Tilley Alvin R (11)
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MOSTRADORES

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MOSTRADORES

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Dê preferência a mostradores circulares, semicirculares, mostradores de conferência e mostradores com códigos de zona. Mostradores com contadores, mecânicos e digitais são úteis, assim como as unidades de leitura com matrizes de ponto e matrizes de segmentos e os mostradores gráficos. Use escalas simplificadas e índices como os apresentados.

Evite ponteiros ornamentados. Use a largura necessária para o ponteiro e diminua sua largura em direção à extremidade, de modo a corresponder à menor largura de índice. As cores dos ponteiros e dos índices devem combinar, especialmente se estes estiverem nivelados.

MOSTRADORES ANALÓGICOS E GRÁFICOS CIRCULARES

Dê preferência a um diâmetro de 57–102 mm para o mostrador, ou para maior precisão, use 102–150. Comece com zero do lado inferior esquerdo

(por exemplo, às 7 h) e sempre conte no sentido horário; colocar o zero às

12 h também é aceitável. Os números geralmente são colocados do lado de fora dos índices; mostradores muito pequenos, mostradores de conferência e mostradores codificados por zonas requerem números internos.

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SEGURANÇA NO TRABALHO E EM CASA

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SEGURANÇA NO TRABALHO E EM CASA

Segurança é uma necessidade humana básica. Os fatores humanos vão além de apenas aumentar a eficiência das máquinas e os lucros, eles também consideram de modo consciente a segurança e o conforto dos seres humanos. Os seguintes termos definem as categorias de segurança:

Basicamente seguro: o erro humano não irá degradar ou danificar equipamentos, representar risco ou causar ferimentos.

Razoavelmente seguro: o erro humano poderia resultar em ferimentos.

Perigoso: o erro humano provavelmente causará ferimentos ou a morte.

Catastrófico: o erro humano pode causar ferimentos graves – a perda de um membro, ferimentos, a morte ou mortes múltiplas.

Segurança é preocupação para todos os projetistas, que devem investigar e eliminar todos os perigos e tentar tornar todas as condições basicamente seguras. Alguns engenheiros consideram o potencial de erro humano tão grande que é impossível antecipar todos os erros que podem ocasionar ferimentos. Contudo, o projetista deve levar em consideração como os erros podem se dar e tentar imaginar situações nas quais podem ocorrer danos aos equipamentos e ferimentos aos usuários.

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ANTROPOMETRIA OU AS MEDIDAS DO HOMEM, DA MULHER E DA CRIANÇA

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ANTROPOMETRIA OU AS MEDIDAS DO HOMEM, DA MULHER E DA CRIANÇA

SISTEMAS DE MEDIÇÃO

São empregados numerosos equipamentos de medida na coleta de dados do tamanho do corpo e seus componentes, limitações de movimento e mensuração da força – todos necessários ao estabelecimento de relações entre o homem e a máquina e outros requisitos de design. Tais equipamentos são freqüentemente similares aos usados por engenheiros para medir máquinas ou por escultores em seu trabalho.

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• O antropômetro é similar a um gabarito de altura, disponível em vários tamanhos e com escalas com leitura direta e para cima e para baixo, para dentro e para fora.

Os maiores são usados para medir, por exemplo, a estatura e altura da cintura. Uma versão de tamanho médio

é usada para medir a altura sentado, a altura do joelho, a distâncias das nádegas aos joelhos e outros intervalos similares. Um dispositivo de tamanho menor é usado para medir características faciais, com o uso de um encosto e um apoio para a cabeça.

• Um compasso com leitura direta é utilizado para medir a largura e a profundidade do corpo. Quando de tamanho pequeno, é usado para medir partes da mão e a largura de orelhas e boca e para determinar a largura de bíceps e braços.

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PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS

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PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS

A Americans with Disabilities Act (ADA), lei sancionada em

1990 e que entrou em vigor em 1992, estabelece os direitos civis para indivíduos com deficiência física nos locais de trabalho e nas edificações de uso público, inclusive nos órgãos governamentais locais e estaduais. As informações que serão apresentadas a seguir, pertinentes a pessoas com limitações físicas, foram obtidas da ADA.

Cerca de 43 milhões de norte-americanos apresentam uma ou mais deficiências físicas ou mentais e esse número está crescendo à medida que a população envelhece. Antes da

ADA, essas pessoas eram isoladas ou segregadas e freqüentemente discriminadas e colocadas em desvantagem social, vocacional, econômica e educacional.

Atualmente as pessoas com necessidades especiais, inclusive os usuários de cadeiras-de-rodas, devem ser atendidas em igualdade de produtos, serviços, recursos, privilégios, vantagens e acomodações. Os indivíduos com algum tipo de deficiência agora devem dispor de acomodações especiais em ambientes públicos disponibilizados pela iniciativa privada, como, por exemplo:

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CONSIDERAÇÕES ESPACIAIS PARA RESIDÊNCIAS

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CONSIDERAÇÕES ESPACIAIS PARA RESIDÊNCIAS

As diretrizes apresentadas por Neufert, 1970; Panero e Zelnik,

1979; e o American Institute of Architects, 1988 foram utilizadas para formular os diagramas residenciais a seguir.

DORMITÓRIOS

Quatro dormitórios são apresentados nessas ilustrações.

1. O primeiro exemplo, no canto superior esquerdo, representa uma proposta com espaços confortáveis mínimos para a maior parte do mobiliário necessário em um dormitório de casal. Esse cômodo pode acomodar três tamanhos de camas diferentes: uma cama de casal simples, queen size ou king size. Observe que esta é a posição ideal para a cama e que o fato de todos os móveis terem 762 mm ou menos de altura faz com que o dormitório pareça maior.

58

2. O segundo dormitório, no canto inferior esquerdo, tem espaços quase mínimos, para um único ocupante.

3. O terceiro dormitório, no canto superior direito, é mais luxuoso. Há duas camas e duas escrivaninhas ou penteadeiras.

4. O último dormitório é para dois ocupantes (filhos ou estudantes) e apresenta áreas para estudo e outros armários.

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Riegl Alois (11)
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Medium 9789724417134

2. A relação do valor de memória com o cultodos monumentos

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o culto moderno dos monumentosdo curso natural, regular, a que toda a obra humana está certa e infalivelmente sujeita. Os sinais de uma destruição violenta fazem que as ruínas de um castelo, mesmo proporcionalmente, pareçam menos apropriadas para evocar no espectador moderno uma pura disposição harmoniosa do valor de antiguidade; se recorremos a este exemplo, contudo, num passo anterior, para ilustrar o valor de antiguidade, tal só sucedeu porque, a partir das ruínas, um tal valor torna-se sonora e nitidamente perceptível, demasiado sonoro para proporcionar ao homem afectivamente impressionável moderno a redenção perfeita.2. A relação do valor de memória com o culto dos monumentosDistinguimos nos monumentos três valores de memória diferentes e temos agora de investigar que exigências ao culto dos monumentos resultam da índole de cada um destes valores individualmente. Seguidamente, cumpre considerar os restantes valores que um monumento pode oferecer ao homem moderno; enquanto valores de actualidade, podem contrapor-se em globo aos valores de passado ou de memória.

