Zenone Luiz Claudio (5)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788597013757

Capítulo 1 Gestão do atendimento e relacionamento

ZENONE, Luiz Claudio Grupo Gen PDF Criptografado

1

Gestão do atendimento e relacionamento

Quando um cliente tem determinada necessidade, fica atento às ofertas, verificando e analisando todas as opções que lhe são apresentadas para escolher a mais adequada a suas características, seu perfil, suas exigências, possibilidades e, assim, iniciar uma relação comercial com a empresa.

A partir do início dessa relação comercial, se ficar evidente a plena satisfação do cliente desde o início do atendimento até a concretização do negócio e a empresa obtiver o lucro desejado durante e depois do processo, entende-se que o marketing atingiu seu objetivo principal: atender ao cliente.

Para a empresa atingir esse objetivo, algumas etapas devem ser cumpridas.

A primeira delas é identificar e compreender as reais necessidades do cliente para, depois, transformá-las em uma oferta adequada e, por último, cuidar da comunicação e da disponibilização dessa oferta da forma mais direta e conveniente possível (Figura 1.1).

Todo esse caminho deverá ser acompanhado pelas diversas áreas que compõem o negócio, que devem analisar e verificar sua viabilidade em relação

Ver todos os capítulos
Medium 9788597013757

Capítulo 3 Call center e contact center como canais de relacionamento

ZENONE, Luiz Claudio Grupo Gen PDF Criptografado

3

Call center e contact center como canais de relacionamento

No Capítulo 2, apresentamos o conceito de marketing de relacionamento e de

Customer Relationship Management (gestão do relacionamento com o cliente

– CRM), que se trata de um conjunto de ferramentas que tem como objetivo principal criar valor pelo conhecimento adquirido do cliente e tornar a oferta tão próxima de sua necessidade que ele tenda a ser fiel à empresa.

Construa uma rede de relacionamento efetiva com os principais públicos interessados e os lucros serão uma consequência.

[...]

O marketing de relacionamento tem como meta construir relacionamentos de longo prazo mutuamente satisfatórios com partes-chave – clientes, fornecedores, distribuidores e outros parceiros de marketing – a fim de conquistar ou manter negócios com elas.

Ele constrói fortes ligações econômicas técnicas e sociais entre as partes... O marketing de relacionamento envolve cultivar o tipo certo de relacionamento com o grupo certo. O marketing deve executar não só a gestão de relacionamento com o cliente (Customer Relationship Management – CRM), como também a gestão do relacionamento com os parceiros (Partner Relationship Management – PRM), que se constitui de quatro elementos principais: clientes, funcionários, parceiros de marketing (canais, fornecedores, distribuidores, revendedores, agências) e membros da comunidade financeira (acionistas, investidores, analistas) (KOTLER;

Ver todos os capítulos
Medium 9788597013757

Capítulo 4 A importância operacional e estratégica da linha de frente ou pontos de contato (front office)

ZENONE, Luiz Claudio Grupo Gen PDF Criptografado

4

A importância operacional e estratégica da linha de frente ou pontos de contato (front office)

O crescimento vertiginoso dos conceitos de call center e do contact center está sendo possível graças à utilização eficaz das ferramentas do front office e sua interface com o marketing, as vendas e com as demais atividades gerenciais, sobretudo da área de logística.

Entendem-se por front office ou linha de frente ou pontos de contato (Figura 4.1) todas as ferramentas que permitem o contato da empresa com o mercado (clientes, fornecedores, colaboradores, parceiros, formadores de opinião etc.) e que “facilitam” ou colaboram com o relacionamento. Os sistemas de front office são por definição aqueles em que acontece o maior número de contatos com o cliente, em que são registradas as compras, solicitações de informações diversas, ações promocionais de comunicação em marketing, nos quais o cliente pode emitir opiniões, sugestões e reclamações e, também, em que a empresa pode desenvolver diversas ações de marketing, por isso, tem um papel operacional e estratégico fundamental para o atendimento mercadológico.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597013757

Introdução

ZENONE, Luiz Claudio Grupo Gen PDF Criptografado

Introdução

O cenário mercadológico em constantes alterações e a importância do atendimento e do relacionamento como diferenciais competitivos para as empresas

O significado da palavra competição se altera e se renova na medida em que mudanças socioculturais, políticas e legais, econômicas, demográficas, geográficas, entre outras, impactam no ambiente mercadológico e atingem diretamente (e, muitas vezes, indiretamente) as estratégias de marketing adotadas pelas empresas.

Esse fato demonstra que, como a disputa nos mercados está cada vez mais acirrada, vem aumentando também a busca por diferenciais competitivos nos negócios.

Entende-se por competição a relação entre duas ou mais empresas que assumem a rivalidade em razão de estarem atingindo o mesmo público-alvo e a mesma necessidade e que se esforçam para se diferenciar e, assim, conquistar, desenvolver e manter seus clientes atuais ou potenciais.1 Quando as ações de marketing que uma empresa desenvolve, com o objetivo de se diferenciar em relação aos concorrentes (competidores), trazem resultados mais eficientes e eficazes para o negócio, diz-se que essa empresa tem alta taxa de competitividade no mercado no qual atua.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597013757

Capítulo 2 Marketing de relacionamento e seus princípios básicos

ZENONE, Luiz Claudio Grupo Gen PDF Criptografado

2

Marketing de relacionamento e seus princípios básicos

No Capítulo 1, vimos que para uma empresa que deseja sobreviver em um mercado competitivo não basta ter um bom produto ou preços competitivos,

é necessário ter foco no mercado e um gerenciamento eficiente e eficaz do atendimento.

Segundo Wing (1998), esses aspectos (qualidade, eficiência e preço) não são as únicas maneiras de cativar os clientes. A satisfação do cliente virou um diferencial que deve ser a meta de toda empresa que deseja relacionar-se bem com seus clientes. Ainda segundo o autor, clientes satisfeitos podem tornar-se leais (fiéis) e, além disso, recomendar a empresa para outros clientes (boca a boca ou viral1). Portanto, o grande objetivo de uma empresa deve ser conquistar, desenvolver e manter clientes, pois eles devem ser a razão da existência de qualquer negócio.

Para atingir esse objetivo, a empresa deve ter uma gestão de atendimento adequada e uma estratégia de relacionamento compatível com as características de seu público-alvo. Neste capítulo, vamos tratar especificamente do conceito de marketing de relacionamento e das principais estratégias desenvolvidas a partir dessa “nova” visão de negócios.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Zanotta Egydio Barbosa (11)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788597017779

Capítulo 1 - COMO A PESQUISA SE INSERE NA ÁREA DE MARKETING

ZANOTTA, Egydio Barbosa Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

COMO A PESQUISA SE INSERE

NA ÁREA DE MARKETING

O B J E T I VOS

• Mostrar por que o conhecimento da área de marketing é um pré-requisito para aquele que já atua ou pretende atuar no setor de pesquisa de marketing.

• Identificar quais são e como funcionam, nas empresas, os conceitos de marketing.

• Explicar como organizar um departamento de pesquisa de marketing.

• Explicar quais são as funções do departamento de pesquisa de marketing na empresa.

zanotta_MIOLO_P3.indd 1

29/06/2018 11:44

2 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

INTRODUÇÃO

Neste capítulo, procuramos mostrar que a pesquisa de marketing, como não poderia deixar de ser, se insere na área de marketing. Isso significa que qualquer indivíduo que pretenda nela atuar deve, antes de tudo, conhecer os meandros da atividade e as funções que perfazem essa complexa disciplina.

Para isso, fazemos uma breve introdução ao marketing, tomando por base aquilo que Philip Kotler nos transmitiu em suas primeiras lições na área e que perduram até o presente. O marketing exige que os executivos conheçam como funciona o mercado, principalmente quais são as necessidades dos consumidores.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597017779

Capítulo 6 - O SETOR DE CAMPO

ZANOTTA, Egydio Barbosa Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

O SETOR DE CAMPO

O B J E T I VOS

• Definir o que significa setor de campo e sua importância no projeto de pesquisa.

• Sublinhar qual é a influência do entrevistador no levantamento de dados e os vieses introduzidos.

• Explicar quem são os componentes do setor de campo e quais são as funções e as tarefas desempenhadas.

• Apontar quais são os tipos de erro da falta de respostas-recusas (por exemplo, dizer que não está em casa; erro de questionamento; erro de registro; erro proposital – fraude).

• �Demonstrar os erros cometidos pelos entrevistados: erro de incapacidade, má vontade, erros do pesquisador, entre outros.

• Demonstrar os erros administrativos.

• Explicar o que vem a ser verificação dos entrevistadores – características e importância.

zanotta_MIOLO_P3.indd 115

29/06/2018 11:44

116 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

DEFINIÇÃO DO SETOR DE CAMPO

O setor de campo é o local de onde provêm os dados/informações coletados pelos entrevistadores, cujo público-alvo é selecionado de acordo com o objetivo da investigação, podendo ser donas de casa, chefes de família, jovens, empresários, vendedores de lojas etc.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597017779

Capítulo 9 - CONCLUSÕES DA PESQUISA

ZANOTTA, Egydio Barbosa Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 9

CONCLUSÕES DA PESQUISA

O B J E T I VOS

• Explicar o significado de conclusão na pesquisa.

• Sublinhar a principal característica do pesquisador: o poder de síntese do pesquisador de marketing nas conclusões.

• Explicar, ao descrever as conclusões, que elas se destinam ao executivo da empresa e portanto devem ser apresentadas de forma resumida.

zanotta_MIOLO_P3.indd 149

29/06/2018 11:44

150 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

Esse tópico foi por nós criado há muitos anos. Como o aprendemos? A seguir, apresentamos um caso que pode nos ajudar a compreender melhor a importância das conclusões da pesquisa.

CASO

PESQUISA NO MÉXICO

Fizemos uma viagem ao México onde realizamos uma pesquisa de 32 produtos da marca Bosch. Basicamente, o objetivo central era o de verificar quais eram nossos concorrentes e qual sua participação. Ao término da pesquisa, fizemos a tabulação dos dados, a confecção das tabelas e finalizamos com uma análise detalhada das descobertas da pesquisa.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597017779

Capítulo 7 - PLANO DE TABULAÇÃO

ZANOTTA, Egydio Barbosa Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

PLANO DE TABULAÇÃO

O B J E T I VOS

• Explicar o que significa tabulação e sua importância na investigação.

• Explicar com quais números trabalhamos em tabulação: número base, número absoluto e número porcentual.

• Demonstrar soluções para tabular respostas de perguntas abertas – caracterização e metodologia proposta para obtermos uma boa tabulação e a categorização das respostas de acordo com seu significado semântico.

zanotta_MIOLO_P3.indd 129

29/06/2018 11:44

130 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

PLANO DE TABULAÇÃO — SIGNIFICADO — IMPORTÂNCIA

Após termos realizado o preenchimento dos questionários, temos que criticar seus conteúdos e realizar a operação de verificação. Feito isso, o material está liberado para ser tabulado. Eis nossa definição de tabulação:

Tabulação é a soma das respostas, separadas em categorias especiais e orientadas pelos objetivos visados pela pesquisa (Zanotta, 1989).

Tabulação — exemplo de tabela

Ver todos os capítulos
Medium 9788597017779

Capítulo 2 - Formulação do Problema da Pesquisa

ZANOTTA, Egydio Barbosa Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

FORMULAÇÃO DO

PROBLEMA DA PESQUISA

O B J E T I VOS

• Entender qual a importância do problema na realização do projeto de pesquisa de marketing.

• Compreender como localizar e definir problemas de marketing que afetam as empresas.

• Explicar como podemos classificar os problemas de marketing.

• Compreender o que vêm a ser os objetivos da pesquisa de marketing.

• Tomar conhecimento de um modelo de problema e objetivos.

zanotta_MIOLO_P3.indd 17

29/06/2018 11:44

18 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

IMPORTÂNCIA DO PROBLEMA

Esta é a principal etapa do projeto de pesquisa de marketing: sem um problema claramente definido, não há como realizar uma investigação de mercado fecunda e capaz de resolver aquilo que está importunando e prejudicando a empresa.

Devemos ressaltar que a formulação do problema é tão importante, que muita pesquisa é (ou deveria ser) realizada para localizar e definir o problema.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Zanini Marco T Lio (41)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788547214982

1.1 Aspectos da cultura como ativo intangível

ZANINI, Marco Túlio Editora Saraiva PDF Criptografado

1.1

Aspectos da cultura como ativo intangível

Para que possamos falar de cultura como ativo intangível de uma organização é preciso, em primeiro lugar, identificar em que sentido ela pode afetar os resultados e se somar aos outros ativos aumentando a capacidade de geração de valor. Um ativo intangível é algo que aumenta a promessa de entrega de valor futuro e, se não pudermos conectar cultura de forma estruturada à produção de valor, não podemos afirmar sua relevância para a gestão.

É importante, portanto, compreender o papel da cultura dentro da arquitetura organizacional e os seus modos de interação com outros fatores de geração de valor. A sua função fundamental, quando a questão é produção de valor, é atuar como elemento de coordenação flexível. Há outras, como veremos adiante, mas é essa a que nos permite atribuir-lhe o papel de ativo intangível. Ao compreender essa função, podemos relacioná-la com outros fatores intangíveis, compreendendo, então, a interação dinâmica entre esses elementos e o papel da liderança na sua orquestração na empresa.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547214982

referências para o capítulo

ZANINI, Marco Túlio Editora Saraiva PDF Criptografado

nas filas do supermercado, as mulheres trocam informações e recomendam para as amigas a oficina. Entretanto, o conceito de barato pelo qual ele fica conhecido é mais fruto da percepção de honestidade do que de uma comparação objetiva de preço pelo mesmo serviço.

Sr. Paulo começa a recompensar financeiramente os mecânicos pela conquista de freguesia fiel, aumentando a motivação deles para criar laços de confiança com as clientes, e o negócio tende a crescer cada vez mais. Sr. Paulo criou, intuitivamente, um modelo de gestão do seu negócio que atuava gerando valor para um segmento de mercado mal atendido pela concorrência, atrelando credibilidade a seu nome, que virou marca no mercado. A confiança assim gerada fez a informação sobre a oficina circular nas redes de relacionamento das suas clientes, aumentando a clientela, que tinha exatamente essa percepção cada vez que entrava na oficina e se relacionava com os mecânicos, os quais estavam preparados, motivados e recompensados para produzir esse resultado. Quando o orçamento era mais alto, as clientes estavam predispostas a acreditar que dessa vez o serviço era realmente mais sério, e cada vez menos procuravam outros orçamentos. Em um pequeno negócio, em um local de forte competição, sr. Paulo construiu sua sustentabilidade por meio da fidelização de seus clientes, algo que, muitas vezes, empresas até bem maiores têm dificuldade de fazer. Respeito ao cliente, atenção

Ver todos os capítulos
Medium 9788547214982

4.6 Como construir uma marca forte

ZANINI, Marco Túlio Editora Saraiva PDF Criptografado

é o caso, por exemplo, de Doritos, Club Social ou Pringles. Dizemos que, em casos como esses, a marca vaza para o nível ampliado do produto, pois passa a representar não só o nome dele como também um conjunto de associações que a representa.

4.6   Como

construir uma marca forte

Para que uma marca seja reconhecida é importante que ela tenha uma identidade ou personalidade própria, algo que seja só dela e que seja, facilmente, identificado pelo consumidor, assim como acontece com as pessoas. Em uma turma de colégio, por exemplo, sempre há aqueles alunos que são prontamente lembrados, mesmo depois de passado o período escolar. O mesmo acontece com professores, amigos de infância, cantores ou vizinhos. Existem pessoas que parecem possuir uma “marca registrada”, mais claramente desenhada e definida. O mesmo acontece com os produtos.

Com postos de gasolina. Com shoppings. Com marcas. Existe dentro de qualquer mercado sempre uma marca que irá se destacar.

Dizemos, nestes casos, que tais marcas possuem uma forte identidade. Memorabilidade, significância, atratividade, transferibilidade, adaptabilidade e proteção seriam alguns critérios fundamentais para a construção dessa identidade.2

Ver todos os capítulos
Medium 9788547214982

4.2 O conceito amplo de produto e a base da troca

ZANINI, Marco Túlio Editora Saraiva PDF Criptografado

compreender de que forma as marcas podem gerar valor para as organizações.

4.2   O

conceito amplo de produto e a base da troca

Se fizéssemos uma tentativa de livre tradução, o termo marketing poderia ser entendido como “mercadologia”, ou seja, o estudo do mercado e suas trocas. Nesse sentido, estudamos e pensamos marketing para desenvolver boas práticas e tornar o processo de troca entre empresas e consumidores mais valioso para ambas as partes.

No mercado, produtos e serviços são oferecidos e demandados.

Em uma perspectiva mais abrangente, poderíamos entender produto como qualquer coisa que possa ser oferecida ao mercado, independentemente de sua natureza tangível ou intangível. Distante da visão estanque entre produtos e serviços, temos, hoje, um contínuo, em que os conceitos de tangibilidade e intangibilidade são cada vez mais sobrepostos, à medida que empresas que vendem, fundamentalmente, produtos procuram, cada vez mais, agregar serviços e experiências às suas ofertas. Nesse sentido, automóvel, caneta e batata, assim como corte de cabelo, transferência bancária e seguro saúde também poderiam ser entendidos como produtos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547214982

5 Gestão estratégica de pessoas

ZANINI, Marco Túlio Editora Saraiva PDF Criptografado

de um determinado valor proposto. A inter-relação dinâmica entre valores, processos e incentivos define a eficiência do processo de gestão de intangíveis em sintonia com a mudança organizacional.

5   Gestão

estratégica de pessoas

A gestão integrada de ativos intangíveis tem seu ponto de partida na definição da essência da empresa, que pode se dar por sua visão, identidade e valores centrais. Quando identificados, comunicados e assimilados pela coletividade, esses elementos operam como norte estratégico, conferindo sentido e significado para o trabalho, reduzindo conflitos e custos de transação e direcionando a ação individual para o cumprimento da estratégia. No entanto, a identificação demanda um diagnóstico com a participação dos principais stakeholders envolvidos (acionistas, empregados, clientes, fornecedores e parceiros de negócios).

A partir da identificação dos elementos que compõem a essência da empresa, a qual faz parte de sua filosofia administrativa, é possível identificar o estilo de gestão e liderança mais adequado, definindo, por exemplo, o que é mérito, talento e resultado para uma organização em particular, como apresentado na Figura 2.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

White Andrew (11)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788547212520

Epílogo

WHITE, Andrew Editora Saraiva PDF Criptografado

Epílogo

A M I N H A R E L U TÂ N C I A E M

aderir à futurologia significa que qualquer leitor

que espere uma previsão de tendências futuras nesta seção final ficará desa‑ pontado. Eu também não pretendo apresentar uma longa recapitulação de te‑ mas que já foram extensivamente abordados nos capítulos anteriores. Não obstante, acho que seria útil terminar destacando os modos mais distintivos pelos quais a mídia digital exerce influência nas esferas política, econômica e social. Dada a ênfase abrangente aplicada aos estudos de caso como um meio possível de explorar a rica variedade do uso da mídia digital, o livro terminará com uma discussão do uso da mídia digital nos dramáticos e trágicos dias que se seguiram ao atentado a bomba na Maratona de Boston (EUA), em 2013.

Em abril de 2013, uma cirurgia para remover um coágulo de sangue me impediu de estar presente na conferência Mídia em Transição no Instituto de

Tecnologia de Massachusetts (MIT). Meu desapontamento por perder esse evento foi logo eclipsado por preocupações mais importantes na forma de notí‑ cias sobre o tiroteio que matou um policial no campus, apenas alguns dias de‑ pois que três pessoas foram mortas em uma explosão ocorrida na maratona de Boston. Eu fiquei sabendo do tiroteio na tarde de 19 de abril, sexta­‑feira,

Ver todos os capítulos
Medium 9788547212520

C A P Í T U L O 6 - Leitura e uso da mídia digital

WHITE, Andrew Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Leitura e uso da mídia digital

Introdução

NA E R A DA M Í D I A

de massa, as teorias sobre o uso da mídia foram dominadas

por duas vertentes particulares: o instrumentalismo e o determinismo tecnoló‑ gico. Embora um número muito pequeno de estudos sobre o modo como o público usava várias mídias fosse inteiramente instrumentalista ou determinis‑ ta tecnológico, a maioria tendia a se situar em algum lugar do contínuo entre essas duas posições. Este capítulo fará uma crítica dessas duas posições antes de discutir teorias que tentam ir além desse binário rudimentar, em particular a conceituação do uso da mídia de Joost Van Loon e a teoria da ecologia da mí‑ dia de Postman. Embora este capítulo seja principalmente teórico (seguido por estudos de caso nos Capítulos 7, 8 e 9), nele discutiremos como uma das nossas práticas de mídia mais antigas, a leitura, foi afetada pela disseminação da mídia digital. Esse estudo de caso particular será teorizado por meio da obra de Walter

Ver todos os capítulos
Medium 9788547212520

Prefácio e agradecimentos

WHITE, Andrew Editora Saraiva PDF Criptografado

Prefácio e agradecimentos

ESTE LIVRO TEVE UMA

longa gestação, que abrangeu minha pesquisa de mídia

digital de quase uma década na universidade, bem como ideias que colhi em vários projetos de digitalização em que trabalhei antes disso, dos quais o pri‑ meiro começou há quase 15 anos! Esse conhecimento tornou­‑se mais estrutu‑ rado em minha mente nos dois últimos anos, quando lecionei um módulo de final de ano denominado O novo mundo da mídia em um curso universitário na Universidade de Nottingham, campus de Ningbo (UNNC), na China. Desen‑ volvido originalmente com Rena Bivens para a primeira turma de formandos da Universidade em 2007­‑2008, esse módulo também é ensinado em conjunto ou isoladamente por Ned Rossiter e Stephen Quinn. Ser o único coordenador do módulo desde fevereiro de 2012 me permitiu desenvolver os temas tal como estarão disponíveis daqui em diante, para os que quiserem conhecê­‑los por meio desta leitura. Embora o conteúdo apresentado neste livro seja exclusiva‑ mente meu, as contribuições dos professores já mencionados, bem como de todos os estudantes a quem eu tive o prazer de lecionar o módulo, sem dúvida proporcionaram maior clareza ao meu pensamento sobre essas questões com‑ plexas. Gostaria de agradecer também a Chris Penfold e Felicity Plester, da

Ver todos os capítulos
Medium 9788547212520

C A P Í T U L O 9 - O uso da mídia digital no mundo em desenvolvimento

WHITE, Andrew Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 9

O uso da mídia digital no mundo em desenvolvimento

Introdução

A M A I O R PA R T E D O

conteúdo deste livro refere­‑se ao mundo anglófono, no

qual o autor foi educado e trabalha.1 Nesse sentido, o livro é semelhante à maioria dos estudos da mídia digital, especialmente monografias, mas seria profundamente problemática a omissão de uma discussão mais séria em rela‑

ção a quantos dos conceitos trabalhados nestas páginas poderiam ser aplica‑ dos fora do mundo anglófono, especialmente em países em desenvolvimento.

De fato, tal discussão é útil, não somente para identificar alguns dos usos in‑ teressantes da mídia digital em diferentes partes do mundo, mas também para acrescentar importantes advertências em relação a declarações de que podemos inventar tecnologias e conceitos no mundo desenvolvido e simples‑ mente aplicá­‑los incondicionalmente em outros lugares; como este capítulo passará a demonstrar, há também exemplos de ideias e inovações que correm na direção inversa. O espaço não permite uma discussão do desenvolvimento e do uso da mídia digital em todas as partes do mundo em desenvolvimento.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547212520

C A P Í T U L O 5 - A economia digital e a crise econômica global

WHITE, Andrew Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

A economia digital e a crise econômica global

Introdução

EMBORA O CAPÍTULO ANTERIOR

inclua certa dose de crítica, principalmente

por ter se valido da obra de David Harvey sobre a economia pós­‑moderna, sua intenção global era apresentar os argumentos mais fortes em favor da eficácia da economia digital. A fim de manter certo equilíbrio, este capítulo apresenta uma investigação crítica sustentada e muito mais abrangente sobre o funcionamento da economia digital. O parágrafo final do capítulo anterior traz à mente o seguinte diálogo, que teve lugar após a introdução de uma máquina para automatizar as tarefas em uma linha de montagem de automóveis mais de 60 anos atrás: em 1955, durante uma aparição muito anunciada na fábrica de motores da

General Motors de Cleveland [EUA], na qual a máquina havia sido recente‑ mente instalada, comenta­‑se que o então diretor­‑executivo da GM, Charles E.

Wilson, visualizando uma fábrica totalmente automática, perguntou a Walter

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Watt David C (8)
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788536303062

1. Introdução aos Eventos

Watt, David C. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

1

Introdução aos Eventos

O dicionário define evento como sendo “qualquer coisa que aconteça, diferentemente de qualquer coisa que exista” ou “uma ocorrência, especialmente de grande importância”. Essas definições especificam o assunto deste texto – eventos – como coisas importantes que acontecem. As definições são bastante amplas, mas devem ser abrangentes para permitir sua universalidade, inata no caso do campo de lazer e turismo, que será abordado a seguir. Podemos tratar desde eventos realizados em pequenas comunidades até espetáculos internacionais com participantes de todo o mundo.

Outras definições:

Um evento especial é um fato que ocorre uma vez na vida, voltado a atender necessidades específicas em um determinado momento.

Os eventos de comunidades locais podem ser definidos como atividades estabelecidas para envolver a população local em uma experiência compartilhada, visando seu benefício mútuo.

(Wilkinson)

Ou ainda, tomemos a definição de Goldblatt:

Um evento especial reconhece um momento único no tempo, com cerimônia e ritual, para satisfazer necessidades específicas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536303062

7. Práticas de Gestão de Eventos

Watt, David C. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

7

Práticas de

Gestão de Eventos

Este capítulo descreve alguns casos de organização de eventos, assim como dispositivos e procedimentos para a sua implementação prática. Os primeiros seis capítulos já apresentaram estruturas gerenciais, organizacionais e financeiras que devem ser consideradas. Aqui, ilustraremos a forma como o processo é desenvolvido, apresentando estudos de caso e métodos utilizados por profissionais em atividades concretas.

Os dados apresentados foram obtidos a partir de diversas fontes; muitos deles foram elaborados por mim, outros foram produzidos por pessoas que trabalham na área. Todas as autorias estão devidamente registradas, mas devo agradecer sinceramente a cada indivíduo e organização por permitir que seu trabalho seja publicado, contribuindo com outros profissionais e estudantes na busca de excelência na produção de eventos. Este capítulo visa a apresentar a boa prática bem como dados reais àqueles que trabalham com eventos, para que tais experiências possam ser adequadamente adaptadas à sua própria situação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536303062

2. Gestão

Watt, David C. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

2

Gestão

Existe um ditado anônimo que diz:

Gerenciar é a arte de fazer com que os outros trabalhem.

O bom gerenciamento é muito importante para o sucesso da organização de eventos locais ou internacionais e a implementação eficaz de princípios e práticas sólidos de gestão organizacional e individual é fundamental. Segundo os dicionários, gerenciar significa: conduzir, dirigir, controlar, liderar, lidar, auxiliar e treinar. Gerenciamento é fazer com que as coisas aconteçam, por intermédio de pessoas eficazes e processos eficientes.

O famoso autor da área de gestão, Peter F. Drucker, definiu um gestor como sendo “alguém que tem a tarefa de criar um todo verdadeiro que seja maior do que a soma de suas partes, uma entidade produtiva que ofereça mais do que a soma dos recursos nela investidos”.

Mais uma vez se enfatiza que a unidade de propósitos é a meta da boa gestão, o que já havíamos identificado como sendo vital para qualquer evento de sucesso. No início de qualquer trabalho devemos definir a unidade de propósitos como sendo um de nossos objetivos-chave e, para obtê-la por meio do bom gerenciamento, devemos levar em consideração e empregar alguns conceitos centrais.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536303062

6. Avaliação de Eventos

Watt, David C. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

6

Avaliação de Eventos

É fundamental que cada evento, seja pequeno ou grande, tenha um processo de avaliação criterioso, que deve ser desenvolvido ao final (somativo) e durante (formativo) a sua realização.

Durante o desenvolvimento do projeto, o processo costuma ser chamado de controle ou monitoramento, mas, na verdade, constitui uma avaliação permanente dos erros e acertos, sendo muito importante para garantir que o desembolso financeiro e a ação estejam bem direcionados e em dia.

As responsabilidades por esse processo de monitoramento devem ser delegadas a indivíduos ou grupos capacitados, mas consideradas como responsabilidade conjunta de todos os participantes da organização. Os mecanismos para esse controle podem ser uma auditoria financeira formal ou uma conversa informal entre colegas. Melhor ainda, um bom processo de avaliação deve utilizar realmente todos os métodos possíveis para garantir que o projeto não perca o foco.

A avaliação final também é importante e deve ser desenvolvida sempre. O grau de formalidade irá variar de acordo com a situação, indo dos simples questionários até pesquisas de mercado encomendadas a profissionais especializados; e de uma discussão entre colegas até uma longa série de sessões de instrução a todos os níveis da equipe. Embora os mecanismos possam variar, o princípio é o mesmo: a avaliação final é vital e deve ser realizada.

Ver todos os capítulos
Medium 9788536303062

3. Organização e Comunicação

Watt, David C. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

3

Organização e Comunicação

Estes dois conceitos – organização e comunicação – receberam um capítulo específico em função de sua grande importância. A organização e a comunicação são fundamentais para o processo de gerenciamento de eventos e, portanto, devem ser estudadas profundamente pelo profissional ou estudante.

Organização

Podemos considerar organização como sendo a definição das atividades especiais a serem realizadas rumo aos objetivos finais; a articulação dessas atividades em estruturas relevantes; a alocação da realização dos objetivos, por meio dessas atividades, para grupos ou indivíduos apropriados.

Os gerentes precisam compreender as organizações, pois estas fornecem a estrutura dentro da qual os indivíduos podem cooperar para conquistar aquilo que não seria possível por conta própria. A organização é a forma pela qual os ideais e as metas se tornam realidade. A elaboração de uma estrutura e a definição de quem faz o quê serão passos fundamentais na realização de um evento.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais