Alexandre Salvaterra (11)
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O AMBIENTE

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O AMBIENTE

RUÍDOS

• Modulações, ou seja, sons com variação irregular

Ruídos são sons indesejáveis. Se o ruído for muito alto, pode prejudicar o ouvido. A perda de audição devido a ruídos produzidos por equipamentos fabricados pelo homem é uma

“doença industrial”.

Os ruídos são medidos em decibéis (dB). A fórmula é a seguinte:

• Tons puros (8.192 Hz, os mais puros, e 256, 512 e

1.024, os menos puros)

⎛ P1 ⎞

⎝ P2 ⎠

número de dB = 20 log ⎜

onde P1= pressão do som sob consideração e P2= pressão de referência do som, com base na menor pressão de som audível por um homem jovem. O aumento da pressão em dez vezes aumenta a altura do som em 20 dB.

Tons puros são sons com uma única freqüência. No entanto, a maioria dos sons são harmônicos.

Os sons são caracterizados e diferenciados de acordo com as seguintes variáveis:

Os ruídos causam os seguintes efeitos nos seres humanos, podendo afetar os processos mentais mais elaborados:

• Nervosismo

• Irritabilidade

• Fatiga

Os ruídos às vezes podem ser úteis. Eles ajudam a detectar quando as coisas não estão funcionando corretamente; por exemplo, podemos ouvir um problema no motor de um automóvel. Devido ao ruído, podemos detectar as condições que requerem ações emergenciais.

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ANTROPOMETRIA OU AS MEDIDAS DO HOMEM, DA MULHER E DA CRIANÇA

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ANTROPOMETRIA OU AS MEDIDAS DO HOMEM, DA MULHER E DA CRIANÇA

SISTEMAS DE MEDIÇÃO

São empregados numerosos equipamentos de medida na coleta de dados do tamanho do corpo e seus componentes, limitações de movimento e mensuração da força – todos necessários ao estabelecimento de relações entre o homem e a máquina e outros requisitos de design. Tais equipamentos são freqüentemente similares aos usados por engenheiros para medir máquinas ou por escultores em seu trabalho.

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• O antropômetro é similar a um gabarito de altura, disponível em vários tamanhos e com escalas com leitura direta e para cima e para baixo, para dentro e para fora.

Os maiores são usados para medir, por exemplo, a estatura e altura da cintura. Uma versão de tamanho médio

é usada para medir a altura sentado, a altura do joelho, a distâncias das nádegas aos joelhos e outros intervalos similares. Um dispositivo de tamanho menor é usado para medir características faciais, com o uso de um encosto e um apoio para a cabeça.

• Um compasso com leitura direta é utilizado para medir a largura e a profundidade do corpo. Quando de tamanho pequeno, é usado para medir partes da mão e a largura de orelhas e boca e para determinar a largura de bíceps e braços.

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SEGURANÇA NO TRABALHO E EM CASA

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SEGURANÇA NO TRABALHO E EM CASA

Segurança é uma necessidade humana básica. Os fatores humanos vão além de apenas aumentar a eficiência das máquinas e os lucros, eles também consideram de modo consciente a segurança e o conforto dos seres humanos. Os seguintes termos definem as categorias de segurança:

Basicamente seguro: o erro humano não irá degradar ou danificar equipamentos, representar risco ou causar ferimentos.

Razoavelmente seguro: o erro humano poderia resultar em ferimentos.

Perigoso: o erro humano provavelmente causará ferimentos ou a morte.

Catastrófico: o erro humano pode causar ferimentos graves – a perda de um membro, ferimentos, a morte ou mortes múltiplas.

Segurança é preocupação para todos os projetistas, que devem investigar e eliminar todos os perigos e tentar tornar todas as condições basicamente seguras. Alguns engenheiros consideram o potencial de erro humano tão grande que é impossível antecipar todos os erros que podem ocasionar ferimentos. Contudo, o projetista deve levar em consideração como os erros podem se dar e tentar imaginar situações nas quais podem ocorrer danos aos equipamentos e ferimentos aos usuários.

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MOSTRADORES

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MOSTRADORES

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Dê preferência a mostradores circulares, semicirculares, mostradores de conferência e mostradores com códigos de zona. Mostradores com contadores, mecânicos e digitais são úteis, assim como as unidades de leitura com matrizes de ponto e matrizes de segmentos e os mostradores gráficos. Use escalas simplificadas e índices como os apresentados.

Evite ponteiros ornamentados. Use a largura necessária para o ponteiro e diminua sua largura em direção à extremidade, de modo a corresponder à menor largura de índice. As cores dos ponteiros e dos índices devem combinar, especialmente se estes estiverem nivelados.

MOSTRADORES ANALÓGICOS E GRÁFICOS CIRCULARES

Dê preferência a um diâmetro de 57–102 mm para o mostrador, ou para maior precisão, use 102–150. Comece com zero do lado inferior esquerdo

(por exemplo, às 7 h) e sempre conte no sentido horário; colocar o zero às

12 h também é aceitável. Os números geralmente são colocados do lado de fora dos índices; mostradores muito pequenos, mostradores de conferência e mostradores codificados por zonas requerem números internos.

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CONSIDERAÇÕES ESPACIAIS PARA RESIDÊNCIAS

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CONSIDERAÇÕES ESPACIAIS PARA RESIDÊNCIAS

As diretrizes apresentadas por Neufert, 1970; Panero e Zelnik,

1979; e o American Institute of Architects, 1988 foram utilizadas para formular os diagramas residenciais a seguir.

DORMITÓRIOS

Quatro dormitórios são apresentados nessas ilustrações.

1. O primeiro exemplo, no canto superior esquerdo, representa uma proposta com espaços confortáveis mínimos para a maior parte do mobiliário necessário em um dormitório de casal. Esse cômodo pode acomodar três tamanhos de camas diferentes: uma cama de casal simples, queen size ou king size. Observe que esta é a posição ideal para a cama e que o fato de todos os móveis terem 762 mm ou menos de altura faz com que o dormitório pareça maior.

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2. O segundo dormitório, no canto inferior esquerdo, tem espaços quase mínimos, para um único ocupante.

3. O terceiro dormitório, no canto superior direito, é mais luxuoso. Há duas camas e duas escrivaninhas ou penteadeiras.

4. O último dormitório é para dois ocupantes (filhos ou estudantes) e apresenta áreas para estudo e outros armários.

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Carlos Leite (13)
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Medium 9788577809653

Capítulo 4 - Nova economia e cidade

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Cada vez mais são pesquisadas as correlações cidade-economia e as externalidades espaciais.

Por um lado, há uma concentração de capital humano e econômico nas grandes cidades com maiores externalidades, que concentram diversidade e empreendedorismo, que mais geram inovação e conhecimento.

Por outro lado, os territórios informais cada vez mais se reinventam, fazendo emergir externalidades bottom-up e práticas criativas inovadoras também nas grandes cidades.

4

NOVA ECONOMIA E CIDADE

Um dos sintomas de que a nova economia ainda está em seus estágios iniciais

é sua diversidade de rótulos e conceitos: nova economia, economia do conhecimento, economia dos serviços avançados (ou do terciário avançado) e, ainda, os correlatos economia criativa, inovadora e inteligente. Mais recentemente ainda, surgem a economia do compartilhamento (wikinomics), a economia verde (green economics ou eco-eco – ecology economics) e até a economia do capitalismo natural.

O fato concreto, no entanto, é que um mundo global bastante diverso começou a emergir no final do século 20 e ganhou maior dinamismo no início do século 21.

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Conclusão

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CONCLUSÃO

As cidades são o maior artefato já criado pelo homem. Sempre foram objetos de desejos, desafios, oportunidades e sonhos.

E as nossas cidades? Decisão política, boas ideias e competência na gestão urbana sempre serão bem-vindas, e algumas cidades atuais demonstram isso claramente e jogam otimismo no futuro das nossas cidades. Curitiba iniciou, há 20 anos, o processo, e suas boas práticas (sistema integrado de transportes coletivos, com destaque para os corredores de ônibus expressos, BRT, ligados a corredores planejados de adensamento; coleta seletiva de lixo; rede polinucleada de parques) devem ser replicadas cada vez mais, pois a sociedade civil organizada exigirá.

Nossas duas megacidades, São Paulo e Rio de Janeiro, trazem parâmetros oportunos importantes. O incrível boom imobiliário atual (terceiro maior do planeta), aliado à pujança do setor da construção civil e à força econômica de São Paulo e

Rio, além da concentração, rara no Brasil, dos famosos 3Ts – Talento, Tecnologia e

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Capítulo 6 - Economia criativa, inovação e clusters urbanos

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A capacidade de inovação atual se dá em ambientes de competitividade, cooperação, compartilhamento e prosperidade. A economia do conhecimento, um sistema de mobilidade inteligente, ambientes inovadores/criativos, capital humano de talento, habitação acessível e diversificada para todos, e sistemas inteligentes e integrados de governo (transporte, energia, saúde, segurança pública e educação) constroem cidades mais inovadoras e interessantes.

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ECONOMIA CRIATIVA,

INOVAÇÃO E CLUSTERS

URBANOS

Praticamente esquecidos até a década de 1980, os distritos industriais de Alfred

Marshall foram resgatados na tentativa de reproduzir as condições de sucesso dos distritos industriais italianos, estruturas extremamente dinâmicas na região da

Emilia-Romagna, Vêneto e Lombardia, que passou a ser chamada de Terceira Itália.

Segundo Marshall (1890 apud Simmie, 2001), os distritos industriais são uma aglomeração geográfica de empresas do mesmo ramo ou de ramos similares, em que há concentração de mão de obra especializada, fornecedores e serviços, e onde inovações são continuamente produzidas. Segundo o autor, o que define essa concentração geográfica é a presença de um mercado de trabalho fortalecido, da transmissão de conhecimento e tecnologia, e de consumidores e fornecedores localizados no mesmo lugar.

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Cluster Urbano | Montreal Ateliers Angus

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CLUSTER URBANO I

MONTREAL ATELIERS

ANGUS

Trata-se do caso pioneiro em grandes projetos urbanos envolvendo recuperação de brownfields e promoção de regeneração urbana e reestruturação produtiva no

Canadá.

Pioneiro também na presença das agências canadenses de remediação do solo, a reconversão industrial de um antigo pátio ferroviário da Canadian Pacific Railway que esteve ativo de 1904 a 1992, em uma mistura de usos residenciais, comerciais e industriais ocorreu em duas fases:

• de 1978-94, 44,5 hectares, não remediação do solo;

• de 1998-2006, 50 hectares de terra com remediação de áreas contaminadas.

O urbanista Pierre St-Cyr, autor do projeto urbano de redesenvolvimento urbano do

Atelier Angus junto à Canadian Pacific Railway Company, deu um depoimento preciso sobre este trabalho pioneiro que estabeleceu um marco na maneira de intervir em territórios de antigo uso industrial no Canadá:

“Na verdade, a remodelação dos Ateliers Angus gerida pela Canadian Pacific Railway Company definiu muito mais do que um padrão no Canadá. Ela demonstrou que um grande território industrial urbano contaminado (93 hectares de wastelands) poderia ser trazido de volta à vida e proporcionar benefícios para a comunidade, a cidade e o proprietário do terreno. Isso trouxe confiança. O desafio original em 1998 tinha a ver com a gestão de tal operação de reabilitação em grande escala que nenhum contratante tinha feito.

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Capítulo 3 - Mutações urbanas

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3

MUTAÇÕES URBANAS

Cidades genéricas

A noção de território tem variado ao longo do tempo. O conceito de território foi-nos passado pela modernidade e assim tem vindo até o presente, quando, claramente, já não satisfaz à dinâmica da vida contemporânea, à fragmentação espacial das metrópoles e à realidade do mundo globalizado.

As novas tecnologias e a globalização econômica têm alterado os significados das nossas noções de geografia e distância. Após estudos exaustivos das alterações urbanas provocadas pelo processo de globalização, Saskia Sassen (2008) conclui que há, na verdade, uma geografia da centralização e não da dispersão ou descontinuidade, que não respeita fronteiras urbanas ou nacionalidades. No final do século

20, a globalização impôs ao território uma dinâmica até então inesperada. Deve-se ter em mente, porém, que, mesmo nos lugares onde os vetores da globalização estão mais presentes, o território habitado e com vida local mantém características próprias, cria novas sinergias que se contrapõem à globalização. Vive-se, portanto, uma realidade de crise, um conflito cultural da sociedade que se apresenta na escala do território. Esses processos simultâneos – globalização e fragmentação – geram territórios contraditórios, desconexões e intervalos na mancha urbana.

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Chan Kou Wha Marcelo Tuler (5)
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Medium 9788582600511

Capítulo 1 - Introdução

Chan Kou Wha; Marcelo Tuler Grupo A PDF Criptografado

capítulo 1

Introdução

Nas diversas áreas tecnológicas, a principal forma de traduzir o pensamento é através de um desenho. A mecânica produz uma peça em série desde que ela esteja documentada. As obras civis seguem uma recomendação de sua locação a partir de um projeto. A arquitetura dá vida à arte por meio de seus traços.

Para desenhar utilizando um software de CAD e executar os exercícios propostos neste livro, são necessários três requisitos:

• Suporte computacional

• Manual de comandos

• Gostar de desenhar

O suporte computacional (hardware e software) deve ser adequado para obter desempenho e qualidade nos desenhos. Sugerimos que a versão do AutoCAD seja superior a 2004.

Quanto ao manual dos comandos, ele pode ser adquirido de diversas formas: pelo ajuda (F1) do AutoCAD, por livros dedicados ao ensino e manuseio do AutoCAD, por inúmeras apostilas de como fazer ... encontradas na internet, por aulas dedicadas ao ensino dos comandos, dentre outras formas.

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Avançados

Chan Kou Wha; Marcelo Tuler Grupo A PDF Criptografado

Avançados

Os exercícios a seguir sugerem um grau de dificuldade Avançado. Sugerimos aqui que o leitor esteja “familiarizado” com os comandos do CAD e que já tenha construído alguns exercícios do grau Básico e Intermediário.

Algumas habilidades devem ser desenvolvidas nesta etapa:

• Elaborar desenhos em 3D

• Manipular o 3D Views

• Interpretar cadernetas com dados e informações que auxiliam na construção dos desenhos

AVANÇAD

O

• Aplicar texturas nos desenhos, tornando-os similares aos objetos

• Aplicar e combinar vários comandos em um só desenho

• Aprimorar o acabamento dos desenhos

• Desenvolver projetos com o uso do CAD

capítulo 2

Exercícios

No caso destes exercícios serem aplicados em sala de aula, sugerimos disponibilizar 5 horas/aula para a sua execução. Também sugerimos que sejam realizados em grupos de alunos.

51

Exercício 2.45

Grau de dificuldade: AVANÇADO

Área do conhecimento: EDIFICAÇÕES

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Apêndice A

Chan Kou Wha; Marcelo Tuler Grupo A PDF Criptografado

Apêndice A

PADRÃO

NOME

Como destacado no início deste livro, para que os exercícios sejam realizados, é necessário um conhecimento prévio dos comandos a serem utilizados. Existe, no mercado editorial, um vasto número de títulos que tratam do manuseio do software AutoCAD. Este assunto também é amplamente apresentado em apostilas na internet. No caso dos exercícios serem aplicados em sala de aula, caberá ao professor ensinar o comando necessário para o exercício proposto.

Outra fonte de consulta importante é o próprio “help – F1” do AutoCAD, que apresenta de forma detalhada todos os comandos do AutoCAD.

A seguir, serão descritas as funções dos principais comandos do CAD, a partir dos ícones que compõem as barras de ferramentas. As principais barras de ferramentas escolhidas e consideradas aqui como básicas para o aprendizado são:

• Padrão (Standard)

• Camadas (Layer)

• Propriedades (Properties)

• Desenhar (Draw)

• Zoom (Zoom)

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Intermediários

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Intermediários

Os exercícios a seguir sugerem um grau de dificuldade Intermediário. As habilidades adquiridas no grau Básico serão exploradas nos próximos exercícios.

Algumas habilidades devem ser desenvolvidas nesta etapa:

• Iniciar em programação em CAD

• Elaborar desenhos mais organizados por camadas

• Aplicar e combinar vários comandos em um só desenho

• Aprimorar o acabamento dos desenhos

• Desenvolver projetos com o uso do CAD

• Aperfeiçoar o desenho com o uso das vistas do 1º diedro e em perspectiva isométrica

• Manipular o 3D Views

Exercícios para AutoCAD

No caso desses exercícios serem aplicados em sala de aula, sugerimos disponibilizar 3 horas/aula para a sua execução. Também sugerimos avançar no detalhe da construção do desenho pelo aluno/leitor, com base em pesquisa bibliográfica específica.

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INTERMEDIÁRIO

Exercício 2.23

Grau de dificuldade: INTERMEDIÁRIO

Área do conhecimento: DESENHO TÉCNICO

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Básicos

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Básicos

Os exercícios a seguir sugerem um grau de dificuldade BÁSICO. Para a construção desses, o usuário deve “familiarizar-se”, principalmente, com os comandos do Menu DRAW e MODIFY.

Algumas habilidades devem ser desenvolvidas nesta etapa:

• Explorar a área gráfica, a linha de comando, a barra de menus

• Usar as funções da barra de status

• Usar as funções das unidades de trabalho

• Usar o critério de seleção de objetos

• Desenhar por coordenadas retangulares e polares

• Manusear o ZOOM e PAN

• Organizar o desenho em camadas (LAYER)

• Desenhar por projeções isométricas

• Construir textos

• Dimensionar desenhos

• Inserir imagens

• Utilizar os comandos do Menu DRAW e MODIFY, aplicados nos desenhos propostos

BÁSICO

capítulo 2

Exercícios

No caso desses exercícios serem aplicados em sala de aula, sugerimos disponibilizar 1 hora/aula para a sua execução. Observe que os “principais comandos” (recomendados em cada exercício) já devem ser de conhecimento do aluno/leitor.

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Charles J Kibert (16)
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Capítulo 7 - O processo de projeto de edificações ecológicas

Charles J. Kibert Grupo A PDF Criptografado

O processo de projeto de edificações ecológicas

O

movimento da edificação de alto desempenho está modificando tanto a natureza do ambiente construído como dos sistemas de entrega empregados para projetar e construir prédios de acordo com as necessidades dos clientes. O resultado tem sido a emergência do sistema de entrega de edifícios sustentáveis de alto desempenho, apresentado no Capítulo 1.

Este sistema de entrega difere da prática convencional por inúmeros fatores: (1) seleção dos membros da equipe de projeto com base em sua experiência com edificações sustentáveis, (2) maior colaboração entre os envolvidos, (3) foco no desempenho do prédio integrado maior do que nos sistemas prediais, (4) forte ênfase na proteção ambiental durante o processo de construção, (5) considerações cuidadosas com a saúde dos trabalhadores e usuários durante todas as fases, (6) análise de todas as decisões em relação a suas implicações para os recursos e o ciclo de vida do imóvel, (7) necessidade adicional do comissionamento e (8) ênfase na redução do lixo de construção e demolição. Algumas dessas diferenças são resultado das exigências dos sistemas de certificação, outras fazem parte da cultura da edificação sustentável, em constante evolução.

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Capítulo 12 - A pegada de carbono do ambiente construído

Charles J. Kibert Grupo A PDF Criptografado

12

A pegada de carbono do ambiente construído

O

principal desafio ambiental da atualidade são as mudanças climáticas, uma manifestação do desequilíbrio do ciclo de carbono biogeoquímico causado pelas atividades humanas. A principal causa das mudanças climáticas é o enorme aumento das emissões de gases carbônicos na atmosfera, especialmente o dióxido de carbono (CO2), em virtude da queima de combustíveis fósseis em usinas de energia, transporte, sistemas energéticos prediais, produção de cimento e agricultura. Ao mesmo tempo, a Terra está perdendo sua capacidade de estabilizar as concentrações de CO2, pois a biomassa, como as florestas, que absorve CO2, está sendo destruída para dar lugar a empreendimentos imobiliários, campos e mineração. A combinação do rápido crescimento das emissões e a redução da capacidade de absorção de carbono está acelerando as concentrações atmosféricas de CO2. O CO2 e outros gases responsáveis pelas mudanças climáticas impedem a saída da energia solar, gerando o chamado efeito estufa, e, à medida que suas concentrações atmosféricas aumentam, as temperaturas globais médias da atmosfera também sobem. Antes do início da Era Industrial, por volta de 1780, o equilíbrio natural da emissão e absorção de CO2 resultava em um regime de temperatura global relativamente estável, com o efeito das atividades humanas sobre o clima sendo reduzido. A crescente população humana e seu consumo energético têm afetado esse equilíbrio e, consequentemente, o clima da Terra já não é tão estável e as mudanças são mais evidentes.

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Capítulo 8 - O terreno e o paisagismo sustentáveis

Charles J. Kibert Grupo A PDF Criptografado

O terreno e o paisagismo sustentáveis

O

projeto do uso do solo e do paisagismo estão intimamente vinculados – e talvez ofereçam as melhores oportunidades para inovações na aplicação dos recursos necessários para a criação do ambiente construído. Os prédios, ainda que alterem o ecossistema natural, podem contribuir para o ecossistema e estabelecer uma sinergia com a natureza. É necessário um trabalho bem elaborado e executado por arquitetos, paisagistas, engenheiros civis e gerentes de obras para produzir um edifício que:

�� Aproveite ao máximo o uso do terreno

�� Esteja intimamente integrado com o ecossistema local

�� Considere cuidadosamente a geologia, topografia, insolação, hidrologia e os padrões eólicos do terreno

�� Reduza o máximo possível os impactos gerados pela construção e operação

�� Empregue o paisagismo como um poderoso auxiliar aos sistemas técnicos

Os demais membros da equipe de projeto também devem ter voz nas decisões tomadas sobre o terreno. A implantação da edificação no lote, o tipo e a cor dos revestimentos externos, os materiais utilizados no estacionamento e nos pisos externos afetam a carga térmica do prédio e, consequentemente, o projeto dos sistemas de calefação e resfriamento projetados pelo engenheiro mecânico.

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Capítulo 15 - Aspectos econômicos das edificações sustentáveis

Charles J. Kibert Grupo A PDF Criptografado

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Aspectos econômicos das edificações sustentáveis

O

mercado das edificações ecológicas ou sustentáveis nos Estados Unidos continua a crescer, tanto em termos de tamanho como em participação no mercado. No Green Outlook

2011, a McGraw-Hill Construction relatou que a fatia de mercado da edificação sustentável, incluindo moradias e demais tipologias, quadruplicou em apenas três anos, de 10 bilhões de dólares em 2005 para 42 bilhões em 2008, e provavelmente para 55 a 71 bilhões em 2011. Em

2010, estimou-se que as novas construções não residenciais representaram entre 28 e 35% do volume total, 50% a mais do que nos dois anos anteriores. A McGraw-Hill Construction previu que, em

2015, a escala das construções sustentáveis não residenciais seria de 120 a 150 bilhões de dólares, o que corresponderia de 40 a 48% do volume total não residencial. Um crescimento similar está ocorrendo em reformas de prédios, com a McGraw-Hill Construction prevendo que, em 2015, esse mercado equivaleria a 14 a 18 bilhões de dólares. O que realmente é bastante notável – e até mesmo surpreendente – nesse crescimento é que ele ocorreu apesar do forte desaquecimento da construção civil devido à grande recessão norte-americana de 2008 a 2010. Os três setores com a maior taxa de crescimento e penetração são os edifícios para educação, saúde e escritórios. Os dados sobre edificações sustentáveis apresentados pela McGraw-Hill Construction indicam que há diversas fortes tendências atuais de mudança em direção às edificações sustentáveis.

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Capítulo 10 - O ciclo hidrológico do ambiente construído

Charles J. Kibert Grupo A PDF Criptografado

10

O ciclo hidrológico do ambiente construído

D

os vários recursos necessários para o ambiente construído, talvez a água seja o que enfrenta o momento mais crítico. Em seu livro The Bioneers, Kenny Ausubel (1997) observou que os biólogos por vezes se referem a esse recurso como “a água de Cleópatra” porque, assim como todos os outros materiais no planeta, a água se mantém em um ciclo fechado. A água que você toma em um bebedouro talvez tenha sido utilizada pela rainha egípcia em seu banho. O corpo humano é 97% água, e a água é mais crucial para a sobrevivência do que os alimentos. Ela serve, no metabolismo humano, como um meio para a transferência de oxigênio em pequena escala, como um amortecedor para as mudanças rápidas, e em larga escala, que estão ocorrendo no planeta e como um absorvedor de choques na função celular, na escala microscópica. A água também desempenha um papel na maioria das tradições e religiões espirituais do mundo, desde o batismo da fé cristã aos rituais de suor dentro de recintos fechados dos nativos norte-americanos às tradições de purificação da fé Baha’i. A água é a fonte da vida tanto para os seres humanos como para as outras espécies, mas também tem poder destrutivo. Ela é empregada como uma metáfora para a verdade e um símbolo para a redenção e a lavagem dos pecados. A água serve como habitat para uma fração substancial dos organismos vivos da Terra, e os restantes dependem totalmente dela para sua sobrevivência.

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Del Rio Vicente Siembieda William J (13)
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CAPÍTULO 7 - Revitalização dE Orla Fluvial na Amazônia – O Caso de Belém do Pará

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

Revitalização de Orla Fluvial na Amazônia

– O Caso de Belém do Pará

Alice da Silva Rodrigues Rosas e Simone Silene Dias Seabra

N

os últimos anos, as grandes cidades brasileiras vêm passando por processos de requalificação de sua paisagem construída, não apenas para restabelecer relações mais estreitas com peculiaridades históricas, geográficas e culturais em resposta às novas necessidades sociais e econômicas locais, mas também para se tornarem mais competitivas nos mercados regional, nacional e global. Muitos desses processos têm por base a recuperação da simbiose da malha urbana com corpos d’água de diversas naturezas – mar, baía, rio, lago, e outros – e também de antigas zonas portuárias, industriais, comerciais e residenciais. Na maioria das grandes cidades, as orlas contíguas a áreas centrais tiveram a princípio sua imagem vinculada à marginalidade, especialmente em consequência das atividades portuárias ali originalmente instaladas e mais tarde, à degradação causada pela obsolescência dessas atividades portuárias e ao seu deslocamento para instalações mais modernas em novos portos mais distantes. Esvaziadas de sua função e de seu lastro econômico, as estruturas urbanas e arquitetônicas remanescentes foram abandonadas ou negligenciadas pelas administrações públicas. Entretanto, nos últimos anos, essa realidade vem se modificando, com descoberta do seu grande potencial paisagístico, cultural, turístico e simbólico.

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CAPÍTULO 10 - Resgatando a Imagem da Cidade e o Prazer das Ruas: Projeto Rio Cidade, Rio de Janeiro

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

Resgatando a Imagem da Cidade e o Prazer das Ruas: Projeto Rio Cidade, Rio de Janeiro

Vicente del Rio

Implementado entre 1993 e 2000, o Projeto Rio Cidade foi um programa da prefeitura do Rio de Janeiro para recuperar áreas comerciais e centros de bairros, assim como a imagem da cidade em nível nacional e internacional, através de intervenções de desenho urbano. Os projetos objetivaram a melhoria do desempenho dessas áreas tanto funcional quanto socialmente e, particularmente, a requalificação de espaços públicos. Implementado em duas fases, que corresponderam a duas administrações municipais sucessivas, o Rio Cidade foi notável não apenas por seus resultados, mas também porque representou, até aquele momento, a mais ampla e intensa coleção de intervenções de desenho urbano no Rio desde as obras sanitaristas e de embelezamento durante a gestão de Pereira Passos no início do século XX.

Os projetos Rio Cidade lidaram com o redesenho de vias e áreas públicas, circulação viária, sinalização, paisagismo e arborização, iluminação pública e mobiliário urbano. Apesar da magnitude dos problemas enfrentados, os resultados foram muito positivos. Em 2001, quando o Rio Cidade foi oficialmente encerrado, contabilizava-se um total de quase 60 áreas de intervenção em diversos bairros da cidade, inclusive o Centro.1 Mesmo sofrendo mudanças de cunho técnico e político e que o nome “Rio Cidade” tenha sido extinto, pode-se dizer que a sua missão original sobreviveu, uma vez que suscitou um debate sobre a cidade como nunca antes e levou as administrações municipais posteriores a atentar para a melhoria de aspectos urbanísticos que afetam o cotidiano das comunidades e a imagem da cidade. Além disso, a ideia do programa influenciou outras cidades brasileiras nesse sentido.

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CAPÍTULO 1 - Brasília: Permanência e Metamorfoses

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

Brasília:

Permanência e Metamorfoses

Maria Elaine Kohlsdorf, Gunter Kohlsdorf e Frederico de Holanda

C

apital do Brasil desde 1960, Brasília originou-se de projeto escolhido em concurso público e de autoria de Lucio Costa. O concurso buscava um Plano Piloto para a capital do país, e, conforme apreciação do júri, a proposta vencedora possuía as feições de uma civitas.1 Ela partia do cruzamento de dois eixos, evocando rituais da posse representada pela nova capital, que possibilitaria a ocupação do interior brasileiro através da Região Centro-Oeste. Seu crescimento seria controlado: uma vez alcançado o teto de 500.000 habitantes, nasceriam cidades-satélites orbitando ao redor de Brasília, capital do novo Distrito Federal.

Porém, esse Distrito configurou-se como um “mosaico morfológico” (Kohlsdorf, 1985, 1996b), pois

Brasília não foi construída em território virgem. Seu modernismo clássico de imediato contrastou com o vernáculo de núcleos urbanos (Planaltina, do século XIX, e Brazlândia, do início do século XX) e de sedes de fazendas existentes naquele. Essa realidade geralmente não permeia a imagem divulgada de Brasília, assim como outros traços que discutiremos neste capítulo.

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CAPÍTULO 12 - Transformando Favelas em Bairros: O Programa Favela-Bairro no Rio de Janeiro

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 12

Transformando Favelas em Bairros:

O Programa Favela-Bairro no Rio de Janeiro

Cristiane Rose Duarte e Fernanda Magalhães1

O

Favela-Bairro foi um programa de urbanização de favelas do Rio de Janeiro considerado inovador na área das políticas públicas para a moradia de baixa renda, especialmente pelo reconhecimento que fez da importância do ambiente social, cultural e político das favelas na cidade. Uma das principais características desse programa, lançado pela prefeitura da cidade do Rio de Janeiro em 1994, foi considerar esses aglomerados como parte da estrutura urbana, objetivando sua integração à cidade oficial existente. Muitos estudiosos da política habitacional brasileira comentam que o Programa Favela-Bairro e os projetos desenvolvidos em seu âmbito se mostraram relativamente eficientes na promoção de desenvolvimento comunitário e na integração dos aglomerados informais à cidade formal. 

Por um lado, o Favela-Bairro buscava oferecer a melhoria da qualidade do espaço urbano através de redes de infraestrutura e serviços públicos, como água encanada, eletricidade e esgoto, e novos arruamentos e espaços de uso comunitário, como playgrounds e áreas de lazer. Por outro lado, promovia o desenvolvimento comunitário através de projetos educativos e de geração de renda, buscando a organização de cooperativas de trabalho locais. Ocasionalmente, foram construídos edifícios comunitários, como creches e unidades habitacionais, para realojar moradores de habitações que se encontravam em

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Medium 9788521622550

INTRODUÇÃO - O Contexto do Desenho Urbano no Brasil

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. Grupo Gen PDF Criptografado

INTRODUÇÃO

O Contexto do Desenho Urbano no Brasil

Vicente del Rio

O

objetivo desta introdução é prover um entendimento básico sobre a evolução do desenho urbano no Brasil como prática profissional sistemática, do surgimento do modernismo aos nossos dias, com a ampliação da noção de intervenção urbana, passando pelo período militar e pelos movimentos de redemocratização do país. Nesse sentido, deve ser vista apenas como um brevíssimo ensaio, uma visão particular que não pretende análise exaustiva ou muito menos conclusiva, tarefa por demais pretensiosa e que demandaria – com a imensidão e a história tão complexa do Brasil ‑ pelo menos uma obra própria com vários volumes! A ideia, portanto, é expor os fundamentos históricos das diferentes abordagens que lidam com a cidade brasileira contemporânea, auxiliando na compreensão dos conteúdos e das implica‑

ções dos casos discutidos nos capítulos posteriores.

Esta introdução foi particularmente importante na edição original deste livro nos EUA, pois praticamente não há publicações disponíveis em língua inglesa que discutam o mesmo período evolutivo do urbanismo e do desenho urbano brasileiro, embora várias – particularmente aquelas que tratam da arquitetura modernista brasileira – abordem projetos ou questões específicas. Na medida do possível, fizemos uma revisão dos principais trabalhos publicados, apresentados nas referências bibliográficas, de modo a pos‑ sibilitar aos leitores estudos mais aprofundados. Notamos que essa é uma tarefa cada vez mais difícil no

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