Abraham Silberschatz Peter Baer Galvin Greg Gagne (36)
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Medium 9788521622819

PARTE QUATRO - Capítulo 11 - Estrutura de Armazenamento de Massa

Abraham Silberschatz, Peter Baer Galvin, Greg Gagne Grupo Gen PDF Criptografado

11

Estrutura de

Armazenamento de Massa

O sistema de arquivos pode ser visto logicamente como constituído por três partes. No Capítulo 9, examinamos a interface do usuário e do programador para o sistema de arquivos. No Capítulo 10, descrevemos as estruturas de dados e algoritmos internos usados pelo sistema operacional na implementação dessa interface. Neste capítulo, discutimos o nível mais baixo do sistema de arquivos: as estruturas de armazenamento de massa. Primeiro, descrevemos a estrutura física dos discos e fitas magnéticos. Em seguida, descrevemos os algoritmos de scheduling de disco que organizam a ordem de I/Os de disco para melhorar o desempenho. Depois, discutimos a formatação do disco e o gerenciamento dos blocos de inicialização, blocos danificados e espaço de permuta. Examinamos então a estrutura

11.1

CAPÍTULO

de armazenamento de massa, abordando a confiabilidade do disco. Concluimos com a abordagem da arquitetura RAID.

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

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PARTE DOIS - Capítulo 4 - Threads

Abraham Silberschatz, Peter Baer Galvin, Greg Gagne Grupo Gen PDF Criptografado

4

CAPÍTULO

Threads

O modelo de processo introduzido no Capítulo 3 define processo como um programa em execução com um único thread de controle. A maioria dos sistemas operacionais modernos já fornece recursos que permitem que um processo contenha vários threads de controle. Este capítulo introduz diversos conceitos associados aos sistemas de computação com vários threads, inclusive uma discussão sobre as APIs das bibliotecas de threads Pthreads, Win32 e Java. Examinamos muitas questões relacionadas à programação com múltiplos threads e seu efeito sobre o projeto de sistemas operacionais. Para concluir, vemos como os sistemas operacionais

Windows e Linux dão suporte a threads no nível do kernel.

4.1

dados

registradores

• Introduzir o conceito de thread – uma unidade básica de utilização da CPU que forma a base dos sistemas de computação com vários threads.

• Discutir as APIs das bibliotecas de threads Pthreads,

Win32 e Java.

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PARTE SEIS - Capítulo 16 - Windows 7

Abraham Silberschatz, Peter Baer Galvin, Greg Gagne Grupo Gen PDF Criptografado

16

CAPÍTULO

Windows 7

O Microsoft Windows 7 é um sistema operacional cliente, multitarefa e preemptivo, de 32/64 bits, para microprocessadores que implementam arquiteturas de conjunto de instruções

(ISAs - instruction set architectures) Intel IA32 e AMD64. O sistema operacional correspondente da Microsoft para servidores, o Windows Server 2008 R2, tem como base o mesmo código do Windows 7, mas só dá suporte às ISAs de 64 bits

AMD 64 e IA64 (Itanium). O Windows 7 é o mais recente de uma série de sistemas operacionais da Microsoft baseados no código do NT que substituíram os sistemas anteriores baseados no Windows 95/98. Neste capítulo, discutimos os principais objetivos do Windows 7, a arquitetura em camadas do sistema que o tornou tão fácil de usar, o sistema de arquivos, os recursos de conexão de rede e a interface de programação.

16.1

Em meados dos anos 1980, a Microsoft e a IBM desenvolver em cooperação o sistema operacional OS/2 escrito em linguagem de montagem para sistemas Intel 80286 com um único processador. Em 1988, a Microsoft decidiu encerrar o esforço conjunto com a IBM e desenvolver seu próprio sistema operacional portável com “nova tecnologia” (ou NT) para dar suporte às interfaces de programação de aplicações (APIs) tanto do OS/2 quanto do POSIX. Em outubro de 1988, Dave

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PARTE DOIS - Capítulo 5 - Scheduling da CPU

Abraham Silberschatz, Peter Baer Galvin, Greg Gagne Grupo Gen PDF Criptografado

5

Scheduling da CPU

CAPÍTULO

O scheduling da CPU é a base dos sistemas operacionais multiprogramados. Alternando a CPU entre os processos, o sistema operacional pode tornar o computador mais produtivo. Neste capítulo, introduzimos os conceitos básicos e vários algoritmos de scheduling da CPU. Também consideramos o problema da seleção de um algoritmo para um sistema específico.

No Capítulo 4, adicionamos os threads ao modelo de processo. Em sistemas operacionais que os suportam, os threads de nível de kernel – e não os processos – é que são realmente incluídos no schedule pelo sistema operacional. No entanto, os termos scheduling de processos e scheduling de threads são usados com frequência com o mesmo sentido. Neste capítulo, usamos

5.1

Ciclo de Picos de CPU-I/O

O sucesso do scheduling da CPU depende de uma propriedade observada nos processos: a execução de processos é composta por um ciclo de execução da CPU e espera por I/O. Os processos se alternam entre esses dois estados. A execução do processo começa com um pico de CPU, que é seguido por um pico de I/O que é seguido por outro pico de CPU e, então, outro pico de I/O, e assim por diante. Para concluir, o último pico de CPU termina com o sistema solicitando o encerramento da execução (Figura 5.1).

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PARTE QUATRO - Capítulo 12 - Sistemas de I/O

Abraham Silberschatz, Peter Baer Galvin, Greg Gagne Grupo Gen PDF Criptografado

12

CAPÍTULO

Sistemas de I/O

As duas tarefas principais de um computador são o I/O e o processamento. Em muitos casos, a principal tarefa é o I/O e o processamento é meramente incidental. Por exemplo, quando navegamos em uma página da Web ou editamos um arquivo, nosso interesse imediato é ler ou inserir algumas informações e não computar uma resposta.

O papel do sistema operacional em relação ao I/O do computador é gerenciar e controlar operações e dispositivos de

I/O. Embora tópicos relacionados apareçam em outros capítulos, juntamos as peças neste capítulo para descrever um quadro completo do I/O. Primeiro, descrevemos os aspectos básicos do hardware de I/O porque a natureza da interface de hardware impõe restrições aos recursos internos do sistema operacional. Em seguida, discutimos os serviços de I/O fornecidos pelo sistema operacional e a incorporação desses serviços à interface de I/O das aplicações. Depois, explicamos como o sistema

12.1

• Examinar a estrutura do subsistema de I/O de um sistema operacional.

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Adriano Mussa (10)
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Medium 9786586407013

Capítulo 7: Inteligência Artificial e o futuro do emprego: visão macro

Adriano Mussa Saint Paul Editora PDF Criptografado

1 | AS DIFERENTES INTELIGÊNCIAS ARTIFICIAISInteligência Artificial e o futuro do emprego: visão macro muito se ouve dizer sobre a inteligência artificial e seus impactos nos negócios, nas startups e até mesmo nos países. Mas e quanto ao seu impacto no indivíduo? Na empregabilidade de nossos atuais profissionais? Na pessoa? Em mim? Em você?Ao longo dos capítulos anteriores, discutimos que a expectativa é que aInteligência Artificial traga muito aumento de produtividade e, consequentemente, dê valor e riqueza para as organizações e para os países que a adotarem de forma consistente. Os estudos da PWC1 e da McKinsey2, abordados no Capítulo 1, tangibilizaram bem essa perspectiva.No mesmo sentido, o ganhador do prêmio Nobel de Economia, ChristopherPissarides, e o diretor do Instituto Global McKinsey, Jacques Bughin3, enfatizam que, numa era em que a produtividade permanece praticamente estagnada há alguns anos, e em que as populações economicamente ativas diminuem nos países desenvolvidos, a Inteligência Artificial, em conjunto com outras tecnologias como

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Medium 9786586407013

Capítulo 5: As ondas de desenvolvimento da Inteligência Artificial

Adriano Mussa Saint Paul Editora PDF Criptografado

1 | AS DIFERENTES INTELIGÊNCIAS ARTIFICIAISAs ondas de desenvolvimento da InteligênciaArtificial o desenvolvimento da inteligência artificial, assim como ocorreu com praticamente todas as tecnologias relevantes em nossa história, não está acontecendo de forma repentina ou abrupta. Ao contrário, ela vem se desenvolvendo gradativamente ao longo dos anos, à medida que novas técnicas vão surgindo (como foi o caso do Deep Learning), outras se aperfeiçoando e mostrando-se mais ou menos úteis na resolução de problemas práticos das organizações e da sociedade.É comum encontrarmos na literatura a divisão do seu progresso em ondas.Há obviamente divergências entre autores e instituições sobre a quantidade de ondas e o que cada uma delas representa, apesar de haver também algumas semelhanças nas diferentes propostas.Neste capítulo, começaremos conhecendo o modelo de três ondas daInteligência Artificial proposto pela DARPA, uma respeitada agência de tecnologia do governo norte-americano. A estruturação proposta pela DARPA

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Medium 9786586407013

Capítulo 8: A Inteligência Artificial e o futuro do emprego: as ocupações individuais

Adriano Mussa Saint Paul Editora PDF Criptografado

1 | AS DIFERENTES INTELIGÊNCIAS ARTIFICIAISA Inteligência Artificial e o futuro do emprego: as ocupações individuais depois de discutirmos os impactos das tecnologias emergentes no futuro do emprego com o escopo macroeconômico, chegou a hora de analisarmos os impactos nas atividades ou ocupações individuais, ou seja, de darmos um enfoque microeconômico ao tema. Assim, se no capítulo anterior compreendemos a visão geral e o grande número de empregos em risco, neste discutiremos quais são as ocupações individuais com maior e menor risco de serem impactadas pelas automações trazidas pelas novas tecnologias, lideradas pelaInteligência Artificial. A ideia é discutirmos em maior detalhe o cenário com o qual cada indivíduo há de se deparar.Uma das conclusões obtidas no capítulo anterior foi que parâmetros ou paradigmas tradicionais, aqueles da Revolução Industrial, não são os mais adequados para a análise macroeconômica de impactos causados pela Inteligência Artificial no mercado de trabalho. Quando analisamos empregos individuais, uma forma tradicional de se pensar a sua substituição ou extinção seria unidimensional: empregos de baixa qualificação versus empregos de alta qualificação. No entanto, essa visão tampouco seria apropriada para o caso das implicações trazidas pela Inteligência Artificial. De forma diferente, o impacto da Inteligência Artificial nas ocupações depende essencialmente do conteúdo particular das tarefas desempenhadas e não do nível geral de qualificação requerida para as ocupações. Veja só o detalhe: foca-se aqui no “conteúdo particular das tarefas”.

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Medium 9786586407013

Capítulo 9: As demais técnicas de Inteligência Artificial e suas perspectivas

Adriano Mussa Saint Paul Editora PDF Criptografado

1 | AS DIFERENTES INTELIGÊNCIAS ARTIFICIAISAs demais técnicas de InteligênciaArtificial e suas perspectivas ao longo deste livro, nos concentramos em explicar as principais técnicas de Supervised Learning, especialmente Statistical Machine Learning e a grande protagonista da Inteligência Artificial, o Deep Learning, responsável pela decolagem da Inteligência Artificial nos últimos anos.Essa ênfase deve-se ao fato de que a maioria esmagadora das aplicações de Inteligência Artificial, já utilizadas por diversas organizações ao redor do mundo e que geram centenas de milhares de dólares, são justamente baseadas em Supervised Learning.É fato que Inteligência Artificial é um campo de estudo muito amplo. Mais do que isso, um campo assustadoramente fértil, dinâmico e ativo, com novos experimentos e achados sendo evidenciados em diferentes centros de excelência espalhados pelo mundo, sejam universidades ou empresas privadas. O gráfico a seguir ilustra o incrível crescimento do volume de publicações em periódicos relevantes sobre o tema nos últimos anos.

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Capítulo 2: Mas, afinal, oque é Inteligência Artificial?

Adriano Mussa Saint Paul Editora PDF Criptografado

1 | AS DIFERENTES INTELIGÊNCIAS ARTIFICIAISMas, afinal, o que é InteligênciaArtificial? definir o termo inteligência artificial não é uma tarefa fácil. Porém, está longe de ser um desafio árduo como muitos pregam por aí.Acredito que uma das dificuldades na compreensão da Inteligência Artificial tenha sido encaminhada, se não resolvida, no capítulo anterior. Trata-se dos diferentes sentimentos, em geral negativos, que nos ocupam quando não temos o adequado discernimento da existência e das diferenças fundamentais dos dois campos da InteligênciaArtificial: a Inteligência Artificial Genérica (futurista), que nos levaria à singularidade, e a Inteligência Artificial Estreita, mais simples e compreensível, que já é realidade e que deve ser o nosso foco integral.VOCÊ SABIA?Computação cognitiva ou Cognitive computing, termo especialmente utilizado pela IBM no mundo, pode ser entendido como um sinônimo de Inteligência Artificial1.Outro empecilho, para o entendimento da Inteligência Artificial, é que ela

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Alan Dennis Barbara Haley Roberta M Roth (14)
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Medium 9788521626336

CAPÍTULO 10 – DESIGN DE PROGRAMA

Alan Dennis, Barbara Haley, Roberta M. Roth Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

design de programa

O

utra atividade importante da fase de design é a criação dos programas que executarão a lógica de aplicação do sistema. Os programas podem ser muito complexos, por isso os analistas precisam criar instruções e diretrizes para os programadores descreverem claramente o que os programas precisam fazer. Este capítulo aborda as atividades realizadas quando o design de programa é desenvolvido. Em primeiro lugar, é descrito o processo de revisão dos diagramas de fluxos de dados lógicos em diagramas de fluxos de dados físicos. Depois, são apresentadas duas técnicas normalmente usadas em conjunto para descrever os programas. O gráfico de estrutura representa na forma gráfica um programa em um alto nível. A especificação de programa contém um conjunto de instruções escritas com mais detalhes. Juntas, essas duas técnicas informam como a lógica de aplicação do sistema precisa ser codificada.

OBJETIVOS

■ Ser capaz de revisar diagramas de fluxos de dados lógicos em diagramas de fluxos de dados físicos.

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Medium 9788521626336

CAPÍTULO 3 – DETERMINAÇÃO DOS REQUISITOS

Alan Dennis, Barbara Haley, Roberta M. Roth Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

DETERMINAÇÃO

DOS REQUISITOS

D

urante a fase de análise, o analista determina os requisitos funcionais do novo sistema. Este capítulo começa descrevendo a fase de análise e seu produto principal, a proposta do sistema. O conceito de um requisito é explicado, e várias categorias de requisitos são definidas. O objetivo e a estrutura da declaração de definição dos requisitos são apresentados. As técnicas para eliciar requisitos são analisadas, incluindo entrevistas, sessões JAD, questionários, análise de documentos e observação. Finalmente, são descritas várias estratégias de análise de requisitos a fim de ajudar o analista a descobrir os requisitos.

OBJETIVOS

■ Explicar a fase de análise do CVDS.

■ Descrever o conteúdo e o objetivo da declaração de definição dos requisitos.

■ Classificar corretamente os requisitos como comerciais, do usuário, funcionais ou não funcionais.

■ Empregar as técnicas de eliciação de requisitos de entrevistas, sessões JAD, questionários, análise de documentos e observação.

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Medium 9788521626336

CAPÍTULO 5 – MODELAGEM DE PROCESSOS

Alan Dennis, Barbara Haley, Roberta M. Roth Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

modelagem de processos

U

m modelo de processos descreve os processos do negócio — as atividades que as pessoas executam. Eles são desenvolvidos para o sistema no estado atual e/ou para o sistema futuro. Este capítulo descreve a diagramação de fluxo de dados, uma das técnicas de modelagem de processos usadas mais frequentemente.

OBJETIVOS

■ Explicar as regras e as diretrizes de estilo para os diagramas de fluxos de dados.

■ Descrever o processo usado na criação de diagramas de fluxo de dados.

■ Criar diagramas de fluxo de dados.

ESTRUTURA DO CAPÍTULO

Introdução

Diagramas de Fluxo de Dados

Lendo os Diagramas de Fluxo de

Dados

Elementos de Diagramas de Fluxo de

Dados

Usando Diagramas de Fluxo de

Dados para Definir Processos de

Negócio

Descrições de Processo

Criando Diagramas de Fluxo de Dados

Criando o Diagrama de Contexto

Criando Fragmentos de Diagrama de

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Medium 9788521626336

CAPÍTULO 11 – DESIGN DE ARMAZENAMENTO DE DADOS

Alan Dennis, Barbara Haley, Roberta M. Roth Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 11

design de armazenamento de dados

O

utra atividade importante da fase de design é a concepção do componente de armazenamento de dados do sistema. Este capítulo descreve as atividades que são realizadas ao longo do desenvolvimento do design de armazenamento de dados.

Inicialmente, são descritas as diferentes maneiras nas quais os dados podem ser armazenados e analisadas várias características importantes que devem ser consideradas para selecionar o formato de armazenamento de dados. A seguir, é destacado o processo de revisão do modelo lógico de dados em modelo físico de dados. Em face de o banco de dados relacional ser um dos formatos de armazenamento de dados mais populares atualmente, também é incluída a otimização de banco de dados relacionais, tanto sob a perspectiva de armazenamento como a de acesso.

OBJETIVOS

■ Familiarizar-se com os vários formatos de arquivos e bancos de dados.

■ Descrever os objetivos do armazenamento de dados.

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Medium 9788521626336

CAPÍTULO 8 – DESIGN DE ARQUITETURA

Alan Dennis, Barbara Haley, Roberta M. Roth Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

design de arquitetura

U

m componente importante da fase de projeto (design) é o design de arquitetura, que descreve hardware, software e ambiente de rede do sistema. Ele fundamentase principalmente nos requisitos não funcionais, como requisitos operacionais, de desempenho, de segurança, culturais e políticos. Os produtos finais do design de arquitetura incluem o design de arquitetura e a especificação de hardware e software.

OBJETIVOS

■ Descrever os componentes fundamentais de um sistema de informações.

■ Descrever as arquiteturas baseadas em servidor, em cliente e cliente-servidor.

■ Descrever as opções de arquitetura mais recentes, como computação em nuvem

(cloud computing).

■ Explicar como os requisitos operacionais, de desempenho, de segurança, culturais e políticos afetam o design de arquitetura.

■ Criar um design de arquitetura.

■ Criar uma especificação de hardware e software.

ESTRUTURA DO CAPÍTULO

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Aldir Jos Coelho Corr A Da Silva (27)
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Medium 9788577800179

LIÇÃO 8: Trabalhando de modo colaborativo

Aldir José Coelho Corrêa da Silva Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO

8

Trabalhando de modo colaborativo

Depois desta lição, você será capaz de:

Controlar alterações.

Aceitar e rejeitar alterações.

Adicionar, visualizar e editar comentários.

Comparar e mesclar documentos.

Enviar um documento para revisão usando correio eletrônico.

TERMOS-CHAVE

comentários controle de alterações

discussão marcas de revisão

Se estiver criando uma carta ou um memorando no Microsoft Word 2003, provavelmente você é a única pessoa que trabalhará no documento. Você pode pedir a um colega para que revise o texto antes de enviá-lo, mas possivelmente você não precisará que outras pessoas façam maiores contribuições ou recomendações. Por outro lado, se estiver trabalhando em um documento como um relatório ou uma proposta mais importante, você pode querer ouvir as opiniões de outras pessoas. Cada um trará sua própria experiência para o documento, assegurando que ele fique tão preciso, completo e profissional quanto possível. Algumas pessoas podem querer fazer alterações no texto, enquanto outras talvez queiram apenas fazer comentários e oferecer sugestões.

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Medium 9788577800674

LIÇÃO 10 Inserindo informações no PowerPoint

Aldir José Coelho Corrêa da Silva Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO

10

Inserindo informações no PowerPoint

Depois desta lição, você será capaz de:

Inserir e formatar uma tabela.

Inserir um gráfico do Microsoft Excel.

Inserir e formatar um gráfico do Microsoft Graph.

Inserir e modificar um organograma.

Inserir e modificar um diagrama.

TERMOS-CHAVE

Célula

Documento de origem

Objeto incorporado

Objeto vinculado

Programa de origem

Você pode usar vários recursos do Microsoft PowerPoint para inserir e organizar informações que possam ajudá-lo a comunicar sua mensagem. As tabelas organizam informações em uma grade que seu público achará fácil de ler. Os gráficos e diagramas apresentam informações e dados numéricos em um formato gráfico que facilita o entendimento dos dados. Se tiver criado tabelas de dados ou informações em outro programa como o Word ou o Excel, você pode importá-los diretamente para o PowerPoint sem ter que redigitar nos slides.

Como vice-presidente de vendas da Contoso Ltda, você vem trabalhando em uma apresentação da empresa. Agora está pronto para adicionar tabela, gráficos e diagramas para incrementar a mensagem.

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Medium 9788577800179

LIÇÃO 4: Formatando texto

Aldir José Coelho Corrêa da Silva Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO

4

Formatando texto

Depois desta lição, você será capaz de:

Usar a barra de ferramentas Formatação para formatar texto.

Aplicar efeitos de caracteres ao texto.

Alinhar texto.

Recortar e colar texto.

Usar Colar Especial.

Usar o recurso de arrastar e soltar para editar texto.

Usar o recurso de coletar e colar.

Aplicar estilos.

Criar uma borda de parágrafo.

Adicionar sombreamento a um parágrafo.

Visualizar um documento.

Imprimir um documento.

TERMOS-CHAVE

Alinhar à Direita

Alinhar à Esquerda

Área de transferência

Área de Transferência do Office arquivo de origem atributo

Centralizar estilo incorporar

Justificar

Modo de Visualização de

Impressão objeto vinculação e incorporação de objetos (OLE, object linking and embedding) vincular sombreamento

Você alguma vez já desejou alterar o formato e o layout de um documento para dar

ênfase a palavras e frases-chave? Ou já leu um documento que criou e imprimiu só para descobrir que as informações da página 3 deveriam estar onde estão as informações da página 2? O Microsoft Word 2003 tem vários recursos para ajudá-lo a criar e formatar documentos da maneira que você quiser. O Word também permite que você mova e copie informações em toda a extensão de um documento ou até mesmo para outro documento.

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Medium 9788577800179

LIÇÃO 1: Guia de introdução ao Word

Aldir José Coelho Corrêa da Silva Grupo A PDF Criptografado

24

Microsoft® Official Academic Course: Microsoft® Office Word 2003 Básico

O Microsoft Office Word 2003 é um desses programas. Com a ajuda do Microsoft

Word, você pode criar memorandos, faxes, relatórios, cartas, gráficos e boletins informativos de modo rápido e fácil. Também pode, entre outras coisas, acrescentar elementos gráficos a documentos e usar outros programas do Microsoft Office para importar dados para um documento do Word. Além de economizar tempo, o

Word também permite que você verifique a grafia, edite documentos e visualize seu trabalho antes de imprimir. Relatórios, cartas e outros documentos não terão que ser totalmente redigitados só por causa de um erro ou dois. O Word permite que você edite rapidamente e produza documentos limpos e com aparência profissional

(e evita ter que esvaziar sua lixeira com tanta freqüência).

Nesta lição, você aprenderá como iniciar e sair do Word e como identificar os diversos componentes da janela do Word, como a barra de menu e as barras de ferramentas. Você usará menus para executar várias ações, explorará o painel de tarefas, praticará inserção de texto em um documento e, em seguida, salvará um documento. Também praticará o uso dos recursos Digite uma Pergunta e Assistente do Office encontrados na Ajuda.

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Medium 9788577800674

LIÇÃO 6 Aplicando e modificando modelos de design

Aldir José Coelho Corrêa da Silva Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO

6

Aplicando e modificando modelos de design

Depois desta lição, você será capaz de:

Entender e aplicar os modelos de design.

Entender os mestres do PowerPoint.

Modificar espaços reservados mestres.

Formatar texto mestre.

Formatar marcadores.

Ajustar o recuso do texto mestre.

Reaplicar um layout de slide.

Ocultar objetos de plano de fundo.

Salvar uma apresentação como modelo.

TERMOS-CHAVE

marcador de margem marcadores de recuo mestres modelo de design

recuo deslocado slide mestre título mestre

Um modelo de design é um arquivo de apresentação que tem um conjunto predefinido de características de cor e texto. Você pode criar uma apresentação com base em um modelo ou aplicar um modelo a uma apresentação existente. Quando aplicar um modelo a uma apresentação, os slides assumirão as características do modelo, para que você possa manter um design uniforme em toda a apresentação. O PowerPoint usa mestres que controlam a aparência das partes individuais da apresentação, inclusive a formatação, cor, elementos gráficos e inserção de texto. Toda apresentação tem um conjunto de mestres, um para cada modo de exibição.

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Alex Rodrigo Moises Costa Wanderley Ricardo De Almeida Pontual (17)
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Medium 9788536532080

Capítulo 7: CONSOLES DE ADMINISTRAÇÃO NO WINDOWS SERVER

Alex Rodrigo Moises Costa Wanderley, Ricardo de Almeida Pontual Editora Saraiva PDF Criptografado

�� selecionar o menu Type;

�� na janela Version, selecionar Ubuntu 64 bits ou 32 bits de acordo com o arquivo baixado anteriormente;

�� determinar a quantidade de memória do computador para a máquina virtual;

�� criar um disco rígido virtual disco com 8 GB de espaço disponível.

AMPLIE SEUS CONHECIMENTOS

Você sabia que 5% dos servidores dos estúdios de Hollywood responsáveis por filmes de animações utilizam o Linux? Leia o artigo a seguir para entender mais sobre o Linux: . Acesso em: 17 abr. 2019.

6.3  Boot pelo CD

Para o correto funcionamento da máquina virtual criada nos passos anteriores, deve-se inicializar o arquivo de instalação o Ubuntu a partir dos seguintes passos:

�� clicar Settings (Configurações), selecionar a aba System (Sistema);

�� reordenar a sequência de boot, focando o drive de CD;

�� clicar na aba Storage (Armazenamento);

�� em Controller: IDE selecionar Empty (Vazio) e clicar no ícone de CD em Attributes (Atributos), selecionar a CD/DVD virtual;

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Capítulo 3: DIRETÓRIO ATIVO NO WINDOWS

Alex Rodrigo Moises Costa Wanderley, Ricardo de Almeida Pontual Editora Saraiva PDF Criptografado

AGORA É COM VOCÊ!

1. O que é Diretório Ativo (DA) ou Active Directory (AD)?

2. Qual é o Diretório Ativo utilizado no Windows Server?

3. Qual é a função do Protocolo NIS+?

24

GERENCIAMENTO DE SERVIDORES

3

DIRETÓRIO ATIVO NO WINDOWS

PARA COMEÇAR

Neste capítulo, serão estudados os conceitos do Diretório Ativo no sistema Windows. Os fundamentos abordados são importantes para entender como utilizar informações nesse sistema operacional.

3.1  Introdução

O serviço de diretório atua diretamente no sistema operacional, armazenando, organizando e permitindo o acesso. Em engenharia de software, um diretório é um mapa entre nomes e valores, que facilita a consulta de valores nomeados.

3.2  Configurações e funções do Active Directory (AD) no Windows Server

O Active Directory é um protocolo livre, conhecido como padrão de mercado, destinado ao gerenciamento de informações de diretórios distribuídos sobre uma rede IP (Protocolo de Internet).

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Medium 9788536532080

Capítulo 12: ADMINISTRAÇÃO DE REDES COM SERVIDORES LINUX SERVER

Alex Rodrigo Moises Costa Wanderley, Ricardo de Almeida Pontual Editora Saraiva PDF Criptografado

AGORA É COM VOCÊ!

1. O Windows Server 2012 apresenta qual versão do protocolo SMB? a) 2.1. b) 3.0. c) 2.0. d) 3.3. e) 2.2.

2. O que é Server Message Block (SMB)?

92

GERENCIAMENTO DE SERVIDORES

12

ADMINISTRAÇÃO DE REDES

COM SERVIDORES

LINUX SERVER

PARA COMEÇAR

Este capítulo apresenta as características básicas dos servidores Linux, a origem do sistema operacional Unix, além de procedimentos para a administração do Linux.

12.1  Introdução

De maneira geral, usuários domésticos e empresas estão procurando soluções para administrar de maneira segura e eficaz as redes de usuários. Dentre os principais desafios, está a segurança de dados, por meio da prevenção de vírus que possam invadir e destruir arquivos importantes. Esses invasores se multiplicam junto com as novas tecnologias que surgem a cada dia.

12.2  Servidores Linux

Atualmente, o sistema Linux representa aproximadamente 39% dos sistemas operacionais de servidores. A seguir, serão estudados os conceitos básicos da administração de redes nesse sistema.

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APÊNDICE

Alex Rodrigo Moises Costa Wanderley, Ricardo de Almeida Pontual Editora Saraiva PDF Criptografado

APÊNDICE

Norma Brasileira – ABNT NBR – ISO/IEC 27002

Tecnologia da informação – Técnicas de segurança – Código de prática para a gestão da segurança da informação lnformation technology – Security technical – Code of pratice for information security management

Norma Brasileira – ABNT NBR – ISO/IEC 17799:2005

ERRATA 2

Publicada em 10.09.2007

Tecnologia da informação – Técnicas de segurança – Código de prática para a gestão da segurança da informação

ERRATA 2

Esta Errata 2 da ABNT NBR ISO/IEC 17799:2005, elaborada pela Comissão de Estudo de Segurança Física em Instalações de Informática (CE-21:027.00), tem por objetivo adotar o Technical Corrigendum 1 da ISO/IEC

17799:2005.

Em todo o documento: substituir “17799” por “27002”.

99

A.1  Introdução

A.1.1  O que é segurança da informação?

A informação é um ativo que, como qualquer outro ativo importante, é essencial para os negócios de uma organização e consequentemente necessita ser adequadamente protegida. Isto é especialmente importante no ambiente dos negócios, cada vez mais interconectado. Como um resultado deste incrível aumento da interconectvidade, a informação está agora exposta a um crescente número e a uma grande variedade de ameaças e vulnerabilidades.

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Capítulo 2: DIRETÓRIO ATIVO

Alex Rodrigo Moises Costa Wanderley, Ricardo de Almeida Pontual Editora Saraiva PDF Criptografado

AGORA É COM VOCÊ!

1. Descreva as principais características dos sistemas de arquivos.

2. Descreva a estrutura do sistema Windows Server e seus arquivos.

3. Descreva a estrutura do sistema Linux e seus arquivos.

4. Explique os principais comandos utilizados no Windows Server e sua utilização.

5. Explique os principais comandos utilizados no Linux e sua utilização.

6. Complete a lacuna a seguir com a opção correta: _________________ é a estrutura lógica utilizada pelo computador para organizar os dados em um disco magnético. É ele que define a forma como o sistema operacional lê e grava os dados no disco rígido. a) Sistema de arquivos. b) Sistema de DDOS. c) Sistema mnemônico. d) Sistema precário. e) Sistema magnético.

7. Em português, é chamado de Tabela de Alocação de Arquivos. Sua primeira versão surgiu no ano de 1977, época em que o sistema operacional MS-DOS era utilizado. Esta frase se refere à qual versão do FAT? a) FAT 1. b) FAT 2. c) FAT 12. d) FAT 32. e) FAT 26.

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