Zuleica Ramos Tani (15)
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10 - Os Papéis da Equipe

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Os Papéis da Equipe

Para começar

Neste capítulo, serão apresentados os papéis que devem ser desempenhados para auxiliar no equilíbrio e no alcance dos objetivos da equipe. Ainda, será abordada a importância do feedback.

Definir o papel de cada integrante da empresa é conseguir obter o melhor de cada um. Em todas as equipes, o líder precisa determinar o que espera do grupo, estabelecendo metas e prazos de forma clara, para que todos saibam de sua importância dentro da equipe. Como afirma Chiavenato (2009, p.

72): “Quando as pessoas trabalham muito próximas, a perspectiva costuma se tornar mais restrita e mais focada”. Todos os envolvidos sabem dos resultados que precisam entregar, o que gera a cooperação, uma vez que na maioria das organizações existem as metas da equipe e as metas individuais.

É importante compreender que as equipes são constituídas por pessoas, e cada uma delas tem o seu

CHA (Conhecimentos, Habilidades e Atitudes). Cada indivíduo carrega um talento dentro de si, que pode ser aperfeiçoado por um bom gestor que pretenda que sua equipe seja bem-sucedida.

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11 - Gerenciamento de Reclamações

Zuleica Ramos Tani Editora Saraiva PDF Criptografado

11

Gerenciamento de

Reclamações

Para começar

Este capítulo abordará a importância e a forma de gerenciar reclamações. Reclamar é a forma como a pessoa demonstra que não está contente com o que foi comprado, ou seja, significa desejar uma mudança. Saber lidar com essa atitude melhora o rendimento do atendimento.

11.1  Atendimento às reclamações

O setor de atendimento ao cliente foi criado para gerir as reclamações. Com o aumento da devolução de produtos gerado pela produtividade sem qualidade, o mundo viu-se às voltas com a falta de um setor que cuidasse dessas questões. No Brasil, com o Código de Defesa do Consumidor, essa necessidade tornou-se obrigatória. Hoje, o cliente reclama em um setor próprio que gerencia e resolve problemas.

A reclamação sempre fará parte do atendimento. O ser humano é descontente, reclama de tudo o que está a sua volta e sempre quer ter razão. Porém, quando a reclamação é sobre um produto ou serviço de uma empresa, outro fator entra em discussão: o valor.

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12 - Mediação de Conflitos

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12

Mediação de

Conflitos

Para começar

Neste capítulo, serão destacados os mecanismos de mediação de conflitos com o cliente, ao passo que, sempre que ocorre uma relação, há a instalação de um conflito de opiniões e interesses.

O estudo da personalidade do ser humano leva à observação dos gostos diferenciados, opiniões opostas e interesses diversificados. As pessoas buscam coisas diferentes, na medida em que cada uma delas possui uma verdade única e real. A visão individual vem primeiro que a coletiva.

Ao se trabalhar no atendimento ao público, verifica-se a necessidade de entender o cliente e a empresa. Saber equilibrar os interesses é tarefa da mediação de conflitos, que deve ser realizada com bom senso e honestidade. Segundo o dicionário Michaelis (2018), “conflito” é “a falta de entendimento, grave oposição violenta entre duas ou mais partes”. Ele necessariamente envolve, no mínimo, duas pessoas em disputa de uma opinião. A mediação de conflitos envolve conhecimento das relações interpessoais e motivação para a solução.

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13 - Gestão de Relacionamento

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13

Gestão de

Relacionamento

Para começar

Neste capítulo, será estudada a gestão de relacionamento, nome dado à tarefa de criar um banco de dados dos clientes que permite identificá-los e promover uma interação estável com eles. Gostos, preferências, problemas e soluções são gerenciados por intermédio de sistemas informatizados.

13.1  Dinâmicas de relacionamento

Quantas vezes alguém se dirige a uma empresa e é recebido pelo nome? Qual a sensação de saber que se é reconhecido? As pessoas querem ser vistas, observadas e percebidas.

O mesmo acontece com o cliente. Ao estabelecer critérios de reconhecimento, o atendimento deixa de ser impessoal e faz que o cliente se sinta à vontade para permanecer com a empresa. O intuito é encantar o cliente, e não apenas satisfazê-lo.

O conhecimento de como são os clientes e de como esperam ser atendidos faz a diferença no resultado operacional da empresa. Os profissionais precisam ser rápidos nas decisões. Ter a informação permite dar ênfase à tomada de decisão com segurança.

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Medium 9788536527468

14 - Atitudes Positivas

Zuleica Ramos Tani Editora Saraiva PDF Criptografado

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Atitudes Positivas

Para começar

Este capítulo apresenta os fatores que ajudam e os que atrapalham a se ter uma atitude positiva nas empresas.

Quantos livros de autoajuda existem no mercado? Quantos palestrantes falam da importância do pensar positivo? Quantos cursos de vendas falam da necessidade de acreditar em si mesmo? Ao se pensar no mercado editorial, existem motivos de sobra para acreditar na eficácia dessa questão.

Ter uma atitude positiva é saber que há problemas que podem ser solucionados. Pensar que tudo dará certo ativa o entusiasmo, a alegria e a convicção. Despertar sentimentos positivos faz que as ações se tornem mais focadas e estruturadas.

Uma pessoa positiva acredita que o impossível é possível e está disposta a fazer o seu máximo para conseguir alcançar seus objetivos. Como visto em capítulos anteriores, as equipes que acreditam ser as melhores assim o são. Por isso, ser positivo traz resultados inesperados e interessantes.

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Zeca Martins (50)
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Medium 9786587019048

75 Exercícios para Você Brincar e se Divertir!

Zeca Martins Editora Almedina PDF Criptografado

35

75 Exercícios para Você Brincar e se Divertir!

As páginas a seguir contêm dezenas de exercícios à sua espera. Faça-os com determinação, como se você estivesse diante de um problema real, trabalhando em uma agência real. No caso dos que pedem anúncios, nada de criar bobagens gratuitas, só pra fazer gracinha. Faça peças que mereceriam realmente ser publicadas com louvor.

1. Escreva ao menos dois sinônimos para cada uma das palavras/expressões a seguir:

Aldrabão

Algures

Alhures

Bochincho

Bolhelho

Bongar

Chiste

Pejo

Defenestrado

Energúmeno

Ignomínia

162

O Esforçado

Ósculo

Parvo

Peúgas

Sicofanta

Taifeiro

2. Que são metaplasmos? Crie exemplos com aférese, síncope e apócope (não se assuste: esses bichos são bons de brincar).

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Medium 9786587019048

Ambiente de Trabalho

Zeca Martins Editora Almedina PDF Criptografado

1

Ambiente de Trabalho

Muito bem, então você quer ser um redator publicitário. Seja bem-vindo.

Mas prepare-se, porque esta ainda é uma profissão cercada por muitos mitos, ao passo que a realidade é que o mar não é tão sereno quanto parece, as tempestades são muito diferentes do que você jamais imaginou e as recompensas financeiras não são necessariamente milionárias. Do mesmo modo, acho pouco provável que tenhamlhe contado sobre o verdadeiro lado bom da coisa: você não terá dois dias repetidos, porque cada dia trará um desafio diferente, conviverá vez ou outra com gente estúpida, mas também conviverá o mais das vezes com gente divertida e, provavelmente, deliciosamente neurótica; que haverá épocas em que você vai ganhar um bom dinheiro em comparação com aquele seu primo que trabalha num escritório qualquer e, se você for um daqueles sujeitos com astral razoável, vai dar risadas, muitas risadas (e isto, convenhamos, é o que ajuda a vida a ter mais sentido).

Em suma, se a Propaganda for o negócio do seu coração, pode mergulhar de cabeça, porque vai valer a pena.

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Medium 9786587019048

Anacoluto Bem-Temperado

Zeca Martins Editora Almedina PDF Criptografado

27

Anacoluto Bem-Temperado

ARGUMENTO

Anacoluto é uma figura de linguagem que se define pela mudança repentina, abrupta, da ordem lógica da frase.

Veja este exemplo extraído do poema Testamento, de Manuel Bandeira:

‘Quis-me desde eu menino

Para arquiteto meu pai,

Foi-se-me um dia a saúde,

Fiz-me arquiteto? Não pude.

Sou poeta menor, perdoai.’

Os dois primeiros versos são puro anacoluto. Neles, o que se diz é que ‘desde que eu era menino, meu pai quis que eu fosse arquiteto’.

O anacoluto é uma jogada que você pode usar quando tiver que fazer um anúncio, digamos, mais poético. Porque inverter a ordem lógica das palavras ajuda a enganar bem (enganar, no bom sentido, por favor) quando temos à frente, por exemplo, um job para uma entidade de preservação das matas, dos animaizinhos e dos passarinhos, e todas essas coisas ecológicas.

Serve também, e muito bem, como adjutório para as criações voltadas a trabalhos institucionais de empresas e/ou os de apelo politicamente corretos, particularmente onde não se tenha lá muita coisa interessante a dizer (isso é mais comum do que você pensa).

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Medium 9786587019031

Ao futuro publicitário

Zeca Martins Editora Almedina PDF Criptografado

Ao futuro publicitário

Quantas vezes você já ouviu a ladainha da Propaganda que reza, entre outras grandes inverdades, que publicitário é o sujeito que

‘faz’ anúncios, que é o cara da criação? E mais: o blá, blá, blá da

Propaganda quer que você acredite piamente que só existe o pessoal de alguma agência de Propaganda que esteja em evidência no momento.

Se bobear, você será induzido a acreditar que o publicitário é o bon vivant que passa seus dias (in)úteis flanando alegremente entre gente divertida e festas idem. Existem, de fato, alguns privilegiados que vivem mais ou menos assim, talvez um ou outro dono de agência e mais uma meia dúzia de deslumbrados sem maiores perspectivas de futuro profissional.

Só que a maioria dos publicitários trabalha duro, sem dia nem hora para estar à disposição do cliente; uma maioria que não cabe nas salas de criação das agências famosas; uma maioria que não aparece nas colunas dos jornais do ramo; uma esmagadora maioria dividida em um sem-número de funções publicitárias tão divertidas, envolventes e gratificantes quanto a própria criação. A propósito, os grandes caras de criação que tive a oportunidade de conhecer e conviver são profissionais sérios no que fazem — também grandes gozadores, é verdade — e que não vivem uma vida tão idílica quanto se prega.

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Medium 9786587019031

Ao novo anunciante

Zeca Martins Editora Almedina PDF Criptografado

Ao novo anunciante

Chega um momento na vida de qualquer empresário iniciante em que não dá mais para ficar escondido, fazendo-de-conta-que-não-sei; um momento em que não dá mais para ficar vendendo seu peixe só na vizinhança. Chega a hora de dizer êta-mundo-véio-sem-porteira, aproveitar que não tem mesmo porteira e cair no mundo véio1 para se descobrir um mundo novo para seus negócios.

Vi, mais de uma vez, pequenos e médios empresários adquirirem equipamentos industriais como, por exemplo, um torno de controle alfanumérico dos bem sofisticados. Quando se decide pela aquisição de uma máquina importante, é uma correria. Consultas e mais consultas aos técnicos do fornecedor, reuniões com a engenharia, cálculos e mais cálculos de retorno sobre o investimento, produtividade da máquina… ufa! É de enlouquecer!

Também vi, mais de um milhão de vezes, pequenos e médios empresários decidindo, sem maiores critérios, seus investimentos publicitários, normalmente em valores monetários bastante superiores ao custo do tal torno, ou seja lá que equipamento for.

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Zanotta Egydio Barbosa (11)
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Medium 9788597017779

Apêndices

ZANOTTA, Egydio Barbosa Grupo Gen PDF Criptografado

APÊNDICE A

TABELA DE NÚMEROS

RANDÔMICOS

EXEMPLO DE UMA TABELA DE NÚMEROS ALEATÓRIOS

(retirada de: STEVENSON, William J. Estatística aplicada à administração. São

Paulo: Harbra, 1981)

3690

2492

7171

7720

6509

7549

2330

5733

4730

0813

6790

6858

1489

2669

3743

1901

4971

8280

6477

5289

4092

4223

6454

7632

7577

2816

9202

0772

2160

8236

0812

4195

5589

0830

8261

9232

5692

9870

3583

8997

1533

6566

8830

7271

3809

2080

3828

7880

0586

8482

7811

6807

3309

2729

1039

3382

7600

1077

4455

8806

1822

1669

7501

7227

0104

4141

1521

9104

5563

1392

8238

4882

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Medium 9788597017779

Capítulo 10 - RECOMENDAÇÕES DE MARKETING

ZANOTTA, Egydio Barbosa Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

RECOMENDAÇÕES

DE MARKETING

O B J E T I VOS

• Explicar qual o significado e o papel das recomendações de marketing.

• Descrever sobre que variáveis dos 4 P’s deverão recair as recomendações de marketing.

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29/06/2018 11:44

154 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

Chegamos à última etapa do projeto de pesquisa de marketing: “O que fazer com todas essas informações? Quais as decisões de marketing tomar?”.

Eis, em resumo, o que devemos dizer para os executivos que encomendaram a pesquisa.

CONCEITUAÇÃO DE RECOMENDAÇÕES DE MARKETING

Neste momento, é bom que se faça uma ressalva:

As recomendações de marketing aqui oferecidas tomam como ponto de partida o atendimento das necessidades e desejos dos consumidores. Ou seja, as decisões são tomadas de fora para dentro.

As informações coletadas pela pesquisa de mercado servirão de insumo às tomadas de decisão pelos executivos.

VARIÁVEIS DOS 4 P’S E AS RECOMENDAÇÕES DE MARKETING

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Medium 9788597017779

Capítulo 1 - COMO A PESQUISA SE INSERE NA ÁREA DE MARKETING

ZANOTTA, Egydio Barbosa Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

COMO A PESQUISA SE INSERE

NA ÁREA DE MARKETING

O B J E T I VOS

• Mostrar por que o conhecimento da área de marketing é um pré-requisito para aquele que já atua ou pretende atuar no setor de pesquisa de marketing.

• Identificar quais são e como funcionam, nas empresas, os conceitos de marketing.

• Explicar como organizar um departamento de pesquisa de marketing.

• Explicar quais são as funções do departamento de pesquisa de marketing na empresa.

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2 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

INTRODUÇÃO

Neste capítulo, procuramos mostrar que a pesquisa de marketing, como não poderia deixar de ser, se insere na área de marketing. Isso significa que qualquer indivíduo que pretenda nela atuar deve, antes de tudo, conhecer os meandros da atividade e as funções que perfazem essa complexa disciplina.

Para isso, fazemos uma breve introdução ao marketing, tomando por base aquilo que Philip Kotler nos transmitiu em suas primeiras lições na área e que perduram até o presente. O marketing exige que os executivos conheçam como funciona o mercado, principalmente quais são as necessidades dos consumidores.

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Medium 9788597017779

Capítulo 2 - Formulação do Problema da Pesquisa

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CAPÍTULO 2

FORMULAÇÃO DO

PROBLEMA DA PESQUISA

O B J E T I VOS

• Entender qual a importância do problema na realização do projeto de pesquisa de marketing.

• Compreender como localizar e definir problemas de marketing que afetam as empresas.

• Explicar como podemos classificar os problemas de marketing.

• Compreender o que vêm a ser os objetivos da pesquisa de marketing.

• Tomar conhecimento de um modelo de problema e objetivos.

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18 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

IMPORTÂNCIA DO PROBLEMA

Esta é a principal etapa do projeto de pesquisa de marketing: sem um problema claramente definido, não há como realizar uma investigação de mercado fecunda e capaz de resolver aquilo que está importunando e prejudicando a empresa.

Devemos ressaltar que a formulação do problema é tão importante, que muita pesquisa é (ou deveria ser) realizada para localizar e definir o problema.

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Capítulo 3 - TIPO DE PROJETOS de PESQUISA

ZANOTTA, Egydio Barbosa Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

TIPOS DE PROJETOS

DE PESQUISA

O B J E T I VOS

Apresentar os tipos de projeto de pesquisa.

Explicar o que é um projeto exploratório.

Demonstrar o que é um projeto descritivo-estatístico.

Explicar o que é um projeto experimental/causal.

zanotta_MIOLO_P3.indd 33

29/06/2018 11:44

34 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

Passemos a examinar outra etapa da pesquisa de marketing, qual seja, o tipo de projeto a ser adotado.

A abordagem por nós escolhida é aquela que contempla a existência de três tipos de projetos. São eles: a) Exploratório. b) Descritivo-estatístico. c) Experimental/causal.

PROJETO EXPLORATÓRIO

O estudo exploratório pode ser encarado unicamente como o primeiro passo no processo de pesquisa. Na medida em que tem por objetivo localizar e definir problemas e hipóteses, após isso, poderemos usar outros projetos (experimental ou descritivo).

Vejamos algumas das principais características do projeto exploratório:

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Yuh Ching Hong (10)
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Medium 9788566103199

10. Indústria 4.0

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 10

Indústria 4.0

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 128 |  

10. ��Indústria 4.0

• Entender o significado da Indústria 4.0 e suas etapas.

• Compreender a adoção da automação dos serviços e o conceito de loT.

• O que se espera do projeto e do perfil do trabalho na Indústria 4.0.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

A Origem da Indústria 4.0

O termo “Indústria 4.0” foi introduzido em 2011 pelo Communication Promoters Group a partir de um consórcio de pesquisadores denominado Industry-Science Research Alliance, promovido pelo Governo Alemão. Os principais países envolvidos na geração de soluções para viabilizar a Indústria 4.0 são, além da Alemanha, China, Japão, Coréia do Sul, Inglaterra e Estados

Unidos. Esses países e seus pesquisadores e agências governamentais estão, desde então, empenhados em gerar soluções e condições para a operacionalização desse novo modelo de negócio empresarial.

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Medium 9788566103199

1. Administração da Produção e Operações: Uma Visão Estratégica

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 1

Administração da Produção e

Operações:

Uma Visão

Estratégica

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 12 |  

1. ��Administração da Produção e

Operações: Uma

Visão Estratégica

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

• Conceituar a administração da produção e operações.

• Identificar as principais decisões operacionais de uma empresa.

• Representar um processo produtivo por meio do modelo input-output.

• Compreender a estratégia operacional de uma empresa.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Administração da Produção e Operações e as

Decisões Operacionais

A administração da produção e operações diz respeito à forma como as empresas produzem seus produtos e prestam seus serviços. Todo produto que compramos – uma cerveja, um carro ou uma residência – possui uma operação desenha-

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Medium 9788566103199

2. Registro e Análise de Processos

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 2

Registro e

Análise de

Processos

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 24 |  

2. ��Registro e Análise de Processos

• ­Identificar­os­diferentes­tipos­de­processos­ em­empresas­de­bens­e­serviços.­

• ­Compreender­a­importância­do­mapeamento­ de­processos­para­a­sua­gestão.

• ­Conhecer­técnicas­de­mapeamento­de­ processos.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Processos Produtivos de Bens e Serviços

Todo­ e­ qualquer­ bem­ manufaturado­ ou­ serviço­ prestado­ a­ um­cliente­é­resultado­de­um­processo­de­transformação­de­ entradas­ em­ saídas.­ O­ processo­ de­ transformação,­ também­ chamado­ de­ processo­ de­ negócio,­ é,­ portanto,­ um­ conjunto­ de­atividades­realizadas­de­forma­coordenada,­cujo­objetivo­

é­produzir­um­produto­ou­gerar­um­serviço,­seja­para­clientes­ externos­ou­internos­à­organização.­

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Medium 9788566103199

3. Capacidade e Localização de Instalações

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 3

Capacidade e

Localização de

Instalações

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 38 |  

3. ��Capacidade e

Localização de

Instalações

• Conceituar capacidade produtiva.

Capacidade Produtiva

No caso dos sistemas de serviços, medir quantos clientes um dado sistema é capaz de atender por dia, por exemplo, é mais difícil devido à característica de heterogeneidade (variabilidade) intrínseca aos processos de prestação de serviços, uma vez que estes dependem de quem os executa, do próprio cliente e de onde são prestados. Nesses casos, a utilização de medidas da capacidade de entrada do sistema – fatores necessários para produzir um produto ou prestar um serviço – é mais comum, como o número de leitos disponíveis em um hospital, número de homens-hora em uma consultoria, número de lugares em um estádio de futebol, número de metros cúbicos em um armazém etc.

Capacidade produtiva é a quantidade máxima de produtos ou serviços que pode sair de um sistema em um determinado tempo. Assim, a medição da capacidade produtiva de um sistema é a quantificação do máximo que pode ser gerado pelo sistema em um dado período (hora, dia, mês, ano).

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Medium 9788566103199

4. Tipos de Arranjo Físico e Balanceamento de Processos em Linha

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 4

Tipos de

Arranjo Físico e

Balanceamento de Processos em

Linha

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 50 |  

4. ��Tipos de

Arranjo Físico e

Balanceamento de Processos em

Linha

• Conhecer diferentes tipos de arranjo físico

(layout) de processos produtivos e de processos de prestação de serviços.

• Aprender a projetar ou avaliar o arranjo físico a partir de fatores quantificáveis.

• Aprender a balancear processos em linha.

No arranjo físico posicional, o produto a ser produzido ou o cliente a ser tratado no processo de prestação de serviços fica estacionado e os recursos de transformação (máquinas, ferramentas, instrumentos, pessoas etc.) são deslocados até ele, conforme o necessário. Nos processos de manufatura de aviões e navios (manufatura por projeto), por exemplo, é utilizado o arranjo físico posicional, pois eles são demasiadamente grandes para serem deslocados em uma linha ou entre centros de processamento (figura 4.1).

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Windsor Espenser Veiga Fernando De Almeida Santos (14)
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Medium 9788597008340

10. Controle e acompanhamento da alavancagem empresarial

Windsor Espenser Veiga, Fernando de Almeida Santos Grupo Gen PDF Criptografado

10

C O NT ROL E E

AC OM PANHAMENTO DA

ALAVANCAGE M EM PRESARIAL

Alavanca é a utilização de um esforço menor para mover um peso muito maior. No caso da alavancagem empresarial, consiste em utilizar técnicas ou metodologias para propiciar um esforço incremental em vendas, que trará melhor resultado para a operação.

Competências adquiridas com a leitura do capítulo:

›› Conhecer o conceito de alavancagem.

›› Saber mensurar a alavancagem operacional e financeira.

O acompanhamento e o controle da alavancagem empresarial e financeira são fundamentais para o desenvolvimento da atividade empresarial, e este capítulo apresenta indicadores que possibilitam esse acompanhamento.

1 0.1 C ONC E I TO D E AL AVANCAG E M

Alavanca, como o próprio nome diz, é a utilização de um esforço menor para mover um peso muito maior. Pode-se definir a alavancagem empresarial como a utilização de um esforço incremental em vendas, que trará um percentual maior no resultado da operação. A Figura 10.1 contribui para essa visualização:

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Medium 9788597008340

11. Custos e despesas de pessoal

Windsor Espenser Veiga, Fernando de Almeida Santos Grupo Gen PDF Criptografado

11

C U STOS E DESPESAS DE PESSOAL

O capítulo objetiva explicar os custos de pessoal e como calcular o indexador (coeficiente) do custo de pessoal, relevando a importância e o impacto real dos custos nos recursos humanos das empresas.

Competências adquiridas com a leitura do capítulo:

›› Conhecer os encargos sociais sobre a folha de pagamento e o impacto destes nos custos das organizações.

›› Saber desenvolver e interpretar o indexador de custos de pessoal, com o objetivo de planejar, acompanhar e controlar as despesas com pessoal.

A folha de pagamento pode se constituir em um dos mais importantes gastos das entidades, e, na maioria dos casos, é o maior custo. O planejamento e o controle, assim como o conhecimento de todos os encargos sociais, os custos e as despesas de pessoal, são fundamentais para o planejamento empresarial.

Um profissional pode ser contratado de várias formas, como: comissionado, por produção ou com parte fixa e parte variável. Isso depende das políticas empresarias, da função e do nível do funcionário.

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Medium 9788597008340

12. Estoques e sua importância

Windsor Espenser Veiga, Fernando de Almeida Santos Grupo Gen PDF Criptografado

12

ESTOQU ES E S UA IM PORTÂNC IA

Valor realizável líquido é o preço de venda estimado no curso normal dos negócios deduzido dos custos estimados para sua conclusão e dos gastos estimados necessários para concretizar a venda.

CPC 16 – Estoques1

Valor justo é aquele pelo qual um ativo pode ser trocado ou passivo liquidado entre as partes interessadas, conhecedoras do negócio e independentes entre si, com ausência de fatores que pressionem para a liquidação da transação ou que caracterizem uma transação forçada.

CPC 46 – Mensuração do Valor Justo2

Este capítulo possibilita visualizar as formas de controle de estoque, uma das áreas fundamentais para as entidades. O acompanhamento do estoque é relevante para evitar fraudes, obsolescência ou material desnecessário e contribui, de forma eficaz, na gestão das entidades.

Competências adquiridas com a leitura do capítulo:

›› Conhecer os métodos de custeio e as formas de controle.

›› Saber estruturar e implantar um sistema de custeio.

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Medium 9788597008340

1. Conceitos básicos para desenvolvimento e implantação de custos

Windsor Espenser Veiga, Fernando de Almeida Santos Grupo Gen PDF Criptografado

1

Conceitos Básicos Para

Desenvolvimento E

I mplantação De Custos

As pessoas hoje conhecem o preço de tudo e o valor de nada.

Oscar Wilde

De modo geral, custos podem ser definidos como medidas monetárias dos sacrifícios com os quais uma organização tem que arcar a fim de atingir seus objetivos.

BRUNI e FAMÁ1

Neste capítulo, será apresentado o conceito usual da contabilidade de custos, em que gastos significam o sacrifício financeiro para obter qualquer bem ou serviço.

Serão também abordados: terminologia contábil básica; princípios contábeis aplicados a custos e as classificações e nomenclaturas.

CUSTO e CUSTEIO:

Custo é o valor do gasto incorrido indispensável à obtenção do bem ou serviço gerador da renda, enquanto custeio é o método utilizado para a obtenção do custo.

O custo é representado pelo valor ou somatório de valores que constituirão o valor gasto na obtenção da mercadoria, produto ou serviço a ser ofertado.

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Medium 9788597008340

2. Nomenclaturas, classificação dos custos e métodos de custeio

Windsor Espenser Veiga, Fernando de Almeida Santos Grupo Gen PDF Criptografado

2

Nomenclaturas,

Classificação dos Custos e M étodos de Custeio

O segredo para um controle de custos eficaz é analisar o desempenho de custo de forma regular e pontual. É crucial que as ineficiências e variações de custo sejam identificadas a tempo, de modo que uma ação corretiva possa ser tomada antes que a situação piore. [...].

GIDO e CLEMENTS1

Este capítulo tem o objetivo de apresentar as diferentes formas de classificar custos, conforme o processo de produção, o volume e o objeto.

O capítulo ainda apresenta o processo produtivo e como agregar custos em cada etapa.

Competências adquiridas com a leitura do capítulo:

›› Conhecer e saber classificar as formas de classificação dos custos.

›› Conhecer as etapas de produção e saber segregá-las.

Tais conhecimentos são fundamentais para o desenvolvimento de sistemas de informação de custeio, além de possibilitar desenhar a arquitetura gerencial de custos, acompanhando e melhorando os controles e os resultados.

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