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Parte I - 5. A Terceira Questão-chave da Economia: a Justiça Distributiva

José Paschoal Rossetti Grupo Gen PDF Criptografado

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A Terceira Questão-chave da

Economia: a Justiça Distributiva

Continua não atingida a meta mais importante de um sistema econômico, que é a de produzir uma quantidade suficiente de bens e serviços, capaz de satisfazer integralmente às aspirações diversificadas e por vezes conflitantes de todos os cidadãos. E a razão maior está em que a forma como se distribuem os resultados do esforço social de produção permanece como um dos mais importantes desafios de toda a humanidade.

JOHN LINDAUER

Macroeconomics

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Introdução à Economia • Rossetti

A justiça distributiva, terceira questão-chave da economia, trata de um dos mais complexos aspectos da realidade econômica: a repartição dos resultados do esforço social de produção. A complexidade desta questão resulta de múltiplos fatores. Os principais são:

�� Correlação contribuições-participação. São muito grandes, talvez mesmo intransponíveis, as dificuldades para se definir uma escala justa de participação de cada um dos agentes econômicos nos resultados da atividade produtiva. Conceitualmente, esta escala deverá estar correlacionada com as contribuições efetivas de cada um, reproduzindo uma estrutura compatível de remunerações e de acesso aos produtos gerados. As dificuldades decorrem de como avaliar as contribuições em relação ao valor agregado do produto social. Decorrem também de que as recompensas socialmente valorizadas podem não estar correlacionadas com o produto efetivamente realizado.

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PARTE V – Capítulo 13 – Recrutamento e seleção de pessoas

Antonio Cesar Amaru Maximiano Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 13

Recrutamento e seleção de pessoas

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Ao completar o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de compreender e explicar:

•• A finalidade e as etapas dos processos de recrutamento e seleção.

•• As fontes de recrutamento de candidatos.

•• Os procedimentos e as técnicas de recrutamento e seleção.

•• Os projetos de execução das atividades de recrutamento e seleção.

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Capítulo 13

INTRODUÇÃO

O processo de recrutamento e seleção (R&S), complementado por contratação e integração, objetiva encontrar, atrair e trazer para dentro da organização ou, de forma geral, para dentro de qualquer tipo de empreendimento, as pessoas que vão ocupar os postos necessários para a execução de tarefas, em caráter contínuo ou em regime de trabalho temporário.

•• Toda organização precisa de R&S pelo menos para repor as perdas inevitáveis, causadas por aposentadorias, demissões, transferências e outras movimentações, ou para atender emergencialmente ao surgimento de novas competências e profissões no mercado de trabalho. Com planejamento sistemático de recursos humanos, como vimos no capítulo anterior, alinhado com o planejamento corporativo, os processos de R&S tornam-se proativos e assumem a estatura de estratégias orientadas para a viabilização do modelo de negócios da organização ou de qualquer empreendimento.

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7 Execução estratégica – descrição da estratégia

Márcio Moutinho Abdalla, Marco Antonio Conejero, OliveiraMurilo Alvarenga de Grupo Gen ePub Criptografado

As organizações têm grande dificuldade de tirar suas estratégias do papel. Denominamos este fenômeno problema da execução. Este capítulo, em conjunto com o próximo, destrincha o conhecimento e as técnicas de como fazer a estratégia acontecer. Vamos conhecer os autores clássicos sobre a execução estratégica e entender a metodologia de execução que envolve o balanced scorecard, proposto por Kaplan e Norton. Neste capítulo, iremos tratar detalhadamente da tradução da estratégia em termos operacionais − o que é um mapa estratégico, como construí-lo, como escolher indicadores e iniciativas estratégicas −, e usar exemplos do contexto brasileiro e latino-americano para ilustrar tais conceitos.

Neste capítulo, o leitor poderá aprofundar seu conhecimento sobre:

• O problema da execução.

• Os componentes do balanced scorecard.

• A elaboração de um mapa estratégico.

• Quais são as considerações importantes ao escolher indicadores estratégicos.

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Medium 9788597020977

8 Execução estratégica – mensuração e gestão da estratégia

Márcio Moutinho Abdalla, Marco Antonio Conejero, OliveiraMurilo Alvarenga de Grupo Gen ePub Criptografado

Uma vez formulada a estratégia e traduzida em um painel de desempenho, como o balanced scorecard (Capítulo 7), parte-se para o desafio maior, que é a execução da estratégia. Este capítulo detalha um modelo de gestão estratégica baseada em cinco princípios, chamados de “os princípios da organização orientada à estratégia”. Os principais elementos contemplados nesse modelo são o desdobramento da estratégia para as áreas ou unidades; o alinhamento entre as áreas; comunicação da estratégia para garantir que todos saibam os rumos da organização e o papel de cada um; vínculo da estratégia com sistemas de incentivos e remuneração variável; estabelecimento de um processo de reuniões para mensuração e revisão da estratégia para fazer da estratégia um processo contínuo e não somente um exercício anual; automação do processo com o apoio de tecnologia da informação; e o papel da liderança executiva para mobilizar a mudança. Para cada um desses tópicos são apresentadas recomendações de práticas e ferramentas, bem como algumas referências de casos brasileiros e latino-americanos. Não há uma sequência única para a implementação dessas práticas, sendo que há casos de empresas que usaram ordens bastante diferentes, chegando a resultados semelhantes. Mas o que se sabe é que a aplicação dessas práticas traz resultados concretos para o desempenho das organizações, conforme pesquisas apresentadas ao final do capítulo.

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5. Assessoria de imprensa e complexidade: um novo olhar para o processo de relacionamento com a mídia

Wilson da Costa Bueno Editora Manole PDF Criptografado

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Assessoria de imprensa e complexidade: um novo olhar para o processo de relacionamento com a mídia

A desconstrução da teoria e da prática tradicionais

A literatura brasileira em Comunicação Organizacional, em particular aquela que trata especificamente do relacionamento das organizações com a imprensa, tem se caracterizado pelo conservadorismo e, com raras exceções, ainda não repercute as mudanças paradigmáticas que vêm ocorrendo seja no universo da comunicação, em especial na indústria da mídia, seja nas relações das empresas com os seus públicos estratégicos e com a sociedade de maneira geral.

Por esse motivo, a maioria das obras que versam sobre esse tema continua assumindo uma perspectiva meramente operacional quando analisa a interação das organizações com os veículos e jornalistas, muitas vezes limitando-se a repetir fórmulas ou receitas, algumas desgastadas, para promover esse relacionamento. Ela ignora processos e fenômenos emergentes que contemplam a influência crescente das mídias sociais, da comunicação focada no ambiente virtual e sobretudo não parece

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