Adriano Leal Bruni Rubens Fam (20)
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Medium 9788597019834

2 Material Direto

Adriano Leal Bruni, Rubens Famá Grupo Gen ePub Criptografado

“O progresso não está nas coisas, mas nos homens. A felicidade não está nos bens materiais, mas em nós.”

Anônimo

O material direto, ou, simplesmente, MD, é formado pelas matérias-primas, embalagens, componentes adquiridos prontos e outros materiais utilizados no processo de fabricação, que podem ser associados diretamente aos produtos.

De modo geral,1 a gestão de materiais diretos por determinada empresa costuma envolver problemas relacionados a três campos:

avaliação: qual o montante a atribuir quando várias unidades são compradas por preços diferentes, como contabilizar sucatas etc.;

controle: como distribuir as funções de compra, pedido, recepção e uso, como organizar o kardex de controle, como inspecionar para verificar o efetivo consumo;

programação: quanto comprar, como comprar, fixação de lotes econômicos de aquisição, definição de estoques mínimos de segurança etc.

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6 Custeio por Processos

Adriano Leal Bruni, Rubens Famá Grupo Gen ePub Criptografado

“A vida é um processo constante de relacionamento.”

Anônimo

Os sistemas de acumulação de custos consistem na forma como os custos são acumulados e apropriados aos produtos. A depender das características do processo produtivo de uma empresa, diferente deverá ser o sistema de acumulação de custos empregado.

Dois sistemas básicos de acumulação de custos são regularmente empregados: o sistema de custos por processo e o sistema de custos por ordem específica ou ordem de produção ou serviço, seja empresa manufatureira ou não.

Os objetivos deste capítulo consistem em apresentar os principais conceitos associados ao controle de custos por processo, aplicáveis quando as entidades elaboram produtos ou prestam serviços uniformes, sem grandes variações. Para facilitar a assimilação do conteúdo, além de exemplos são propostos e resolvidos diversos exercícios.

Os sistemas de acumulação de custos referem-se aos mecanismos utilizados nas sucessivas transferências de valores aos produtos ou serviços ofertados pelas empresas.

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11 Custeio Variável

Adriano Leal Bruni, Rubens Famá Grupo Gen ePub Criptografado

“Quem decide pode errar.
Quem não decide já errou.”

Karajan

Um dos maiores problemas da gestão de custos diz respeito ao controle e à distribuição dos custos indiretos. Uma das formas empregadas para facilitar o processo de tomada de decisões empregando dados de custos consiste na não realização de rateios dos custos indiretos.

Embora questionável segundo o ponto de vista dos princípios e normas contábeis, o custeio variável assume grande importância na análise de decisões relativas a custos e preços. No método do custeio variável, apenas gastos variáveis são considerados no processo de formação dos custos dos produtos individuais. Custos ou despesas indiretas são lançados de forma global contra os resultados.

O objetivo deste capítulo consiste em apresentar o custeio variável e seus principais efeitos nos processos de tomada de decisões. Para tornar a leitura mais agradável e facilitar a fixação do conteúdo, estão propostos e resolvidos diversos exercícios e alguns pequenos estudos de caso.

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9 Custeio Baseado em Atividades

Adriano Leal Bruni, Rubens Famá Grupo Gen ePub Criptografado

“No mundo baseado na informação, a maior parte dos produtos terá características de remédios, livros e discos. Eles envolvem custos fixos altos e custos marginais baixos (escrever um software é caro, mas produzir uma cópia é barato).”

Lawrence Summers, secretário do Tesouro Norte-americano1

O maior problema enfrentado pela gestão de custos refere-se a como distribuir custos indiretos aos produtos ou serviços elaborados. Como formas de diluição desses problemas, diversas tentativas são feitas, como o controle de custos por departamentos ou centros de custos.

Se uma empresa apresenta níveis significativos de gastos indiretos, porém produção homogênea, com um único produto, a alocação de todos os gastos, fixos ou variáveis, diretos ou indiretos, é extremamente simples. Basta colocar todos os gastos em um grande funil, associando-os gradualmente aos produtos ou serviços.

De forma mais recente, com a evolução dos ambientes produtivos, existiu a necessidade de ampliação das linhas de produção e a diversificação dos produtos ou serviços. Cada vez mais, reduz-se a importância dos custos variáveis e diretos e aumenta-se o papel desempenhado pelos custos fixos ou indiretos. Custeios tradicionais precisam ser revistos.

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18 Aplicações do Excel: Usos Genéricos

Adriano Leal Bruni, Rubens Famá Grupo Gen ePub Criptografado

“De invento em invento, por caminhos antes obscuros, atrevido se lança o pensamento.”

Javier de Burgos

Nos últimos anos, graças ao desenvolvimento da microinformática, muitas das técnicas quantitativas aplicáveis à gestão de custos e formação de preços tornaram-se mais simples e fáceis. Técnicas relativamente complexas ou trabalhosas, como as análises de regressão e correlação, puderam ser facilmente executadas com um simples clique de mouse.

Este capítulo tem o propósito de apresentar a planilha eletrônica Microsoft Excel, alguns de seus principais recursos aplicáveis ao processo de gestão de custos e formação de preços. No decorrer do texto, diversas funções aplicáveis a custos são apresentadas e discutidas.

Leitores ou alunos que não pretendam usar o Excel podem abdicar da leitura deste capítulo, sem prejuízo ao entendimento do livro em sua totalidade.

Desde que as planilhas eletrônicas popularizaram-se, tornou-se muito mais fácil e simples fazer análises de investimentos, cálculos que envolvam a formação de custos ou as análises de preços. Na prática, a modelagem de operações financeiras tornou indispensável o uso do Visicalc, Supercalc, Lotus 123, Quatro Pro e, mais recentemente, a planilha Microsoft Excel. Veja a Figura 18.1.

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Alexandre Assaf Neto (84)
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Medium 9788597022704

12 Valor da Empresa para o Acionista – Equity Value e Lucro em Excesso

Alexandre Assaf Neto Grupo Gen ePub Criptografado

O valor do patrimônio líquido de uma empresa pode ser obtido pela abordagem do Fluxo de Caixa Disponível do Acionista – FCDA estudada nos Capítulos 8 e 9, descontando os fluxos previstos no futuro por uma taxa de juros que remunera as expectativas de ganhos dos acionistas (custo de capital próprio). Esse fluxo de caixa dos acionistas representa os recursos líquidos em excesso gerados em cada período e que podem (e devem) ser pagos aos acionistas como dividendos. O FCDA pode também ser interpretado como o resultado de caixa que resta após serem pagos todos os custos e despesas incorridos pela empresa, inclusive as obrigações com dívidas financeiras (juros e principal), e a cobertura de necessidades de investimento em capital fixo e capital de giro.

O FCDA é calculado antes da distribuição de proventos aos acionistas, como dividendos e juros sobre o capital próprio, ou ainda recompra de ações. Caso a empresa não tenha dívidas, o FCDA e o FCDE apuram resultados iguais.

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7 Medidas de Valor de Mercado

Alexandre Assaf Neto Grupo Gen ePub Criptografado

As medidas de desempenho e valor podem ser relacionadas com parâmetros contábeis, apuradas a partir de demonstrações financeiras divulgadas pelas companhias, como as desenvolvidas no Capítulo 2. Outras vezes, esses indicadores têm como referência os resultados residuais, apurados após a dedução de todos os custos, inclusive o custo de oportunidade do capital próprio. Nesse grupo, a medida mais adotada, amplamente estudada no Capítulo 6, é o Valor Econômico Agregado – EVA.1 Algumas medidas de desempenho e valor, conforme serão estudadas no capítulo seguinte, podem ainda se relacionar com indicadores de fluxos de caixa.

Este capítulo dedica-se ao estudo de indicadores de valor para os acionistas obtidos pelos fundamentos de mercado, como o REVA (EVA Ajustado), EFV (Valor Econômico Futuro), SVA (Valor Adicionado ao Acionista), TRA (Retorno Total do Acionista), entre outros.

O valor de mercado de uma empresa, obtido pelo produto da quantidade de ações emitidas pelo seu preço de negociação em determinada data, não costuma se igualar ao valor contábil do patrimônio líquido. Em geral, o valor de mercado supera o valor contábil; em alguns casos, o valor reconhecido pela Contabilidade pode superar o valor de mercado. Essas diferenças são explicadas principalmente porque o mercado considera em sua precificação o valor em continuidade da empresa, incorporando em seu cálculo projeções futuras de retorno e oportunidades de crescimento. A medida contábil é um valor de descontinuidade (encerramento das atividades), admitindo que a empresa irá encerrar suas atividades ao final do exercício.

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9 Estrutura de Avaliação

Alexandre Assaf Neto Grupo Gen ePub Criptografado

A apuração do valor de uma empresa é essencial para as decisões financeiras de investimentos, financiamento e dividendos, para negócios de aquisições, vendas, fusões e cisões, abertura de capital e investimentos em ações. Os ativos não possuem as mesmas características, apresentando-se alguns mais fáceis de avaliar e outros mais complicados. Mesmo que alguns ajustes sejam aplicados na avaliação de certos ativos, os fundamentos básicos permanecem os mesmos.

A premissa básica da avaliação é obter um valor justo, o valor que reflete o retorno esperado baseado em projeções de desempenho futuro coerentes com a realidade do negócio em avaliação. O método mais consagrado de avaliação é o Fluxo de Caixa Descontado – FCD, o qual calcula o valor presente dos fluxos de benefícios de caixa previstos no futuro descontado por uma taxa que reflete o risco do negócio.

É importante acrescentar que a avaliação não se comporta como uma ciência exata, alguns pontos são controversos e exigem um pouco da opinião do analista. O valor é bastante sensível a julgamentos dos analistas. Um viés de percepção ou uma visão diferenciada dos resultados futuros esperados modifica o valor da empresa, muitas vezes de forma relevante.

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10 Aplicações Práticas de Avaliação

Alexandre Assaf Neto Grupo Gen ePub Criptografado

As abordagens de cálculo do valor econômico devem ser consideradas diante de diferentes características e estruturas das empresas. Não há um procedimento de cálculo único para a avaliação, um modelo admitido como padrão para todos os casos; a abordagem selecionada do método do fluxo de caixa descontado deve atender, da melhor forma, aos objetivos da avaliação. No rigor dos modelos financeiros, o analista costuma descrever seu estilo e utiliza, ao mesmo tempo, sua experiência profissional e percepção com relação ao futuro do negócio em avaliação.

Os métodos de avaliação produzem, seguindo seus pressupostos e metodologias adotadas, estimativas do valor da empresa. É importante sempre destacar que, por mais rigorosos que sejam os critérios de avaliação, o valor encontrado é entendido como um valor estimado, e não um valor definitivo (inquestionável) da empresa. A precificação é desenvolvida a partir de pressupostos presentes em todos os modelos de avaliação, de certa dose de subjetividade e das influências e expectativas do analista, estando por isso sujeita a desvios.

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5 Custo Total de Capital e Alavancagem

Alexandre Assaf Neto Grupo Gen ePub Criptografado

O Custo Médio Ponderado de Capital (WACC)1 é adotado como uma taxa mínima de atratividade dos proprietários de capital (credores e acionistas) nas decisões financeiras. Em outras palavras, o WACC é o retorno mínimo que todos os investidores esperam receber de forma a remunerar o custo de oportunidade dos recursos aplicados. O custo de oportunidade, conforme estudado, é uma comparação de alternativas financeiras de riscos próximos: quanto um investidor deixou de ganhar por ter aplicado seu capital em uma empresa em vez de outra, ambas admitidas com risco semelhante.

Na avaliação do desempenho econômico e controle operacional, o WACC surge como uma medida de referência, indicando a eficácia da gestão financeira no período assinalado de tempo. Sempre que o retorno dos capitais investidos pertencentes a credores e acionistas, conhecido por ROI,2 supera o WACC, apura-se um resultado econômico positivo, conhecido na literatura por Valor Econômico Agregado (EVA).3 Um resultado positivo do EVA indica que os investidores auferiram um ganho acima de seu custo de oportunidade, promovendo a criação de valor.

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Alexandre Evaristo Et Al Pinto (20)
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Medium 9788597022933

20. As Modificações Contratuais no CPC 47 e in RFB nº 1.771/2017

Alexandre Evaristo et al. PINTO Grupo Gen ePub Criptografado

A velocidade com que ocorrem as alterações legislativas na área contábil e o volume de novas informações que são produzidas em cada rodada de revisões dificultam a sua assimilação e compreensão pelos destinatários de tais normas. Esse contexto coloca em xeque a própria presunção do conhecimento obrigatório da lei, pois inviabiliza a absorção intelectual plena da norma contábil por qualquer indivíduo. Nem mesmo o Fisco parece ter condições de acompanhar e regulamentar de maneira clara e precisa quais comportamentos devem ser adotados pelos contribuintes perante esta realidade frenética que se apresenta na regulamentação contábil.

O CPC 47 é um exemplo concreto desta situação, pois consiste numa regulamentação contábil extensa, rica no detalhamento e explicitações de conceitos e situações que são de fundamental importância para a apuração do lucro, mas cujos impactos tributários não foram precisamente delineados pela regulamentação correspondente, dada pela IN RFB nº 1.771/2017. Aparentemente, as dificuldades na compreensão dessa nova norma contábil são compartilhadas também pela autoridade fiscal.

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15. Avaliação das Contingências Oriundas de Litígios: (Des)Alinhamento Contábil/Jurídico?

Alexandre Evaristo et al. PINTO Grupo Gen ePub Criptografado

Sobejamente conhecido no mundo empresarial brasileiro que, a partir do advento da Lei no 11.638/2007, o ordenamento contábil nacional teve base legal para convergir rumo às normas internacionais de Contabilidade, ou “normas internacionais de relatórios financeiros” numa terminologia mais fiel ao espírito da convergência.

No fundo, essa convergência de fato representa, numa analogia banal, uma “cirurgia de miopia”: durante décadas, países como o Brasil abraçaram o conceito de que Demonstrações Financeiras (também ditas Contábeis) eram apenas “retratos do passado” – tinham, nessa visão, apenas função RETROSPECTIVA: a compra de ontem, a venda de ontem, a hora extra de ontem, e assim por diante. Não é por outra razão que se ensinava (o que hoje é totalmente superado) que “Contabilidade era o registro de atos e fatos administrativos” – atividade voltada para olhar o passado.

A convergência rumo às normas internacionais revolucionou por inteiro essa visão unilateral e incompleta: claro que demonstrações contábeis AINDA têm grande mérito para o conhecimento do passado: desempenho operacional pretérito, dividendos oriundos de lucros auferidos NO PASSADO, impostos sobre lucros tributáveis DO PASSADO, entre outros usos nobres.

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12. Arrendamento Mercantil: (NOVA) Modificação de Critérios Contábeis e seus Impactos Fiscais no RTT 2.0

Alexandre Evaristo et al. PINTO Grupo Gen ePub Criptografado

Em se tratando de controvérsias jurídico-contábeis, os contratos de arrendamento mercantil oferecem vasto material. O recente CPC 06 (R2), que entrou em vigor em janeiro de 2019, é apenas o último capítulo de um longo histórico de alterações na disciplina do leasing, que ilustra os mais diversos obstáculos ao alinhamento entre a Contabilidade e o Direito Tributário.

De fato, apesar de as discussões sobre sua natureza jurídica já terem sido pacificadas há quase meio século, seu tratamento contábil e fiscal sofreu diversas alterações ao longo dos anos, sem que se tivesse nenhuma modificação na figura contratual. O movimento pendular gira em torno da perspectiva eleita com relação à natureza do arrendamento mercantil – se mais próxima à locação, a respeitar sua forma jurídica, ou se mais próxima à compra e venda financiada, a privilegiar sua realidade econômica.

Neste capítulo, retomaremos a evolução histórica da contabilização do leasing, indicando a tendência da Contabilidade de retratar sua realidade econômica, em contraposição à preferência formal do legislador tributário. Nesse embate entre forma e substância, veremos que, ora uma, ora outra, prevaleceu – dando ensejo às diversas alterações que culminaram com o CPC 06 (R2).

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Medium 9788597022933

5. Reflexões Sobre o Tratamento Tributário de Ganhos em Transações de Capital

Alexandre Evaristo et al. PINTO Grupo Gen ePub Criptografado

A Lei no 11.638/2007, de 28/12/2007, ao introduzir no Brasil práticas contábeis internacionais, assim entendidas como princípios, normas e padrões de Contabilidade emitidos pelo International Accounting Standards Board (IASB), órgão responsável pela convergência das normas contábeis em nível internacional, inaugurou um novo cenário para as entidades que devem fornecer informações contábil-financeiras relevantes, seja investidores, mercado, credores, governo e quaisquer outros interessados.

Os princípios, métodos e critérios contábeis definidos pelo IASB são objeto de pronunciamentos denominados International Accounting Standards (IAS) e International Financial Reporting Standards (IFRS), que, no Brasil, são veiculados por Pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC).1 A Lei no 11.638/2007 alterou, sensivelmente, o capítulo da Lei no 6.404, de 15/12/1976 – Lei de Sociedades por Ações (LSA), que tratava das demonstrações financeiras e da escrituração contábil.

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Medium 9788597022933

11. Realidade do “Real Adquirente”

Alexandre Evaristo et al. PINTO Grupo Gen ePub Criptografado

A dedutibilidade fiscal de despesas de amortização de ágio ainda vem sendo objeto de intensos debates entre Fisco e contribuintes, a despeito de a Lei nº 9.532/1997 ter sido publicada há mais de duas décadas, de centenas de casos terem sido analisados nas instâncias administrativa e judicial nesse período e de a própria legislação que disciplina o tema ter sido substancialmente alterada a partir de 2015, tornando mais claras as regras sobre o assunto.

Tanto em razão dos valores usualmente envolvidos (quase sempre na casa dos vários milhões, não raras as vezes que alcançam bilhões), como também pelo grau de sofisticação da matéria, o próprio Fisco reconhece, em publicações sobre planos de fiscalização e metas de arrecadação, que seus principais esforços estão voltados a “operações praticadas majoritariamente por contribuintes de maior capacidade contributiva, apresentadas como reorganizações societárias que geram, após conclusão dos atos societários, ativos amortizáveis (ágios) que não encontram respaldo na legislação”.1

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Alexandre Luzzi Las Casas J Ssica Lora Las Casas (16)
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Medium 9788597021141

14 Administrando o Marketing de Serviços

Alexandre Luzzi Las Casas, Jéssica Lora Las Casas Grupo Gen ePub Criptografado

Para aplicar o marketing, o administrador deve se organizar, a fim de desempenhar suas funções mais eficientemente. Implantar uma filosofia de trabalho ajudará a formar a imagem e a forma organizacional dará condições operacionais para a obtenção dos objetivos.

O desenvolvimento de uma forma organizacional tem três objetivos principais. Um deles é o de dividir trabalhos e tarefas de maneira organizada, a fim de permitir uma especialização e desempenho. Serve também para assegurar consistência e desenvolver o correto timing para o desempenho dos negócios. Outro objetivo é o de delegar e determinar os níveis de autoridade e responsabilidade dos funcionários de uma organização.

Muitas vezes, a empresa de serviços é tão pequena que não comporta uma elaborada estrutura com os objetivos acima descritos. A existência de uma formalidade na empresa é função de seus recursos disponíveis. Porém, a estrutura organizacional a ser adotada reflete, além da natureza da instituição, o seu meio ambiente.

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10 Distribuição de Serviços

Alexandre Luzzi Las Casas, Jéssica Lora Las Casas Grupo Gen ePub Criptografado

No marketing de bens, como também no de serviços, sabe-se que a satisfação do consumidor não é decorrente exclusivamente do composto de serviços. Outros elementos são necessários e fundamentais para o complemento dessa satisfação. Um bom serviço será apreciado se for prestado no local e no momento em que o cliente estiver necessitando dele.

Nada impede que um consumidor viaje alguns quilômetros para contratar um serviço, mas muitos deixarão de fazê-lo por causa da distância. Por essa razão, é de extrema importância a decisão de distribuição de serviços, uma vez que esse elemento do composto mercadológico proporciona satisfações de tempo e de lugar, ajudando o consumidor a comprá-lo no tempo e lugar adequados.

Na área de serviços, o processo de distribuição sofre algumas alterações quando comparado com a área de bens. Os canais para distribuição, por exemplo, são geralmente mais curtos, apresentando um menor número de intermediários. Na maioria dos casos, não necessita de armazéns para estoques, nem tampouco outros elementos de logística considerados importantes e tradicionais na distribuição de bens.

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2 O Comprador de Serviços

Alexandre Luzzi Las Casas, Jéssica Lora Las Casas Grupo Gen ePub Criptografado

Com a aplicação do conceito de marketing pelas empresas, o conhecimento do consumidor passou a ter importância fundamental na comercialização. Por esse motivo, os profissionais de marketing de serviços devem preocupar-se em primeiro lugar com “como’’, “quem’’ e “quando’’ são realizadas as compras tanto para pessoas físicas como jurídicas.

Além do conhecimento do consumidor, devem-se conhecer as etapas do processo de compra, pois assim é possível interferir-se no processo, facilitando a decisão. Por exemplo: pode-se constatar que um serviço é comprado por impulso e, neste caso, o administrador irá facilitar a compra, fazendo a distribuição ou anunciando maciçamente nos lugares costumeiramente frequentados pelo público-alvo. Por outro lado, se o serviço for de compra comparada, em que os consumidores costumam comparar modelos e preços antes de uma decisão final, o profissional de marketing irá preocupar-se principalmente com o material promocional, permitindo a inclusão das principais características e benefícios do produto ou serviços para auxiliar o trabalho de comparação.

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4 Como Manter Consumidores: o Marketing de Relacionamento

Alexandre Luzzi Las Casas, Jéssica Lora Las Casas Grupo Gen ePub Criptografado

Uma das preocupações dos profissionais de marketing de serviços é quanto à manutenção dos clientes. Com o aumento da concorrência no mercado, há uma disputa acirrada pela procura de novos clientes e, por isso, o marketing de relacionamento tornou-se fundamental. Ter vínculos permanentes é uma necessidade para a manutenção dos negócios nos tempos modernos.

A teoria e a prática do marketing tradicional sempre focou no aspecto de atração de consumidores para fazer uma venda. Nos tempos atuais houve necessidade de uma mudança, sendo que em vez de atrair consumidores para a prática transacional, as empresas estão procurando retê-los e construir relações duradouras.1

A razão disso é que há uma nova realidade no mercado ocasionada por vários fatores, entre eles as mudanças demográficas e a redução dos índices de crescimento em grande número de economias mundiais, excesso de capacidade em muitas indústrias e, inclusive, muitos novos concorrentes com conhecimento e sofisticação tecnológica, tornando a conquista de novos clientes mais custosa. Muitas empresas estão atualmente lutando para conquistar fatias de mercado dos segmentos que estão encolhendo, o que aumenta os custos de obtenção de novos clientes. Na realidade, custa cinco vezes mais atrair novos clientes do que manter os atuais satisfeitos.2

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12 Outras Formas de Comunicação em Serviços

Alexandre Luzzi Las Casas, Jéssica Lora Las Casas Grupo Gen ePub Criptografado

No capítulo anterior, fizemos algumas considerações sobre decisões dos compostos promocional e de propaganda. Neste capítulo, abordaremos algumas atividades complementares de comunicações com o público para a divulgação de serviços.

Serão considerados como atividades complementares a promoção de vendas, Relações Públicas e Merchandising. O destaque dessas atividades, entre as demais do composto promocional, se dá graças a sua importância e utilização frequentes para empresas que praticam o marketing de serviços.

Segundo a Associação Americana de Marketing, a promoção de vendas abrange as atividades que suplementam as vendas pessoais de propaganda, coordenando-as e ajudando a torná-las eficazes, tais como o uso de amostras e exposições, demonstrações e outros esforços que não estejam incluídos na rotina diária. Em um sentido geral, a promoção de vendas inclui vendas pessoais, propaganda e atividades de relações públicas.

A promoção é possível em três diferentes níveis: junto à própria empresa, por meio de intermediários e diretamente com os clientes.

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Alexandre Neto Assaf (18)
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Medium 9788597020953

8 Coeficientes de Financiamento

Alexandre Neto Assaf Grupo Gen ePub Criptografado

O coeficiente de financiamento pode ser entendido como um fator financeiro constante que, ao multiplicar-se pelo valor presente de um financiamento, apura o valor das prestações.

Esses coeficientes são amplamente utilizados na prática, sendo importante o seu manuseio. As operações de financiamento pelo Crédito Direto ao Consumidor – CDC, e as operações de arrendamento mercantil, constituem-se em aplicações práticas importantes desses fatores.

O capítulo desenvolve os coeficientes de financiamento para séries uniformes, inseridas no modelo-padrão apresentado anteriormente, para séries não periódicas, as quais apresentam intervalos de tempo entre uma e outra prestação desiguais, e para fluxos de caixa com carência. A partir das formulações estudadas nessas situações, é possível desenvolver fatores para outras formas de amortização.

Nesse caso, o coeficiente é desenvolvido a partir do modelo-padrão dos fluxos de caixa adotado pela Matemática Financeira, e estudado no capítulo anterior.

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12 Sistemas de Amortização de Empréstimos e Financiamentos

Alexandre Neto Assaf Grupo Gen ePub Criptografado

Os sistemas de amortização são desenvolvidos basicamente para operações de empréstimos e financiamentos de longo prazo, envolvendo desembolsos periódicos do principal e encargos financeiros.

Existem diversas maneiras de se amortizar uma dívida, devendo as condições de cada operação estarem estabelecidas em contrato firmado entre o credor (mutuante) e o devedor (mutuário).

Uma característica fundamental dos sistemas de amortização a serem estudados neste capítulo é a utilização exclusiva do critério de juros compostos, incidindo os juros exclusivamente sobre o saldo devedor (montante) apurado em período imediatamente anterior.

Para cada sistema de amortização é construída uma planilha financeira, a qual relaciona, dentro de certa padronização, os diversos fluxos de pagamentos e recebimentos.

São consideradas também modalidades de pagamento com e sem carência, conforme estudadas em capítulos anteriores. Na carência, não há pagamento do principal, sendo pagos somente os juros. Eventualmente, os juros podem ser capitalizados durante o prazo de carência.

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2 Juros Compostos

Alexandre Neto Assaf Grupo Gen ePub Criptografado

O regime de juros compostos considera que os juros formados em cada período são acrescidos ao capital formando o montante (capital mais juros) do período. Este montante, por sua vez, passará a render juros no período seguinte, formando um novo montante (constituído do capital inicial, dos juros acumulados e dos juros sobre os juros formados em períodos anteriores), e assim por diante.

Este processo de formação dos juros é diferente daquele descrito para os juros simples, onde unicamente o capital rende juros, não ocorrendo remuneração sobre os juros formados em períodos anteriores.

Tecnicamente, o regime de juros compostos é superior ao de juros simples, principalmente pela possibilidade de fracionamento dos prazos, conforme foi introduzido no capítulo anterior. No critério composto, a equivalência entre capitais pode ser apurada em qualquer data, retratando melhor a realidade das operações que o regime linear.

No regime de juros compostos, os juros são capitalizados, produzindo juros sobre juros periodicamente.

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7 Fluxos de Caixa

Alexandre Neto Assaf Grupo Gen ePub Criptografado

Um fluxo de caixa representa uma série de pagamentos ou de recebimentos que se estima ocorrer em determinado intervalo de tempo.

É bastante comum, na prática, defrontar-se com operações financeiras que se representam por um fluxo de caixa. Por exemplo, empréstimos e financiamentos de diferentes tipos costumam envolver uma sequência de desembolsos periódicos de caixa. De maneira idêntica, têm-se os fluxos de pagamentos/recebimentos de aluguéis, de prestações oriundas de compras a prazo, de investimentos empresariais, de dividendos etc.

Os fluxos de caixa podem ser verificados das mais variadas formas e tipos em termos de períodos de ocorrência (postecipados, antecipados ou diferidos), de periodicidade (períodos iguais entre si ou diferentes), de duração (limitados ou indeferidos) e de valores (constantes ou variáveis).

Com o intuito de melhor estudar as formulações e aplicações práticas do fluxo de caixa, como um dos mais importantes temas da Matemática Financeira, o assunto será tratado separadamente. A primeira parte do capítulo dedica-se ao estudo do fluxo de caixa uniforme, o qual apresenta uma característica de formação-padrão. É entendido como o modelo-padrão de uma sucessão de pagamentos ou de recebimentos. A sequência do capítulo dedica-se às demais classificações dos fluxos de caixa, definidas como não convencionais.

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1 Conceitos Gerais e Juros Simples

Alexandre Neto Assaf Grupo Gen ePub Criptografado

A matemática financeira trata, em essência, do estudo do valor do dinheiro ao longo do tempo. O seu objetivo básico é o de efetuar análises e comparações dos vários fluxos de entrada e saída de dinheiro de caixa verificados em diferentes momentos.

Receber uma quantia hoje ou no futuro não são evidentemente a mesma coisa. Em princípio, uma unidade monetária hoje é preferível à mesma unidade monetária disponível amanhã. Postergar uma entrada de caixa (recebimento) por certo tempo envolve um sacrifício, o qual deve ser pago mediante uma recompensa, definida pelos juros. Desta forma, são os juros que efetivamente induzem o adiamento do consumo, permitindo a formação de poupanças e de novos investimentos na economia.

As taxas de juros devem ser eficientes de maneira a remunerar:

a) o risco envolvido na operação (empréstimo ou aplicação), representado genericamente pela incerteza com relação ao futuro;

b) a perda do poder de compra do capital motivada pela inflação. A inflação é um fenômeno que corrói o capital, determinando um volume cada vez menor de compra com o mesmo montante;

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