8434 capítulos
Medium 9788580551044

13. Mercado de trabalho

Samuelson, Paul Grupo A PDF Criptografado

capítulo

13

Mercado de trabalho

O trabalho é a maldição da classe boêmia.

Oscar Wilde

a. FuNDaMENtoS Da

DEtERMINaÇÃo Do SalÁRIo

NÍVEL GERAL DE SALÁRIOS

Na análise das rendas do trabalho, os economistas ten‑ dem a observar o salário real médio que representa o poder de compra de uma hora de trabalho, ou os salá‑ rios nominais divididos pelo custo de vida.1 Segundo esse indicador, os trabalhadores norte ‑americanos es‑ tão atualmente muito melhor do que estavam há 100 anos. A Figura 13 ‑1 mostra o salário horário médio real, ou salário nominal ajustado pela inflação, junto ao número médio de horas de trabalho.

Os mesmos ganhos elevados dos trabalhadores en‑ contram‑se praticamente em todo o lado. Na Europa Oci‑ dental, no Japão e nos países em industrialização rápida do Extremo Oriente tem havido uma melhoria contínua no longo prazo da capacidade do trabalhador médio para comprar alimentos, vestuário e habitação, bem como na

1

Neste capítulo, utilizaremos genericamente a expressão “salá‑ rios” como uma abreviatura de “salários, ordenados e outras for‑ mas de remuneração”.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580551044

6. Produção e organização empresarial

Samuelson, Paul Grupo A PDF Criptografado

capítulo

produção e organização empresarial

6

O negócio da América são os negócios.

Calvin Coolidge

Alguém tem de fazer o pão nosso de cada dia antes de o podermos comer. Da mesma forma, a habilidade da economia para produzir automóveis, gerar eletricida‑ de, escrever programas de computador e fornecer uma diversidade de bens e serviços que compõem o nosso produto interno bruto depende da nossa capacidade produtiva. A capacidade produtiva é determinada pela dimensão e qualidade da população ativa, pela quanti‑ dade e qualidade do estoque de capital, pelo conheci‑ mento tecnológico do país juntamente com a capacida‑ de para usá‑lo e pela natureza das instituições públicas e privadas. Por que os padrões de vida são elevados na

América do Norte? E por que são baixos na África?

Para responder, veremos quão bem a máquina da pro‑ dução está funcionando.

O nosso objetivo é compreender como as forças de mercado determinam a oferta de bens e serviços. Ao lon‑ go dos próximos três capítulos, apresentaremos os con‑ ceitos essenciais de produção, custo e oferta e mostrare‑ mos a ligação entre eles. Primeiro vamos explorar os fundamentos da teoria da produção, mostrando como as empresas transformam fatores de produção em pro‑ duções desejadas. A teoria da produção também nos aju‑ da a compreender por que a produtividade e os níveis de vida têm aumentado ao longo do tempo e como as em‑ presas gerenciam as suas atividades internas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580551044

11. Economia da incerteza

Samuelson, Paul Grupo A PDF Criptografado

capítulo

11

Economia da incerteza

As pérolas não se encontram na praia. Você quer uma? Mergulhe à procura dela.

Provérbio chinês

A vida está repleta de incertezas. Suponha que você es‑ tivesse atuando no setor petrolífero. Você poderia estar encarregado de uma joint venture na Sibéria. Que obstá‑ culos teria de enfrentar? Você encontraria, é claro, os riscos normais que atormentam qualquer produtor de petróleo em todo o mundo – os riscos da queda de pre‑

ço, de embargos ou de um ataque aos seus petroleiros por algum regime político hostil. Juntamente com es‑ tes, haveria os riscos de operar em uma área nova: o desconhecimento das formações geológicas, do territó‑ rio que deve ser percorrido para levar o petróleo ao mercado, da taxa de sucesso dos poços de petróleo e da qualificação dos trabalhadores locais.

A essas incertezas devem‑se juntar os riscos políticos relacionados com a negociação com um governo cres‑ centemente autocrático e nacionalista em Moscou, jun‑ tamente com os problemas que decorrem de guerras ocasionais e de elementos corruptos em um país em que a corrupção é corriqueira e a lei não impera. E os seus parceiros podem revelar‑se sem escrúpulos em se aproveitar do conhecimento local para ficar com mais do que lhes é devido.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580551044

25. Crescimento econômico

Samuelson, Paul Grupo A PDF Criptografado

capítulo

25

Crescimento econômico

A Revolução Industrial não foi um episódio com um começo e um fim... Ela ainda está em curso.

E. J. Hobsbawm

The Age Of Revolution (1962)

Se você observar fotografias antigas, logo irá perceber como os padrões de vida da família de classe média mudaram significativamente nos últimos tempos. As residências atuais estão recheadas com produtos que dificilmente poderiam ser imaginados há um século.

Basta pensar no entretenimento antes da era dos televi‑ sores de plasma, dos DVDs de alta definição e apare‑ lhos portáteis de mídia. Da mesma forma, a internet abriu um vasto conjunto de informações que poderiam ser obtidas somente indo a uma biblioteca, e mesmo assim apenas uma pequena fração do conhecimento publicado estava disponível, na maioria delas. Ou con‑ sidere os serviços de saúde disponíveis hoje, em compa‑ ração com tempos como os da Guerra Civil dos Estados

Unidos, quando os soldados morriam apenas porque contraíam uma infecção.

Essas mudanças na variedade, qualidade e quantidade de bens e serviços disponíveis para o agregado familiar médio são a face humana do crescimento econômico.

Ver todos os capítulos
Medium 9788577260690

16 Orientação e Treinamento

Certo, Samuel C. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo Dezesseis

Orientação e Treinamento

Tópicos Gerais do Capítulo

Objetivos de Aprendizado

Orientação de Novos Funcionários

Benefícios da Orientação

Papel do Supervisor

Tópicos da Orientação

Métodos de Orientação

Depois de estudar o capítulo, o aluno estará apto a:

Treinamento

Ciclo de Treinamento

Avaliação das Necessidades de

Treinamento

Tipos de Treinamento

16.2 Discutir como o supervisor e o departamento de recursos humanos podem trabalhar juntos para conduzir o programa de orientação.

Coaching para Apoio ao Treinamento

16.4 Descrever o ciclo de treinamento.

Avaliação do Treinamento

16.5 Explicar como o supervisor determina se o funcionário precisa de treinamento.

16.1 Resumir os motivos para a empresa adotar a orientação dos novos funcionários.

16.3 Identificar os métodos de orientação.

16.6 Definir os principais tipos de treinamento.

16.7 Descrever a prática de coaching e mentoring para auxiliar no treinamento.

16.8 Discutir como o supervisor pode avaliar a eficácia do treinamento.

O treinamento é importante para o aperfeiçoamento contínuo por causa das mudanças que ocorrem freqüentemente ao nosso redor. É preciso estar ciente dessas mudanças e crescer continuamente para se adaptar a elas.

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos