Zuleica Ramos Tani (15)
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2 - Motivação

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2

Motivação

Para começar

Neste capítulo, serão apresentadas as principais teorias de motivação e como elas interferem diretamente no cotidiano do atendimento.

JackF/Thinkstock

O comportamento das pessoas é direcionado para a realização de seus desejos, sonhos, projetos individuais. Cada pessoa nasce, cresce e atinge a maioridade com características próprias, por isso, não há uma pessoa igual à outra. Mesmo irmãos gêmeos podem ser completamente diferentes, tanto física quanto psicologicamente.

Figura 2.1 – Motivar o cliente a comprar é um requisito primordial do atendimento.

17

ATENDIMENTO_AO_PUBLICO.indb 17

23/04/2018 11:39:22

Os desejos interferem na forma de agir e representam o modo de vida escolhido pelo cliente. Não há certo ou errado, apenas escolhas. Os motivos que levam as pessoas a escolherem essa ou aquela profissão ou empresa são objeto de estudo de vários autores que pretendem entender a motivação humana.

2.1  Principais teorias

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3 - Perfil dos Profissionais de Atendimento

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Perfil dos

Profissionais de

Atendimento

3

Para começar

Neste capítulo, será explicado como definir o perfil dos profissionais de atendimento e suas características básicas. O que a pessoa traz de experiência própria definirá qual papel ela deve desempenhar dentro de uma empresa, estabelecendo, assim, um perfil ideal.

3.1  Características

O perfil de trabalho corresponde às características que o profissional deve ter ou que adquire com o objetivo de desempenhar bem a sua função. O perfil mostra as habilidades, competências e técnicas que precisam ser estudadas, adquiridas e treinadas. Porém, nem tudo pode ser aprendido.

Mas o que é necessário para ser um bom profissional de atendimento? Primeiro: paciência.

Depois, saber ouvir e estar preparado para aquilo que os outros falam. O cliente, quando se dirige ao funcionário, geralmente não sabe exatamente aquilo de que está precisando. Ele sabe sobre sua necessidade aparente, mas não fala exatamente o que deve ser feito nem como.

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4 - Qualidade do Atendimento

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4

Qualidade do

Atendimento

Para começar

Neste capítulo, serão apresentados conceitos de qualidade, seus procedimentos, processos e importância, bem como as características necessárias para ter qualidade antes, durante e depois do atendimento.

A qualidade do atendimento está diretamente relacionada com a resposta que será dada ao cliente, público ou consumidor. É muito importante resolver o problema do cliente, mas também é imprescindível ouvi-lo, a fim de lhe passar a segurança de que ele terá uma solução.

Qualidade, qualidade total, qualidade do atendimento, normas da qualidade, política da qualidade, ISO 9000. Todas essas expressões foram e ainda têm sido utilizadas nas empresas desde a década de 1980. Com a globalização e a movimentação de mercadorias entre países, a necessidade de certificação foi inserida no mundo dos negócios.

A competitividade e o aumento das exigências pelos clientes trouxeram a qualidade para dentro de todos os setores da empresa. A partir disso, a qualidade de atendimento foi a consequência lógica da modernização.

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1 - Fundamentos do Atendimento ao Cliente

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Fundamentos do

Atendimento ao Cliente

1

Para começar

Neste capítulo, serão apresentados os conceitos básicos sobre atendimento ao público, aos clientes, aos fornecedores e a todos os envolvidos no processo. Serão discutidas também as formas de atendimento, sua importância e o que é um atendimento de excelência.

Falar de atendimento ao público, ou atendimento ao cliente, é falar da importância que se deve dar às pessoas. Elas precisam de atenção tanto quando tratam com outras pessoas, ocasião em que procuram atingir o seu nível maior de observação, conhecimento e de atenção direcionada para si próprias, quanto em relação àquilo que estejam esperando de alguém – nesse caso, significa que a outra pessoa tem mais conhecimento.

Saber ou não saber, perguntar ou não perguntar. Essa é uma dúvida que o ser humano tem no decorrer do dia, impossibilitado de atender a todas as necessidades próprias e de quem ele está procurando atender bem.

O ato de atender o público é realizado diariamente: atende-se ao telefone, ao chamado do nome, em resposta às perguntas dos familiares, às perguntas de alguém que nem se conhece, mas que está perdido na cidade. Todos nós atendemos algo a todo o momento, faz parte da rotina, mas nem sempre prestamos atenção, pois é uma ação automática, que não necessita de muito raciocínio.

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6 - Técnicas de Atendimento ao Público

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Técnicas de

Atendimento ao Público

6

Para começar

Neste capítulo, serão conhecidos os tipos de atendimento e algumas técnicas utilizadas no mundo empresarial.

Técnicas são instrumentos utilizados para realizar tarefas. O conhecimento empírico permite estabelecer critérios viáveis de aproximação do cliente e do seu atendimento. O método científico de experimentação, chamado de empirismo, permite estabelecer rotinas na forma de agir, em que situações semelhantes requerem decisões semelhantes.

No universo do atendimento ocorre o mesmo processo. Apesar de serem pessoas diferentes, o encaminhamento para a solução dos problemas pode ser estabelecido por técnicas comprovadas pela experimentação. Ciências e relações humanas caminham juntas para o atendimento de qualidade.

6.1  Tipos

As técnicas de atendimento estão divididas de acordo com o tipo e/ou momento da intervenção do funcionário com o cliente.

»»

Atendimento por telefone: telemarketing, que pode ser ativo ou passivo. Ativo quando o profissional liga para o cliente para passar uma informação, vender um produto ou serviço, verificar a qualidade do atendimento ou outra ação que a empresa considerar importante. Passivo quando o profissional recebe a ligação do cliente e, a partir das informações

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Zanotta Egydio Barbosa (11)
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Capítulo 7 - PLANO DE TABULAÇÃO

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CAPÍTULO 7

PLANO DE TABULAÇÃO

O B J E T I VOS

• Explicar o que significa tabulação e sua importância na investigação.

• Explicar com quais números trabalhamos em tabulação: número base, número absoluto e número porcentual.

• Demonstrar soluções para tabular respostas de perguntas abertas – caracterização e metodologia proposta para obtermos uma boa tabulação e a categorização das respostas de acordo com seu significado semântico.

zanotta_MIOLO_P3.indd 129

29/06/2018 11:44

130 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

PLANO DE TABULAÇÃO — SIGNIFICADO — IMPORTÂNCIA

Após termos realizado o preenchimento dos questionários, temos que criticar seus conteúdos e realizar a operação de verificação. Feito isso, o material está liberado para ser tabulado. Eis nossa definição de tabulação:

Tabulação é a soma das respostas, separadas em categorias especiais e orientadas pelos objetivos visados pela pesquisa (Zanotta, 1989).

Tabulação — exemplo de tabela

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Capítulo 8 - ANÁLISE DA PESQUISA

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CAPÍTULO 8

ANÁLISE DA PESQUISA

O B J E T I VOS

• Explicar o que vem a ser conceituação de análise e apresentar parâmetros de uma boa análise.

• Reafirmar que o pesquisador de mercado é quem deve conduzir a análise e interpretação dos dados e informações coletadas.

• Demonstrar os passos seguidos pela análise (e pelo analista) e seus pontos mais importantes.

zanotta_MIOLO_P3.indd 145

29/06/2018 11:44

146 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

Se bem conduzida a fase anterior – a tabulação –, já temos meio caminho andado para fazer a análise, que é a interpretação do que mostram as tabelas analíticas. A tabulação é parte integrante da análise – é a pré-análise. A esta caberá descrever, de forma sintética e aguda, o que mostram as tabelas.

Ao tecer considerações, o analista deve ter atenção para não extrapolar nem se estender demasiadamente. Deve procurar se ater àquilo que é essencial e que responda aos objetivos e perguntas da pesquisa.

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Capítulo 3 - TIPO DE PROJETOS de PESQUISA

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CAPÍTULO 3

TIPOS DE PROJETOS

DE PESQUISA

O B J E T I VOS

Apresentar os tipos de projeto de pesquisa.

Explicar o que é um projeto exploratório.

Demonstrar o que é um projeto descritivo-estatístico.

Explicar o que é um projeto experimental/causal.

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34 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

Passemos a examinar outra etapa da pesquisa de marketing, qual seja, o tipo de projeto a ser adotado.

A abordagem por nós escolhida é aquela que contempla a existência de três tipos de projetos. São eles: a) Exploratório. b) Descritivo-estatístico. c) Experimental/causal.

PROJETO EXPLORATÓRIO

O estudo exploratório pode ser encarado unicamente como o primeiro passo no processo de pesquisa. Na medida em que tem por objetivo localizar e definir problemas e hipóteses, após isso, poderemos usar outros projetos (experimental ou descritivo).

Vejamos algumas das principais características do projeto exploratório:

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Capítulo 5 - planejamento da amostragem

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CAPÍTULO 5

PLANEJAMENTO DA

AMOSTRAGEM

O B J E T I VOS

• Descrever os conceitos centrais que permeiam a amostragem.

• Explicar quais são os tipos básicos de amostragem probabilística e não probabilística, seus tipos e características.

• Demonstrar como calcular o tamanho da amostra.

• Apresentar os conceitos básicos: margem de erro e grau de confiança.

• Explicar qual fórmula podemos utilizar para calcular o tamanho da amostra, incluindo curva de Gauss e desvio-padrão.

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98 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

PLANEJAMENTO DA AMOSTRAGEM

Inicialmente, abordaremos os conceitos centrais que permeiam a amostragem, conforme apresentado no Quadro 5.1:

Quadro 5.1 Conceitos relacionados a amostragem

Amostragem

É o processo de seleção de uma amostra.

Amostra

É qualquer subconjunto de elementos de uma população.

População

É o conjunto de todos os elementos de um grupo de interesse.

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Capítulo 1 - COMO A PESQUISA SE INSERE NA ÁREA DE MARKETING

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CAPÍTULO 1

COMO A PESQUISA SE INSERE

NA ÁREA DE MARKETING

O B J E T I VOS

• Mostrar por que o conhecimento da área de marketing é um pré-requisito para aquele que já atua ou pretende atuar no setor de pesquisa de marketing.

• Identificar quais são e como funcionam, nas empresas, os conceitos de marketing.

• Explicar como organizar um departamento de pesquisa de marketing.

• Explicar quais são as funções do departamento de pesquisa de marketing na empresa.

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2 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

INTRODUÇÃO

Neste capítulo, procuramos mostrar que a pesquisa de marketing, como não poderia deixar de ser, se insere na área de marketing. Isso significa que qualquer indivíduo que pretenda nela atuar deve, antes de tudo, conhecer os meandros da atividade e as funções que perfazem essa complexa disciplina.

Para isso, fazemos uma breve introdução ao marketing, tomando por base aquilo que Philip Kotler nos transmitiu em suas primeiras lições na área e que perduram até o presente. O marketing exige que os executivos conheçam como funciona o mercado, principalmente quais são as necessidades dos consumidores.

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Yuh Ching Hong (10)
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8. Economia Circular e as Práticas Verdes

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 8

Economia

Circular e as

Práticas

Verdes

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 108 |  

8. ��Economia

Circular e as

Práticas Verdes

• Entender a importância da economia circular e da adoção de práticas verdes para a sociedade e para as organizações.

• Saber da existência do sistema de compensação – crédito carbono e a emissão de certificados.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

O tema sustentabilidade começou a chamar a atenção da população a partir da definição de desenvolvimento sustentável elaborada em 1987 pela Comissão Brundtland, da ONU: “O desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações”. O princípio da sustentabilidade aplica-se a um único empreendimento, a uma pequena comunidade e ao planeta inteiro, está em todos os níveis. Para que um empreendimento humano seja considerado sustentável, é preciso que ele seja:

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9. Cadeia de Suprimento Digital e o uso de tecnologia

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 9

Cadeia de

Suprimento

Digital e o uso de tecnologia

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 118 |  

9. ��Cadeia de

Suprimento

Digital e o uso de tecnologia

•  Entender a importância da cadeia de suprimento digital para agilizar as organizações e seus processos.

•  Saber da aplicação de tecnologias, como

Internet das Coisas (IoT), blockchain, para melhorar a agilidade e garantir a rastreabilidade na cadeia de suprimento.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

A cadeia de suprimento tem a configuração de uma rede constituída de fornecedores, fabricantes, distribuidores, revendedores e consumidores finais. É apoiada em um tripé: processos de negócio, estrutura organizacional e tecnologia.

O fluxo de informação tem papel fundamental e precisa ser transmitido cada vez mais com velocidade e exatidão para todos os elos da cadeia. Uma nova forma de sistema de informação já emergiu, e a internet passa a ser o meio de transformação. Agora falamos de um mundo totalmente novo, o digital.

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2. Registro e Análise de Processos

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 2

Registro e

Análise de

Processos

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 24 |  

2. ��Registro e Análise de Processos

• ­Identificar­os­diferentes­tipos­de­processos­ em­empresas­de­bens­e­serviços.­

• ­Compreender­a­importância­do­mapeamento­ de­processos­para­a­sua­gestão.

• ­Conhecer­técnicas­de­mapeamento­de­ processos.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

Processos Produtivos de Bens e Serviços

Todo­ e­ qualquer­ bem­ manufaturado­ ou­ serviço­ prestado­ a­ um­cliente­é­resultado­de­um­processo­de­transformação­de­ entradas­ em­ saídas.­ O­ processo­ de­ transformação,­ também­ chamado­ de­ processo­ de­ negócio,­ é,­ portanto,­ um­ conjunto­ de­atividades­realizadas­de­forma­coordenada,­cujo­objetivo­

é­produzir­um­produto­ou­gerar­um­serviço,­seja­para­clientes­ externos­ou­internos­à­organização.­

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3. Capacidade e Localização de Instalações

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 3

Capacidade e

Localização de

Instalações

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 38 |  

3. ��Capacidade e

Localização de

Instalações

• Conceituar capacidade produtiva.

Capacidade Produtiva

No caso dos sistemas de serviços, medir quantos clientes um dado sistema é capaz de atender por dia, por exemplo, é mais difícil devido à característica de heterogeneidade (variabilidade) intrínseca aos processos de prestação de serviços, uma vez que estes dependem de quem os executa, do próprio cliente e de onde são prestados. Nesses casos, a utilização de medidas da capacidade de entrada do sistema – fatores necessários para produzir um produto ou prestar um serviço – é mais comum, como o número de leitos disponíveis em um hospital, número de homens-hora em uma consultoria, número de lugares em um estádio de futebol, número de metros cúbicos em um armazém etc.

Capacidade produtiva é a quantidade máxima de produtos ou serviços que pode sair de um sistema em um determinado tempo. Assim, a medição da capacidade produtiva de um sistema é a quantificação do máximo que pode ser gerado pelo sistema em um dado período (hora, dia, mês, ano).

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5. Previsão da Demanda

YUH CHING, Hong Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 5

Previsão da

Demanda

ADMINISTRAÇÃO EM PRODUÇÃO E OPERAÇÕES

| 64 |  

5. ��Previsão da

Demanda

• Entender a importância da previsão da demanda para a gestão de negócios empresariais.

• Compreender a diferença entre itens de demandas dependentes e independentes.

• Saber utilizar os principais métodos qualitativos e quantitativos para previsões de demanda, utilizando as planilhas do Microsoft Excel®.

Ouça a síntese deste capítulo em menos de 5 minutos.

Professor, acesse www.empreende.com.br para obter material complementar com sugestões de atividades e suas aplicações.

A Importância da previsão de demanda

As previsões de demanda são crucias para as empresas, pois servem de ponto de partida para diversos controles, como o planejamento do fluxo de caixa do negócio, o planejamento da produção (PCP) e da fábrica, o controle dos estoques e gestão do processo de compras de mercadorias e de desenvolvimento da rede de fornecedores e as políticas de marketing, além de outras áreas de decisões estratégicas.

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Windsor Espenser Veiga Fernando De Almeida Santos (14)
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Respostas dos exercícios

Windsor Espenser Veiga, Fernando de Almeida Santos Grupo Gen PDF Criptografado

R ESP O STAS D O S EXE R C Í C IO S

Capí t u lo 1

1. a. b. c. d. e.

2.

3.

4.

5.

(C)

(C)

(I)

(C)

(D)

Gastos com mão de obra da produção.

Consumo de matéria-prima.

Compra de uma máquina.

Salário do encarregado da fábrica.

Depreciação de um computador utilizado no escritório da área da contabilidade de uma instituição de ensino.

Treinamento de funcionário administrativo.

Compra de um terreno.

Consumo de estoque de produtos acabados para venda.

Depreciação de um veículo (área comercial).

Salário da área de vendas.

f. (D) g. (I) h (C) i. (D) j. (D) a. b.

R$ 61.667,00

CMV = EI + C + II + FC + S – DC – EF

75.000,00 = 33.333,00 + X – 20.000,00

X = 75.000,00 + 20.000,00 – 33.333,00

X = 61.667,00

Resposta: Compras = R$ 61.667,00 b. Lucro bruto R$ 6.125,00

DRE

Vendas

18.500,00

(–) Tributos sobre as Vendas

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12. Estoques e sua importância

Windsor Espenser Veiga, Fernando de Almeida Santos Grupo Gen PDF Criptografado

12

ESTOQU ES E S UA IM PORTÂNC IA

Valor realizável líquido é o preço de venda estimado no curso normal dos negócios deduzido dos custos estimados para sua conclusão e dos gastos estimados necessários para concretizar a venda.

CPC 16 – Estoques1

Valor justo é aquele pelo qual um ativo pode ser trocado ou passivo liquidado entre as partes interessadas, conhecedoras do negócio e independentes entre si, com ausência de fatores que pressionem para a liquidação da transação ou que caracterizem uma transação forçada.

CPC 46 – Mensuração do Valor Justo2

Este capítulo possibilita visualizar as formas de controle de estoque, uma das áreas fundamentais para as entidades. O acompanhamento do estoque é relevante para evitar fraudes, obsolescência ou material desnecessário e contribui, de forma eficaz, na gestão das entidades.

Competências adquiridas com a leitura do capítulo:

›› Conhecer os métodos de custeio e as formas de controle.

›› Saber estruturar e implantar um sistema de custeio.

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11. Custos e despesas de pessoal

Windsor Espenser Veiga, Fernando de Almeida Santos Grupo Gen PDF Criptografado

11

C U STOS E DESPESAS DE PESSOAL

O capítulo objetiva explicar os custos de pessoal e como calcular o indexador (coeficiente) do custo de pessoal, relevando a importância e o impacto real dos custos nos recursos humanos das empresas.

Competências adquiridas com a leitura do capítulo:

›› Conhecer os encargos sociais sobre a folha de pagamento e o impacto destes nos custos das organizações.

›› Saber desenvolver e interpretar o indexador de custos de pessoal, com o objetivo de planejar, acompanhar e controlar as despesas com pessoal.

A folha de pagamento pode se constituir em um dos mais importantes gastos das entidades, e, na maioria dos casos, é o maior custo. O planejamento e o controle, assim como o conhecimento de todos os encargos sociais, os custos e as despesas de pessoal, são fundamentais para o planejamento empresarial.

Um profissional pode ser contratado de várias formas, como: comissionado, por produção ou com parte fixa e parte variável. Isso depende das políticas empresarias, da função e do nível do funcionário.

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Medium 9788597008340

10. Controle e acompanhamento da alavancagem empresarial

Windsor Espenser Veiga, Fernando de Almeida Santos Grupo Gen PDF Criptografado

10

C O NT ROL E E

AC OM PANHAMENTO DA

ALAVANCAGE M EM PRESARIAL

Alavanca é a utilização de um esforço menor para mover um peso muito maior. No caso da alavancagem empresarial, consiste em utilizar técnicas ou metodologias para propiciar um esforço incremental em vendas, que trará melhor resultado para a operação.

Competências adquiridas com a leitura do capítulo:

›› Conhecer o conceito de alavancagem.

›› Saber mensurar a alavancagem operacional e financeira.

O acompanhamento e o controle da alavancagem empresarial e financeira são fundamentais para o desenvolvimento da atividade empresarial, e este capítulo apresenta indicadores que possibilitam esse acompanhamento.

1 0.1 C ONC E I TO D E AL AVANCAG E M

Alavanca, como o próprio nome diz, é a utilização de um esforço menor para mover um peso muito maior. Pode-se definir a alavancagem empresarial como a utilização de um esforço incremental em vendas, que trará um percentual maior no resultado da operação. A Figura 10.1 contribui para essa visualização:

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8. Custos e precificação para empresas de serviços

Windsor Espenser Veiga, Fernando de Almeida Santos Grupo Gen PDF Criptografado

8

C U STOS E PREC IFICAÇÃO PARA

E MPRESAS DE SE RVI ÇOS

É difícil encontrar material que aborde custos voltados a serviços, pois a origem da contabilidade de custos é a indústria, além de serem produtos tangíveis, portanto mais fáceis de mensurar. As empresas de serviços são muito relevantes para a sociedade, principalmente na atualidade. Observa-se que toda empresa tem serviços prestados agregados, ainda que seja uma indústria ou comércio. Este capítulo aborda também como uma micro ou pequena empresa de serviços precifica conforme a análise dos seus custos.

Competências adquiridas com a leitura do capítulo:

›› Identificar e saber elaborar os componentes básicos da formação do preço de venda para micro e pequenas empresas de serviços enquadradas no Simples Nacional.

›› Identificar os custos e elementos que impactam na formação do preço de vendas.

Muitos empreendedores iniciantes, com o objetivo de conquistar clientes, tendem a precificar de forma errônea. Alguns, por sua vez, quantificam mal seus custos ou despesas e ofertam serviços, principalmente para empresas, e depois têm dificuldades para a entrega dos seus serviços e produtos por falta de caixa. Outros desejam cobrar o que o mercado suportar e perdem mercado, incentivando a concorrência. Por esses motivos, conhecer os custos e despesas e os limites financeiros, precificando de forma adequada e em conformidade ao perfil da instituição, é fundamental para o sucesso do negócio.

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Wilson Motta Miceli (6)
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Capítulo 1 - Mercado futuro agropecuário no Brasil

Wilson Motta Miceli Saint Paul Editora PDF Criptografado

Capítulo 1

Mercado futuro agropecuário no Brasil

Introdução

As bolsas americanas existem há mais de 150 anos. Sua tradição teve origem em mercadorias, e mais recentemente, agregaram os ativos financeiros.

A integração da Bovespa com a BM&F deu origem à Bolsa de Valores, Mercadorias e

Futuros (BM&FBOVESPA). A nova companhia nasce como a terceira maior bolsa do mundo e líder de mercado na América Latina. A fusão ocorreu no início de 2008, e a integração das atividades das duas companhias, segundo seus organizadores, possibilitou à BM&FBOVESPA atingir uma estrutura mais eficiente, possibilitando maior crescimento e rentabilidade nos negócios. É de se esperar que, ao aliar a força da Bovespa no mercado de ações à da BM&F nos mercados de futuros financeiros e de commodities, a

BM&FBOVESPA aumenta seus recursos e maior capacidade para desenvolver e lançar novos produtos e serviços, além de oferecer uma solução integrada de liquidação para uma base de investidores maior.

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Capítulo 6 - Risco e retorno dos derivativos agropecuários: uma alternativa para os fundos de investimentos

Wilson Motta Miceli Saint Paul Editora PDF Criptografado

Capítulo 6Risco e retorno dos derivativos agropecuários: uma alternativa para os fundos de investimentosIntroduçãoNeste capítulo abordaremos como é feita a mensuração do risco de mercado e uma pesquisa com derivativos agropecuários e financeiros sob a ótica do risco e retorno – Teoria de carteiras.6.1 Mensuração do risco de mercadoA gestão de risco de mercado é composta por três pilares: a identificação do risco, a mensuração e a mitigação. Nos capítulos anteriores vimos a identificação do risco dos agentes da cadeia do agronegócio e a mitigação por meio do uso de derivativos agropecuários; falta discutirmos uma métrica para mensurarmos esse risco.Essa mensuração é feita pelo valor em risco, ou value at risk (VaR), em que parâmetros como desvio-padrão e probabilidade do evento são determinantes para essa medição.O VaR é um valor em moeda ($) que representa a perda máxima, resultante da volatilidade dos preços de um ativo, ou conjunto de ativos, em um determinado período de tempo dado um nível de confiança.

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Capítulo 2 - Justificativas para o uso de derivativos

Wilson Motta Miceli Saint Paul Editora PDF Criptografado

Capítulo 2Justificativas para o uso de derivativosIntroduçãoEste capítulo apresenta um panorama do agronegócio brasileiro, com as principais culturas e suas características, como sazonalidade, fatores que influenciam na volatilidade dos preços, e os principais impactos que esses riscos oferecem aos agentes do agronegócio. São discutidos os principais riscos incorridos por uma empresa, como risco de crédito, operacional e de mercado.A agricultura nacional sofreu uma intensa redução no financiamento público por razões de limitação orçamentária. No início dos anos 1980, o financiamento público era deUS$ 20 bilhões, para uma produção nacional de grãos de 50 milhões de toneladas e, no final dos anos 1990, o crédito rural financiava apenas US$ 5 bilhões, ante uma produção de grãos superior a 100 milhões de toneladas.Os produtores e demais agentes da cadeia de comercialização ficaram expostos às variações de preços, muito comum no agronegócio. Além disso, há o efeito sazonal da produção, quando se colhe a safra produzida e ocorre a intensificação da comercialização.

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Capítulo 4 - Operações de hedge nos mercados futuros de café, boi gordo, açúcar, etanol, milho e soja

Wilson Motta Miceli Saint Paul Editora PDF Criptografado

Capítulo 4Operações de hedge nos mercados futuros de café, boi gordo, açúcar, etanol, milho e sojaIntroduçãoUma vez feita a conceituação da mecânica operacional dos contratos futuros, este capítulo tem o propósito de apresentar as principais operações de hedge que são efetuadas nos mercados futuros de bolsa. Essas operações não devem ser tomadas como recomendação pelos agentes do mercado antes de se conhecer o contexto econômico-financeiro da empresa.Todos os exemplos deste livro foram retirados de situações reais de mercado, procurando conduzir o leitor para bem próximo de sua realidade.4.1 Hedge de compra de café arábica no mercado internoUma torrefadora de café fecha um contrato de suprimento de 10.000 sacas com um atacadista no mercado interno, para entrega daqui a três meses, à cotação de US$ 150,00/saca.Tendo em vista o risco de alta no preço do café, o que comprometeria a margem de lucro na comercialização do produto, a torrefadora quer fazer um seguro de preço no mercado futuro, no qual a cotação para o mesmo vencimento do fornecimento é de

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Capítulo 3 - Fundamentos econômicos dos mercados futuros

Wilson Motta Miceli Saint Paul Editora PDF Criptografado

Capítulo 3Fundamentos econômicos dos mercados futurosIntroduçãoAs cotações de um contrato futuro negociadas em um determinado dia representam as expectativas que os agentes têm naquele dia de uma mercadoria em uma data futura.Como já mencionado anteriormente, os contratos futuros possuem uma data de vencimento e, portanto, quando os agentes estão negociando preços futuros, estes estão representados por esta data de vencimento.Com uma rápida verificação no Gráfico 3.1, referente aos preços futuros do contrato de soja, pode-se perceber que à medida que o tempo vai passando (eixo horizontal) os preços futuros estão oscilando, pois as expectativas dos agentes estão se modificando.Gráfico 3.1 – Comportamento do preço futuro da soja – vencimento em março de 2014 x31,0030,0029,0028,0027,0026,0025,0024,0023,0022/5/y30123/5/

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