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20. EXPORTANDO FRAMES, CLIPES E SEQUÊNCIAS

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376 ADOBE PREMIERE PRO CS4

Classroom in a Book

Introdução

O Adobe Premiere Pro CS4 oferece inúmeras opções de exportação – métodos para gravar seus projetos em vídeo, convertê-los em arquivos ou gravá-los em

DVDs.

Gravar para videotape é simples e direto, embora a criação de arquivo tenha muito mais opções. Por exemplo, você pode gravar apenas a parte de áudio do seu projeto; converter um segmento de vídeo ou o projeto inteiro em um dos vários formatos padrão de arquivo; ou criar frames estáticos, sequências de frames estáticos ou arquivos de animação.

De maior relevância são os formatos de codificação de vídeo de nível mais alto disponíveis no Adobe Media Encoder. Você utilizará essa poderosa ferramenta a fim de criar projetos para postar em um site Web, gravar em CDs multimídia ou exportar para dispositivos móveis utilizando o novo software Adobe

Device Central CS4. Se tiver de criar Flash Video para sites Web, utilize as novas ferramentas para exportar Flash Video com marcadores Web. O Adobe Media

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3. FILMANDO E CAPTURANDO CONTEÚDO DE VÍDEO

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54 ADOBE PREMIERE PRO CS4

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Introdução

O propósito deste livro é ajudá-lo a utilizar o Adobe Premiere Pro para criar vídeos com uma aparência profissional. Para isso você precisa iniciar com um material bruto de alta qualidade. Esta lição dá dicas de como filmar bons vídeos e de como transferi-los para o Adobe Premiere Pro.

Dicas para filmar vídeos incríveis

Com a câmera de vídeo preferida em mãos, está na hora de aventurar-se e produzir vídeos. Se for iniciante em videografia, essas dicas o ajudarão a criar vídeos melhores. Se for experiente, pense nessa lista de princípios como uma maneira de sair da rotina e tornar as coisas um pouco mais interessantes.

· Faça uma tomada de fechamento.

· Faça uma tomada de abertura.

· Filme bastante.

· Siga a regra dos terços.

· Mantenha suas tomadas estáveis.

· Siga a ação.

· Filme sobre trilhos (trucking shots).

· Encontre ângulos incomuns.

· Incline-se para frente ou para trás.

· Utilize tomadas distantes e tomadas próximas.

· Filme uma ação repetitiva em uma sequência (matched action).

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1. UM TOUR PELO ADOBE PREMIERE PRO CS4

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20 ADOBE PREMIERE PRO CS4

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Introdução ao Adobe Premiere Pro CS4

Como editores de vídeo, percorremos um longo caminho desde as antigas e desajeitadas máquinas de videotape até o caro equipamento de produção para edição profissional em um computador desktop. O Adobe Premiere Pro CS4 amplia as nossas capacidades. Como introdução, vamos ver alguns dos novos recursos do Adobe Premiere Pro CS4. Revisaremos o fluxo de trabalho básico utilizado pela maioria dos editores de vídeo e veremos como o Adobe

Premiere Pro se encaixa nas diferentes versões do Adobe Creative Suite. Por fim, serão apresentados os espaços de trabalho personalizados do Adobe Premiere Pro CS4.

Novos recursos do Adobe Premiere Pro CS4

Embora essa não seja uma lista completa dos novos recursos do Adobe Premiere

Pro CS4, já é possível conhecer alguns avanços desse poderoso aplicativo, que serão apresentados nas lições ao longo do livro.

Efeitos

· Aplique efeitos a vários clipes: Acelere o trabalho de edição selecionando vários clipes em uma sequência e arraste um ou mais efeitos do painel Effects para os clipes selecionados.

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21. CRIANDO DVDS COM O ADOBE ENCORE CS4

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392 ADOBE PREMIERE PRO CS4

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Introdução

DVDs são uma fantástica plataforma de saída de mídia: além de interativos, suas imagens e vídeos são de tela cheia (incluindo widescreen 16:9) e a qualidade de

áudio é boa. Com um simples clique em um menu, você pula para um vídeo, uma cena ou imagens estáticas por trás das cenas.

Criar esses DVDs interativos, com todos os menus e botões, exigia um orçamento hollywoodiano e hardware caro. Agora, com o Adobe Premiere Pro e Encore, é possível criar DVDs com uma aparência profissional no computador em questão de minutos.

Atualmente, o Encore acompanha o Adobe Premiere Pro e contém diversos modelos de menus de DVDs personalizáveis com fundos e botões – estáticos ou animados. Se preferir, utilize suas próprias imagens ou vídeos como fundos.

O Encore CS4 leva a autoração de DVDs a um nível muito mais alto que nas versões anteriores. O Encore pode ser usado para criar DVDs de definição padrão

(SD) ou Blu-ray Discs de alta definição (HD) e até mesmo gerar saída do seu projeto em DVD para o Flash.

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8. CRIANDO TÍTULOS DINÂMICOS

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148 ADOBE PREMIERE PRO CS4

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Introdução

O texto na tela ajuda a contar sua história. Reforce sua mensagem utilizando texto sobreposto (também conhecido como supers) para dar nome e título de um local ou de uma pessoa entrevistada, mostrar na tela pontos itemizados (bullets) e exibir títulos de abertura e créditos finais.

O texto pode apresentar informações de forma muito mais sucinta e clara do que a narração. Ele também pode reforçar informações narradas e visuais lembrando os espectadores dos personagens na sua cena e da mensagem que você está tentando comunicar.

O Adobe Premiere Pro CS4 Titler oferece inúmeras opções de texto e formas.

Você pode utilizar qualquer fonte do computador. O texto e os objetos podem ter uma cor qualquer (ou várias cores), qualquer grau de transparência e uma variedade de formas.

Com a ferramenta Path, é possível posicionar seu texto em linhas curvas da maneira mais complexa de imaginar. O Titler é uma ferramenta poderosa e envolvente cuja infinita capacidade de personalização permite criar uma aparência

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Cesnik F Bio De S (9)
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2. Aspectos constitucionais e tributários do incentivo fiscal

CESNIK, Fábio de Sá Editora Manole PDF Criptografado

2

Aspectos constitucionais e tributários do incentivo fiscal

Incentivos fiscais são estímulos concedidos pelo governo, na área fiscal, para a viabilização de empreendimentos estratégicos, sejam eles culturais, econômicos ou sociais. Eles têm ainda a função de melhorar a distribuição de renda regional. A frase abaixo, extraída do prefácio do livro Incentivos fiscais para o desenvolvimento, organizado por Antônio Roberto Sampaio Dória1, inspira a compreensão do significado do incentivo fiscal:

Velho instrumento de vitalização econômica dirigida, o estímulo tributário desdobrou-se no Brasil, na década passada, num leque de alternativas que em originalidade, amplitude e ambição de propósitos, não encontra símile no mundo contemporâneo. Programas de desenvolvimento lastreados em análoga instrumentação, como o do Mezzogiorno na Itália meridional e o de Porto Rico nas

Antilhas, apequenam-se diante da experiência brasileira que, ainda quase só potencial, entremostra apenas seus primeiros frutos.

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6. Penalidades

CESNIK, Fábio de Sá Editora Manole PDF Criptografado

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Penalidades

As legislações de incentivo à cultura autorizam que pessoas físicas ou ju­ rídicas, de natureza cultural, movimentem recursos oriundos de renúncia fis­ cal de impostos. Justamente por isso, todas as leis de incentivo exigem a pres­ tação de contas como forma de verificar a correta aplicação dos recursos, além do resultado cultural proveniente do projeto incentivado.

Por esta mesma razão, todas as leis de incentivo à cultura devem prever penalidades para os patrocinadores e proponentes do projeto que agirem com fraude na administração dos recursos.

Como forma de esclarecer e contribuir para que burlas a este sistema dei­ xem de existir, é que dedicamos este capítulo ao tema das penalidades, sendo certo que essas fraudes têm o efeito pernicioso de desviar recursos de uma área carente por investimentos, além de tornar os mecanismos de incentivo uma forma mal vista de parceria entre o setor privado e o setor público. Pretende­ mos, com esse capítulo, apresentar um quadro das condutas que são caracteri­ zadas como infrações à legislação de incentivo à cultura, com as sanções previs­ tas no âmbito de cada lei, com tipificação até de crime, com pena de reclusão.

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4. Mecanismos estaduais de incentivo à cultura

CESNIK, Fábio de Sá Editora Manole PDF Criptografado

4

Mecanismos estaduais de incentivo à cultura

Alguns estados brasileiros possuem legislação de incentivo à cultura, como

é o caso do Acre, da Bahia, do Ceará, do Mato Grosso do Sul, de Minas Gerais, da Paraíba, do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Norte, do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e de São Paulo.

Parte dessas leis data do início da nova estrutura de incentivos fiscais no

Brasil; a lei do Rio de Janeiro, por exemplo, data de 1992 e permanece em vigor até hoje.

Do mesmo modo que o incentivo federal se baseia no benefício de imposto de renda, os incentivos estaduais baseiam-se no imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias sobre prestação de serviços e de comunicação de transporte interestadual e intermunicipal (ICMS), tributo de competência dos estados federados.

A mais recente lei, comentada nessa nova edição do livro, é o programa de apoio à cultura do governo do estado de São Paulo, recentemente bastante aprimorado. A seguir, serão mantidas atualizadas as últimas alterações da lei de incentivo do estado da Bahia.

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7. Considerações finais

CESNIK, Fábio de Sá Editora Manole PDF Criptografado

7

Considerações finais

Com as modificações ocorridas nas leis de incentivo à cultura desde o início da década de 1990, quando estas foram instituídas, identificamos uma situação de efervescência de ideias e posições sobre as diversas formas de estímulo das atividades culturais. O quadro que temos é extremamente positivo, pois está estimulando a criação de uma consciência do empresariado sobre quanto é importante o investimento em cultura e como este pode dar retorno para sua marca e para seu balanço financeiro e social. No que pesem algumas críticas contrárias às leis, todos concordam que elas foram fundamentais no processo de consolidação do investimento em cultura no Brasil.

A edição da Medida Provisória n. 2.228-1, de 6 de setembro de 2001, aumenta a carteira de incentivos fiscais para o empresário que pretende aplicar seus recursos na atividade cultural, criando novos fundos e novos programas de governo. A partir dele criaram-se dois grandes benefícios ao audiovisual, por exemplo. São eles o Fundo de Financiamento da Indústria Cinematográfica

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3. Mecanismos federais de incentivo à cultura

CESNIK, Fábio de Sá Editora Manole PDF Criptografado

3

Mecanismos federais de incentivo à cultura

O mecanismo federal de incentivo à cultura foi criado no início dos anos de 1990 e é um dos que mais evoluíram dentre as formas de política de incentivo fiscal à cultura. É composto pelas leis Rouanet, do Audiovisual e por legislações conexas1.

Para o pleito dos incentivos concedido pela União Federal, o Ministério da Cultura e a Agência Nacional de Cinema (Ancine) colocaram à disposição do público formulários ou programas específicos para apresentação de projetos culturais. A partir desse formulário o produtor pode apresentar projetos à Lei

Rouanet (FNC ou mecenato) ou aos mecanismos de fomento ao audiovisual.

O Ministério da Cultura (MinC) é composto, dentre outros órgãos, por seis secretarias temáticas, além da Secretaria Executiva. São elas: Secretaria de Políticas Culturais, Secretaria de Cidadania Cultural, Secretaria de Articulação Institucional, Secretaria do Audiovisual (SAV), Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (que está se transformando em Secretaria de Economia Criativa) e Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic). As secretarias que tratam de projetos incentivados são a Secretaria de Fomento e

1 �Os anexos citados neste capítulo podem ser encontrados no sítio http://www.manoleeducacao.com.br.

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Kandinsky Wassily (10)
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Medium 9789724418933

O VALOR DE UMA OBRA CONCRETA

Kandinsky, Wassily Grupo Almedina PDF Criptografado

O VALOR DE UMA OBRA CONCRETA

Publicado no n.º 5-6 da revista XX. Siècle, em 1938, este artigo continha uma continuação publicada no número seguinte. Trata-se de um texto escrito para o catálogo da Galeria Guggenheim.

Nele, Kandinsky interroga-se quanto ao papel da razão nas questões da arte. Poderemos basear nela uma opinião respeitante a uma obra?

A resposta é não: «Desconfiemos da razão pura em arte e não tentemos compreender a arte seguindo o perigoso caminho da lógica».

Este conselho retoma os temas do seu texto «Da compreensão da arte» (*), embora o ponto de vista seja diferente, uma vez que se trata aqui do problema dos critérios de julgamento da obra de arte.

A arte é o domínio do irracional, o único que resta aos homens num mundo esmagado pelo reinado da razão. Este irracional existe também na arte figurativa, sendo o objeto a ponte que permite ao artista entrar na pintura pura, se bem que ele goze de muito mais liberdade na pintura abstrata, na qual a supressão do objeto liberta e multiplica até ao infinito os meios de expressão.

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PINTURA ABSTRATA

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PINTURA ABSTRATA

Publicado em 1935, no n.° 6 da Kronick van Hedendaagse Kunst en Kultuur.

Tendo fugido da Alemanha nazi em 1933, Kandinsky encontrara refúgio em Paris. Paris era para ele um sonho já antigo, que a necessidade o forçou a realizar. Mas aí ir-se-ia encontrar muito isolado.

Como escreveu Miró, testemunha dessa época, «nessa altura, os mestres recusavam-se educadamente a recebê-lo, os críticos apelidavam-no de professor escolar e classificavam os seus quadros como obras de senhoras».

Foi uma grande deceção para Kandinsky, que já na Alemanha, em 1912, sofrera os ataques mais ferozes contra as suas teorias.

O texto que apresentamos dá testemunho da necessidade de se justificar e de explicar uma vez mais aquilo que criou.

Trata-se, portanto, de um artigo essencialmente polémico, no qual o autor se faz advogado da arte abstrata.

Nele encontramos, primeiro, uma reflexão sobre as diferentes denominações da arte abstrata: o termo «não-figurativo» exclui o objeto sem o substituir, o termo «absoluto» não vale muito mais.

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A ARTE ABSTRATA

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A ARTE ABSTRATA

Publicado na revista «Der cicerone» n.º 13, em 1925, este artigo era acompanhado de dez reproduções de obras de Kandinsky produzidas entre 1913 e 1924, assim como de uma xilogravura.

Neste texto é abordado o aspeto capital da contribuição teórica definida por Kandinsky: a conversão dos valores, que é feita no sentido do interior. O ponto de vista desloca-se do exterior para o interior, do material para o espiritual. Nesta «destituição do tema», verdadeira revolução copernicana da arte, se encontra a chave da abstração.

A arte abstrata foi precedida pela análise metódica do material exterior da arte, através do impressionismo, do neoimpressionismo e do cubismo. A partir de agora pode ser feita a análise do valor interior destas expressões da arte. É essa a tarefa da arte abstrata.

Os grandes problemas da nossa época, que são também os mesmos da arte nova, serão solucionados graças a um estudo preciso das expressões exteriores e do seu valor interior: são os problemas da arte sintética e da ciência estética, do conteúdo e da forma.

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ARTE CONCRETA

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ARTE CONCRETA

Publicada em março de 1938, na revista XX. Siècle, nº 1.

Kandinsky regressa à ideia de que todas as artes têm uma mesma raiz e que apenas os meios de expressão diferem. Mas até esta diferença entre os meios de expressão é destruída pelas leis enigmáticas da composição, que são as mesmas para todas as artes.

Deste modo, o parentesco entre a música e a pintura é evidente.

A música organiza os seus meios no tempo e a pintura organiza-os no plano, mas o tempo e o plano são medidos exatamente pela mesma intuição. A diferença entre tempo e plano parece de resto exagerada.

Num tom muito próximo da sua obra Do Espiritual na Arte, Kandinsky desenvolve este parentesco que para ele se encontra na origem da invenção da arte abstrata. Se existe uma identidade entre os impulsos criativos, existe também uma correspondência entre os efeitos artísticos. Recordamo-nos das correspondências entre sons e cores definidas na referida obra. Estes efeitos são correspondentes porque a pintura não é exclusivamente recebida pelo olho nem a música exclusivamente pelo ouvido, sendo que ambas as artes se dirigem aos cinco sentidos (tocar – impressão de picada ou de suavidade; odor – a violeta possui um «odor» diferente do «odor» do amarelo; gosto – pintura saborosa...). A arte produz, também efeitos psicológicos: podemos falar de pintura «fria», de música «glacial», os tons e os sons podem ser «quentes».

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A ARTE DE HOJE ESTÁ MAIS VIVADO QUE NUNCA

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A ARTE DE HOJE ESTÁ MAIS VIVA

DO QUE NUNCA

Em 1935, Christian Zervos publica um número especial dos Cahiers d’Art, destinada a demonstrar que «a arte de hoje está mais viva do que nunca», para responder às inquietações dos jovens.

A resposta de Kandinsky às questões colocadas a diferentes artistas é uma lição de sabedoria: não há receitas para transmitir aos jovens. A única receita seria a de terem como referência não as formas herdadas, mas sim o espírito da época, o «conteúdo» das obras de arte. Apenas conta a honestidade do artista e, de qualquer das maneiras, este não deve ser levado pelo gosto do público, isto se ele estiver seguro da autenticidade do seu caminho.

O jovem deve tomar em conta o conteúdo das formas de arte do passado, mas também as do mundo ambiente que ele, de resto, não

é obrigado a representar literalmente. A natureza, a vida, o mundo, a alma, são a única fonte da arte. As diferenças situam-se ao nível dos meios de expressão, tendo a expressão abstrata a vantagem de provocar vibrações puras, emoções mais livres e mais elásticas do que a expressão objetiva (assim se passa com a música com ou sem palavras, abstrata).

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Kubba Sam A A (14)
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Capítulo 6 - Leiaute de desenhos do projeto executivo

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

capítulo 6

Leiaute de desenhos do projeto executivo

Como vimos, a comunicação entre engenheiros, arquitetos e técnicos deve acontecer da forma mais clara possível no desenho. Para tanto, temos tipos de desenhos específicos para cada etapa do processo e que levam em conta todos os envolvidos. Você verá que existem desenhos não utilizados na construção em si, como os desenhos de apresentação, por exemplo, que servem como ferramenta de venda, e desenhos de desenvolvimento do projeto, que estabelecem o diálogo entre o arquiteto e o cliente. Além desses, este capítulo apresenta outros tipos de desenhos em que são abordados detalhes importantes, responsáveis por diferenciar desenhos de engenharia, de arquitetura, de estrutura, de instalações, entre outros.

Objetivos deste capítulo

Reconhecer os tipos de desenhos abordados e a finalidade de cada um.

Sintetizar que tipo de desenho é empregado em cada etapa do projeto.

Destacar os principais elementos dos desenhos de engenharia, de arquitetura, de estrutura, de instalações, do projeto hidrossanitário e do projeto elétrico.

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Apêndice 1 - Glossário

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

apêndice 1

Glossário

Abertura para ventilação Em geral, uma abertura no beiral ou no forro, a fim de permitir a circulação do ar retido sob a cobertura não isolada. O usual é cobri-la com uma tampa ou tela de metal.

ABS (Acrilonitrilo Butadieno Estireno) Um tipo de plástico utilizado para a fabricação de tubulações.

Acessível Adjetivo empregado para um terreno, uma edificação ou equipamento urbano ou parte deles que atenda aos requisitos de acessibilidade universal de qualquer tipo de usuário, inclusive aqueles com dificuldades de locomoção, como os cadeirantes.

Adendo Instrução escrita ou representada graficamente feita pelo arquiteto antes da execução do contrato, modificando ou interpretando os documentos que serão assinados, por meio de acréscimos, ressalvas, esclarecimentos ou correções. Um adendo se torna parte dos documentos do contrato quando eles entram em vigor.

Adesivo Material de solidarização utilizado para unir dois elementos.

Adobe Tijolo de argila não cozido empregado em muitos locais com clima quente e seco.

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Capítulo 2 - Desenhos técnicos e executivos: uma linguagem universal

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

Introdução

Há não muito tempo, algumas previsões diziam que, até o início do século XXI, os desenhos técnicos impressos já teriam se tornado obsoletos e não seriam mais utilizados em canteiros de obras.

Também sugeria-se que todas as informações relativas à construção seriam lidas diretamente na tela do computador, e não mais em desenhos impressos. Isso não apenas representaria maior eficiência, como economizaria uma tremenda quantidade de papel. Tais previsões não se materializaram. Ainda que plantas sejam regularmente visualizadas em telas de computadores e enviadas por meio deles, desenhos técnicos em papel continuam sendo o formato preferido em canteiros de obras. Em muitas partes do mundo, o esboço feito à mão e os desenhos técnicos ainda são a regra.

A leitura de desenhos técnicos consiste essencialmente na busca de informações em um projeto. A informação pode estar disposta em um desenho na forma de linhas, apontamentos, símbolos e tabelas. Normalmente, os itens estão localizados na legenda da prancha ou na área do desenho (por exemplo, em qualquer lugar do desenho fora do selo de prancha). Você deve ter em mente que os desenhos técnicos em geral vêm em jogos (conjuntos). Um jogo de plantas para um projeto de residência familiar pode conter um número pequeno de pranchas. Por outro lado, em um projeto de grande porte, um jogo completo de desenhos pode conter inúmeras pranchas para cada disciplina

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Capítulo 3 - Tipos de linha

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

Introdução

O alfabeto das linhas é uma linguagem universal compreendida por técnicos, arquitetos e engenheiros. Na verdade, as linhas são a base de todos os desenhos executivos. A fim de ler e entender os desenhos técnicos, você deve entender o uso das linhas. Por meio da combinação de diferentes espessuras, tipos e comprimentos, é possível descrever objetos graficamente com detalhe suficiente para permitir que alguém com entendimento básico de desenho técnico possa visualizar com precisão o tamanho e o formato. Como será explicado, as características das linhas, como espessura, interrupções e zigue-zagues, sempre têm um significado. Cada linha possui um desenho e uma espessura distintos para que se distingam das outras.

O desenho técnico é uma linguagem gráfica internacional que utiliza linhas, símbolos e notas para descrever uma edificação a ser construída; as próprias linhas são ferramentas expressivas em desenhos bem executados. Algumas linhas são desenhadas com determinada espessura, para que se destaquem claramente de outras informações no desenho, enquanto outras linhas são finas. As linhas finas não são necessariamente menos importantes do que as linhas espessas; apenas estão subordinadas a elas para fins de identificação. Desenhos que apresentem todas as linhas na mesma intensidade geralmente são difíceis de interpretar e de leitura muito monótona.

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Capítulo 7 - A interpretação de desenhos técnicos na indústria

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

Introdução

Um dos primeiros passos para aprender a ler os desenhos empregados pela indústria é se acostumar com os principais termos, símbolos e convenções de uso geral na indústria. Embora os pacotes atuais de CAD tornem a geração de desenhos industriais muito mais fácil, ainda é fundamental seguir as normas e convenções do setor.

Tolerância

A tolerância é a variação total que uma dimensão pode ter. Ela é basicamente definida como a diferença entre os limites superior e inferior. Trabalhar com dimensões básicas absolutas ou exatas é pouco prático e desnecessário na maioria dos casos; assim, o projetista deve fazer alguns cálculos, além de usar as dimensões básicas com uma variação aceitável. Portanto, o trabalho deve ser executado dento dos limites de precisão especificados no desenho. O entendimento claro das tolerâncias e folgas pode ajudar muito a prevenir erros que, embora pequenos, podem se tornar graves.

As tolerâncias são mostradas em um desenho como +/− determinado valor, seja uma fração ou um valor decimal. Os limites são os valores máximos e/ou mínimos prescritos para uma dimensão específica, enquanto as tolerâncias representam o valor total no qual determinada dimensão pode variar. As tolerâncias podem ser indicadas nos desenhos de diversas maneiras. A Figura 7.1 mostra três exemplos: A. O método unilateral, que é utilizado quando a variação do tamanho do elemento projetado é permitida apenas em uma direção; B. O método bilateral, quando a figura dimensionada mostra a variação aceitável em ambas as direções; e C. O método do dimensionamento limite, no qual tanto a medida máxima como a mínima é mostrada. A Figura 7.2 ilustra um método típico empregado para mostrar tolerâncias em orifícios e pinos. As superfícies que apresentam tolerâncias dimensionais têm características geométricas como o fato de serem cilíndricas ou perpendiculares a outras superfícies. A Figura 7.3 mostra símbolos típicos empregados em vez de notas (ou junto a elas) para mostrar as características geométricas que apresentam tolerâncias dimensionais.

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Landeira Fernandez J (15)
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Capítulo 12 - TRANSTORNOS DO SONO

Landeira-Fernandez, J. Grupo A PDF Criptografado

TRANSTORNOS DO SONO

188 poral do ciclo sono-vigília também pode ser confirmando a partir de nossa própria experiência.

Quanto mais tempo ficamos acordados, maior a nossa necessidade de dormir.

O sono é um estado de perda reversível, periódica e espontânea da consciência, em que se observa a presença de posturas estereotipadas, como ficar deitado com os olhos fechados, associadas à redução da atividade motora e processamento sensorial. Ao acordar, muitas vezes somos capazes de nos lembrar de imagens (predominantemente visuais) e vivências emocionais que experimentamos enquanto estávamos dormindo, as quais representam os sonhos.

Grande parte da aquisição do conhecimento acerca do sono e do sonho ocorreu com a observação de padrões de ondas elétricas do cérebro registradas por meio do eletroencefalograma (EEG). Além das ondas cerebrais, é importante também observar o movimento dos olhos e o tônus muscular, registrados, respectivamente, por meio do eletroculograma e do eletromiograma. Finalmente, pode-se ainda monitorar a atividade autonômica de uma pessoa durante o sono a partir de seus batimentos cardíacos e de seu padrão de respiração. Esses registros demonstram, de forma inequívoca, que o sono apresenta dois grandes períodos completamente distintos, denominados sono REM e sono não REM (NREM).

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Capítulo 8 - TRANSTORNOS DISSOCIATIVOS

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TRANSTORNOS DISSOCIATIVOS

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Fenômenos dissociativos podem ocorrer em pessoas normais e são comuns em nosso cotidiano. Eles ocorrem quando estamos devaneando e quando estamos tão concentrados em uma atividade – como ler um livro – que ficamos totalmente alheios ao ambiente. Da mesma forma, o estado de transe induzido por hipnose constitui, também, um fenômeno dissociativo. O indivíduo hipnotizado fica tão aderido à voz e às instruções do hipnotizador que ignora tudo mais que está ao redor.

Dessa forma, a impressão que temos de que nossa consciência é um fenômeno unitário e de que nossa atividade mental se expressa por meio de um processamento em série – ou seja, uma atividade mental de cada vez, ao longo de um processo contínuo – é relativamente falsa. Diversas funções mentais podem se manifestar concomitantemente. Nossa atividade mental funciona de forma paralela. Somos capazes de realizar várias tarefas de forma simultânea, embora grande parte dessas tarefas não sejam necessariamente agregadas a um sistema único de consciência ou de identidade.

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Capítulo 7 - TRANSTORNOS SOMATOFORMES

Landeira-Fernandez, J. Grupo A PDF Criptografado

capítulo 7

TRANSTORNOS

SOMATOFORMES

Todo ser vivo é dotado de instintos de autopreservação. Nesse sentido, para o ser humano nada é mais assustador do que algo que põe em risco a sua sobrevivência. Nossos órgãos sensoriais nos dão informações sobre o funcionamento do nosso corpo. Sensações desagradáveis transmitidas por eles podem ser bastante úteis, porque nos alertam sobre ameaças a nossa integridade física e nossa saúde corporal. Todavia, um sistema de automonitoramento, ou a interpretação dos sinais que ele detecta, pode estar alterado. Esse é o caso dos transtornos somatoformes.

Os transtornos somatoformes (ou somatomorfos) caracterizam-se pela presença de sintomas físicos (soma significa “corpo”) que não podem ser explicados por uma condição médica geral. Ou seja, há o componente subjetivo de um sofrimento localizado em alguma região corporal, mas exames clínicos e laboratoriais não revelam nenhuma alteração significativa que corresponda à queixa do paciente. Embora os sintomas físicos possam ser extremamente variados, desde dores de cabeça até a paralisia de um membro, todos compartilham uma mesma particularidade: a ausência de comprovação objetiva de uma doença.

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Capítulo 2 - TRANSTORNOS COGNITIVOS

Landeira-Fernandez, J. Grupo A PDF Criptografado

capítulo 2

TRANSTORNOS

COGNITIVOS

O termo cognição deriva da palavra latina cognitione, que significa conhecer. Representa o conjunto das funções mentais responsáveis pela aquisição, organização, interpretação e armazenamento de informações do mundo externo que possuem algum valor significativo para o indivíduo. São as habilidades cognitivas que nos permitem representar o mundo à nossa volta, prevendo e alterando o curso de eventos futuros. Dentre o grande número de funções cognitivas, destacam-se a consciência, a atenção, a orientação, a sensopercepção, a memória, o pensamento, a inteligência e as funções executivas. A seguir, discutiremos algumas dessas funções cognitivas.

A consciência é, sem dúvida, a mais complexa de todas as funções mentais. A própria palavra consciência é utilizada em nossa língua para expressar, pelo menos, dois processos mentais relativamente distintos. Assim, o termo consciência pode ser empregado para indicar a vivência subjetiva da atividade mental, o dar-se conta das vivências internas (pensamentos, sentimentos, recordações), dos estímulos corporais e do mundo externo (a sensopercepção). Nesse sentido, ela representa a integração de todos os processos psíquicos em determinado momento.

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Capítulo 6 - TRANSTORNOS DE ANSIEDADE

Landeira-Fernandez, J. Grupo A PDF Criptografado

116

Figura 6.1

TRANSTORNOS DE ANSIEDADE

Grupos de sinais e sintomas que caracterizam uma reação de ansiedade.

de atividades comportamentais, como inquietação, definida pela movimentação das mãos, dos pés ou de qualquer outra parte do corpo, ou por andar de um lado para o outro; e reações fisiológicas associadas, como sudorese, palpitação, náusea e a sensação de vazio no estômago.

Tanto o DSM-IV-TR como a CID-10 definem diferentes transtornos de ansiedade, dentre os quais estão o transtorno de pânico, a agorafobia sem história de transtorno de pânico, a fobia social, a fobia específica, o transtorno obsessivo-compulsivo, o transtorno de estresse agudo, o transtorno de estresse pós-traumático e o transtorno de ansiedade generalizada.

TRANSTORNO DE PÂNICO

O transtorno de pânico possui dois componentes principais: os ataques de pânico inesperados e recorrentes; e o medo e a preocupação constantes quanto a apresentar novos ataques de pânico.

Um ataque de pânico consiste em uma crise aguda de ansiedade de grande intensidade, de início abrupto e curta duração, com destaque para os seguintes sintomas: falta de ar (dispneia), vertigem, sensação de desmaio, palpitação, tremor, sudorese, náusea, formigamento

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