Zvi Bodie Alex Kane Alan Marcus (7)
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Parte 5 - Análise de títulos

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Análise macroeconômica e setorial

O VALOR INTRÍNSECO DE UMA ação depende dos dividendos e lucros que podem ser esperados da empresa. Esse é o cerne da análise fundamentalista, isto é, a análise de determinantes de valor como as perspectivas de lucro. Basicamente, o sucesso comercial de uma empresa determina os dividendos que ela poderá pagar aos acionistas e o preço que auferirá no mercado de ações.

Entretanto, como as perspectivas da empresa estão amarradas às da economia em geral, a análise fundamentalista deve considerar o ambiente de negócios em que a empresa opera. Para algumas empresas, as circunstâncias macroeconômicas e setoriais podem ter maior influência sobre os lucros do que o desempenho relativo da empresa dentro de seu setor. Em outras palavras, os investidores precisam ter em mente o quadro econômico geral.

Desse modo, ao analisar as perspectivas de uma empresa, com frequência faz sentido começar com o ambiente econômico mais amplo, examinando a situação da economia agregada e até mesmo da economia internacional. A par-

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Parte 3 - Equilíbrio no mercado de ca

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Modelo de precificação de ativos financeiros

O MODELO DE PRECIFICAÇÃO DE ATIVOS

FINANCEIROS,  quase sempre chamado de

CAPM (capital asset pricing model), é uma peça central da economia financeira moderna.

O CAPM oferece uma previsão precisa da relação que devemos observar entre o risco de um ativo e seu retorno esperado. Essa relação atende a duas funções fundamentais.

Primeiramente, oferece uma taxa de retorno de referência para a avaliação de possíveis investimentos. Por exemplo, se estivermos analisando títulos, podemos desejar saber se o retorno esperado de uma ação que previmos

é superior ou inferior ao seu retorno “justo”,

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tendo em vista seu nível de risco. Em segundo lugar, esse modelo nos ajuda a fazer uma suposição fundamentada sobre o retorno esperado dos ativos que ainda não foram negociados no mercado. Por exemplo, como determinamos o preço de uma oferta pública inicial de ações?

Como um projeto novo e importante de investimentos afetará o retorno que os investidores exigem das ações de uma empresa? Embora o CAPM não suporte totalmente testes empíricos, ele é amplamente utilizado em virtude da percepção que oferece e porque sua precisão é considerada adequada para aplicações importantes.

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Parte 7 - Gestão de carteira aplicada

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Mercados de opções: introdução

OS TÍTULOS DERIVATIVOS OU  simplesmente derivativos desempenham um papel amplo e cada vez mais importante nos mercados financeiros.

Esses são os títulos cujos preços são determinados pelo ou “derivam do” preço de outros títulos.

Tanto os contratos de opções quanto os de futuros são títulos derivativos. Seu payoff depende do valor de outros títulos. Os swaps, sobre o qual falaremos no Capítulo 23, também são derivativos. Como o valor dos derivativos depende do valor de outros títulos, eles podem ser instrumentos extremamente eficazes tanto para hedging (cobertura ou proteção) quanto para especulação. Investigaremos essas aplicações nos quatro capítulos subsequentes, começando, neste capítulo, com as opções.

A negociação de contratos de opções padronizados em bolsa nacional teve início em 1973 quando a Bolsa de Opções de Chicago (Chicago

Board Options Exchange – CBOE) começou a listar opções de compra. Esses contratos tiveram um sucesso quase imediato, sobrepujando o mercado de opções de balcão previamente existente.

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Parte 4 - Títulos de renda fixa

Zvi Bodie, Alex Kane, Alan Marcus Grupo A PDF Criptografado

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Preço e rendimento das obrigações

NOS CAPÍTULOS ANTERIORES  sobre a relação entre risco e retorno, utilizamos um alto nível de abstração para analisarmos os títulos.

Assumimos implicitamente que uma análise prévia detalhada de cada título já havia sido realizada e que suas características de risco e retorno haviam sido avaliadas.

Agora nos voltamos para análises específicas de determinados mercados de títulos.

Examinamos os princípios de avaliação, os determinantes de risco e retorno e as estratégias de carteira normalmente empregadas dentro e entre os vários mercados.

Analisamos primeiramente os títulos de dí­vida. Um título de dívida representa o direito a um determinado fluxo de renda periódico.

Esses títulos com frequência são chamados de títulos de renda fixa porque prometem um fluxo de renda fixo ou um fluxo de renda determinado de acordo com uma fórmula específica. A vantagem é que eles são relativamente fáceis de entender porque as respectivas fórmulas de pagamento são especificadas com antecedência. A incerteza quanto aos fluxos de caixa é mínima porque a capacidade creditícia do emissor do título é adequada. Isso torna esses títulos um ponto de partida conveniente para a nossa análise sobre o universo de possíveis veículos de investimento.

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Parte 6 - Opções, futuros e outros derivativos

Zvi Bodie, Alex Kane, Alan Marcus Grupo A PDF Criptografado

Mercados de opções: introdução

OS TÍTULOS DERIVATIVOS OU  simplesmente derivativos desempenham um papel amplo e cada vez mais importante nos mercados financeiros.

Esses são os títulos cujos preços são determinados pelo ou “derivam do” preço de outros títulos.

Tanto os contratos de opções quanto os de futuros são títulos derivativos. Seu payoff depende do valor de outros títulos. Os swaps, sobre o qual falaremos no Capítulo 23, também são derivativos. Como o valor dos derivativos depende do valor de outros títulos, eles podem ser instrumentos extremamente eficazes tanto para hedging (cobertura ou proteção) quanto para especulação. Investigaremos essas aplicações nos quatro capítulos subsequentes, começando, neste capítulo, com as opções.

A negociação de contratos de opções padronizados em bolsa nacional teve início em 1973 quando a Bolsa de Opções de Chicago (Chicago

Board Options Exchange – CBOE) começou a listar opções de compra. Esses contratos tiveram um sucesso quase imediato, sobrepujando o mercado de opções de balcão previamente existente.

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Zenone Luiz Claudio (5)
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Capítulo 1 Gestão do atendimento e relacionamento

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Gestão do atendimento e relacionamento

Quando um cliente tem determinada necessidade, fica atento às ofertas, verificando e analisando todas as opções que lhe são apresentadas para escolher a mais adequada a suas características, seu perfil, suas exigências, possibilidades e, assim, iniciar uma relação comercial com a empresa.

A partir do início dessa relação comercial, se ficar evidente a plena satisfação do cliente desde o início do atendimento até a concretização do negócio e a empresa obtiver o lucro desejado durante e depois do processo, entende-se que o marketing atingiu seu objetivo principal: atender ao cliente.

Para a empresa atingir esse objetivo, algumas etapas devem ser cumpridas.

A primeira delas é identificar e compreender as reais necessidades do cliente para, depois, transformá-las em uma oferta adequada e, por último, cuidar da comunicação e da disponibilização dessa oferta da forma mais direta e conveniente possível (Figura 1.1).

Todo esse caminho deverá ser acompanhado pelas diversas áreas que compõem o negócio, que devem analisar e verificar sua viabilidade em relação

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Capítulo 3 Call center e contact center como canais de relacionamento

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3

Call center e contact center como canais de relacionamento

No Capítulo 2, apresentamos o conceito de marketing de relacionamento e de

Customer Relationship Management (gestão do relacionamento com o cliente

– CRM), que se trata de um conjunto de ferramentas que tem como objetivo principal criar valor pelo conhecimento adquirido do cliente e tornar a oferta tão próxima de sua necessidade que ele tenda a ser fiel à empresa.

Construa uma rede de relacionamento efetiva com os principais públicos interessados e os lucros serão uma consequência.

[...]

O marketing de relacionamento tem como meta construir relacionamentos de longo prazo mutuamente satisfatórios com partes-chave – clientes, fornecedores, distribuidores e outros parceiros de marketing – a fim de conquistar ou manter negócios com elas.

Ele constrói fortes ligações econômicas técnicas e sociais entre as partes... O marketing de relacionamento envolve cultivar o tipo certo de relacionamento com o grupo certo. O marketing deve executar não só a gestão de relacionamento com o cliente (Customer Relationship Management – CRM), como também a gestão do relacionamento com os parceiros (Partner Relationship Management – PRM), que se constitui de quatro elementos principais: clientes, funcionários, parceiros de marketing (canais, fornecedores, distribuidores, revendedores, agências) e membros da comunidade financeira (acionistas, investidores, analistas) (KOTLER;

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Capítulo 4 A importância operacional e estratégica da linha de frente ou pontos de contato (front office)

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A importância operacional e estratégica da linha de frente ou pontos de contato (front office)

O crescimento vertiginoso dos conceitos de call center e do contact center está sendo possível graças à utilização eficaz das ferramentas do front office e sua interface com o marketing, as vendas e com as demais atividades gerenciais, sobretudo da área de logística.

Entendem-se por front office ou linha de frente ou pontos de contato (Figura 4.1) todas as ferramentas que permitem o contato da empresa com o mercado (clientes, fornecedores, colaboradores, parceiros, formadores de opinião etc.) e que “facilitam” ou colaboram com o relacionamento. Os sistemas de front office são por definição aqueles em que acontece o maior número de contatos com o cliente, em que são registradas as compras, solicitações de informações diversas, ações promocionais de comunicação em marketing, nos quais o cliente pode emitir opiniões, sugestões e reclamações e, também, em que a empresa pode desenvolver diversas ações de marketing, por isso, tem um papel operacional e estratégico fundamental para o atendimento mercadológico.

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Introdução

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Introdução

O cenário mercadológico em constantes alterações e a importância do atendimento e do relacionamento como diferenciais competitivos para as empresas

O significado da palavra competição se altera e se renova na medida em que mudanças socioculturais, políticas e legais, econômicas, demográficas, geográficas, entre outras, impactam no ambiente mercadológico e atingem diretamente (e, muitas vezes, indiretamente) as estratégias de marketing adotadas pelas empresas.

Esse fato demonstra que, como a disputa nos mercados está cada vez mais acirrada, vem aumentando também a busca por diferenciais competitivos nos negócios.

Entende-se por competição a relação entre duas ou mais empresas que assumem a rivalidade em razão de estarem atingindo o mesmo público-alvo e a mesma necessidade e que se esforçam para se diferenciar e, assim, conquistar, desenvolver e manter seus clientes atuais ou potenciais.1 Quando as ações de marketing que uma empresa desenvolve, com o objetivo de se diferenciar em relação aos concorrentes (competidores), trazem resultados mais eficientes e eficazes para o negócio, diz-se que essa empresa tem alta taxa de competitividade no mercado no qual atua.

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Capítulo 2 Marketing de relacionamento e seus princípios básicos

ZENONE, Luiz Claudio Grupo Gen PDF Criptografado

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Marketing de relacionamento e seus princípios básicos

No Capítulo 1, vimos que para uma empresa que deseja sobreviver em um mercado competitivo não basta ter um bom produto ou preços competitivos,

é necessário ter foco no mercado e um gerenciamento eficiente e eficaz do atendimento.

Segundo Wing (1998), esses aspectos (qualidade, eficiência e preço) não são as únicas maneiras de cativar os clientes. A satisfação do cliente virou um diferencial que deve ser a meta de toda empresa que deseja relacionar-se bem com seus clientes. Ainda segundo o autor, clientes satisfeitos podem tornar-se leais (fiéis) e, além disso, recomendar a empresa para outros clientes (boca a boca ou viral1). Portanto, o grande objetivo de uma empresa deve ser conquistar, desenvolver e manter clientes, pois eles devem ser a razão da existência de qualquer negócio.

Para atingir esse objetivo, a empresa deve ter uma gestão de atendimento adequada e uma estratégia de relacionamento compatível com as características de seu público-alvo. Neste capítulo, vamos tratar especificamente do conceito de marketing de relacionamento e das principais estratégias desenvolvidas a partir dessa “nova” visão de negócios.

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Zanotta Egydio Barbosa (11)
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Capítulo 6 - O SETOR DE CAMPO

ZANOTTA, Egydio Barbosa Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

O SETOR DE CAMPO

O B J E T I VOS

• Definir o que significa setor de campo e sua importância no projeto de pesquisa.

• Sublinhar qual é a influência do entrevistador no levantamento de dados e os vieses introduzidos.

• Explicar quem são os componentes do setor de campo e quais são as funções e as tarefas desempenhadas.

• Apontar quais são os tipos de erro da falta de respostas-recusas (por exemplo, dizer que não está em casa; erro de questionamento; erro de registro; erro proposital – fraude).

• �Demonstrar os erros cometidos pelos entrevistados: erro de incapacidade, má vontade, erros do pesquisador, entre outros.

• Demonstrar os erros administrativos.

• Explicar o que vem a ser verificação dos entrevistadores – características e importância.

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116 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

DEFINIÇÃO DO SETOR DE CAMPO

O setor de campo é o local de onde provêm os dados/informações coletados pelos entrevistadores, cujo público-alvo é selecionado de acordo com o objetivo da investigação, podendo ser donas de casa, chefes de família, jovens, empresários, vendedores de lojas etc.

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Capítulo 1 - COMO A PESQUISA SE INSERE NA ÁREA DE MARKETING

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CAPÍTULO 1

COMO A PESQUISA SE INSERE

NA ÁREA DE MARKETING

O B J E T I VOS

• Mostrar por que o conhecimento da área de marketing é um pré-requisito para aquele que já atua ou pretende atuar no setor de pesquisa de marketing.

• Identificar quais são e como funcionam, nas empresas, os conceitos de marketing.

• Explicar como organizar um departamento de pesquisa de marketing.

• Explicar quais são as funções do departamento de pesquisa de marketing na empresa.

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2 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

INTRODUÇÃO

Neste capítulo, procuramos mostrar que a pesquisa de marketing, como não poderia deixar de ser, se insere na área de marketing. Isso significa que qualquer indivíduo que pretenda nela atuar deve, antes de tudo, conhecer os meandros da atividade e as funções que perfazem essa complexa disciplina.

Para isso, fazemos uma breve introdução ao marketing, tomando por base aquilo que Philip Kotler nos transmitiu em suas primeiras lições na área e que perduram até o presente. O marketing exige que os executivos conheçam como funciona o mercado, principalmente quais são as necessidades dos consumidores.

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Capítulo 9 - CONCLUSÕES DA PESQUISA

ZANOTTA, Egydio Barbosa Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 9

CONCLUSÕES DA PESQUISA

O B J E T I VOS

• Explicar o significado de conclusão na pesquisa.

• Sublinhar a principal característica do pesquisador: o poder de síntese do pesquisador de marketing nas conclusões.

• Explicar, ao descrever as conclusões, que elas se destinam ao executivo da empresa e portanto devem ser apresentadas de forma resumida.

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150 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

Esse tópico foi por nós criado há muitos anos. Como o aprendemos? A seguir, apresentamos um caso que pode nos ajudar a compreender melhor a importância das conclusões da pesquisa.

CASO

PESQUISA NO MÉXICO

Fizemos uma viagem ao México onde realizamos uma pesquisa de 32 produtos da marca Bosch. Basicamente, o objetivo central era o de verificar quais eram nossos concorrentes e qual sua participação. Ao término da pesquisa, fizemos a tabulação dos dados, a confecção das tabelas e finalizamos com uma análise detalhada das descobertas da pesquisa.

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Capítulo 7 - PLANO DE TABULAÇÃO

ZANOTTA, Egydio Barbosa Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

PLANO DE TABULAÇÃO

O B J E T I VOS

• Explicar o que significa tabulação e sua importância na investigação.

• Explicar com quais números trabalhamos em tabulação: número base, número absoluto e número porcentual.

• Demonstrar soluções para tabular respostas de perguntas abertas – caracterização e metodologia proposta para obtermos uma boa tabulação e a categorização das respostas de acordo com seu significado semântico.

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130 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

PLANO DE TABULAÇÃO — SIGNIFICADO — IMPORTÂNCIA

Após termos realizado o preenchimento dos questionários, temos que criticar seus conteúdos e realizar a operação de verificação. Feito isso, o material está liberado para ser tabulado. Eis nossa definição de tabulação:

Tabulação é a soma das respostas, separadas em categorias especiais e orientadas pelos objetivos visados pela pesquisa (Zanotta, 1989).

Tabulação — exemplo de tabela

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Capítulo 2 - Formulação do Problema da Pesquisa

ZANOTTA, Egydio Barbosa Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

FORMULAÇÃO DO

PROBLEMA DA PESQUISA

O B J E T I VOS

• Entender qual a importância do problema na realização do projeto de pesquisa de marketing.

• Compreender como localizar e definir problemas de marketing que afetam as empresas.

• Explicar como podemos classificar os problemas de marketing.

• Compreender o que vêm a ser os objetivos da pesquisa de marketing.

• Tomar conhecimento de um modelo de problema e objetivos.

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18 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

IMPORTÂNCIA DO PROBLEMA

Esta é a principal etapa do projeto de pesquisa de marketing: sem um problema claramente definido, não há como realizar uma investigação de mercado fecunda e capaz de resolver aquilo que está importunando e prejudicando a empresa.

Devemos ressaltar que a formulação do problema é tão importante, que muita pesquisa é (ou deveria ser) realizada para localizar e definir o problema.

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White Andrew (11)
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Epílogo

WHITE, Andrew Editora Saraiva PDF Criptografado

Epílogo

A M I N H A R E L U TÂ N C I A E M

aderir à futurologia significa que qualquer leitor

que espere uma previsão de tendências futuras nesta seção final ficará desa‑ pontado. Eu também não pretendo apresentar uma longa recapitulação de te‑ mas que já foram extensivamente abordados nos capítulos anteriores. Não obstante, acho que seria útil terminar destacando os modos mais distintivos pelos quais a mídia digital exerce influência nas esferas política, econômica e social. Dada a ênfase abrangente aplicada aos estudos de caso como um meio possível de explorar a rica variedade do uso da mídia digital, o livro terminará com uma discussão do uso da mídia digital nos dramáticos e trágicos dias que se seguiram ao atentado a bomba na Maratona de Boston (EUA), em 2013.

Em abril de 2013, uma cirurgia para remover um coágulo de sangue me impediu de estar presente na conferência Mídia em Transição no Instituto de

Tecnologia de Massachusetts (MIT). Meu desapontamento por perder esse evento foi logo eclipsado por preocupações mais importantes na forma de notí‑ cias sobre o tiroteio que matou um policial no campus, apenas alguns dias de‑ pois que três pessoas foram mortas em uma explosão ocorrida na maratona de Boston. Eu fiquei sabendo do tiroteio na tarde de 19 de abril, sexta­‑feira,

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C A P Í T U L O 6 - Leitura e uso da mídia digital

WHITE, Andrew Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Leitura e uso da mídia digital

Introdução

NA E R A DA M Í D I A

de massa, as teorias sobre o uso da mídia foram dominadas

por duas vertentes particulares: o instrumentalismo e o determinismo tecnoló‑ gico. Embora um número muito pequeno de estudos sobre o modo como o público usava várias mídias fosse inteiramente instrumentalista ou determinis‑ ta tecnológico, a maioria tendia a se situar em algum lugar do contínuo entre essas duas posições. Este capítulo fará uma crítica dessas duas posições antes de discutir teorias que tentam ir além desse binário rudimentar, em particular a conceituação do uso da mídia de Joost Van Loon e a teoria da ecologia da mí‑ dia de Postman. Embora este capítulo seja principalmente teórico (seguido por estudos de caso nos Capítulos 7, 8 e 9), nele discutiremos como uma das nossas práticas de mídia mais antigas, a leitura, foi afetada pela disseminação da mídia digital. Esse estudo de caso particular será teorizado por meio da obra de Walter

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Prefácio e agradecimentos

WHITE, Andrew Editora Saraiva PDF Criptografado

Prefácio e agradecimentos

ESTE LIVRO TEVE UMA

longa gestação, que abrangeu minha pesquisa de mídia

digital de quase uma década na universidade, bem como ideias que colhi em vários projetos de digitalização em que trabalhei antes disso, dos quais o pri‑ meiro começou há quase 15 anos! Esse conhecimento tornou­‑se mais estrutu‑ rado em minha mente nos dois últimos anos, quando lecionei um módulo de final de ano denominado O novo mundo da mídia em um curso universitário na Universidade de Nottingham, campus de Ningbo (UNNC), na China. Desen‑ volvido originalmente com Rena Bivens para a primeira turma de formandos da Universidade em 2007­‑2008, esse módulo também é ensinado em conjunto ou isoladamente por Ned Rossiter e Stephen Quinn. Ser o único coordenador do módulo desde fevereiro de 2012 me permitiu desenvolver os temas tal como estarão disponíveis daqui em diante, para os que quiserem conhecê­‑los por meio desta leitura. Embora o conteúdo apresentado neste livro seja exclusiva‑ mente meu, as contribuições dos professores já mencionados, bem como de todos os estudantes a quem eu tive o prazer de lecionar o módulo, sem dúvida proporcionaram maior clareza ao meu pensamento sobre essas questões com‑ plexas. Gostaria de agradecer também a Chris Penfold e Felicity Plester, da

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C A P Í T U L O 5 - A economia digital e a crise econômica global

WHITE, Andrew Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

A economia digital e a crise econômica global

Introdução

EMBORA O CAPÍTULO ANTERIOR

inclua certa dose de crítica, principalmente

por ter se valido da obra de David Harvey sobre a economia pós­‑moderna, sua intenção global era apresentar os argumentos mais fortes em favor da eficácia da economia digital. A fim de manter certo equilíbrio, este capítulo apresenta uma investigação crítica sustentada e muito mais abrangente sobre o funcionamento da economia digital. O parágrafo final do capítulo anterior traz à mente o seguinte diálogo, que teve lugar após a introdução de uma máquina para automatizar as tarefas em uma linha de montagem de automóveis mais de 60 anos atrás: em 1955, durante uma aparição muito anunciada na fábrica de motores da

General Motors de Cleveland [EUA], na qual a máquina havia sido recente‑ mente instalada, comenta­‑se que o então diretor­‑executivo da GM, Charles E.

Wilson, visualizando uma fábrica totalmente automática, perguntou a Walter

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C A P Í T U L O 9 - O uso da mídia digital no mundo em desenvolvimento

WHITE, Andrew Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 9

O uso da mídia digital no mundo em desenvolvimento

Introdução

A M A I O R PA R T E D O

conteúdo deste livro refere­‑se ao mundo anglófono, no

qual o autor foi educado e trabalha.1 Nesse sentido, o livro é semelhante à maioria dos estudos da mídia digital, especialmente monografias, mas seria profundamente problemática a omissão de uma discussão mais séria em rela‑

ção a quantos dos conceitos trabalhados nestas páginas poderiam ser aplica‑ dos fora do mundo anglófono, especialmente em países em desenvolvimento.

De fato, tal discussão é útil, não somente para identificar alguns dos usos in‑ teressantes da mídia digital em diferentes partes do mundo, mas também para acrescentar importantes advertências em relação a declarações de que podemos inventar tecnologias e conceitos no mundo desenvolvido e simples‑ mente aplicá­‑los incondicionalmente em outros lugares; como este capítulo passará a demonstrar, há também exemplos de ideias e inovações que correm na direção inversa. O espaço não permite uma discussão do desenvolvimento e do uso da mídia digital em todas as partes do mundo em desenvolvimento.

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Wanke Peter F (7)
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4 COMO A SOFISTICAÇÃO LOGÍSTICA DAS INDÚSTRIAS AFETA AS MOTIVAÇÕES PARA TERCEIRIZAR

WANKE, Peter F. Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

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COMO A SOFISTICAÇÃO

LOGÍSTICA DAS INDÚSTRIAS

AFETA AS MOTIVAÇÕES

PARA TERCEIRIZAR

1

INTRODUÇÃO

O gerenciamento de cadeias de suprimento inclui um conjunto de processos de negócio que em muito ultrapassa as atividades diretamente relacionadas com a logística (LAMBERT; STOCK, 1998). No entanto, a logística é um dos principais processos para o gerenciamento de cadeias de suprimento, pois existe uma clara e definitiva necessidade de integração dos fluxos de produto, de informação e dos fluxos financeiros (BOWERSOX; CLOSS; STANK, 1999). O desenvolvimento de novos produtos é talvez o exemplo mais óbvio dessa necessidade, pois vários aspectos do negócio devem ser incluídos nessa atividade: o marketing para estabelecer o conceito; pesquisa e desenvolvimento para o projeto do produto; produção e logística para executar as operações e finanças para a estruturação do projeto de investimento.

Para melhor compreender o conceito de gerenciamento de cadeias de suprimento, é fundamental entender o conceito de canal de distribuição já bastante consolidado e há muito utilizado por marketing. O canal de distribuição pode ser definido como o conjunto de unidades organizacionais, instituições e agentes que dão apoio à comercialização de produtos e de serviços de uma determinada empresa (FIGUEIREDO; FLEURY; WANKE, 2003).

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2 SATISFAÇÃO COM O USO DE AUTÔNOMOS NO TRANSPORTE DE CARGAS

WANKE, Peter F. Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

2

SATISFAÇÃO COM O USO

DE AUTÔNOMOS NO

TRANSPORTE DE CARGAS1

1

INTRODUÇÃO

Atualmente, a atividade de transporte é alvo de destaque no Brasil devido

à necessidade de uma estrutura logística adequada para sustentar o crescimento econômico do país. Estradas bem conservadas e sinalizadas, portos e ferrovias eficientes e aeroportos seguros são assunto constante na mídia nacional. Após longo período sem investimentos na infraestrutura logística do país, o Governo

Federal destinou R$ 503,9 bilhões para investimentos em infraestrutura no período de 2007 a 2010, sendo R$ 58,3 bilhões para investimentos na área logística

(PAC, 2008). Através destes investimentos, a meta governamental é garantir um crescimento econômico de 5% ao ano entre 2008 e 2010 (YOSHIDA, 2007). Apesar dos grandes valores, ainda se questiona se é o suficiente para resolver todos os gargalos mais urgentes. A Confederação Nacional do Transportes elaborou um Plano de Logística para o Brasil que prevê a necessidade de investimentos de

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5 DETERMINANTES E EVOLUÇÃO DA EFICIÊNCIA NO SETO RBRASILEIRO DE OPERADORES LOGÍSTICOS

WANKE, Peter F. Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

5

DETERMINANTES E EVOLUÇÃO

DA EFICIÊNCIA NO SETOR

BRASILEIRO DE OPERADORES

LOGÍSTICOS1

1

INTRODUÇÃO

Um cenário globalizado, com cadeias de suprimento cada vez mais complexas, impulsiona a exigência por elevados níveis de serviço e menores custos.

Nesse sentido, os Operadores Logísticos (OLs), elos importantes de tais cadeias, devem buscar continuamente formas de se manterem competitivos, sendo que técnicas de mensuração de eficiência desempenham um papel fundamental nessa busca. Especificamente, a técnica de Análise Envoltória de Dados (Data Envelopment Analysis, DEA), desenvolvida há trinta anos, vem se revelando uma poderosa ferramenta para medir a eficiência, sobretudo por ser capaz de processar simultaneamente múltiplos inputs e outputs e proporcionar aos gestores um meio de apoio à tomada de decisão. Através dessa técnica, é possível explorar o desempenho, avaliando-o globalmente, localmente ou ainda sob a ótica da escala da unidade de negócio. Além disso, em conjunto com outras técnicas, é possível mensurar o impacto de diferentes políticas, serviços e tecnologias nos níveis de eficiência.

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7 PERCEPÇÕES DOS EXPORTADORES BRASILEIROS SOBRE A QUALIDADE DA INFRAESTRUTURA LOGÍSTICA

WANKE, Peter F. Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

7

PERCEPÇÕES DOS EXPORTADORES

BRASILEIROS SOBRE A QUALIDADE

DA INFRAESTRUTURA LOGÍSTICA1

1

INTRODUÇÃO

A importância da infraestrutura logística para as economias nacionais e para as empresas tem aumentado fortemente nos últimos anos (CULLINANE et al., 2005). De forma a apoiar o crescimento econômico com base nas exportações, os governos do mundo todo têm estado constantemente sob pressão para melhorar a qualidade de infraestrutura logística, assegurando que as empresas usuárias de seus serviços sejam competitivas internacionalmente. É consenso que a infraestrutura logística forma um elo vital na cadeia total de comércio, contribuindo para a competitividade internacional de um país (TONGZON,

1989; CHIN; TONGZON, 1998).

No Brasil, um dos chamados “países emergentes” ou “BRICs” (WILSON;

PURUSHOTHAMAN, 2003), as exportações mais que dobraram no período compreendido entre 2002 e 2007, alcançando quase US$ 160 bilhões (FLEURY;

HIJJAR, 2008). Quase metade desse volume está concentrada em commodities

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6 MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE LOGÍSTICA: O LONGO CAMINHO DE UMA TRANSPORTADORA A UM OPERADOR LOGÍSTICO

WANKE, Peter F. Editora Atlas S.A. PDF Criptografado

6

MICRO E PEQUENAS EMPRESAS DE

LOGÍSTICA: O LONGO CAMINHO

DE UMA TRANSPORTADORA A

UM OPERADOR LOGÍSTICO

1

INTRODUÇÃO

No Brasil, existem atualmente cinco milhões de MPEs, que representam 98% do total de empresas no país e que respondem por aproximadamente 20% do

Produto Interno Bruto (PIB) (SEBRAE-SP, 2006). Juridicamente, microempresa é a entidade econômica legalmente constituída que aufere receita bruta anual inferior a R$ 240.000,00. Pequena empresa, por outro lado, é definida como a entidade econômica que fatura anualmente entre R$ 240.000,00 e R$ 2.400.000,00.

Desse universo de microempresas, 56% atuam no comércio, 14% na indústria e os 30% restantes no setor de serviços (RAIS/TEM, 2004).

Especificamente no setor de serviços, destacam-se a logística e, mais particularmente, a atividade de transporte de cargas, como molas propulsoras da atividade econômica nacional e dos negócios empresariais. No Brasil, de modo geral, os custos logísticos oscilam ao redor de 11,7% do PIB (CEL/COPPEAD,

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