Alex Atala Fernando Campana Humberto Campana Jum Nakao (7)
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3. Intermezzo: convívio – Jum Nakao e colaboradores

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INTERMEZZO:

CONVÍVIO

JUM NAKAO E COLABORADORES

Década de 1970: abaixo o pudor de

/O paraíso e o inferno da experimentação digital 81 /Jum Nakao:

criar! 80

a criação não está no desenho 83

/Impacto. Porque a referência comercial é pouco comercial 84 /Quem quer ser

Pablo Picasso? A busca (ou não) da ruptura histórica 85

/Estamos mais

/A tese da explosão de criatividade 91 /Um corte e uma costura pessoais 92 /“Os criativos” não existem

96 /Malcriação? 97 /O talento insiste 98 /A questão é de convívio 99

/Esses “bichos criativos” 101 livres? 88

80

DÉCADA DE 1970: ABAIXO

O PUDOR DE CRIAR!

É nosso último encontro. Uma noite agitada pela abertura de exposições e eventos na cidade deixa a agenda dos convidados movimentada. Alex virá para a conversa com Jum algumas horas mais tarde – direto da cozinha, vestido em seu dólmã branco.

Iniciamos com Jum um debate livre, em que se revelam especialmente os conhecimentos profissionais e as preocupações dos convidados. Enrique Lipszyc, que fundou a Panamericana – Escola de Arte e Design em São Paulo, abre a conversação:

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4. Destinos – Alex Atala e Jum Nakao

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DESTINOS

ALEX ATALA E JUM NAKAO

A criação de pés no chão: técnica e

/Alex Atala: da imaginação à mesa 111 /Similaridade

112 /O ingrediente racionalidade 113

/Preguiça: o tempo de fazer nada 115 /Os tempos e seus pesos 117

/Manteiga de cacau! À exaustão, e utilidade 108

de novo, de novo, de novo... 118

/O que simboliza? Para que serve?

Por que gostamos? 119 /As lições de criação 119 /Jogos de espelhos 122 /Lindo! Delicioso!

Inesquecível! Bravo! Silêncio 124

/Autocrítica e autopromoção 125

/E agora, acabou? 127 /A imagem

do homem e a imagem do criador 129

/Repercussão 130

108

A primeira rodada de conversas desta noite durou duas horas, encerrada com o atrelamento, defendido pelo Jum, de limite e criatividade. Logo, Alex entra na sala – apressado, agitado, ritmado como a cozinha de restaurante exige. São 22 horas e todos querem ouvi-lo também. Alceu Baptistão reinicia o debate.

Brasília, com Cardozo contratado pela empresa de engenharia responsável. Foi ele quem conseguiu fazer a cúpula da Câmara Federal ficar elevada sobre o prédio do Congresso; são seus os números da curvatura que mantém em pé a

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5. Entrevistas

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ENTREVISTAS

Da Vinci e o moldureiro 137 fernando cocchiarale

O verdadeiro brasileiro 141 roberta cosulich

Vida independente, mundo sem dono 147 joão marcello bôscoli

Remixando vidas 153 reinaldo pamponet

O desejo em rede 161 fernando cocchiarale

Luzes, câmeras, indústria! 165 paulo borges

O mundo na ponta dos dedos 171 ricardo guimarães

Design, experiência humana 177 paula dib

Escola sem ficção 185 elenice lobo e gilson domingues

Realidade inventada 191 alceu baptistão

A importância econômica da criação 199 stephen rimmer

O imperativo da presença 207 ana carmen longobardi

Para se sentir vivo 213 charles watson

5

1

DA VINCI E O MOLDUREIRO

SOBRE A SEPARAÇÃO E O REENCONTRO DA

ARTE E DO ARTESANATO

FERNANDO COCCHIARALE, ARTISTA DE MÍDIA, FILÓSOFO E

PROFESSOR DE CRIAÇÃO

138

CRIAÇÃO

Este termo começou a ser usado para o trabalho do artista apenas no século 19. Surgiu como consequência do Romantismo, movimento intelectual e artístico do século 18, que pregava a ideia de originalidade e genialidade pessoal, e de separação entre arte e artesanato. Até então, arte e artesanato tinham sido sempre indiferenciados. A partir daquele momento, os produtos utilitários foram considerados atribuição exclusiva do artesão, e o artista, por outro lado, era quem elaborava os objetos destinados à contemplação.

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6. Um pouco de história

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223

UM POUCO

DE HISTÓRIA

224

DESIGN

UMA RESPOSTA À

“ARTE DE SALÃO”

Humberto lembra da escola de Walter Gropius, a Bauhaus, quando pensa no alcance popular da criação.

A Bauhaus foi o instituto de arquitetura e design criado por Gropius na cidade alemã de

Weimar, no início do século 20, com o desejo de que muitas das coisas que pareciam ser luxo se tornassem “normais entre as pessoas em um futuro próximo”. Design acessível.

Naquela época, despontavam endereços de arquitetura moderna ao redor do planeta. As formas geométricas, os materiais de escolha e outras características da Bauhaus – cimento, vidro, madeira sem adornos, ângulos retos, amplos ambientes abertos – deixavam para trás os detalhes rebuscados, os cantos em rococó, as marchetarias coloridas e os veludos e sedas decorativos, que vestiam objetos e compunham estilos com nomes em homenagem aos reis da França.

A chegada da modernidade ao design aconteceu no curso da Revolução Industrial e contou com o trabalho de duas figuras distintas: de um lado, o artesão-artista e, de outro, o artesão-máquina, operário de fábrica.

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1. Origens – Alex Atala, Fernando e Humberto Campana

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1

ORIGENS

ALEX ATALA,

FERNANDO E HUMBERTO CAMPANA

Criativos-comunicadores 4

/Aprender do

puro contato 6 /Sutilezas sem palavras 7

/Toda origem é permitida 8 /Linhas cruzadas 10 /Historia naturalis 12

/O trabalho (ou não) da angústia 13

/Os primeiros jovens do século 21 14

/A emergência das ideias 15 /O nascimento dos irmãos 16 /O partido do erro: andando fora da linha (de produção) 18

/Profissões sensoriais 18 /Punk! Sobre

quando o espelho desenquadrou o Alex 21

/Um vão, uma janela 22 /Brasileiros, com residência criativa 23 /Livre-docência sem cátedra nem beca 25 /O vazio entre atos 27 /Ponto de partida: ensinar e aprender criação 29 /O futuro: jogar xadrez com a vida 30 /O número 1 não

é eterno 33 /Tradução da Amazônia 35

/Concorrências 36 /Uma pausa 37

4

CRIATIVOS-COMUNICADORES

A conversa inaugural aconteceu no D.O.M.

Restaurante, à rua Barão de Capanema, nos

Jardins, em São Paulo, endereço do chef Alex

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Erick Reis Godliauskas Zen (9)
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IV GUERRAS, REVOLUÇÕES E INDEPENDÊNCIAS

Erick Reis Godliauskas Zen Editora Almedina PDF Criptografado

IV

GUERRAS, REVOLUÇÕES E INDEPENDÊNCIAS

Nas cidades de Tallinn e de Riga existem monumentos em homenagem à Revolução de 1905, que podem ser visitados facilmente.

Em Vilnius, a memória daquele importante movimento político está simbolizada pela beleza da construção do edifício que atualmente é a sede da filarmônica da Lituânia. Ao contrário do que ocorreu com os demais monumentos dedicados às revoluções, eles não foram destruídos ou estão abandonados. A Revolução de 1905 entrou para memória do Báltico como um passo importante para a conquista da independência.

A Revolução de 1905 tem importância diferente para Estônia,

Letônia e Lituânia do que normalmente encontramos nos livros de história geral e de geopolítica. Nesses, o movimento no Império Russo

é visto como um prenúncio ou “ensaio geral” da revolução Bolchevique de 1917. Nessa visão, o foco é a Revolução Comunista ou os desdobramentos da política em São Petersburgo e Moscou. Na periferia do

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V A PRIMEIRA INDEPENDÊNCIA — ESTÔNIA, LETÔNIA E LITUÂNIA

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V

A PRIMEIRA INDEPENDÊNCIA — ESTÔNIA,

LETÔNIA E LITUÂNIA

Os governos da Estônia, Letônia e Lituânia tiveram que enfrentar muitas dificuldades para estruturar Estados para os quais não havia precedentes na História Moderna. A infraestrutura havia sido devastada pelas guerras. As necessidades mínimas da população eram difíceis de serem alcançadas. A autonomia não estava completamente assegurada e mesmo a formação dos exércitos nacionais ainda precisava ser resolvida. Precisavam formar um Estado a partir das poucas estruturas administrativas que possuíam. O primeiro passo, depois de formar um exército em meio à Guerra, era organizar a legislação. Os três países adotaram constituições inspiradas nas mais modernas em vigor na

Europa, como a alemã da República de Weimar. Formaram parlamentos: Riigikogu na Estônia, Saeima na Letônia e Seimas na Lituânia.

Os partidos seguiam as mesmas divisões ideológicas dos países ocidentais com organizações de direita e de esquerda. Na Estônia e na Letônia, os partidos comunistas foram proibidos, pois lutaram do lado da União Soviética na guerra de independência. Nos primeiros anos, os partidos socialistas eram os maiores e mais influentes, mas a democracia no Báltico não iria durar muito tempo e eles rapidamente perderiam o poder.

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VIII GASTRONOMIA ENTRE O TÍPICO E O MODERNO

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VIII

GASTRONOMIA

ENTRE O TÍPICO E O MODERNO

Ao chegar em uma residência, a saudação se dará com um aperto de mãos e para os mais íntimos com um leve abraço. Não se troca beijos. Ao ingressar é preciso tirar os sapatos, pois o chão, em geral, é de madeira e nos dias com neve não é adequado entrar com as botas sujas e molhadas. Os mais velhos costumam levar a suas pantufas, às vezes, o anfitrião as oferece. Os mais novos ficam de meia sem constrangimentos. Se for necessário não há nenhum inconveniente em pedir para lavar os pés devido ao frio ou se a neve entrou pelo sapato. Nas casas e apartamentos, as áreas de sanitário e banho, em geral, são separadas.

Os anfitriões colocam os alimentos na mesa e o convidado deve se servir daquilo que desejar. No passado e entre os imigrados era comum colocar todos os alimentos disponíveis na casa na mesa para serem servido, mesmo porque não eram muitos. Hoje, já há uma seleção do que será oferecido. Não é necessário experimentar tudo ou beber todas as bebidas, apenas se servir do que pareça mais apetitoso. É respeitoso elogiar o que foi preparado na casa. Se quem recebe precisar de alguma coisa ele vai pedir para levar, se não pedir nada é educado, mas não obrigatório, levar alguma coisa. Se disser para não levar não leve. Uma característica dos comportamentos no Báltico é que ele é muito direto.

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I DELIMITANDO O BÁLTICO: LESTE OU OESTE? CENTRO OU NORTE?

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I

DELIMITANDO O BÁLTICO:

LESTE OU OESTE? CENTRO OU NORTE?

O mar Báltico está localizado no norte da Europa e banha o litoral da Escandinávia, da Europa continental e das ilhas da Dinamarca. Pelos estreitos de Skagerrak, Kattegat Storebaelt e Lillebaelt se comunica com o Mar do Norte, banhando: Dinamarca, Suécia, Finlândia, Rússia,

Estônia, Lituânia, Polônia e Alemanha.

Ao longo da história, o mar Báltico recebeu diversos nomes. Durante o período do Império Romano foi chamado de Mare Suebicum, em referência ao povo germânico dos suevos, e também de mar dos bárbaros.

Os povos escandinavos o denominaram “mar do leste” e os estonianos

“mar do oeste”. A palavra “báltico” foi escrita pela primeira vez na sua forma latina, Balticum, nos trabalhos de Adam de Bremen (1050–1085) sobre a história da igreja de Hamburgo. A palavra Báltico não era utilizada com frequência para descrever a região até o século XIX, quando o Império Russo passou a dominá-la. Inicialmente, os russos utilizavam a expressão “mar do oeste” para se referir à região. Aos poucos passaram a associar a palavra “báltico” aos germânicos que viviam principalmente nos territórios atuais da Estônia e da Letônia.

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VI O BÁLTICO SOVIÉTICO

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VI

O BÁLTICO SOVIÉTICO

No início de 2018, o corpo do General de Brigada Adolfas Ramanauskas,

Vanagas, foi encontrado no cemitério de Našlaičiai, em Antakalnis.

Ao que se sabe, ele foi preso em 1953, brutalmente torturado e assassinado pela polícia política da União Soviética: a KGB. Um ano depois, seu corpo foi enterrado sem identificação. Ramanauskas era um dos principais líderes da resistência armada à ocupação da Lituânia pela

União Soviética e lutou nas florestas por dez anos. Após a identificação do corpo, o governo da Lituânia decidiu realizar o seu enterro com as honras de Estado. O corpo foi removido para a cidade de Vilnius, onde foi realizada uma cerimônia fúnebre de dois dias e o enterro no cemitério de Antakalnis, no dia 6 de outubro. A cerimônia contou com as principais autoridades políticas e os líderes religiosos do país e causou comoção popular.

No plano internacional, a cerimônia foi contestada e houve um protesto formal da Rússia que considera ainda hoje os partisans que lutaram contra a invasão soviética como terroristas. O protesto russo, acrescentou que o cemitério onde foi realizado o enterro era também o local de homenagem aos soldados soviéticos que lutaram e derrotaram os nazistas que ocupavam a Lituânia.

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Kubba Sam A A (14)
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Capítulo 2 - Desenhos técnicos e executivos: uma linguagem universal

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Introdução

Há não muito tempo, algumas previsões diziam que, até o início do século XXI, os desenhos técnicos impressos já teriam se tornado obsoletos e não seriam mais utilizados em canteiros de obras.

Também sugeria-se que todas as informações relativas à construção seriam lidas diretamente na tela do computador, e não mais em desenhos impressos. Isso não apenas representaria maior eficiência, como economizaria uma tremenda quantidade de papel. Tais previsões não se materializaram. Ainda que plantas sejam regularmente visualizadas em telas de computadores e enviadas por meio deles, desenhos técnicos em papel continuam sendo o formato preferido em canteiros de obras. Em muitas partes do mundo, o esboço feito à mão e os desenhos técnicos ainda são a regra.

A leitura de desenhos técnicos consiste essencialmente na busca de informações em um projeto. A informação pode estar disposta em um desenho na forma de linhas, apontamentos, símbolos e tabelas. Normalmente, os itens estão localizados na legenda da prancha ou na área do desenho (por exemplo, em qualquer lugar do desenho fora do selo de prancha). Você deve ter em mente que os desenhos técnicos em geral vêm em jogos (conjuntos). Um jogo de plantas para um projeto de residência familiar pode conter um número pequeno de pranchas. Por outro lado, em um projeto de grande porte, um jogo completo de desenhos pode conter inúmeras pranchas para cada disciplina

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Capítulo 6 - Leiaute de desenhos do projeto executivo

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capítulo 6

Leiaute de desenhos do projeto executivo

Como vimos, a comunicação entre engenheiros, arquitetos e técnicos deve acontecer da forma mais clara possível no desenho. Para tanto, temos tipos de desenhos específicos para cada etapa do processo e que levam em conta todos os envolvidos. Você verá que existem desenhos não utilizados na construção em si, como os desenhos de apresentação, por exemplo, que servem como ferramenta de venda, e desenhos de desenvolvimento do projeto, que estabelecem o diálogo entre o arquiteto e o cliente. Além desses, este capítulo apresenta outros tipos de desenhos em que são abordados detalhes importantes, responsáveis por diferenciar desenhos de engenharia, de arquitetura, de estrutura, de instalações, entre outros.

Objetivos deste capítulo

Reconhecer os tipos de desenhos abordados e a finalidade de cada um.

Sintetizar que tipo de desenho é empregado em cada etapa do projeto.

Destacar os principais elementos dos desenhos de engenharia, de arquitetura, de estrutura, de instalações, do projeto hidrossanitário e do projeto elétrico.

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Apêndice 1 - Glossário

Kubba, Sam A. A. Grupo A PDF Criptografado

apêndice 1

Glossário

Abertura para ventilação Em geral, uma abertura no beiral ou no forro, a fim de permitir a circulação do ar retido sob a cobertura não isolada. O usual é cobri-la com uma tampa ou tela de metal.

ABS (Acrilonitrilo Butadieno Estireno) Um tipo de plástico utilizado para a fabricação de tubulações.

Acessível Adjetivo empregado para um terreno, uma edificação ou equipamento urbano ou parte deles que atenda aos requisitos de acessibilidade universal de qualquer tipo de usuário, inclusive aqueles com dificuldades de locomoção, como os cadeirantes.

Adendo Instrução escrita ou representada graficamente feita pelo arquiteto antes da execução do contrato, modificando ou interpretando os documentos que serão assinados, por meio de acréscimos, ressalvas, esclarecimentos ou correções. Um adendo se torna parte dos documentos do contrato quando eles entram em vigor.

Adesivo Material de solidarização utilizado para unir dois elementos.

Adobe Tijolo de argila não cozido empregado em muitos locais com clima quente e seco.

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Capítulo 3 - Tipos de linha

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Introdução

O alfabeto das linhas é uma linguagem universal compreendida por técnicos, arquitetos e engenheiros. Na verdade, as linhas são a base de todos os desenhos executivos. A fim de ler e entender os desenhos técnicos, você deve entender o uso das linhas. Por meio da combinação de diferentes espessuras, tipos e comprimentos, é possível descrever objetos graficamente com detalhe suficiente para permitir que alguém com entendimento básico de desenho técnico possa visualizar com precisão o tamanho e o formato. Como será explicado, as características das linhas, como espessura, interrupções e zigue-zagues, sempre têm um significado. Cada linha possui um desenho e uma espessura distintos para que se distingam das outras.

O desenho técnico é uma linguagem gráfica internacional que utiliza linhas, símbolos e notas para descrever uma edificação a ser construída; as próprias linhas são ferramentas expressivas em desenhos bem executados. Algumas linhas são desenhadas com determinada espessura, para que se destaquem claramente de outras informações no desenho, enquanto outras linhas são finas. As linhas finas não são necessariamente menos importantes do que as linhas espessas; apenas estão subordinadas a elas para fins de identificação. Desenhos que apresentem todas as linhas na mesma intensidade geralmente são difíceis de interpretar e de leitura muito monótona.

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Capítulo 5 - Tipos de vistas

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capítulo 5

Tipos de vistas

Já vimos que os desenhos são fundamentais para que exista comunicação adequada no setor da construção, por isso saber interpretá-los é indispensável. Este capítulo traz os princípios de projeção ortogonal (ou ortográfica), responsável por mostrar como o objeto é visto de todos os lados. Vamos aprender que uma única vista é quase sempre insuficiente para mostrar todos os detalhes do objeto de forma precisa. Além disso, você entenderá a importância de conhecer os símbolos de projeção e seus significados, assim como as notas, observações e outras informações possíveis. As vistas auxiliares, as diversas projeções e perspectivas também compõem este capítulo.

Objetivos deste capítulo

Comparar desenhos com duas e três vistas e vista única.

Interpretar adequadamente esses desenhos de acordo com as projeções ortogonais.

Identificar os símbolos de projeção.

Reconhecer as diferentes características entre projeções e desenhos.

Definir os princípios da perspectiva.

Kubba_05.indd 65

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Wassily (20)
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PINTURA ABSTRATA

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PINTURA ABSTRATAPublicado em 1935, no n.° 6 da Kronick van Hedendaagse Kunst en Kultuur.Tendo fugido da Alemanha nazi em 1933, Kandinsky encontrara refúgio em Paris. Paris era para ele um sonho já antigo, que a necessidade o forçou a realizar. Mas aí ir-se-ia encontrar muito isolado.Como escreveu Miró, testemunha dessa época, «nessa altura, os mestres recusavam-se educadamente a recebê-lo, os críticos apelidavam-no de professor escolar e classificavam os seus quadros como obras de senhoras».Foi uma grande deceção para Kandinsky, que já na Alemanha, em 1912, sofrera os ataques mais ferozes contra as suas teorias.O texto que apresentamos dá testemunho da necessidade de se justificar e de explicar uma vez mais aquilo que criou.Trata-se, portanto, de um artigo essencialmente polémico, no qual o autor se faz advogado da arte abstrata.Nele encontramos, primeiro, uma reflexão sobre as diferentes denominações da arte abstrata: o termo «não-figurativo» exclui o objeto sem o substituir, o termo «absoluto» não vale muito mais.

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TELA VAZIA

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TELA VAZIA

Publicado no n.º 5-6 da revista Cahiers de l’Art, em 1935.

Esta edição da revista era quase exclusivamente consagrada aos surrealistas. Kandinsky inseria-se nela de um modo bastante natural tendo em conta os numerosos contactos que os surrealistas haviam tido com ele desde a sua chegada a Paris em 1933. Convém a este propósito sublinhar que Kandinsky é o único pintor abstrato de quem

André Breton disse bem desde 1938 (1).

Aqui, de maneira quase fenomenológica, o autor dá-nos informações acerca da sua criação. Trata-se de uma tentativa, conforme aos objetivos gerais de Kandinsky, para aproximar de modo interior os meios e o conteúdo da sua arte.

O resultado é uma expressão literária, que retoma mesmo certas passagens dos seus poemas e que nos mostra o pintor em contacto com os meios da criação pictórica. Kandinsky define os três períodos do seu encontro com estes meios nos últimos 25 anos.

Antes da Primeira Guerra Mundial é o «diapasão dramático»:

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A ARTE DE HOJE ESTÁ MAIS VIVADO QUE NUNCA

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A ARTE DE HOJE ESTÁ MAIS VIVADO QUE NUNCAEm 1935, Christian Zervos publica um número especial dos Cahiers d’Art, destinada a demonstrar que «a arte de hoje está mais viva do que nunca», para responder às inquietações dos jovens.A resposta de Kandinsky às questões colocadas a diferentes artistas é uma lição de sabedoria: não há receitas para transmitir aos jovens. A única receita seria a de terem como referência não as formas herdadas, mas sim o espírito da época, o «conteúdo» das obras de arte. Apenas conta a honestidade do artista e, de qualquer das maneiras, este não deve ser levado pelo gosto do público, isto se ele estiver seguro da autenticidade do seu caminho.O jovem deve tomar em conta o conteúdo das formas de arte do passado, mas também as do mundo ambiente que ele, de resto, nãoé obrigado a representar literalmente. A natureza, a vida, o mundo, a alma, são a única fonte da arte. As diferenças situam-se ao nível dos meios de expressão, tendo a expressão abstrata a vantagem de provocar vibrações puras, emoções mais livres e mais elásticas do que a expressão objetiva (assim se passa com a música com ou sem palavras, abstrata).

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O VALOR DE UMA OBRA CONCRETA

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O VALOR DE UMA OBRA CONCRETA

Publicado no n.º 5-6 da revista XX. Siècle, em 1938, este artigo continha uma continuação publicada no número seguinte. Trata-se de um texto escrito para o catálogo da Galeria Guggenheim.

Nele, Kandinsky interroga-se quanto ao papel da razão nas questões da arte. Poderemos basear nela uma opinião respeitante a uma obra?

A resposta é não: «Desconfiemos da razão pura em arte e não tentemos compreender a arte seguindo o perigoso caminho da lógica».

Este conselho retoma os temas do seu texto «Da compreensão da arte» (*), embora o ponto de vista seja diferente, uma vez que se trata aqui do problema dos critérios de julgamento da obra de arte.

A arte é o domínio do irracional, o único que resta aos homens num mundo esmagado pelo reinado da razão. Este irracional existe também na arte figurativa, sendo o objeto a ponte que permite ao artista entrar na pintura pura, se bem que ele goze de muito mais liberdade na pintura abstrata, na qual a supressão do objeto liberta e multiplica até ao infinito os meios de expressão.

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ARTE CONCRETA

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ARTE CONCRETA

Publicada em março de 1938, na revista XX. Siècle, nº 1.

Kandinsky regressa à ideia de que todas as artes têm uma mesma raiz e que apenas os meios de expressão diferem. Mas até esta diferença entre os meios de expressão é destruída pelas leis enigmáticas da composição, que são as mesmas para todas as artes.

Deste modo, o parentesco entre a música e a pintura é evidente.

A música organiza os seus meios no tempo e a pintura organiza-os no plano, mas o tempo e o plano são medidos exatamente pela mesma intuição. A diferença entre tempo e plano parece de resto exagerada.

Num tom muito próximo da sua obra Do Espiritual na Arte, Kandinsky desenvolve este parentesco que para ele se encontra na origem da invenção da arte abstrata. Se existe uma identidade entre os impulsos criativos, existe também uma correspondência entre os efeitos artísticos. Recordamo-nos das correspondências entre sons e cores definidas na referida obra. Estes efeitos são correspondentes porque a pintura não é exclusivamente recebida pelo olho nem a música exclusivamente pelo ouvido, sendo que ambas as artes se dirigem aos cinco sentidos (tocar – impressão de picada ou de suavidade; odor – a violeta possui um «odor» diferente do «odor» do amarelo; gosto – pintura saborosa...). A arte produz, também efeitos psicológicos: podemos falar de pintura «fria», de música «glacial», os tons e os sons podem ser «quentes».

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Wassily Kandinsky (8)
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Apresentação, por Philippe Sers

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APRESENTAÇÃOKANDINSKY EM BUSCA DE UM MÉTODOPonto-Linha-Plano foi publicado em 1926 pela editoraAlbert Langen em Munique, com o arranjo gráfico de HerbertBayer.Era o nono volume da colecção dos Bauhaus Bücher dirigida por Walter Gropius e Lászlo Moholy-Nagy.Uma segunda edição surgiu em 1928. O título original eraPunkt und Linie zu Flache o que significa literalmente “(do) ponto e (da) linha em relação (com o) plano” (1).Kandinsky explica-nos que se trata de uma continuação orgânica do livro Do Espiritual na Arte. É a obra teórica capital do período da Bauhaus. Kandinsky vai completar 60 anos e quer continuar o seu esforço teórico.O grande passo em frente da pintura e a ignorância em que nos encontramos acerca do seu futuro exigem a constituição de uma verdadeira ciência da arte, já evocada no Espiritual.O objectivo último desta ciência será a grande síntese que ultrapassará os próprios limites da arte, permitindo ao artista dominar a sua criação por intermédio da sua ciência “aplicada”; é claro que é necessário proceder, antes de mais, no que diz respeito à pintura, a uma análise sistemática dos seus elementos. Ponto-Linha-Plano é, como indica o subtítulo, uma

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Prefácio à primeira edição

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PREFÁCIO À PRIMEIRA EDIÇÃOÉ talvez com algum interesse que faço notar que as ideias expostas neste pequeno livro constituem o desenvolvimento orgânico do meu livro Do Espiritual na Arte. É preciso que prossiga na direcção em que me comprometi.No início da Grande Guerra passei três meses em Goldach, junto ao lago de Constança, consagrando esse tempo quase exclusivamente à sistematização das minhas ideias teóricas, muitas vezes ainda vagas, com as minhas experiências práticas.Disso resultou uma documentação teórica assaz importante.Durante quase dez anos não lhe toquei e só recentemente se proporcionou a possibilidade de dela me ocupar de novo. Este livro é um apanhado desses trabalhos.Os problemas de uma muito recente ciência da arte colocados deliberadamente de uma maneira sucinta ultrapassam, numa evolução consequente, os limites da pintura e finalmente da própria arte. Aqui tento expor somente algumas referências— método analítico, tendo em conta os valores sintéticos.

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Plano original

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PLANO ORIGINAL113PONTO, LINHA, PLANO114Consideramos plano original a superfície material chamada a suportar a obra.Designá-lo-emos a partir de agora por P.O.O P.O. é, esquematicamente, limitado por duas linhas horizontais e duas verticais e é definido, assim, como um ser autónomo no domínio daquilo que o rodeia.Visto que conhecemos as propriedades das linhas horizontais e verticais, a sonoridade do P.O. torna-se evidente: dois elementos de calma fria e dois elementos de calma quente formam o acorde de dois sons de calma que define a sonoridade serena e objectiva do P.O.A predominância de uma tendência ou de outra, quer dizer, o predomínio do comprimento ou da altura faz prevalecer, consoante o caso, a sonoridade objectiva do frio ou do quente.Assim, os elementos separados são implantados, desde o começo, numa atmosfera mais ou menos fria ou quente e a própria inserção de muitos elementos opostos não faz esquecer totalmente este ambiente — facto a não descurar nunca. É evidente que esse fenómeno oferece inúmeras possibilidades de composição.

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Prefácio à segunda edição

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PREFÁCIO À SEGUNDA EDIÇÃODesde 1914, o ritmo da nossa época parece tornar-se cada vez mais rápido. As tensões internas aceleram esse ritmo em todos os domínios que conhecemos. Um só ano corresponde a, pelo menos, dez anos de um período “calmo”, “normal’:O ano que decorreu desde a primeira edição deste livro poderia contar por dez. O desenvolvimento, tanto analítico como sintético, interveniente na teoria assim como na prática— desenvolvimento que afectou não só a pintura mas também as outras artes ao mesmo tempo que as ciências “positivas” e“humanas” — confirma a exactidão do princípio que serviu de base à presente obra.Para já, não existe senão uma maneira de o desenvolver: multiplicar os casos particulares ou os exemplos, o que provocaria o alongar do texto. Por razões práticas a isso renunciei.Decidi, portanto, reeditar a primeira edição sem alterações.DessauJaneiro de 1928KANDINSKY21PONTO, LINHA, PLANO

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Medium 9789724412856

Linha

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LINHA59PONTO, LINHA, PLANO60A linha geométrica é um ser invisível. É o rasto do ponto em movimento, portanto, é o seu produto. Nasceu do movimento, e isto pelo aniquilamento da imobilidade suprema do ponto. Aqui dá-se um salto do estático para o dinâmico.A linha é, portanto, o maior contraste do elemento originário da pintura que é o ponto. Na verdade, a linha pode ser considerada um elemento secundário.As forças exteriores que transformam o ponto em linha Origem podem ser de naturezas muito diferentes. A diversidade de linhas depende do número destas forças e das suas combinações.No fim de contas, todas as formas lineares podem ser agrupadas nos dois casos seguintes:1. acção de uma força, e2. acção de duas forças: a) efeito alternado de duas forças, única ou repetida, b) efeito simultâneo de duas forças.I.A.Quando uma força exterior faz mover o ponto numa A linha direcção determinada, cria-se o primeiro tipo de linha que recta mantém inalterável a direcção tomada, com uma tendência para continuar sempre a direito em direcção ao infinito.

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