Simon Unwin (1)
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Capítulo 1. Como a análise ajuda a projetar

Simon Unwin Grupo A PDF Criptografado

Com o a anális e ajuda a p rojeta r

“Os escritores devem iniciar como leitores, e antes de colocarem suas ideias no papel, até mesmo o mais alienado deles vai ter de internalizar as normas e formas da tradição com a qual desejam romper.”

Seamus Heaney –

The Redress of Poetry, 1995, p. 6.

Co m o a a n á l i s e a j u d a a p roj e tar

T

ive dificuldades para aprender a praticar a arquitetura. Isso acontece com muitas pessoas. Inicialmente, pode ser como pedir ao cérebro para fazer algo cuja estrutura de referência ele não tem. As habilidades de aprendizado desenvolvidas na escola, especialmente o uso de palavras e números, não preparam o cérebro para os desafios específicos do projeto de arquitetura. Ao mesmo tempo, porém, é como se a habilidade do projeto de arquitetura fosse inata e o foco escolar tradicional em disciplinas estudadas por meio da linguagem e da matemática lhe fizesse atrofiar, submergindo-a sob tanto conhecimento. O truque para começar a praticar arquitetura é despertar a habilidade inata; reviver aquele fascínio infantil pelo acampamento em volta de uma fogueira no bosque, cavar um buraco para sentar-se na praia, fazer “casinhas” debaixo de mesas e em cima de árvores.

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Peter Tregenza David Loe (2)
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Medium 9788582603345

Capítulo 15 - Hotéis: recintos de uso público

Peter Tregenza, David Loe Grupo A PDF Criptografado

15

Hotéis: recintos de uso público

Os hotéis são um tema complexo para exemplos de projeto de luminotécnica, porque englobam uma grande variedade de requisitos, que vão desde o saguão de acesso aos espaços de uso público como restaurantes e bares até as suítes e os apartamentos privativos. Os saguões de entrada, em particular, têm várias exigências que nem sempre são compatíveis entre si.

Pontos-chave para a iluminação de saguões de hotel

• O saguão é responsável pela primeira impressão que o hóspede tem do hotel. Ele deve transmitir o caráter e o etos do lugar.

• Os hóspedes podem estar cansados após uma longa viagem, não dominar o idioma ou estar com pressa. O percurso deve ser claro, o balcão de recepção precisa estar em uma posição de destaque e deve haver recursos para os usuários com deficiências físicas. É positivo que o hóspede consiga deduzir daquele local o leiaute do hotel como um todo.

• O saguão de um hotel grande é o local de trabalho de muitas pessoas: recepcionistas, manobristas, porteiros e garçons, por exemplo. A comunicação entre os indivíduos é a atividade dominante, então é essencial haver uma boa iluminação dos rostos. Existem outras tarefas que requerem a iluminação sobre o plano de trabalho, como a leitura de documentos, a contagem de dinheiro e o uso de computadores.

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Medium 9788582603345

Capítulo 1 - A observação da luz

Peter Tregenza, David Loe Grupo A PDF Criptografado

1

A observação da luz

1.1

O

s compositores sabem muito bem quais são os sons produzidos pela voz e pelos instrumentos.

Eles conhecem suas características físicas – seu alcance, o quão fácil ou difícil é cantar ou tocar uma nota em particular. Além disso, eles têm uma boa noção do efeito que a música pode

exercer nas pessoas. Poderíamos dizer o mesmo sobre atores, pintores, poetas ou qualquer outro artista.

Parte do processo para se aprender a ser criativo consiste em adquirir um vocabulário de sons, palavras, imagens, qualquer que seja o meio. Ele será a linguagem por meio da qual o artista poderá se comunicar.

Para o luminotécnico, a língua é feita de luminosidade e de cores em um espaço tridimensional; o nosso meio é a edificação construída. Entretanto, para compartilhar, ensinar e adquirir novas informações, utilizamos uma segunda língua: a palavra falada e escrita. Essa é a linguagem que usamos para chegar aos parâmetros que determinam o nosso trabalho. E, assim como os outros artistas, atribuímos significados especiais a algumas palavras; exemplos disso são: “luminosidade”, “claridade”, “cor” e “espaço”. Elas são equivalentes a “melodia”, “harmonia” e “ritmo” para os músicos.

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Pamela Buxton (2)
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Medium 9788582604304

Capítulo 28 - Templos e locais de culto

Pamela Buxton Grupo A PDF Criptografado

Templos e locais de culto

28

Leslie Fairweather, Ian Brewerton, Atba Al-Samarraie, David Adler e Derek Kemp

CI/Sfb: 6

A seção sobre a Igreja Anglicana foi revisada por Maurice Walton em 2011

PONTOS CHAVE:

• Os arquitetos que projetarem edificações religiosas e locais de culto sempre deverão estudar as tradições e os rituais em um nível mais profundo do que seria necessário para o trabalho com outros tipos de prédio

• Em igrejas e outras edificações cristãs, muitas vezes as intervenções arquitetônicas implicam a inclusão de alguns espaços seculares ou comunitários que permitem à paróquia aumentar sua participação na sociedade e, em certos casos, melhorar o angariamento de receitas

Conteúdo

1 Introdução

PARTE A Um guia para grupos religiosos cristãos

2

3

4

5

6

7

8

9

Igreja anglicana

Igreja católica romana

United Reformed Church

Exército da salvação

Igreja metodista

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Capítulo 5 - Estruturas

Pamela Buxton Grupo A PDF Criptografado

Estruturas

5

David Adler, Norman Seward e Andrew Peters

Este capítulo, originalmente escrito por David Adler e Norman Seward, foi revisado por Andrew Peters em 2011. Andrew Peters é arquiteto e Professor Sênior do Departamento de Planejamento e Arquitetura da

University of the West of England

PONTOS-CHAVE:

• As normas atuais exigem especialistas para analisar e projetar tipos específicos de estruturas e materiais

• Existem análises e métodos de projeto genéricos e simplificados, assim como “regras práticas”, mas nada deve substituir uma análise final rigorosa

Conteúdo

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

Introdução

Teoria básica das estruturas

Materiais estruturais

Alvenaria

Madeira

Concreto armado

Estruturas de aço e outros metais

Vidro

Outros materiais

Fundações

Análise intuitiva de sistemas estruturais básicos: o que o arquiteto deve considerar

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Niura Mart M Chivelet Ignacio Fernandez Solla (11)
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Medium 9788577805815

Capítulo 1 - Fundamentos de Energia Fotovoltaica

Niura Martím Chivelet, Ignacio Fernandez Solla Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO

1

Fundamentos de

Energia Fotovoltaica

Introdução

A unidade fotovoltaica básica é a “célula solar”, que forma os “módulos fotovoltaicos”, elementos de fácil manuseio que, conectados entre si, compõem o gerador elétrico de uma instalação fotovoltaica. Os módulos fotovoltaicos transformam diretamente a luz solar em energia elétrica e podem ser incluídos de muitas maneiras nos sistemas de vedação externa de uma edificação. Na maioria dos casos, estas “edificações fotovoltaicas” estão conectadas à rede elétrica, mas também existem edificações autônomas.

Para uma melhor integração com o projeto de arquitetura, o projeto desses módulos pode ser ajustado, dentro de certos limites.

Cada tecnologia fotovoltaica oferece distintas possibilidades e, por sua vez, tem suas próprias limitações. Neste capítulo, são descritas as células e os módulos fotovoltaicos de distintas tecnologias.

Características como a transparência do módulo, sua fórmula e seu tamanho, seu aspecto e sua cor ou estrutura de construção são analisados para os módulos de silício cristalino e os vários módulos diferentes de película delgada.

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Medium 9788577805815

Capítulo 2 - Critérios de Geração Fotovoltaica

Niura Martím Chivelet, Ignacio Fernandez Solla Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO

2

Critérios de Geração

Fotovoltaica

Introdução

Qualquer superfície da pele externa de uma edificação que esteja livre de sombras e bem orientada para o sol pode ser adequada para a instalação dos módulos fotovoltaicos. Do ponto de vista da geração de energia, a posição ideal para os sistemas fotovoltaicos interligados à rede pública corresponde à orientação norte (em latitudes

1 sul, ou seja, no hemisfério sul), com uma inclinação similar ao valor da latitude local. Para os sistemas integrados a edificações nem sempre é possível contar com essas condições, mas, ainda assim, é recomendável que os módulos recebam ao menos cerca de 80% da irradiação máxima anual local.

No projeto dos sistemas fotovoltaicos integrados a edificações entram em jogo vários fatores que interagem mutuamente: a geração fotovoltaica, a função e arquitetura, o comportamento térmico, a transmitância luminosa dos módulos e o custo. É importante se chegar a um meio-termo entre todos esses fatores e, ao mesmo tempo, cumprir exigências de segurança que afetam a instalação, tanto do ponto de vista elétrico como do arquitetônico.

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Medium 9788577805815

Capítulo 3 - O Projeto da Pele da Edificação

Niura Martím Chivelet, Ignacio Fernandez Solla Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO

3

O Projeto da Pele da Edificação

3.1 Vedação externa com painéis fotovoltaicos e painéis de terracota. Cobertura com beirais de painéis fotovoltaicos integrados. Foto: cortesia da

Oskomera.

O projeto do sistema fotovoltaico

Até muito recentemente, os módulos fotovoltaicos eram projetados com um único objetivo: a geração de eletricidade a partir da energia solar. O sistema de módulos ou painéis fotovoltaicos era um novo apetrecho que não era bem-vindo e costumava terminar na cobertura do prédio, totalmente desvinculado do conceito de projeto do arquiteto. Além disso, os custos duplicavam: primeiramente se terminava o revestimento da fachada por completo, e depois se instalava o sistema fotovoltaico como uma pele sobreposta.

Foi apenas em meados da década de 1990 que os arquitetos e a indústria fotovoltaica encontraram uma base comum para integrar de maneira efetiva os módulos fotovoltaicos aos sistemas de vedação de fachada. O primeiro passo para a integração efetiva é dar-se conta de que quase todas as edificações usam suas janelas como uma fonte de energia solar passiva (que proporciona luz todo o ano e ganhos térmicos durante o inverno). Converter as superfícies opacas do prédio (fachadas, coberturas ou elementos de proteção solar) em geradores ativos de eletricidade, integrando painéis fotovoltaicos a eles, é parte do mesmo processo de projeto de criação de aberturas em uma fachada, para conseguir iluminação e ventilação.

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Medium 9788577805815

Capítulo 4 - Sistemas de Fachada Ventilada

Niura Martím Chivelet, Ignacio Fernandez Solla Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO

4

Sistemas de

Fachada Ventilada

Conceito de fachada ventilada

Típicas da construção em madeira de países frios e úmidos, as fachadas ventiladas são a resposta convencional ao problema do ingresso de água através de um sistema de vedação leve. O conceito se baseia em dividir a fachada em duas peles independentes e com usos distintos, separadas por uma câmara de ar ventilada. A pele interior é a fachada resistente, estanque e isolada, enquanto a pele exterior tem como objetivo proteger a interior da ação direta da chuva. Por isso o nome em inglês desses sistemas é “fachada de chuva” (rainscreen façade). O nome alemão – “fachada fria” (kalt

Fassade) – faz referência ao fato de que a pele exterior não está isolada termicamente.

O estudo pioneiro de G.K. Garden sobre a penetração da chu1 va e seu controle, publicado em 1963, explicava como o princípio da fachada ventilada podia resolver de maneira definitiva o risco da entrada de água através das vedações externas, sem deixar de apreciar suas outras vantagens: maior tolerância aos movimentos da edificação, proteção da barreira impermeável, melhor posição do isolamento térmico, menor risco de condensações intersticiais e, finalmente, contribuição a uma redução das cargas térmicas no verão, graças à ventilação do ar quente da câmara.

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Medium 9788577805815

Capítulo 5 - Paredes-Cortina Convencionais

Niura Martím Chivelet, Ignacio Fernandez Solla Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO

5

Paredes-cortina

Convencionais

Conceito e tipos de parede-cortina

A parede-cortina ou fachada-cortina é a fachada leve levada a sua expressão máxima, pois oferece a resposta lógica às estruturas independentes da arquitetura do século XX, na qual a fachada deixou de ser um elemento portante. A disputa para obter a leveza máxima, a redução da espessura da fachada e a possibilidade de aberturas começou em Chicago por volta de 1880, e terminou na década de

1950, com o conceito amadurecido de parede-cortina ou fachada contínua de vidro que recobre como uma luva todo o edifício. Nas seis décadas que transcorreram desde a construção da Lever House

(de Gordon Bunshaft para SOM) e do Edifício Seagram (de Mies van der Rohe), ambos em Nova York, o modelo foi aperfeiçoado constantemente, mas sem o questionamento do paradigma.

A maior crítica à pele de vidro contínua surgiu após a primeira crise energética de 1973, e hoje se converteu no motor da evolução dessa tipologia. De fato, se do ponto de vista construtivo as paredes-cortina são uma solução comprovada e confiável, sua eficiência energética, em especial o controle dos ganhos térmicos no verão, ainda está longe de ser resolvida. Como veremos a seguir, a integração dos painéis fotovoltaicos pode ajudar a reduzir o problema.

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Mark Karlen (10)
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Medium 9788577807017

Apêndice: Programas de necessidades e espaços de intervenção

Mark Karlen Grupo A PDF Criptografado

Apêndice

PROGRAMAS DE NECESSIDADES e ESPAÇOS DE INTERVENÇÃO

180 | Apêndice

Programas de Necessidades

PROGRAMAS DE

NECESSIDADES

1A, 1B, 1C: 150 m2

2A, 2B, 2C, 2S: 250 m2

3A, 3B, 3C: 400 m2

• Os Programas de Necessidades 1A, 1B e 1C devem ser utilizados com os Espaços de

Intervenção 1A, 1B e 1C, que têm cerca de 150 m2; mas eles podem ser usados em qualquer combinação (trocados entre si), o que nos oferece nove exercícios de projeto com espaços de tamanho similar.

• Os Programas de Necessidades 2A, 2B, 2C e 2S devem ser utilizados com os Espaços de Intervenção 2A, 2B, 2C e 2S, cada um com cerca de 250 m2. Estes também podem ser usados em qualquer combinação, possibilitando 16 exercícios de projeto com área similar. O “S” se refere à sample, amostra em inglês, pois o programa de necessidades

2S e o espaço de intervenção 2S são as amostras ou demonstrações mencionadas ao longo do texto.

• Os Programas de Necessidades 3A, 3B e 3C devem ser utilizados com os Espaços de

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Medium 9788577807017

Capítulo 1: A metodologia de planejamento

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Capítulo 1 A METODOLOGIA DE PLANEJAMENTO

O processo de planejamento espacial de um interior tem início quando uma pessoa, ou um grupo de pessoas, decide sujeitar uma edificação, ou parte dela, a um uso novo, o que inclui desde espaços habitacionais ou profissionais pequenos até equipamentos profissionais ou institucionais enormes e complexos. Com exceção dos espaços mais simples, como apartamentos ou escritórios pequenos, utilizar um espaço de maneira eficiente e funcional é uma tarefa complexa que está muito além das capacidades da maioria de seus usuários. Nesse momento e por essa razão, o especialista em planejamento espacial, o arquiteto de interiores ou o arquiteto é chamado para resolver o problema.

