Tomasi Carolina Medeiros Jo O Bosco (11)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Capítulo 10 Condições de produção do texto

ePub Criptografado

■ Conscientizar o leitor de que o texto não é uma estrutura acabada, um produto.

■ Conscientizar o leitor de que o texto é produto parcial de nossa atividade comunicativa, que compreende processos, operações e estratégias que ocorrem na mente humana e são postos em ação em situações concretas de interação social.

■ Refletir com o leitor sobre a produção textual, que é uma atividade verbal, que está a serviço de objetivos sociais e, portanto, inserida em contextos mais complexos de atividades.

■ Refletir com o leitor sobre o fato de que o texto é uma atividade intencional do falante, em conformidade com as condições sob as quais o texto é produzido.

■ Conscientizar o leitor de que a produção textual é uma atividade interacional.

1. O que você entende por texto?

2. Em tecer, temos entrelaçamento de fios; podemos então dizer que no texto há entrelaçamento de ideias? Explicite esse fato, considerando que os fios precisam estar entrelaçados e não soltos.

Ver todos os capítulos

Capítulo 11 Polifonia e intertextualidade

ePub Criptografado

■ Conscientizar o leitor de que um discurso é sempre uma retomada de outro e que a originalidade na linguagem não existe.

■ Explicitar para o leitor que um texto remete a outro, num processo contínuo de diálogo, de intertextualidade.

■ Capacitar o leitor a confrontar um texto com outro que lhe serviu de base para verificar alterações de sentido.

■ Desenvolver habilidades de leitura do leitor, mostrando-lhe como o processo de intertextualidade é relevante para a compreensão de um texto.

■ Desenvolver no leitor habilidades de produção de texto com base em outros textos.

1. Você se recorda de alguma letra de música que se parece com alguma outra que você já ouviu? Qual?

2. Ouça Imagine de John Lennon e Wonderful World de Louis Armstrong e diga qual a diferença que existe entre elas.

3. Que diferença há entre o discurso de Chaplin em O grande ditador e o discurso do líder Martin Luther King?

Ver todos os capítulos

Capítulo 1 Modelos de comunicação

ePub Criptografado

■ Conhecer o que é comunicação nas organizações.

■ Explicitar a importância da comunicação nas empresas.

■ Conscientizar o leitor sobre a necessidade de domínio dos conceitos do esquema da comunicação para, posteriormente, poder atuar com competência na área oral ou escrita das comunicações empresariais.

■ Mostrar ao leitor como se pode tirar proveito dos elementos do processo de comunicação, variando o foco sobre cada um deles, ou seja, explicitar como o conhecimento das funções da linguagem pode propiciar melhoria na produção textual oral e escrita.

■ Discutir com o leitor conceitos relevantes de comunicação organizacional.

1. Qual a importância da comunicação em sua vida? Que valor você dá para a comunicação com sua família, seus colegas, seus amigos?

2. Que entende por comunicação?

3. Você está desempregado e procura um emprego. Que tipo de comunicação utiliza para alcançar uma colocação?

Ver todos os capítulos

Capítulo 2 Comunicações organizacionais

ePub Criptografado

■ Explicitar o que são comunicações organizacionais.

■ Reconhecer os vários estágios da comunicação pelos quais passaram as empresas nas últimas décadas.

■ Entender que comunicação é processo e que, portanto, todos os seus elementos devem ser considerados no ato de comunicação.

■ Habilitar o leitor para compreender as metáforas veiculadas nas mais diversas mensagens que ocorrem no interior das organizações.

■ Habilitar o leitor para compreender que a comunicação empresarial é fator indispensável para o sucesso de qualquer empresa.

1. Que você acha de as empresas fecharem-se à imprensa?

2. Que pensa de uma empresa considerar relevante conquistar o apoio da opinião pública?

3. Tornar público, via imprensa, o trabalho de uma empresa é uma prestação de contas à sociedade? Por quê?

4. Comente a frase: “Todos nós somos influenciados pela reputação de uma empresa quando escolhemos o que comprar.”

Ver todos os capítulos

Capítulo 3 Comunicação externa e interna e estratégia de relações humanas

ePub Criptografado

■ Refletir sobre conceitos de comunicação empresarial e necessidade de clareza e transparência da comunicação.

■ Discutir com o leitor como a linguagem pode tornar a comunicação eficaz.

■ Desenvolver habilidades para a comunicação entre os empregados da empresa e mostrar como a comunicação interna é tão importante quanto a externa.

■ Desmistificar o silêncio. Aprender que todos podem comunicar-se dentro de uma empresa e que a comunicação de todos é importante para uma organização.

■ Mostrar que a comunicação é tornar comum uma ideia, um pensamento, uma informação. Não é necessário ser um papa-gramática para se comunicar com uma pessoa de grau hierárquico superior.

1. Por que será que o profissional de comunicação é visto dentro das empresas como alguém a ser chamado para apagar incêndio e não como alguém a participar de decisões ou dar pareceres que possam antecipar futuros problemas de imagem da organização?

2. Uma grande rede de supermercados comprou outra e está gerando grande preocupação dos consumidores. Você, comunicador profissional, não foi ouvido quando tomaram a decisão de compra, embora tivesse o que dizer. Como você acalmaria o público, que teme a falta de concorrência e a elevação dos preços? Como reagiria com relação a seus superiores, que não consultaram um especialista de comunicação antes de tomar a decisão de compra da outra rede de supermercados?

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Tachizawa Takeshy (20)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Anexo 1 Resenha de Filmes Ilustrativos

ePub Criptografado

A firma; A história de uma fraude (o caso Enron); Ameaça virtual; Amazônia em chamas; Apolo 13 – do desastre ao triunfo; A queda do Império Romano; Com o dinheiro dos outros; Erin Brockovich; Henry Ford: a história da indústria automobilística; Hoffa: um homem, uma lenda; Mauá – o Imperador e o Rei; O amor é contagioso; O dia depois de amanhã; O informante; O nome da rosa; Os doze trabalhos de Asterix; O último samurai; Tucker – um homem e seu sonho; Wall Street: poder e cobiça.

Os filmes, como estratégia didática, devem ser trabalhados como um processo ao invés de utilizá-los como simples resposta a um determinado assunto-aula.

A firma (com Gene Hackmann e Tom Cruise).

É a história de um brilhante e ambicioso Advogado (Tom Cruise), recém-formado, na mais conceituada Faculdade de Direito do país. Enfatiza os processos de recrutamento e seleção de colaboradores das empresas, principalmente aqueles de alto nível. O Advogado, personagem central do filme, emprega-se, dessa forma, em uma pequena, mas próspera, firma de advocacia. A liderança exercida pelo diretor presidente, principal gestor deste escritório de advocacia, é do tipo paternalista, que objetiva transformar a firma em uma grande família para seus empregados. A empresa, dessa maneira, é controlada, informalmente, pelos seus principais gestores que objetivam transformá-la em uma irmandade, composta pelos seus empregados, satisfeitos e submissos. Os problemas domésticos relacionados à residência, carro, saúde da esposa, bem-estar de todos da família era objeto de aparente preocupação do diretor presidente e demais sócios-diretores do escritório de advocacia. De forma natural, mesmo sem estar consciente, o presidente da firma, na realidade, adotava na prática a abordagem das relações humanas, desenvolvida no início do século XX, na indústria Western Eletric, em Hawthorne, por Elton Mayo. É um enfoque conservador, ainda, presente na administração de recursos humanos das organizações empresariais. Da noite para o dia, o Advogado e sua esposa passam a ter um altíssimo estilo de vida com que jamais sonharam. É quando vêm à tona os negócios ilícitos que encobrem as atividades, legalmente, desenvolvidas pela empresa. De acordo com o plano estratégico da Firma, mais de 30% do volume total de seu faturamento eram atividades ilícitas desenvolvidas pelo escritório de advocacia. O Advogado enfrenta forças que não se detêm diante de nada, para proteger os interesses da Firma. Daí surge a crise de identidade e a decisão do agora experiente Advogado de atentar para as questões éticas e de responsabilidade social corporativa, que são convergentes com sua escala de valores. A questão dos impostos pagos pelas empresas-cliente e que o escritório de advocacia defende enfrenta a questão ética e a legislação vigente, que permeia o planejamento tributário corporativo no mundo dos negócios. Passagens do filme que mostra o controle paternalista exercido pela diretoria da Firma sobre a família do personagem evidenciavam o poder manipulador desta prática. Este controle acabou se transformando em uma verdadeira invasão de privacidade, chegando ao extremo de um sutil monitoramento através de câmeras e grampos telefônicos na própria residência do casal. Era uma preocupação em passar um conceito de trabalho em uma grande família tanto internamente junto aos seus colaboradores como em relação ao plano externo para promover institucionalmente uma imagem, aparente, de organização socialmente responsável. A preocupação dos dirigentes da Firma era demonstrar aos seus colaboradores e clientes algo que não existia. Ou seja, que imperava no escritório de advocacia um saudável ambiente organizacional de uma equipe que trabalhava com ética e responsabilidade social corporativa. É uma lição de que as empresas melhor reconhecidas pela comunidade são aquelas que refletem o bom relacionamento com seus diferentes públicos e, principalmente, com seus colaboradores. Isso inclui a qualidade na divulgação de informações, a política de remuneração de dividendos e o retorno satisfatório para os acionistas, além da transparência dos relatórios de atividades empresariais e dos balanços financeiros. Evidencia o relacionamento de uma empresa privada (Segundo Setor) com os órgãos governamentais (Primeiro Setor) e a limitação de controle por parte dos mesmos sobre as atividades empresariais. É exatamente esta limitação que pode estar destacando espaços de atuação (justiça e promoção de direitos) para organizações não governamentais, ou mesmo para parceria entre empresas privadas e o Governo para atenuar ou mesmo eliminar atividades empresariais ilícitas.

Ver todos os capítulos

Capítulo 10 Empresas de Serviços Financeiros

ePub Criptografado

Este setor econômico abrange organizações como bancos, seguradoras, financeiras, crédito imobiliário, leasing, corretoras e distribuidoras de valores, que se caracterizam por:

a) existência de barreiras institucionais e governamentais à entrada de novas empresas;

b) elevada regulamentação estatal;

c) a competição básica é via lançamento de novos serviços financeiros, em busca da conquista de novos clientes;

d) significativo volume de investimento e de capital para entrada no setor.

É um setor cuja rentabilidade das empresas que o compõem está diretamente vinculada às macropolíticas econômicas, em que períodos de alta inflacionária estão associados a altas margens de rentabilidade, ou alternativamente, em períodos normais da economia, rentabilidade baseada na intermediação financeira e expansão de suas operações normais.

O incremento das fusões e aquisições de empresas, captação de recursos externos, bem como a tendência de privatização da economia, influenciam sobremaneira o desempenho de todo o setor.

Ver todos os capítulos

Capítulo 11 Empresas de Serviços Especializados

ePub Criptografado

Nessa categoria, enquadram-se empresas de serviços especializados, tais como: agências de publicidade e propaganda, consultorias, auditorias independentes e escritórios profissionais especializados.

Seu produto final tem alto conteúdo tecnológico e de conhecimento. Sua mão de obra é altamente especializada, e uma empresa do setor necessita, como fator de sobrevivência, de um verdadeiro banco de dados de talentos, bem como de conhecimento e informações específicas.

Talento, e não estratégias empresariais ou produtos inovadores, é o fator determinante para a sobrevivência do negócio.

Em função das características básicas e das estratégias empresariais genéricas próprias das organizações pertencentes ao setor de empresas de serviços especializados, podem-se delinear estratégias de gestão ambiental e de responsabilidade social, conforme as descritas a seguir.

Como estratégia em responsabilidade social, tem-se o caso da Skill Contabilidade, empresa de prestação de serviços localizada em Pernambuco. A empresa adotou a cidade de Tabira (cerca de 400 quilômetros de Recife), implantando um projeto social que se desdobra em várias frentes, aulas sobre o cultivo de hortaliças, instalação de posto médico completo, construção de reservatórios de água potável e atendimento médico domiciliar para pacientes da terceira idade, entre outros programas. Todos os empregados da empresa participam como voluntários.

Ver todos os capítulos

Capítulo 12 Instituições do Setor Educacional

ePub Criptografado

O setor educacional, composto pelas Instituições de Ensino Superior (IES), quando analisados apenas os estabelecimentos de ensino de nível superior de caráter privado, caracteriza-se por:

• diferenciação das instituições de ensino em função de sua localização geográfica, tanto em termos qualitativos (porte, tipo de cursos oferecidos, qualificação do corpo docente e demais peculiaridades intrínsecas), como em termos quantitativos em face do diferente grau de concentração geográfica de IES, por região do país (por exemplo, na região Sudeste há maior concentração de instituições de ensino);

• baixa concentração de IES em suas áreas geográficas de atuação, sem participação majoritária de nenhuma instituição, apesar de eventual existência de poucas organizações de significativo porte;

• interdependência entre as IES da mesma região, em que o comportamento e o desempenho de uma instituição têm reflexo direto sobre as demais, bem como pelo fato de que quanto menor for o número de instituições e quanto mais semelhantes em termos de porte, maior será a interdependência entre tais instituições;

Ver todos os capítulos

Capítulo 13 Organizações de Outros Ramos de Negócios

ePub Criptografado

Segundo a Gazeta Mercantil (2004), as atividades empresariais podem ser classificadas em setores como: agricultura; alimentos; autopeças e material de transportes; bebida e fumo; cana, açúcar e álcool; carne e pecuária; comércio atacadista; comércio exterior; comércio varejista; comunicação-agência; comunicação-veículo; construção; distribuidores de veículos e peças; eletroeletrônica; farmacêuticos e higiene; finanças; holdings; informática; madeira, móveis e papel; mecânica; metalurgia; mineração; não metálicos; plásticos e borrachas; química e petroquímica; seguros e previdência; serviços; telecomunicações; têxtil e couros; transportes e armazenagem.

Tais setores, agrupados em categorias maiores, ainda segundo a publicação Panorama Setorial da Gazeta Mercantil (2004), podem conter segmentos na forma relacionada a seguir.

Alimentos e Rações: Fruticultura; Indústria de Conservas; Mercado de Refeições; Mercado de Rações; Biotecnologia-Alimentos; Transgênicos.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Salotti Bruno Meirelles Et Al (17)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

10 Ativo Imobilizado

ePub Criptografado

A Telefônica Brasil, dona da marca Vivo, registrou lucro líquido de R$ 1,2 bilhão no balanço do quarto trimestre de 2016, crescimento de 9% em relação ao mesmo período de 2015. No ano, o lucro atingiu R$ 4,08 bilhões, alta de 22,6% na comparação anual.

(...)

A companhia atribuiu a evolução do lucro à menor depreciação, devido à reavaliação da vida útil de ativos imobilizados.”

Fonte: SANTANA, Ivone. Valor Econômico, 21 fev. 2017.

Beneficiada por uma série de fatores sem relação direta com suas operações, a empresa de engenharia e construção do grupo Techint no Brasil viu seu lucro líquido passar de R$ 572 mil, em 2015, para R$ 6,02 milhões, no ano passado. As ajudas vieram principalmente da venda de máquinas e equipamentos para outras empresas do grupo e de menos imposto pago.

(...) A linha de ‘outras receitas’ do balanço cresceu 275% – de R$ 2,72 milhões, passou para R$ 10,19 milhões. Desse total, R$ 9,1 milhões dizem respeito a venda de imobilizado, com R$ 8,1 milhões para outras companhias no mesmo grupo. É uma estratégia, segundo as notas explicativas do balanço, de ‘readequar e realocar máquinas e equipamentos estratégicos’ (...).”

Ver todos os capítulos

11 Ativo Intangível

ePub Criptografado

O valor das marcas e das carteiras de clientes adquiridas de terceiros são o principal tipo de ativo intangível das empresas brasileiras listadas em bolsa, depois dos direitos contratuais, como as concessões públicas, segundo estudo exclusivo obtido do Valor.

A pesquisa feita pela consultoria e auditoria Mazars mapeou a maneira como os intangíveis são registrados nos balanços por 12 diferentes setores. Os intangíveis são ativos não físicos considerados estratégicos, por trazerem vantagens competitivas, como domínios de internet e licenças. No Brasil, a partir da Lei 11.638, de dezembro de 2007, passou a existir um lugar para eles nos balanços das empresas. ‘Não existia uma visão consolidada da forma como se faz na prática o registro de intangíveis por setor no Brasil. A proposta foi produzir um diagnóstico da nossa realidade’, diz Fabio Pecequilo, diretor da Mazars.

[...] A firma analisou as demonstrações financeiras de 2012 e 2013 de 228 companhias de capital aberto, reunidas segundo a relevância de seu valor de mercado ou pela listagem em um dos segmentos de governança da bolsa. Os direitos contratuais responderam por 39% dos intangíveis reconhecidos nos últimos dois anos, seguidos por aqueles relacionados a clientes e marcas, com cerca de 5% cada um. Excluídas as empresas de utilidade pública, como geradoras de energia, o valor dos direitos relacionados a contratos representa apenas 4% das transações e é superado pelo preço pago por carteiras de clientes (10,4%) e por marcas (9,4%), mostra o estudo.

Ver todos os capítulos

12 Teste de Impairment

ePub Criptografado

A baixa contábil de R$ 48,3 bilhões divulgada na segunda-feira pela Petrobras, principal causa do maior prejuízo da história da petroleira, é a mais significativa de um trimestre marcado por ajustes contábeis bilionários pelas empresas de capital aberto. Na bolsa brasileira, ao menos cinco companhias registraram perdas elevadas por redução ao valor recuperável de ativos (impairment, na expressão em inglês). Petrobras, Vale, Usiminas, Gerdau e BM&FBovespa divulgaram em seus balanços do quarto trimestre baixas contábeis que somam mais de R$ 90 bilhões. O montante representa cerca de 5% do valor de mercado de todas as 57 companhias que compõem o Ibovespa (R$ 1,83 trilhão). Outras empresas como Grendene, Embraer, Natura, Tractebel, Senior Solution e Mills também registraram baixas por impairment, mas em proporções menores, na casa dos milhões.”

Fonte: CARRANÇA, Thais. Valor Econômico, 23 mar. 2016.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM DO CAPÍTULO

Ver todos os capítulos

13 Tributos Sobre o Lucro

ePub Criptografado

A Gol informou no release de resultados do quarto trimestre que a controlada GLA – principal empresa da holding, responsável pelo transporte aéreo – possui créditos fiscais no montante de R$ 1,4 bilhão.

(...)

‘Face aos recentes acontecimentos no Brasil, instabilidade econômica, oscilações do dólar e demais variáveis que afetaram projeções de resultados futuros, a GLA deixou de registrar os créditos sobre prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social na sua totalidade’, afirma a Gol.

A Gol diz que o grupo (GLA) possui um montante total de créditos fiscais de R$ 62,5 milhões, sendo R$ 58,7 milhões referente a prejuízo fiscal e base negativa de contribuição social e R$ 3,8 milhões referente a diferenças temporárias, com realização suportada pelo plano de longo prazo da companhia.”

Fonte: OLIVEIRA, João José. Valor Econômico, 7 mar. 2018.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM DO CAPÍTULO

Ver todos os capítulos

14 Demonstração do Resultado Abrangente

ePub Criptografado

A partir do balanço deste ano, ganhos e perdas atuariais gerados por planos de pensão passarão a ser registrados apenas no patrimônio líquido das empresas, na conta ‘outros resultados abrangentes’, acabando a possibilidade de contabilização no resultado ou o uso do método ‘corredor’. (...)

Com base nas premissas atuariais – e dentro do método ‘corredor’ (ver mais ao lado) –, o Banco do Brasil deve reconhecer R$ 1,35 bilhão no resultado de 2012, referente ao saldo positivo no plano 1 da Previ (parcelas mensais de R$ 130 milhões no primeiro semestre e de R$ 96 milhões no segundo). A partir deste ano, com a mudança de regra, esse reconhecimento deixa de existir. As variações serão registradas no PL. (...)”

Fonte: Valor Econômico, 16 jan. 2013.

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) colocou hoje em audiência pública uma proposta para proibir que as empresas apresentem o chamado resultado abrangente exclusivamente dentro da demonstração de mutações do patrimônio líquido. Seguindo as exigências do Conselho de Normas Internacionais de Contabilidade (IASB, na sigla em inglês), a autarquia quer que a demonstração do resultado abrangente seja, obrigatoriamente, apresentada de forma isolada. (...)

Ver todos os capítulos

Ver Todos

S Ant Nio Lopes De (12)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

10 Arbitragem, mediação, conciliação e negociação

ePub Criptografado

A Lei n. 9.307/1996 é a que regula a arbitragem no Brasil. E, pela sua importância, a Portaria n. 60/2011 do CFC criou, no âmbito do sistema CFC, CRCs, um grupo de estudo sobre mediação e arbitragem, para divulgar essa forma alternativa, moderna e adequada para a solução de conflitos.

Admite-se a arbitragem como uma forma adequada de solução de conflitos quando a demanda envolve direitos patrimoniais disponíveis.

A arbitragem é um importante segmento de mercado para os profissionais de Contabilidade, seja no âmbito das relações internacionais, seja na solução de conflitos internos. E, pela sua importância, torna--se necessário que sejam comentados os aspectos fundamentais para a sua difusão, a fim de viabilizar mais essa importante atividade para os contadores.

A arbitragem possibilita uma solução rápida às demandas, sendo de natureza sigilosa, entre outras notáveis vantagens em relação ao Poder Judiciário, que é formal, com muitos recursos e instâncias que o tornam lento, com processos que se arrastam por anos, algumas vezes até por décadas.

Ver todos os capítulos

11 Perícia e o Código do Processo Civil

ePub Criptografado

O CPC/2015 trata da aplicação das normas processuais fundamentais. A reprodução parcial do Código de Processo Civil de 2015, que se segue, permite a visualização dos principais artigos vinculados à perícia contábil:

“Art. 95. Cada parte adiantará a remuneração do assistente técnico que houver indicado, sendo a do perito adiantada pela parte que houver requerido a perícia ou rateada quando a perícia for determinada de ofício ou requerida por ambas as partes.

§ 1o O juiz poderá determinar que a parte responsável pelo pagamento dos honorários do perito deposite em juízo o valor correspondente.

§ 2o A quantia recolhida em depósito bancário à ordem do juízo será corrigida monetariamente e paga de acordo com o art. 465, § 4o.

§ 3o Quando o pagamento da perícia for de responsabilidade de beneficiário de gratuidade da justiça, ela poderá ser:

I – custeada com recursos alocados no orçamento do ente público e realizada por servidor do Poder Judiciário ou por órgão público conveniado;

Ver todos os capítulos

12 Laudo pericial contábil

ePub Criptografado

O laudo pericial contábil é a peça escrita, na qual os peritos contábeis expõem, de forma circunstanciada, as observações e estudos que foram feitos e registram as conclusões fundamentadas da perícia. O laudo pericial contábil judicial é uma sólida pronúncia científica, sob a forma de diagnóstico para auxiliar o convencimento do julgador, em relação à sentença que será proferida pelo magistrado ou pelo árbitro.

Cabe ao perito a obrigação inalienável de fundamentar e justificar as respostas desse laudo, assim como a conclusão, sob pena de nulidade do seu labor. A fundamentação ocorre com base nos documentos e informações que instruíram a ação na literatura contábil. Para fins de clareza, em relação à terminologia, deve o perito preferencialmente fazer uso da doutrina, para explicar o sentido e o alcance de cada uma das categorias utilizadas em seu laudo. Portanto, expressões vinculadas ao contabiliquês1 devem ser evitadas.

O fato de que toda a fundamentação ocorre com base nos documentos e informações que instruíram a ação está baseado no princípio da não surpresa, que deu origem ao CPC/2015.

Ver todos os capítulos

1 Fundamentos de perícia contábil

ePub Criptografado

No Brasil, a matéria sobre “Perícia Contábil” foi incluída para debate pela primeira vez perante um evento da classe no I Congresso Brasileiro de Contabilidade de 1924. O referido conclave chegou inclusive à conclusão sobre a necessidade de dividir em três as funções profissionais, ou seja, as de: Contador, Guarda-livros e Perito.

Foi no mesmo Congresso de 1924 que também se concluiu coletivamente sobre a eminente necessidade de “Oficialização da perícia judicial, cujos trabalhos seriam atribuídos privativamente aos membros das ditas Câmaras”, ou seja, sobre a pretensão de se atribuir aos Conselhos de Contabilidade, quando criados, a fiscalização do importante trabalho do perito.

Além do referido, também na época e naquele evento histórico foi decidido sobre a imperiosa correlação entre a remuneração e as horas despendidas pelo profissional no trabalho.

As primeiras décadas do século XX foram palco de uma crise ocorrida no setor profissional de perícias, segundo o testemunho dos trabalhos apresentados. Grassava na época uma “indústria da falência”, ou seja, a intensa maquinação para mascarar situação nos balanços e com a manobra falaciosa produzir quebras de empresas.

Ver todos os capítulos

2 Plano de trabalho em perícia contábil

ePub Criptografado

Conhecido o trabalho que deve executar e a opinião que deve emitir em cada questão ou quesito formulado, o perito deve traçar, com antecedência a maneira de executar as tarefas e os pontos que deve tanger, inclusive os correlatos.

Essa “previsão de tarefas”, baseada nas questões propostas, constitui o plano de trabalho.

O plano é um guia a ser seguido, de forma organizada e harmônica, com as reflexões necessárias e as medidas que devem ser tomadas em cada quesito ou questão.

Para conseguir tal plano, é preciso seguir etapas. Dependendo da classe de perícia a realizar, traça-se a metodologia. Um plano depende de:

1. Pleno conhecimento da questão (se for judicial, pleno conhecimento do processo).

2. Pleno conhecimento de todos os fatos que motivam a tarefa.

3. Levantamento prévio dos recursos disponíveis para exame.

4. Prazo ou tempo para a execução das tarefas e entrega do laudo ou parecer.

5. Acessibilidade aos dados (se depende de muitos locais, com deslocamentos, burocracias etc.).

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Paladini Edson Pacheco (13)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

1. Gestão da Qualidade: Conceitos Consagrados Pela Prática

ePub Criptografado

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Espera-se que, ao final do texto, o leitor esteja apto a:

■ Como a Gestão da Qualidade desenvolve suas ações tendo em vista os diferentes conceitos da qualidade.

■ Quais os referenciais que são utilizados para estruturar e ampliar o conceito da qualidade.

■ Como a TQM e a Gestão da Qualidade no processo introduziram novas dimensões à Gestão da Qualidade tradicional.

Um conjunto de conceitos bem caracterizados suporta a estrutura e o funcionamento do processo de Gestão da Qualidade. Os mais relevantes, é evidente, referem-se à forma como se entende a qualidade, ou seja, a noção da qualidade adotada em cada organização. Esta noção é estruturada, claro, a partir de referenciais bem definidos.

Neste Capítulo, propõe-se uma abordagem específica para a qualidade, desdobrando-a em dois planos bem definidos – um “espacial” e outro “temporal”. Por extensão, o processo de gestão passa a ser exercido tendo em vista ambas as direções. A partir desta abordagem, amplia-se a concepção da qualidade.

Ver todos os capítulos

1. QUALIDADE: OS CONCEITOS ESSENCIAIS E SUAS DECORRÊNCIAS

ePub Criptografado

OBJETIVOS DO
CAPÍTULO

■ Apresentar as características dinâmicas da qualidade.

■ Analisar a qualidade em termos do uso comum do termo.

■ Evidenciar como as concepções usuais da qualidade impactam sobre seu desenvolvimento nas organizações produtivas.

■ Mostrar que as diferentes concepções da qualidade geram oportunidades e determinam desvios nas ações das empresas.

■ Reforçar o impacto do consumidor no conceito estratégico da qualidade.

Selecionar quais conceitos serão usados para definir qualidade é a primeira grande decisão da Gestão da Qualidade. Isso porque, definidos os conceitos, começa-se a decidir quais serão os princípios que determinarão as características gerais e as formas de atuação da Gestão da Qualidade. Como se sabe, princípios são regras, formais ou não, que regem o desenvolvimento de um processo.

No caso da Gestão da Qualidade, o que essas regras determinam?

No âmbito da Gestão da Qualidade, tais princípios envolvem tanto as diretrizes gerais que direcionam as ações da organização, quanto as normas de funcionamento de cada uma de suas partes.

Ver todos os capítulos

2. GESTÃO ESTRATÉGICA DA QUALIDADE

ePub Criptografado

OBJETIVOS DO
CAPÍTULO

■ Apresentar os conceitos básicos da qualidade, como também as definições de Gestão da Qualidade, conferindo especial ênfase à Gestão Estratégica da Qualidade.

■ Evidenciar a importância da noção de Melhoria Contínua.

■ Enfatizar a dimensão social da qualidade.

■ Mostrar como a qualidade é produzida a partir do projeto do bem tangível ou do serviço.

■ Discutir a evolução do conceito de Controle da Qualidade.

■ Analisar modelos gerais para o Planejamento da Qualidade.

Os conceitos da qualidade têm gerado importantes desdobramentos, tanto em termos de novas noções como também de novas ferramentas, estratégias e métodos para produzir qualidade. Esse conjunto de referenciais e processos tem permitido criar uma visão abrangente da Gestão da Qualidade, que envolve aspectos como o planejamento estratégico da qualidade, a economia da qualidade e mesmo os modelos de qualidade desde o projeto. O impacto social da qualidade se insere neste contexto, em uma visão com notável atualidade e abrangência.

Ver todos os capítulos

2. Métodos e Estruturas da Gestão da Qualidade Consagrados Pela Prática

ePub Criptografado

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Espera-se que, ao final do texto, o leitor esteja apto a:

■ Constatar como as múltiplas concepções de qualidade determinam posturas práticas bem definidas nas organizações produtivas.

■ Compreender elementos técnicos que inseriram o conceito da qualidade desde o projeto do produto.

■ Perceber a utilidade efetiva de conceitos que, a partir de generalizações de noções básicas, edificaram a dimensão social da qualidade.

■ Entender modelos gerais de planejamento e controle da qualidade, bem como assimilar o funcionamento das estruturas que suportam esses modelos.

■ Caracterizar os métodos de economia da qualidade que atuam tanto no projeto quanto na conformação dos produtos.

Os métodos e as estruturas da Gestão da Qualidade procedem dos conceitos que foram descritos no capítulo anterior e de algumas noções deles decorrentes. Esses métodos têm sido testados, na prática, e são considerados como os mais adequados para a nossa realidade. Este capítulo analisa as múltiplas abordagens da qualidade a partir de dois referenciais, quais sejam, aqueles introduzidos pelas propostas de Garvin e aqueles que decorrem do chamado impacto social da qualidade. Alguns novos conceitos são desenvolvidos e, a seguir, analisam-se elementos operacionais da Gestão da Qualidade, como o processo gerencial em si e a estrutura de organização que sustenta a produção da qualidade. O envolvimento de recursos é também considerado – sobretudo por tratar-se de elemento crucial de todo o esforço para gerar qualidade nas organizações.

Ver todos os capítulos

3. AÇÃO GERENCIAL DA QUALIDADE

ePub Criptografado

OBJETIVOS DO
CAPÍTULO

■ Apresentar os métodos gerais mais utilizados atualmente para estruturar a gestão da Qualidade.

■ Enfatizar o papel do Agente de Decisão na gestão da Qualidade.

■ Discutir como os recursos humanos da organização podem ser envolvidos no esforço pela produção da qualidade em processos, métodos, bens tangíveis e serviços.

■ Desenvolver as ideias básicas que hoje definem a cultura da qualidade nas organizações.

Os elementos fundamentais da Gestão da Qualidade são os métodos de atuação do processo gerencial e as pessoas que os desenvolvem. Esses componentes da Gestão da Qualidade mantêm estreita relação entre si e espera-se que atuem em perfeita adequação, ajuste e conformidade. O método é composto pelas ações gerenciais; as pessoas são os agentes. O processo de gestão desdobra-se em duas grandes fases: a definição das políticas da qualidade e a definição dos meios para viabilizá-las.

Por outro lado, são inúmeros os agentes envolvidos. Há, por exemplo, os técnicos (chamados, às vezes, de gerentes da qualidade), que parecem ser as peças mais típicas da engrenagem que gera qualidade. Não se discute sua importância, mas, como se verá, pelas suas características de abrangência e por sua componente estratégica, a Gestão da Qualidade não poderia ficar restrita a este grupo e o empenho para garantir o envolvimento de todos os recursos humanos da organização desempenha um papel crítico em todo o processo gerencial da qualidade.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais