Aldir Jos Coelho Corr A Da Silva (27)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

LIÇÃO 4: Formatando texto

PDF Criptografado

LIÇÃO

4

Formatando texto

Depois desta lição, você será capaz de:

Usar a barra de ferramentas Formatação para formatar texto.

Aplicar efeitos de caracteres ao texto.

Alinhar texto.

Recortar e colar texto.

Usar Colar Especial.

Usar o recurso de arrastar e soltar para editar texto.

Usar o recurso de coletar e colar.

Aplicar estilos.

Criar uma borda de parágrafo.

Adicionar sombreamento a um parágrafo.

Visualizar um documento.

Imprimir um documento.

TERMOS-CHAVE

Alinhar à Direita

Alinhar à Esquerda

Área de transferência

Área de Transferência do Office arquivo de origem atributo

Centralizar estilo incorporar

Justificar

Modo de Visualização de

Impressão objeto vinculação e incorporação de objetos (OLE, object linking and embedding) vincular sombreamento

Você alguma vez já desejou alterar o formato e o layout de um documento para dar

ênfase a palavras e frases-chave? Ou já leu um documento que criou e imprimiu só para descobrir que as informações da página 3 deveriam estar onde estão as informações da página 2? O Microsoft Word 2003 tem vários recursos para ajudá-lo a criar e formatar documentos da maneira que você quiser. O Word também permite que você mova e copie informações em toda a extensão de um documento ou até mesmo para outro documento.

Ver todos os capítulos

LIÇÃO 9 Adicionando elementos gráfi cos ao PowerPoint

PDF Criptografado

LIÇÃO

9

Adicionando elementos gráficos ao PowerPoint

Depois desta lição, você será capaz de:

Alterar o layout de um slide.

Inserir uma imagem de clip-art.

Dimensionar uma imagem.

Recolorir uma imagem de clip-art.

Inserir e modificar uma foto.

Inserir e modificar WordArt.

TERMOS-CHAVE

clip-art

dimensionamento

A inclusão de elementos gráficos em uma apresentação do PowerPoint pode ajudá-lo a transmitir sua mensagem e a melhorar a aparência dos slides. Imagens de clip-art e fotografias podem atuar como ilustrações do conteúdo do slide ou dar o tom que você deseja definir para a apresentação. Para um tópico leve de apresentação, por exemplo, imagens de clip-art engraçadas podem divertir seu público.

Uma apresentação relacionada à viagens pode ficar muito melhor com fotografias ilustrando o destino que estiver sendo discutido.

Você usará comandos do menu Inserir e da barra de ferramentas Desenho para inserir objetos gráficos como imagens de clip-art, fotografias e texto estilizado. Uma vez que tiver um objeto gráfico no slide, ferramentas da barra de ferramentas Imagem e outras barras de ferramentas especializadas o ajudarão a modificar e personalizar seus elementos gráficos.

Ver todos os capítulos

LIÇÃO 6 Aplicando e modificando modelos de design

PDF Criptografado

LIÇÃO

6

Aplicando e modificando modelos de design

Depois desta lição, você será capaz de:

Entender e aplicar os modelos de design.

Entender os mestres do PowerPoint.

Modificar espaços reservados mestres.

Formatar texto mestre.

Formatar marcadores.

Ajustar o recuso do texto mestre.

Reaplicar um layout de slide.

Ocultar objetos de plano de fundo.

Salvar uma apresentação como modelo.

TERMOS-CHAVE

marcador de margem marcadores de recuo mestres modelo de design

recuo deslocado slide mestre título mestre

Um modelo de design é um arquivo de apresentação que tem um conjunto predefinido de características de cor e texto. Você pode criar uma apresentação com base em um modelo ou aplicar um modelo a uma apresentação existente. Quando aplicar um modelo a uma apresentação, os slides assumirão as características do modelo, para que você possa manter um design uniforme em toda a apresentação. O PowerPoint usa mestres que controlam a aparência das partes individuais da apresentação, inclusive a formatação, cor, elementos gráficos e inserção de texto. Toda apresentação tem um conjunto de mestres, um para cada modo de exibição.

Ver todos os capítulos

LIÇÃO 13 Criando uma apresentação na Internet

PDF Criptografado

LIÇÃO

13

Criando uma apresentação na Internet

Depois desta lição, você será capaz de:

Criar um slide de resumo.

Inserir um hiperlink em um slide, um arquivo do Excel e um site da Web.

Criar um botão de ação.

Visualizar uma apresentação como página da Web.

Salvar e publicar uma apresentação como página da Web.

Adicionar uma assinatura digital.

TERMOS-CHAVE

Assinaturas digitais

Botões de ação

Hiperlinks

Você pode usar o Microsoft PowerPoint para publicar uma apresentação na World

Wide Web de modo que ela possa ser vista em toda a Internet. Use um dos slides da apresentação como página inicial de um site. Você pode adicionar links e botões de ação a uma apresentação que fiquem ativos no modo de apresentação de slides ou on-line e lhe permitam saltar para diferentes slides, outros arquivos ou outros sites da Web. Após visualizar uma apresentação como página da Web e fazer os ajustes finais em suas configurações, você pode publicar a apresentação como página da

Web para que outras pessoas possam visualizá-la. Para garantir a seus usuários que a apresentação da Web não mudou desde que foi concluída, você pode atribuir uma assinatura digital a ela.

Ver todos os capítulos

APÊNDICE A Personalizando o PowerPoint

PDF Criptografado

APÊNDICE

A

Personalizando o PowerPoint

O Microsoft PowerPoint tem muitas configurações opcionais que podem afetar a exibição na tela ou a operação de certas funções. Você pode alterar as configurações opcionais do PowerPoint para personalizar a maneira de trabalhar e executar tarefas. Por exemplo, é possível alterar as barras de ferramentas para que as ferramentas que você usa com mais freqüência fiquem mais fáceis de achar. Ou você pode alterar o tipo de fonte e o estilo de texto iniciais que aparecem nas caixas de texto. Se executa com freqüência uma tarefa repetitiva no PowerPoint, também pode gravar a seqüência de etapas como uma macro para automatizar a tarefa e economizar tempo.

Neste apêndice, você aprende a personalizar a exibição na tela do PowerPoint de um modo que atenda as suas necessidades. Aprende a alterar suas barras de ferramentas para que as ferramentas que usa com mais freqüência fiquem fáceis de achar. Também descobre como personalizar seus atributos padrão de fonte e desenho. Para concluir, você cria macros que o ajudarão a automatizar uma tarefa repetitiva e aprende sobre os suplementos do PowerPoint.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Alexandre Da Silva Carissimi Juergen Rochol Lisandro Zambenedetti Granville (8)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

5 nível de rede

PDF Criptografado

208

Redes de Computadores

Este é o principal objetivo da camada de rede e, para atingi-lo, cria-se a abstração de uma rede lógica única e a noção de roteamento. Este capítulo tem por objetivo discutir os principais conceitos, técnicas e algoritmos envolvidos no nível ou na camada.

Para ilustrar na prática a aplicação desses tópicos, é feita a análise, como estudo de caso, do Internet Protocol (IP).

No capítulo 1 definimos, de forma abrangente, rede de informação como “um conjunto de sistemas de processamento interligados através de um meio de comunicação de forma a permitir a troca de informações entre si”. A generalização desse conceito é a interconexão de diferentes redes formando uma única rede denominada de inter-rede, do inglês internet1. A camada de rede é a responsável pela criação da abstração inter-rede, fornecendo uma visão lógica de uma rede única e provendo o encaminhamento de informações de uma origem a um destino. Para melhor compreender esses conceitos, é necessário entender seu contexto de aplicação e a sua terminologia.

Ver todos os capítulos

4 nível de enlace

PDF Criptografado

160

Redes de Computadores

A comunicação entre dois equipamentos geograficamente separados envolve uma infraestrutura física de comunicação que é formada pela interligação, ponto-a-ponto, de vários dispositivos intermediários. Essa ligação entre cada par de pontos ao longo de um caminho é o que se denomina de enlace (link, em inglês). Uma característica importante a ressaltar sobre essa infraestrutura é que, entre a origem e o destino, pode existir um número variado de enlaces, cada um empregando um diferente tipo de tecnologia de interconexão. Na prática, um enlace é composto por um meio físico de transmissão, como um par trançado de fios de cobre, uma fibra

óptica ou o próprio ar. De acordo com o tipo de interconexão empregado, o enlace pode ser de uso dedicado entre dois dispositivos (ponto-a-ponto) ou compartilhado entre vários (broadcast).

Para melhor compreendermos o conceito de enlace, podemos usar como analogia uma viagem de Porto Alegre a Lyon, na França. Inicialmente, vamos de casa ao aeroporto de carro; depois, de Porto Alegre a São Paulo de avião; de São Paulo a Paris, novamente de avião; de Paris a Lyon, é possível irmos de trem e, finalmente, da estação de trem até o nosso destino final, de táxi. Cada um desses trechos é um enlace com tecnologia própria.

Ver todos os capítulos

3 nível físico

PDF Criptografado

96

Redes de Computadores

O canal físico, no caso, representa qualquer meio físico como, por exemplo, um par de fios, um cabo coaxial, mas também pode ser um canal de rádio frequência (RF) em sistemas sem fio, uma fibra óptica em sistemas ópticos ou qualquer canal tributário definido logicamente e fisicamente dentro de um agregado de multiplexação de uma hierarquia de multiplexação digital, como será visto no item 3.5.

3.1

serviços e funções do nível físico

Dentro das diversas funções elaboradas pelas entidades do nível físico (NF), podemos destacar as seguintes:

1 ativação e desativação de um enlace físico ;

2 concatenação de diversos enlaces físicos para obtenção de uma conexão física ; codificação e decodificação de canal; multiplexação/demultiplexação de canais lógicos em um meio físico; controle e sincronização da transmissão e recepção de dados (bits); supervisão, manutenção e controle de qualidade de enlaces físicos e conexões físicas.

A partir dessas funções, o NF elabora serviços que são oferecidos ao Nível de Enlace de dados (NE), entre eles destacamos:

Ver todos os capítulos

1 introdução

PDF Criptografado

22

Redes de Computadores

De lá para cá, houve sensacionais avanços tecnológicos, tanto no desempenho dos minicomputadores, que passaram a se chamar de computadores pessoais, como nas tecnologias de redes de computadores, as chamadas redes de informação. Hoje, as duas áreas estão intimamente relacionadas e são conhecidas como tecnologias de informação e comunicação ou simplesmente TIC.

A Internet passou, de simples curiosidade acadêmica, na década de 80, a uma onda avassaladora em nível mundial durante a década de 90, revolucionando as atividades humanas em todos os seus aspectos; econômicos, sociais, políticos, profissionais, educacionais, religiosos e culturais. Os impactos dessa revolução ainda não foram bem avaliados pelos economistas e cientistas sociais.

As redes de informação se tornaram extremamente heterogêneas, tanto em relação

às suas tecnologias como nas suas aplicações. Os computadores não mais realizam as suas tarefas de forma isolada, mas integrados em rede, dispondo de fontes de informação e recursos on-line inimagináveis. A simbiose entre computador, comunicações e rede oferece uma sinergia que extrapola as simples funções dessas áreas de forma isolada. O computador tornou-se uma espécie de interface inteligente por meio da qual o usuário dispõe de informações, serviços e aplicações de forma ubíqua, ou seja, a qualquer hora, de qualquer lugar e com qualquer tipo de informação. De simples redes de dados, ou redes de computadores, que carregavam essencialmente dados de computadores, passamos para redes com integração de serviços, que fornecem serviços baseados em imagens e voz em tempo real, além de dados em todas as suas múltiplas formas imagináveis.

Ver todos os capítulos

6 nível de transporte

PDF Criptografado

266

6.1

Redes de Computadores

o papel do nível de transporte

As redes de computadores, como observado anteriormente, são utilizadas como mecanismo para a troca de dados entre processos que rodam nos computadores interconectados. As redes são normalmente complexas porque são formadas por uma grande diversidade e quantidade de dispositivos (por exemplo, roteadores, pontes e firewalls). Além da heterogeneidade e do número de equipamentos, as redes são também complexas pelo número de enlaces que interligam tais equipamentos e pelas tecnologias utilizadas na implementação da comunicação nesses enlaces.

Não é interessante que um processo em um computador tenha que se preocupar com a complexidade da rede utilizada, por exemplo, pensando qual caminho na rede deve utilizar para entregar um dado a um computador que abriga o processo de destino.

Desse ambiente de redes complexas é que surge a necessidade do nível de transporte, cuja função é justamente a de tornar a complexidade das redes transparente aos processos, de forma que esses não tenham que se preocupar, durante as comunicações, com tal complexidade. Para isso, o nível de transporte faz a intermediação no acesso dos processos à rede de computadores utilizada, implementando uma visão menos complexa da rede originalmente complexa.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Altair Dias Caldas De Moraes (9)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

LIÇÃO 4 Alterando opções de impressão

PDF Criptografado

LIÇÃO

4

Alterando opções de impressão

Depois desta lição, você será capaz de:

Adicionar cabeçalho e rodapé a uma planilha.

Alterar margens e centralizar uma planilha.

Alterar a orientação e a escala de uma planilha.

Adicionar e excluir quebras de página.

Definir e limpar uma área de impressão.

Definir outras opções de impressão.

TERMOS-CHAVE

cabeçalho escala orientação

resolução rodapé

Uma das maneiras mais fáceis de compartilhar informações em uma planilha ou pasta de trabalho é imprimir cópias para outras pessoas examinarem. Por exemplo, no informe anual do resort Adventure Works, a coordenadora de atividades distribui cópias de uma planilha do Excel que resume a receita anual referente ao aluguel de equipamentos esportivos. Ela tira vantagem de vários recursos do Excel para tornar as planilhas mais legíveis e mais atraentes.

Adicionando cabeçalhos e rodapés, a coordenadora de atividades pode imprimir informações sobre a planilha (como o título, a data em que a planilha foi impressa e o autor) em cada página. Ela pode ajustar o tamanho das margens e alterar a orientação da planilha; aumentar ou reduzir o tamanho da planilha para que todas as informações caibam em uma página; centralizar o conteúdo em uma página para fins de legibilidade; para manter as informações da planilha confidenciais, ela pode especificar que partes imprimir e que partes não imprimir; finalmente, pode inserir quebras de página para melhorar a leitura.

Ver todos os capítulos

LIÇÃO 2 Editando e formatando planilhas

PDF Criptografado

LIÇÃO

2

Editando e formatando planilhas

Depois desta lição, você será capaz de:

Ajustar o tamanho de linhas e colunas.

Alinhar o conteúdo das células.

Localizar e substituir conteúdo de células.

Inserir e excluir células, linhas e colunas.

Recortar, copiar, colar e limpar células.

Usar técnicas adicionais de colar.

TERMOS-CHAVE

altura de linha

Área de transferência do Office colar

Colar especial coletar e colar copiar

largura de coluna limpar pontos recortar seqüência de caracteres

O Microsoft Excel fornece ferramentas que dão a você grande flexibilidade na alteração da aparência dos seus dados e da estrutura das suas planilhas. Com pouco esforço, você pode ajustar o espaçamento, o alinhamento e a aparência do tipo de letra para tornar sua planilha mais fácil de visualizar, acompanhar e atualizar; elas também são mais fáceis de serem usadas pelos outros.

Você pode alterar a maneira como os números são exibidos para que a aparência corresponda ao tipo de números que estão sendo usados. Por exemplo, se você inserir valores de vendas em uma planilha, poderá formatá-los para que se pareçam com valores monetários. Isso é, se você digitar 1455 em uma planilha, pode formatar esse número para que ele apareça como $1.455.

Ver todos os capítulos

LIÇÃO 5 Organizando planilhas e exibição de janela

PDF Criptografado

LIÇÃO

5

Organizando planilhas e exibição de janela

Depois desta lição, você será capaz de:

Ampliar e reduzir uma planilha na tela.

Ocultar e reexibir linhas e colunas.

Congelar e descongelar linhas e colunas.

Mover entre planilhas em uma pasta de trabalho.

Adicionar e excluir planilhas em uma pasta de trabalho.

Copiar e mover planilhas em uma pasta de trabalho.

Classificar dados.

Aplicar filtros aos dados.

TERMOS-CHAVE

congelar filtro ocultar

ordem crescente ordem decrescente zoom

Ao trabalhar com o Excel, é provável que você crie planilhas que contêm mais dados do que pode ser visualizado ao mesmo tempo na tela. Você também talvez precise distribuir dados relacionados entre várias planilhas e pastas de trabalho.

Felizmente, o Excel oferece vários métodos que permitem que você trabalhe com o conteúdo de planilhas grandes ou com o conteúdo que se estende por várias planilhas e pastas de trabalho. Esses métodos incluem opções de visualização diversas, a capacidade de adicionar ou excluir planilhas em uma pasta de trabalho, e maneiras de classificar e limitar os dados que são exibidos.

Ver todos os capítulos

LIÇÃO 9 Usando o Excel com a Internet

PDF Criptografado

LIÇÃO

9

Usando o Excel com a

Internet

Depois desta lição, você será capaz de:

Criar e editar hiperlinks nas planilhas.

Salvar planilhas e pastas de trabalho como páginas da Web.

Enviar pastas de trabalho via e-mail.

Adicionar comentários a células da pasta de trabalho.

Visualizar e editar comentários.

TERMOS-CHAVE

hiperlink

Hypertext Markup Language

(HTML)

Com o Microsoft Excel, você pode compartilhar seus dados com outros usuários através da Internet. É possível enviar pastas de trabalho do Excel via e-mail. Você pode também salvar os arquivos do Excel como páginas da Web para serem visualizados em um navegador da Web até por pessoas que não têm o Excel. E você pode melhorar sua planilha usando hiperlinks para referenciar arquivos afins ou páginas da Web. Finalmente, você e seus colegas podem melhorar os dados da pasta de trabalho adicionando comentários que oferecem uma percepção de porque as vendas foram tão boas em um determinado dia ou se um produto poderá ser descontinuado.

Nesta lição, você aprenderá a usar o Excel com a Internet. Você vai inserir e modificar os hiperlinks em uma planilha, salvar uma pasta de trabalho como uma página da Web e enviar uma pasta de trabalho via e-mail. Você também aprenderá a gerenciar comentários para células da planilha.

Ver todos os capítulos

LIÇÃO 7 Executando cálculos básicos

PDF Criptografado

LIÇÃO

7

Executando cálculos básicos

Depois desta lição, você será capaz de:

Construir fórmulas.

Copiar fórmulas.

Usar referências de célula absoluta e relativa.

Editar fórmulas.

Usar a função SOMA e a AutoSoma.

Inserir funções Data.

Entender as funções estatísticas básicas.

Trabalhar com fórmulas tridimensionais.

TERMOS-CHAVE

AutoSoma

Barra de fórmulas fórmula fórmula tridimensional

função referências absolutas referências relativas

Com o Microsoft Excel, você pode facilmente executar cálculos comuns e complexos. Além de adicionar, subtrair, multiplicar e dividir, você pode calcular o total e computar a média de um conjunto de valores. Com cálculos básicos, é possível avaliar valores de lucro de receitas e despesas e calcular salários de funcionários a partir de horas trabalhadas e taxas de pagamento. Esses são apenas alguns exemplos dos cálculos que o Excel pode executar.

No resort Adventure Works, o gerente de reservas está preparando um relatório sobre taxas de férias anuais. Para começar, ele encontra o número total de noites que cada tipo de quarto esteve ocupado. Depois, calcula o número médio de quartos ocupados por noite. Finalmente, calcula a taxa de ocupação para cada tipo de quarto. Os resultados desses cálculos o ajudam a planejar a próxima estação e programar as renovações de cabine para o período do ano em que a demanda é mais baixa.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Alves William Pereira (13)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

8 - Criação do Banco de Dados

PDF Criptografado

8

Criação do

Banco de Dados

Para começar

Neste capítulo estudaremos a definição da estrutura das tabelas que devem compor o banco de dados do site; a criação do banco de dados do projeto e a execução de códigos SQL para criação das tabelas.

8.1 Estruturação das tabelas

No Capítulo 4, vimos a definição da estrutura das diversas entidades para armazenamento de dados que compõem nosso projeto. Vamos retornar a elas para nos lembrarmos quais são os atributos que devem formar as estruturas das tabelas do banco de dados.

Tabela 8.1 – Entidade: Corretores

Nome do atributo

Descrição

Chave primária/

Chave estrangeira

Tipo de dado

Tamanho

Formatação

Domínio

Obrigatório

Código do corretor

Código de identificação do corretor

Nome do corretor

Nome do corretor

Alfanumérico

50

Sim

Telefone celular

Número do telefone celular

Alfanumérico

20

Ver todos os capítulos

5 - Estruturação do Projeto – Modelagem de Casos de Uso

PDF Criptografado

Estruturação do Projeto –

Modelagem de

Casos de Uso

5

Para começar

Neste capítulo estudaremos a especificação das funcionalidades do sistema; os tipos de requisitos; os conceitos e desenvolvimento de Casos de Uso e os fundamentos de UML.

5.1 Especificação do sistema

No capítulo anterior, estudamos os aspectos conceituais necessários ao projeto de um sistema, utilizando a análise essencial e seus diversos recursos, como diagramas e lista de eventos.

Neste capítulo aprofundaremos mais o estudo abordando outras atividades que fazem parte do processo de desenvolvimento de um sistema. Você poderá notar que no decorrer da realização dessas atividades serão gerados automaticamente documentos do sistema.

Vamos iniciar com a especificação do sistema. Nessa fase encontramos uma etapa conhecida como concepção do sistema, que pode ser dividida em três partes assim denominadas: levantamento dos requisitos, organização dos requisitos e planejamento do desenvolvimento.

Ver todos os capítulos

13 - JavaScript

PDF Criptografado

13

JavaScript

Para começar

Neste capítulo estudaremos os conceitos básicos da linguagem JavaScript.

13.1 Apresentação da linguagem JavaScript

JavaScript é uma linguagem de script, desenvolvida no ano de 1995 por Brendam Eich, da

Netscape, com base em outra linguagem denominada EMACScript. Inicialmente foi chamada de

LiveScript. Essa linguagem é utilizada na criação de pequenas rotinas (scripts) que podem ser inseridas no corpo de documentos HTML. No entanto, existem algumas particularidades e diferenças em relação ao Java propriamente dito.

Uma linguagem de script assemelha-se a qualquer outra, com a exceção de que ela somente pode ser executada dentro de um ambiente (no caso específico, o navegador de Internet). Assim, não é possível criar um aplicativo completo que seja autoexecutável. Isso significa que uma aplicação escrita em JavaScript sempre depende do seu navegador para ter alguma funcionalidade.

Essa linguagem também permite o desenvolvimento desde rotinas simples até as mais sofisticadas.

Ver todos os capítulos

1 - Uma Revisão de Conceitos

PDF Criptografado

1

Uma Revisão de Conceitos

Para começar

Neste capítulo, estudaremos os conceitos de bits e bytes; uma pequena visão da história dos números e sistemas de numeração, com descrição dos sistemas numéricos decimal, binário e hexadecimal; os conceitos de redes e protocolos e os fundamentos da internet.

