Alexandre Salvaterra (11)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788536305523

ANTROPOMETRIA OU AS MEDIDAS DO HOMEM, DA MULHER E DA CRIANÇA

Alexandre Salvaterra Grupo A PDF Criptografado

ANTROPOMETRIA OU AS MEDIDAS DO HOMEM, DA MULHER E DA CRIANÇA

SISTEMAS DE MEDIÇÃO

São empregados numerosos equipamentos de medida na coleta de dados do tamanho do corpo e seus componentes, limitações de movimento e mensuração da força – todos necessários ao estabelecimento de relações entre o homem e a máquina e outros requisitos de design. Tais equipamentos são freqüentemente similares aos usados por engenheiros para medir máquinas ou por escultores em seu trabalho.

16

• O antropômetro é similar a um gabarito de altura, disponível em vários tamanhos e com escalas com leitura direta e para cima e para baixo, para dentro e para fora.

Os maiores são usados para medir, por exemplo, a estatura e altura da cintura. Uma versão de tamanho médio

é usada para medir a altura sentado, a altura do joelho, a distâncias das nádegas aos joelhos e outros intervalos similares. Um dispositivo de tamanho menor é usado para medir características faciais, com o uso de um encosto e um apoio para a cabeça.

• Um compasso com leitura direta é utilizado para medir a largura e a profundidade do corpo. Quando de tamanho pequeno, é usado para medir partes da mão e a largura de orelhas e boca e para determinar a largura de bíceps e braços.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536305523

CONTROLES MANUAIS

Alexandre Salvaterra Grupo A PDF Criptografado

CONTROLES MANUAIS

LEGENDA:

O alcance preferível é aquele da mulher baixa sentada e com uma linha de visão horizontal; seu alcance forma um raio de 672 mm a partir do pivô dos ombros, descendo até tocar o deque dos quatro consolos. Isso inclui um movimento de ombros de 75 mm. Para operações mais próximas, considere um raio de 305 mm a partir do pivô dos ombros da mulher baixa sentada junto a um dos consolos. Um movimento extra dos ombros, de 75 mm, lhe permitirá tocar qualquer área do deque.

A altura ideal é obtida começando no topo de seu ombro e descendo até que sua mão toque o deque. Um consolo estreito, com largura de

610 mm, lhe possibilitará tocar qualquer área do deque.

mento sem visualização. A seqüência de movimentos durante a operação dos controles deve ser rápida, eficiente, harmoniosa e fácil; devem ser evitados retrocessos, movimentos repetidos e deslocamentos indiretos.

A simetria de movimentos para operações simultâneas envolvendo ambas mãos economiza tempo e reduz a margem de erros. Os movimentos de controle devem ser naturais, levando a eficiência e a direção dos músculos em consideração. A padronização da localização dos controles em máquinas e veículos reduz erros e acidentes quando o operador se transfere de um equipamento a outro.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536305523

IDOSOS

Alexandre Salvaterra Grupo A PDF Criptografado

IDOSOS

Atualmente, há mais norte-americanos com mais de 65 anos de idade do que adolescentes. Existem dados para uma população específica de idosos com idades entre 65 e 79 anos. Não há dados disponíveis para a faixa entre 80 e 90 anos.

O idoso alto sofreu uma perda de 5% da sua altura, comparada com a que ele tinha aos 20 anos de idade, devido a vários fatores. O homem idoso já não tem mais a vantagem do crescimento de 10 mm por década e suas cartilagens encolheram, principalmente na coluna vertebral. Além disso, a postura dos mais velhos tende a ser pior.

A idosa baixa perdeu 6% de sua altura, pelos mesmos motivos citados para o idoso.

Alguns outros fatores relativos aos idosos e às idosas:

• A força das mãos é reduzida em cerca de 16–40%.

• A força dos braços é reduzida em cerca de 50%.

• A força das pernas é reduzida em cerca de 50%.

• A capacidade pulmonar é reduzida em cerca de 35%.

• A maioria das dimensões corporais diminui com o aumento da idade.

• O nariz e as orelhas aumentam em largura e comprimento.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536305523

ASSENTOS

Alexandre Salvaterra Grupo A PDF Criptografado

ASSENTOS

O estudo dos assentos é bastante interessante, já que as pessoas têm vários tamanhos e suas proporções e atividades variam. As pessoas se sentam para comer, para se deslocar ao trabalho, para ficar em casa conversando, lendo ou assitindo televisão, para trabalhar ou simplesmente para executar um passatempo. Algumas cadeiras parecem ter sido desenhadas sem que se tenha absolutamente considerado o usuário a ser acomodado ao tamanho e altura do assento, o apoio à região lombar ou o desenho correto dos apoios para braços. Muitas pessoas têm uma cadeira favorita, mas muitas também compram mobiliário apenas considerando a aparência, e depois ficam insatisfeitas com suas escolhas.

A CADEIRA DE JANTAR

A cadeira de jantar é simples. Seu tempo de uso é geralmente curto, mas ela também pode ser usada para se estudar, ler e escrever.

A cadeira de jantar padrão atualmente possui 711 mm de altura do assento.

50

• A distância vertical ideal entre a borda frontal do assento e o nível da mesa é de 230 a 305 mm.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536305523

PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS

Alexandre Salvaterra Grupo A PDF Criptografado

PESSOAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS

A Americans with Disabilities Act (ADA), lei sancionada em

1990 e que entrou em vigor em 1992, estabelece os direitos civis para indivíduos com deficiência física nos locais de trabalho e nas edificações de uso público, inclusive nos órgãos governamentais locais e estaduais. As informações que serão apresentadas a seguir, pertinentes a pessoas com limitações físicas, foram obtidas da ADA.

Cerca de 43 milhões de norte-americanos apresentam uma ou mais deficiências físicas ou mentais e esse número está crescendo à medida que a população envelhece. Antes da

ADA, essas pessoas eram isoladas ou segregadas e freqüentemente discriminadas e colocadas em desvantagem social, vocacional, econômica e educacional.

Atualmente as pessoas com necessidades especiais, inclusive os usuários de cadeiras-de-rodas, devem ser atendidas em igualdade de produtos, serviços, recursos, privilégios, vantagens e acomodações. Os indivíduos com algum tipo de deficiência agora devem dispor de acomodações especiais em ambientes públicos disponibilizados pela iniciativa privada, como, por exemplo:

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carl D Martland (18)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788521625278

Apêndice B - Relações de Equivalência para Gradientes Uniformes e Sequências Geométricas

Carl D. Martland Grupo Gen PDF Criptografado

396

Apêndice B

Apêndice

B

Relações de Equivalência para Gradientes Uniformes e

Sequências Geométricas

B.1 O PAPEL DOS FATORES DE EQUIVALÊNCIA NA AVALIAÇÃO

DAS PROPOSTAS DE INFRAESTRUTURA: REVISÃO

O Capítulo 7, “Equivalência dos Fluxos de Caixa”, apresentou as relações básicas da engenharia econômica utilizadas repetidamente na avaliação e custeio dos projetos. Dada uma taxa de desconto adequada, essas relações podem ser utilizadas para converter qualquer série arbitrária de fluxos de caixa em um valor presente líquido P, valor futuro F ou valor de anuidade A. Foram derivadas equações para seis fatores de equivalência:

1. [P/F,i,N] Valor presente P, dado o valor futuro F, a taxa de desconto i e a quantidade de períodos de tempo

N. Este fator pode ser utilizado repetidamente para converter qualquer série de fluxos de caixa em um valor presente.

2. [F/P,i,N] Valor futuro F no final do período de tempo N, dado o valor presente P e a taxa de desconto i.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625278

PARTE II - Capítulo 10 - Regras do Jogo: Impostos, Depreciação e Regulamentação

Carl D. Martland Grupo Gen PDF Criptografado

208

Capítulo 10

Capítulo

10

Regras do Jogo: Impostos,

Depreciação e Regulamentação

A lei de zoneamento de 1916 – a primeira do país – regulamentou a maior parte das edificações, sua altura e suas utilizações. Ela dividiu a cidade em três zonas – residencial, comercial e irrestrita – e conferiu poderes ao Board of

Estimate* para regulamentar a sua utilização, altura e a maioria das edificações em todas as ruas na cidade, dependendo da zona em que o quarteirão se encontrava.1

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 10.1 Introdução

Seção 10.2 Depreciação e Impostos

Como o imposto sobre a renda afeta os fluxos de caixa e as decisões sobre investimentos

A importância da depreciação

Métodos comuns para calcular a depreciação

Como a política pública afeta os impostos e como a depreciação pode influenciar as decisões sobre investimentos

Ajuste dos impostos sobre a propriedade para promover o desenvolvimento

Seção 10.3 Normas de Uso do Terreno

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625278

PARTE I - Capítulo 6 - O Canal do Panamá

Carl D. Martland Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

6

O Canal do Panamá

Para os europeus, os benefícios e as vantagens do canal proposto são grandes; para os americanos, são incalculáveis.

Ulysses S. Grant, Presidente dos Estados Unidos da América

6.1 INTRODUÇÃO

Este capítulo conclui a Parte I deste texto apresentando um estudo de caso do canal do Panamá, um dos grandes projetos de infraestrutura dos últimos 200 anos e uma das ligações mais importantes no sistema de transportes global. Esse estudo de caso captura parte da paixão e visão que motiva as pessoas a prosseguir com grandes projetos, e também ilustra as muitas armadilhas e perigos que podem arruinar os que tentam fazer demais, cedo demais, sem os recursos necessários. Sendo um estudo de caso, este capítulo é bem diferente dos demais neste texto, pois se destina a fornecer detalhes contextuais em quantidade suficiente para acender a discussão e incentivar debates pertinentes aos vários conceitos até aqui apresentados. Afastando-se dos conceitos e metodologias, ele oferece informações sobre o tema global da Parte I – “Construção de Infraestrutura para Atender as

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625278

PARTE I - Capítulo 5 - Comparação das Estratégias para Melhorar o Desempenho do Sistema

Carl D. Martland Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

5

Comparação das Estratégias para Melhorar o Desempenho do

Sistema

A ideia básica é definir as alternativas em um nível de detalhe apenas suficiente para permitir que as diferentes partes interessadas as classifiquem pelo menos em termos de conveniência, segundo cada critério identificado.

Theodor J. Stewart, “Thirsting for Consensus: Multicriteria Decision Analysis

Helps Clarify Water Resources Planning in South Africa,”

OR/MS Today (Abril de 2003): 30−34

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 5.1 Introdução

Seção 5.2 Apresentação de Todos os Resultados em Termos Monetários

Vantagens de utilizar uma métrica monetária para vários critérios

Dificuldade de expressar todas as medidas em termos monetários

Seção 5.3 Valor Presente Líquido: Comparação dos Custos e Benefícios Atuais e Futuros

Desconto dos custos e benefícios futuros

Valor presente líquido dos custos e benefícios

Seção 5.4 Medição da Eficiência em Termos de Custo

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625278

PARTE I - Capítulo 2 - Desempenho do Sistema

Carl D. Martland Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

2

Desempenho do Sistema

Como é sempre mais fácil e, no final, mais barato ser preciso do que impreciso, o bom engenheiro sempre será exato em todos os fundamentos, mas ele não perderá tempo tentando alcançar uma acurácia desnecessária que não agrega sensivelmente ao valor final do seu trabalho.

Arthur M. Wellington, The Economic Location of Railways

(John Wiley & Sons, 1911)

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 2.1 Introdução ao Desempenho dos Sistemas Baseados em Infraestrutura

O desempenho não pode ser capturado por um único indicador

O desempenho depende de questões sociais, políticas e empresariais, bem como das questões de engenharia

O desempenho pode ser documentado, modelado e gerido

Seção 2.2 Custo do Sistema

Custos totais, médios, marginais e incrementais

Custos fixos e variáveis

Volume de ponto de equilíbrio para dar preferência a uma opção com custos fixos mais elevados

Utilização de recursos: custos econômicos versus custos financeiros

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carlos Leite Juliana Di Cesare Marques Awad (13)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788577809653

Capítulo 6 - Economia criativa, inovação e clusters urbanos

Carlos Leite, Juliana di Cesare Marques Awad Grupo A PDF Criptografado

A capacidade de inovação atual se dá em ambientes de competitividade, cooperação, compartilhamento e prosperidade. A economia do conhecimento, um sistema de mobilidade inteligente, ambientes inovadores/criativos, capital humano de talento, habitação acessível e diversificada para todos, e sistemas inteligentes e integrados de governo (transporte, energia, saúde, segurança pública e educação) constroem cidades mais inovadoras e interessantes.

6

ECONOMIA CRIATIVA,

INOVAÇÃO E CLUSTERS

URBANOS

Praticamente esquecidos até a década de 1980, os distritos industriais de Alfred

Marshall foram resgatados na tentativa de reproduzir as condições de sucesso dos distritos industriais italianos, estruturas extremamente dinâmicas na região da

Emilia-Romagna, Vêneto e Lombardia, que passou a ser chamada de Terceira Itália.

Segundo Marshall (1890 apud Simmie, 2001), os distritos industriais são uma aglomeração geográfica de empresas do mesmo ramo ou de ramos similares, em que há concentração de mão de obra especializada, fornecedores e serviços, e onde inovações são continuamente produzidas. Segundo o autor, o que define essa concentração geográfica é a presença de um mercado de trabalho fortalecido, da transmissão de conhecimento e tecnologia, e de consumidores e fornecedores localizados no mesmo lugar.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809653

Capítulo 1 - As cidades se reinventam

Carlos Leite, Juliana di Cesare Marques Awad Grupo A PDF Criptografado

1

AS CIDADES SE

REINVENTAM

Em 1930, o economista John Keynes previu que a humanidade, dali a cem anos, iria enfrentar seu problema permanente: como usar a liberdade de preocupações econômicas prementes, como ocupar o lazer que a ciência e os ganhos econômicos lhe trariam para viver bem, sábia e agradavelmente?

Agora que faltam apenas 20 anos para o cenário proposto por Keynes, talvez seja oportuno nos debruçarmos sobre a grande questão do século: o planeta urbano.

Afinal, se o século 19 foi dos impérios e o 20, das nações, este é o das cidades. E as imensas inovações que ora se anunciam ocorrerão no território urbano.

Domingo, 18 de abril de 2010, 9h30. Uma elegante jovem negra corre pela calçada limpa e com piso semipermeável, concentrada no exercício matinal na primavera de sol. Ao virar na King Street, algumas cédulas caem de seu short sem que ela perceba. Ato contínuo, o jovem loiro, aparentemente um junkie típico das metrópoles contemporâneas ricas, deixa seu banco onde lia o jornal – mobiliário urbano de design impecável –, pega as notas no chão e berra pela atenção da garota que segue em frente sem escutá-lo, iPod ligado. Fico cada vez mais atento à cena urbana. Ele põe-se a correr atrás dela e, na outra esquina, onde ela para esperando a sinalização sonora para travessia da rua após a passagem do MUNI (o moderno trem urbano), finalmente consegue abordá-la. Conversa rápida, sorrisos trocados, agradecimentos gentis. Ele adentra o café da esquina.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809653

Cluster Urbano | 22@ Barcelona

Carlos Leite, Juliana di Cesare Marques Awad Grupo A PDF Criptografado

CLUSTER URBANO I

22@ BARCELONA

As metas estipuladas pela agência 22@BCN são ambiciosas.

Os recentes processos de reestruturação produtiva de territórios industriais em transformação e as novas possibilidades geradas por projetos de inovação urbana e econômica, que se baseiam em atividades produtivas locais, como estratégias de regeneração urbana em cidades “pós-industriais”, encontram sua expressão de maior escala na experiência do projeto urbano 22@Barcelona.

O projeto 22@Barcelona prevê a transformação do antigo distrito industrial do

Poblenou, localizado na região central de Barcelona. A origem histórica desse bairro foi a expansão da cidade durante os séculos 18 e 19, período que o concretizou como uma zona industrial baseada, primeiramente, no setor têxtil. Sua conversão em uma zona espacialmente atrativa para a implantação de novas atividades econômicas, como serviços avançados, novas tecnologias e gestão do conhecimento, se tornou a nova meta de desenvolvimento local da cidade.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809653

Cluster Urbano | São Francisco Mission Bay

Carlos Leite, Juliana di Cesare Marques Awad Grupo A PDF Criptografado

CLUSTER URBANO I SÃO

FRANCISCO MISSION BAY

Projeto urbano baseado em estratégia de inovação urbana e cluster de biotecnologia, estabelecendo o desejável processo de reestruturação produtiva de um vazio urbano de 122 hectares, São Francisco Mission Bay ainda enfrenta lentidão na sua implementação.

O objetivo é voltar a fazer a metrópole crescer para dentro, reabilitar funcionalmente suas áreas centrais, em contraposição ao espraiamento periférico típico da urbanização californiana, o que, por si só, já estabelece grande desafio urbanístico.

O projeto urbano de Mission Bay, junto à área portuária de São Francisco, é coordenado pela agência governamental San Francisco Redevelopment Agency e vem sendo construído pelo developer Catellus Development (recentemente incorporada pelo grupo FOCIL-MB LLC) e pretende ser um modelo completo e inovador de desenvolvimento urbano sobre uma área metropolitana deteriorada: um vazio urbano de 122 hectares, mais de 120 quateirões. Cria-se uma área habitacional para mais de 10 mil moradores, uma zona de comércio de alta qualidade, uma área de laboratórios e empresas biotecnológicas, uma zona empresarial de alta tecnologia, um hotel de 500 quartos e o novo campus de bioinvestigação da Universidade da

Ver todos os capítulos
Medium 9788577809653

Capítulo 2 - Planeta urbano, desenvolvimento sustentável

Carlos Leite, Juliana di Cesare Marques Awad Grupo A PDF Criptografado

Colocar um homem na Lua foi um dos maiores desafios conquistados pela humanidade no século 20. Agora o desafio talvez seja maior: o combate às mudanças climáticas requer a participação de bilhões de pessoas que habitam um planeta com recursos finitos e hábitos que urgem ser revistos. As cidades são o território onde a diferença é possível.

2

PLANETA URBANO,

DESENVOLVIMENTO

SUSTENTÁVEL

Desde 2007 o mundo presencia uma realidade nova, historicamente radical: há mais gente nas cidades do que no campo. Há cem anos, apenas 10% da população mundial vivia em cidades. Atualmente, somos mais de 50%, e até 2050 seremos mais de 75%. A cidade é o lugar onde são feitas todas as trocas, dos grandes e pequenos negócios à interação social e cultural, mas também é o lugar onde há um crescimento desmedido das favelas e do trabalho informal: estimativas da ONU indicam que dois em cada três habitantes estejam vivendo em favelas ou sub-habitações. A cidade é também o palco de transformações dramáticas que fizeram emergir as megacidades do século 21 – as cidades com mais de 10 milhões de habitantes, que já concentram 10% da população mundial.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Charles J Kibert (16)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582605257

Capítulo 10 - O ciclo hidrológico do ambiente construído

Charles J. Kibert Grupo A PDF Criptografado

10

O ciclo hidrológico do ambiente construído

D

os vários recursos necessários para o ambiente construído, talvez a água seja o que enfrenta o momento mais crítico. Em seu livro The Bioneers, Kenny Ausubel (1997) observou que os biólogos por vezes se referem a esse recurso como “a água de Cleópatra” porque, assim como todos os outros materiais no planeta, a água se mantém em um ciclo fechado. A água que você toma em um bebedouro talvez tenha sido utilizada pela rainha egípcia em seu banho. O corpo humano é 97% água, e a água é mais crucial para a sobrevivência do que os alimentos. Ela serve, no metabolismo humano, como um meio para a transferência de oxigênio em pequena escala, como um amortecedor para as mudanças rápidas, e em larga escala, que estão ocorrendo no planeta e como um absorvedor de choques na função celular, na escala microscópica. A água também desempenha um papel na maioria das tradições e religiões espirituais do mundo, desde o batismo da fé cristã aos rituais de suor dentro de recintos fechados dos nativos norte-americanos às tradições de purificação da fé Baha’i. A água é a fonte da vida tanto para os seres humanos como para as outras espécies, mas também tem poder destrutivo. Ela é empregada como uma metáfora para a verdade e um símbolo para a redenção e a lavagem dos pecados. A água serve como habitat para uma fração substancial dos organismos vivos da Terra, e os restantes dependem totalmente dela para sua sobrevivência.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605257

Capítulo 3 - O projeto ecológico

Charles J. Kibert Grupo A PDF Criptografado

3

O projeto ecológico

E

m seu livro icônico, Ecological Design (1996), Sim Van der Ryn e Stuart Cowan definiram projeto ecológico como “qualquer forma de projeto que minimize os impactos ambientais destrutivos por meio de sua própria integração com os processos vivos” (p. 18). Embora um projeto baseado na ecologia e na natureza devesse ser fundamental à elaboração de um prédio sustentável, o projeto ecológico está em suas primeiras etapas de evolução, e muito tempo e experiência serão necessários até que se consolide uma versão consistente. Enquanto isso não ocorre, os projetistas em muitos casos deverão usar bom senso para tomada de decisões e considerar as inúmeras alternativas disponíveis. A habilidade de minimizar os impactos diretos do projeto no terreno devido às operações de implantação e construção e ao paisagismo, como a remoção de

árvores e a alteração de habitats naturais, requer um nível bastante alto de entendimento das opções disponíveis, especialmente no contexto da sustentabilidade. O desenvolvimento de uma proposta de baixo consumo energético exige um significativo nível de conhecimento e experiência na otimização do potencial para calefação, resfriamento, iluminação e ventilação passivas; no entendimento da melhor orientação e volumetria para o armazenamento e a liberação de energia em uma escala de tempo compatível com a operação do prédio; e no conhecimento dos inúmeros problemas energéticos que devem ser considerados quando se usa uma estratégia – por exemplo, os ganhos térmicos solares extras decorrentes do uso da iluminação natural. Durante a seleção de materiais e produtos de construção, as melhores escolhas às vezes não são óbvias. Além das implicações ambientais, o desempenho e os critérios de custos devem ser abordados nesse processo. Essas são apenas algumas das muitas decisões que uma equipe de projeto deve tomar e que são muito mais bem fundamentadas quando se tem conhecimento e experiência em projetos ecológicos aplicados

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605257

Capítulo 12 - A pegada de carbono do ambiente construído

Charles J. Kibert Grupo A PDF Criptografado

12

A pegada de carbono do ambiente construído

O

principal desafio ambiental da atualidade são as mudanças climáticas, uma manifestação do desequilíbrio do ciclo de carbono biogeoquímico causado pelas atividades humanas. A principal causa das mudanças climáticas é o enorme aumento das emissões de gases carbônicos na atmosfera, especialmente o dióxido de carbono (CO2), em virtude da queima de combustíveis fósseis em usinas de energia, transporte, sistemas energéticos prediais, produção de cimento e agricultura. Ao mesmo tempo, a Terra está perdendo sua capacidade de estabilizar as concentrações de CO2, pois a biomassa, como as florestas, que absorve CO2, está sendo destruída para dar lugar a empreendimentos imobiliários, campos e mineração. A combinação do rápido crescimento das emissões e a redução da capacidade de absorção de carbono está acelerando as concentrações atmosféricas de CO2. O CO2 e outros gases responsáveis pelas mudanças climáticas impedem a saída da energia solar, gerando o chamado efeito estufa, e, à medida que suas concentrações atmosféricas aumentam, as temperaturas globais médias da atmosfera também sobem. Antes do início da Era Industrial, por volta de 1780, o equilíbrio natural da emissão e absorção de CO2 resultava em um regime de temperatura global relativamente estável, com o efeito das atividades humanas sobre o clima sendo reduzido. A crescente população humana e seu consumo energético têm afetado esse equilíbrio e, consequentemente, o clima da Terra já não é tão estável e as mudanças são mais evidentes.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605257

Capítulo 2 - Precedentes históricos

Charles J. Kibert Grupo A PDF Criptografado

2

Precedentes históricos

E

m 9 de maio de 2013, pela primeira vez nos 200 mil anos de existência da espécie de primatas bípedes conhecidos como seres humanos, ocorreu um evento marcante que agora ameaça nosso futuro na Terra. Nessa data, o Observatório de Mauna Loa, no Havaí, registrou que, pela primeira vez na história da humanidade, os níveis de dióxido de carbono (CO2) excederam 400 ppm (partes por milhão), um acontecimento que havia ocorrido pela última vez cerca de

800 mil anos atrás. Na era pré-industrial – isto é, antes de 1760 –, as concentrações médias de CO2 eram de 280 ppm e aumentaram lentamente para 310 ppm até 1958, o ano em que os instrumentos do observatório começaram as medições (veja a Tabela 2.1). Em 2014, os níveis de CO2 atingiram

400 ppm, e se espera que continuem a crescer, a não ser que uma ação drástica seja tomada pelas nações do mundo para limitar as emissões de gás de efeito estufa de seus sistemas de geração de eletricidade, suas indústrias e seus sistemas de transporte (veja as Figuras 2.1 a 2.5).

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605257

Capítulo 15 - Aspectos econômicos das edificações sustentáveis

Charles J. Kibert Grupo A PDF Criptografado

15

Aspectos econômicos das edificações sustentáveis

O

mercado das edificações ecológicas ou sustentáveis nos Estados Unidos continua a crescer, tanto em termos de tamanho como em participação no mercado. No Green Outlook

2011, a McGraw-Hill Construction relatou que a fatia de mercado da edificação sustentável, incluindo moradias e demais tipologias, quadruplicou em apenas três anos, de 10 bilhões de dólares em 2005 para 42 bilhões em 2008, e provavelmente para 55 a 71 bilhões em 2011. Em

2010, estimou-se que as novas construções não residenciais representaram entre 28 e 35% do volume total, 50% a mais do que nos dois anos anteriores. A McGraw-Hill Construction previu que, em

2015, a escala das construções sustentáveis não residenciais seria de 120 a 150 bilhões de dólares, o que corresponderia de 40 a 48% do volume total não residencial. Um crescimento similar está ocorrendo em reformas de prédios, com a McGraw-Hill Construction prevendo que, em 2015, esse mercado equivaleria a 14 a 18 bilhões de dólares. O que realmente é bastante notável – e até mesmo surpreendente – nesse crescimento é que ele ocorreu apesar do forte desaquecimento da construção civil devido à grande recessão norte-americana de 2008 a 2010. Os três setores com a maior taxa de crescimento e penetração são os edifícios para educação, saúde e escritórios. Os dados sobre edificações sustentáveis apresentados pela McGraw-Hill Construction indicam que há diversas fortes tendências atuais de mudança em direção às edificações sustentáveis.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Claudia Campos Netto (178)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788536532905

18.2 Vista 3D cortada

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

Ao primeiro contato, é exibida a tela da Figura 18.31 com o ícone de uma chapa circular, em que podemos usar o modo de navegação completo ou resumido.

Figura 18.31 – Círculo de Navegação.

Apertando o botão direito do mouse, abre-se o menu de contexto, também será possível escolher outro modo de visualização do ícone com menos opções.

As opções do Círculo de navegação são:

Zoom: aperte o botão esquerdo do mouse com o cursor em Zoom para acioná-lo.

Pan: aperte o botão esquerdo do mouse com o cursor em Pan para acioná-lo.

Órbita: aperte o botão esquerdo do mouse com o cursor em Órbita para acioná-lo e gire o cursor.

Centro: permite mudar o centro do foco. Aperte o botão esquerdo do mouse com o cursor em Centro e clique em um ponto do desenho que deseja usar como novo centro.

Figura 18.32 – Resultado quando pressionamos o botão direito do mouse.

Olhar: aperte o botão esquerdo do mouse com o cursor em Olhar para acionar os ícones que permitem virar para a esquerda/direita do desenho.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536532905

18.5 Renderização

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

Plano de fundo: configura o fundo da vista. Poderá ser um fundo liso, gradiente ou uma imagem.

¤ Nenhum:: não insere fundo na vista.

¤ �Céu:: insere uma cor com efeito de céu. Você poderá alterar a cor.

¤ Gradiente: insere três cores com efeito de linha do horizonte para a vista. Você poderá alterar as cores.

¤ �Imagem: permite selecionar uma imagem de fundo para a vista. Nesse caso, o mais indicado é uma foto do local do projeto na mesma perspectiva da vista, dando efeito de realismo a ela. Ao usar essa opção, selecione o botão Personalizar imagem para selecionar a imagem.

Salvar como Modelo de Vista: permite salvar as configurações criadas para um modelo de vista que poderá ser aplicado em outras vistas.

poderá renderizar uma vista de elevação ou planta, mas as perspectivas são mais usuais.

Com a vista em perspectiva aberta, selecionamos o comando Render (chaleira) na barra de status, como mostra a Figura 18.49.

Figura 18.49 – Seleção de Render.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536532905

Objetivos

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

Para inserir outros componentes, clique na aba Inserir e selecione Carregar Família,

Família e selecione uma família de

Componente nas pastas do Revit.

Figura 18.73 – Aba Inserir – Carregar Família.

Cada tipo de componente terá suas propriedades de tipo e de instância de acordo com o tipo de objeto. Em geral, eles podem ser duplicados para a criação de um novo tipo e as famílias podem ser editadas por meio do editor de famílias.

Para inserir outros tipos de elemento no projeto que você não tenha encontrado nas bibliotecas instaladas com o Revit, sugerimos o portal BIM Object . Alguns fabricantes de móveis e outros elementos disponibilizam famílias em seus sites.

322

Autodesk® Revit® Architecture 2020 – Conceitos e Aplicações

Ver todos os capítulos
Medium 9788536532905

Introdução

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

Para inserir outros componentes, clique na aba Inserir e selecione Carregar Família,

Família e selecione uma família de

Componente nas pastas do Revit.

Figura 18.73 – Aba Inserir – Carregar Família.

Cada tipo de componente terá suas propriedades de tipo e de instância de acordo com o tipo de objeto. Em geral, eles podem ser duplicados para a criação de um novo tipo e as famílias podem ser editadas por meio do editor de famílias.

Para inserir outros tipos de elemento no projeto que você não tenha encontrado nas bibliotecas instaladas com o Revit, sugerimos o portal BIM Object . Alguns fabricantes de móveis e outros elementos disponibilizam famílias em seus sites.

322

Autodesk® Revit® Architecture 2020 – Conceitos e Aplicações

Ver todos os capítulos
Medium 9788536532905

19.1 Informações de projeto

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

Para inserir outros componentes, clique na aba Inserir e selecione Carregar Família,

Família e selecione uma família de

Componente nas pastas do Revit.

Figura 18.73 – Aba Inserir – Carregar Família.

Cada tipo de componente terá suas propriedades de tipo e de instância de acordo com o tipo de objeto. Em geral, eles podem ser duplicados para a criação de um novo tipo e as famílias podem ser editadas por meio do editor de famílias.

Para inserir outros tipos de elemento no projeto que você não tenha encontrado nas bibliotecas instaladas com o Revit, sugerimos o portal BIM Object . Alguns fabricantes de móveis e outros elementos disponibilizam famílias em seus sites.

322

Autodesk® Revit® Architecture 2020 – Conceitos e Aplicações

19

Trabalho em Equipe e Dados do Projeto

Introdução

Este capítulo explica como tirar o máximo proveito do Revit em trabalhos em equipe, por meio do uso de worksets e vínculos. Os worksets permitem que uma equipe divida o projeto entre seus membros de forma que todos trabalhem no mesmo arquivo central. Essa é uma das principais vantagens do Revit, pois, ao definir uma boa estratégia de projeto, o coordenador pode aumentar a produtividade de toda a equipe.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais