Teresinha Covas Lisboa Douglas De Matteu (13)
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Capítulo 3 – Gestão Estratégica e Modelos de Gestão

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Estratégia de sucesso num determinado momento se transforma em estratégia de fracasso assim que a tecnologia e o ambiente se transformam e a empresa não consegue se adaptar às mudanças.

(GAJ, 2018, p. 57)

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

■ Discutir a importância da gestão estratégica nas empresas.

■ Apresentar a formulação, as análises e as etapas da estratégia.

■ Descrever os modelos emergentes de gestão estratégica.

■ Desenvolver os conceitos existentes com foco em exemplos.

CASO DE CONTEXTUALIZAÇÃO

Citemos como exemplo dessa mudança de processo de Gestão Estratégica a Drogaria Onofre, com seus métodos inovadores de atendimento e estratégia:

Situada em uma das esquinas mais movimentadas de São Paulo, a nova loja modelo da Drogaria Onofre foi inaugurada há duas semanas e, apesar do pouco tempo, já se nota algumas mudanças de comportamento dos seus clientes. Uma delas é em relação às formas de pagamento. Após a reinauguração da unidade, 52% deles foram efetuados no self-checkout, onde os consumidores processam e pagam a própria conta, sem o auxílio de operadores de caixa. A Presidente da marca, Elizangela Kioko ficou impressionada com a rápida adesão da clientela à novidade. “Nós fazemos pesquisas constantemente com os consumidores e ficamos surpresos. Muitos, inclusive, nos deram sugestões de pequenas mudanças no painel do caixa de autoatendimento”, diz. Outra grande mudança da unidade da rua Pamplona, além da entrada que agora é voltada para a avenida Paulista, foi no atendimento dos farmacêuticos, que passaram a dar mais atenção à clientela. Segundo a presidente da marca, isso está ocorrendo porque a loja passou a contar com a ajuda de um robô na área do estoque. “Nós temos um robô na retaguarda e isso fez com que a gente tivesse um espaço mais compacto e com muito mais produtos. Além disso, o farmacêutico não precisa mais parar de atender o consumidor para buscar um medicamento, o que dependendo do caso demorava muito tempo. Atualmente, ele pede o medicamento no estoque por meio de uma tela e o robô o entrega. Assim, o atendente fica focado no que é importante: ajudar o cliente na gestão do seu tratamento”, ressalta.

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Capítulo 4 – Marketing: do Tradicional ao Digital

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Uma plataforma de engajamento é um conjunto de pessoas, processos, interfaces e artefatos cujos desenho para o engajamento possibilita ambientes de interações que intensificam ganhos agenciais na criação de valor.

Ramaswamy e Ozcan (2014, p. 34).

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

■ Discutir a importância do Marketing na sociedade contemporânea.

■ Desenvolver a evolução dos principais conceitos de Marketing.

■ Contextualizar o Marketing 4.0 no ambiente corporativo.

■ Desenvolver as principais ferramentas de Marketing Digital.

■ Exercitar os conceitos no ambiente corporativo.

CASO DE CONTEXTUALIZAÇÃO

A 99 é uma start-up fundada em 2012 que utiliza um aplicativo conectando taxistas e passageiros cadastrados em uma plataforma, contato este feito por meio de smartphones. Ele possibilita o pagamento em dinheiro ou de forma digital, geralmente mais em conta para o passageiro. Teve como barreiras de entrada o fato de nem todos os taxistas terem como hábito o uso de aplicativos e informações quanto à sua operação. Em 2013, houve a expansão de tal mercado, seja pelo aprofundamento da recessão econômica no Brasil, seja pela popularização deste modelo de negócios por meio da entrada de concorrentes. Algumas estratégias sustentaram o crescimento do negócio, como o melhor aproveitamento da frota de taxistas, que possuem um cadastramento oficial da prefeitura, além de parcerias e promoções junto aos próprios profissionais. Eles indicavam outros parceiros, bem como as empresas. Como o nome do aplicativo é 99, trata-se de uma das primeiras opções na busca por ordem alfabética. Com práticas caseiras, a empresa consolidou-se na cidade de São Paulo e, para continuar o crescimento sustentado, recebeu aportes do fundo americano Tiger Global Management.

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Capítulo 13 – Gestor: Prevenções Éticas de Forma Estratégica e o Direito Atual

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A liberdade é o direito de fazer tudo o que as leis permitem.

Montesquieu.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Realçar as obrigações do gestor.

■ Demonstrar os resultados da atuação profissional do gestor nas esferas pessoal e profissional.

■ Contextualizar a legislação para os gestores.

CASO DE CONTEXTUALIZAÇÃO

O gestor-sócio de uma instituição no país, com poderes de administração, resolve retirar-se da sociedade, após alguns anos de atuação, e conhecendo de uma demanda trabalhista contra a empresa, nada toma como providência. Dez anos depois da saída do gestor e após ter falecido, sua esposa e seus filhos são surpreendidos, por terem seus bens apreendidos, para o cumprimento da ação trabalhista, já que a empresa da época não existe mais.

Com a leitura do caso, é possível perceber quais foram alguns dos direitos violados com relação aos cases relatados? No caso, o direito social do trabalho do empregado foi comprometido, que, ao processar a instituição, não teve bens para honrar com seu crédito trabalhista, tendo que buscar na figura dos sócios tal patrimônio. No segundo caso, a imagem da instituição e a honra da pessoa jurídica poderiam ser comprometidas.

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Capítulo 8 – Contabilidade, Controladoria e Finanças

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Saber fazer a leitura do Balanço Patrimonial (BP) e da Demonstração de Resultados (DRE) e entender a importância dessas duas demonstrações.

■ Escolher o melhor regime tributário para sua empresa, de modo a economizar dinheiro.

■ Entender o significado de Controladoria, sua importância para a empresa e sua evolução ao longo do tempo.

■ Entender a importância da gestão do capital de giro em uma empresa e usar adequadamente os instrumentos dessa gestão.

■ Utilizar os conceitos de custos para melhor gestão dos recursos.

CASO DE CONTEXTUALIZAÇÃO

Você é dono de uma Empresa de Pequeno Porte (EPP), do ramo de prestação de serviço de Publicidade, com faturamento bruto anual entre R$ 360.000,00 e R$ 3.600.000,00. O faturamento previsto dessa empresa nesse ano é de R$ 1.800.000,00.

Você tem ouvido falar que a contabilidade é a linguagem dos negócios, mas não sabe bem o que isso significa. Tudo o que você tem feito é montar uma planilha com o dinheiro que entra e o que sai da empresa. Seu gerente do banco pediu o BP e a DRE para saber da situação econômica financeira da empresa antes de lhe conceder empréstimo para você expandir seu negócio. Você saiu do banco decidido a entender os aspectos básicos da contabilidade e como isso lhe ajudará a gerenciar seu negócio. Como primeira medida, resolveu contratar um controller para sua empresa.

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Capítulo 7 – Economia e o Contexto Internacional

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM:

Explicar o significado de economia.

Contextualizar o desenvolvimento do pensamento econômico.

Demonstrar os mecanismos do funcionamento dos mercados.

Analisar as oportunidades de investimentos.

Descrever como agem as organizações quando de sua internacionalização ou da decisão de fazê-lo.

Conceituar os processos e políticas de internacionalização predominantes no mundo dos negócios.

Listar os principais cuidados para efetivação de negócios internacionais, bem como os órgãos e contratos ou convênios que estabelecem regras e coordenam as relações internacionais.

CASO DE CONTEXTUALIZAÇÃO

Em 1973, por conta da derrota sofrida pelos árabes na Guerra do Yom Kippur contra o estado de Israel, a Organização dos Países Produtores e Exportadores de Petróleo (Opep) aumentou o preço do petróleo em mais de 400%. A Opep era controlada pelos países árabes, derrotados no conflito, e instituiu tal aumento em protesto pelo apoio prestado pelos Estados Unidos a Israel durante a guerra. Em março de 1974, os preços nominais tinham subido de US$ 3 para US$ 12 por barril.

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Takeshy Tachizawa (20)
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Anexo 1 Resenha de Filmes Ilustrativos

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A firma; A história de uma fraude (o caso Enron); Ameaça virtual; Amazônia em chamas; Apolo 13 – do desastre ao triunfo; A queda do Império Romano; Com o dinheiro dos outros; Erin Brockovich; Henry Ford: a história da indústria automobilística; Hoffa: um homem, uma lenda; Mauá – o Imperador e o Rei; O amor é contagioso; O dia depois de amanhã; O informante; O nome da rosa; Os doze trabalhos de Asterix; O último samurai; Tucker – um homem e seu sonho; Wall Street: poder e cobiça.

Os filmes, como estratégia didática, devem ser trabalhados como um processo ao invés de utilizá-los como simples resposta a um determinado assunto-aula.

A firma (com Gene Hackmann e Tom Cruise).

É a história de um brilhante e ambicioso Advogado (Tom Cruise), recém-formado, na mais conceituada Faculdade de Direito do país. Enfatiza os processos de recrutamento e seleção de colaboradores das empresas, principalmente aqueles de alto nível. O Advogado, personagem central do filme, emprega-se, dessa forma, em uma pequena, mas próspera, firma de advocacia. A liderança exercida pelo diretor presidente, principal gestor deste escritório de advocacia, é do tipo paternalista, que objetiva transformar a firma em uma grande família para seus empregados. A empresa, dessa maneira, é controlada, informalmente, pelos seus principais gestores que objetivam transformá-la em uma irmandade, composta pelos seus empregados, satisfeitos e submissos. Os problemas domésticos relacionados à residência, carro, saúde da esposa, bem-estar de todos da família era objeto de aparente preocupação do diretor presidente e demais sócios-diretores do escritório de advocacia. De forma natural, mesmo sem estar consciente, o presidente da firma, na realidade, adotava na prática a abordagem das relações humanas, desenvolvida no início do século XX, na indústria Western Eletric, em Hawthorne, por Elton Mayo. É um enfoque conservador, ainda, presente na administração de recursos humanos das organizações empresariais. Da noite para o dia, o Advogado e sua esposa passam a ter um altíssimo estilo de vida com que jamais sonharam. É quando vêm à tona os negócios ilícitos que encobrem as atividades, legalmente, desenvolvidas pela empresa. De acordo com o plano estratégico da Firma, mais de 30% do volume total de seu faturamento eram atividades ilícitas desenvolvidas pelo escritório de advocacia. O Advogado enfrenta forças que não se detêm diante de nada, para proteger os interesses da Firma. Daí surge a crise de identidade e a decisão do agora experiente Advogado de atentar para as questões éticas e de responsabilidade social corporativa, que são convergentes com sua escala de valores. A questão dos impostos pagos pelas empresas-cliente e que o escritório de advocacia defende enfrenta a questão ética e a legislação vigente, que permeia o planejamento tributário corporativo no mundo dos negócios. Passagens do filme que mostra o controle paternalista exercido pela diretoria da Firma sobre a família do personagem evidenciavam o poder manipulador desta prática. Este controle acabou se transformando em uma verdadeira invasão de privacidade, chegando ao extremo de um sutil monitoramento através de câmeras e grampos telefônicos na própria residência do casal. Era uma preocupação em passar um conceito de trabalho em uma grande família tanto internamente junto aos seus colaboradores como em relação ao plano externo para promover institucionalmente uma imagem, aparente, de organização socialmente responsável. A preocupação dos dirigentes da Firma era demonstrar aos seus colaboradores e clientes algo que não existia. Ou seja, que imperava no escritório de advocacia um saudável ambiente organizacional de uma equipe que trabalhava com ética e responsabilidade social corporativa. É uma lição de que as empresas melhor reconhecidas pela comunidade são aquelas que refletem o bom relacionamento com seus diferentes públicos e, principalmente, com seus colaboradores. Isso inclui a qualidade na divulgação de informações, a política de remuneração de dividendos e o retorno satisfatório para os acionistas, além da transparência dos relatórios de atividades empresariais e dos balanços financeiros. Evidencia o relacionamento de uma empresa privada (Segundo Setor) com os órgãos governamentais (Primeiro Setor) e a limitação de controle por parte dos mesmos sobre as atividades empresariais. É exatamente esta limitação que pode estar destacando espaços de atuação (justiça e promoção de direitos) para organizações não governamentais, ou mesmo para parceria entre empresas privadas e o Governo para atenuar ou mesmo eliminar atividades empresariais ilícitas.

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Capítulo 6 Empresas da Indústria Semiconcentrada

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Corresponde a uma estrutura de mercado inerente às empresas tradicionais, ou da indústria semiconcentrada, produtora de bens como: alimentos; têxtil; confecções; metalurgia; plásticos e borracha; madeira e móveis.

Tal setor tem por características:

a) baixo grau de concentração sem participação majoritária de nenhuma empresa, apesar de eventual existência de poucas empresas de significativo porte;

b) pouca diferenciação de produtos por parte das empresas que são extremamente dependentes da taxa de crescimento de emprego, como produtoras de bens consumidos por assalariados;

c) barreira à entrada constituída pelo restrito acesso à rede de distribuição e comercialização, em que intermediários e atacadistas detêm alto poder de negociação.

É um setor da economia que, dada a atuação das variáveis ambientais, sofre influência negativa da abertura de mercado, coerente à tendência de globalização da economia. Esse setor é altamente influenciável às políticas e medidas sociais estabelecidas pelo governo.

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Capítulo 12 Instituições do Setor Educacional

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O setor educacional, composto pelas Instituições de Ensino Superior (IES), quando analisados apenas os estabelecimentos de ensino de nível superior de caráter privado, caracteriza-se por:

• diferenciação das instituições de ensino em função de sua localização geográfica, tanto em termos qualitativos (porte, tipo de cursos oferecidos, qualificação do corpo docente e demais peculiaridades intrínsecas), como em termos quantitativos em face do diferente grau de concentração geográfica de IES, por região do país (por exemplo, na região Sudeste há maior concentração de instituições de ensino);

• baixa concentração de IES em suas áreas geográficas de atuação, sem participação majoritária de nenhuma instituição, apesar de eventual existência de poucas organizações de significativo porte;

• interdependência entre as IES da mesma região, em que o comportamento e o desempenho de uma instituição têm reflexo direto sobre as demais, bem como pelo fato de que quanto menor for o número de instituições e quanto mais semelhantes em termos de porte, maior será a interdependência entre tais instituições;

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Glossário

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Assembleia Geral: órgão deliberativo máximo de uma associação, que congrega todos os seus associados e que tem poder de decisão sobre todos os assuntos a ela pertinentes. Elege a diretoria, os conselhos e deve aprovar as prestações de contas.

Assistência Social: conjunto de atividades patrocinadas pelo Poder Público e pela sociedade em geral que visam atender as pessoas necessitadas, ou hipossuficientes, em suas necessidades básicas, por meio da concessão de determinados benefícios sociais, independentemente de contribuição por parte dos beneficiários. Tais benefícios podem ser financeiros, ações na área da saúde, fornecimento de alimentos, entre outros.

A Assistência Social é definida e organizada por um conjunto de normas e instituições, as quais dão operacionalidade ao conceito e colocam em prática uma política social de assistência.

O art. 203 da Constituição Federal fornece as diretrizes básicas pelo que se deve entender como Assistência Social:

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Capítulo 3 Responsabilidade Social e Agentes de Transformação

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As organizações governamentais, que constituem o Primeiro Setor, são constituídas de: órgãos da administração direta (federal, estadual e municipal); órgãos da administração indireta; empresas públicas; sociedades de economia mista; autarquias; fundações; e estatais afins.

Na análise das estatais, assinaladas invariavelmente por se desviarem de seus propósitos iniciais, percebe-se que foram criadas para ocupar lacunas estratégicas no meio econômico, que o setor privado isoladamente não poderia ocupar, e também visando compensar as deficiências da administração direta, evidenciando seu fenomenal crescimento e diversificação.

Representam uma pluralidade de estruturas, sem necessariamente constituir um conjunto ordenado de agentes, tendo como característica comum o fato de terem-se originado de uma mesma fonte, o Estado. Na maior parte dos casos, as estatais posicionam-se em áreas específicas de atuação, em geral detendo o monopólio ou o controle do mercado, onde organizações privadas teriam dificuldades devido à necessidade de manutenção de preços, tarifas e dimensões economicamente vantajosas.

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Tadeu Cruz (10)
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Capítulo 5 Business Process Management & BPM System

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

■ Apresentar os principais conceitos relacionados com BPM & BPMS.

■ Discutir as principais utilizações de softwares colaborativos.

■ Entender a importância do trabalho colaborativo.

■ Compreender como o trabalho pode passar de manual para automatizado por meio de uma ferramenta de Workflow.

PARA COMEÇAR

A forma como trabalhávamos nas áreas administrativas e na indústria de serviços até quase o final do século XX impedia-nos de ver a organização como um todo. Isto é, enxergávamos apenas nossa própria atividade e, salvo raras exceções, outras poucas que estivessem ao alcance de nossas mãos e dos nossos olhos, ainda que muitas atividades não se relacionassem com a nossa própria atividade.

Na empresa onde você trabalha, que tipo de operação existe, manual ou automatizada?

Exceto as indústrias de manufaturas, discretas e de transformação, que desde cedo aprenderam o que são processos, todos os outros setores econômicos só vieram a descobri-los no fim da década de 1990. Aliás, embora hoje muito se escreva, fale e discuta sobre processos de negócio (business processes), raras são as organizações que, efetivamente, os gerenciam e são gerenciadas por meio deles.

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Capítulo 3 Regras Básicas Para Administrar ti

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

■ Apresentar as principais regras para administrar Tecnologias da Informação.

■ Discutir os custos de aquisição e operação de Tecnologias da Informação.

■ Entender a importância do orçamento de investimentos e do orçamento operacional.

■ Compreender como calcular o retorno sobre o investimento feito em TI.

PARA COMEÇAR

A Administração de TI é composta de um conjunto de regras que devem ser seguidas por quem quiser dar-se bem gerenciando uma área de informática e o relacionamento desta com seus usuários. É inadmissível que um gerente de informática não saiba quanto gasta sua área para operar e disponibilizar a informação na empresa (e existem gerentes assim). Ou, ainda, é inadmissível também ter um gerente que, sem qualquer previsão ou plano, atua por encomenda (também existem gerentes assim, e muitos outros são dos dois tipos).

Você conhece estes tipos de gerentes de TI?

Vamos começar a falar em algo muito crítico e sensível para qualquer organização nos dias atuais: custos.

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Capítulo 1 Tecnologia da Informação: Do Plano Estratégico ao Plano Operacional

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

■ Apresentar os principais conceitos relacionados com o plano estratégico e sua ligação com o plano peracional.

■ Discutir as principais forças que governam as empresas.

■ Entender a importância do planejamento operacional.

■ Compreender a TI na perspectiva do planejamento estratégico.

PARA COMEÇAR

Comprar qualquer tipo de tecnologia sem que haja um planejamento estratégico que possa suportar essa compra é, na maioria das vezes, jogar dinheiro fora, pois tal tecnologia não estaria alinhada às necessidades estratégicas e operacionais da Organização.

Você concorda com esta afirmação?

Durante muito tempo, as Tecnologias da Informação foram tratadas e operacionalizadas pelas organizações com base em uma visão muito estreita, que as situavam apenas no pequeno mundo de um CPD.4 Eram tempos em que a informática servia muito mais aos propósitos do próprio órgão gestor da tecnologia que aos objetivos da empresa. Muitos erros foram cometidos por conta do caráter elitista que a informática tinha, principalmente pelo distanciamento que os usuários mantinham daquele ambiente e os profissionais de TI dos usuários.

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Respostas dos Exercícios

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1. A resposta certa é a alternativa “a”. Porque a tecnologia era caríssima, problemática para manter, difícil de usar e causava muita dor de cabeça aos usuários. (Seção 1.1)

2. A resposta certa é a alternativa “b”. SWOT é um acrônimo de Forças (Strengths), no português chamamos também de Pontos Positivos, Fraquezas (Weaknesses), Pontos Negativos, Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats). (Seção 1.4)

3. A resposta certa é a alternativa “e”. É necessário analisar os clientes atuais e os clientes potenciais. Em quais mercados a empresa atua ou tenha pretensão de vir a atuar. Curvas de demanda, custos e preços. Existem várias ferramentas para este tipo de análise ser feita. Podemos começar pela matriz do Boston Consulting Group (BCG). (Seção 1.4)

4. A resposta certa é a alternativa “c”. A criação dos objetivos estratégicos para os próximos três, cinco anos, com a necessidade de revisá-los a cada 12 meses, ou sempre que surgirem fatos novos e/ou relevantes que nos obriguem a tal revisão. (Seção 1.4)

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Capítulo 9 Gerenciando Mudanças

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OBJETIVOS DO CAPÍTULO

■ Apresentar os principais problemas relacionados com qualquer mudança organizacional.

■ Discutir as principais forças que influenciam os comportamentos organizacionais na mudança.

■ Entender os quatro quadrantes da mudança organizacional.

■ Compreender como é possível realizar mudanças bem-sucedidas.

PARA COMEÇAR

“Quando os ventos de mudança sopram, umas pessoas levantam barreiras, outras constroem moinhos de vento.” (Erico Verissimo)

A qual categoria você pertence?

Muitos executivos, com os quais tenho mantido contato e para os quais tenho prestado consultoria em Tecnologia de Informação, dos mais diversos ramos de atividade, têm as mesmas perguntas:

– Agora que investi milhares, ou mesmo milhões, de dólares em equipamentos e sistemas, minha empresa vai ser mais produtiva?

– Os funcionários serão mais participativos?

– Finalmente seremos organizados?

– Passaremos a usar toda essa maravilhosa tecnologia para planejar e executar com mais eficiência e eficácia nossa operação?

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Silvio Aparecido Crepaldi Guilherme Sim Es Crepaldi (17)
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2 Auditoria Interna e Externa: Funções e Diferenças

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Relativamente a assuntos contábeis, o auditor interno e o auditor externo operam em geral no mesmo campo, e ambos têm interesse na verificação da existência de:

• um sistema efetivo de controle interno para salvaguardar o patrimônio da empresa e que este sistema esteja funcionando satisfatoriamente e dentro das normas legais e internas da empresa;

• um sistema contábil capaz de fornecer os dados necessários para permitir a preparação de demonstrações contábeis que reflitam com propriedade a posição contábil e o resultado das operações da empresa.

As atividades de auditoria interna e de auditoria externa muitas vezes são executadas simultaneamente dentro das companhias, porém essas atividades possuem objetivos diferentes. Nas companhias de capital aberto, o principal objetivo da auditoria externa é emitir uma opinião sobre as demonstrações contábeis.

A NBC TI 01 – Da Auditoria Interna – estabelece o conceito de auditoria interna: ela compreende os exames, análise, avaliações, levantamentos e comprovações, metodologicamente estruturados para a avaliação da integridade, adequação, eficácia, eficiência e economicidade dos processos, dos sistemas de informações e de controles internos integrados ao ambiente, e de gerenciamento de riscos, com vistas a assistir a administração da entidade no cumprimento de seus objetivos.

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3 Organização de Firma de Auditoria Independente

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Embora a prática da contabilidade pública nos Estados Unidos da América do Norte seja regulamentada cada um de per si (esse reconhecimento ainda não se aplica no Brasil), pelos diferentes Estados, por Washington – DC e pelos três territórios, todas as leis e regulamentos são iguais. Na maioria das jurisdições, o auditor independente só tem autorização para exercer a profissão depois de atingir um alto nível de conhecimento, de passar em um exame e de adquirir a necessária experiência. A pessoa que preenche todas essas exigências tem licença para a prática de auditoria independente e é um CPA (Certified Public Accountant), correspondente no Brasil à profissão de auditor independente, que possui esse título em um Estado e pode exercer atividades do ramo em outro, com relativa facilidade. Os principais organismos profissionais nacionais e internacionais relacionados direta ou indiretamente com a auditoria são:

IASB: International Accounting Standards Board (Inglaterra);

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7 Testes em Auditoria

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O objetivo do auditor externo ou independente é emitir opinião sobre as demonstrações financeiras examinadas, cujas peças básicas são as seguintes:

• balanço patrimonial;

• demonstração do resultado do exercício;

• demonstração de lucros ou prejuízos acumulados ou demonstração das mutações do patrimônio líquido;

• demonstração do fluxo de caixa;

• demonstração do valor adicionado;

• notas explicativas.

Para atingir esse objetivo, o auditor independente necessita planejar adequadamente seu trabalho, avaliar o sistema de controle interno relacionado com a parte contábil e proceder à revisão analítica das contas do ativo, passivo, despesa e receita, a fim de estabelecer a natureza, datas e extensão dos procedimentos de auditoria, colher as evidências comprobatórias das informações das demonstrações financeiras e avaliar essas evidências.

Os testes em auditoria constituem o processo pelo qual o auditor reúne elementos comprobatórios. Podem-se aplicar os testes a todas as transações ou a uma amostra representativa adequada. Por ser a última opção a mais comum, o teste converteu-se em sinônimo de amostragem, procedimento por meio do qual o auditor consegue examinar uma quantidade menor que o total de um conjunto de dados, a fim de emitir uma conclusão sobre o mesmo.

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16 Programa de Auditoria para Eventos Subsequentes

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A NBC TA 560 – Eventos Subsequentes trata da responsabilidade do auditor independente em relação a eventos subsequentes na auditoria de demonstrações contábeis. As demonstrações contábeis podem ser afetadas por certos eventos que ocorrem após a data das demonstrações contábeis. Muitas estruturas de relatórios financeiros referem-se especificamente a esses eventos.

A NBC TG 24 – Evento Subsequente analisa o tratamento nas demonstrações contábeis de eventos, favoráveis ou não, ocorridos entre a data das demonstrações contábeis e a data na qual é autorizada a conclusão da elaboração das demonstrações contábeis.

Essas estruturas costumam identificar dois tipos de eventos:

• os que fornecem evidência de condições existentes na data das demonstrações contábeis; e

• os que fornecem evidência de condições que surgiram após a data das demonstrações contábeis.

A NBC TA 700 – Formação da Opinião e Emissão do Relatório do Auditor Independente sobre as Demonstrações Contábeis, item 38, explica que a data do Relatório do Auditor Independente informa ao leitor que o auditor considerou o efeito dos eventos e transações dos quais o auditor se tornou ciente e que ocorreram até aquela data.

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4 Controle de Qualidade no Exercício de Auditoria

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Os sistemas, as políticas e os procedimentos de controle de qualidade são de responsabilidade da firma de auditoria. De acordo com a NBC PA 01 – Controle de Qualidade para Firmas (Pessoas Jurídicas e Físicas) e NBC TA 220 de auditores independentes que executam exames de auditoria e revisões de informação contábil histórica e outros trabalhos de asseguração e de serviços correlatos, a firma tem por obrigação estabelecer e manter sistema de controle de qualidade para obter segurança razoável de que:

• a firma e seu pessoal cumprem com as normas profissionais e técnicas e as exigências legais e regulatórias aplicáveis; e

• os relatórios emitidos pela firma ou pelos sócios do trabalho são apropriados nas circunstâncias.

A firma de auditoria tem por obrigação estabelecer e manter sistema de controle de qualidade para obter segurança razoável de que a firma e seu pessoal cumprem com as normas profissionais e técnicas e as exigências legais e regulatórias aplicáveis. Deve estabelecer e manter sistema de controle de qualidade para obter segurança razoável de que os relatórios emitidos pela firma ou pelos sócios do trabalho são apropriados nas circunstâncias. Implementar procedimentos de controle de qualidade no nível do trabalho que forneçam ao auditor segurança razoável de que a auditoria está de acordo com normas profissionais e técnicas e exigências legais e regulatórias aplicáveis.

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Silvio Aparecido Crepaldi (15)
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9 Contabilidade da pecuária

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9.1 Introdução

Quando se refere às atividades da pecuária, logo se faz associação com gado vacum (bois e vacas); entretanto, elas se referem à criação de gado em geral, ou seja, animais que vivem em coletividade (rebanho), quer sejam bois e vacas, búfalos, carneiros, ovelhas e, entre outros, as aves que incluem frango, pato, marreco, faisão, peru etc.

O rebanho bovino do Brasil é explorado com dupla finalidade: leite e corte. A produção de leite vem em primeiro lugar e depois as vendas dos bezerros, também chamados de “machos leiteiros” para recria e engorda como gado de corte. Só que esses bezerros não recebem nenhum tratamento especial, o que atrasa seu desenvolvimento e preparo como futuro “boi de corte”. Em média, são necessários de quatro a cinco anos para se aprontar/terminar esse animal para o abate com 20 a 25 arrobas.

A obtenção e a compreensão das informações sobre custos são essenciais para o sucesso do negócio. Em primeiro lugar, os custos determinam o preço de venda; se os custos forem maiores do que o preço de venda, haverá prejuízo. Todos os custos aplicáveis ao produto ou serviço precisam ser considerados quando for determinado o preço de venda.

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2 Administração rural moderna

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Com o desenvolvimento tecnológico, a agricultura vem se desenvolvendo e produzindo cada vez mais, reduzindo os custos, gerando renda e criando empregos, fornecendo, dessa forma, as bases para a implantação de indústrias. É de suma importância a necessidade de profissionais e de mão de obra qualificados para operarem nas atividades rurais, tanto na própria produção como na área administrativa, visando buscar um controle econômico-financeiro mais rigoroso.

Nesse contexto, a contabilidade pode desempenhar um importante papel como ferramenta gerencial, por meio de informações que permitam o planejamento, o controle e a tomada de decisão, transformando as propriedades rurais em empresas com capacidade para acompanhar a evolução do setor, principalmente no que tange aos objetivos e atribuições da administração financeira, controle de custos, diversificação de culturas e comparação de resultados.

A necessidade de uma atualização dos meios de gerenciamento nas empresas rurais é, hoje, uma realidade fundamental para alcançar resultados de produção e produtividade que garantam o sucesso do empreendimento. Por meio de tecnologias que permitem interligar criações, pode ser possível obter rendimentos adicionais, diluir custos e economizar insumos.

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Gabarito

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Capítulo 1

Múltipla escolha

1. a, b, a, b.

2. e.

3. d.

4. e.

5. (2) suíno

(1) terraço

(1) curral

(4) fungicida

(1) curral

(3) ceifadeira

(2) asinino

(1) pocilga

(4) fosfato

(4) sais minerais

6. (A) (B) (A) (A) (A) (A)

7. G/T/T/G/T

8. a, c, d.

9. a, c, d.

10. 3/2/1/2/3/2/1

11. b.

12. e.

13. c.

14. e.

15. d.

16. d.

17. a.

Capítulo 2

Múltipla Escolha

1. a; 2. b; 3. c; 4. d; 5. c; 6. c; 7. b; 8. d; 9. d; 10. e; 11. e; 12. c; 13. c.

Capítulo 3

Múltipla Escolha

1. c; 2. b; 3. a; 4. e; 5. c; 6. b; 7. a; 8. d; 9. d; 10. a; 11. a; 12. d.

Capítulo 4

Múltipla Escolha

1. b; 2. b; 3. a; 4. e; 5. d; 6. c; 7. c; 8. b; 9. c; 10. c; 11. b; 12. a; 13. d; 14. d; 15. c; 16. a; 17. c; 18. d; 19. a; 20. a; 21. c; 22. e; 23. d.

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10 Contabilização da pecuária pelo método de custo

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10.1 Introdução

A Contabilidade é a ciência encarregada de estudar e controlar o patrimônio das entidades, mediante o registro, a demonstração expositiva e a interpretação dos fatos ocorridos, com o fim de oferecer informação sobre sua composição e suas variações, bem como sobre o resultado econômico da gestão da riqueza patrimonial.

Dessa forma, a Contabilidade deve alicerçar-se nas premissas básicas (normas e regras), admitidas para o correto assentamento dos registros contábeis e das demonstrações deles decorrentes.

Na contabilidade industrial, mercantil ou rural, o registro contábil pelo método de custo deve antes de tudo orientar-se por alguns aspectos, conforme os itens a seguir.

10.2 Princípios e conceitos contábeis aplicados à Contabilidade Rural

Os Princípios de Contabilidade são:

10.2.1 Princípio da entidade

O Princípio da Entidade reconhece o Patrimônio como objeto da contabilidade e afirma a autonomia patrimonial, a necessidade da diferenciação de um patrimônio particular no universo dos patrimônios existentes, independentemente de pertencer a uma pessoa, um conjunto de pessoas, uma sociedade ou instituição de qualquer natureza ou finalidade, com ou sem fins lucrativos. Por consequência, nessa acepção, o patrimônio não se confunde com aqueles de seus sócios ou proprietários, no caso de sociedade ou instituição.

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1 Agricultura

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As atividades rurais são exercidas das mais variadas formas, desde o cultivo caseiro para a própria subsistência até os grandes complexos industriais, explorando os setores agrícolas, pecuários e agroindustriais. Apesar da importância referida e do avanço de tecnologias modernas, observa-se que o papel da Contabilidade, como responsável pelo controle econômico das atividades e seus eventos, não tem se desempenhado à mesma razão, deixando os administradores sem as ferramentas necessárias para as tomadas de decisões, consoante CREPALDI (1993).

A agricultura representa toda a atividade de exploração da terra, seja ela o cultivo de lavouras e florestas ou a criação de animais, com vistas à obtenção de produtos que venham a satisfazer às necessidades humanas.

De acordo com o art. 249 da Instrução Normativa (IN RFB) nº 1.700, de 14 de março de 2017, e Lei nº 8.023/90, art. 2º; art. 59, Lei nº 9.430/96; art. 51, Decreto nº 9.580/2018, são consideradas atividades rurais:

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