Os arquitetos se deparam com situações distintas. A maioria dos usuários ou clientes não tem experiência em trabalhar com profissionais da área de planejamento e apresentam seus problemas dessa ordem sem dados preparados de maneira significativa. Não raro, um proprietário ou gerente de uma empresa procura um arquiteto de interiores e diz: “O número de funcionários aumentou em 60% nos

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Medium 9788577807017

Capítulo 2: Os primeiros passos do planejamento de espaços

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Capítulo 2 OS PRIMEIROS PASSOS DO

PLANEJAMENTO DE ESPAÇOS

Organogramas e Plantas Baixas Esquemáticas

Até o momento, os esforços para solucionar problemas de planejamento espacial se concentraram em métodos de coleta de dados, na análise das necessidades dos usuários e nas tentativas iniciais de se estabelecer um conceito ou abordagem geral para o projeto. Embora tenhamos feito um pouco de planejamento físico – ao desenhar os esboços de planta baixa para funções ou compartimentos específicos e os diagramas de relações abstratos da organização como um todo –, a planta do conjunto ainda não foi abordada a partir de uma perspectiva realista de planejamento.

O pulo inicial desde os estudos preliminares até o desenvolvimento mais criativo de uma planta baixa que resolva os problemas práticos e estéticos dos usuários é o elemento mais complexo e crítico do processo de planejamento espacial. A elaboração do programa de necessidades é, essencialmente, um processo analítico; já o planejamento (e o projeto) é, em essência, um processo de síntese. Nunca é fácil passar do modo analítico do programa de necessidades para o modo criativo da atividade de projetar propriamente dita – sempre há uma distância considerável entre os dois processos. O ideal é fazer com que essa distância seja a menor e mais contornável possível. Ela será pequena na medida em que os resultados do programa de necessidades forem completos e detalhados.

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Medium 9788577807017

Capítulo 3: Os espaços pequenos e com dimensões mínimas

Mark Karlen Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 3 OS ESPAÇOS PEQUENOS E COM

DIMENSÕES MÍNIMAS

Antes de tentar solucionar os problemas convencionais de projeto de interiores,

é importante dominar o planejamento de espaços típicos pequenos e com dimensões mínimas. Em especial, é preciso tornar-se competente no planejamento de espaços residenciais típicos (cozinhas, banheiros, lavabos e lavanderias) e de espaços não residenciais (banheiros públicos e copas pequenas). Em uma escala menor, também se deve considerar espaços não usuais, como salas de computadores, câmaras escuras e laboratórios científicos. Há um denominador comum entre todos esses espaços: eles têm muitos equipamentos e sua construção é dispendiosa; consequentemente, seu planejamento costuma visar ao máximo de economia e eficiência em termos de espaço utilizado.

O planejamento de tais espaços pequenos não é muito difícil, mas, quando o arquiteto não tem experiência com eles, a área reduzida se torna um grande entrave para a resolução eficiente e eficaz dos problemas de projeto de interiores em geral.

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Capítulo 4: A vedação esterna e as principais instalções prediais

Mark Karlen Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 4 A VEDAÇÃO EXTERNA E AS PRINCIPAIS

INSTALAÇÕES PREDIAIS

Os conhecimentos que um projetista experiente traz para o projeto de arquitetura são incrivelmente amplos e profundos. Trata-se de um conhecimento que raramente é obtido em sala de aula; na verdade, ele é construído por meio da experiência adquirida, ao longo de muito tempo, em projetos numerosos e variados. Os livros-texto e os processos em sala de aula são incapazes de simular a experiência de aprendizado que resulta de esforços repetitivos em termos de pesquisa e também das complexidades e peculiaridades das situações reais.

No decorrer de qualquer projeto, o projetista pode buscar a ajuda de consultores e/ou pesquisar informações e técnicas de aplicação relacionadas a códigos de edificações, acústica, iluminação, instalações mecânicas e elétricas, normas de preservação histórica, considerações estruturais ou técnicas de construção interna, além de muitos outros fatores.

Este capítulo e o Capítulo 5 foram elaborados para oferecer uma ideia geral de todas as áreas do planejamento e da base de projeto essenciais para o processo de planejamento espacial. Em cada panorama, fornecemos uma indicação do nível ou da profundidade de conhecimento necessário para a área em questão. Além disso, leituras complementares voltadas ao desenvolvimento de tal conhecimento são sugeridas ao final do capítulo. Todas as áreas discutidas são

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