Carlos Leite Juliana Di Cesare Marques Awad (13)
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Depoimentos

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DEPOIMENTOS

Brian McGrath, Parsons The New School for Design, Nova York

O século 21 foi designado como o século urbano pela ONU identificando o planeta tendo passado um ponto fundamental de inflexão: já não somos predominantemente rural. A tendência global de urbanização só aumentará nos próximos anos,

à medida que cada vez mais somos uma espécie de cidadãos-moradores urbanos que varia muito em tamanho, densidade e composição. A pegada ecológica inegável resultante desta mudança urbana tornou-se um outro refrão global familiar.

Com a percepção de que as formas tradicionais de urbanização desenvolvidas pela sociedade industrial são inadequadas às exigências de mitigação e adaptação à mudança climática ou urbana – a natureza humana ou segunda – ao invés de uma ideia de “vida selvagem” se tornou o campo mais importante dos estudos ecológicos. Soluções para um conjunto tão complexo de “problemas perversos” cercando a rápida urbanização e as mudanças climáticas têm contrariado as áreas tradicionais do pensamento racional e do conhecimento como governança, políticas e planejamento, bem como desenvolvimento orientado a modelos financeiros e de negócios.

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Capítulo 7 - Cidades sustentáveis: cidades compactas, cidades inteligentes

Carlos Leite, Juliana di Cesare Marques Awad Grupo A PDF Criptografado

7

CIDADES SUSTENTÁVEIS:

CIDADES COMPACTAS,

CIDADES INTELIGENTES

Se a cidade é “tudo o que nos resta” neste planeta urbano, como atestam os urbanistas contemporâneos de maior destaque, de Rem Koolhaas a Richard Rogers, por acreditarem que é através da cidade que existirão saídas para um mundo mais sustentável, justo e democrático, algumas premissas devem ser consideradas:

• As metrópoles são o grande desafio estratégico do planeta neste momento.

Se elas adoecem, o planeta fica insustentável. No entanto, a experiência internacional – de Barcelona, Vancouver e Nova York, para citar algumas das cidades mais verdes – mostra que as metrópoles se reinventam, se refazem. Já existem diversos indicadores comparativos e rankings das cidades mais verdes do planeta. Além dos países ricos, Bogotá e Curitiba têm-se colocado na linha de frente como casos a serem replicados.

• Uma cidade sustentável é muito mais do que um desejável conjunto de construções sustentáveis. Ela deve incorporar parâmetros de sustentabilidade no desenvolvimento urbano público e privado.

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A orla ferroviária de São Paulo (Diagonal Sul)

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A ORLA FERROVIÁRIA

DE SÃO PAULO

(DIAGONAL SUL)

Projetos Carlos Leite e equipe I 2002-2010

As novas dimensões que operam na fábrica urbana contemporânea – sua fragmentação, retalhamento e desarticulação, os terrenos vagos, a fluidez e a rede de fluxos – estão todas presentes no território da orla ferroviária paulistana.

A Orla Ferroviária na Região Metropolitana de São Paulo configura-se como o território ao longo da linha férrea, iniciando no bairro da Lapa, na Zona Oeste da cidade de São Paulo, passando pela região central (Moinho Central e Luz) e pela região Sudeste (Brás, Mooca e Ipiranga) até o ABC (ao longo do eixo ao longo do rio Tamanduateí).

Antiga linha férrea Santos-Jundiaí no início do século 20, este corredor estabeleceu-se como o vetor principal da industrialização pesada - predominantemente automotiva - no Brasil em meados do século.

Como tantas metrópoles industriais mundiais, no final do século 20 estes imensos territórios industriais entraram em declínio e desocupação devido às fortes transformações da economia pós-fordista e à inserção dessas cidades no ciclo produtivo de serviços avançados.

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Capítulo 1 - As cidades se reinventam

Carlos Leite, Juliana di Cesare Marques Awad Grupo A PDF Criptografado

1

AS CIDADES SE

REINVENTAM

Em 1930, o economista John Keynes previu que a humanidade, dali a cem anos, iria enfrentar seu problema permanente: como usar a liberdade de preocupações econômicas prementes, como ocupar o lazer que a ciência e os ganhos econômicos lhe trariam para viver bem, sábia e agradavelmente?

Agora que faltam apenas 20 anos para o cenário proposto por Keynes, talvez seja oportuno nos debruçarmos sobre a grande questão do século: o planeta urbano.

Afinal, se o século 19 foi dos impérios e o 20, das nações, este é o das cidades. E as imensas inovações que ora se anunciam ocorrerão no território urbano.

Domingo, 18 de abril de 2010, 9h30. Uma elegante jovem negra corre pela calçada limpa e com piso semipermeável, concentrada no exercício matinal na primavera de sol. Ao virar na King Street, algumas cédulas caem de seu short sem que ela perceba. Ato contínuo, o jovem loiro, aparentemente um junkie típico das metrópoles contemporâneas ricas, deixa seu banco onde lia o jornal – mobiliário urbano de design impecável –, pega as notas no chão e berra pela atenção da garota que segue em frente sem escutá-lo, iPod ligado. Fico cada vez mais atento à cena urbana. Ele põe-se a correr atrás dela e, na outra esquina, onde ela para esperando a sinalização sonora para travessia da rua após a passagem do MUNI (o moderno trem urbano), finalmente consegue abordá-la. Conversa rápida, sorrisos trocados, agradecimentos gentis. Ele adentra o café da esquina.

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Cluster Urbano | 22@ Barcelona

Carlos Leite, Juliana di Cesare Marques Awad Grupo A PDF Criptografado

CLUSTER URBANO I

22@ BARCELONA

As metas estipuladas pela agência 22@BCN são ambiciosas.

Os recentes processos de reestruturação produtiva de territórios industriais em transformação e as novas possibilidades geradas por projetos de inovação urbana e econômica, que se baseiam em atividades produtivas locais, como estratégias de regeneração urbana em cidades “pós-industriais”, encontram sua expressão de maior escala na experiência do projeto urbano 22@Barcelona.

O projeto 22@Barcelona prevê a transformação do antigo distrito industrial do

Poblenou, localizado na região central de Barcelona. A origem histórica desse bairro foi a expansão da cidade durante os séculos 18 e 19, período que o concretizou como uma zona industrial baseada, primeiramente, no setor têxtil. Sua conversão em uma zona espacialmente atrativa para a implantação de novas atividades econômicas, como serviços avançados, novas tecnologias e gestão do conhecimento, se tornou a nova meta de desenvolvimento local da cidade.

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Claudia Campos Netto (178)
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Exercício 14 – Folhas de impressão

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

9. Em seguida, insira luminárias e vegetação. Veja que nas famílias de luminárias temos luminárias de parede, de pé, e de forro. Para inserir as baseadas em forro, é necessário criar o forro. Você poderá editar o grupo do pavimento tipo e inserir o forro e as luminárias no ambiente. No modo de visualização Realista

Realista, podemos visualizar a vegetação de forma rápida, sem a necessidade de renderizar a vista.

Figura A.97 – Perspectiva externa com vegetação.

Salve o arquivo. Você pode permanecer com ele para o próximo exercício. Ele tem o nome de Exercicio12.rvt

Exercicio12.rvt.

Exercício 13 – Texto, Cotas e Simbologia

1. Com o projeto definido, partimos para a inserção de cotas, texto, símbolos de nível em corte, ambientes e outros elementos de detalhes para preparar a impressão e a apresentação. Neste exercício, você pode treinar livremente as ferramentas de anotação e ambiente, as quais estão descritas no Capítulo 15. Neste exemplo, inserimos cotas e ambiente no pavimento tipo. A Figura A.98 exibe um detalhe do resultado. Não se esqueça de que você pode duplicar vistas para gerar outras com detalhes diferentes em outras escalas. Também pode desligar elementos que não deseja ver em uma determinada vista em Visibilidade/Sobreposição de gráficos, na janela Propriedades ficos

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Medium 9788536532905

Exercício 13 – Texto, Cotas e Simbologia

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

9. Em seguida, insira luminárias e vegetação. Veja que nas famílias de luminárias temos luminárias de parede, de pé, e de forro. Para inserir as baseadas em forro, é necessário criar o forro. Você poderá editar o grupo do pavimento tipo e inserir o forro e as luminárias no ambiente. No modo de visualização Realista

Realista, podemos visualizar a vegetação de forma rápida, sem a necessidade de renderizar a vista.

Figura A.97 – Perspectiva externa com vegetação.

Salve o arquivo. Você pode permanecer com ele para o próximo exercício. Ele tem o nome de Exercicio12.rvt

Exercicio12.rvt.

Exercício 13 – Texto, Cotas e Simbologia

1. Com o projeto definido, partimos para a inserção de cotas, texto, símbolos de nível em corte, ambientes e outros elementos de detalhes para preparar a impressão e a apresentação. Neste exercício, você pode treinar livremente as ferramentas de anotação e ambiente, as quais estão descritas no Capítulo 15. Neste exemplo, inserimos cotas e ambiente no pavimento tipo. A Figura A.98 exibe um detalhe do resultado. Não se esqueça de que você pode duplicar vistas para gerar outras com detalhes diferentes em outras escalas. Também pode desligar elementos que não deseja ver em uma determinada vista em Visibilidade/Sobreposição de gráficos, na janela Propriedades ficos

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Exercício 8 – Corte e Elevações e Modelos de Vista

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

Exercício 8 – �Corte e Elevações e Modelos de Vista

1. Nessa etapa, vamos gerar algumas vistas do modelo e um modelo de vista.

2. Ative a vista do Pav 1.

1 Na aba Vista

Vista, selecione Corte e clique em dois pontos para gerar o corte longitudinal. Em seguida, gere outro corte transversal.

Procure passar esse corte na região onde será a esprojeto renomeie os Cortes cada. No Navegador de projeto,

1 e 2 para Corte AA e Corte BB clicando com o botão direito do mouse sobre o nome dos cortes.

Figura A.55 – Remoção do segmento/grid.

20.

20. Vamos substituir o painel pela porta, que precisa ser carregada. Selecione a aba Inserir > Carregar família; depois, na pasta Portas família

Portas, escolha Parede-Cortina-Vitrine-Duplo e Porta Parede-cortina-frente de loja-Dupla. loja-Dupla

21. modelo, selecione o painel (use Tab

21. No

Tab) até surgir o pino. Clique no pino para liberar o painel.

Depois de liberado, selecione em Propriedades a

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15.1 Texto

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

15

Anotações – Cotas e Texto

Introdução

Este capítulo aborda as ferramentas usadas para inserir texto, cotas, símbolos, identificadores e chamadas de vistas de detalhe no desenho. As categorias de anotação de texto, cotas, símbolos e identificadores são elementos específicos da vista na qual foram inseridos. Isso significa que eles só são exibidos na vista em que foram criados. Já os dados, símbolos de eixo, níveis e chamadas de detalhe aparecem em todas as vistas em que forem pertinentes. Os elementos anotativos são apresentados de acordo com a escala da vista. Quando se altera a escala de uma vista, esses elementos mudam de tamanho na tela, porém terão o mesmo tamanho ao serem impressos.

Objetivos

  Aprender a inserir texto no desenho.

  Inserir cotas e símbolos.

  Aprender a inserir identificadores de objetos – Tags.

  Inserir indicadores de ambientes.

As ferramentas de anotação se encontram na aba Anotar (Figura 15.1).

Figura 15.1 – Aba Anotar.

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Introdução

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

15

Anotações – Cotas e Texto

Introdução

Este capítulo aborda as ferramentas usadas para inserir texto, cotas, símbolos, identificadores e chamadas de vistas de detalhe no desenho. As categorias de anotação de texto, cotas, símbolos e identificadores são elementos específicos da vista na qual foram inseridos. Isso significa que eles só são exibidos na vista em que foram criados. Já os dados, símbolos de eixo, níveis e chamadas de detalhe aparecem em todas as vistas em que forem pertinentes. Os elementos anotativos são apresentados de acordo com a escala da vista. Quando se altera a escala de uma vista, esses elementos mudam de tamanho na tela, porém terão o mesmo tamanho ao serem impressos.

Objetivos

  Aprender a inserir texto no desenho.

  Inserir cotas e símbolos.

  Aprender a inserir identificadores de objetos – Tags.

  Inserir indicadores de ambientes.

As ferramentas de anotação se encontram na aba Anotar (Figura 15.1).

Figura 15.1 – Aba Anotar.

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Douglas Farr (1)
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Medium 9788582600795

Capítulo 1 - O Ambiente Construído - Nossa Situação Atual

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Capítulo 1

O Ambiente Construído:

Nossa Situação Atual

O estilo de vida norte-americano no caminho errado

“Encontramos o inimigo: somos nós.”

Pogo, de Walt Kelly

É típico dos norte-americanos celebrar a grande variedade de escolhas de vida.

Sentem orgulho de poder escolher onde trabalham, com quem vivem, onde compram e como se divertem. Decidem quem os governa. Sacralizam o direito de votar. Por séculos acreditam que o resultado final dessas decisões muito pessoais irão levá-los a uma sociedade ideal, que uma comunidade evolui melhor com cada indivíduo buscando seu próprio autointeresse “racional” e progressista.

Esse pressuposto agora passa por um teste rigoroso – e muitos afirmariam que ele falhou gravemente. Em suma, o estilo de vida norte-americano está no caminho errado.

A evidência está por todos os lados. O estilo de vida que nós, a classe-média norte-americana, escolhemos levou a uma séria deterioração da saúde pública.

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Francis Ching (10)
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Medium 9788582604366

Capítulo 9 - Desenhos de Apresentação

Francis Ching Grupo A PDF Criptografado

9

Desenhos de

Apresentação

Os desenhos de apresentação são aqueles em que normalmente pensamos quando o termo “representação gráfica” é usado. Estes desenhos descrevem uma proposta de projeto de modo gráfico, com a intenção de persuadir um público sobre o valor do projeto. O público pode ser um cliente, um comitê ou simplesmente alguém avaliando uma ideia. Seja produzido para ajudar a imaginação de um cliente, seja para obter a contratação como arquiteto, em esfera privada ou em um concurso, os desenhos de apresentação devem comunicar, da maneira mais clara e precisa possível, as qualidades tridimensionais de um projeto. Embora os desenhos que compreendem a apresentação possam ser excelentes representações bidimensionais que mereçam exibição, eles são apenas ferramentas para comunicar uma ideia de projeto, nunca um fim em si mesmo.

202

DESENHOS DE APRESENTAÇÃO

Uma apresentação será fraca e pouco efetiva, a menos que os desenhos de apresentação sejam completos e persuasivos (com convenções compreendidas e conteúdo significativo). Entretanto, uma apresentação efetiva também possui importantes características de conjunto.

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Medium 9788582604366

Capítulo 1 - Instrumentos e Materiais de Desenho

Francis Ching Grupo A PDF Criptografado

1

Instrumentos e Materiais de Desenho

Este capítulo apresenta os lápis e as canetas necessários para se traçar linhas, os instrumentos disponíveis para guiar os olhos e as mãos enquanto desenhamos, e as superfícies adequadas para receber as linhas de desenho. Embora a tecnologia digital continue aumentando e aprimorando esse conjunto tradicional de ferramentas de desenho, o ato cinestésico de desenhar à mão, com lápis ou caneta, permanece sendo o meio mais direto e versátil de aprender a linguagem da representação da arquitetura.

2

LÁPIS E LAPISEIRAS

Lápis são relativamente baratos, muito versáteis e respondem de maneira

única à pressão feita sobre o papel durante a criação do desenho.

Lapiseiras de mina grossa

• As lapiseiras de mina grossa utilizam minas comuns de 2 mm.

• O pressionamento de um mecanismo propulsor permite que a ponta exposta da mina seja ajustada ou retraída quando a lapiseira não estiver sendo utilizada.

• A ponta da mina, a qual pode produzir diversas espessuras de linha, deve ser mantida bem afiada com um apontador.

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Capítulo 4 - Desenhos em Vistas Múltiplas

Francis Ching Grupo A PDF Criptografado

4

Desenhos em Vistas

Múltiplas

Os desenhos em vistas múltiplas compreendem os tipos de desenho que conhecemos como plantas, elevações e cortes. Cada um deles é uma projeção ortográfica de um aspecto particular de um objeto ou de uma construção tridimensional. Estas vistas ortográficas ou ortogonais são abstratas, uma vez que não correspondem à realidade ótica; elas são uma forma conceitual de representação baseada naquilo que sabemos sobre uma coisa, e não em como ela talvez pareça aos nossos olhos. No projeto de arquitetura, os desenhos em vistas múltiplas estabelecem campos bidimensionais nos quais conseguimos estudar padrões formais e espaciais bem como relações de proporção e escala em uma composição. A capacidade de regular tamanho, posicionamento e configuração também torna os desenhos em vistas múltiplas úteis para comunicar a informação gráfica necessária à descrição, pré-fabricação e execução de um projeto.

50

PLANTAS

Ao envolver um objeto com uma caixa transparente com planos de desenho, conseguimos dar nome aos principais planos de desenho e às imagens projetadas ortograficamente sobre tais planos. Cada vista ortográfica representa uma orientação diferente e um ponto de observação particular para visualizarmos o objeto. Cada vista desempenha um papel específico no desenvolvimento e na comunicação de um projeto.

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Capítulo 3 - Sistemas de Desenho de Arquitetura

Francis Ching Grupo A PDF Criptografado

3

Sistemas de Desenho de

Arquitetura

O problema fundamental do desenho de arquitetura é como representar formas, construções e espaços tridimensionais em apenas duas dimensões. Três tipos distintos de sistemas de desenho evoluíram ao longo do tempo para cumprir essa missão: desenhos de vistas múltiplas, de linhas paralelas e em perspectivas cônicas. Este capítulo descreve esses três principais sistemas de desenho, os princípios por trás de sua construção e suas características gráficas finais. A discussão não inclui mídias que envolvem movimento e animação, tornadas possíveis pela tecnologia computacional. Mesmo assim, esses sistemas visuais de representação constituem uma linguagem gráfica formal que

é regida por um conjunto de princípios consistente. Entender esses princípios e suas convenções é crucial para elaboração e leitura de desenhos de arquitetura.

30

DESENHOS EM PERSPECTIVA

Os três principais sistemas de desenho resultam do modo em que um objeto tridimensional é projetado em um plano bidimensional ou, em outras palavras, no plano do desenho.

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Capítulo 5 - Vistas de Linhas Paralelas

Francis Ching Grupo A PDF Criptografado

5

Vistas de Linhas

Paralelas

As vistas de linhas paralelas incluem o subconjunto de projeções ortográficas conhecidas como projeções axonométricas – as perspectivas ou projeções isométricas, dimétricas e trimétricas – bem como a classe completa de projeções oblíquas. Cada tipo oferece um ponto de vista levemente distinto e enfatiza diferentes aspectos do objeto ou tema sendo representado. Em comum, contudo, elas combinam a precisão das medidas e do uso das escalas dos desenhos de vistas múltiplas e a natureza pictórica das perspectivas cônicas. Por causa de sua natureza pictórica e da relativa facilidade de construção, as vistas de linhas paralelas são adequadas para a visualização em três dimensões de uma ideia emergente logo no início de um projeto. São capazes de fundir plantas, elevações e cortes e ilustrar padrões tridimensionais e composições espaciais. Porções dos desenhos de linhas paralelas podem ser cortadas e removidas ou se tornar transparentes, para a visualização de seu interior e através de suas partes, ou expandidas, para ilustrar as relações espaciais entre as partes de um todo. Às vezes, podem até servir como substitutos razoáveis para as perspectivas aéreas.

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Francis D K Ching (25)
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Medium 9788582604229

Capítulo 12 - Nota sobre materiais

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

12

NOTAS SOBRE MATERIAIS

12.2

12.4

12.6

12.8

12.9

12.10

12.11

12.14

12.15

12.16

12.17

12.18

12.19

12.20

12.21

12.22

Materiais de construção

O concreto

A alvenaria

O aço

Metais não ferrosos

A pedra

A madeira

Painéis de madeira

Plásticos

O vidro

Produtos de vidro

Pregos

Parafusos comuns e parafusos de porca

Fixações diversas e adesivos

Tintas

A preparação de superfícies para pintura

12.2

MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO

Este capítulo descreve os principais tipos de materiais de construção, suas propriedades físicas e seus usos na construção de edificações. Os critérios para seleção e uso de um material de construção são listados a seguir.

Cada material possui propriedades distintas de resistência, elasticidade e rigidez. Os materiais estruturais mais eficientes são aqueles que combinam elasticidade e rigidez.

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Medium 9788582604229

Capítulo 2 - A edificação

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

2

A EDIFICAÇÃO

2.2

2.3

2.5

2.6

2.7

2.8

2.9

2.10

2.11

2.12

2.13

2.14

2.15

2.16

2.17

2.18

2.19

2.20

2.21

2.22

2.24

2.25

2.26

2.27

2.28

2.29

2.30

A edificação

Sistemas de edificações

Códigos de edificações

Tipos de construção

Classificação por ocupação

Cargas impostas às edificações

Cargas de vento

Cargas de terremoto

Forças estruturais

O equilíbrio estrutural

Pilares

Vigas

Vãos de vigas

Treliças

Pórticos e paredes

Placas

Módulos estruturais

Vãos estruturais

Padrões estruturais

A estabilidade lateral

Edificações altas

Arcos e abóbodas

Cúpulas

Cascas

Estruturas de cabos estaiados

Membranas

Juntas e conexões

2.2

A EDIFICAÇÃO

A arquitetura e a construção não são necessariamente a mesma coisa. Durante o projeto e a construção de uma edificação, é necessário um conhecimento dos métodos de montagem de vários materiais, elementos e componentes.

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Capítulo 3 - Fundações

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

3

FUNDAÇÕES

3.2

3.4

3.6

3.7

3.8

3.9

3.10

3.16

3.17

3.18

3.22

3.24

3.25

3.26

Fundações

Tipos de fundações

O reforço de fundações

Sistemas de contenção de taludes

Fundações rasas

Sapatas de alicerce

Muros de arrimo

Sapatas de pilares

Fundações em terrenos íngremes

Lajes de concreto sobre o solo

Fundações de colunas de madeira

Fundações profundas

Estacas

Tubulões

3.2

FUNDAÇÕES

Superestrutura

Veja 2.8–2.10 para cargas de edificações.

Ancoragem necessária para que a edificação resista ao deslizamento, soerguimento ou tombamento.

Subestrutura

Fundações

As fundações são a divisão mais baixa de uma edificação

– sua subestrutura – construída em parte ou totalmente abaixo do nível do solo. Sua função primordial é sustentar e ancorar a superestrutura acima e transmitir as cargas da edificação de maneira segura à terra. Uma vez que elas servem como vínculo fundamental na distribuição e resolução das cargas da edificação, as fundações devem ser projetadas de modo a se adaptarem à forma e ao leiaute da superestrutura que se encontra acima e a responderem às condições variáveis do solo, da rocha e da água abaixo.

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Capítulo 8 - Portas e janelas

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

8

PORTAS E JANELAS

8.2

8.3

8.4

8.5

8.6

8.8

8.9

8.10

8.11

8.12

8.13

8.14

8.15

8.16

8.17

8.18

8.19

8.20

8.21

8.22

8.23

8.24

8.26

8.28

8.30

8.31

8.35

8.36

8.37

8.38

Portas e janelas

Portas e esquadrias

Tipos de portas por modo de operação

Portas de metal ocas

Batentes de metal ocos

Portas de madeira lisas

Portas de madeira almofadadas e similares

Batentes de portas de madeira

Portas de vidro corrediças

Portas sanfonadas e portas corrediças embutidas

Portas basculantes e de enrolar

Portas de entrada de vidro

Sistemas de vitrine

Portas giratórias

Ferragens para portas

Dobradiças de porta

Fechaduras de portas

Barras antipânico e portas de fechamento automático

Faixas de vedação e soleiras

Componentes de janelas

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Capítulo 11 - Instalações prediais

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

11

INSTALAÇÕES PREDIAIS

11.2

11.3

11.4

11.5

11.6

11.7

11.9

11.10

11.11

11.12

11.13

11.15

11.16

11.17

11.21

11.22

11.23

11.25

11.26

11.27

11.29

11.30

11.31

11.33

11.34

11.35

11.36

11.37

11.38

11.39

11.43

11.44

Instalações prediais

O conforto térmico

A zona de conforto térmico

Diagramas psicrométricos

Sistemas de calefação e refrigeração

Fontes alternativas de energia

Cargas de aquecimento e resfriamento

Calefação por ar quente insuflado

Calefação por água quente

Calefação elétrica

Calefação por radiação

Sistemas ativos de calefação solar

Sistemas de refrigeração

Sistemas de climatização

Saídas de distribuição de ar

Abastecimento de água

Sistemas de abastecimento de água

Sistemas de prevenção e combate a incêndio

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