Zvi Bodie Alex Kane Alan Marcus (7)
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Parte 4 - Títulos de renda fixa

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14

Preço e rendimento das obrigações

NOS CAPÍTULOS ANTERIORES  sobre a relação entre risco e retorno, utilizamos um alto nível de abstração para analisarmos os títulos.

Assumimos implicitamente que uma análise prévia detalhada de cada título já havia sido realizada e que suas características de risco e retorno haviam sido avaliadas.

Agora nos voltamos para análises específicas de determinados mercados de títulos.

Examinamos os princípios de avaliação, os determinantes de risco e retorno e as estratégias de carteira normalmente empregadas dentro e entre os vários mercados.

Analisamos primeiramente os títulos de dí­vida. Um título de dívida representa o direito a um determinado fluxo de renda periódico.

Esses títulos com frequência são chamados de títulos de renda fixa porque prometem um fluxo de renda fixo ou um fluxo de renda determinado de acordo com uma fórmula específica. A vantagem é que eles são relativamente fáceis de entender porque as respectivas fórmulas de pagamento são especificadas com antecedência. A incerteza quanto aos fluxos de caixa é mínima porque a capacidade creditícia do emissor do título é adequada. Isso torna esses títulos um ponto de partida conveniente para a nossa análise sobre o universo de possíveis veículos de investimento.

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Parte 2 - Teoria e prática de carteira

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8

Modelos de índice

8.1

dades estatísticas dessas estimativas e mostramos que elas estão relacionadas com questões práticas enfrentadas pelos gestores de carteira.

Não obstante a simplificação que eles oferecem, os modelos de índice mantêm-se fiéis aos conceitos de fronteira eficiente e otimização de carteira. Empiricamente, os modelos de

índice são tão válidos quanto a suposição de normalidade das taxas de retorno dos títulos disponíveis. Desde que os retornos de curto prazo sejam bem aproximados pelas distribuições normais, os modelos de índice podem ser utilizados para escolher carteiras ótimas quase tão precisamente quanto por meio do algoritmo de Markowitz. Em último lugar, examinamos as carteiras de risco ótimas construídas com o modelo de índice. Embora os princípios sejam os mesmos empregados no capítulo anterior, é mais fácil deduzir as propriedades da carteira e interpretá-las nesse contexto. Mostramos como o modelo de índice

é utilizado para construir uma carteira de risco

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Parte 6 - Opções, futuros e outros derivativos

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Mercados de opções: introdução

OS TÍTULOS DERIVATIVOS OU  simplesmente derivativos desempenham um papel amplo e cada vez mais importante nos mercados financeiros.

Esses são os títulos cujos preços são determinados pelo ou “derivam do” preço de outros títulos.

Tanto os contratos de opções quanto os de futuros são títulos derivativos. Seu payoff depende do valor de outros títulos. Os swaps, sobre o qual falaremos no Capítulo 23, também são derivativos. Como o valor dos derivativos depende do valor de outros títulos, eles podem ser instrumentos extremamente eficazes tanto para hedging (cobertura ou proteção) quanto para especulação. Investigaremos essas aplicações nos quatro capítulos subsequentes, começando, neste capítulo, com as opções.

A negociação de contratos de opções padronizados em bolsa nacional teve início em 1973 quando a Bolsa de Opções de Chicago (Chicago

Board Options Exchange – CBOE) começou a listar opções de compra. Esses contratos tiveram um sucesso quase imediato, sobrepujando o mercado de opções de balcão previamente existente.

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Parte 7 - Gestão de carteira aplicada

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Mercados de opções: introdução

OS TÍTULOS DERIVATIVOS OU  simplesmente derivativos desempenham um papel amplo e cada vez mais importante nos mercados financeiros.

Esses são os títulos cujos preços são determinados pelo ou “derivam do” preço de outros títulos.

Tanto os contratos de opções quanto os de futuros são títulos derivativos. Seu payoff depende do valor de outros títulos. Os swaps, sobre o qual falaremos no Capítulo 23, também são derivativos. Como o valor dos derivativos depende do valor de outros títulos, eles podem ser instrumentos extremamente eficazes tanto para hedging (cobertura ou proteção) quanto para especulação. Investigaremos essas aplicações nos quatro capítulos subsequentes, começando, neste capítulo, com as opções.

A negociação de contratos de opções padronizados em bolsa nacional teve início em 1973 quando a Bolsa de Opções de Chicago (Chicago

Board Options Exchange – CBOE) começou a listar opções de compra. Esses contratos tiveram um sucesso quase imediato, sobrepujando o mercado de opções de balcão previamente existente.

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Parte 1 - Introdução

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Ambiente de investimento

1

Capítulo_01_Bodie.indd 1

Primeiro, antes de entrarmos no assunto de

“investimentos”, consideraremos o papel dos ativos financeiros na economia. Discutiremos a relação entre os títulos e os ativos “reais” que de fato produzem bens e serviços para os consumidores e consideraremos por que os ativos financeiros são tão importantes para o funcionamento de uma economia desenvolvida.

Após esse histórico, examinaremos primeiramente as decisões que os investidores enfrentam quando montam uma carteira de ativos.

Essas decisões de investimento são tomadas em um ambiente em que em geral é possível obter retornos mais altos apenas ao preço de um risco maior e em que é raro encontrar ativos tão mal precificados a ponto de serem pechinchas

óbvias. Esses temas – o trade-off risco-retorno e a precificação eficiente de ativos financeiros

– são centrais para o processo de investimento.

Portanto, vale a pena discutir brevemente suas implicações ao iniciarmos este livro. Essas implicações serão abordadas mais detalhadamente em capítulos posteriores.

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Zenone Luiz Claudio (5)
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Capítulo 1 Gestão do atendimento e relacionamento

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1

Gestão do atendimento e relacionamento

Quando um cliente tem determinada necessidade, fica atento às ofertas, verificando e analisando todas as opções que lhe são apresentadas para escolher a mais adequada a suas características, seu perfil, suas exigências, possibilidades e, assim, iniciar uma relação comercial com a empresa.

A partir do início dessa relação comercial, se ficar evidente a plena satisfação do cliente desde o início do atendimento até a concretização do negócio e a empresa obtiver o lucro desejado durante e depois do processo, entende-se que o marketing atingiu seu objetivo principal: atender ao cliente.

Para a empresa atingir esse objetivo, algumas etapas devem ser cumpridas.

A primeira delas é identificar e compreender as reais necessidades do cliente para, depois, transformá-las em uma oferta adequada e, por último, cuidar da comunicação e da disponibilização dessa oferta da forma mais direta e conveniente possível (Figura 1.1).

Todo esse caminho deverá ser acompanhado pelas diversas áreas que compõem o negócio, que devem analisar e verificar sua viabilidade em relação

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Capítulo 3 Call center e contact center como canais de relacionamento

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3

Call center e contact center como canais de relacionamento

No Capítulo 2, apresentamos o conceito de marketing de relacionamento e de

Customer Relationship Management (gestão do relacionamento com o cliente

– CRM), que se trata de um conjunto de ferramentas que tem como objetivo principal criar valor pelo conhecimento adquirido do cliente e tornar a oferta tão próxima de sua necessidade que ele tenda a ser fiel à empresa.

Construa uma rede de relacionamento efetiva com os principais públicos interessados e os lucros serão uma consequência.

[...]

O marketing de relacionamento tem como meta construir relacionamentos de longo prazo mutuamente satisfatórios com partes-chave – clientes, fornecedores, distribuidores e outros parceiros de marketing – a fim de conquistar ou manter negócios com elas.

