Zvi Bodie Alex Kane Alan Marcus (7)
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Parte 7 - Gestão de carteira aplicada

Zvi Bodie; Alex Kane; Alan Marcus Grupo A PDF Criptografado

Mercados de opções: introdução

OS TÍTULOS DERIVATIVOS OU  simplesmente derivativos desempenham um papel amplo e cada vez mais importante nos mercados financeiros.

Esses são os títulos cujos preços são determinados pelo ou “derivam do” preço de outros títulos.

Tanto os contratos de opções quanto os de futuros são títulos derivativos. Seu payoff depende do valor de outros títulos. Os swaps, sobre o qual falaremos no Capítulo 23, também são derivativos. Como o valor dos derivativos depende do valor de outros títulos, eles podem ser instrumentos extremamente eficazes tanto para hedging (cobertura ou proteção) quanto para especulação. Investigaremos essas aplicações nos quatro capítulos subsequentes, começando, neste capítulo, com as opções.

A negociação de contratos de opções padronizados em bolsa nacional teve início em 1973 quando a Bolsa de Opções de Chicago (Chicago

Board Options Exchange – CBOE) começou a listar opções de compra. Esses contratos tiveram um sucesso quase imediato, sobrepujando o mercado de opções de balcão previamente existente.

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Parte 6 - Opções, futuros e outros derivativos

Zvi Bodie; Alex Kane; Alan Marcus Grupo A PDF Criptografado

Mercados de opções: introdução

OS TÍTULOS DERIVATIVOS OU  simplesmente derivativos desempenham um papel amplo e cada vez mais importante nos mercados financeiros.

Esses são os títulos cujos preços são determinados pelo ou “derivam do” preço de outros títulos.

Tanto os contratos de opções quanto os de futuros são títulos derivativos. Seu payoff depende do valor de outros títulos. Os swaps, sobre o qual falaremos no Capítulo 23, também são derivativos. Como o valor dos derivativos depende do valor de outros títulos, eles podem ser instrumentos extremamente eficazes tanto para hedging (cobertura ou proteção) quanto para especulação. Investigaremos essas aplicações nos quatro capítulos subsequentes, começando, neste capítulo, com as opções.

A negociação de contratos de opções padronizados em bolsa nacional teve início em 1973 quando a Bolsa de Opções de Chicago (Chicago

Board Options Exchange – CBOE) começou a listar opções de compra. Esses contratos tiveram um sucesso quase imediato, sobrepujando o mercado de opções de balcão previamente existente.

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Parte 5 - Análise de títulos

Zvi Bodie; Alex Kane; Alan Marcus Grupo A PDF Criptografado

Análise macroeconômica e setorial

O VALOR INTRÍNSECO DE UMA ação depende dos dividendos e lucros que podem ser esperados da empresa. Esse é o cerne da análise fundamentalista, isto é, a análise de determinantes de valor como as perspectivas de lucro. Basicamente, o sucesso comercial de uma empresa determina os dividendos que ela poderá pagar aos acionistas e o preço que auferirá no mercado de ações.

Entretanto, como as perspectivas da empresa estão amarradas às da economia em geral, a análise fundamentalista deve considerar o ambiente de negócios em que a empresa opera. Para algumas empresas, as circunstâncias macroeconômicas e setoriais podem ter maior influência sobre os lucros do que o desempenho relativo da empresa dentro de seu setor. Em outras palavras, os investidores precisam ter em mente o quadro econômico geral.

Desse modo, ao analisar as perspectivas de uma empresa, com frequência faz sentido começar com o ambiente econômico mais amplo, examinando a situação da economia agregada e até mesmo da economia internacional. A par-

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Parte 4 - Títulos de renda fixa

Zvi Bodie; Alex Kane; Alan Marcus Grupo A PDF Criptografado

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Preço e rendimento das obrigações

NOS CAPÍTULOS ANTERIORES  sobre a relação entre risco e retorno, utilizamos um alto nível de abstração para analisarmos os títulos.

Assumimos implicitamente que uma análise prévia detalhada de cada título já havia sido realizada e que suas características de risco e retorno haviam sido avaliadas.

Agora nos voltamos para análises específicas de determinados mercados de títulos.

Examinamos os princípios de avaliação, os determinantes de risco e retorno e as estratégias de carteira normalmente empregadas dentro e entre os vários mercados.

Analisamos primeiramente os títulos de dí­vida. Um título de dívida representa o direito a um determinado fluxo de renda periódico.

Esses títulos com frequência são chamados de títulos de renda fixa porque prometem um fluxo de renda fixo ou um fluxo de renda determinado de acordo com uma fórmula específica. A vantagem é que eles são relativamente fáceis de entender porque as respectivas fórmulas de pagamento são especificadas com antecedência. A incerteza quanto aos fluxos de caixa é mínima porque a capacidade creditícia do emissor do título é adequada. Isso torna esses títulos um ponto de partida conveniente para a nossa análise sobre o universo de possíveis veículos de investimento.

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Parte 3 - Equilíbrio no mercado de ca

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Modelo de precificação de ativos financeiros

O MODELO DE PRECIFICAÇÃO DE ATIVOS

FINANCEIROS,  quase sempre chamado de

CAPM (capital asset pricing model), é uma peça central da economia financeira moderna.

O CAPM oferece uma previsão precisa da relação que devemos observar entre o risco de um ativo e seu retorno esperado. Essa relação atende a duas funções fundamentais.

Primeiramente, oferece uma taxa de retorno de referência para a avaliação de possíveis investimentos. Por exemplo, se estivermos analisando títulos, podemos desejar saber se o retorno esperado de uma ação que previmos

é superior ou inferior ao seu retorno “justo”,

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tendo em vista seu nível de risco. Em segundo lugar, esse modelo nos ajuda a fazer uma suposição fundamentada sobre o retorno esperado dos ativos que ainda não foram negociados no mercado. Por exemplo, como determinamos o preço de uma oferta pública inicial de ações?

Como um projeto novo e importante de investimentos afetará o retorno que os investidores exigem das ações de uma empresa? Embora o CAPM não suporte totalmente testes empíricos, ele é amplamente utilizado em virtude da percepção que oferece e porque sua precisão é considerada adequada para aplicações importantes.

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Zenone Luiz Claudio (5)
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Medium 9788597013757

Introdução

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Introdução

O cenário mercadológico em constantes alterações e a importância do atendimento e do relacionamento como diferenciais competitivos para as empresas

O significado da palavra competição se altera e se renova na medida em que mudanças socioculturais, políticas e legais, econômicas, demográficas, geográficas, entre outras, impactam no ambiente mercadológico e atingem diretamente (e, muitas vezes, indiretamente) as estratégias de marketing adotadas pelas empresas.

Esse fato demonstra que, como a disputa nos mercados está cada vez mais acirrada, vem aumentando também a busca por diferenciais competitivos nos negócios.

Entende-se por competição a relação entre duas ou mais empresas que assumem a rivalidade em razão de estarem atingindo o mesmo público-alvo e a mesma necessidade e que se esforçam para se diferenciar e, assim, conquistar, desenvolver e manter seus clientes atuais ou potenciais.1 Quando as ações de marketing que uma empresa desenvolve, com o objetivo de se diferenciar em relação aos concorrentes (competidores), trazem resultados mais eficientes e eficazes para o negócio, diz-se que essa empresa tem alta taxa de competitividade no mercado no qual atua.

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Capítulo 4 A importância operacional e estratégica da linha de frente ou pontos de contato (front office)

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A importância operacional e estratégica da linha de frente ou pontos de contato (front office)

O crescimento vertiginoso dos conceitos de call center e do contact center está sendo possível graças à utilização eficaz das ferramentas do front office e sua interface com o marketing, as vendas e com as demais atividades gerenciais, sobretudo da área de logística.

Entendem-se por front office ou linha de frente ou pontos de contato (Figura 4.1) todas as ferramentas que permitem o contato da empresa com o mercado (clientes, fornecedores, colaboradores, parceiros, formadores de opinião etc.) e que “facilitam” ou colaboram com o relacionamento. Os sistemas de front office são por definição aqueles em que acontece o maior número de contatos com o cliente, em que são registradas as compras, solicitações de informações diversas, ações promocionais de comunicação em marketing, nos quais o cliente pode emitir opiniões, sugestões e reclamações e, também, em que a empresa pode desenvolver diversas ações de marketing, por isso, tem um papel operacional e estratégico fundamental para o atendimento mercadológico.

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Capítulo 3 Call center e contact center como canais de relacionamento

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3

Call center e contact center como canais de relacionamento

No Capítulo 2, apresentamos o conceito de marketing de relacionamento e de

Customer Relationship Management (gestão do relacionamento com o cliente

– CRM), que se trata de um conjunto de ferramentas que tem como objetivo principal criar valor pelo conhecimento adquirido do cliente e tornar a oferta tão próxima de sua necessidade que ele tenda a ser fiel à empresa.

Construa uma rede de relacionamento efetiva com os principais públicos interessados e os lucros serão uma consequência.

[...]

O marketing de relacionamento tem como meta construir relacionamentos de longo prazo mutuamente satisfatórios com partes-chave – clientes, fornecedores, distribuidores e outros parceiros de marketing – a fim de conquistar ou manter negócios com elas.

Ele constrói fortes ligações econômicas técnicas e sociais entre as partes... O marketing de relacionamento envolve cultivar o tipo certo de relacionamento com o grupo certo. O marketing deve executar não só a gestão de relacionamento com o cliente (Customer Relationship Management – CRM), como também a gestão do relacionamento com os parceiros (Partner Relationship Management – PRM), que se constitui de quatro elementos principais: clientes, funcionários, parceiros de marketing (canais, fornecedores, distribuidores, revendedores, agências) e membros da comunidade financeira (acionistas, investidores, analistas) (KOTLER;

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Capítulo 2 Marketing de relacionamento e seus princípios básicos

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2

Marketing de relacionamento e seus princípios básicos

No Capítulo 1, vimos que para uma empresa que deseja sobreviver em um mercado competitivo não basta ter um bom produto ou preços competitivos,

é necessário ter foco no mercado e um gerenciamento eficiente e eficaz do atendimento.

Segundo Wing (1998), esses aspectos (qualidade, eficiência e preço) não são as únicas maneiras de cativar os clientes. A satisfação do cliente virou um diferencial que deve ser a meta de toda empresa que deseja relacionar-se bem com seus clientes. Ainda segundo o autor, clientes satisfeitos podem tornar-se leais (fiéis) e, além disso, recomendar a empresa para outros clientes (boca a boca ou viral1). Portanto, o grande objetivo de uma empresa deve ser conquistar, desenvolver e manter clientes, pois eles devem ser a razão da existência de qualquer negócio.

Para atingir esse objetivo, a empresa deve ter uma gestão de atendimento adequada e uma estratégia de relacionamento compatível com as características de seu público-alvo. Neste capítulo, vamos tratar especificamente do conceito de marketing de relacionamento e das principais estratégias desenvolvidas a partir dessa “nova” visão de negócios.

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Capítulo 1 Gestão do atendimento e relacionamento

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1

Gestão do atendimento e relacionamento

Quando um cliente tem determinada necessidade, fica atento às ofertas, verificando e analisando todas as opções que lhe são apresentadas para escolher a mais adequada a suas características, seu perfil, suas exigências, possibilidades e, assim, iniciar uma relação comercial com a empresa.

A partir do início dessa relação comercial, se ficar evidente a plena satisfação do cliente desde o início do atendimento até a concretização do negócio e a empresa obtiver o lucro desejado durante e depois do processo, entende-se que o marketing atingiu seu objetivo principal: atender ao cliente.

Para a empresa atingir esse objetivo, algumas etapas devem ser cumpridas.

A primeira delas é identificar e compreender as reais necessidades do cliente para, depois, transformá-las em uma oferta adequada e, por último, cuidar da comunicação e da disponibilização dessa oferta da forma mais direta e conveniente possível (Figura 1.1).

Todo esse caminho deverá ser acompanhado pelas diversas áreas que compõem o negócio, que devem analisar e verificar sua viabilidade em relação

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Zanotta Egydio Barbosa (11)
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Capítulo 9 - CONCLUSÕES DA PESQUISA

ZANOTTA, Egydio Barbosa Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 9

CONCLUSÕES DA PESQUISA

O B J E T I VOS

• Explicar o significado de conclusão na pesquisa.

• Sublinhar a principal característica do pesquisador: o poder de síntese do pesquisador de marketing nas conclusões.

• Explicar, ao descrever as conclusões, que elas se destinam ao executivo da empresa e portanto devem ser apresentadas de forma resumida.

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150 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

Esse tópico foi por nós criado há muitos anos. Como o aprendemos? A seguir, apresentamos um caso que pode nos ajudar a compreender melhor a importância das conclusões da pesquisa.

CASO

PESQUISA NO MÉXICO

Fizemos uma viagem ao México onde realizamos uma pesquisa de 32 produtos da marca Bosch. Basicamente, o objetivo central era o de verificar quais eram nossos concorrentes e qual sua participação. Ao término da pesquisa, fizemos a tabulação dos dados, a confecção das tabelas e finalizamos com uma análise detalhada das descobertas da pesquisa.

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Capítulo 8 - ANÁLISE DA PESQUISA

ZANOTTA, Egydio Barbosa Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

ANÁLISE DA PESQUISA

O B J E T I VOS

• Explicar o que vem a ser conceituação de análise e apresentar parâmetros de uma boa análise.

• Reafirmar que o pesquisador de mercado é quem deve conduzir a análise e interpretação dos dados e informações coletadas.

• Demonstrar os passos seguidos pela análise (e pelo analista) e seus pontos mais importantes.

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146 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

Se bem conduzida a fase anterior – a tabulação –, já temos meio caminho andado para fazer a análise, que é a interpretação do que mostram as tabelas analíticas. A tabulação é parte integrante da análise – é a pré-análise. A esta caberá descrever, de forma sintética e aguda, o que mostram as tabelas.

Ao tecer considerações, o analista deve ter atenção para não extrapolar nem se estender demasiadamente. Deve procurar se ater àquilo que é essencial e que responda aos objetivos e perguntas da pesquisa.

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Capítulo 7 - PLANO DE TABULAÇÃO

ZANOTTA, Egydio Barbosa Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

PLANO DE TABULAÇÃO

O B J E T I VOS

• Explicar o que significa tabulação e sua importância na investigação.

• Explicar com quais números trabalhamos em tabulação: número base, número absoluto e número porcentual.

• Demonstrar soluções para tabular respostas de perguntas abertas – caracterização e metodologia proposta para obtermos uma boa tabulação e a categorização das respostas de acordo com seu significado semântico.

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130 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

PLANO DE TABULAÇÃO — SIGNIFICADO — IMPORTÂNCIA

Após termos realizado o preenchimento dos questionários, temos que criticar seus conteúdos e realizar a operação de verificação. Feito isso, o material está liberado para ser tabulado. Eis nossa definição de tabulação:

Tabulação é a soma das respostas, separadas em categorias especiais e orientadas pelos objetivos visados pela pesquisa (Zanotta, 1989).

Tabulação — exemplo de tabela

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Capítulo 6 - O SETOR DE CAMPO

ZANOTTA, Egydio Barbosa Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

O SETOR DE CAMPO

O B J E T I VOS

• Definir o que significa setor de campo e sua importância no projeto de pesquisa.

• Sublinhar qual é a influência do entrevistador no levantamento de dados e os vieses introduzidos.

• Explicar quem são os componentes do setor de campo e quais são as funções e as tarefas desempenhadas.

• Apontar quais são os tipos de erro da falta de respostas-recusas (por exemplo, dizer que não está em casa; erro de questionamento; erro de registro; erro proposital – fraude).

• �Demonstrar os erros cometidos pelos entrevistados: erro de incapacidade, má vontade, erros do pesquisador, entre outros.

• Demonstrar os erros administrativos.

• Explicar o que vem a ser verificação dos entrevistadores – características e importância.

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116 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

DEFINIÇÃO DO SETOR DE CAMPO

O setor de campo é o local de onde provêm os dados/informações coletados pelos entrevistadores, cujo público-alvo é selecionado de acordo com o objetivo da investigação, podendo ser donas de casa, chefes de família, jovens, empresários, vendedores de lojas etc.

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Capítulo 5 - planejamento da amostragem

ZANOTTA, Egydio Barbosa Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

PLANEJAMENTO DA

AMOSTRAGEM

O B J E T I VOS

• Descrever os conceitos centrais que permeiam a amostragem.

• Explicar quais são os tipos básicos de amostragem probabilística e não probabilística, seus tipos e características.

• Demonstrar como calcular o tamanho da amostra.

• Apresentar os conceitos básicos: margem de erro e grau de confiança.

• Explicar qual fórmula podemos utilizar para calcular o tamanho da amostra, incluindo curva de Gauss e desvio-padrão.

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98 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

PLANEJAMENTO DA AMOSTRAGEM

Inicialmente, abordaremos os conceitos centrais que permeiam a amostragem, conforme apresentado no Quadro 5.1:

Quadro 5.1 Conceitos relacionados a amostragem

Amostragem

É o processo de seleção de uma amostra.

Amostra

É qualquer subconjunto de elementos de uma população.

População

É o conjunto de todos os elementos de um grupo de interesse.

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Zanini Marco T Lio (41)
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Medium 9788547214982

referências para o capítulo

ZANINI, Marco Túlio Editora Saraiva PDF Criptografado

5. Sustentabilidade do negócio: uma vez que a confiança se desenvolve no presente, sob princípios de justiça que comunicam expectativas de benefícios mútuos no futuro, esse mecanismo social passa a funcionar como um ativo intangível fundamental para a sustentabilidade do negócio, gerando o comprometimento de forma contínua.

referências para o capítulo

ARROW, K. J. The limits of organization. New York: Norton & Company, 1974.

______. Information and Economic Behavior. Stockholm: Federation fo Swedish

Industries, 1973.

BOURDIEU, P. Outline of a theory of practice. Cambridge: Cambridge University

Press, 1977.

DIRKS, K. T.; FERRIN, D. L. The role of trust in organizational settings.

Organization Science, n. 12, p. 450-467, 2001.

DOUGLAS, M. Como as instituições pensam. São Paulo: Edusp, 1998.

FUKUYAMA, F. Confiança – As virtudes sociais e a criação da prosperidade.

Rio de Janeiro: Rocco, 1996.

HAYEK, F. Spontaneous (“grown”) order and organized (“made”) order. In:

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Medium 9788547214982

referências para o capítulo

ZANINI, Marco Túlio Editora Saraiva PDF Criptografado

nas filas do supermercado, as mulheres trocam informações e recomendam para as amigas a oficina. Entretanto, o conceito de barato pelo qual ele fica conhecido é mais fruto da percepção de honestidade do que de uma comparação objetiva de preço pelo mesmo serviço.

Sr. Paulo começa a recompensar financeiramente os mecânicos pela conquista de freguesia fiel, aumentando a motivação deles para criar laços de confiança com as clientes, e o negócio tende a crescer cada vez mais. Sr. Paulo criou, intuitivamente, um modelo de gestão do seu negócio que atuava gerando valor para um segmento de mercado mal atendido pela concorrência, atrelando credibilidade a seu nome, que virou marca no mercado. A confiança assim gerada fez a informação sobre a oficina circular nas redes de relacionamento das suas clientes, aumentando a clientela, que tinha exatamente essa percepção cada vez que entrava na oficina e se relacionava com os mecânicos, os quais estavam preparados, motivados e recompensados para produzir esse resultado. Quando o orçamento era mais alto, as clientes estavam predispostas a acreditar que dessa vez o serviço era realmente mais sério, e cada vez menos procuravam outros orçamentos. Em um pequeno negócio, em um local de forte competição, sr. Paulo construiu sua sustentabilidade por meio da fidelização de seus clientes, algo que, muitas vezes, empresas até bem maiores têm dificuldade de fazer. Respeito ao cliente, atenção

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Medium 9788547214982

referências para o capítulo

ZANINI, Marco Túlio Editora Saraiva PDF Criptografado

referências para o capítulo

BALMER, J. M. T.; GREYSER, S. A. Revealing the corporation: perspectives on identity, image, reputation, corporate branding, and corporate-level marketing.

London: Routledge, 2003.

BERENS, G.; RIEL, C. B. M. Corporate associations in the academic literature: three main streams of thought in reputation measurement literature. Corporate

Reputation Review, v. 7, n. 2, p. 161-178, 2004.

CORNELISSEN, Joep P.; VAN RULLER, Betteke; VAN BEKKUM, Tibor. Corporate

Communication: Towards an extended and practice-based theoretical conceptualization. 9th International Conference on Reputation, Madrid, 2005.

DE ANGELO, L. Auditor size and auditor quality. Journal of Accounting and

Economics, v. 3, p. 183-200, 1981.

DEEPHOUSE, D. L. The effect of financial and media reputations on performance. Corporate Reputation Review, London, v. 1, n. 1/2, 1997.

______. Media reputation as a strategic source: an integration of mass communication and resource-based theories. Journal of Management, v. 26, n. 6, 2000.

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Medium 9788547214982

referências para o capítulo

ZANINI, Marco Túlio Editora Saraiva PDF Criptografado

fundamental. Os gestores de RH precisam garantir que a identidade da marca corporativa possa liderar, desde o processo de seleção e recrutamento, a escolha dos colaboradores. Uma empresa com uma marca-cultura-inovadora informal e descolada deve recrutar, manter e promover indivíduos que tenham tais características em seu

DNA e comportamentos. Além disso, deve garantir que os valores da marca corporativa sejam comunicados e internalizados por todos e, de tempos e tempos, atualizados e reforçados a fim de garantir uma consciência una em toda a empresa.

Diante do exposto, para que o ativo marca atue como uma espiral virtuosa de valor, é necessário que as marcas de produto estejam alinhadas com a marca corporativa e que esta esteja, também, alinhada

à cultura organizacional. Nesse modelo de atuação, a marca corporativa e a cultura organizacional se retroalimentam, fortalecendo os laços mútuos de adequação, consistência e unicidade. referências para o capítulo

AAKER, D. Estratégia de portfólio de marcas. Porto Alegre: Bookman, 2007.

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referências para o capítulo

ZANINI, Marco Túlio Editora Saraiva PDF Criptografado

referências para o capítulo

CALDAS, S. L. Intangíveis – O lado oculto da gestão empresarial. Rio de Janeiro:

Digitaliza/PUC-Rio-IAG, 2014.

CASTELLS, M. A sociedade em rede. 4. ed. V. 1: A era da informação: economia, sociedade e cultura. São Paulo: Paz e Terra, 2000.

MIGUELES, C.; LAFRAIA, J. R. B.; COSTA, G. Criando o hábito da excelência. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2006.

ZANINI, M. T. Confiança – O principal ativo intangível de uma empresa. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2016.

______; MIGUELES, C. Liderança baseada em valores. São Paulo: Campus, 2009.

Passivos subjetivos: o lado obscuro da avaliação de empresas 113

Gestao Ativos Miolo.indd 113

02/12/16 13:02

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Yuh Ching Hong (10)
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9. Cadeia de Suprimento Digital e o uso de tecnologia

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 9

Cadeia de

Suprimento

Digital e o uso de tecnologia

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 118 |  

9. ��Cadeia de

Suprimento

Digital e o uso de tecnologia

•  Entender a importância da cadeia de suprimento digital para agilizar as organizações e seus processos.

•  Saber da aplicação de tecnologias, como

Internet das Coisas (IoT), blockchain, para melhorar a agilidade e garantir a rastreabilidade na cadeia de suprimento.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

A cadeia de suprimento tem a configuração de uma rede constituída de fornecedores, fabricantes, distribuidores, revendedores e consumidores finais. É apoiada em um tripé: processos de negócio, estrutura organizacional e tecnologia.

O fluxo de informação tem papel fundamental e precisa ser transmitido cada vez mais com velocidade e exatidão para todos os elos da cadeia. Uma nova forma de sistema de informação já emergiu, e a internet passa a ser o meio de transformação. Agora falamos de um mundo totalmente novo, o digital.

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8. Economia Circular e as Práticas Verdes

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 8

Economia

Circular e as

Práticas

Verdes

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 108 |  

8. ��Economia

Circular e as

Práticas Verdes

• Entender a importância da economia circular e da adoção de práticas verdes para a sociedade e para as organizações.

• Saber da existência do sistema de compensação – crédito carbono e a emissão de certificados.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

O tema sustentabilidade começou a chamar a atenção da população a partir da definição de desenvolvimento sustentável elaborada em 1987 pela Comissão Brundtland, da ONU: “O desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações”. O princípio da sustentabilidade aplica-se a um único empreendimento, a uma pequena comunidade e ao planeta inteiro, está em todos os níveis. Para que um empreendimento humano seja considerado sustentável, é preciso que ele seja:

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7. Administração da Qualidade

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 7

Administração da Qualidade

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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7. ��Administração da Qualidade

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

• Compreender as diferentes abordagens da qualidade.

• Diferenciar os modelos de gestão da qualidade.

• Compreender o processo de melhoria contínua por meio do ciclo PDCA.

• Construir cartas de controle estatístico do processo.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

O que é Qualidade?

Apesar de a qualidade ser muito falada e discutida no mundo dos negócios, percebe-se que o tema nem sempre é entendido por todos da mesma maneira. Há muitas interpretações possíveis quando se afirma que um produto ou serviço tem ou não qualidade. Diferentes empresas se referem a qualidade usando significados diferentes para o termo. Então, afinal, o que é qualidade? As cinco diferentes abordagens usadas para defini-la são:

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Medium 9788566103205

6. Planejamento e Controle da Produção Puxada e Empurrada

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 6

Planejamento e Controle da

Produção Puxada e Empurrada

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 80 |  

6. P

� lanejamento e Controle da

Produção Puxada e Empurrada

• Compreender o que são processos puxados e empurrados.

• Conhecer as principais atividades que fazem parte do planejamento e do controle da produção.

• Compreender o sistema Just-in-time Kanban de programação e controle da produção.

• Compreender o sistema MRP de programação e controle da produção.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

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Planejamento e Controle da Produção (PCP)

Planejamento é o ato de planejar “hoje” algo que se pretende para o futuro, definir previamente ações para alcançar determinados objetivos. Controle é o ato de monitorar e fiscalizar a implementação do que foi planejado e lidar com as contingências e com as possíveis variações que venham a ocorrer.

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5. Previsão da Demanda

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 5

Previsão da

Demanda

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 64 |  

5. ��Previsão da

Demanda

• Entender a importância da previsão da demanda para a gestão de negócios empresariais.

• Compreender a diferença entre itens de demandas dependentes e independentes.

• Saber utilizar os principais métodos qualitativos e quantitativos para previsões de demanda, utilizando as planilhas do Microsoft Excel®.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

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A Importância da previsão de demanda

As previsões de demanda são crucias para as empresas, pois servem de ponto de partida para diversos controles, como o planejamento do fluxo de caixa do negócio, o planejamento da produção (PCP) e da fábrica, o controle dos estoques e gestão do processo de compras de mercadorias e de desenvolvimento da rede de fornecedores e as políticas de marketing, além de outras áreas de decisões estratégicas.

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