Teresinha Covas Lisboa Douglas De Matteu (13)
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Capítulo 4 – Marketing: do Tradicional ao Digital

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Uma plataforma de engajamento é um conjunto de pessoas, processos, interfaces e artefatos cujos desenho para o engajamento possibilita ambientes de interações que intensificam ganhos agenciais na criação de valor.

Ramaswamy e Ozcan (2014, p. 34).

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

■ Discutir a importância do Marketing na sociedade contemporânea.

■ Desenvolver a evolução dos principais conceitos de Marketing.

■ Contextualizar o Marketing 4.0 no ambiente corporativo.

■ Desenvolver as principais ferramentas de Marketing Digital.

■ Exercitar os conceitos no ambiente corporativo.

CASO DE CONTEXTUALIZAÇÃO

A 99 é uma start-up fundada em 2012 que utiliza um aplicativo conectando taxistas e passageiros cadastrados em uma plataforma, contato este feito por meio de smartphones. Ele possibilita o pagamento em dinheiro ou de forma digital, geralmente mais em conta para o passageiro. Teve como barreiras de entrada o fato de nem todos os taxistas terem como hábito o uso de aplicativos e informações quanto à sua operação. Em 2013, houve a expansão de tal mercado, seja pelo aprofundamento da recessão econômica no Brasil, seja pela popularização deste modelo de negócios por meio da entrada de concorrentes. Algumas estratégias sustentaram o crescimento do negócio, como o melhor aproveitamento da frota de taxistas, que possuem um cadastramento oficial da prefeitura, além de parcerias e promoções junto aos próprios profissionais. Eles indicavam outros parceiros, bem como as empresas. Como o nome do aplicativo é 99, trata-se de uma das primeiras opções na busca por ordem alfabética. Com práticas caseiras, a empresa consolidou-se na cidade de São Paulo e, para continuar o crescimento sustentado, recebeu aportes do fundo americano Tiger Global Management.

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Capítulo 12 – Gestão da Qualidade e Sustentabilidade

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Qualidade significa fazer certo quando ninguém está olhando.

Henry Ford

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Explicar o que é qualidade e sustentabilidade.

■ Conceituar as variáveis que influenciam a qualidade.

■ Descrever ferramentas para garantir qualidade.

■ Compreender a relação entre qualidade e sustentabilidade.

CASO DE CONTEXTUALIZAÇÃO

Como a Hyundai se transformou para competir nos Estados Unidos

No mercado competitivo do século XXI, os administradores necessitam entender as variáveis responsáveis pelo sucesso ou pelo fracasso de determinado negócio. Caso contrário, suas empresas e produtos poderão ter uma presença curta no mercado.

A relação cliente-fornecedor evoluiu drasticamente. Não basta vender e receber. É necessário atender as necessidades de cada cliente e procurar agradá-lo sempre. Afinal de contas, descobriu-se que é mais fácil vender novamente a um cliente satisfeito do que conquistar um cliente desconhecido.

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Capítulo 2 – Inovação, Empreendedorismo e Start-Up

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Explicar a inovação sob o entendimento e aplicação nas organizações, considerando a orientação internacional, bem como as necessidades básicas para empreender e o que vem a ser start-up para os negócios.

Descrever os passos que são utilizados para cada uma das conceituações dadas.

Conceituar os itens fundamentais que envolvem os três temas do capítulo, isto é: inovação, empreendedorismo e start-up.

Listar preocupações, cuidados e fundamentos para que se obtenham bons resultados quando da aplicação do descrito no capítulo.

CASO DE CONTEXTUALIZAÇÃO

Desde o início da história humana conhecida, passos que eram dados levaram a resultados muitas vezes inesperados. Uns davam errado, outros certamente contemplavam os objetivos almejados e alguns ainda assombravam pela obtenção de coisas inusitadas ou de formas de se fazer algo, de modo diferente e que permitiam chegar aonde se pretendia da melhor maneira.

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Capítulo 9 – Gestão de Processos e Projetos

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Espera-se que o estudante:

■ conheça o conceito de projetos e de processos nas organizações;

■ saiba diferenciar projeto e projeto de processo em sua aplicação nas empresas, assim como definir as fases necessárias para o desenvolvimento deste último;

■ compreenda a importância do gerenciamento de projetos e de processos nas organizações.

CASO DE CONTEXTUALIZAÇÃO

A Toyota e os airbags mortais1

A Toyota é uma das maiores montadoras do mundo e tem uma reputação de qualidade superior de longa data. Todavia, em 4 de abril de 2017, anunciou um recall no Brasil por causa dos chamados “airbags mortais”, que estão ligados a mais de dez mortes no exterior. É o maior recall por causa do defeito já realizado no país, com um total de 538 mil carros. Dessa vez, foram chamadas 223.518 unidades do modelo Corolla; 138.346 do modelo Etios; e 176.866 da picape Hilux e do SUV SW4.

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Capítulo 13 – Gestor: Prevenções Éticas de Forma Estratégica e o Direito Atual

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A liberdade é o direito de fazer tudo o que as leis permitem.

Montesquieu.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Realçar as obrigações do gestor.

■ Demonstrar os resultados da atuação profissional do gestor nas esferas pessoal e profissional.

■ Contextualizar a legislação para os gestores.

CASO DE CONTEXTUALIZAÇÃO

O gestor-sócio de uma instituição no país, com poderes de administração, resolve retirar-se da sociedade, após alguns anos de atuação, e conhecendo de uma demanda trabalhista contra a empresa, nada toma como providência. Dez anos depois da saída do gestor e após ter falecido, sua esposa e seus filhos são surpreendidos, por terem seus bens apreendidos, para o cumprimento da ação trabalhista, já que a empresa da época não existe mais.

Com a leitura do caso, é possível perceber quais foram alguns dos direitos violados com relação aos cases relatados? No caso, o direito social do trabalho do empregado foi comprometido, que, ao processar a instituição, não teve bens para honrar com seu crédito trabalhista, tendo que buscar na figura dos sócios tal patrimônio. No segundo caso, a imagem da instituição e a honra da pessoa jurídica poderiam ser comprometidas.

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Takeshy Tachizawa (20)
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Capítulo 5 Indústria Altamente Concentrada

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As empresas pertencentes ao setor de indústria altamente concentrada (ou setor econômico concentrado) têm por característica básica a interdependência entre as empresas, em que o comportamento e o desempenho de uma organização têm reflexo direto sobre as outras empresas do setor.

O setor abrange poucas empresas, com elevada escala de produção e significativamente estáveis, do tipo: siderúrgicas; minerais não metálicos (cimento); mineração; química e petroquímica; ferroviário; construção pesada; papel e celulose; máquinas e equipamentos; telecomunicações; comunicações; e fertilizantes.

Este ramo de negócios caracteriza-se pelo fato de, quanto menor for o número de empresas e quanto mais semelhantes em termos de porte, maior será a interdependência entre tais organizações.

As organizações do setor distinguem-se, ainda, pela formação de preços, barreiras à entrada de novas empresas (vantagens da economia de escala, vantagem absoluta de custos, barreiras institucionais e governamentais), características do produto e dos clientes e nível de desenvolvimento tecnológico.

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Capítulo 17 Tecnologias da Informação e Estrutura Organizacional nas ONGs

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A estrutura organizacional possível de ser adotada em uma ONG pode variar dos tipos clássicos (funcional, por localização geográfica, por clientes, e afins) para os modelos inovadores, entre eles a estrutura:

por projetos: cada projeto configura uma unidade de funcionamento e as atividades caracterizam-se por terem objetivo determinado, prazo de duração, orçamento e recursos próprios; que facilita o acompanhamento, as adaptações à realidade do projeto, a coordenação de atividades e a análise de resultados;

matricial: conjuga a estrutura por projetos com a funcional. As unidades funcionais fornecem o suporte aos projetos (recursos humanos, financeiros, tecnológicos etc.); que permite a alocação de recursos de forma eficiente, pois permite utilizar as áreas de especialização das pessoas e maior agilidade operacional. Garante maior flexibilidade a novos objetivos e ao atendimento específico de segmentos sociais;

redes.

As redes têm sido saudadas, nas duas últimas décadas, como a mais significativa inovação humana no campo da organização da sociedade. As organizações do terceiro setor têm sido pioneiras na criação e manutenção de redes, que operam nos níveis local, regional, nacional e internacional, seja para a troca de informações, para a articulação política, seja para a implementação de ações conjuntas.

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Capítulo 12 Instituições do Setor Educacional

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O setor educacional, composto pelas Instituições de Ensino Superior (IES), quando analisados apenas os estabelecimentos de ensino de nível superior de caráter privado, caracteriza-se por:

• diferenciação das instituições de ensino em função de sua localização geográfica, tanto em termos qualitativos (porte, tipo de cursos oferecidos, qualificação do corpo docente e demais peculiaridades intrínsecas), como em termos quantitativos em face do diferente grau de concentração geográfica de IES, por região do país (por exemplo, na região Sudeste há maior concentração de instituições de ensino);

• baixa concentração de IES em suas áreas geográficas de atuação, sem participação majoritária de nenhuma instituição, apesar de eventual existência de poucas organizações de significativo porte;

• interdependência entre as IES da mesma região, em que o comportamento e o desempenho de uma instituição têm reflexo direto sobre as demais, bem como pelo fato de que quanto menor for o número de instituições e quanto mais semelhantes em termos de porte, maior será a interdependência entre tais instituições;

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Capítulo 15 Parcerias e Gestão com Pessoas

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Vive-se, atualmente, segundo Barreira (2001), um período em que a sociedade tem sido chamada a colaborar de forma crescente, associações entre organizações da sociedade civil evoluem e, entre elas, organizações governamentais também crescem.

Quando esforços são somados e juntam-se conhecimentos e recursos, ampliam-se as possibilidades de atuação. A busca por parcerias e a construção de alianças têm sido pouco exploradas, embora sejam necessárias.

Quando se fala em parcerias, é comum pensar em como cada parceiro manterá sua identidade em um projeto comum, quais são as responsabilidades e limites de cada um e como trabalhar sem perder a autonomia. A questão da identidade e da autonomia de cada parceiro adquire grande relevância.

A parceria é uma arte; construí-la envolve habilidades e talento. É preciso respeitar cada um dos componentes envolvidos e verificar claramente o que não está sendo exposto nas conversas iniciais. É preciso saber ouvir e habilmente descobrir pontos de identidade e espaços nos quais a soma dos talentos e das possibilidades individuais resultará em benefício para todos os participantes.

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Capítulo 9 Setor de Empresas Comerciais

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O setor de empresas comerciais (setor competitivo ou ramo de negócios competitivos) abrange organizações que atuam no comércio varejista, comércio atacadista, autopeças, distribuidora de veículos e organizações correlatas.

As empresas desse setor econômico caracterizam-se pelo significativo giro total de seus ativos. Além de tal traço marcante, as empresas pertencentes a esse setor caracterizam-se pela existência de elementos estratégicos, como:

a) não existência de barreiras à entrada de novas empresas;

b) empresa que possui, isoladamente, parcela significativa do mercado é uma situação rara nesse segmento econômico;

c) o setor tem grande número de pequenas empresas, menores que a média do setor, com curva de custos mais elevada e menor taxa de lucratividade, quando comparada com as organizações do setor;

d) os intermediários e os fornecedores de matérias-primas normalmente têm presença mais forte que os fabricantes e estão vinculados também a outros setores econômicos;

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Tadeu Cruz (10)
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Capítulo 3 Regras Básicas Para Administrar ti

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

■ Apresentar as principais regras para administrar Tecnologias da Informação.

■ Discutir os custos de aquisição e operação de Tecnologias da Informação.

■ Entender a importância do orçamento de investimentos e do orçamento operacional.

■ Compreender como calcular o retorno sobre o investimento feito em TI.

PARA COMEÇAR

A Administração de TI é composta de um conjunto de regras que devem ser seguidas por quem quiser dar-se bem gerenciando uma área de informática e o relacionamento desta com seus usuários. É inadmissível que um gerente de informática não saiba quanto gasta sua área para operar e disponibilizar a informação na empresa (e existem gerentes assim). Ou, ainda, é inadmissível também ter um gerente que, sem qualquer previsão ou plano, atua por encomenda (também existem gerentes assim, e muitos outros são dos dois tipos).

Você conhece estes tipos de gerentes de TI?

Vamos começar a falar em algo muito crítico e sensível para qualquer organização nos dias atuais: custos.

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Capítulo 4 as Ondas de ti e Suas Implicações

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

■ Apresentar a evolução das Tecnologias da Informação nestes quase 60 anos de uso pelas Organizações.

■ Discutir os principais pontos de diferenciação das Eras de TI.

■ Entender como a evolução das Tecnologias da Informação se deu e qual o futuro imediato delas.

■ Compreender o alcance e o impacto das Tecnologias da Informação em nossa vida.

PARA COMEÇAR

Desde o início de vida nas organizações, período que chamo de computação comercial, as Tecnologias da Informação chegam até nós em ondas, da mesma forma como as do mar!

Então, como você imagina que estas ondas impactam no nosso dia a dia pessoal e profissional?

As Tecnologias da Informação chegam à nossa vida, e à das organizações, em movimentos cíclicos e, na maioria das vezes, regulares. Basta que cada onda de TI se espraie sobre a “nossa praia” para que logo haja um movimento de refluxo formando outra onda, que continuará a nos atingir de forma continuada, sem nos dar tempo de absorver e utilizar corretamente cada tecnologia.

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Capítulo 5 Business Process Management & BPM System

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

■ Apresentar os principais conceitos relacionados com BPM & BPMS.

■ Discutir as principais utilizações de softwares colaborativos.

■ Entender a importância do trabalho colaborativo.

■ Compreender como o trabalho pode passar de manual para automatizado por meio de uma ferramenta de Workflow.

PARA COMEÇAR

A forma como trabalhávamos nas áreas administrativas e na indústria de serviços até quase o final do século XX impedia-nos de ver a organização como um todo. Isto é, enxergávamos apenas nossa própria atividade e, salvo raras exceções, outras poucas que estivessem ao alcance de nossas mãos e dos nossos olhos, ainda que muitas atividades não se relacionassem com a nossa própria atividade.

Na empresa onde você trabalha, que tipo de operação existe, manual ou automatizada?

Exceto as indústrias de manufaturas, discretas e de transformação, que desde cedo aprenderam o que são processos, todos os outros setores econômicos só vieram a descobri-los no fim da década de 1990. Aliás, embora hoje muito se escreva, fale e discuta sobre processos de negócio (business processes), raras são as organizações que, efetivamente, os gerenciam e são gerenciadas por meio deles.

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Capítulo 1 Tecnologia da Informação: Do Plano Estratégico ao Plano Operacional

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

■ Apresentar os principais conceitos relacionados com o plano estratégico e sua ligação com o plano peracional.

■ Discutir as principais forças que governam as empresas.

■ Entender a importância do planejamento operacional.

■ Compreender a TI na perspectiva do planejamento estratégico.

PARA COMEÇAR

Comprar qualquer tipo de tecnologia sem que haja um planejamento estratégico que possa suportar essa compra é, na maioria das vezes, jogar dinheiro fora, pois tal tecnologia não estaria alinhada às necessidades estratégicas e operacionais da Organização.

Você concorda com esta afirmação?

Durante muito tempo, as Tecnologias da Informação foram tratadas e operacionalizadas pelas organizações com base em uma visão muito estreita, que as situavam apenas no pequeno mundo de um CPD.4 Eram tempos em que a informática servia muito mais aos propósitos do próprio órgão gestor da tecnologia que aos objetivos da empresa. Muitos erros foram cometidos por conta do caráter elitista que a informática tinha, principalmente pelo distanciamento que os usuários mantinham daquele ambiente e os profissionais de TI dos usuários.

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Respostas dos Exercícios

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1. A resposta certa é a alternativa “a”. Porque a tecnologia era caríssima, problemática para manter, difícil de usar e causava muita dor de cabeça aos usuários. (Seção 1.1)

2. A resposta certa é a alternativa “b”. SWOT é um acrônimo de Forças (Strengths), no português chamamos também de Pontos Positivos, Fraquezas (Weaknesses), Pontos Negativos, Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats). (Seção 1.4)

3. A resposta certa é a alternativa “e”. É necessário analisar os clientes atuais e os clientes potenciais. Em quais mercados a empresa atua ou tenha pretensão de vir a atuar. Curvas de demanda, custos e preços. Existem várias ferramentas para este tipo de análise ser feita. Podemos começar pela matriz do Boston Consulting Group (BCG). (Seção 1.4)

4. A resposta certa é a alternativa “c”. A criação dos objetivos estratégicos para os próximos três, cinco anos, com a necessidade de revisá-los a cada 12 meses, ou sempre que surgirem fatos novos e/ou relevantes que nos obriguem a tal revisão. (Seção 1.4)

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Silvio Aparecido Crepaldi Guilherme Sim Es Crepaldi (17)
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15 Programa de Auditoria para Verificação Complementar

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O objetivo deste programa é verificar aquelas contas, sejam patrimoniais ou de resultados, que não tenham sido abrangidas nos exames feitos por meio dos outros programas. Com essa verificação, fica completo o quadro, alcançando todas as contas registradas na contabilidade da empresa.

O campo do exame deve incluir não só as contas referidas, mas também aquelas que tenham sido encerradas durante o exercício, isto é, antes do final do exercício.

Inicialmente, deve-se verificar se tais contas guardam certa uniformidade em relação ao exercício anterior. Ao fazê-lo, deve-se ter em mente os efeitos da inflação e, naturalmente, as flutuações dos negócios da empresa. Outro teste é o da razoabilidade do montante da conta em relação a sua finalidade e às necessidades operacionais da empresa. Caso haja orçamentos prévios, estimativas ou previsões:

• deve-se fazer a comparação, para verificar a irregularidade;

• deve-se inspecionar o movimento das contas, em busca de flutuações acentuadas, lançamentos inusitados, contrapartidas incomuns e outros fatores anormais;

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2 Auditoria Interna e Externa: Funções e Diferenças

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Relativamente a assuntos contábeis, o auditor interno e o auditor externo operam em geral no mesmo campo, e ambos têm interesse na verificação da existência de:

• um sistema efetivo de controle interno para salvaguardar o patrimônio da empresa e que este sistema esteja funcionando satisfatoriamente e dentro das normas legais e internas da empresa;

• um sistema contábil capaz de fornecer os dados necessários para permitir a preparação de demonstrações contábeis que reflitam com propriedade a posição contábil e o resultado das operações da empresa.

As atividades de auditoria interna e de auditoria externa muitas vezes são executadas simultaneamente dentro das companhias, porém essas atividades possuem objetivos diferentes. Nas companhias de capital aberto, o principal objetivo da auditoria externa é emitir uma opinião sobre as demonstrações contábeis.

A NBC TI 01 – Da Auditoria Interna – estabelece o conceito de auditoria interna: ela compreende os exames, análise, avaliações, levantamentos e comprovações, metodologicamente estruturados para a avaliação da integridade, adequação, eficácia, eficiência e economicidade dos processos, dos sistemas de informações e de controles internos integrados ao ambiente, e de gerenciamento de riscos, com vistas a assistir a administração da entidade no cumprimento de seus objetivos.

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1 Fundamentos de Auditoria

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A administração de uma sociedade tem o dever de apresentar demonstrações contábeis e divulgações adequadas e esclarecedoras à opinião pública. A opinião dos auditores sobre esses demonstrativos é elemento fundamental na extensão que se traduz em sinônimo de confiabilidade às informações prestadas.

Todos nós gostaríamos de saber, em alguma circunstância, se as informações sobre os recursos gerados e aplicados, o resultado operacional e a variação patrimonial obedeceram a padrões usuais de medição. Se uma empresa representa um conjunto de transações complexas que envolvem aspectos operacionais, sociais e societários de várias grandezas, como saber sobre os controles, as técnicas contábeis, os procedimentos tributários e a obediência às normas regulamentadoras?

A NBC TA 01 – Estrutura Conceitual define e descreve os elementos e os objetivos de um trabalho de asseguração, identificando os trabalhos aos quais são aplicadas as Normas Técnicas de Auditoria (NBC TA), Normas Técnicas de Revisão (NBC TR) e Normas para Outros Trabalhos de Asseguração (NBC TO). Ela proporciona orientação e referência para:

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3 Organização de Firma de Auditoria Independente

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Embora a prática da contabilidade pública nos Estados Unidos da América do Norte seja regulamentada cada um de per si (esse reconhecimento ainda não se aplica no Brasil), pelos diferentes Estados, por Washington – DC e pelos três territórios, todas as leis e regulamentos são iguais. Na maioria das jurisdições, o auditor independente só tem autorização para exercer a profissão depois de atingir um alto nível de conhecimento, de passar em um exame e de adquirir a necessária experiência. A pessoa que preenche todas essas exigências tem licença para a prática de auditoria independente e é um CPA (Certified Public Accountant), correspondente no Brasil à profissão de auditor independente, que possui esse título em um Estado e pode exercer atividades do ramo em outro, com relativa facilidade. Os principais organismos profissionais nacionais e internacionais relacionados direta ou indiretamente com a auditoria são:

IASB: International Accounting Standards Board (Inglaterra);

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4 Controle de Qualidade no Exercício de Auditoria

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Os sistemas, as políticas e os procedimentos de controle de qualidade são de responsabilidade da firma de auditoria. De acordo com a NBC PA 01 – Controle de Qualidade para Firmas (Pessoas Jurídicas e Físicas) e NBC TA 220 de auditores independentes que executam exames de auditoria e revisões de informação contábil histórica e outros trabalhos de asseguração e de serviços correlatos, a firma tem por obrigação estabelecer e manter sistema de controle de qualidade para obter segurança razoável de que:

• a firma e seu pessoal cumprem com as normas profissionais e técnicas e as exigências legais e regulatórias aplicáveis; e

• os relatórios emitidos pela firma ou pelos sócios do trabalho são apropriados nas circunstâncias.

A firma de auditoria tem por obrigação estabelecer e manter sistema de controle de qualidade para obter segurança razoável de que a firma e seu pessoal cumprem com as normas profissionais e técnicas e as exigências legais e regulatórias aplicáveis. Deve estabelecer e manter sistema de controle de qualidade para obter segurança razoável de que os relatórios emitidos pela firma ou pelos sócios do trabalho são apropriados nas circunstâncias. Implementar procedimentos de controle de qualidade no nível do trabalho que forneçam ao auditor segurança razoável de que a auditoria está de acordo com normas profissionais e técnicas e exigências legais e regulatórias aplicáveis.

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Silvio Aparecido Crepaldi (15)
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Gabarito

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Capítulo 1

Múltipla escolha

1. a, b, a, b.

2. e.

3. d.

4. e.

5. (2) suíno

(1) terraço

(1) curral

(4) fungicida

(1) curral

(3) ceifadeira

(2) asinino

(1) pocilga

(4) fosfato

(4) sais minerais

6. (A) (B) (A) (A) (A) (A)

7. G/T/T/G/T

8. a, c, d.

9. a, c, d.

10. 3/2/1/2/3/2/1

11. b.

12. e.

13. c.

14. e.

15. d.

16. d.

17. a.

Capítulo 2

Múltipla Escolha

1. a; 2. b; 3. c; 4. d; 5. c; 6. c; 7. b; 8. d; 9. d; 10. e; 11. e; 12. c; 13. c.

Capítulo 3

Múltipla Escolha

1. c; 2. b; 3. a; 4. e; 5. c; 6. b; 7. a; 8. d; 9. d; 10. a; 11. a; 12. d.

Capítulo 4

Múltipla Escolha

1. b; 2. b; 3. a; 4. e; 5. d; 6. c; 7. c; 8. b; 9. c; 10. c; 11. b; 12. a; 13. d; 14. d; 15. c; 16. a; 17. c; 18. d; 19. a; 20. a; 21. c; 22. e; 23. d.

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4 Importância da contabilidade rural

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O sucesso de qualquer empreendimento está subordinado a uma administração eficiente. É justamente nesse aspecto que a Empresa Rural brasileira apresenta uma de suas mais visíveis carências, prejudicando todo o processo de modernização da agropecuária.

Grosso modo, é possível constatar que a administração rural no Brasil ainda se desenvolve dentro de critérios bastante tradicionais ou com um padrão de desempenho inaceitável. Essa característica não é atributo apenas de pequenas propriedades rurais, prevalecendo também entre as médias e grandes empresas, com economia de mercado e elevados níveis de renda.

Uma das ferramentas administrativas menos utilizadas pelos produtores brasileiros é, sem dúvida, a Contabilidade Rural, vista, geralmente, como uma técnica complexa em sua execução, com baixo retorno na prática. Além disso, quase sempre é conhecida apenas dentro de suas finalidades fiscais. A maioria dos produtores sujeitos à tributação do Imposto de Renda não mostra grande interesse por uma aplicação gerencial, relegando toda sua Contabilidade a profissionais da área contábil. As características qualitativas das demonstrações contábil-financeiras, de acordo com o CPC 00 representação fidedigna, tempestividade, compreensibilidade.

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5 Operacionalização contábil na empresa rural

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A Contabilidade é a radiografia de uma Empresa Rural. Ela traduz, em valores monetários, o desempenho do negócio e denuncia o grau de eficiência de sua administração. Em última análise, a Contabilidade vai dizer se uma Empresa Rural está atingindo o seu objetivo final: o lucro. Apesar de ser uma atividade que, por força de lei, só pode ser exercida por um profissional especializado, a Contabilidade deve ser acompanhada muito de perto pelo proprietário rural. É nos balanços e nos livros de registro que ele vai encontrar os diagnósticos que vão apontar o caminho do sucesso e as necessárias correções de rumo, inevitáveis no processo de evolução de qualquer Empresa Rural.

A forma de escrituração das operações é de livre escolha da pessoa jurídica rural, desde que mantenha registros permanentes com obediência aos preceitos da legislação empresarial e fiscal e aos princípios de contabilidade, devendo observar métodos ou critérios contábeis uniformes no tempo e registrar as mutações patrimoniais segundo o regime de competência, sendo obrigatória a manutenção do Lalur para fins da apuração do lucro real (RIR/99, arts. 251 a 275).

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9 Contabilidade da pecuária

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9.1 Introdução

Quando se refere às atividades da pecuária, logo se faz associação com gado vacum (bois e vacas); entretanto, elas se referem à criação de gado em geral, ou seja, animais que vivem em coletividade (rebanho), quer sejam bois e vacas, búfalos, carneiros, ovelhas e, entre outros, as aves que incluem frango, pato, marreco, faisão, peru etc.

O rebanho bovino do Brasil é explorado com dupla finalidade: leite e corte. A produção de leite vem em primeiro lugar e depois as vendas dos bezerros, também chamados de “machos leiteiros” para recria e engorda como gado de corte. Só que esses bezerros não recebem nenhum tratamento especial, o que atrasa seu desenvolvimento e preparo como futuro “boi de corte”. Em média, são necessários de quatro a cinco anos para se aprontar/terminar esse animal para o abate com 20 a 25 arrobas.

A obtenção e a compreensão das informações sobre custos são essenciais para o sucesso do negócio. Em primeiro lugar, os custos determinam o preço de venda; se os custos forem maiores do que o preço de venda, haverá prejuízo. Todos os custos aplicáveis ao produto ou serviço precisam ser considerados quando for determinado o preço de venda.

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10 Contabilização da pecuária pelo método de custo

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10.1 Introdução

A Contabilidade é a ciência encarregada de estudar e controlar o patrimônio das entidades, mediante o registro, a demonstração expositiva e a interpretação dos fatos ocorridos, com o fim de oferecer informação sobre sua composição e suas variações, bem como sobre o resultado econômico da gestão da riqueza patrimonial.

Dessa forma, a Contabilidade deve alicerçar-se nas premissas básicas (normas e regras), admitidas para o correto assentamento dos registros contábeis e das demonstrações deles decorrentes.

Na contabilidade industrial, mercantil ou rural, o registro contábil pelo método de custo deve antes de tudo orientar-se por alguns aspectos, conforme os itens a seguir.

10.2 Princípios e conceitos contábeis aplicados à Contabilidade Rural

Os Princípios de Contabilidade são:

10.2.1 Princípio da entidade

O Princípio da Entidade reconhece o Patrimônio como objeto da contabilidade e afirma a autonomia patrimonial, a necessidade da diferenciação de um patrimônio particular no universo dos patrimônios existentes, independentemente de pertencer a uma pessoa, um conjunto de pessoas, uma sociedade ou instituição de qualquer natureza ou finalidade, com ou sem fins lucrativos. Por consequência, nessa acepção, o patrimônio não se confunde com aqueles de seus sócios ou proprietários, no caso de sociedade ou instituição.

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