Alex Atala Fernando Campana Humberto Campana Jum Nakao (7)
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3. Intermezzo: convívio – Jum Nakao e colaboradores

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INTERMEZZO:

CONVÍVIO

JUM NAKAO E COLABORADORES

Década de 1970: abaixo o pudor de

/O paraíso e o inferno da experimentação digital 81 /Jum Nakao:

criar! 80

a criação não está no desenho 83

/Impacto. Porque a referência comercial é pouco comercial 84 /Quem quer ser

Pablo Picasso? A busca (ou não) da ruptura histórica 85

/Estamos mais

/A tese da explosão de criatividade 91 /Um corte e uma costura pessoais 92 /“Os criativos” não existem

96 /Malcriação? 97 /O talento insiste 98 /A questão é de convívio 99

/Esses “bichos criativos” 101 livres? 88

80

DÉCADA DE 1970: ABAIXO

O PUDOR DE CRIAR!

É nosso último encontro. Uma noite agitada pela abertura de exposições e eventos na cidade deixa a agenda dos convidados movimentada. Alex virá para a conversa com Jum algumas horas mais tarde – direto da cozinha, vestido em seu dólmã branco.

Iniciamos com Jum um debate livre, em que se revelam especialmente os conhecimentos profissionais e as preocupações dos convidados. Enrique Lipszyc, que fundou a Panamericana – Escola de Arte e Design em São Paulo, abre a conversação:

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4. Destinos – Alex Atala e Jum Nakao

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DESTINOS

ALEX ATALA E JUM NAKAO

A criação de pés no chão: técnica e

/Alex Atala: da imaginação à mesa 111 /Similaridade

112 /O ingrediente racionalidade 113

/Preguiça: o tempo de fazer nada 115 /Os tempos e seus pesos 117

/Manteiga de cacau! À exaustão, e utilidade 108

de novo, de novo, de novo... 118

/O que simboliza? Para que serve?

Por que gostamos? 119 /As lições de criação 119 /Jogos de espelhos 122 /Lindo! Delicioso!

Inesquecível! Bravo! Silêncio 124

/Autocrítica e autopromoção 125

/E agora, acabou? 127 /A imagem

do homem e a imagem do criador 129

/Repercussão 130

108

A primeira rodada de conversas desta noite durou duas horas, encerrada com o atrelamento, defendido pelo Jum, de limite e criatividade. Logo, Alex entra na sala – apressado, agitado, ritmado como a cozinha de restaurante exige. São 22 horas e todos querem ouvi-lo também. Alceu Baptistão reinicia o debate.

Brasília, com Cardozo contratado pela empresa de engenharia responsável. Foi ele quem conseguiu fazer a cúpula da Câmara Federal ficar elevada sobre o prédio do Congresso; são seus os números da curvatura que mantém em pé a

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5. Entrevistas

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ENTREVISTAS

Da Vinci e o moldureiro 137 fernando cocchiarale

O verdadeiro brasileiro 141 roberta cosulich

Vida independente, mundo sem dono 147 joão marcello bôscoli

Remixando vidas 153 reinaldo pamponet

O desejo em rede 161 fernando cocchiarale

Luzes, câmeras, indústria! 165 paulo borges

O mundo na ponta dos dedos 171 ricardo guimarães

Design, experiência humana 177 paula dib

Escola sem ficção 185 elenice lobo e gilson domingues

Realidade inventada 191 alceu baptistão

A importância econômica da criação 199 stephen rimmer

O imperativo da presença 207 ana carmen longobardi

Para se sentir vivo 213 charles watson

5

1

DA VINCI E O MOLDUREIRO

SOBRE A SEPARAÇÃO E O REENCONTRO DA

ARTE E DO ARTESANATO

FERNANDO COCCHIARALE, ARTISTA DE MÍDIA, FILÓSOFO E

PROFESSOR DE CRIAÇÃO

138

CRIAÇÃO

Este termo começou a ser usado para o trabalho do artista apenas no século 19. Surgiu como consequência do Romantismo, movimento intelectual e artístico do século 18, que pregava a ideia de originalidade e genialidade pessoal, e de separação entre arte e artesanato. Até então, arte e artesanato tinham sido sempre indiferenciados. A partir daquele momento, os produtos utilitários foram considerados atribuição exclusiva do artesão, e o artista, por outro lado, era quem elaborava os objetos destinados à contemplação.

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6. Um pouco de história

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223

UM POUCO

DE HISTÓRIA

224

DESIGN

UMA RESPOSTA À

“ARTE DE SALÃO”

Humberto lembra da escola de Walter Gropius, a Bauhaus, quando pensa no alcance popular da criação.

A Bauhaus foi o instituto de arquitetura e design criado por Gropius na cidade alemã de

Weimar, no início do século 20, com o desejo de que muitas das coisas que pareciam ser luxo se tornassem “normais entre as pessoas em um futuro próximo”. Design acessível.

Naquela época, despontavam endereços de arquitetura moderna ao redor do planeta. As formas geométricas, os materiais de escolha e outras características da Bauhaus – cimento, vidro, madeira sem adornos, ângulos retos, amplos ambientes abertos – deixavam para trás os detalhes rebuscados, os cantos em rococó, as marchetarias coloridas e os veludos e sedas decorativos, que vestiam objetos e compunham estilos com nomes em homenagem aos reis da França.

A chegada da modernidade ao design aconteceu no curso da Revolução Industrial e contou com o trabalho de duas figuras distintas: de um lado, o artesão-artista e, de outro, o artesão-máquina, operário de fábrica.

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1. Origens – Alex Atala, Fernando e Humberto Campana

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1

ORIGENS

ALEX ATALA,

FERNANDO E HUMBERTO CAMPANA

Criativos-comunicadores 4

/Aprender do

puro contato 6 /Sutilezas sem palavras 7

/Toda origem é permitida 8 /Linhas cruzadas 10 /Historia naturalis 12

/O trabalho (ou não) da angústia 13

/Os primeiros jovens do século 21 14

/A emergência das ideias 15 /O nascimento dos irmãos 16 /O partido do erro: andando fora da linha (de produção) 18

/Profissões sensoriais 18 /Punk! Sobre

quando o espelho desenquadrou o Alex 21

/Um vão, uma janela 22 /Brasileiros, com residência criativa 23 /Livre-docência sem cátedra nem beca 25 /O vazio entre atos 27 /Ponto de partida: ensinar e aprender criação 29 /O futuro: jogar xadrez com a vida 30 /O número 1 não

é eterno 33 /Tradução da Amazônia 35

/Concorrências 36 /Uma pausa 37

4

CRIATIVOS-COMUNICADORES

A conversa inaugural aconteceu no D.O.M.

Restaurante, à rua Barão de Capanema, nos

Jardins, em São Paulo, endereço do chef Alex

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Erick Reis Godliauskas Zen (9)
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IV GUERRAS, REVOLUÇÕES E INDEPENDÊNCIAS

Erick Reis Godliauskas Zen Editora Almedina PDF Criptografado

IV

GUERRAS, REVOLUÇÕES E INDEPENDÊNCIAS

Nas cidades de Tallinn e de Riga existem monumentos em homenagem à Revolução de 1905, que podem ser visitados facilmente.

Em Vilnius, a memória daquele importante movimento político está simbolizada pela beleza da construção do edifício que atualmente é a sede da filarmônica da Lituânia. Ao contrário do que ocorreu com os demais monumentos dedicados às revoluções, eles não foram destruídos ou estão abandonados. A Revolução de 1905 entrou para memória do Báltico como um passo importante para a conquista da independência.

A Revolução de 1905 tem importância diferente para Estônia,

Letônia e Lituânia do que normalmente encontramos nos livros de história geral e de geopolítica. Nesses, o movimento no Império Russo

é visto como um prenúncio ou “ensaio geral” da revolução Bolchevique de 1917. Nessa visão, o foco é a Revolução Comunista ou os desdobramentos da política em São Petersburgo e Moscou. Na periferia do

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V A PRIMEIRA INDEPENDÊNCIA — ESTÔNIA, LETÔNIA E LITUÂNIA

Erick Reis Godliauskas Zen Editora Almedina PDF Criptografado

V

A PRIMEIRA INDEPENDÊNCIA — ESTÔNIA,

LETÔNIA E LITUÂNIA

Os governos da Estônia, Letônia e Lituânia tiveram que enfrentar muitas dificuldades para estruturar Estados para os quais não havia precedentes na História Moderna. A infraestrutura havia sido devastada pelas guerras. As necessidades mínimas da população eram difíceis de serem alcançadas. A autonomia não estava completamente assegurada e mesmo a formação dos exércitos nacionais ainda precisava ser resolvida. Precisavam formar um Estado a partir das poucas estruturas administrativas que possuíam. O primeiro passo, depois de formar um exército em meio à Guerra, era organizar a legislação. Os três países adotaram constituições inspiradas nas mais modernas em vigor na

Europa, como a alemã da República de Weimar. Formaram parlamentos: Riigikogu na Estônia, Saeima na Letônia e Seimas na Lituânia.

Os partidos seguiam as mesmas divisões ideológicas dos países ocidentais com organizações de direita e de esquerda. Na Estônia e na Letônia, os partidos comunistas foram proibidos, pois lutaram do lado da União Soviética na guerra de independência. Nos primeiros anos, os partidos socialistas eram os maiores e mais influentes, mas a democracia no Báltico não iria durar muito tempo e eles rapidamente perderiam o poder.

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VIII GASTRONOMIA ENTRE O TÍPICO E O MODERNO

Erick Reis Godliauskas Zen Editora Almedina PDF Criptografado

VIII

GASTRONOMIA

ENTRE O TÍPICO E O MODERNO

Ao chegar em uma residência, a saudação se dará com um aperto de mãos e para os mais íntimos com um leve abraço. Não se troca beijos. Ao ingressar é preciso tirar os sapatos, pois o chão, em geral, é de madeira e nos dias com neve não é adequado entrar com as botas sujas e molhadas. Os mais velhos costumam levar a suas pantufas, às vezes, o anfitrião as oferece. Os mais novos ficam de meia sem constrangimentos. Se for necessário não há nenhum inconveniente em pedir para lavar os pés devido ao frio ou se a neve entrou pelo sapato. Nas casas e apartamentos, as áreas de sanitário e banho, em geral, são separadas.

Os anfitriões colocam os alimentos na mesa e o convidado deve se servir daquilo que desejar. No passado e entre os imigrados era comum colocar todos os alimentos disponíveis na casa na mesa para serem servido, mesmo porque não eram muitos. Hoje, já há uma seleção do que será oferecido. Não é necessário experimentar tudo ou beber todas as bebidas, apenas se servir do que pareça mais apetitoso. É respeitoso elogiar o que foi preparado na casa. Se quem recebe precisar de alguma coisa ele vai pedir para levar, se não pedir nada é educado, mas não obrigatório, levar alguma coisa. Se disser para não levar não leve. Uma característica dos comportamentos no Báltico é que ele é muito direto.

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I DELIMITANDO O BÁLTICO: LESTE OU OESTE? CENTRO OU NORTE?

Erick Reis Godliauskas Zen Editora Almedina PDF Criptografado

I

DELIMITANDO O BÁLTICO:

LESTE OU OESTE? CENTRO OU NORTE?

O mar Báltico está localizado no norte da Europa e banha o litoral da Escandinávia, da Europa continental e das ilhas da Dinamarca. Pelos estreitos de Skagerrak, Kattegat Storebaelt e Lillebaelt se comunica com o Mar do Norte, banhando: Dinamarca, Suécia, Finlândia, Rússia,

Estônia, Lituânia, Polônia e Alemanha.

Ao longo da história, o mar Báltico recebeu diversos nomes. Durante o período do Império Romano foi chamado de Mare Suebicum, em referência ao povo germânico dos suevos, e também de mar dos bárbaros.

Os povos escandinavos o denominaram “mar do leste” e os estonianos

“mar do oeste”. A palavra “báltico” foi escrita pela primeira vez na sua forma latina, Balticum, nos trabalhos de Adam de Bremen (1050–1085) sobre a história da igreja de Hamburgo. A palavra Báltico não era utilizada com frequência para descrever a região até o século XIX, quando o Império Russo passou a dominá-la. Inicialmente, os russos utilizavam a expressão “mar do oeste” para se referir à região. Aos poucos passaram a associar a palavra “báltico” aos germânicos que viviam principalmente nos territórios atuais da Estônia e da Letônia.

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VI O BÁLTICO SOVIÉTICO

Erick Reis Godliauskas Zen Editora Almedina PDF Criptografado

VI

O BÁLTICO SOVIÉTICO

No início de 2018, o corpo do General de Brigada Adolfas Ramanauskas,

Vanagas, foi encontrado no cemitério de Našlaičiai, em Antakalnis.

Ao que se sabe, ele foi preso em 1953, brutalmente torturado e assassinado pela polícia política da União Soviética: a KGB. Um ano depois, seu corpo foi enterrado sem identificação. Ramanauskas era um dos principais líderes da resistência armada à ocupação da Lituânia pela

União Soviética e lutou nas florestas por dez anos. Após a identificação do corpo, o governo da Lituânia decidiu realizar o seu enterro com as honras de Estado. O corpo foi removido para a cidade de Vilnius, onde foi realizada uma cerimônia fúnebre de dois dias e o enterro no cemitério de Antakalnis, no dia 6 de outubro. A cerimônia contou com as principais autoridades políticas e os líderes religiosos do país e causou comoção popular.

No plano internacional, a cerimônia foi contestada e houve um protesto formal da Rússia que considera ainda hoje os partisans que lutaram contra a invasão soviética como terroristas. O protesto russo, acrescentou que o cemitério onde foi realizado o enterro era também o local de homenagem aos soldados soviéticos que lutaram e derrotaram os nazistas que ocupavam a Lituânia.

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Kubba Sam A A (14)
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Capítulo 2 - Desenhos técnicos e executivos: uma linguagem universal

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

Introdução

Há não muito tempo, algumas previsões diziam que, até o início do século XXI, os desenhos técnicos impressos já teriam se tornado obsoletos e não seriam mais utilizados em canteiros de obras.

Também sugeria-se que todas as informações relativas à construção seriam lidas diretamente na tela do computador, e não mais em desenhos impressos. Isso não apenas representaria maior eficiência, como economizaria uma tremenda quantidade de papel. Tais previsões não se materializaram. Ainda que plantas sejam regularmente visualizadas em telas de computadores e enviadas por meio deles, desenhos técnicos em papel continuam sendo o formato preferido em canteiros de obras. Em muitas partes do mundo, o esboço feito à mão e os desenhos técnicos ainda são a regra.

A leitura de desenhos técnicos consiste essencialmente na busca de informações em um projeto. A informação pode estar disposta em um desenho na forma de linhas, apontamentos, símbolos e tabelas. Normalmente, os itens estão localizados na legenda da prancha ou na área do desenho (por exemplo, em qualquer lugar do desenho fora do selo de prancha). Você deve ter em mente que os desenhos técnicos em geral vêm em jogos (conjuntos). Um jogo de plantas para um projeto de residência familiar pode conter um número pequeno de pranchas. Por outro lado, em um projeto de grande porte, um jogo completo de desenhos pode conter inúmeras pranchas para cada disciplina

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Capítulo 6 - Leiaute de desenhos do projeto executivo

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capítulo 6

Leiaute de desenhos do projeto executivo

Como vimos, a comunicação entre engenheiros, arquitetos e técnicos deve acontecer da forma mais clara possível no desenho. Para tanto, temos tipos de desenhos específicos para cada etapa do processo e que levam em conta todos os envolvidos. Você verá que existem desenhos não utilizados na construção em si, como os desenhos de apresentação, por exemplo, que servem como ferramenta de venda, e desenhos de desenvolvimento do projeto, que estabelecem o diálogo entre o arquiteto e o cliente. Além desses, este capítulo apresenta outros tipos de desenhos em que são abordados detalhes importantes, responsáveis por diferenciar desenhos de engenharia, de arquitetura, de estrutura, de instalações, entre outros.

Objetivos deste capítulo

Reconhecer os tipos de desenhos abordados e a finalidade de cada um.

Sintetizar que tipo de desenho é empregado em cada etapa do projeto.

Destacar os principais elementos dos desenhos de engenharia, de arquitetura, de estrutura, de instalações, do projeto hidrossanitário e do projeto elétrico.

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Apêndice 1 - Glossário

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

apêndice 1

Glossário

Abertura para ventilação Em geral, uma abertura no beiral ou no forro, a fim de permitir a circulação do ar retido sob a cobertura não isolada. O usual é cobri-la com uma tampa ou tela de metal.

ABS (Acrilonitrilo Butadieno Estireno) Um tipo de plástico utilizado para a fabricação de tubulações.

Acessível Adjetivo empregado para um terreno, uma edificação ou equipamento urbano ou parte deles que atenda aos requisitos de acessibilidade universal de qualquer tipo de usuário, inclusive aqueles com dificuldades de locomoção, como os cadeirantes.

Adendo Instrução escrita ou representada graficamente feita pelo arquiteto antes da execução do contrato, modificando ou interpretando os documentos que serão assinados, por meio de acréscimos, ressalvas, esclarecimentos ou correções. Um adendo se torna parte dos documentos do contrato quando eles entram em vigor.

Adesivo Material de solidarização utilizado para unir dois elementos.

Adobe Tijolo de argila não cozido empregado em muitos locais com clima quente e seco.

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Capítulo 3 - Tipos de linha

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Introdução

O alfabeto das linhas é uma linguagem universal compreendida por técnicos, arquitetos e engenheiros. Na verdade, as linhas são a base de todos os desenhos executivos. A fim de ler e entender os desenhos técnicos, você deve entender o uso das linhas. Por meio da combinação de diferentes espessuras, tipos e comprimentos, é possível descrever objetos graficamente com detalhe suficiente para permitir que alguém com entendimento básico de desenho técnico possa visualizar com precisão o tamanho e o formato. Como será explicado, as características das linhas, como espessura, interrupções e zigue-zagues, sempre têm um significado. Cada linha possui um desenho e uma espessura distintos para que se distingam das outras.

O desenho técnico é uma linguagem gráfica internacional que utiliza linhas, símbolos e notas para descrever uma edificação a ser construída; as próprias linhas são ferramentas expressivas em desenhos bem executados. Algumas linhas são desenhadas com determinada espessura, para que se destaquem claramente de outras informações no desenho, enquanto outras linhas são finas. As linhas finas não são necessariamente menos importantes do que as linhas espessas; apenas estão subordinadas a elas para fins de identificação. Desenhos que apresentem todas as linhas na mesma intensidade geralmente são difíceis de interpretar e de leitura muito monótona.

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Capítulo 5 - Tipos de vistas

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capítulo 5

Tipos de vistas

Já vimos que os desenhos são fundamentais para que exista comunicação adequada no setor da construção, por isso saber interpretá-los é indispensável. Este capítulo traz os princípios de projeção ortogonal (ou ortográfica), responsável por mostrar como o objeto é visto de todos os lados. Vamos aprender que uma única vista é quase sempre insuficiente para mostrar todos os detalhes do objeto de forma precisa. Além disso, você entenderá a importância de conhecer os símbolos de projeção e seus significados, assim como as notas, observações e outras informações possíveis. As vistas auxiliares, as diversas projeções e perspectivas também compõem este capítulo.

Objetivos deste capítulo

Comparar desenhos com duas e três vistas e vista única.

Interpretar adequadamente esses desenhos de acordo com as projeções ortogonais.

Identificar os símbolos de projeção.

Reconhecer as diferentes características entre projeções e desenhos.

Definir os princípios da perspectiva.

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Mauro Vaisberg (9)
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02. MEDITAÇÃO COMO FATOR DE EQUILÍBRIO

Mauro Vaisberg Editora Manole ePub Criptografado

espiritualidade, equilíbrio e equilíbrio Zen

Monja Coen

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01. EXERCÍCIO E MEDITAÇÃO... JUNTOS?

Mauro Vaisberg Editora Manole ePub Criptografado

Mauro Vaisberg

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04. EXERCÍCIO COMO FATOR DE EQUILÍBRIO

Mauro Vaisberg Editora Manole ePub Criptografado

Mauro Vaisberg

Os capítulos anteriores trataram de alguns aspectos interessantes em relação ao funcionamento do nosso organismo, de como é possível potencializar nosso bem-estar quando compreendemos a intrínseca ligação entre corpo e mente e, consequentemente, da utilidade de técnicas meditativas como fator tranquilizador tanto para a mente quanto para o corpo.

Conforme vamos detalhar adiante, essa tranquilidade vinda da meditação, além das vantagens emocionais, tem grande importância no sentido de evitar que uma resposta de estresse se torne crônica, impedindo a produção excessiva de hormônios que, quando secretados continuamente pelo corpo, a longo prazo, podem desencadear doenças e riscos à saúde.

O movimento é uma função orgânica de fundamental importância na biologia dos seres vivos que possuem, entre suas características, a locomoção. Considerando nossa espécie e seu desenvolvimento, é importante lembrar que uma série de fatores foi necessária para moldar as funções fisiológicas consideradas parte de um estado de normalidade. Entre esses fatores, destaca-se a alternância entre períodos de movimento e de repouso, o que significa que a falta da função movimento é um fator de desequilíbrio orgânico e, portanto, gerador de doenças.

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05. EXERCÍCIO E SAÚDE

Mauro Vaisberg Editora Manole ePub Criptografado

como a educação física pode nos ajudar a manter ou recuperar o equilíbrio

Marcos Rojo Rodrigues

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06. SAÚDE, MOVIMENTO E YOGA

Mauro Vaisberg Editora Manole ePub Criptografado

Roberto serafim Simões

Vivemos na sociedade do cansaço. O tempo é escasso e ninguém se permite desperdiçá-lo. Parece que se vive em constante estado de apneia. A alegoria parece exagerada, mas a respiração curta, como reflexo fisiológico, acarreta menor captação de oxigênio do ambiente e a sensação é de total esgotamento físico. Não é coincidência também a resposta trivial a perguntas bastante proferidas no dia a dia: “Como é que você está? Está fazendo o quê? O seu dia hoje, como o sente?”. A resposta é quase (obrigatoriamente) sempre a mesma (e com certo orgulho em alguns núcleos sociais): “Na correria!”.

Com isso, estamos contraindo doenças causadas não por agentes físicos, como um vírus ou bactéria, mas por agentes mentais ou subjetivos. Enquanto as primeiras podem ser identificadas por meio de exames e outras tecnologias disponíveis à medicina moderna, agentes mentais ou subjetivos, muitas vezes, são de difícil reconhecimento e solução. A ansiedade, a síndrome de burnout (esgotamento físico ou mental intenso), o transtorno de déficit de atenção e a depressão ecoam fisicamente. Desenvolvemos medicamentos para combater apenas os efeitos secundários (ecos corporais) dessas mazelas metafísicas, mas o aniquilamento de algo não material nunca poderá vir (definitivamente) via medicamentosa; é necessária uma resposta criativa, amorosa e da mesma natureza sutil de sua manifestação.

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Sandra Cerny Minton (7)
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4. Organização das fases da apresentação

Sandra Cerny Minton Editora Manole PDF Criptografado

4

Organização das fases da apresentação

Book-Minton-Coreografia-2ªp.indb 121

13/11/19 16:47

122 COREOGRAFIA

A dança existe apenas na mente do coreógrafo e como um exercício de ensaio, até ser executada. O processo de coreografia é completado quando a dança é trazida ao palco e apresentada a um público. No entanto, a realização de uma apresentação de dança requer planejamento de longo alcance e diversas etapas intermediárias.

Planejar uma apresentação de dança pode ser uma tarefa difícil, contudo, é possível minimizar o desafio organizando o processo de produção em uma série de tarefas menores e mais digeríveis. É possível agendar cada tarefa individual, começando pela data da apresentação e trabalhando de forma retrógrada até a audição. Este capítulo ensina como deixar a sua dança pronta para a apresentação. Em termos da estrutura apresentada no Capítulo 1, a informação oferecida aqui deve ser usada após a finalização da criação e depois que seu trabalho estiver polido.

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Apêndice 1. Exercícios complementares

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Apêndice 1 – Exercícios complementares

Capítulo 1

Explorar e improvisar o movimento

Exercício 1: Observe as pessoas em um ambiente em particular (escola, loja, igreja, casa) e determine o ritmo delas. Analise a quantidade de energia que elas usam para se deslocar pelo espaço ou para concluir uma atividade. Faça anotações sobre movimentos particulares que poderia gerar ideias com base nas qualidades de energia e ritmo.

Exercício 2: Observe o ambiente ao redor da sua casa e procure algo que inspire o movimento em você. Talvez, seja algo sentimental e que faça você sentir vontade de contar uma história.

Ou, pode ser algo que tenha movimento real, como a água. Crie uma sequência curta que

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conte essa história. Encontre a música que corresponde a sua intenção original.

Exercício 3: Pesquise na internet alguma peça de coreografia famosa de um gênero qualquer.

Defina o ritmo, níveis, vias e as partes do corpo usadas. Tente determinar a intenção da peça. É possível que você descubra uma fonte primária que tenha o propósito real do coreógrafo para a criação do trabalho.

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2. Delineamento e modelagem da dança

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2

Delineamento e modelagem da dança

Book-Minton-Coreografia-2ªp.indb 37

13/11/19 16:46

38 COREOGRAFIA

Coreógrafos usam a exploração e a improvisação para descobrir materiais de movimento, mas é a arte que lhes permite moldar os movimentos criados em uma dança. Trata-se de um processo de descoberta de possibilidades e de encaixar as peças do quebra-cabeça.

Neste capítulo, você aprenderá a manipular os elementos do movimento − espaço, tempo, energia e forma −, experimentando as numerosas sugestões fornecidas de maneiras de variar o movimento. Essas variações deverão ser baseadas nos elementos do movimento. Por exemplo, se um dos movimentos descobertos durante a improvisação consiste em virar e cair no chão, é possível usar a manipulação para criar muitas variações, como virar devagar e cair rápido no chão, ou virar rápido e descer lentamente. Será necessário analisar e avaliar os movimentos criados, a fim de decidir qual variação de movimento se adéqua àquilo que você quer dizer ou fazer em sua dança. A coreografia tem o poder de comunicar ou produzir impacto, contudo, o sucesso da comunicação depende da forma final do trabalho.

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1. Explorar e improvisar o movimento

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1

Explorar e improvisar o movimento

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19/11/19 15:00

2 COREOGRAFIA

Para mim, o processo criativo sempre foi maravilhoso, ainda que ilusório. É maravilhoso porque a dança, ou produto final, é uma entidade capaz de entreter, comunicar e inspirar. É ilusório porque o coreógrafo (a pessoa que cria a dança) usa o processo criativo para energizar um espaço previamente vazio e torná-lo vivo. Com o advento de várias tecnologias eletrônicas e da internet, as possibilidades de produzir dança podem ser estendidas e, futuramente, poderão incluir formas de multimídia que hoje nem sequer conseguimos imaginar.

Exemplos de formas de dança multimídia são descritos no Capítulo 2.

Se uma dança inclui ou não inovações tecnológicas, a descoberta de movimentos adaptativos por meio da improvisação (criar movimentos de maneira espontânea) é uma parte importante do processo coreográfico. Tenho notado que, quando insisto nos movimentos improvisados − quando eles parecem “certos”

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Apêndice 2. Fichas e formulários

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Apêndice 2 – Fichas e formulários

Ficha de avaliação coreográfica

Para cada um dos critérios a seguir, pode ser atribuído 1-2 pontos, dependendo da pontuação total almejada. (Também é possível usar frações de pontos.) Por exemplo, se você concluir que o coreógrafo criou uma dança que tem um senso de forma do começo ao fim, e se uma escala de 10 pontos for usada, atribua a pontuação máxima de 1 no espaço em branco do item 1. Se houver um senso de forma intermitente, atribua uma pontuação de 0,5 ponto. Atribuir zero ponto, se a dança não apresentar forma nem desenvolvimento.

Caso o uso de pontuação seja entediante ou intimidador, apenas use o formulário como um guia para descrever seus comentários ou sugestões referentes a uma determinada dança. Se houver outros componentes mais compatíveis com seus próprios conceitos coreográficos, eles poderão ser substituídos por alguns dos itens listados.

Pontuação

___   1. Forma geral: iniciante, intermediário, final

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