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1. Os valores de monumento e o seu desenvolvimentohistórico

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O Culto Moderno dos Monumentos1. Os valores de monumento e o seu desenvolvimento históricoPor monumento no sentido mais antigo e originário compreende-se uma obra de mão humana, construída com o fito determinado de conservar sempre presentes e vivos na consciência das gerações seguintes feitos ou destinos humanos particulares(ou conjuntos de tais feitos e destinos). Pode ser um monumento artístico ou um monumento escrito, conforme se dá a conhecer ao espectador o acontecimento a imortalizar com os meros meios expressivos da arte plástica ou valendo-se de uma inscrição; o mais frequente é encontrarem-se unidos em igual grau os dois géneros. O estabelecimento e conservação de tais monumentos«intencionais», que se pode seguir até aos tempos mais recuados de que há provas da cultura humana, é hoje ainda maior. Mas, ao falarmos do culto moderno dos monumentos e da sua protecção, não pensamos de modo nenhum nos monumentos «intencionais», mas sim nos «monumentos artísticos e históricos», como rezou até ao presente a expressão oficial para tal, pelo menos na Áustria.

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A disposição harmoniosa como conteúdo da arte moderna

Riegl, Alois Grupo Almedina PDF Criptografado

A disposição harmoniosa como conteúdo da arte modernaSentei-me no cume solitário de uma montanha. A terra abre-se a meus pés de tal modo alcantilada, que nenhuma coisa me está próxima de forma palpável, não podendo excitar o meu tacto.Fica entregue somente aos olhos a tarefa de fazer o relato delas, e muitas e variadas coisas têm eles a relatar. Formam-se então ondas no chão verde de ervas, variegadamente salpicado de flores que a primavera faz brotar e que desaparecerão com a próxima primavera. Limitado está o prado muito abaixo do bosque de pinheiros com as suas inúmeras copas que se erguem; mas uma leve cintilação está por cima delas como um sopro, pois o verão está no seu início e nascem novos rebentos que aumentam diariamente o volume do bosque. À beira do renque de árvores pastam vacas, bem sei que nunca estão quietas, mas agora só minúsculos pontos brancos anunciam a sua existência. Se levantar o olhar para o muro de rochas, ele encontra primeiro a queda de água que se precipita sobre paredes do tamanho de uma casa e a cujo trovejar furioso nenhum som se pode sobrepor; via-a e escutei-a junto a mim, e senti então uma reverência temerosa perante uma força

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História da arte e história universal

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História da arte e história universalO meu médico de família conta-se entre aquela minoria dos seus colegas que não se dedica exclusivamente à clínica, mas que consagra também uma atenção constante às grandes questões teóricas da história da natureza. Tais paixões puramente científicas dos médicos nem sempre costumam ser profícuas para o sucesso da prática clínica; permita-se-me, pois, que realce o facto de que eu enquanto paciente fiquei sempre completamente satisfeito com o trabalho do meu médico. Menos satisfeito está ele comigo, ou antes, estava até há bem pouco tempo. O meu métier não lhe agrada. Não via na história da arte nada mais que uma tentativa votada ao fracasso de descrever, com meios secos e estéreis, o indescritível, nada mais que o decalque sóbrio do que foi criado na embriaguez do supremo entusiasmo e que, por conseguinte, se devia fruir igualmente em tal estado. Não compreende aquilo que outros gostariam de encontrar numa enumeração ordenada cronologicamente das datas externas das criações artísticas, e assim, para aclarar as suas ideias sobre isso, resolveu-se por fim a frequentar durante um semestre um curso sobre história da arte.Este versava por acaso a pintura holandesa. Não faltou a uma única

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Sobre os amadores de arte: antigos e modernos

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Sobre os amadores de arte: antigos e modernos(*)Um dos fenómenos mais marcantes da vida moderna é o associativismo. Qual é o seu móbil, donde vem o ímpeto urgente para tal? A resposta imediata reza: a comunidade de interesses.Um dado número de pessoas consagra-se à mesma actividade, segue as mesmas tendências, e cada qual crê que sai a ganhar, se todos unirem esforços para atingir um e o mesmo objectivo. Mas acresce a isto uma segunda coisa. Aqueles que se unem com uma determinada finalidade crêem assim que estão a ser úteis não só a si próprios mas também à colectividade, na medida em que desempenham uma tarefa determinada como que numa espécie de divisão do trabalho no seio da colectividade. O egoísmo em estado puro nunca pode ser o princípio da sociedade; há, sem dúvida, sociedades que parecem estar dele imbuídas a um ponto extremo, mas ainda assim é-lhes inerente uma necessidade interna, pois de outro modo não subsistiriam: o todo ameaçado por elementos(*) Conferência proferida na Sociedade vienense dos amadores de arte(nota do editor alemão).

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Naccache Andr A (7)
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Medium 9788520432273

Sobre o design gráfico deste livro – depoimento de Rico Lins

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SOBRE O DESIGN

GRÁFICO DESTE LIVRO

DEPOIMENTO DE

RICO LINS

LIBERDADE E LIMITES

O limite é um estímulo poderoso na criação.

Os designers gráficos de minha geração, no

Brasil, puderam experimentá-lo de modo bastante claro: para muito do que realizamos anos atrás, não tivemos referências, não havia nem mesmo certas técnicas, e justamente por isso tivemos liberdade e valia tudo na solução dos desenhos.

As pessoas às vezes não gostam de lidar com limites. Eu gosto. Eles exigem consistência do trabalho criativo. Geram necessidade de um envolvimento maior – quando temos que encontrar uma solução em condições estritas.

Não impedem a conceitualização. Ao contrário, oferecem uma base para ela. Este livro nasceu com limites importantes para o design.

AS FOTOGRAFIAS DOS DEBATES

O primeiro e principal limite estava nas fotos.

Elas não foram preparadas para o projeto gráfico.

São um registro documental dos encontros.

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2. Presente – Fernando e Humberto Campana e Jum Nakao

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41

PRESENTE

FERNANDO E HUMBERTO CAMPANA

E JUM NAKAO

Nakao: “A Costura do Invisível” 44

/Campana: para mostrar a rua 47

/Da ideia ao objeto ou do objeto à ideia 50

/Egoísmo e generosidade 52 /Para si

ou para o outro, para si e para o outro 54

/O máximo: um trabalho de dar raiva! 56

/Entre o “outro” e o “eu” 57 /Inventores de convívios 59 /Maleável como o ar 59

/Resultados diferentes 61 /O tempo da dúvida 63 /O começo e o fim 64 /De porta em porta: sorte e persistência 65

/Coffee break 66 /A qualquer hora: a inspiração 67 /Extimidade 69

/Parcerias comerciais 70 /Educação

criativa: liberdade compartilhada 71

/Fama e reconhecimento 72 /O futuro:

o alcance econômico e social da criação 73

/De mãos dadas 73

44

NAKAO: “A COSTURA DO INVISÍVEL”

É nosso primeiro encontro aberto a convidados. A proposta foi reunir debatedores de diversas áreas, diferentes bases culturais, para investigarem juntos, em uma edição ao vivo, as histórias que os autores nos contariam sobre suas vidas, seus trabalhos, sua visão da criação atual. Quem estava na sala

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6. Um pouco de história

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223

UM POUCO

DE HISTÓRIA

224

DESIGN

UMA RESPOSTA À

“ARTE DE SALÃO”

Humberto lembra da escola de Walter Gropius, a Bauhaus, quando pensa no alcance popular da criação.

A Bauhaus foi o instituto de arquitetura e design criado por Gropius na cidade alemã de

Weimar, no início do século 20, com o desejo de que muitas das coisas que pareciam ser luxo se tornassem “normais entre as pessoas em um futuro próximo”. Design acessível.

Naquela época, despontavam endereços de arquitetura moderna ao redor do planeta. As formas geométricas, os materiais de escolha e outras características da Bauhaus – cimento, vidro, madeira sem adornos, ângulos retos, amplos ambientes abertos – deixavam para trás os detalhes rebuscados, os cantos em rococó, as marchetarias coloridas e os veludos e sedas decorativos, que vestiam objetos e compunham estilos com nomes em homenagem aos reis da França.

A chegada da modernidade ao design aconteceu no curso da Revolução Industrial e contou com o trabalho de duas figuras distintas: de um lado, o artesão-artista e, de outro, o artesão-máquina, operário de fábrica.

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4. Destinos – Alex Atala e Jum Nakao

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DESTINOS

ALEX ATALA E JUM NAKAO

A criação de pés no chão: técnica e

/Alex Atala: da imaginação à mesa 111 /Similaridade

112 /O ingrediente racionalidade 113

/Preguiça: o tempo de fazer nada 115 /Os tempos e seus pesos 117

/Manteiga de cacau! À exaustão, e utilidade 108

de novo, de novo, de novo... 118

/O que simboliza? Para que serve?

Por que gostamos? 119 /As lições de criação 119 /Jogos de espelhos 122 /Lindo! Delicioso!

Inesquecível! Bravo! Silêncio 124

/Autocrítica e autopromoção 125

/E agora, acabou? 127 /A imagem

do homem e a imagem do criador 129

/Repercussão 130

108

A primeira rodada de conversas desta noite durou duas horas, encerrada com o atrelamento, defendido pelo Jum, de limite e criatividade. Logo, Alex entra na sala – apressado, agitado, ritmado como a cozinha de restaurante exige. São 22 horas e todos querem ouvi-lo também. Alceu Baptistão reinicia o debate.

Brasília, com Cardozo contratado pela empresa de engenharia responsável. Foi ele quem conseguiu fazer a cúpula da Câmara Federal ficar elevada sobre o prédio do Congresso; são seus os números da curvatura que mantém em pé a

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3. Intermezzo: convívio – Jum Nakao e colaboradores

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INTERMEZZO:

CONVÍVIO

JUM NAKAO E COLABORADORES

Década de 1970: abaixo o pudor de

/O paraíso e o inferno da experimentação digital 81 /Jum Nakao:

criar! 80

a criação não está no desenho 83

/Impacto. Porque a referência comercial é pouco comercial 84 /Quem quer ser

Pablo Picasso? A busca (ou não) da ruptura histórica 85

/Estamos mais

/A tese da explosão de criatividade 91 /Um corte e uma costura pessoais 92 /“Os criativos” não existem

96 /Malcriação? 97 /O talento insiste 98 /A questão é de convívio 99

/Esses “bichos criativos” 101 livres? 88

80

DÉCADA DE 1970: ABAIXO

O PUDOR DE CRIAR!

É nosso último encontro. Uma noite agitada pela abertura de exposições e eventos na cidade deixa a agenda dos convidados movimentada. Alex virá para a conversa com Jum algumas horas mais tarde – direto da cozinha, vestido em seu dólmã branco.

Iniciamos com Jum um debate livre, em que se revelam especialmente os conhecimentos profissionais e as preocupações dos convidados. Enrique Lipszyc, que fundou a Panamericana – Escola de Arte e Design em São Paulo, abre a conversação:

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Mozota Brigitte Borja De (11)
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6. DESIGN E INOVAÇÃO: COORDENAÇÃO POR MEIO DO DESIGN

Mozota, Brigitte Borja de Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

DESIGN E INOVAÇÃO: COORDENAÇÃO POR

MEIO DO DESIGN

O design é uma ferramenta de gestão que cria diferenciação nas capacidades internas da empresa. O design não é mais visto como apenas um resultado relacionado à forma, mas como um processo criativo de gestão que pode ser integrado em outros processos da organização, como gestão de ideias, de inovação e de pesquisa e desenvolvimento, e que modifica a estrutura tradicional do gerenciamento de processos em uma empresa.

O design relaciona-se com questões fundamentais de gestão da inovação e com o sucesso do desenvolvimento de novos produtos (DNP), alinhado com importantes fatores que são cruciais para o sucesso da inovação: vantagem competitiva, compreensão das necessidades do usuário e sinergia entre inovação e pontos fortes da empresa em termos de tecnologia (ver Tabela 6.1).

Entretanto, um bom produto não é suficiente para o sucesso da inovação: estudos anteriores enfatizam a importância da gestão no desempenho da inovação.

Nesse processo, o design cria valor porque participa da melhoria da qualidade do processo de DNP, da definição da estratégia de produto e da qualidade das equipes de novos produtos (ver Tabela 6.2).

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1. A ÁREA DO DESIGN

Mozota, Brigitte Borja de Grupo A PDF Criptografado

PARTE I

FUNDAMENTOS DE

GESTÃO DO DESIGN

CAPÍTULO 1

A ÁREA DO DESIGN

Para tornar o design compreensível a quem não é especializado na área, uma série de tópicos e questões deve ser considerada. Primeiro, devemos descrever a natureza da profissão, as diversas áreas em que o design é praticado e os vários métodos que os profissionais de design empregam em seu trabalho. Podemos, então, avaliar a relevância do design para a ciência da administração e descobrir o que se pode aprender com o processo criativo. Por último, precisamos avaliar o impacto do design sobre o desempenho corporativo a fim de determinar o que os gestores podem ganhar com ele.

Neste livro, o termo “design” é usado para designar a profissão como um todo e “designer” refere-se à pessoa que o pratica.

T

Todos os homens são designers. Tudo o que fazemos, quase o tempo o todo, é design, pois o design é básico para todas as atividades humanas.

—Victor Papanek

A IDEIA DO DESIGN

Existem muitas definições de design. Em termos mais amplos, design é uma atividade que confere “forma e ordem para atividades cotidianas” (Potter, 1980). Antes de escolher uma definição consagrada, é importante analisar a etimologia da palavra.

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9. GESTÃO OPERACIONAL DO DESIGN

Mozota, Brigitte Borja de Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 9

GESTÃO OPERACIONAL DO DESIGN

Os três últimos capítulos referiram-se a diferentes situações de gestão que confrontam gerentes de design e gestores de empresas e ofereceram ferramentas para colocar em prática a gestão do design. Observaremos agora a prática da gestão do design sob o ponto de vista de três níveis de tomada de decisão:

O nível operacional do projeto, ou o primeiro passo para a integração do design

O nível funcional, ou a criação de uma função de design na empresa

O nível estratégico, ou o papel do design para unificar e transformar a visão da empresa

Na prática, a gestão do design controla três áreas:

A administração do valor agregado do design

A administração dos relacionamentos

A administração dos processos

Seu objetivo é construir, em longo prazo, credibilidade e confiança com relação à prática do design.

CRIAÇÃO DE UMA

DEMANDA PARA O

DESIGN

PETER PHILLIPS, 2002

Em primeiro lugar, é importante estar atento às decisões tomadas dentro da organização que pertencem ao domínio do design, mas que estão sob a responsabilidade de pessoas que não são designers.

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11. GESTÃO ESTRATÉGICA DO DESIGN

Mozota, Brigitte Borja de Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 11

GESTÃO ESTRATÉGICA DO DESIGN

Neste nível de gestão do design, o gerente deve, essencialmente, criar uma relação entre design, estratégia e a identidade e cultura da empresa. O objetivo é controlar a coerência da atividade de design na organização e inserir o design em um processo de formulação estratégica.

O gerente de design, então, torna-se um consultor de estratégia. Esse papel também pode ser assumido por uma empresa de design que leve a ideologia de design para a missão empresarial. É importante eleger uma visão de design de longo prazo e uma mentalidade que seja ecológica, tecnológica, humanística e dominante

(Xerox, 2000).

No nível estratégico, a gestão do design tem quatro papéis essenciais (Seidel,

2000):

1.

2.

3.

4.

Visualizar a estratégia empresarial

Procurar a competência central

Reunir informações de mercado

Inovar em processos de gerenciamento

Esses papéis implicam um planejamento visual de estratégia no qual os clientes e designers se tornam colaboradores (Davenport-Firth, 2000).

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4. GESTÃO DO DESIGN

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CAPÍTULO 4

GESTÃO DO DESIGN

Até aqui, consideramos o design a partir de uma perspectiva econômica; agora, iremos avaliá-lo sob uma perspectiva gerencial. A gestão do design está diretamente relacionada ao processo de mudança de um modelo de administração taylorista, hierárquico, para um modelo organizacional plano e flexível, que incentiva a iniciativa individual, a independência e a tomada de riscos. Os designers sentem-se à vontade com o novo modelo de gestão, mais informal. Esse novo modelo está baseado em conceitos como gestão orientada ao cliente, gestão baseada em projetos e gestão da qualidade total, sendo que todas lidam com design.

Tal mudança na abordagem à gestão criou uma demanda por gestão interna do design. Não se trata mais de um processo de dar forma visível a um determinado negócio ou estratégia de marketing, mas de contribuir para a mudança do comportamento e da visão corporativa. Assim, os “defeitos” do designer – criatividade, iniciativa, atenção aos detalhes, preocupação com o cliente – tornam-se pontos fortes que os administradores podem utilizar deliberadamente para sustentar a gestão da mudança.

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Landeira Fernandez J (15)
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Capítulo 8 - TRANSTORNOS DISSOCIATIVOS

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TRANSTORNOS DISSOCIATIVOS

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Fenômenos dissociativos podem ocorrer em pessoas normais e são comuns em nosso cotidiano. Eles ocorrem quando estamos devaneando e quando estamos tão concentrados em uma atividade – como ler um livro – que ficamos totalmente alheios ao ambiente. Da mesma forma, o estado de transe induzido por hipnose constitui, também, um fenômeno dissociativo. O indivíduo hipnotizado fica tão aderido à voz e às instruções do hipnotizador que ignora tudo mais que está ao redor.

Dessa forma, a impressão que temos de que nossa consciência é um fenômeno unitário e de que nossa atividade mental se expressa por meio de um processamento em série – ou seja, uma atividade mental de cada vez, ao longo de um processo contínuo – é relativamente falsa. Diversas funções mentais podem se manifestar concomitantemente. Nossa atividade mental funciona de forma paralela. Somos capazes de realizar várias tarefas de forma simultânea, embora grande parte dessas tarefas não sejam necessariamente agregadas a um sistema único de consciência ou de identidade.

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Capítulo 11 - TRANSTORNOS DA ALIMENTAÇÃO

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TRANSTORNOS DA ALIMENTAcãO

178

~

sível fazer uma refeição, por mais saborosa que ela seja, em um local que apresente aspectos desagradáveis, como pessoas sujas ou cheiro de esgoto.

De fato, a motivação alimentar é uma das características mais importantes para a sobrevivência do indivíduo e, certamente, modelou o desenvolvimento evolucionário de nossa espécie. Se hoje temos grande facilidade para obter alimento nos supermercados e armazená-lo em geladeiras, nossos primeiros ancestrais, que viveram cerca de 100 a 150 mil anos atrás, não possuíam tais facilidades. A comida era escassa. Acredita-se que, antes as dificuldades ambientais, o processo de seleção natural tenha privilegiado os fenótipos que pudessem armazenar o excesso de alimento ingerido sob forma de gordura. Hoje em dia, no entanto, como consequência da ampla disponibilidade de alimento observada em países desenvolvidos e em desenvolvimento, a obesidade tornou-se um problema de saúde pública. Estudos epidemiológicos indicam que a obesidade vem crescendo assustadoramente, chegando mesmo a níveis epidêmicos. Na América Latina, sua prevalência chega a ser maior do que a de desnutrição.

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Capítulo 2 - TRANSTORNOS COGNITIVOS

Landeira-Fernandez, J. Grupo A PDF Criptografado

capítulo 2

TRANSTORNOS

COGNITIVOS

O termo cognição deriva da palavra latina cognitione, que significa conhecer. Representa o conjunto das funções mentais responsáveis pela aquisição, organização, interpretação e armazenamento de informações do mundo externo que possuem algum valor significativo para o indivíduo. São as habilidades cognitivas que nos permitem representar o mundo à nossa volta, prevendo e alterando o curso de eventos futuros. Dentre o grande número de funções cognitivas, destacam-se a consciência, a atenção, a orientação, a sensopercepção, a memória, o pensamento, a inteligência e as funções executivas. A seguir, discutiremos algumas dessas funções cognitivas.

A consciência é, sem dúvida, a mais complexa de todas as funções mentais. A própria palavra consciência é utilizada em nossa língua para expressar, pelo menos, dois processos mentais relativamente distintos. Assim, o termo consciência pode ser empregado para indicar a vivência subjetiva da atividade mental, o dar-se conta das vivências internas (pensamentos, sentimentos, recordações), dos estímulos corporais e do mundo externo (a sensopercepção). Nesse sentido, ela representa a integração de todos os processos psíquicos em determinado momento.

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Capítulo 6 - TRANSTORNOS DE ANSIEDADE

Landeira-Fernandez, J. Grupo A PDF Criptografado

116

Figura 6.1

TRANSTORNOS DE ANSIEDADE

Grupos de sinais e sintomas que caracterizam uma reação de ansiedade.

de atividades comportamentais, como inquietação, definida pela movimentação das mãos, dos pés ou de qualquer outra parte do corpo, ou por andar de um lado para o outro; e reações fisiológicas associadas, como sudorese, palpitação, náusea e a sensação de vazio no estômago.

Tanto o DSM-IV-TR como a CID-10 definem diferentes transtornos de ansiedade, dentre os quais estão o transtorno de pânico, a agorafobia sem história de transtorno de pânico, a fobia social, a fobia específica, o transtorno obsessivo-compulsivo, o transtorno de estresse agudo, o transtorno de estresse pós-traumático e o transtorno de ansiedade generalizada.

TRANSTORNO DE PÂNICO

O transtorno de pânico possui dois componentes principais: os ataques de pânico inesperados e recorrentes; e o medo e a preocupação constantes quanto a apresentar novos ataques de pânico.

Um ataque de pânico consiste em uma crise aguda de ansiedade de grande intensidade, de início abrupto e curta duração, com destaque para os seguintes sintomas: falta de ar (dispneia), vertigem, sensação de desmaio, palpitação, tremor, sudorese, náusea, formigamento

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Capítulo 1 - INTRODUÇÃO

Landeira-Fernandez, J. Grupo A PDF Criptografado

capítulo 1

INTRODUÇÃO

Poucas áreas do conhecimento têm fascinado tanto a humanidade como aquela voltada para o estudo da mente humana: é a mente buscando compreender a si própria. A questão se torna ainda mais fascinante ao se estudarem os transtornos mentais, situações em que o funcionamento da mente encontra-se alterado. A complexidade dessa

área é tão grande que algumas pessoas chegam mesmo a acreditar que o homem jamais conseguirá desvendar de forma plena os mistérios que permeiam nossas funções mentais e as alterações associadas a elas. Seria como tentar tirar os dois pés do chão puxando os próprios suspensórios, ou seja, algo impossível.

Os transtornos mentais fazem parte de nossa experiência diária.

Eles são muito mais comuns do que em geral se imagina. Dados epidemiológicos estimam que entre 30 e 40% dos brasileiros apresentaram pelo menos uma vez na vida um transtorno mental (Mello; Mello; Kohn,

2007). Dessa forma, inevitavelmente cada um de nós tem um vizinho, um amigo ou mesmo um familiar que já sofreu ou está sofrendo desse problema.

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