÇA

SISTEMAS DE MEDIÇÃO

São empregados numerosos equipamentos de medida na coleta de dados do tamanho do corpo e seus componentes, limitações de movimento e mensuração da força – todos necessários ao estabelecimento de relações entre o homem e a máquina e outros requisitos de design. Tais equipamentos são freqüentemente similares aos usados por engenheiros para medir máquinas ou por escultores em seu trabalho.

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• O antropômetro é similar a um gabarito de altura, disponível em vários tamanhos e com escalas com leitura direta e para cima e para baixo, para dentro e para fora.

Os maiores são usados para medir, por exemplo, a estatura e altura da cintura. Uma versão de tamanho médio

é usada para medir a altura sentado, a altura do joelho, a distâncias das nádegas aos joelhos e outros intervalos similares. Um dispositivo de tamanho menor é usado para medir características faciais, com o uso de um encosto e um apoio para a cabeça.

• Um compasso com leitura direta é utilizado para medir a largura e a profundidade do corpo. Quando de tamanho pequeno, é usado para medir partes da mão e a largura de orelhas e boca e para determinar a largura de bíceps e braços.

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ASSENTOS

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ASSENTOS

O estudo dos assentos é bastante interessante, já que as pessoas têm vários tamanhos e suas proporções e atividades variam. As pessoas se sentam para comer, para se deslocar ao trabalho, para ficar em casa conversando, lendo ou assitindo televisão, para trabalhar ou simplesmente para executar um passatempo. Algumas cadeiras parecem ter sido desenhadas sem que se tenha absolutamente considerado o usuário a ser acomodado ao tamanho e altura do assento, o apoio à região lombar ou o desenho correto dos apoios para braços. Muitas pessoas têm uma cadeira favorita, mas muitas também compram mobiliário apenas considerando a aparência, e depois ficam insatisfeitas com suas escolhas.

A CADEIRA DE JANTAR

A cadeira de jantar é simples. Seu tempo de uso é geralmente curto, mas ela também pode ser usada para se estudar, ler e escrever.

A cadeira de jantar padrão atualmente possui 711 mm de altura do assento.

50

• A distância vertical ideal entre a borda frontal do assento e o nível da mesa é de 230 a 305 mm.

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CONSIDERAÇÕES ESPACIAIS PARA RESIDÊNCIAS

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CONSIDERAÇÕES ESPACIAIS PARA RESIDÊNCIAS

As diretrizes apresentadas por Neufert, 1970; Panero e Zelnik,

1979; e o American Institute of Architects, 1988 foram utilizadas para formular os diagramas residenciais a seguir.

DORMITÓRIOS

Quatro dormitórios são apresentados nessas ilustrações.

1. O primeiro exemplo, no canto superior esquerdo, representa uma proposta com espaços confortáveis mínimos para a maior parte do mobiliário necessário em um dormitório de casal. Esse cômodo pode acomodar três tamanhos de camas diferentes: uma cama de casal simples, queen size ou king size. Observe que esta é a posição ideal para a cama e que o fato de todos os móveis terem 762 mm ou menos de altura faz com que o dormitório pareça maior.

58

2. O segundo dormitório, no canto inferior esquerdo, tem espaços quase mínimos, para um único ocupante.

3. O terceiro dormitório, no canto superior direito, é mais luxuoso. Há duas camas e duas escrivaninhas ou penteadeiras.

4. O último dormitório é para dois ocupantes (filhos ou estudantes) e apresenta áreas para estudo e outros armários.

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Riegl Alois (11)
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Medium 9789724417134

1. Os valores de monumento e o seu desenvolvimentohistórico

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O Culto Moderno dos Monumentos1. Os valores de monumento e o seu desenvolvimento históricoPor monumento no sentido mais antigo e originário compreende-se uma obra de mão humana, construída com o fito determinado de conservar sempre presentes e vivos na consciência das gerações seguintes feitos ou destinos humanos particulares(ou conjuntos de tais feitos e destinos). Pode ser um monumento artístico ou um monumento escrito, conforme se dá a conhecer ao espectador o acontecimento a imortalizar com os meros meios expressivos da arte plástica ou valendo-se de uma inscrição; o mais frequente é encontrarem-se unidos em igual grau os dois géneros. O estabelecimento e conservação de tais monumentos«intencionais», que se pode seguir até aos tempos mais recuados de que há provas da cultura humana, é hoje ainda maior. Mas, ao falarmos do culto moderno dos monumentos e da sua protecção, não pensamos de modo nenhum nos monumentos «intencionais», mas sim nos «monumentos artísticos e históricos», como rezou até ao presente a expressão oficial para tal, pelo menos na Áustria.

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2. A relação do valor de memória com o cultodos monumentos

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o culto moderno dos monumentosdo curso natural, regular, a que toda a obra humana está certa e infalivelmente sujeita. Os sinais de uma destruição violenta fazem que as ruínas de um castelo, mesmo proporcionalmente, pareçam menos apropriadas para evocar no espectador moderno uma pura disposição harmoniosa do valor de antiguidade; se recorremos a este exemplo, contudo, num passo anterior, para ilustrar o valor de antiguidade, tal só sucedeu porque, a partir das ruínas, um tal valor torna-se sonora e nitidamente perceptível, demasiado sonoro para proporcionar ao homem afectivamente impressionável moderno a redenção perfeita.2. A relação do valor de memória com o culto dos monumentosDistinguimos nos monumentos três valores de memória diferentes e temos agora de investigar que exigências ao culto dos monumentos resultam da índole de cada um destes valores individualmente. Seguidamente, cumpre considerar os restantes valores que um monumento pode oferecer ao homem moderno; enquanto valores de actualidade, podem contrapor-se em globo aos valores de passado ou de memória.

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3. A relação dos valores de actualidade com o cultodos monumentos

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o culto moderno dos monumentosintencionais; daí que o valor de antiguidade seja de raiz o inimigo figadal do valor de memória intencional. Enquanto os homens não renunciarem à imortalidade terrena, também o culto do valor de antiguidade encontra as suas barreiras inultrapassáveis no culto do valor de memória intencional. Este conflito implacável entre valor de antiguidade e valor de memória intencional importa, contudo, menos dificuldades para a conservação dos monumentos do que poderíamos supor à primeira vista, porquanto o número de monumentos «intencionais» é relativamente escasso perante a grande massa dos que são pura e simplesmente não intencionais.3. A relação dos valores de actualidade com o culto dos monumentosA maioria dos monumentos possuiu igualmente a capacidade de satisfazer aquelas necessidades sensíveis ou intelectuais das pessoas para cuja saciação as novas formas modernas tão bem se prestam (quando não ainda melhor), e naquela capacidade, onde não está em causa, evidentemente, a génese no passado e o valor de memória que nela se escora, assenta o valor de actualidade de um monumento. Do ponto de vista deste valor, estaremos dispostos antecipadamente a considerar o monumento não como uma tal forma, mas sim igual a uma forma moderna acabada de ser produzida e, por isso, também a exigir do monumento (antigo) a manifestação exterior de cada obra humana (nova) no seu estado nascente (ver p. 28 e ss.): quer isto dizer a impressão de completa coesão e intangibilidade relativamente aos influxos deletérios naturais. Pode-se, sem dúvida, tolerar sintomas destes últimos, consoante a natureza do valor de actualidade que estiver a ser considerado; mas estes acabarão por colidir, mais cedo ou mais tarde, com limites inultrapassáveis, para além dos quais o valor de actualidade seria impossível e nos quais tem assim de esforçar-se por se impor contra o valor de antiguidade. O tratamento de um monumento segundo os princípios do culto do valor de antiguidade que, por princípio, gostaria de deixar as coisas, sempre e43

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A disposição harmoniosa como conteúdo da arte moderna

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A disposição harmoniosa como conteúdo da arte modernaSentei-me no cume solitário de uma montanha. A terra abre-se a meus pés de tal modo alcantilada, que nenhuma coisa me está próxima de forma palpável, não podendo excitar o meu tacto.Fica entregue somente aos olhos a tarefa de fazer o relato delas, e muitas e variadas coisas têm eles a relatar. Formam-se então ondas no chão verde de ervas, variegadamente salpicado de flores que a primavera faz brotar e que desaparecerão com a próxima primavera. Limitado está o prado muito abaixo do bosque de pinheiros com as suas inúmeras copas que se erguem; mas uma leve cintilação está por cima delas como um sopro, pois o verão está no seu início e nascem novos rebentos que aumentam diariamente o volume do bosque. À beira do renque de árvores pastam vacas, bem sei que nunca estão quietas, mas agora só minúsculos pontos brancos anunciam a sua existência. Se levantar o olhar para o muro de rochas, ele encontra primeiro a queda de água que se precipita sobre paredes do tamanho de uma casa e a cujo trovejar furioso nenhum som se pode sobrepor; via-a e escutei-a junto a mim, e senti então uma reverência temerosa perante uma força

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História da arte e história universal

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História da arte e história universalO meu médico de família conta-se entre aquela minoria dos seus colegas que não se dedica exclusivamente à clínica, mas que consagra também uma atenção constante às grandes questões teóricas da história da natureza. Tais paixões puramente científicas dos médicos nem sempre costumam ser profícuas para o sucesso da prática clínica; permita-se-me, pois, que realce o facto de que eu enquanto paciente fiquei sempre completamente satisfeito com o trabalho do meu médico. Menos satisfeito está ele comigo, ou antes, estava até há bem pouco tempo. O meu métier não lhe agrada. Não via na história da arte nada mais que uma tentativa votada ao fracasso de descrever, com meios secos e estéreis, o indescritível, nada mais que o decalque sóbrio do que foi criado na embriaguez do supremo entusiasmo e que, por conseguinte, se devia fruir igualmente em tal estado. Não compreende aquilo que outros gostariam de encontrar numa enumeração ordenada cronologicamente das datas externas das criações artísticas, e assim, para aclarar as suas ideias sobre isso, resolveu-se por fim a frequentar durante um semestre um curso sobre história da arte.Este versava por acaso a pintura holandesa. Não faltou a uma única

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Naccache Andr A (7)
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Medium 9788520432273

1. Origens – Alex Atala, Fernando e Humberto Campana

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1

ORIGENS

ALEX ATALA,

FERNANDO E HUMBERTO CAMPANA

Criativos-comunicadores 4

/Aprender do

puro contato 6 /Sutilezas sem palavras 7

/Toda origem é permitida 8 /Linhas cruzadas 10 /Historia naturalis 12

/O trabalho (ou não) da angústia 13

/Os primeiros jovens do século 21 14

/A emergência das ideias 15 /O nascimento dos irmãos 16 /O partido do erro: andando fora da linha (de produção) 18

/Profissões sensoriais 18 /Punk! Sobre

quando o espelho desenquadrou o Alex 21

/Um vão, uma janela 22 /Brasileiros, com residência criativa 23 /Livre-docência sem cátedra nem beca 25 /O vazio entre atos 27 /Ponto de partida: ensinar e aprender criação 29 /O futuro: jogar xadrez com a vida 30 /O número 1 não

é eterno 33 /Tradução da Amazônia 35

/Concorrências 36 /Uma pausa 37

4

CRIATIVOS-COMUNICADORES

A conversa inaugural aconteceu no D.O.M.

Restaurante, à rua Barão de Capanema, nos

Jardins, em São Paulo, endereço do chef Alex

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2. Presente – Fernando e Humberto Campana e Jum Nakao

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PRESENTE

FERNANDO E HUMBERTO CAMPANA

E JUM NAKAO

Nakao: “A Costura do Invisível” 44

/Campana: para mostrar a rua 47

/Da ideia ao objeto ou do objeto à ideia 50

/Egoísmo e generosidade 52 /Para si

ou para o outro, para si e para o outro 54

/O máximo: um trabalho de dar raiva! 56

/Entre o “outro” e o “eu” 57 /Inventores de convívios 59 /Maleável como o ar 59

/Resultados diferentes 61 /O tempo da dúvida 63 /O começo e o fim 64 /De porta em porta: sorte e persistência 65

/Coffee break 66 /A qualquer hora: a inspiração 67 /Extimidade 69

/Parcerias comerciais 70 /Educação

criativa: liberdade compartilhada 71

/Fama e reconhecimento 72 /O futuro:

o alcance econômico e social da criação 73

/De mãos dadas 73

44

NAKAO: “A COSTURA DO INVISÍVEL”

É nosso primeiro encontro aberto a convidados. A proposta foi reunir debatedores de diversas áreas, diferentes bases culturais, para investigarem juntos, em uma edição ao vivo, as histórias que os autores nos contariam sobre suas vidas, seus trabalhos, sua visão da criação atual. Quem estava na sala

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3. Intermezzo: convívio – Jum Nakao e colaboradores

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INTERMEZZO:

CONVÍVIO

JUM NAKAO E COLABORADORES

Década de 1970: abaixo o pudor de

/O paraíso e o inferno da experimentação digital 81 /Jum Nakao:

criar! 80

a criação não está no desenho 83

/Impacto. Porque a referência comercial é pouco comercial 84 /Quem quer ser

Pablo Picasso? A busca (ou não) da ruptura histórica 85

/Estamos mais

/A tese da explosão de criatividade 91 /Um corte e uma costura pessoais 92 /“Os criativos” não existem

96 /Malcriação? 97 /O talento insiste 98 /A questão é de convívio 99

/Esses “bichos criativos” 101 livres? 88

80

DÉCADA DE 1970: ABAIXO

O PUDOR DE CRIAR!

É nosso último encontro. Uma noite agitada pela abertura de exposições e eventos na cidade deixa a agenda dos convidados movimentada. Alex virá para a conversa com Jum algumas horas mais tarde – direto da cozinha, vestido em seu dólmã branco.

Iniciamos com Jum um debate livre, em que se revelam especialmente os conhecimentos profissionais e as preocupações dos convidados. Enrique Lipszyc, que fundou a Panamericana – Escola de Arte e Design em São Paulo, abre a conversação:

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4. Destinos – Alex Atala e Jum Nakao

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DESTINOS

ALEX ATALA E JUM NAKAO

A criação de pés no chão: técnica e

/Alex Atala: da imaginação à mesa 111 /Similaridade

112 /O ingrediente racionalidade 113

/Preguiça: o tempo de fazer nada 115 /Os tempos e seus pesos 117

/Manteiga de cacau! À exaustão, e utilidade 108

de novo, de novo, de novo... 118

/O que simboliza? Para que serve?

Por que gostamos? 119 /As lições de criação 119 /Jogos de espelhos 122 /Lindo! Delicioso!

Inesquecível! Bravo! Silêncio 124

/Autocrítica e autopromoção 125

/E agora, acabou? 127 /A imagem

do homem e a imagem do criador 129

/Repercussão 130

108

A primeira rodada de conversas desta noite durou duas horas, encerrada com o atrelamento, defendido pelo Jum, de limite e criatividade. Logo, Alex entra na sala – apressado, agitado, ritmado como a cozinha de restaurante exige. São 22 horas e todos querem ouvi-lo também. Alceu Baptistão reinicia o debate.

Brasília, com Cardozo contratado pela empresa de engenharia responsável. Foi ele quem conseguiu fazer a cúpula da Câmara Federal ficar elevada sobre o prédio do Congresso; são seus os números da curvatura que mantém em pé a

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5. Entrevistas

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ENTREVISTAS

Da Vinci e o moldureiro 137 fernando cocchiarale

O verdadeiro brasileiro 141 roberta cosulich

Vida independente, mundo sem dono 147 joão marcello bôscoli

Remixando vidas 153 reinaldo pamponet

O desejo em rede 161 fernando cocchiarale

Luzes, câmeras, indústria! 165 paulo borges

O mundo na ponta dos dedos 171 ricardo guimarães

Design, experiência humana 177 paula dib

Escola sem ficção 185 elenice lobo e gilson domingues

Realidade inventada 191 alceu baptistão

A importância econômica da criação 199 stephen rimmer

O imperativo da presença 207 ana carmen longobardi

Para se sentir vivo 213 charles watson

5

1

DA VINCI E O MOLDUREIRO

SOBRE A SEPARAÇÃO E O REENCONTRO DA

ARTE E DO ARTESANATO

FERNANDO COCCHIARALE, ARTISTA DE MÍDIA, FILÓSOFO E

PROFESSOR DE CRIAÇÃO

138

CRIAÇÃO

Este termo começou a ser usado para o trabalho do artista apenas no século 19. Surgiu como consequência do Romantismo, movimento intelectual e artístico do século 18, que pregava a ideia de originalidade e genialidade pessoal, e de separação entre arte e artesanato. Até então, arte e artesanato tinham sido sempre indiferenciados. A partir daquele momento, os produtos utilitários foram considerados atribuição exclusiva do artesão, e o artista, por outro lado, era quem elaborava os objetos destinados à contemplação.

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Mozota Brigitte Borja De (11)
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Medium 9788577807826

10. GESTÃO FUNCIONAL DO DESIGN: ADMINISTRAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE DESIGN

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CAPÍTULO 10

GESTÃO FUNCIONAL DO DESIGN:

ADMINISTRAÇÃO DO DEPARTAMENTO

DE DESIGN

Nesta área da gestão do design, a natureza do design muda: não mais um produto ou objeto, o design torna-se uma função ou departamento e adquire sua independência das outras áreas da empresa. O departamento de design participa do sucesso da empresa no mercado.

Neste ponto, a empresa adquiriu experiência em design, bem como em uma sucessão de projetos de design. Para desenvolver o design internamente, as questões mais importantes são o apoio ao design no nível da alta administração e o envolvimento no desenvolvimento de uma estratégia de marca (Borja de

Mozota, 2002).

Desde o início e ao longo do desenvolvimento do departamento de design na empresa, há uma série de exemplos que ilustram a dificuldade de trabalhar com criadores de uma forma eficaz e bem equilibrada. A seguir, temos uma lista de 10 mandamentos para integrar o design com sucesso na empresa (ver Tabela 10.1).

A questão passa a ser oferecer ao designer e ao gerente métodos e ferramentas para integrar o design com sucesso.

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11. GESTÃO ESTRATÉGICA DO DESIGN

Mozota, Brigitte Borja de Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 11

GESTÃO ESTRATÉGICA DO DESIGN

Neste nível de gestão do design, o gerente deve, essencialmente, criar uma relação entre design, estratégia e a identidade e cultura da empresa. O objetivo é controlar a coerência da atividade de design na organização e inserir o design em um processo de formulação estratégica.

O gerente de design, então, torna-se um consultor de estratégia. Esse papel também pode ser assumido por uma empresa de design que leve a ideologia de design para a missão empresarial. É importante eleger uma visão de design de longo prazo e uma mentalidade que seja ecológica, tecnológica, humanística e dominante

(Xerox, 2000).

No nível estratégico, a gestão do design tem quatro papéis essenciais (Seidel,

2000):

1.

2.

3.

4.

Visualizar a estratégia empresarial

Procurar a competência central

Reunir informações de mercado

Inovar em processos de gerenciamento

Esses papéis implicam um planejamento visual de estratégia no qual os clientes e designers se tornam colaboradores (Davenport-Firth, 2000).

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1. A ÁREA DO DESIGN

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PARTE I

FUNDAMENTOS DE

GESTÃO DO DESIGN

CAPÍTULO 1

A ÁREA DO DESIGN

Para tornar o design compreensível a quem não é especializado na área, uma série de tópicos e questões deve ser considerada. Primeiro, devemos descrever a natureza da profissão, as diversas áreas em que o design é praticado e os vários métodos que os profissionais de design empregam em seu trabalho. Podemos, então, avaliar a relevância do design para a ciência da administração e descobrir o que se pode aprender com o processo criativo. Por último, precisamos avaliar o impacto do design sobre o desempenho corporativo a fim de determinar o que os gestores podem ganhar com ele.

Neste livro, o termo “design” é usado para designar a profissão como um todo e “designer” refere-se à pessoa que o pratica.

T

Todos os homens são designers. Tudo o que fazemos, quase o tempo o todo, é design, pois o design é básico para todas as atividades humanas.

—Victor Papanek

A IDEIA DO DESIGN

Existem muitas definições de design. Em termos mais amplos, design é uma atividade que confere “forma e ordem para atividades cotidianas” (Potter, 1980). Antes de escolher uma definição consagrada, é importante analisar a etimologia da palavra.

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2. A HISTÓRIA DO DESIGN: RETRATOS DE EMPREENDEDORES

Mozota, Brigitte Borja de Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

A HISTÓRIA DO DESIGN: RETRATOS DE

EMPREENDEDORES

A história do design revela a diversidade nas formas criadas pelos designers e a variedade de suas opiniões sobre o papel do artefato em nossa sociedade. Explorar as diferentes fases da história do design ajuda-nos a compreender os valores básicos dessa nova disciplina, valores que uma empresa pode desejar integrar em seu sistema de gestão. Este capítulo descreve os diferentes períodos da história do design e discute como a história pode ser útil para a compreensão dos elos entre design e sociedade como um todo.

MARCOS FUNDAMENTAIS NA HISTÓRIA DO DESIGN

Precursores (1850-1907)

A pré-história do design começa na Inglaterra, com o conceito de padronização da produção, que dissociou a concepção de um objeto da sua fabricação. Até aquela

época, essas duas operações estavam incorporadas na habilidade de uma pessoa: o artífice.

Exemplos: A cerâmica Wedgwood em meados do século XVIII, a cadeira Thonet Bistrot, de 1830, e o

Palácio de Cristal, em Londres, em

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3. DESIGN E DESEMPENHO EMPRESARIAL

Mozota, Brigitte Borja de Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

DESIGN E DESEMPENHO EMPRESARIAL

O governo pode desempenhar um papel pró-ativo no estabelecimento de um sistema que sustente o desenvolvimento do design na economia. Na maioria dos países, o governo estimula o design por meio de ajuda financeira, sistemas de formação profissional de qualidade, educação e parcerias entre escolas de design e indústrias.

O PAPEL DO GOVERNO NA PROMOÇÃO DO DESIGN

Pode-se identificar a existência de promoção nacional de estruturas de design em países do mundo inteiro. O Centro Internacional de Design em Nagoya, Japão, estabelecido em 1992, é financiado pelo governo e por 103 corporações japonesas e desenvolve concursos internacionais. A Grã-Bretanha e a Dinamarca possuem centros de design ativos que organizam exposições, editam publicações ou financiam pesquisas.

A Coreia e Taiwan também têm políticas nacionais de design.

O British Design Council realizou uma pesquisa nacional em 2001 para descobrir como o design, a inovação e a criatividade contribuíram em diversas empresas.

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Landeira Fernandez J (15)
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Capítulo 10 - TRANSTORNOS DA SEXUALIDADE

Landeira-Fernandez, J. Grupo A PDF Criptografado

TRANSTORNOS DA SEXUALIDADE

164 to de interações sociais durante a infância e a adolescência. Assim, a sexualidade humana só se expressa de forma plena após sua completa maturação, com o advento da puberdade.

Três aspectos são importantes no desenvolvimento psicossexual: orientação sexual, identidade de gênero e papel do gênero. A orientação sexual está relacionada ao objeto ao qual se dirige a atração ou excitação sexual. Ou seja, o indivíduo pode ter uma orientação heterossexual

(atração pelo sexo oposto), homossexual (atração pelo mesmo sexo), bissexual (atração por ambos os sexos) ou assexual (indiferença à prática sexual). O termo orientação sexual é considerado mais apropriado que opção sexual ou preferência sexual, uma vez que a tendência sexual começa a se desenhar na infância, período em que a criança ainda não possui capacidade plena de avaliar e definir sua preferência sexual.

A identidade de gênero, por sua vez, representa a autoconsciência ou convicção que a pessoa tem quanto a ser homem ou mulher. Desenvolve-se durante os três primeiros anos de vida e está diretamente relacionada tanto ao sexo da criança quanto ao ambiente em que ela

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Capítulo 11 - TRANSTORNOS DA ALIMENTAÇÃO

Landeira-Fernandez, J. Grupo A PDF Criptografado

TRANSTORNOS DA ALIMENTAcãO

178

~

sível fazer uma refeição, por mais saborosa que ela seja, em um local que apresente aspectos desagradáveis, como pessoas sujas ou cheiro de esgoto.

De fato, a motivação alimentar é uma das características mais importantes para a sobrevivência do indivíduo e, certamente, modelou o desenvolvimento evolucionário de nossa espécie. Se hoje temos grande facilidade para obter alimento nos supermercados e armazená-lo em geladeiras, nossos primeiros ancestrais, que viveram cerca de 100 a 150 mil anos atrás, não possuíam tais facilidades. A comida era escassa. Acredita-se que, antes as dificuldades ambientais, o processo de seleção natural tenha privilegiado os fenótipos que pudessem armazenar o excesso de alimento ingerido sob forma de gordura. Hoje em dia, no entanto, como consequência da ampla disponibilidade de alimento observada em países desenvolvidos e em desenvolvimento, a obesidade tornou-se um problema de saúde pública. Estudos epidemiológicos indicam que a obesidade vem crescendo assustadoramente, chegando mesmo a níveis epidêmicos. Na América Latina, sua prevalência chega a ser maior do que a de desnutrição.

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Capítulo 12 - TRANSTORNOS DO SONO

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TRANSTORNOS DO SONO

188 poral do ciclo sono-vigília também pode ser confirmando a partir de nossa própria experiência.

Quanto mais tempo ficamos acordados, maior a nossa necessidade de dormir.

O sono é um estado de perda reversível, periódica e espontânea da consciência, em que se observa a presença de posturas estereotipadas, como ficar deitado com os olhos fechados, associadas à redução da atividade motora e processamento sensorial. Ao acordar, muitas vezes somos capazes de nos lembrar de imagens (predominantemente visuais) e vivências emocionais que experimentamos enquanto estávamos dormindo, as quais representam os sonhos.

Grande parte da aquisição do conhecimento acerca do sono e do sonho ocorreu com a observação de padrões de ondas elétricas do cérebro registradas por meio do eletroencefalograma (EEG). Além das ondas cerebrais, é importante também observar o movimento dos olhos e o tônus muscular, registrados, respectivamente, por meio do eletroculograma e do eletromiograma. Finalmente, pode-se ainda monitorar a atividade autonômica de uma pessoa durante o sono a partir de seus batimentos cardíacos e de seu padrão de respiração. Esses registros demonstram, de forma inequívoca, que o sono apresenta dois grandes períodos completamente distintos, denominados sono REM e sono não REM (NREM).

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Capítulo 13 - TRANSTORNOS DO CONTROLE DOS IMPULSOS

Landeira-Fernandez, J. Grupo A PDF Criptografado

capítulo 13

TRANSTORNOS

DO CONTROLE

DOS IMPULSOS

O conceito de impulso vem da física e está relacionado ao esforço necessário para colocar um corpo em movimento. Matematicamente, um impulso “I” pode ser expresso pela fórmula “I = F.t”, onde “F” é a força aplicada sobre o corpo e “t”, o tempo de atuação da força. Em neurofisiologia, utiliza-se o termo impulso nervoso para descrever um sinal elétrico que é transmitido ao longo de um neurônio. Em psicologia, impulso representa uma força motivacional capaz de dar origem a um comportamento. Além do impulso, processos relacionados com a volição (ou vontade) são importantes para a ocorrência de uma ação.

Dentro desse modelo, o impulso representa o aspecto emocional relacionado à força que impele o indivíduo à ação. A volição, por sua vez, representa o componente cognitivo responsável pelo processo de escolha entre várias possibilidades de ação. Assim, embora a ausência de um impulso impossibilite uma ação, são as etapas do processo volitivo que determinam como o indivíduo irá agir.

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Capítulo 14 - TRANSTORNOS DA PERSONALIDADE

Landeira-Fernandez, J. Grupo A PDF Criptografado

TRANSTORNOS DA PERSONALIDADE

208 personalidade colérica (do humor bile amarela) seria enérgica, com espírito de liderança, ambiciosa e empreendedora. Dentre suas características negativas estariam agressividade e irritabilidade. Finalmente, a personalidade melancólica (do humor bile negra) se caracterizaria por ser perfeccionista e exigente. Dentre seus aspectos negativos destacariam-se a insegurança e a depressão. O conceito de personalidade associada a diferentes humores foi predominante até o final da Idade Média, permanecendo praticamente intocado durante 14 séculos.

No início do século XX surgiram algumas tentativas de se estabelecer relações entre os aspectos corporais (morfológicos) e as características da personalidade. Em relação a isso,

Ernst Kretschmer (1888-1964) e William Sheldon (1901-1985) propuseram duas teorias muito próximas. Tanto Kretschmer como Sheldon, com nomenclaturas diferentes, definiram três biotipos. Na nomenclatura de Kretschmer (1921), encontram-se o pícnico, o leptossômico e o atlético. Na de Sheldon (1940), estão definidos os biotipos endomorfo, ectomorfo e mesomorfo.

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