1.1 Bits e bytes

Vamos iniciar nosso estudo com uma pequena recapitulação de alguns conceitos básicos, mas necessários para um melhor entendimento do que será visto mais à frente.

Hoje é comum encontrarmos nos lares microcomputadores com as mais diversas configurações, velocidade e capacidade de processamento. Mas nem sempre foi assim. Os computadores surgiram por causa das necessidades militares, principalmente após a Segunda Guerra Mundial, tanto nos Estados Unidos quanto na Inglaterra. E sendo uma invenção militar, por anos sua utilização ficou restrita às forças armadas desses países e quando muito às instituições acadêmicas (como universidades), órgãos do governo e centros de pesquisa.

Ver todos os capítulos

6 - Definição da Interface

PDF Criptografado

6

Definição da

Interface

Para começar

Neste capítulo estudaremos os fundamentos e a importância da interface entre humano e máquina; os tipos de qualidade do software; a evolução das interfaces com o usuário; interface caractere × interface gráfica; a prototipação de interfaces e as categorias de padrões de interfaces para sistemas web.

6.1 Fundamentos da interface humano-computador

Antes de partirmos para a definição do layout do nosso site, faz-se necessária uma pequena introdução aos fundamentos da interface humano-computador. Esse assunto é importante tendo em vista que se trata de uma área de estudo da forma como as pessoas interagem com os sistemas computacionais durante a realização de suas atividades. Esse estudo visa aprimorar a interface desses sistemas de maneira a deixá-los mais agradáveis em sua utilização, como, por exemplo, a identificação fácil de suas funcionalidades e opções.

O objetivo principal dessa área da computação é permitir que sejam desenvolvidas interfaces tão simples que o usuário seja capaz de utilizá-las naturalmente, sem ter a preocupação de entender como funciona cada elemento que as compõem.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Andr Peres C Sar Augusto Hass Loureiro Marcelo Augusto Rauh Schmitt (7)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Capítulo 4 - Controle de tráfego com TCNG

PDF Criptografado

capítulo 4

Controle de tráfego com TCNG

Vimos no capítulo anterior que o protocolo TCP implementa mecanismos de controle de congestionamento em situações de perda de pacotes. Neste capítulo, vamos estudar uma ferramenta chamada TCNG (Traffic Control – Next

Generation) que, entre suas funcionalidades, tira proveito desse mecanismo do TCP para controlar a vazão de dados de diferentes aplicações que passam por um roteador Linux. Para os testes, utilizaremos uma ferramenta muito interessante para a medida de vazão de dados em um link. É a ferramenta chamada IPerf. O objetivo deste capítulo é apresentar uma visão inicial de mecanismos para qualidade de serviços em links de Internet por meio de controle de tráfego.

Objetivos deste capítulo

Entender a ferramenta TCNG.

Realizar uma implementação simples de controle de tráfego.

Praticar a instalação e a configuração de roteadores linux.

_Livro_Schmitt2.indb 43

09/10/13 08:29

Introdução

Ver todos os capítulos

Capítulo 3 - Protocolo TCP

PDF Criptografado

capítulo 3

Protocolo TCP

O protocolo TCP (Transmission Control Protocol), da mesma forma que o UDP, é um protocolo de nível de transporte (camada 4 do modelo OSI). Ele possui como objetivo o recebimento de dados de um processo de aplicação e a entrega desses dados de forma confiável no software de aplicação de destino correto. A grande diferença entre o UDP e o TCP é que o TCP é um protocolo de transporte confiável, ou seja, garante que os dados serão entregues corretamente no destino.

Objetivos deste capítulo

Entender os objetivos do protocolo TCP.

Estudar a estrutura e os conceitos do TCP.

Visualizar exemplos de uso do TCP.

_Livro_Schmitt2.indb 13

09/10/13 08:29

Introdução

O protocolo TCP (Transmission Control Protocol) é um protocolo de transporte que possui as seguintes funcionalidades:

• Multiplexação do uso da rede entre processos de aplicação.

• Estabelecimento e controle de conexão entre cliente e servidor.

Ver todos os capítulos

Capítulo 2 - Protocolo UDP

PDF Criptografado

capítulo 2

Protocolo UDP

O protocolo UDP (User Datagram Protocol) é um protocolo de nível de transporte

(camada 4 do modelo OSI) que possui como objetivo o recebimento de dados de um software de aplicação remetente e a entrega desses dados no software de aplicação destino correto da maneira mais simples possível. Neste capítulo, você estudará conceitos relacionados ao UDP e realizará testes práticos envolvendo esse protocolo.

Objetivos deste capítulo

Entender os objetivos do protocolo UDP.

Estudar a estrutura e os conceitos do UDP.

Visualizar exemplos de uso do UDP.

_Livro_Schmitt2.indb 7

09/10/13 08:28

Introdução

NO SITE

O protocolo UDP é definido no documento RFC 768.

Visite o ambiente virtual de aprendizagem para ter acesso: www.bookman. com.br/tekne.

O protocolo UDP (User Datagram Protocol) é um protocolo de transporte que possui as seguintes funcionalidades:

• Multiplexação do uso da rede entre processos de aplicação.

Ver todos os capítulos

Capítulo 1 - Introdução às camadas de transporte e de rede

PDF Criptografado

capítulo 1

Introdução às camadas de transporte e de rede

É por meio da camada de rede que os computadores identificam qual caminho será utilizado para transmissão de dados entre a origem e o destino de uma comunicação. Além disso, é a partir da camada de transporte que se definem os serviços que serão utilizados entre a origem e o destino. Neste capítulo, será explicado qual o objetivo dessas camadas e quais os protocolos que as compõem.

Objetivos deste capítulo

Conhecer o relacionamento da camada de transporte com as camadas inferiores e superiores.

Aprender os objetivos das camadas de transporte e de rede.

Observar como funciona a multiplexação/demultiplexação na camada de transporte.

Identificar os protocolos que compõem as camadas de rede e de transporte.

_Livro_Schmitt2.indb 1

09/10/13 08:27

A camada de transporte

Conforme apresentado no primeiro livro (SCHMITT; PERES; LOUREIRO, 2013), para que exista o estabelecimento de uma conexão entre uma aplicação cliente e uma aplicação servidora, é necessário que as informações sejam encaminhadas da camada de aplicação para a camada de transporte, que posteriormente encaminhará para a camada de rede, como ilustrado na Figura 1.1.

Ver todos os capítulos

Capítulo 6 - Protocolo IPv6

PDF Criptografado

capítulo 6

Protocolo IPv6

Neste capítulo, serão apresentadas as justificativas para a utilização do protocolo

IPv6. Além disso, serão apresentadas suas funcionalidades, o funcionamento do seu endereçamento, bem como as diferenças entre o IPv6 e o seu antecessor, o IP versão 4. Ao final do capítulo, você será capaz de implementar uma rede local com endereçamento IPv6 e configurar alguns serviços com este protocolo.

Objetivos deste capítulo

Mostrar como endereçar uma rede utilizando o IPv6.

Identificar as diferenças entre o IPv4 e o IPv6.

Apresentar as funcionalidades e os recursos disponibilizados com o IPv6.

Demonstrar como configurar serviços com o IPv6.

_Livro_Schmitt2.indb 73

09/10/13 08:31

Por que utilizar o IPv6?

A principal necessidade para a criação de um novo protocolo a fim de substituir o

32

IPv4 foi a escassez de endereços IP, pois a quantidade de 2 (4 bilhões) endereços não foi suficiente para atender a escala na qual a Internet cresce. Com o IPv6, é pos128 sível endereçar 2 dispositivos, isto é, 2 bilhões de IPs para cada pessoa no planeta.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais