Abraham Silberschatz Peter Baer Galvin Greg Gagne (36)
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Parte Seis | Capítulo 17 - Sistemas Distribuídos

Abraham Silberschatz, Peter Baer Galvin, Greg Gagne Grupo Gen PDF Criptografado

17

CAPÍTULO

Sistemas Distribuídos

Um sistema distribuído é um conjunto de processadores que não compartilham memória ou relógio. Em vez disso, cada nó tem sua própria memória local. Os nós se comunicam uns com os outros por meio de várias redes, como os buses de alta velocidade e a Internet. Neste capítulo, discutiremos a estrutura geral dos sistemas distribuídos e as redes que os interconectam. Também compararemos as principais diferenças no projeto do sistema operacional desses sistemas e dos sistemas centralizados.

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Fornecer uma visão geral de alto nível dos sistemas distribuídos e das redes que os interconectam.

• Descrever a estrutura geral dos sistemas operacionais distribuídos.

• Explicar a estrutura geral de comunicação e os protocolos de comunicação.

• Discutir questões relacionadas com o projeto de sistemas distribuídos.

17.1

Vantagens dos Sistemas

Distribuídos

Um sistema distribuído é um conjunto de nós fracamente acoplados interconectados por uma rede de comunicação. Do ponto de vista de um nó específico de um sistema distribuído, o resto dos nós e seus respectivos recursos são remotos, enquanto seus próprios recursos são locais.

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PARTE CINCO - Capítulo 14 - Segurança

Abraham Silberschatz, Peter Baer Galvin, Greg Gagne Grupo Gen PDF Criptografado

14

CAPÍTULO

Segurança

Como discutimos no Capítulo 13, a proteção é um problema estritamente interno: como fornecer acesso controlado a programas e dados armazenados em um sistema de computação?

A segurança, por outro lado, requer não apenas um sistema de proteção adequado, mas também a consideração do ambiente externo dentro do qual o sistema opera. Um sistema de proteção

é ineficaz se a autenticação do usuário fica comprometida ou se um programa é executado por um usuário não autorizado.

Os recursos do computador devem ser protegidos contra acesso não autorizado, destruição ou alteração maliciosa e introdução acidental de inconsistências. Esses recursos são as informações armazenadas no sistema (tanto dados quanto código), assim como CPU, memória, discos, fitas e a conexão de rede – tudo o que constitui o computador. Neste capí-

14.1

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Discutir ameaças e ataques à segurança.

• Explicar os aspectos básicos da criptografia, da autenticação e do hashing.

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Medium 9788521629399

Parte Dois | Capítulo 7 - Deadlocks

Abraham Silberschatz, Peter Baer Galvin, Greg Gagne Grupo Gen PDF Criptografado

7

CAPÍTULO

Deadlocks

Em um ambiente de multiprogramação, vários processos podem competir por um número finito de recursos. Um processo solicita recursos; se os recursos não estão disponíveis naquele momento, o processo entra em estado de espera. Em alguns casos, um processo em espera não consegue mais mudar de estado novamente porque os recursos que ele solicitou estão reservados para outros processos em espera. Essa situação é chamada deadlock. Discutimos essa questão brevemente no

Capítulo 5 em conexão com os semáforos.

Talvez a melhor ilustração de um deadlock possa ser extraída de uma lei outorgada pela legislatura do Kansas no início do século XX. Ela dizia, em parte: “Quando dois trens se aproximam um do outro em um cruzamento, ambos devem parar completamente e nenhum dos dois deve ser posto em marcha novamente até que o outro tenha partido.”

Neste capítulo, descrevemos os métodos que um sistema operacional pode usar para evitar ou manipular deadlocks. Embora algumas aplicações consigam identificar programas que podem entrar em deadlock, os sistemas operacionais normalmente não fornecem recursos para prevenção de deadlocks, e continua sendo responsabilidade dos programadores assegurar que o projeto de seus programas seja livre de deadlocks. Os problemas dos deadlocks vão se tornar cada vez mais comuns, dadas as tendências atuais, incluindo o maior número de processos, programas multithreaded, muito mais recursos dentro de um sistema e a ênfase em servidores de arquivos e banco de dados de vida útil longa em vez de sistemas batch.

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Parte Sete | Capítulo 18 - O Sistema Linux

Abraham Silberschatz, Peter Baer Galvin, Greg Gagne Grupo Gen PDF Criptografado

18

CAPÍTULO

O Sistema Linux

Atualizado por Robert Love

Este capítulo apresenta um estudo em profundidade do sistema operacional Linux. Examinando um sistema real completo, podemos ver como os conceitos que temos discutido estão relacionados entre si e com a prática.

O Linux é uma variante do UNIX que ganhou popularidade nas últimas décadas, capacitando dispositivos tão pequenos quanto os telefones móveis e tão grandes quanto supercomputadores que ocupam salas inteiras. Neste capítulo, examinamos a história e o desenvolvimento do Linux e abordamos as interfaces de usuário e de programador que ele apresenta — interfaces que devem muito à tradição do UNIX. Também discutimos o projeto e a implementação dessas interfaces. O Linux é um sistema operacional em rápida evolução. Este capítulo descreve desenvolvimentos no kernel do Linux 3.2 que foi lançado em 2012.

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

• Explorar a história do sistema operacional UNIX do qual o Linux se originou e os princípios nos quais o projeto do Linux é baseado.

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PARTE QUATRO - Capítulo 12 - Sistemas de I/O

Abraham Silberschatz, Peter Baer Galvin, Greg Gagne Grupo Gen PDF Criptografado

12

CAPÍTULO

Sistemas de I/O

As duas tarefas principais de um computador são o I/O e o processamento. Em muitos casos, a principal tarefa é o I/O e o processamento é meramente incidental. Por exemplo, quando navegamos em uma página da Web ou editamos um arquivo, nosso interesse imediato é ler ou inserir algumas informações e não computar uma resposta.

O papel do sistema operacional em relação ao I/O do computador é gerenciar e controlar operações e dispositivos de

I/O. Embora tópicos relacionados apareçam em outros capítulos, juntamos as peças neste capítulo para descrever um quadro completo do I/O. Primeiro, descrevemos os aspectos básicos do hardware de I/O porque a natureza da interface de hardware impõe restrições aos recursos internos do sistema operacional. Em seguida, discutimos os serviços de I/O fornecidos pelo sistema operacional e a incorporação desses serviços à interface de I/O das aplicações. Depois, explicamos como o sistema

12.1

• Examinar a estrutura do subsistema de I/O de um sistema operacional.

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Adriano Mussa (10)
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Medium 9786586407013

Capítulo 2: Mas, afinal, oque é Inteligência Artificial?

Adriano Mussa Saint Paul Editora PDF Criptografado

1 | AS DIFERENTES INTELIGÊNCIAS ARTIFICIAISMas, afinal, o que é InteligênciaArtificial? definir o termo inteligência artificial não é uma tarefa fácil. Porém, está longe de ser um desafio árduo como muitos pregam por aí.Acredito que uma das dificuldades na compreensão da Inteligência Artificial tenha sido encaminhada, se não resolvida, no capítulo anterior. Trata-se dos diferentes sentimentos, em geral negativos, que nos ocupam quando não temos o adequado discernimento da existência e das diferenças fundamentais dos dois campos da InteligênciaArtificial: a Inteligência Artificial Genérica (futurista), que nos levaria à singularidade, e a Inteligência Artificial Estreita, mais simples e compreensível, que já é realidade e que deve ser o nosso foco integral.VOCÊ SABIA?Computação cognitiva ou Cognitive computing, termo especialmente utilizado pela IBM no mundo, pode ser entendido como um sinônimo de Inteligência Artificial1.Outro empecilho, para o entendimento da Inteligência Artificial, é que ela

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Capítulo 5: As ondas de desenvolvimento da Inteligência Artificial

Adriano Mussa Saint Paul Editora PDF Criptografado

1 | AS DIFERENTES INTELIGÊNCIAS ARTIFICIAISAs ondas de desenvolvimento da InteligênciaArtificial o desenvolvimento da inteligência artificial, assim como ocorreu com praticamente todas as tecnologias relevantes em nossa história, não está acontecendo de forma repentina ou abrupta. Ao contrário, ela vem se desenvolvendo gradativamente ao longo dos anos, à medida que novas técnicas vão surgindo (como foi o caso do Deep Learning), outras se aperfeiçoando e mostrando-se mais ou menos úteis na resolução de problemas práticos das organizações e da sociedade.É comum encontrarmos na literatura a divisão do seu progresso em ondas.Há obviamente divergências entre autores e instituições sobre a quantidade de ondas e o que cada uma delas representa, apesar de haver também algumas semelhanças nas diferentes propostas.Neste capítulo, começaremos conhecendo o modelo de três ondas daInteligência Artificial proposto pela DARPA, uma respeitada agência de tecnologia do governo norte-americano. A estruturação proposta pela DARPA

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Capítulo 7: Inteligência Artificial e o futuro do emprego: visão macro

Adriano Mussa Saint Paul Editora PDF Criptografado

1 | AS DIFERENTES INTELIGÊNCIAS ARTIFICIAISInteligência Artificial e o futuro do emprego: visão macro muito se ouve dizer sobre a inteligência artificial e seus impactos nos negócios, nas startups e até mesmo nos países. Mas e quanto ao seu impacto no indivíduo? Na empregabilidade de nossos atuais profissionais? Na pessoa? Em mim? Em você?Ao longo dos capítulos anteriores, discutimos que a expectativa é que aInteligência Artificial traga muito aumento de produtividade e, consequentemente, dê valor e riqueza para as organizações e para os países que a adotarem de forma consistente. Os estudos da PWC1 e da McKinsey2, abordados no Capítulo 1, tangibilizaram bem essa perspectiva.No mesmo sentido, o ganhador do prêmio Nobel de Economia, ChristopherPissarides, e o diretor do Instituto Global McKinsey, Jacques Bughin3, enfatizam que, numa era em que a produtividade permanece praticamente estagnada há alguns anos, e em que as populações economicamente ativas diminuem nos países desenvolvidos, a Inteligência Artificial, em conjunto com outras tecnologias como

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Capítulo 4: O Ciclo virtuoso de Inteligência Artificial

Adriano Mussa Saint Paul Editora PDF Criptografado

1 | AS DIFERENTES INTELIGÊNCIAS ARTIFICIAISO Ciclo virtuoso de InteligênciaArtificial no capítulo anterior, compreendemos a técnica de deep learning e discutimos seus fatores críticos de sucesso: abundância de dados e capacidade de processamento dos hardwares. Agora, neste capítulo, estamos prontos para compreender como esses fatores críticos de sucesso, em conjunto com outros elementos, se organizam e se inter-relacionam para formar o que chamamos de Ciclo virtuoso deInteligência Artificial 1.Uma vez que, neste ponto da leitura, você já tem boa noção do que éInteligência Artificial, eu considero que conhecer a dinâmica do ciclo virtuoso é o aspecto mais relevante para nós, profissionais de negócios. É o entendimento desse ciclo que possibilita compreendermos como a Inteligência Artificial pode, de fato, transformar processos, negócios, organizações, setores e, até mesmo, a economia inteira de uma nação 2.Compreender o Ciclo virtuoso de Inteligência Artificial e conseguir iniciá-lo em algum projeto validador, por menor que seja, certamente, fará a diferença no futuro das organizações.

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Capítulo 3: Por que agora? Deep Learning,o protagonista da Inteligência Artificial

Adriano Mussa Saint Paul Editora PDF Criptografado

1 | AS DIFERENTES INTELIGÊNCIAS ARTIFICIAISPor que agora?Deep Learning, o protagonista daInteligência Artificial o emprego de técnicas estatísticas simples em modelos deInteligência Artificial, como a regressão linear múltipla, que usamos no App de estimativa de preço de imóveis do capítulo anterior, pertence a um subgrupo de Supervised Learning, conhecido como Statistical Machine Learning ou Statistical Learning – Aprendizagem Estatística, em tradução livre para o português1.VOCÊ SABIA?Alguns outros exemplos de técnicas estatísticas multivariadas que se encaixam nesse subgrupo de Statistical Machine Learning são AnáliseDiscriminante e Regressão Logística2.Apesar da importância e do grande volume de uso das técnicas de StatisticalMachine Learning, é fato que o grande avanço da Inteligência Artificial que presenciamos nos últimos anos se deve a outra técnica de SupervisedLearning, conhecida como Deep Learning (DL) – ou Aprendizagem

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Alan Dennis Barbara Haley Roberta M Roth (14)
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Medium 9788521626336

CAPÍTULO 12 – TRANSIÇãO PARA A IMPLEMENTAÇÃO

Alan Dennis, Barbara Haley, Roberta M. Roth Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 12

Transição para a implementação

Q

uando a fase de design for concluída, os analistas de sistemas começam a voltar sua atenção para as tarefas associadas à construção do sistema, assegurando que ele se comporte conforme o planejado e desenvolvendo documentação do sistema.

Os programadores desempenharão a tarefa trabalhosa e cara de escrever programas, enquanto o analista de sistema prepara os planos com o objetivo de realizar vários testes, que verificarão se o sistema se comporta de acordo com o esperado. Muitos tipos diferentes de documentação também serão desenvolvidos e escritos durante essa parte do ciclo de vida do desenvolvimento de sistemas.

OBJETIVOS

■ Familiarizar-se com o processo de construção do sistema.

■ Explicar os diferentes tipos de testes e quando usá-los.

■ Descrever como desenvolver a documentação do usuário.

ESTRUTURA DO CAPÍTULO

Introdução

Gerenciando o Processo de Programação

Atribuir Tarefas de Programação

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Medium 9788521626336

CAPÍTULO 1 – O ANALISTA DE SISTEMAS E O DESENVOLVIMENTO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÕES

Alan Dennis, Barbara Haley, Roberta M. Roth Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

O ANALISTA DE SISTEMAS

E O DESENVOLVIMENTO

DOS SISTEMAS DE

INFORMAÇÕES

E

ste capítulo apresenta o papel do analista de sistemas no desenvolvimento de projetos de sistemas de informações. Em primeiro lugar, é estabelecido o ciclo de vida do desenvolvimento de sistemas em quatro fases (planejamento, análise, projeto e implementação) como estrutura básica para o processo de desenvolvimento de SI. A seguir, são analisados os modos pelos quais as organizações identificam e iniciam potenciais projetos.

As primeiras etapas no processo são identificar um projeto que agregue valor ao negócio e criar uma solicitação (ou requisição) de sistema que forneça as informações básicas sobre o sistema proposto. Em seguida, o analista realiza uma análise de viabilidade para determinar a viabilidade técnica, econômica e organizacional do sistema.

OBJETIVOS

■ Explicar o papel desempenhado pelo analista de sistemas no desenvolvimento de sistemas de informações.

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CAPÍTULO 3 – DETERMINAÇÃO DOS REQUISITOS

Alan Dennis, Barbara Haley, Roberta M. Roth Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

DETERMINAÇÃO

DOS REQUISITOS

D

urante a fase de análise, o analista determina os requisitos funcionais do novo sistema. Este capítulo começa descrevendo a fase de análise e seu produto principal, a proposta do sistema. O conceito de um requisito é explicado, e várias categorias de requisitos são definidas. O objetivo e a estrutura da declaração de definição dos requisitos são apresentados. As técnicas para eliciar requisitos são analisadas, incluindo entrevistas, sessões JAD, questionários, análise de documentos e observação. Finalmente, são descritas várias estratégias de análise de requisitos a fim de ajudar o analista a descobrir os requisitos.

OBJETIVOS

■ Explicar a fase de análise do CVDS.

■ Descrever o conteúdo e o objetivo da declaração de definição dos requisitos.

■ Classificar corretamente os requisitos como comerciais, do usuário, funcionais ou não funcionais.

■ Empregar as técnicas de eliciação de requisitos de entrevistas, sessões JAD, questionários, análise de documentos e observação.

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Medium 9788521626336

CAPÍTULO 9 – DESIGN DA INTERFACE COM O USUÁRIO

Alan Dennis, Barbara Haley, Roberta M. Roth Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 9

DESIGN DA INTERFACE

COM O USUÁRIO

U

ma interface com o usuário é a parte do sistema com a qual os usuários interagem. Incluem as exibições de tela que proporcionam a navegação pelo sistema, as telas e os formulários que capturam dados e os relatórios que o sistema produz (seja em papel, na Web ou por meio de outra mídia). Este capítulo apresenta os princípios e os processos básicos do design da interface e analisa como conceber a estrutura e os padrões da interface.

OBJETIVOS

■ Descrever diversos princípios fundamentais do design da interface com o usuário.

■ Explicar o processo do design da interface com o usuário.

■ Analisar como conceber a estrutura da interface com o usuário.

■ Explicar como conceber os padrões da interface com o usuário.

■ Ser capaz de criar o design da interface com o usuário.

ESTRUTURA DO CAPÍTULO

Introdução

Princípios para o Design da Interface com o Usuário

Layout

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CAPÍTULO 4 – ANÁLISE DE CASOS DE USO

Alan Dennis, Barbara Haley, Roberta M. Roth Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

ANÁLISE de casos de uso

O

s casos de uso são empregados para explicar e documentar a interação exigida entre o usuário e o sistema objetivando realizar a tarefa do usuário. Os casos de uso são criados para auxiliar a equipe de desenvolvimento a entender de forma mais completa as etapas que estão envolvidas na conquista dos objetivos do usuário. Uma vez criados, frequentemente os casos de uso podem ser empregados a fim de obter requisitos funcionais mais detalhados para o novo sistema.

OBJETIVOS

■ Explicar a finalidade dos casos de uso na fase de análise do CVDS.

■ Descrever as várias partes de um caso de uso e a finalidade de cada parte.

■ Explicar o processo utilizado para criar um caso de uso.

■ Descrever como os casos de uso contribuem para os requisitos funcionais.

■ Descrever como os casos de uso informam o desenvolvimento dos planos de testes.

ESTRUTURA DO CAPÍTULO

Introdução

Casos de Uso

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Aldir Jos Coelho Corr A Da Silva (27)
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Medium 9788577800674

LIÇÃO 5 Adicionando e modifi cando texto

Aldir José Coelho Corrêa da Silva Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO

5

Adicionando e modificando texto

Depois desta lição, você será capaz de:

Marcar e desmarcar objetos.

Adicionar texto a slides.

Ajustar objetos de texto.

Formatar texto.

Alterar alinhamento e espaçamento de texto.

Mover um objeto de texto.

Localizar e substituir texto e fontes.

Corrigir texto ao digitar.

Verificar ortografia.

Verificar estilos de apresentação.

Usar o painel de tarefas Pesquisar.

TERMOS-CHAVE

alças de redimensionamento caixa de edição de texto caixa de seleção de linhas inclinadas caixa de seleção pontilhada

objeto quebra de texto rótulo de texto

No Microsoft PowerPoint você pode incrementar e modificar o texto de sua apresentação para aprimorar sua mensagem. O PowerPoint oferece várias alternativas para a inserção de texto em seus slides: espaços reservados de texto para a inserção de títulos e subtítulos de slide, rótulos de texto para anotações e frases curtas e caixas de edição para texto mais longo. Você também pode inserir texto dentro de objetos, como círculos, retângulos ou estrelas.

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Medium 9788577800674

LIÇÃO 9 Adicionando elementos gráfi cos ao PowerPoint

Aldir José Coelho Corrêa da Silva Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO

9

Adicionando elementos gráficos ao PowerPoint

Depois desta lição, você será capaz de:

Alterar o layout de um slide.

Inserir uma imagem de clip-art.

Dimensionar uma imagem.

Recolorir uma imagem de clip-art.

Inserir e modificar uma foto.

Inserir e modificar WordArt.

TERMOS-CHAVE

clip-art

dimensionamento

A inclusão de elementos gráficos em uma apresentação do PowerPoint pode ajudá-lo a transmitir sua mensagem e a melhorar a aparência dos slides. Imagens de clip-art e fotografias podem atuar como ilustrações do conteúdo do slide ou dar o tom que você deseja definir para a apresentação. Para um tópico leve de apresentação, por exemplo, imagens de clip-art engraçadas podem divertir seu público.

Uma apresentação relacionada à viagens pode ficar muito melhor com fotografias ilustrando o destino que estiver sendo discutido.

Você usará comandos do menu Inserir e da barra de ferramentas Desenho para inserir objetos gráficos como imagens de clip-art, fotografias e texto estilizado. Uma vez que tiver um objeto gráfico no slide, ferramentas da barra de ferramentas Imagem e outras barras de ferramentas especializadas o ajudarão a modificar e personalizar seus elementos gráficos.

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Medium 9788577800674

LIÇÃO 6 Aplicando e modificando modelos de design

Aldir José Coelho Corrêa da Silva Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO

6

Aplicando e modificando modelos de design

Depois desta lição, você será capaz de:

Entender e aplicar os modelos de design.

Entender os mestres do PowerPoint.

Modificar espaços reservados mestres.

Formatar texto mestre.

Formatar marcadores.

Ajustar o recuso do texto mestre.

Reaplicar um layout de slide.

Ocultar objetos de plano de fundo.

Salvar uma apresentação como modelo.

TERMOS-CHAVE

marcador de margem marcadores de recuo mestres modelo de design

recuo deslocado slide mestre título mestre

Um modelo de design é um arquivo de apresentação que tem um conjunto predefinido de características de cor e texto. Você pode criar uma apresentação com base em um modelo ou aplicar um modelo a uma apresentação existente. Quando aplicar um modelo a uma apresentação, os slides assumirão as características do modelo, para que você possa manter um design uniforme em toda a apresentação. O PowerPoint usa mestres que controlam a aparência das partes individuais da apresentação, inclusive a formatação, cor, elementos gráficos e inserção de texto. Toda apresentação tem um conjunto de mestres, um para cada modo de exibição.

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Medium 9788577800179

LIÇÃO 7: Criando conteúdo e editando texto

Aldir José Coelho Corrêa da Silva Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO

7

Criando conteúdo e editando texto

Depois desta lição, você será capaz de:

Verificar a ortografia de um documento.

Procurar erros gramaticais.

Traduzir texto para e a partir de outros idiomas.

Usar o dicionário de sinônimos.

Encontrar texto específico.

Substituir texto específico.

Criar entradas e exceções de AutoCorreção.

Realçar texto.

Inserir a data e a hora como texto ou como um campo.

Inserir caracteres especiais.

TERMOS-CHAVE

AutoCorreção campo caractere curinga caracteres especiais comentários estatísticas de legibilidade estilo de texto

exceção largura variável

Semelhantes serviços de pesquisa string de pesquisa verificação gramatical verificação ortográfica

Antes de distribuir um documento do Microsoft Office Word 2003, você deve revisá-lo cuidadosamente. A revisão inclui a correção de erros ortográficos e gramaticais e outras alterações. Felizmente, os recursos ortográficos e gramaticais do Word podem fazer uma parte desse trabalho para você.

O dicionário contém todas as palavras que a Microsoft identifica como corretas na verificação ortográfica de um documento, inclusive muitos nomes próprios e acrônimos. Se você digitasse Nosso planos é enviar o documento depois que ele tiver sido revisado, a Microsoft marcaria planos como um erro gramatical. Por outro lado, se você digitar Pára quem possa interessar, o Word não marcará a palavra

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Medium 9788577800674

LIÇÃO 14 Revisando e compartilhando uma apresentação

Aldir José Coelho Corrêa da Silva Grupo A PDF Criptografado

LIÇÃO

14

Revisando e compartilhando uma apresentação

Depois desta lição, você será capaz de:

Adicionar comentários a uma apresentação.

Adicionar proteção de senha a uma apresentação.

Enviar uma apresentação via correio eletrônico.

Manipular alterações do revisor.

Transmitir uma apresentação on-line.

Usar O Pacote Para CD e o Visualizador do PowerPoint.

TERMOS-CHAVE

Visualizador do PowerPoint

Após criar o rascunho de uma apresentação, talvez você queira distribuí-la para seus colaboradores e solicitar um feedback. Trabalhar em conjunto pode ajudá-lo a produzir apresentações precisas e completas.

Uma apresentação do Microsoft PowerPoint pode ser enviada por meios eletrônicos para os revisores, para que eles possam ler, revisar e fazer comentários sem que seja necessário imprimi-la. Depois que os revisores devolverem as apresentações editadas, você pode mesclá-las à apresentação original e, em seguida, aceitar ou rejeitar as alterações que eles sugeriram. Para proteger uma apresentação durante o processo de revisão, você pode aplicar uma senha que restrinja sua modificação ou abertura.

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Alex Rodrigo Moises Costa Wanderley Ricardo De Almeida Pontual (17)
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Medium 9788536532080

Capítuo 5: INSTALAÇÃO DO ACTIVE DIRECTORY NO WINDOWS SERVER

Alex Rodrigo Moises Costa Wanderley, Ricardo de Almeida Pontual Editora Saraiva PDF Criptografado

AGORA É COM VOCÊ!

1. Qual é o papel do diretório raiz no Linux?

2. Quais são as configurações do DA no Linux Server para criar grupos e usuários?

34

GERENCIAMENTO DE SERVIDORES

5

INSTALAÇÃO DO

ACTIVE DIRECTORY NO

WINDOWS SERVER

PARA COMEÇAR

Neste capítulo, serão estudados os procedimentos para a instalação do Active Directory no Windows Server.

5.1  Introdução

O Windows Server atende a uma grande família de versões e trabalha basicamente com o serviço de diretório conhecido como Active Directory (AD).

Para a instalação do AD, é necessário realizar alguns procedimentos que garantam o bom funcionamento do sistema, garantindo também a preservação da integridade dos dados, bem como a segurança contra ataques ou invasões de sistemas exteriores.

5.2  Instalando o serviço de AD no Windows Server

Para a correta instalação do serviço de diretório do Windows Server, são recomendados alguns procedimentos:

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ESTE LIVRO POSSUI MATERIAL DIGITAL EXCLUSIVO

Alex Rodrigo Moises Costa Wanderley, Ricardo de Almeida Pontual Editora Saraiva PDF Criptografado

ESTE LIVRO POSSUI MATERIAL DIGITAL EXCLUSIVO

Para enriquecer a experiência de ensino e aprendizagem por meio de seus livros, a Saraiva Educação oferece materiais de apoio que proporcionam aos leitores a oportunidade de ampliar seus conhecimentos.

Nesta obra, o leitor que é aluno terá acesso ao gabarito das atividades apresentadas ao longo dos capítulos. Para os professores, preparamos um plano de aulas, que o orientará na aplicação do conteúdo em sala de aula.

Para acessá-lo, siga estes passos:

1. Em seu computador, acesse o link: http://somos.in/GDS1

2. Se você já tem uma conta, entre com seu login e senha. Se ainda não tem, faça seu cadastro.

3. Após o login, clique na capa do livro. Pronto! Agora, aproveite o conteúdo extra e bons estudos!

Qualquer dúvida, entre em contato pelo e-mail suportedigital@saraivaconecta.com.br.

4

GERENCIAMENTO DE SERVIDORES

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AGRADECIMENTOS

Alex Rodrigo Moises Costa Wanderley, Ricardo de Almeida Pontual Editora Saraiva PDF Criptografado

DADOS INTERNACIONAIS DE CATALOGAÇÃO NA PUBLICAÇÃO (CIP)

ANGÉLICA ILACQUA CRB-8/7057

Av. Dra. Ruth Cardoso, 7221, 1º Andar, Setor B

Pinheiros – São Paulo – SP – CEP: 05425-902

SAC

Dúvidas referente a conteúdo editorial, material de apoio e reclamações:

sac.sets@somoseducacao.com.br

Wanderley, Alex Rodrigo Moises Costa

Gerenciamento de servidores / Alex Rodrigo Moises Costa

Wanderley, Ricardo de Almeida Pontual. – São Paulo : Érica, 2019.

112 p.

Bibliografia

ISBN 978-85-365-3210-3

1. Servidores da web 2. Directory services (Tecnologia de rede de computador) 3. Redes de computadores 4. Windows Server (Sistema operacional de computador) 5. Linux (Sistema operacional de computador) I. Título II. Pontual, Ricardo De Almeida

CDD 005.74

CDU 004.63

19-1078

Direção executiva Flávia Alves Bravin

Direção editorial Renata Pascual Müller

Índices para catálogo sistemático:

1. Gerenciamento de servidores

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Capítulo 10: PLANEJAMENTO E IMPLANTAÇÃO DE SERVIÇOS

Alex Rodrigo Moises Costa Wanderley, Ricardo de Almeida Pontual Editora Saraiva PDF Criptografado

�� Gestão da continuidade do negócio: planos de continuidade do negócio devem ser desenvolvidos e implementados, visando impedir a interrupção das atividades do negócio e assegurar que as operações essenciais sejam rapidamente recuperadas.

�� Conformidade: é importante evitar a violação de qualquer lei criminal ou civil, garantindo estatutos, regulamentações ou obrigações contratuais e de quaisquer requisitos de segurança da informação.

Caso necessário, a empresa pode contratar uma consultoria especializada, para que verifique sua conformidade e aderência a requisitos legais e regulamentares.

FIQUE DE OLHO!

As normas ISO/IEC 27001 e 27002 integram um conjunto de normas que são de extrema importância para compor uma Política de Segurança da Informação adequada, porém, adotar os requisitos não resulta em uma certificação que restringe as organizações a seguirem exclusivamente os requisitos da norma. Nesse contexto, é muito producente que as organizações que utilizam serviços de Tecnologia da Informação tenham uma conduta com requisitos próprios que aumentem a segurança.

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SOBRE OS AUTORES

Alex Rodrigo Moises Costa Wanderley, Ricardo de Almeida Pontual Editora Saraiva PDF Criptografado

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Para enriquecer a experiência de ensino e aprendizagem por meio de seus livros, a Saraiva Educação oferece materiais de apoio que proporcionam aos leitores a oportunidade de ampliar seus conhecimentos.

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SOBRE OS AUTORES

Alex Rodrigo Moises Costa Wanderley é mestre em Ciências da

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