Ele constrói fortes ligações econômicas técnicas e sociais entre as partes... O marketing de relacionamento envolve cultivar o tipo certo de relacionamento com o grupo certo. O marketing deve executar não só a gestão de relacionamento com o cliente (Customer Relationship Management – CRM), como também a gestão do relacionamento com os parceiros (Partner Relationship Management – PRM), que se constitui de quatro elementos principais: clientes, funcionários, parceiros de marketing (canais, fornecedores, distribuidores, revendedores, agências) e membros da comunidade financeira (acionistas, investidores, analistas) (KOTLER;

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Introdução

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Introdução

O cenário mercadológico em constantes alterações e a importância do atendimento e do relacionamento como diferenciais competitivos para as empresas

O significado da palavra competição se altera e se renova na medida em que mudanças socioculturais, políticas e legais, econômicas, demográficas, geográficas, entre outras, impactam no ambiente mercadológico e atingem diretamente (e, muitas vezes, indiretamente) as estratégias de marketing adotadas pelas empresas.

Esse fato demonstra que, como a disputa nos mercados está cada vez mais acirrada, vem aumentando também a busca por diferenciais competitivos nos negócios.

Entende-se por competição a relação entre duas ou mais empresas que assumem a rivalidade em razão de estarem atingindo o mesmo público-alvo e a mesma necessidade e que se esforçam para se diferenciar e, assim, conquistar, desenvolver e manter seus clientes atuais ou potenciais.1 Quando as ações de marketing que uma empresa desenvolve, com o objetivo de se diferenciar em relação aos concorrentes (competidores), trazem resultados mais eficientes e eficazes para o negócio, diz-se que essa empresa tem alta taxa de competitividade no mercado no qual atua.

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Capítulo 2 Marketing de relacionamento e seus princípios básicos

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Marketing de relacionamento e seus princípios básicos

No Capítulo 1, vimos que para uma empresa que deseja sobreviver em um mercado competitivo não basta ter um bom produto ou preços competitivos,

é necessário ter foco no mercado e um gerenciamento eficiente e eficaz do atendimento.

Segundo Wing (1998), esses aspectos (qualidade, eficiência e preço) não são as únicas maneiras de cativar os clientes. A satisfação do cliente virou um diferencial que deve ser a meta de toda empresa que deseja relacionar-se bem com seus clientes. Ainda segundo o autor, clientes satisfeitos podem tornar-se leais (fiéis) e, além disso, recomendar a empresa para outros clientes (boca a boca ou viral1). Portanto, o grande objetivo de uma empresa deve ser conquistar, desenvolver e manter clientes, pois eles devem ser a razão da existência de qualquer negócio.

Para atingir esse objetivo, a empresa deve ter uma gestão de atendimento adequada e uma estratégia de relacionamento compatível com as características de seu público-alvo. Neste capítulo, vamos tratar especificamente do conceito de marketing de relacionamento e das principais estratégias desenvolvidas a partir dessa “nova” visão de negócios.

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Capítulo 4 A importância operacional e estratégica da linha de frente ou pontos de contato (front office)

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A importância operacional e estratégica da linha de frente ou pontos de contato (front office)

O crescimento vertiginoso dos conceitos de call center e do contact center está sendo possível graças à utilização eficaz das ferramentas do front office e sua interface com o marketing, as vendas e com as demais atividades gerenciais, sobretudo da área de logística.

Entendem-se por front office ou linha de frente ou pontos de contato (Figura 4.1) todas as ferramentas que permitem o contato da empresa com o mercado (clientes, fornecedores, colaboradores, parceiros, formadores de opinião etc.) e que “facilitam” ou colaboram com o relacionamento. Os sistemas de front office são por definição aqueles em que acontece o maior número de contatos com o cliente, em que são registradas as compras, solicitações de informações diversas, ações promocionais de comunicação em marketing, nos quais o cliente pode emitir opiniões, sugestões e reclamações e, também, em que a empresa pode desenvolver diversas ações de marketing, por isso, tem um papel operacional e estratégico fundamental para o atendimento mercadológico.

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Zanotta Egydio Barbosa (11)
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Capítulo 10 - RECOMENDAÇÕES DE MARKETING

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CAPÍTULO 10

RECOMENDAÇÕES

DE MARKETING

O B J E T I VOS

• Explicar qual o significado e o papel das recomendações de marketing.

• Descrever sobre que variáveis dos 4 P’s deverão recair as recomendações de marketing.

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154 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

Chegamos à última etapa do projeto de pesquisa de marketing: “O que fazer com todas essas informações? Quais as decisões de marketing tomar?”.

Eis, em resumo, o que devemos dizer para os executivos que encomendaram a pesquisa.

CONCEITUAÇÃO DE RECOMENDAÇÕES DE MARKETING

Neste momento, é bom que se faça uma ressalva:

As recomendações de marketing aqui oferecidas tomam como ponto de partida o atendimento das necessidades e desejos dos consumidores. Ou seja, as decisões são tomadas de fora para dentro.

As informações coletadas pela pesquisa de mercado servirão de insumo às tomadas de decisão pelos executivos.

VARIÁVEIS DOS 4 P’S E AS RECOMENDAÇÕES DE MARKETING

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Capítulo 9 - CONCLUSÕES DA PESQUISA

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CAPÍTULO 9

CONCLUSÕES DA PESQUISA

O B J E T I VOS

• Explicar o significado de conclusão na pesquisa.

• Sublinhar a principal característica do pesquisador: o poder de síntese do pesquisador de marketing nas conclusões.

• Explicar, ao descrever as conclusões, que elas se destinam ao executivo da empresa e portanto devem ser apresentadas de forma resumida.

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150 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

Esse tópico foi por nós criado há muitos anos. Como o aprendemos? A seguir, apresentamos um caso que pode nos ajudar a compreender melhor a importância das conclusões da pesquisa.

CASO

PESQUISA NO MÉXICO

Fizemos uma viagem ao México onde realizamos uma pesquisa de 32 produtos da marca Bosch. Basicamente, o objetivo central era o de verificar quais eram nossos concorrentes e qual sua participação. Ao término da pesquisa, fizemos a tabulação dos dados, a confecção das tabelas e finalizamos com uma análise detalhada das descobertas da pesquisa.

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Capítulo 4 - MÉTODOS DE COLETA DE DADOS

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CAPÍTULO 4

MÉTODOS DE COLETA

DE DADOS

O B J E T I VOS

• Definir a importância da coleta de dados.

• Explicar como podemos coletar os dados da pesquisa e quais são as vantagens e desvantagens do método do questionário e do método de observação.

• Demonstrar como podemos aplicar o questionário e a observação – tipos de aplicações e vantagens e desvantagens da enquete pelo correio/internet, da enquete pelo telefone e da entrevista pessoal.

• Demonstrar como podemos classificar o questionário quanto aos objetivos e quanto à estrutura.

• Apontar quais são os tipos de questionários.

• Explicar o que é importante conhecer sobre o método do questionário.

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50 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

• Descrever como entender o método de observação – vantagens e desvantagens.

• Demonstrar a importância das perguntas utilizadas nos métodos de coleta de dados e quais são os tipos de perguntas.

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Capítulo 2 - Formulação do Problema da Pesquisa

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CAPÍTULO 2

FORMULAÇÃO DO

PROBLEMA DA PESQUISA

O B J E T I VOS

• Entender qual a importância do problema na realização do projeto de pesquisa de marketing.

• Compreender como localizar e definir problemas de marketing que afetam as empresas.

• Explicar como podemos classificar os problemas de marketing.

• Compreender o que vêm a ser os objetivos da pesquisa de marketing.

• Tomar conhecimento de um modelo de problema e objetivos.

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18 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

IMPORTÂNCIA DO PROBLEMA

Esta é a principal etapa do projeto de pesquisa de marketing: sem um problema claramente definido, não há como realizar uma investigação de mercado fecunda e capaz de resolver aquilo que está importunando e prejudicando a empresa.

Devemos ressaltar que a formulação do problema é tão importante, que muita pesquisa é (ou deveria ser) realizada para localizar e definir o problema.

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Capítulo 8 - ANÁLISE DA PESQUISA

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CAPÍTULO 8

ANÁLISE DA PESQUISA

O B J E T I VOS

• Explicar o que vem a ser conceituação de análise e apresentar parâmetros de uma boa análise.

• Reafirmar que o pesquisador de mercado é quem deve conduzir a análise e interpretação dos dados e informações coletadas.

• Demonstrar os passos seguidos pela análise (e pelo analista) e seus pontos mais importantes.

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146 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

Se bem conduzida a fase anterior – a tabulação –, já temos meio caminho andado para fazer a análise, que é a interpretação do que mostram as tabelas analíticas. A tabulação é parte integrante da análise – é a pré-análise. A esta caberá descrever, de forma sintética e aguda, o que mostram as tabelas.

Ao tecer considerações, o analista deve ter atenção para não extrapolar nem se estender demasiadamente. Deve procurar se ater àquilo que é essencial e que responda aos objetivos e perguntas da pesquisa.

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Zanini Marco T Lio Et Al (41)
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4.4 Diferenciação e vantagem competitiva

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ao supermercado, encontraremos dezenas de marcas de sabão em barra, comumente conhecidas como sabonetes. Sabonetes para homens, mulheres ou crianças; em barra ou líquido; com perfume ou sem perfume; com ação hidratante, com ação bactericida, de diferentes preços e formatos.

É natural que, à medida que os consumidores ampliem o uso de determinada categoria de produto, o mercado amadureça e se diferencie, oferecendo uma enorme gama de produtos e marcas para públicos distintos. Essa realidade é fortemente percebida nas categorias de iogurte, shampoo, automóveis, biscoitos, refrigerantes, cremes dentais, entre outros.

4.4   Diferenciação

e vantagem competitiva

Buscando se diferenciar e construir relacionamentos duradouros e lucrativos com os consumidores, as empresas precisam estudar suas necessidades e desejos, para entregar valores superiores. Para se destacar frente aos concorrentes, os gestores adicionam atributos aos produtos que, normalmente, estão relacionados a incrementos adicionais no preço de venda. Os atributos são reconhecidos como parte integrante dos produtos e, de forma geral, são

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4.2 O conceito amplo de produto e a base da troca

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compreender de que forma as marcas podem gerar valor para as organizações.

4.2   O

conceito amplo de produto e a base da troca

Se fizéssemos uma tentativa de livre tradução, o termo marketing poderia ser entendido como “mercadologia”, ou seja, o estudo do mercado e suas trocas. Nesse sentido, estudamos e pensamos marketing para desenvolver boas práticas e tornar o processo de troca entre empresas e consumidores mais valioso para ambas as partes.

No mercado, produtos e serviços são oferecidos e demandados.

Em uma perspectiva mais abrangente, poderíamos entender produto como qualquer coisa que possa ser oferecida ao mercado, independentemente de sua natureza tangível ou intangível. Distante da visão estanque entre produtos e serviços, temos, hoje, um contínuo, em que os conceitos de tangibilidade e intangibilidade são cada vez mais sobrepostos, à medida que empresas que vendem, fundamentalmente, produtos procuram, cada vez mais, agregar serviços e experiências às suas ofertas. Nesse sentido, automóvel, caneta e batata, assim como corte de cabelo, transferência bancária e seguro saúde também poderiam ser entendidos como produtos.

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3.3 Os passivos subjetivos

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sempre, de uma forma ou de outra, na busca da sua identificação.

A Figura 3.6 ilustra melhor tais afirmativas:

Figura 3.6

Tangíveis e intangíveis: relações de causa e efeito

eStrutura patriMonial

Ativos

=

Efeitos

=

Manifestações

(tangíveis e intangíveis)

Passivos

=

Causa

=

Origens

(objetivas e subjetivas)

Fonte: elaborada pelo autor.

Por outro lado, os passivos, sejam eles originários de recursos de terceiros ou de recursos dos proprietários, são por si só de natureza intangível, sendo que parte deles é objetivamente reconhecida como obrigações devidamente registradas contabilmente.

Outros, porém, não aparecem de forma objetiva, e sim subjacente, conforme veremos a seguir.

3.3

Os passivos subjetivos

Trata-se da existência ou do surgimento de compromissos informais – nos planos subjetivos e até mesmo ao nível do inconsciente – que são assumidos por uma parte em vista das incursões

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5.2 Como se constrói a reputação

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5.2   Como

se constrói a reputação

Na teoria, o conceito mais repertoriado de reputação tem sido o de Fombrun e Rindova,11 que a definem como uma representação coletiva das ações e resultados da empresa, pela qual demonstra-se sua habilidade em gerar valores para múltiplos stakeholders. Por sua vez, o conceito de stakeholder referendado por acadêmicos e profissionais, adotado em grande parte dos estudos, tem sido o de

Freeman, desde 1984, com a publicação do livro Strategic management: a stakeholder approach, que define stakeholder como “todo o grupo ou indivíduo que pode afetar ou ser afetado pelas ações da organização”.12

Temos observado um movimento das empresas no sentido de procurar estabelecer relações que possam ser-lhes mais favoráveis, reconhecendo que a cadeia de relacionamentos pode não apenas influir em suas decisões, mas, muitas vezes, ser decisiva. Construir a cadeia de relacionamentos deve partir da clareza de “quem são os stakeholders” e “que tipo de relacionamento deve ser construído com cada stakeholder”, orientando os gestores “a quem” e “a que” devem voltar suas atenções.

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5 Gestão estratégica de pessoas

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de um determinado valor proposto. A inter-relação dinâmica entre valores, processos e incentivos define a eficiência do processo de gestão de intangíveis em sintonia com a mudança organizacional.

5   Gestão

estratégica de pessoas

A gestão integrada de ativos intangíveis tem seu ponto de partida na definição da essência da empresa, que pode se dar por sua visão, identidade e valores centrais. Quando identificados, comunicados e assimilados pela coletividade, esses elementos operam como norte estratégico, conferindo sentido e significado para o trabalho, reduzindo conflitos e custos de transação e direcionando a ação individual para o cumprimento da estratégia. No entanto, a identificação demanda um diagnóstico com a participação dos principais stakeholders envolvidos (acionistas, empregados, clientes, fornecedores e parceiros de negócios).

A partir da identificação dos elementos que compõem a essência da empresa, a qual faz parte de sua filosofia administrativa, é possível identificar o estilo de gestão e liderança mais adequado, definindo, por exemplo, o que é mérito, talento e resultado para uma organização em particular, como apresentado na Figura 2.

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Yuh Ching Hong (10)
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8. Economia Circular e as Práticas Verdes

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Capítulo 8

Economia

Circular e as

Práticas

Verdes

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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8. ��Economia

Circular e as

Práticas Verdes

• Entender a importância da economia circular e da adoção de práticas verdes para a sociedade e para as organizações.

• Saber da existência do sistema de compensação – crédito carbono e a emissão de certificados.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

O tema sustentabilidade começou a chamar a atenção da população a partir da definição de desenvolvimento sustentável elaborada em 1987 pela Comissão Brundtland, da ONU: “O desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações”. O princípio da sustentabilidade aplica-se a um único empreendimento, a uma pequena comunidade e ao planeta inteiro, está em todos os níveis. Para que um empreendimento humano seja considerado sustentável, é preciso que ele seja:

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4. Tipos de Arranjo Físico e Balanceamento de Processos em Linha

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Capítulo 4

Tipos de

Arranjo Físico e

Balanceamento de Processos em

Linha

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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4. ��Tipos de

Arranjo Físico e

Balanceamento de Processos em

Linha

• Conhecer diferentes tipos de arranjo físico

(layout) de processos produtivos e de processos de prestação de serviços.

• Aprender a projetar ou avaliar o arranjo físico a partir de fatores quantificáveis.

• Aprender a balancear processos em linha.

No arranjo físico posicional, o produto a ser produzido ou o cliente a ser tratado no processo de prestação de serviços fica estacionado e os recursos de transformação (máquinas, ferramentas, instrumentos, pessoas etc.) são deslocados até ele, conforme o necessário. Nos processos de manufatura de aviões e navios (manufatura por projeto), por exemplo, é utilizado o arranjo físico posicional, pois eles são demasiadamente grandes para serem deslocados em uma linha ou entre centros de processamento (figura 4.1).

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2. Registro e Análise de Processos

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Capítulo 2

Registro e

Análise de

Processos

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 24 |  

2. ��Registro e Análise de Processos

• ­Identificar­os­diferentes­tipos­de­processos­ em­empresas­de­bens­e­serviços.­

• ­Compreender­a­importância­do­mapeamento­ de­processos­para­a­sua­gestão.

• ­Conhecer­técnicas­de­mapeamento­de­ processos.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Processos Produtivos de Bens e Serviços

Todo­ e­ qualquer­ bem­ manufaturado­ ou­ serviço­ prestado­ a­ um­cliente­é­resultado­de­um­processo­de­transformação­de­ entradas­ em­ saídas.­ O­ processo­ de­ transformação,­ também­ chamado­ de­ processo­ de­ negócio,­ é,­ portanto,­ um­ conjunto­ de­atividades­realizadas­de­forma­coordenada,­cujo­objetivo­

é­produzir­um­produto­ou­gerar­um­serviço,­seja­para­clientes­ externos­ou­internos­à­organização.­

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3. Capacidade e Localização de Instalações

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Capítulo 3

Capacidade e

Localização de

Instalações

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

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3. ��Capacidade e

Localização de

Instalações

• Conceituar capacidade produtiva.

Capacidade Produtiva

No caso dos sistemas de serviços, medir quantos clientes um dado sistema é capaz de atender por dia, por exemplo, é mais difícil devido à característica de heterogeneidade (variabilidade) intrínseca aos processos de prestação de serviços, uma vez que estes dependem de quem os executa, do próprio cliente e de onde são prestados. Nesses casos, a utilização de medidas da capacidade de entrada do sistema – fatores necessários para produzir um produto ou prestar um serviço – é mais comum, como o número de leitos disponíveis em um hospital, número de homens-hora em uma consultoria, número de lugares em um estádio de futebol, número de metros cúbicos em um armazém etc.

Capacidade produtiva é a quantidade máxima de produtos ou serviços que pode sair de um sistema em um determinado tempo. Assim, a medição da capacidade produtiva de um sistema é a quantificação do máximo que pode ser gerado pelo sistema em um dado período (hora, dia, mês, ano).

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9. Cadeia de Suprimento Digital e o uso de tecnologia

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Capítulo 9

Cadeia de

Suprimento

Digital e o uso de tecnologia

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 118 |  

9. ��Cadeia de

Suprimento

Digital e o uso de tecnologia

•  Entender a importância da cadeia de suprimento digital para agilizar as organizações e seus processos.

•  Saber da aplicação de tecnologias, como

Internet das Coisas (IoT), blockchain, para melhorar a agilidade e garantir a rastreabilidade na cadeia de suprimento.

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A cadeia de suprimento tem a configuração de uma rede constituída de fornecedores, fabricantes, distribuidores, revendedores e consumidores finais. É apoiada em um tripé: processos de negócio, estrutura organizacional e tecnologia.

O fluxo de informação tem papel fundamental e precisa ser transmitido cada vez mais com velocidade e exatidão para todos os elos da cadeia. Uma nova forma de sistema de informação já emergiu, e a internet passa a ser o meio de transformação. Agora falamos de um mundo totalmente novo, o digital.

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