Zanotta Egydio Barbosa (11)
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Capítulo 6 - O SETOR DE CAMPO

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CAPÍTULO 6

O SETOR DE CAMPO

O B J E T I VOS

• Definir o que significa setor de campo e sua importância no projeto de pesquisa.

• Sublinhar qual é a influência do entrevistador no levantamento de dados e os vieses introduzidos.

• Explicar quem são os componentes do setor de campo e quais são as funções e as tarefas desempenhadas.

• Apontar quais são os tipos de erro da falta de respostas-recusas (por exemplo, dizer que não está em casa; erro de questionamento; erro de registro; erro proposital – fraude).

• �Demonstrar os erros cometidos pelos entrevistados: erro de incapacidade, má vontade, erros do pesquisador, entre outros.

• Demonstrar os erros administrativos.

• Explicar o que vem a ser verificação dos entrevistadores – características e importância.

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116 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

DEFINIÇÃO DO SETOR DE CAMPO

O setor de campo é o local de onde provêm os dados/informações coletados pelos entrevistadores, cujo público-alvo é selecionado de acordo com o objetivo da investigação, podendo ser donas de casa, chefes de família, jovens, empresários, vendedores de lojas etc.

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Capítulo 1 - COMO A PESQUISA SE INSERE NA ÁREA DE MARKETING

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CAPÍTULO 1

COMO A PESQUISA SE INSERE

NA ÁREA DE MARKETING

O B J E T I VOS

• Mostrar por que o conhecimento da área de marketing é um pré-requisito para aquele que já atua ou pretende atuar no setor de pesquisa de marketing.

• Identificar quais são e como funcionam, nas empresas, os conceitos de marketing.

• Explicar como organizar um departamento de pesquisa de marketing.

• Explicar quais são as funções do departamento de pesquisa de marketing na empresa.

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2 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

INTRODUÇÃO

Neste capítulo, procuramos mostrar que a pesquisa de marketing, como não poderia deixar de ser, se insere na área de marketing. Isso significa que qualquer indivíduo que pretenda nela atuar deve, antes de tudo, conhecer os meandros da atividade e as funções que perfazem essa complexa disciplina.

Para isso, fazemos uma breve introdução ao marketing, tomando por base aquilo que Philip Kotler nos transmitiu em suas primeiras lições na área e que perduram até o presente. O marketing exige que os executivos conheçam como funciona o mercado, principalmente quais são as necessidades dos consumidores.

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Capítulo 9 - CONCLUSÕES DA PESQUISA

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CAPÍTULO 9

CONCLUSÕES DA PESQUISA

O B J E T I VOS

• Explicar o significado de conclusão na pesquisa.

• Sublinhar a principal característica do pesquisador: o poder de síntese do pesquisador de marketing nas conclusões.

• Explicar, ao descrever as conclusões, que elas se destinam ao executivo da empresa e portanto devem ser apresentadas de forma resumida.

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150 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

Esse tópico foi por nós criado há muitos anos. Como o aprendemos? A seguir, apresentamos um caso que pode nos ajudar a compreender melhor a importância das conclusões da pesquisa.

CASO

PESQUISA NO MÉXICO

Fizemos uma viagem ao México onde realizamos uma pesquisa de 32 produtos da marca Bosch. Basicamente, o objetivo central era o de verificar quais eram nossos concorrentes e qual sua participação. Ao término da pesquisa, fizemos a tabulação dos dados, a confecção das tabelas e finalizamos com uma análise detalhada das descobertas da pesquisa.

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Capítulo 7 - PLANO DE TABULAÇÃO

ZANOTTA, Egydio Barbosa Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

PLANO DE TABULAÇÃO

O B J E T I VOS

• Explicar o que significa tabulação e sua importância na investigação.

• Explicar com quais números trabalhamos em tabulação: número base, número absoluto e número porcentual.

• Demonstrar soluções para tabular respostas de perguntas abertas – caracterização e metodologia proposta para obtermos uma boa tabulação e a categorização das respostas de acordo com seu significado semântico.

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130 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

PLANO DE TABULAÇÃO — SIGNIFICADO — IMPORTÂNCIA

Após termos realizado o preenchimento dos questionários, temos que criticar seus conteúdos e realizar a operação de verificação. Feito isso, o material está liberado para ser tabulado. Eis nossa definição de tabulação:

Tabulação é a soma das respostas, separadas em categorias especiais e orientadas pelos objetivos visados pela pesquisa (Zanotta, 1989).

Tabulação — exemplo de tabela

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Capítulo 2 - Formulação do Problema da Pesquisa

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CAPÍTULO 2

FORMULAÇÃO DO

PROBLEMA DA PESQUISA

O B J E T I VOS

• Entender qual a importância do problema na realização do projeto de pesquisa de marketing.

• Compreender como localizar e definir problemas de marketing que afetam as empresas.

• Explicar como podemos classificar os problemas de marketing.

• Compreender o que vêm a ser os objetivos da pesquisa de marketing.

• Tomar conhecimento de um modelo de problema e objetivos.

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IMPORTÂNCIA DO PROBLEMA

Esta é a principal etapa do projeto de pesquisa de marketing: sem um problema claramente definido, não há como realizar uma investigação de mercado fecunda e capaz de resolver aquilo que está importunando e prejudicando a empresa.

Devemos ressaltar que a formulação do problema é tão importante, que muita pesquisa é (ou deveria ser) realizada para localizar e definir o problema.

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Zanini Marco T Lio (36)
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referências para o capítulo

ZANINI, Marco Túlio Editora Saraiva PDF Criptografado

nas filas do supermercado, as mulheres trocam informações e recomendam para as amigas a oficina. Entretanto, o conceito de barato pelo qual ele fica conhecido é mais fruto da percepção de honestidade do que de uma comparação objetiva de preço pelo mesmo serviço.

Sr. Paulo começa a recompensar financeiramente os mecânicos pela conquista de freguesia fiel, aumentando a motivação deles para criar laços de confiança com as clientes, e o negócio tende a crescer cada vez mais. Sr. Paulo criou, intuitivamente, um modelo de gestão do seu negócio que atuava gerando valor para um segmento de mercado mal atendido pela concorrência, atrelando credibilidade a seu nome, que virou marca no mercado. A confiança assim gerada fez a informação sobre a oficina circular nas redes de relacionamento das suas clientes, aumentando a clientela, que tinha exatamente essa percepção cada vez que entrava na oficina e se relacionava com os mecânicos, os quais estavam preparados, motivados e recompensados para produzir esse resultado. Quando o orçamento era mais alto, as clientes estavam predispostas a acreditar que dessa vez o serviço era realmente mais sério, e cada vez menos procuravam outros orçamentos. Em um pequeno negócio, em um local de forte competição, sr. Paulo construiu sua sustentabilidade por meio da fidelização de seus clientes, algo que, muitas vezes, empresas até bem maiores têm dificuldade de fazer. Respeito ao cliente, atenção

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5.2 Como se constrói a reputação

ZANINI, Marco Túlio Editora Saraiva PDF Criptografado

5.2   Como

se constrói a reputação

Na teoria, o conceito mais repertoriado de reputação tem sido o de Fombrun e Rindova,11 que a definem como uma representação coletiva das ações e resultados da empresa, pela qual demonstra-se sua habilidade em gerar valores para múltiplos stakeholders. Por sua vez, o conceito de stakeholder referendado por acadêmicos e profissionais, adotado em grande parte dos estudos, tem sido o de

Freeman, desde 1984, com a publicação do livro Strategic management: a stakeholder approach, que define stakeholder como “todo o grupo ou indivíduo que pode afetar ou ser afetado pelas ações da organização”.12

Temos observado um movimento das empresas no sentido de procurar estabelecer relações que possam ser-lhes mais favoráveis, reconhecendo que a cadeia de relacionamentos pode não apenas influir em suas decisões, mas, muitas vezes, ser decisiva. Construir a cadeia de relacionamentos deve partir da clareza de “quem são os stakeholders” e “que tipo de relacionamento deve ser construído com cada stakeholder”, orientando os gestores “a quem” e “a que” devem voltar suas atenções.

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1.1 Aspectos da cultura como ativo intangível

ZANINI, Marco Túlio Editora Saraiva PDF Criptografado

1.1

Aspectos da cultura como ativo intangível

Para que possamos falar de cultura como ativo intangível de uma organização é preciso, em primeiro lugar, identificar em que sentido ela pode afetar os resultados e se somar aos outros ativos aumentando a capacidade de geração de valor. Um ativo intangível é algo que aumenta a promessa de entrega de valor futuro e, se não pudermos conectar cultura de forma estruturada à produção de valor, não podemos afirmar sua relevância para a gestão.

É importante, portanto, compreender o papel da cultura dentro da arquitetura organizacional e os seus modos de interação com outros fatores de geração de valor. A sua função fundamental, quando a questão é produção de valor, é atuar como elemento de coordenação flexível. Há outras, como veremos adiante, mas é essa a que nos permite atribuir-lhe o papel de ativo intangível. Ao compreender essa função, podemos relacioná-la com outros fatores intangíveis, compreendendo, então, a interação dinâmica entre esses elementos e o papel da liderança na sua orquestração na empresa.

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5 Gestão estratégica de pessoas

ZANINI, Marco Túlio Editora Saraiva PDF Criptografado

de um determinado valor proposto. A inter-relação dinâmica entre valores, processos e incentivos define a eficiência do processo de gestão de intangíveis em sintonia com a mudança organizacional.

5   Gestão

estratégica de pessoas

A gestão integrada de ativos intangíveis tem seu ponto de partida na definição da essência da empresa, que pode se dar por sua visão, identidade e valores centrais. Quando identificados, comunicados e assimilados pela coletividade, esses elementos operam como norte estratégico, conferindo sentido e significado para o trabalho, reduzindo conflitos e custos de transação e direcionando a ação individual para o cumprimento da estratégia. No entanto, a identificação demanda um diagnóstico com a participação dos principais stakeholders envolvidos (acionistas, empregados, clientes, fornecedores e parceiros de negócios).

A partir da identificação dos elementos que compõem a essência da empresa, a qual faz parte de sua filosofia administrativa, é possível identificar o estilo de gestão e liderança mais adequado, definindo, por exemplo, o que é mérito, talento e resultado para uma organização em particular, como apresentado na Figura 2.

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4.6 Como construir uma marca forte

ZANINI, Marco Túlio Editora Saraiva PDF Criptografado

é o caso, por exemplo, de Doritos, Club Social ou Pringles. Dizemos que, em casos como esses, a marca vaza para o nível ampliado do produto, pois passa a representar não só o nome dele como também um conjunto de associações que a representa.

4.6   Como

construir uma marca forte

Para que uma marca seja reconhecida é importante que ela tenha uma identidade ou personalidade própria, algo que seja só dela e que seja, facilmente, identificado pelo consumidor, assim como acontece com as pessoas. Em uma turma de colégio, por exemplo, sempre há aqueles alunos que são prontamente lembrados, mesmo depois de passado o período escolar. O mesmo acontece com professores, amigos de infância, cantores ou vizinhos. Existem pessoas que parecem possuir uma “marca registrada”, mais claramente desenhada e definida. O mesmo acontece com os produtos.

Com postos de gasolina. Com shoppings. Com marcas. Existe dentro de qualquer mercado sempre uma marca que irá se destacar.

Dizemos, nestes casos, que tais marcas possuem uma forte identidade. Memorabilidade, significância, atratividade, transferibilidade, adaptabilidade e proteção seriam alguns critérios fundamentais para a construção dessa identidade.2

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Yuh Ching Hong (10)
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Medium 9788566103199

10. Indústria 4.0

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 10

Indústria 4.0

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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10. ��Indústria 4.0

• Entender o significado da Indústria 4.0 e suas etapas.

• Compreender a adoção da automação dos serviços e o conceito de loT.

• O que se espera do projeto e do perfil do trabalho na Indústria 4.0.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

A Origem da Indústria 4.0

O termo “Indústria 4.0” foi introduzido em 2011 pelo Communication Promoters Group a partir de um consórcio de pesquisadores denominado Industry-Science Research Alliance, promovido pelo Governo Alemão. Os principais países envolvidos na geração de soluções para viabilizar a Indústria 4.0 são, além da Alemanha, China, Japão, Coréia do Sul, Inglaterra e Estados

Unidos. Esses países e seus pesquisadores e agências governamentais estão, desde então, empenhados em gerar soluções e condições para a operacionalização desse novo modelo de negócio empresarial.

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5. Previsão da Demanda

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 5

Previsão da

Demanda

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 64 |  

5. ��Previsão da

Demanda

• Entender a importância da previsão da demanda para a gestão de negócios empresariais.

• Compreender a diferença entre itens de demandas dependentes e independentes.

• Saber utilizar os principais métodos qualitativos e quantitativos para previsões de demanda, utilizando as planilhas do Microsoft Excel®.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

A Importância da previsão de demanda

As previsões de demanda são crucias para as empresas, pois servem de ponto de partida para diversos controles, como o planejamento do fluxo de caixa do negócio, o planejamento da produção (PCP) e da fábrica, o controle dos estoques e gestão do processo de compras de mercadorias e de desenvolvimento da rede de fornecedores e as políticas de marketing, além de outras áreas de decisões estratégicas.

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4. Tipos de Arranjo Físico e Balanceamento de Processos em Linha

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 4

Tipos de

Arranjo Físico e

Balanceamento de Processos em

Linha

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 50 |  

4. ��Tipos de

Arranjo Físico e

Balanceamento de Processos em

Linha

• Conhecer diferentes tipos de arranjo físico

(layout) de processos produtivos e de processos de prestação de serviços.

• Aprender a projetar ou avaliar o arranjo físico a partir de fatores quantificáveis.

• Aprender a balancear processos em linha.

No arranjo físico posicional, o produto a ser produzido ou o cliente a ser tratado no processo de prestação de serviços fica estacionado e os recursos de transformação (máquinas, ferramentas, instrumentos, pessoas etc.) são deslocados até ele, conforme o necessário. Nos processos de manufatura de aviões e navios (manufatura por projeto), por exemplo, é utilizado o arranjo físico posicional, pois eles são demasiadamente grandes para serem deslocados em uma linha ou entre centros de processamento (figura 4.1).

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3. Capacidade e Localização de Instalações

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 3

Capacidade e

Localização de

Instalações

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 38 |  

3. ��Capacidade e

Localização de

Instalações

• Conceituar capacidade produtiva.

Capacidade Produtiva

No caso dos sistemas de serviços, medir quantos clientes um dado sistema é capaz de atender por dia, por exemplo, é mais difícil devido à característica de heterogeneidade (variabilidade) intrínseca aos processos de prestação de serviços, uma vez que estes dependem de quem os executa, do próprio cliente e de onde são prestados. Nesses casos, a utilização de medidas da capacidade de entrada do sistema – fatores necessários para produzir um produto ou prestar um serviço – é mais comum, como o número de leitos disponíveis em um hospital, número de homens-hora em uma consultoria, número de lugares em um estádio de futebol, número de metros cúbicos em um armazém etc.

Capacidade produtiva é a quantidade máxima de produtos ou serviços que pode sair de um sistema em um determinado tempo. Assim, a medição da capacidade produtiva de um sistema é a quantificação do máximo que pode ser gerado pelo sistema em um dado período (hora, dia, mês, ano).

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Medium 9788566103199

9. Cadeia de Suprimento Digital e o uso de tecnologia

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 9

Cadeia de

Suprimento

Digital e o uso de tecnologia

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 118 |  

9. ��Cadeia de

Suprimento

Digital e o uso de tecnologia

•  Entender a importância da cadeia de suprimento digital para agilizar as organizações e seus processos.

•  Saber da aplicação de tecnologias, como

Internet das Coisas (IoT), blockchain, para melhorar a agilidade e garantir a rastreabilidade na cadeia de suprimento.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

A cadeia de suprimento tem a configuração de uma rede constituída de fornecedores, fabricantes, distribuidores, revendedores e consumidores finais. É apoiada em um tripé: processos de negócio, estrutura organizacional e tecnologia.

O fluxo de informação tem papel fundamental e precisa ser transmitido cada vez mais com velocidade e exatidão para todos os elos da cadeia. Uma nova forma de sistema de informação já emergiu, e a internet passa a ser o meio de transformação. Agora falamos de um mundo totalmente novo, o digital.

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Windsor Espenser Veiga Fernando De Almeida Santos (14)
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Medium 9788597008340

2. Nomenclaturas, classificação dos custos e métodos de custeio

Windsor Espenser Veiga, Fernando de Almeida Santos Grupo Gen PDF Criptografado

2

Nomenclaturas,

Classificação dos Custos e M étodos de Custeio

O segredo para um controle de custos eficaz é analisar o desempenho de custo de forma regular e pontual. É crucial que as ineficiências e variações de custo sejam identificadas a tempo, de modo que uma ação corretiva possa ser tomada antes que a situação piore. [...].

GIDO e CLEMENTS1

Este capítulo tem o objetivo de apresentar as diferentes formas de classificar custos, conforme o processo de produção, o volume e o objeto.

O capítulo ainda apresenta o processo produtivo e como agregar custos em cada etapa.

Competências adquiridas com a leitura do capítulo:

›› Conhecer e saber classificar as formas de classificação dos custos.

›› Conhecer as etapas de produção e saber segregá-las.

Tais conhecimentos são fundamentais para o desenvolvimento de sistemas de informação de custeio, além de possibilitar desenhar a arquitetura gerencial de custos, acompanhando e melhorando os controles e os resultados.

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Medium 9788597008340

Respostas dos exercícios

Windsor Espenser Veiga, Fernando de Almeida Santos Grupo Gen PDF Criptografado

R ESP O STAS D O S EXE R C Í C IO S

Capí t u lo 1

1. a. b. c. d. e.

2.

3.

4.

5.

(C)

(C)

(I)

(C)

(D)

Gastos com mão de obra da produção.

Consumo de matéria-prima.

Compra de uma máquina.

Salário do encarregado da fábrica.

Depreciação de um computador utilizado no escritório da área da contabilidade de uma instituição de ensino.

Treinamento de funcionário administrativo.

Compra de um terreno.

Consumo de estoque de produtos acabados para venda.

Depreciação de um veículo (área comercial).

Salário da área de vendas.

f. (D) g. (I) h (C) i. (D) j. (D) a. b.

R$ 61.667,00

CMV = EI + C + II + FC + S – DC – EF

75.000,00 = 33.333,00 + X – 20.000,00

X = 75.000,00 + 20.000,00 – 33.333,00

X = 61.667,00

Resposta: Compras = R$ 61.667,00 b. Lucro bruto R$ 6.125,00

DRE

Vendas

18.500,00

(–) Tributos sobre as Vendas

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6. Custo padrão

Windsor Espenser Veiga, Fernando de Almeida Santos Grupo Gen PDF Criptografado

6

C U STO PADRÃO

O custo padrão objetiva fixar base de comparação com o que ocorreu e o que deveria ter ocorrido, destacando ineficiências na linha de produção e contribuindo, de forma eficaz, no planejamento e controle de custos.

MARTINS1

Este capítulo tem o objetivo de apresentar o conceito de custo padrão e demonstrar como pode ser realizada a sua aplicação na empresa.

Competências adquiridas com a leitura do capítulo:

›› Compreender o conceito de custo padrão.

›› Saber desenvolver e aplicar esse conceito para a melhor gestão empresarial.

›› Possibilitar a formulação do custo padrão para o acompanhamento e o controle empresarial.

O custo padrão consiste em atribuir um custo considerado “ideal”, conforme análise de um processo produtivo ou de oferta de um serviço. Esse custo padrão é utilizado para a análise e o acompanhamento dos resultados, portanto trata-se de um procedimento gerencial.

O custo padrão é uma meta que deve buscada. Se a empresa operar em plena eficiência e máximo rendimento, deverá atingir esse custo predeterminado.

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Medium 9788597008340

Introdução

Windsor Espenser Veiga, Fernando de Almeida Santos Grupo Gen PDF Criptografado

I NT RO D U ÇÃO

Este livro, atualizado, que reúne teoria e prática, busca por meio de uma linguagem didática disponibilizar material diferenciado para: a. Auxiliar o preparo dos alunos para o Enade nas áreas de ciências contábeis, administração, engenharia de produção e em diversas áreas de tecnologia que abordam gestão e custos. b. Melhorar o desempenho dos candidatos ao Exame de Suficiência em Contabilidade do CFC – Conselho Federal de Contabilidade, pois é perceptível a dificuldade desses alunos na disciplina de contabilidade de custos. c. Capacitar profissionais para a gestão de custos, possibilitando melhores resultados empresariais e, consequentemente, maior competitividade.

Com a evolução da sociedade, passamos do mercantilismo para a era industrial, e a área de custos se desenvolveu muito. Esse fato possibilitou identificar e analisar o resultado e direcionar a gestão para o acompanhamento e controle dos custos. Portanto, a contabilidade de custos é a técnica utilizada para mensurar, identificar e informar os custos da produção, da comercialização e da prestação de serviços.

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7. Formação do preço de venda, markup e margem de contribuição – mcu e mct

Windsor Espenser Veiga, Fernando de Almeida Santos Grupo Gen PDF Criptografado

7

FORMAÇÃO DO PREÇ O DE

VENDA, MARKUP E M A R GE M DE

CONTRIBUI ÇÃO – M CU E MCT

O objetivo da formação do preço é obter um valor de venda suficiente para cobrir todos os custos e despesas envolvidos, e poder direcionar o lucro desejado. Deve-se considerar também o retorno do investimento realizado, a competitividade, a missão empresarial, a sobrevivência da entidade, a elasticidade do mercado, bem como a fixação da marca, estágios do ciclo de vida do produto e a competitividade diante de seus principais concorrentes.

É relevante destacar a relação da área de custos com a formação do preço de venda. Neste capítulo são apresentados aspectos que devem ser considerados na formação do preço de venda. Aspectos relacionados à margem de contribuição serão abordados, também, no Ca-

pítulo 9.

Competências adquiridas com a leitura do capítulo:

›› Identificar e saber elaborar os componentes básicos da formação do preço de venda.

›› Conhecer e saber utilizar os conceitos relacionados a markup e margem de contribuição.

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William W Hines Douglas C Montgomery Dave Goldsman Connie M Borror (21)
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Capítulo 11 - Testes de Hipóteses

William W. Hines, Douglas C. Montgomery, Dave Goldsman, Connie M. Borror Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

11

Testes de Hipóteses

Muitos problemas exigem uma decisão entre aceitar ou rejeitar uma afirmativa sobre algum parâmetro. A afirmativa é, em geral, chamada de hipótese, e o procedimento de tomada de decisão em relação

à hipótese é chamado teste de hipótese. Este é um dos aspectos mais úteis da inferência estatística, uma vez que muitos tipos de problemas de tomada de decisão podem ser formulados como problemas de teste de hipótese. Este capítulo apresentará procedimentos de teste de hipótese para várias situações importantes.

11-1 INTRODUÇÃO

11-1.1 Hipóteses Estatísticas

Uma hipótese estatística é uma afirmativa sobre a distribuição de probabilidade de uma variável aleatória. Hipóteses estatísticas envolvem, em geral, um ou mais parâmetros dessa distribuição. Por exemplo, suponha que estejamos interessados na força média de compressão de um tipo particular de concreto. Especificamente, estamos interessados em decidir se a força média de compressão (digamos, ␮)

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Apêndice

William W. Hines, Douglas C. Montgomery, Dave Goldsman, Connie M. Borror Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndice

apendice A

Tabela I

Distribuição de Poisson Acumulada

Tabela II

Distribuição Normal-Padrão Acumulada

Tabela III

Pontos Percentuais da Distribuição c2

Tabela IV

Pontos Percentuais da Distribuição t

Tabela V

Pontos Percentuais da Distribuição F

Gráfico VI

Curvas Características de Operação

Gráfico VII

Curvas Características de Operação para a Análise de

Variância do Modelo de Efeitos Fixos

Gráfico VIII

Curvas Características de Operação para a Análise de

Variância do Modelo de Efeitos Aleatórios

Tabela IX

Valores Críticos para o Teste de Wilcoxon de Duas Amostras

Tabela X

Valores Críticos para o Teste dos Sinais

Tabela XI

Valores Críticos para o Teste dos Postos com Sinais de

Wilcoxon

Tabela XII

Pontos Percentuais da Estatística da Amplitude Studentizada

Tabela XIII

Fatores para Gráficos de Controle da Qualidade

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Capítulo 6 - Algumas Distribuições Contínuas Importantes

William W. Hines, Douglas C. Montgomery, Dave Goldsman, Connie M. Borror Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

6

Algumas Distribuições Contínuas Importantes

6-1 INTRODUÇÃO

Estudaremos, agora, várias distribuições de probabilidade contínuas importantes. Elas são as distribuições uniforme, exponencial, gama e de Weibull. No Capítulo 7 serão apresentadas a distribuição normal e várias outras distribuições de probabilidade relacionadas a ela. A distribuição normal é, talvez, a mais importante de todas as distribuições contínuas. A razão para retardarmos seu estudo é que a distribuição normal é importante o bastante para merecer um capítulo separado.

Já foi dito que o espaço imagem para uma variável aleatória contínua, X, consiste em um intervalo ou um conjunto de intervalos. Isso foi ilustrado em um capítulo anterior, e observou-se que uma idealização está envolvida. Por exemplo, se estamos medindo o tempo de falha de um componente eletrônico ou o tempo de processamento de um pedido através de um sistema de informação, os mecanismos de medição usados são tais que há apenas um número finito de resultados possíveis; no entanto, idealizaremos e assumiremos que o tempo pode ser qualquer valor em algum intervalo. Novamente simplificamos a notação onde não houver ambigüidade, e fazemos f(x) ϭ fX(x) e F(x) ϭ FX(x).

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Capítulo 12 - Planejamento e Análise de Experimentos de Fatorúnico: A Análise de Variância

William W. Hines, Douglas C. Montgomery, Dave Goldsman, Connie M. Borror Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

12

Planejamento e Análise de Experimentos de Fator

Único: A Análise de Variância

Experimentos são uma parte natural do processo de tomada de decisão na engenharia e no gerenciamento. Por exemplo, suponha que um engenheiro civil esteja estudando o efeito de métodos de cura sobre a força média de compressão do concreto. O experimento consistiria na confecção de vários espécimes de teste de concreto, usando cada um dos métodos de cura propostos e testando-se, então, a força de compressão de cada espécime. Os dados desse experimento poderiam ser usados para se determinar qual método de cura deve ser usado para se obter a máxima força de compressão.

Se há apenas dois métodos de cura de interesse, o experimento poderia ser planejado e analisado utilizando-se os métodos do Capítulo 11. Isto é, o experimento tem um único fator de interesse – métodos de cura – e há apenas dois níveis do fator. Se o interesse do experimento for a determinação de qual método de cura produz a força de compressão máxima, então o número de espécimes a serem testados pode ser determinado com o uso das curvas características de operação do Gráfico VI (Apêndice), e o teste t pode ser usado para se determinar se as duas médias diferem.

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Capítulo 15 - Regressão Múltipla

William W. Hines, Douglas C. Montgomery, Dave Goldsman, Connie M. Borror Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

15

Regressão Múltipla

Muitos problemas de regressão envolvem mais de uma variável regressora. Tais modelos são chamados de modelos de regressão múltipla. A regressão múltipla é uma das técnicas estatísticas mais amplamente usadas. Este capítulo apresenta as técnicas básicas da estimação de parâmetros, estimação de intervalos de confiança e verificação da adequação do modelo para a regressão múltipla. Introduz, também, alguns dos problemas especiais encontrados, em geral, no uso prático da regressão múltipla, incluindo construção do modelo e seleção de variáveis, autocorrelação nos erros e multicolinearidade ou dependência não-linear, entre as variáveis regressoras.

15-1 MODELOS DE REGRESSÃO MÚLTIPLA

Um modelo de regressão que envolve mais de uma variável regressora é chamado de modelo de regressão múltipla. Como um exemplo, suponha que a vida efetiva de uma ferramenta de corte dependa da velocidade de corte e do ângulo da ferramenta. Um modelo de regressão múltipla que pode descrever essa relação é

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