Ademir Clemente Alceu Souza (1)
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Medium 9788522464302

Referências

Ademir Clemente, Alceu Souza Grupo Gen PDF Criptografado

Referências

ALLORA, Franz. Engenharia de custos técnicos. São Paulo: Pioneira.

____________ ; ALLORA, Valério. UP’ unidade de medida de produção. São Paulo:

Pioneira, 1995.

ANSOFF, H. Igor. A nova estratégia empresarial. São Paulo: Atlas, 1991.

BERLINER, Callie; BRIMSON, James A. Gerenciamento de custos em indústrias avançadas: base conceitual CAM-I. São Paulo: T.A. Queiroz Editor, 1988.

BEULKE, Rolando; BERTÓ, Dalvio. Custo e estratégia de resultados. Porto Alegre:

Sagra, 1985.

BORNIA, A. Análise gerencial e custos: aplicações em empresas modernas. Porto

Alegre: Bookman, 2002.

BRIMSON, James A. Contabilidade por atividade: uma abordagem de custeio baseado em atividades. São Paulo: Atlas, 1996.

CAMARGO, Pedro; ROCHA, Wellington. A importância da mensuração do custo unitário. II CONGRESO DE LA ASOCIACIÓN ESPAÑOLA DE CONTABILIDAD DIRECTIVA,

León, Espanha, 2001.

CATELLI, Armando; SANTOS, Edilene Santana. Competitividade, criação de valor e gestão econômica. VI CONGRESO INTERNACIONAL DE COSTOS, Punta del Leste,

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Adriana Moreira Amado (9)
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Medium 9788520416624

1. Crescimento, Flutuações, Instabilidade e Papel da Política Econômica

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Capítulo 1

Crescimento, Flutuações, Instabilidade e Papel da Política Econômica

Neste capítulo vamos analisar as diferenças entre três visões econômicas sobre a atividade econômica. Estudaremos a abordagem neoclássica, a keynesiana e a marxista e, em cada uma delas, vamos ver como é concebido o crescimento econômico, se estável, se instável, ou se sujeito a crises, e o porquê de cada uma dessas conclusões.

Após este capítulo, você estará apto a

• Conceituar Produto Interno Bruto – PIB

• Distinguir formas de cálculo do PIB

• Conceituar fluxo circular de renda

• Conceituar poupança e investimento

• Explicar como o equilíbrio entre poupança e investimento garante a estabilidade do fluxo circular de renda e da atividade econômica para os neoclássicos

1

Noções de Macroeconomia

• Explicar como a incerteza afeta o investimento e provoca instabilidade na economia para os keynesianos

• Explicar como a lógica do sistema capitalista leva a crises para os marxistas

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Glossário

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Glossário

Área de Livre Comércio: Integração entre países em que há acordo e onde todas as tarifas são eliminadas dentro do bloco.

Área de Tarifas Preferenciais: Integração entre países em que há acordo de tarifas menores para países do bloco em transações entre eles.

Balanço de Pagamentos: Registro de todas as transações de um país com o exterior.

Bens finais: Não utilizados na produção de outros bens.

Bens intermediários: Utilizados na produção de outros bens.

Capital: Máquinas, equipamentos, ferramentas, instalações, ou dinheiro para comprá-los.

Conflito distributivo: Conflito entre vários participantes (p.ex., capitalistas e trabalhadores) por parte maior da renda total da economia.

Desutilidade: Falta de utilidade, perda de utilidade.

Eficiência Marginal do Capital: Rentabilidade esperada do investimento.

Fatores de produção: É o que se utiliza na produção: trabalho, capital, terra e recursos naturais.

Fluxo circular de renda: fluxo de rendimentos recebidos pelas famílias

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Respostas das Questões para Recapitulação Geral

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Respostas das Questões para Recapitulação Geral

Série 1

Primeira Parte

1.

VVVVV

6.

FVFFV

2.

VFVFV

7.

FFFVV

3.

FVFVV

8.

VVVVV

4.

FVFFV

9.

VFFFF

5.

VFVVV

10.

VFVFF

Segunda Parte

11. a

16. d

12. d

17. b

13. e

18. d

14. c

19. b

15. c

20. b

227

Noções de Macroeconomia

Série 2

Primeira Parte

1.

VFFFV

6.

VVVVV

2.

VFFVV

7.

VVFVV

3.

VVFFF

8.

FFVVV

4.

FFFVV

9.

VVVVV

5.

VFFVV

10. VVFVV

Segunda Parte

228

11. b

16. e

12. b

17. b

13. e

18. d

14. b

19. c

15. c

20. d

Respostas das Questões para Recapitulação Geral

Série 3

Primeira Parte

1.

VVVFF

6.

VFVFV

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Medium 9788520416624

3. Globalização Econômica, Liberalização e Blocos Regionais

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Capítulo 3

Globalização Econômica, Liberalização e Blocos Regionais

Neste capítulo verificaremos as diferentes visões econômicas sobre globalização e blocos regionais. Vamos observar percepções mais otimistas ou mais céticas com relação à globalização e aos blocos regionais, dependendo das conclusões vistas nos capítulos anteriores sobre os papéis do mercado e do Estado segundo as três visões econômicas abordadas.

Após este capítulo, você estará apto a:

• Explicar o processo de globalização econômica.

• Conceituar liberalização de mercados.

• Relacionar globalização, liberalização de mercados e acirramento da concorrência.

• Identificar características importantes da globalização econômica.

89

Noções de Macroeconomia

• Explicar como ocorre a criação de blocos regionais.

• Descrever os argumentos neoclássicos em defesa da globalização.

• Descrever os argumentos keynesianos e marxistas de ataque à globalização.

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2. Moeda, Crédito e Crescimento Econômico

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Capítulo 2

Moeda, Crédito e Crescimento Econômico

A análise do crédito e de seu papel no processo de desenvolvimento dos países nos remete a uma discussão mais ampla sobre o papel da moeda. Os bancos, ao estenderem o crédito, acabam exercendo um impacto significativo na oferta de moeda e na liquidez da economia.

Há enorme controvérsia em teoria econômica acerca do papel da moeda no sistema econômico e na dinâmica de acumulação. Algumas correntes afirmam que a moeda não desempenha nenhum papel na definição da trajetória de crescimento de determinada economia. Outras afirmam que não se pode compreender perfeitamente essas trajetórias sem a análise detalhada da moeda e de como os agentes econômicos se relacionam com ela a cada momento.

Um primeiro grupo de teorias trabalha com a idéia de que a moeda e o crédito não afetam o crescimento real

39

Noções de Macroeconomia

da economia, enquanto um segundo grupo observa que a moeda interfere na trajetória do crescimento econômico. Na classificação das escolas de pensamento econômico utilizada no capítulo anterior, os neoclássicos acham que a moeda não tem efeitos permanentes na atividade econômica efetiva, enquanto os keynesianos e os marxistas acreditam que tem, e afirmam que a moeda e o crédito podem ter efeitos permanentes na produção.

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Alexandre Assaf Neto (18)
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Medium 9788597024456

15 Análise de Ações e Valor Criado ao Acionista

Alexandre ASSAF NETO Grupo Gen ePub Criptografado

Convencionalmente, a análise de ações é efetuada com base em indicadores do valor patrimonial, lucro por ação (LPA), índice preço/lucro (P/L) e distribuição de dividendos (payout). Apesar de seus aspectos conceituais serem amplamente difundidos no mercado, a utilização dessas medidas de análise requer certos comentários críticos no que concerne principalmente às suas limitações e critérios de cálculo adaptados às características contábeis e econômicas brasileiras.

O capítulo dedica ainda especial atenção às medidas de desempenho das ações em valores de mercado, desenvolvendo métricas modernas de “Retorno do Acionista” e “Valor Criado ao Acionista”.

Os indicadores de análise de ações, assim como todas as outras medidas financeiras, são mais úteis quando avaliados em conjunto com os demais índices e analisada também sua evolução. É importante ainda que esses indicadores sejam analisados em relação a outras empresas e ao mercado como um todo.

O valor patrimonial de uma ação representa a parcela do capital próprio (patrimônio líquido) da empresa que compete a cada ação emitida. É calculado da seguinte maneira:

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5 Demonstração do Resultado do Exercício

Alexandre ASSAF NETO Grupo Gen ePub Criptografado

A demonstração de resultados do exercício (DRE) visa fornecer, de maneira esquematizada, os resultados (lucro ou prejuízo) auferidos pela empresa em determinado exercício social, os quais são transferidos para contas do patrimônio líquido. O lucro (ou prejuízo) é resultante de receitas, custos e despesas incorridos pela empresa no período e apropriados segundo o regime de competência, ou seja, independentemente de que tenham sido esses valores pagos ou recebidos.

O capítulo trata ainda da Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA) e da Demonstração de Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL).

ALGUMAS ORIENTAÇÕES BÁSICAS NA ELABORAÇÃO DA DRE

– A DRE retrata as principais operações realizadas por uma empresa em determinado período (exercício social), destacando as receitas e despesas realizadas e o resultado líquido.

– As receitas e despesas do período são consideradas na DRE de forma independente de sua realização financeira. Assim, as receitas de vendas são registradas quando de suas realizações; a despesa de pessoal é considerada no próprio mês da prestação dos serviços, mesmo que ainda não tenha sido paga; a despesa de imposto de renda é inserida na demonstração de resultados (DRE) no exercício a que se refere quando o imposto é declarado.

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6 Demonstrações de Origens e Aplicações de Recursos (DOAR), Fluxos de Caixa (DFC) e Valor Adicionado (DVA)

Alexandre ASSAF NETO Grupo Gen ePub Criptografado

A Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos (DOAR) deixou de ser obrigatória pela atual Lei nº 11.638/07, sendo substituída pela Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC). Pelo alto volume e qualidade das informações que produz, é recomendável que as companhias continuem publicando a DOAR ao final de cada exercício social.

A DOAR tem por objetivo identificar os fluxos de recursos dentro da empresa, seja da forma como foram gerados (financiamentos), ou como foram aplicados (investimentos), durante o exercício social. Fornece uma compreensão mais ampla e dinâmica para os analistas das várias operações realizadas pela empresa no período que influem sobre sua folga financeira de curto prazo.

As origens de recursos são provenientes de operações realizadas pela própria empresa, e aquelas levantadas junto a investidores (credores e acionistas). As aplicações de recursos são subdivididas em dividendos, aplicações em ativos de longo prazo e ativos permanentes, investimentos em liquidez (capital circulante líquido) e amortização de dívidas de longo prazo.

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11 Indicadores de Liquidez e Ciclo Operacional

Alexandre ASSAF NETO Grupo Gen ePub Criptografado

Após ser estudada toda a estrutura de curto prazo (circulante), este capítulo dedica-se à mensuração e interpretação, por meio de índices, do comportamento do circulante da empresa.

Há inúmeros índices que podem ser utilizados para aferir o desempenho do ativo circulante e do capital de giro líquido e para medir a liquidez da empresa. Devem ser manejados para que se extraiam as melhores conclusões, de maneira comparativa, seja relacionando-os com os apurados em períodos passados (evolução temporal) ou com os valores apresentados por outras empresas do mesmo setor de atividade (comparação interempresarial).

Além desses aspectos, o capítulo dedica-se também ao estudo do ciclo operacional de uma empresa, apresentando os conceitos principais e a metodologia de quantificação de seus mais importantes indicadores de atividade. O ciclo operacional será amplamente utilizado mais adiante, na determinação das necessidades de investimento em giro.

Atenção, ainda, é dispensada ao conceito de equilíbrio financeiro de uma empresa. São discutidas diferentes estruturas financeiras e avaliadas, para cada uma, as condições de risco e rentabilidade.

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2 Decisões Financeiras e Objetivo da Empresa

Alexandre ASSAF NETO Grupo Gen ePub Criptografado

Definidas as várias características básicas gerais das atividades de uma empresa, conforme enunciadas no capítulo anterior, este capítulo centra sua atenção fundamentalmente em seus aspectos financeiros internos. Dentro desse enfoque, a empresa passará a ser avaliada como tomadora de duas grandes decisões: aplicação (investimento) e captação (financiamento) de recursos financeiros. Nessa situação, são discutidas determinadas características que devem prevalecer na composição do custo dos passivos e retorno dos ativos. Complementarmente ao estudo, o capítulo desenvolve também uma análise dos objetivos da empresa, incluindo a agregação de valor econômico na tomada de decisões financeiras.

Basicamente, as decisões financeiras tomadas regularmente por uma empresa resumem-se na captação de recursos – decisões de financiamento –, e na aplicação dos valores levantados – decisões de investimento. Os montantes determinados por essas decisões, assim como suas diferentes naturezas, estão apurados nos ativos (investimento) e passivos (financiamentos) contabilizados pela empresa. São decisões que toda empresa toma de maneira contínua e inevitável, definindo sua estabilidade financeira e atratividade econômica.

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Alexandre Demetrius Pereira (59)
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Medium 9788547233150

Objetivos

Alexandre Demetrius Pereira Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo

Crise da atividade de auditoria

5

Ao final do capítulo, o leitor será capaz de:

1. Compreender o relacionamento entre a auditoria e a credibilidade

inerente a essa atividade;

2. Analisar alguns dos casos ocorridos mundialmente que tiveram im-

pacto nos serviços de auditoria externa independente;

3. Verificar quais foram as principais medidas regulatórias tomadas

para evitar os riscos de auditoria e as normas editadas para esse fim no Brasil e no mundo.

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4.2 A atividade de auditoria como redutora da assimetria de informações

Alexandre Demetrius Pereira Editora Saraiva PDF Criptografado

42

AUDITORIA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

Desta forma, de todo o exposto até aqui, podemos claramente constatar que:

1. Os investidores, credores, acionistas minoritários e outros financiadores

(unidades superavitárias) não possuem, em regra, o mesmo grau de informações que os tomadores (unidades deficitárias) sobre os projetos de aplicação dos recursos fornecidos (situação de assimetria de informações), necessitando de relatórios isentos ou não tendenciosos.

2. Não é viável economicamente que o investidor ou financiador busque pessoalmente o nível de informações aceitável para possibilitar o investimento, uma vez que o custo de transação envolvido usualmente tornaria o aporte proibitivo em termos financeiros.

3. Os tomadores de recursos que, em regra, os administram, frequentemente podem ter interesses conflitantes com os investidores e demais interessados, podendo ser estimulados a distorcer ou manipular as informações econômico-financeiras prestadas (conflito de agência).

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6.2 Regulação concernente ao contrato de auditoria externa

Alexandre Demetrius Pereira Editora Saraiva PDF Criptografado

92

AUDITORIA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

Também não se pode esquecer que os terceiros usuários das informações auditadas estão sujeitos à influência de práticas comerciais abusivas por parte do fornecedor dos serviços (auditor) ou mesmo provenientes da entidade auditada.36

Ressalte-se, igualmente, que, embora não se trate aqui do conceito clássico de consumidor (art. 2o do CDC), mas do conceito por equiparação (arts. 17 e 29 do

CDC), o terceiro se utiliza das informações auditadas como destinatário final, e se encontrará presente na grande maioria dos casos, de modo bastante claro, a vulnerabilidade ou hipossuficiência técnica, jurídica e econômica.

Diante disso, podemos concluir que:

1. não ocorre relação de consumo entre as partes do contrato de auditoria

(auditor e entidade auditada), uma vez que não há, por parte da auditada, utilização de serviços como destinatária final, bem como não se encontra a recebedora dos serviços em condição de vulnerabilidade em face do auditor;

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10.3 Auditoria externa e Conselho de Administração

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Capítulo 10 – Auditoria externa e governança corporativa

341

Em ambas as hipóteses, o intuito é tornar a assembleia mais próxima das principais decisões administrativas dos gestores e do próprio Conselho de Administração, uma vez que estas podem ser contrárias aos interesses dos acionistas ou de outros interessados.

Por outras palavras, as medidas preconizadas visam a não deixar que o auditor se perpetue em sua função sem nenhum controle dos acionistas, nem que seja destituído sem o expresso conhecimento (e eventuais providências) destes. Isso evita, ainda, que o Conselho de Administração aja sem nenhum controle no tocante à matéria de auditoria externa.

No entanto, há de se convir que se para a renovação e resilição (ainda que motivada) do contrato com o auditor a intervenção da assembleia deve ocorrer como princípio de boa prática de governança (seja aprovando a renovação nos moldes apontados pelo Conselho de Administração ou tomando ciência para eventuais providências no concernente a destituições), é forçoso concluir que, em se adotando os princípios aludidos, a única hipótese em que não haverá intervenção dos acionistas reunidos em assembleia será na contratação inicial do auditor, cuja competência recairá integralmente sobre o Conselho, sem necessidade de convocação ou manifestação do órgão máximo da sociedade.

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Objetivos

Alexandre Demetrius Pereira Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo

Objeto da auditoria externa: demonstrações contábeis e a escrituração que as fundamenta1

9

Ao final do capítulo, o leitor será capaz de:

1. Compreender o objeto primordial de trabalho da auditoria: a escri-

turação e as demonstrações contábeis;

2. Identificar o conteúdo econômico-financeiro e a natureza jurídica das

várias demonstrações contábeis: balanço, demonstração de resultados, demonstração de fluxo de caixa, demonstração de mutações do patrimônio líquido, demonstração de valor adicionado, entre outras;

3. Aplicar os diversos tipos de testes de auditoria aos casos concretos,

conforme o grupo ou o tipo de contas envolvidas (ativo, passivo, patrimônio líquido, resultado etc.).

1

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Os tópicos sobre contabilidade inseridos neste capítulo são baseados nas lições tratadas com mais profundidade em nossas obras Regime jurídico da escrituração empresarial nas sociedades limitadas e anônimas e capítulo sobre demonstrações contábeis na obra Curso de Direito Comercial, em coautoria com o Prof. Haroldo Verçosa, ambas citadas em bibliografia.

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Alexandre Formigoni Rogerio Candido De Almeida Maick Roberto Lopes Kleber Dos Santos Fernandes Jo O Gilberto Mendes Dos Reis Ivan Persio De Arruda Campos Flavio Napolitano Fabiano De Andrade Caxito Enio Fernandes Rodriggues Edemir Sabino Maciel (14)
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Medium 9788571440029

7 - GESTÃO DE ESTOQUES

Alexandre Formigoni, Rogerio Candido de Almeida, Maick Roberto Lopes, Kleber dos Santos Fernandes, João Gilberto Mendes dos Reis, Ivan Persio de Arruda Campos, Flavio Napolitano, Fabiano de Andrade Caxito, Enio Fernandes Rodriggues, Edemir Sabino Maciel Editora Saraiva PDF Criptografado

7

GESTÃO

DE ESTOQUES

VISÃO DO CAPÍTULO

Um dos principais elementos da administração logística é o conceito da gestão de estoque. Na década de 1980, a estratégia de toda empresa que realizava uma gestão de estoques tida como eficiente era baixar a quantidade de itens em estoque a zero, influenciada pelas práticas japonesas que eram, à

época, lidas erroneamente como “estoque zero”. Isso causou problemas a algumas empresas, que não conseguiram atender seu cliente com níveis de serviço aceitáveis. Atualmente entendemos que o estoque na cadeia de suprimentos é inevitável e o importante é gerenciá-lo de forma que se reduzam seus custos sem comprometer o fornecimento do produto ao cliente. Neste capítulo, vamos tratar da função do estoque na cadeia de suprimentos, suas formas de gerenciamento, funções e as decisões relacionadas à sua gestão.

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

» » Apresentar o funcionamento dos estoques e sua importância para a organização.

»» Apresentar políticas e ferramentas de gerenciamento de estoques e suas aplicações.

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Medium 9788571440029

4 - QUALIDADE NA LOGÍSTICA

Alexandre Formigoni, Rogerio Candido de Almeida, Maick Roberto Lopes, Kleber dos Santos Fernandes, João Gilberto Mendes dos Reis, Ivan Persio de Arruda Campos, Flavio Napolitano, Fabiano de Andrade Caxito, Enio Fernandes Rodriggues, Edemir Sabino Maciel Editora Saraiva PDF Criptografado

4

QUALIDADE NA

LOGÍSTICA

VISÃO DO CAPÍTULO

Este capítulo conceituará a qualidade em serviços, discutindo aplicações da qualidade em empresas relacionadas ao setor logístico. Hoje, as empresas são cobradas por desempenhos satisfatórios, de acordo com o que foi combinado com seus clientes e, caso não mantenham esse desempenho durante o atendimento, podem ser penalizadas, inclusive com multas e/ou até o cancelamento do contrato.

Para isso, desenvolveremos as relações existentes entre os clientes e os fornecedores e mostraremos como essa relação deve ser controlada (acompanhada), bem como os benefícios alcançados pelos dois lados do processo quando a qualidade é aplicada ao sistema de gerenciamento, inclusive o estratégico.

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

»» Oferecer subsídios para que o leitor perceba a importância da qualidade nos processos e, particularmente, em processos de serviços logísticos. Para tanto, definiremos qualidade, serviços e os processos para medirmos o desempenho da operação por meio de indicadores.

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Medium 9788571440029

9 - GESTÃO DE TRANSPORTES

Alexandre Formigoni, Rogerio Candido de Almeida, Maick Roberto Lopes, Kleber dos Santos Fernandes, João Gilberto Mendes dos Reis, Ivan Persio de Arruda Campos, Flavio Napolitano, Fabiano de Andrade Caxito, Enio Fernandes Rodriggues, Edemir Sabino Maciel Editora Saraiva PDF Criptografado

9

GESTÃO DE

TRANSPORTES

VISÃO DO CAPÍTULO

Este capítulo visa demonstrar a importância da aplicação do modelo de gestão nos meios de transporte, pois é por meio destes que escoam todas as riquezas produzidas em um país, influenciando na formação do Produto Interno

Bruto (PIB). A gestão de transportes faz parte de programas de planejamento estratégico nos países desenvolvidos, como será abordado no panorama da evolução dos transportes no cenário mundial, que apontará as mais atuais evoluções tecnológicas aplicadas e as tendências futuras. Será especificada também a natureza das cargas transportadas, em seus diversos tipos e modalidades, com suas vantagens e desvantagens. Finalizando, demonstraremos como se faz o estudo da roteirização e o cálculo do custo do frete, juntamente com a apresentação de um estudo de caso.

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

»» Abordar a gestão de transportes e sua importância.

»» Estudar a natureza da carga transportada (tipos de carga).

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14 - CENÁRIOS E TENDÊNCIAS DA LOGÍSTICA

Alexandre Formigoni, Rogerio Candido de Almeida, Maick Roberto Lopes, Kleber dos Santos Fernandes, João Gilberto Mendes dos Reis, Ivan Persio de Arruda Campos, Flavio Napolitano, Fabiano de Andrade Caxito, Enio Fernandes Rodriggues, Edemir Sabino Maciel Editora Saraiva PDF Criptografado

14

CENÁRIOS E TENDÊNCIAS

DA LOGÍSTICA

VISÃO DO CAPÍTULO

Este capítulo aborda a atual situação dos sistemas logísticos no quadro nacional, fazendo breves comparações com outros países. Aspectos como a armazenagem de materiais, novas formas de comprar, perfil dos compradores, operadores logísticos e sistemas de transporte são alvo dessa explanação. As questões relacionadas à infraestrutura logística em nossa região e os meios para atingir uma condição mais competitiva também são elementos tratados neste capítulo, salientando fatores como o potencial de mercado e as oportunidades assistidas nesse cenário.

De forma simplificada, é possível dizer que o texto procura apontar a situação presente no âmbito mercadológico e as dificuldades sentidas pelas organizações que adquirem e prestam serviços logísticos em nosso país. Os dados levantados são extraídos de diversas entidades relacionadas ao meio logístico, além de fontes oficiais. Dessa forma, espera-se que, com esta apresentação, você, leitor, possa compreender melhor a logística, suas limitações e as possíveis perspectivas em médio e longo prazos.

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12 - LOGÍSTICA REVERSA

Alexandre Formigoni, Rogerio Candido de Almeida, Maick Roberto Lopes, Kleber dos Santos Fernandes, João Gilberto Mendes dos Reis, Ivan Persio de Arruda Campos, Flavio Napolitano, Fabiano de Andrade Caxito, Enio Fernandes Rodriggues, Edemir Sabino Maciel Editora Saraiva PDF Criptografado

12

LOGÍSTICA

REVERSA

VISÃO DO CAPÍTULO

Logística reversa é a área da logística que trata dos aspectos referentes a retornos de produtos, embalagens ou materiais ao centro produtivo. Apesar de ser um tema extremamente atual, esse processo já podia ser observado há alguns anos nas indústrias de bebidas, com a reutilização de vasilhames, isto é, o produto chegava ao consumidor e a embalagem retornava ao centro produtivo para que fosse reutilizada e voltasse ao consumidor final. Esse processo era contínuo e a partir do momento em que as embalagens passaram a ser descartáveis.

Hoje em dia, podemos observar esse fluxo mais claramente em quase todos os segmentos do mercado, pois o retorno de mercadorias por diversos motivos é constante (retrabalho de material acabado; falha no picking, gerando pedidos errados; problemas com matéria-prima, embalagens etc.). Assim, a seguir, veremos algumas questões que geram o processo, suas vantagens e desvantagens.

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

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