Abdala M Rcio Moutinho Conejero Marco Antonio Oliveira Murilo Alvarenga (12)
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Medium 9788597020977

12 Atividade política corporativa

ABDALA, Márcio Moutinho; CONEJERO, Marco Antonio; OLIVEIRA, Murilo Alvarenga Grupo Gen ePub Criptografado

Este capítulo é destinado a discutir a estratégia empresarial em um contexto que vai além da esfera mercadológica, em um ambiente chamado de não mercado. Diferentemente da maior parte da literatura de estratégia, que privilegia a atuação no ambiente de mercado onde a compreensão é de que não é possível modificar o ambiente externo, essa dimensão da estratégia aponta que não só é possível influenciar o ambiente externo, como também é necessário influenciá-lo e moldá-lo, para que, dessa forma, possam ser obtidos melhores resultados. Adentrando no ambiente de não mercado, é possível identificar novos atores que influenciam e são influenciados pelas ações estratégicas corporativas, por exemplo, grupos ativistas, cidadãos, ONGs e, principalmente, atores ligados ao contexto político e governamental. A relação desses atores de não mercado com a esfera corporativa é estudada na área de administração/gestão em um campo conhecido hoje como atividade política corporativa – APC (ou corporate political activity − CPA). A APC refere-se aos esforços realizados por empresas, ou até setores da indústria, direcionados a influenciar a política governamental em benefício próprio, com o objetivo de incrementar o desempenho corporativo. Como forma de reiterar a relevância desses conhecimentos e poder contribuir com o aprofundamento no contexto organizacional, este capítulo traz também um framework analítico sobre a atividade política corporativa. Nele, será possível identificar, por meio de indicadores de análise, como se formam, de que maneira se mobilizam, que tipos de estratégias adotam e quais os resultados corporativos podem ser alcançados por empresas, por meio da atividade política corporativa.

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4 Definições preliminares do planejamento estratégico

ABDALA, Márcio Moutinho; CONEJERO, Marco Antonio; OLIVEIRA, Murilo Alvarenga Grupo Gen ePub Criptografado

O objetivo deste capítulo é desenvolver, junto com o leitor e por meio de exemplos práticos de empresas nacionais, os conceitos das principais diretrizes organizacionais para a elaboração do planejamento estratégico, considerando a cultura da organização. O planejamento estratégico, inserido em um modelo de gestão estratégica, deve ser considerado como um meio e não um fim para que a organização possa atingir seus resultados. Para o desenvolvimento deste planejamento é importante que exista uma sinergia entre as diretrizes estratégicas (propósito, missão, visão e valores), a fim de que seja possível construir um plano consistente. O propósito (motivo da existência da organização) alinhado com a missão (qual a diretriz para seu negócio) e a visão (onde a organização pretende chegar no futuro) devem estar intimamente conectados aos seus valores (princípios que irão nortear a organização ao longo de sua existência). Estes valores, agregados aos artefatos, ritos e heróis, são conhecidos como componentes que formam a cultura organizacional, e esta pode ser um fator facilitador ou restritivo de mudanças para a implementação das estratégias.

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8 Execução estratégica – mensuração e gestão da estratégia

ABDALA, Márcio Moutinho; CONEJERO, Marco Antonio; OLIVEIRA, Murilo Alvarenga Grupo Gen ePub Criptografado

Uma vez formulada a estratégia e traduzida em um painel de desempenho, como o balanced scorecard (Capítulo 7), parte-se para o desafio maior, que é a execução da estratégia. Este capítulo detalha um modelo de gestão estratégica baseada em cinco princípios, chamados de “os princípios da organização orientada à estratégia”. Os principais elementos contemplados nesse modelo são o desdobramento da estratégia para as áreas ou unidades; o alinhamento entre as áreas; comunicação da estratégia para garantir que todos saibam os rumos da organização e o papel de cada um; vínculo da estratégia com sistemas de incentivos e remuneração variável; estabelecimento de um processo de reuniões para mensuração e revisão da estratégia para fazer da estratégia um processo contínuo e não somente um exercício anual; automação do processo com o apoio de tecnologia da informação; e o papel da liderança executiva para mobilizar a mudança. Para cada um desses tópicos são apresentadas recomendações de práticas e ferramentas, bem como algumas referências de casos brasileiros e latino-americanos. Não há uma sequência única para a implementação dessas práticas, sendo que há casos de empresas que usaram ordens bastante diferentes, chegando a resultados semelhantes. Mas o que se sabe é que a aplicação dessas práticas traz resultados concretos para o desempenho das organizações, conforme pesquisas apresentadas ao final do capítulo.

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3 Visão baseada em recursos (VBR)

ABDALA, Márcio Moutinho; CONEJERO, Marco Antonio; OLIVEIRA, Murilo Alvarenga Grupo Gen ePub Criptografado

Este capítulo do livro é destinado a discutir aspectos relacionados com os recursos e capacidades organizacionais. Em mercados competitivos, as organizações travam uma luta constante pela obtenção e manutenção de uma posição de vantagem competitiva. Segundo a visão baseada em recursos, a posição de vantagem competitiva sustentável depende dos recursos e capacidades controlados pela organização. Recursos estratégicos são valiosos, raros, de difícil imitação e substituição, além de bem explorados pela organização. Capacidades são grupos complexos de habilidades e conhecimento acumulado que, exercidos nos processos organizacionais, permitem que a firma coordene suas atividades e faça uso de seus ativos. As competências essenciais são a combinação de recursos e capacidades que viabiliza a gama de linhas de produtos da firma, permitindo entregar um benefício fundamental para o consumidor. Em contextos altamente dinâmicos, a capacidade principal (e especial) de uma organização é a de mudar, inovar, adaptar, enfim, se adequar ao contexto. Essas capacidades especiais são conhecidas por capacidades dinâmicas. Baseado no conceito de recursos, o modelo de análise denominado VRIO considera quatro questões para analisar a situação interna da empresa: a questão do valor; a questão da raridade; a questão da imitação; e a questão da organização. A competição é um processo dinâmico que consiste na constante disputa entre as firmas por uma vantagem comparativa em recursos, que irá gerar uma posição de vantagem competitiva no mercado e, consequentemente, desempenho financeiro superior.

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11 Economia da estratégia

ABDALA, Márcio Moutinho; CONEJERO, Marco Antonio; OLIVEIRA, Murilo Alvarenga Grupo Gen ePub Criptografado

Este capítulo apresenta uma visão evolutiva da estratégia naquilo que se refere aos aspectos econômicos relacionados com as escolhas e decisões, e busca ampliar o entendimento do contexto organizacional como cenário para a adoção de estratégias. Tal aproximação com a economia se torna relevante na medida em que se pretende conceber uma estratégia que considere a natureza das relações internas, sejam contratuais ou não, e seus reflexos na implementação das ações que pretendem tornar as empresas mais competitivas nos mercados. Aborda as decisões organizacionais no que concerne às escolhas entre contratação no mercado e internalização das atividades. Para tanto, esclarece a existência de custos envolvidos e que se tornam determinantes por envolverem as variáveis que influenciam a eficiência, inclusive levando em conta os impactos das decisões entre comprar, fazer ou aliar-se. Todos estes elementos fazem parte da abordagem do ambiente institucional e dos custos de transação inerentes à dinâmica organizacional, tendo como resultante um debate amplo sobre os mecanismos decisórios e as implicações na estratégia.

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Almeida Marcelo Cavalcanti (27)
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Medium 9788597020021

9 Índices de rentabilidade

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

Os índices de rentabilidade têm por objetivo identificar o desempenho econômico da entidade, relacionando o lucro apurado com parâmetros de relatividade, tais como vendas, ativos e patrimônio líquido.

Um lucro anual de R$ 1.000 é bom ou é ruim? Depende, por exemplo, de quanto os acionistas investiram no negócio. Caso tenham investido R$ 100.000, seria ruim, já que a taxa de retorno seria de 1% ao ano (R$ 1.000 : R$ 100.000 × 100%), supondo que a taxa de juros de mercado fosse 12%. Na hipótese em que os acionistas tenham investido R$ 5.000, seria bom, devido ao fato de que a taxa de retorno seria de 20% ao ano (R$ 1.000 : R$ 5.000 × 100%).

O analista tem que ter em mente que o lucro ou prejuízo, apresentado na DRE, é econômico, ou seja, que não representa na sua totalidade entradas líquidas ou saídas líquidas de caixa (por exemplo, ajustes econômicos a valor justo de ativos e passivos dentro do escopo do CPC 28, CPC 29 e CPC 48), e que o lucro ou prejuízo pode incluir transações não recorrentes, que podem não se repetir em exercícios sociais futuros da entidade (venda de uma fábrica dentro do escopo do CPC 31).

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7 Índices de liquidez

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

O objetivo dos índices de liquidez é fundamentalmente verificar a capacidade da entidade de pagar as suas obrigações. Essa verificação é efetuada comparando contas do ativo e do passivo do balanço patrimonial. Existem quatro índices geralmente utilizados pelos analistas:

• Liquidez imediata.

• Liquidez seca.

• Liquidez corrente.

• Liquidez geral.

O índice usualmente é considerado bom quando é acima de 1,00.

Cabe destacar que esses índices são apenas indicadores de liquidez e não asseguram efetivamente que a entidade estaria em condições de pagar as suas dívidas nos vencimentos. Por exemplo, imagine a situação em que a entidade tem no seu ativo circulante em 31/12/20x1 apenas R$ 4.000 de contas a receber que vencem em 31/03/20x2, e no seu passivo circulante em 31/12/20x1 somente R$ 1.000 de dívidas com fornecedores que vencem em 31/01/20x2.

Poderíamos afirmar, somente analisando pelas contas do balanço patrimonial em 31/12/20x1, que a situação de liquidez é boa, já que a entidade tem, para cada R$ 1,00 de dívida, R$ 4,00 de direitos a receber. Entretanto, na realidade, a entidade tem uma situação financeira complicada, devido ao fato de que as suas dívidas vencem antes dos recebíveis dos clientes.

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12 Análise da demonstração dos fluxos de caixa

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

O objetivo da demonstração dos fluxos de caixa (DFC) é fornecer informações relevantes sobre recebimentos e pagamentos de caixa de uma entidade durante certo período, de maneira a proporcionar aos usuários das demonstrações contábeis (DCs) uma base para avaliar a capacidade da entidade de gerar caixa e equivalentes de caixa, bem como de entender as necessidades da entidade de utilização desses fluxos de caixa.

A DFC foi regulamentada por meio do pronunciamento técnico contábil CPC 03, dentro do contexto de adoção pelo Brasil das normas internacionais de contabilidade (correspondente ao IAS 7 do IASB). A DFC substituiu no Brasil a Demonstração de Origens e Aplicações de Recursos.

Os fluxos de caixa da DFC são apresentados de acordo com a Figura 12.1.

O objetivo deste capítulo é informar os principais dados da DFC e indicadores de análise, e não ensinar como preparar a DFC.

Figura 12.1 Apresentação dos fluxos de caixa da DFC.

As transações apresentadas na Figura 12.2 são classificadas como caixa e equivalentes de caixa (CEC) para fins da DFC. Note que somente as mutações em CEC são relatadas na DFC.

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10 Índices de rotatividade

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

Os objetivos principais desses índices, também denominados índices de atividades, são indicar:

• O prazo que as matérias-primas demoram da data da aquisição até a data da requisição para a produção.

• O prazo do processo de produção.

• O prazo que o produto despende depois de pronto para ser vendido.

• O prazo de giro do total dos estoques.

• O prazo de recebimento das vendas a prazo dos clientes.

• O prazo de pagamento das compras a prazo dos fornecedores.

A Figura 10.1 relata o processo contábil e fluxo dos índices de rotatividade.

Conquanto não abordado na Figura 10.1, também existem situações de compra à vista e de venda à vista.

Uma superestocagem (rotatividade lenta) ou uma subestocagem (rotatividade rápida) tem suas vantagens e desvantagens.

Figura 10.1 Processo contábil e fluxo dos índices de rotatividade.

Principais vantagens da superestocagem:

• Estoque de matéria-prima disponível a qualquer hora para ser utilizado na produção.

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11 Ciclos operacional, financeiro, econômico e análise do capital de giro

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

Neste capítulo, abordamos questões relevantes relacionadas com entendimento e gerenciamento das atividades da entidade, com a finalidade de maximizar os lucros e reduzir problemas vinculados principalmente com liquidez, tais como:

• Qual o seu ciclo operacional?

• Qual o seu ciclo financeiro?

• Qual o seu ciclo econômico?

• Qual a relação entre os índices de rotação, estudados em capítulo anterior, com os ciclos citados?

• O que representa capital de giro?

• Como o capital de giro se relaciona com o capital circulante líquido?

• Quais estruturas patrimoniais seriam indicadores de possíveis crises financeiras?

• Como estabelecer o montante da necessidade de capital de giro?

O ciclo operacional começa com a compra da matéria-prima e vai até o recebimento da venda do produto acabado do cliente.

O ciclo financeiro começa com pagamento ao fornecedor da matéria-prima e vai até o recebimento da venda do produto acabado do cliente.

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Assaf Neto Alexandre (18)
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Medium 9788597020953

Apêndice B: Expoentes e logaritmos

Assaf Neto, Alexandre Grupo Gen ePub Criptografado

O produto a × a × a × a pode ser representado por a4, no qual a denomina-se base e o número 4 é o expoente. Um expoente, em outras palavras, indica o número de vezes em que a base é multiplicada por si mesma.

De uma maneira geral, a potência n-ésima de um fator a é representada por:

Exemplos:

Se m e n forem números inteiros e positivos e a base diferente de zero, tem-se:

Exercícios propostos

Calcular as expressões abaixo:

Respostas:

1) 72; 6) a20;

2) 1.000,000; 7) a6 × b6;

3) a5; 8)

4) 200; 9) – 2.474.

5) (1 + r)14;

  

Esses expoentes obedecem as seguintes definições:

Exemplos:

Exercícios propostos

Resolver as expressões abaixo:

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13 Taxa e Prazo Médios de Operações Financeiras

Assaf Neto, Alexandre Grupo Gen ePub Criptografado

Oestudo de taxa e prazo médios de operações financeiras assume maior importância à medida que se desenvolvem as operações do mercado financeiro e de capitais. Esses assuntos são bastante pertinentes a um controle mais eficiente das operações financeiras e de suas carteiras de ativos e passivos, cada vez mais complexas e sofisticadas.

O capítulo dedica-se a um estudo mais aprofundado do tema, demonstrando suas formas práticas de cálculo com base sempre no critério de juros compostos.

A taxa média (i) indica, para determinada carteira de aplicação ou captação, a taxa de juro média e periódica representativa das operações financeiras realizadas. Corresponde, em outras palavras, à taxa interna de retorno, conforme estudada no Capítulo 2, que iguala, em determinada data, todas as entradas e saídas de caixa provenientes das operações de captações ou aplicações processadas.

No caso de uma carteira de aplicações, a taxa média indica o retorno médio por período, definido em termos percentuais, das diversas operações. Para uma carteira de captações, a taxa média mede o custo percentual médio que os fornecedores de capital estão sendo remunerados em cada período.

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12 Sistemas de Amortização de Empréstimos e Financiamentos

Assaf Neto, Alexandre Grupo Gen ePub Criptografado

Os sistemas de amortização são desenvolvidos basicamente para operações de empréstimos e financiamentos de longo prazo, envolvendo desembolsos periódicos do principal e encargos financeiros.

Existem diversas maneiras de se amortizar uma dívida, devendo as condições de cada operação estarem estabelecidas em contrato firmado entre o credor (mutuante) e o devedor (mutuário).

Uma característica fundamental dos sistemas de amortização a serem estudados neste capítulo é a utilização exclusiva do critério de juros compostos, incidindo os juros exclusivamente sobre o saldo devedor (montante) apurado em período imediatamente anterior.

Para cada sistema de amortização é construída uma planilha financeira, a qual relaciona, dentro de certa padronização, os diversos fluxos de pagamentos e recebimentos.

São consideradas também modalidades de pagamento com e sem carência, conforme estudadas em capítulos anteriores. Na carência, não há pagamento do principal, sendo pagos somente os juros. Eventualmente, os juros podem ser capitalizados durante o prazo de carência.

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3 Descontos

Assaf Neto, Alexandre Grupo Gen ePub Criptografado

Entende-se por valor nominal o valor de resgate, ou seja, o valor definido para um título em sua data de vencimento. Representa, em outras palavras, o próprio montante da operação.

A operação de se liquidar um título antes de seu vencimento envolve geralmente uma recompensa, ou um desconto pelo pagamento antecipado. Desta maneira, desconto pode ser entendido como a diferença entre o valor nominal de um título e o seu valor atualizado apurado n períodos antes de seu vencimento.

Por outro lado, valor descontado de um título é o seu valor atual na data do desconto, sendo determinado pela diferença entre o valor nominal e o desconto, ou seja:

Valor Descontado = Valor Nominal – Desconto

As operações de desconto podem ser realizadas tanto sob o regime de juros simples como no de juros compostos. O uso do desconto simples é amplamente adotado em operações de curto prazo, restringindo-se o desconto composto para as operações de longo prazo.

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Medium 9788597020953

1 Conceitos Gerais e Juros Simples

Assaf Neto, Alexandre Grupo Gen ePub Criptografado

A matemática financeira trata, em essência, do estudo do valor do dinheiro ao longo do tempo. O seu objetivo básico é o de efetuar análises e comparações dos vários fluxos de entrada e saída de dinheiro de caixa verificados em diferentes momentos.

Receber uma quantia hoje ou no futuro não são evidentemente a mesma coisa. Em princípio, uma unidade monetária hoje é preferível à mesma unidade monetária disponível amanhã. Postergar uma entrada de caixa (recebimento) por certo tempo envolve um sacrifício, o qual deve ser pago mediante uma recompensa, definida pelos juros. Desta forma, são os juros que efetivamente induzem o adiamento do consumo, permitindo a formação de poupanças e de novos investimentos na economia.

As taxas de juros devem ser eficientes de maneira a remunerar:

a) o risco envolvido na operação (empréstimo ou aplicação), representado genericamente pela incerteza com relação ao futuro;

b) a perda do poder de compra do capital motivada pela inflação. A inflação é um fenômeno que corrói o capital, determinando um volume cada vez menor de compra com o mesmo montante;

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Batalha M Rio Ot Vio Org (15)
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Medium 9788597020960

14. Marketing: uma abordagem para engenharia de produção

BATALHA, Mário Otávio (Org.) Grupo Gen ePub Criptografado

Rosane Chicarelli Alcantara e Andrea Lago da Silva

Neste capítulo, serão apresentados os conceitos fundamentais de marketing e ambiente concorrencial. Posteriormente, elementos de marketing como segmentação de mercados e comportamento dos consumidores finais e empresariais serão introduzidos. A seguir, aspectos referentes ao gerenciamento e planejamento de marketing como os elementos do composto mercadológico, estratégias de mercado, plano de marketing e pesquisa de mercado são apresentados. Ao final, discutem-se os principais desafios do marketing nos dias atuais que estão levando funções tradicionais das empresas, e marketing é uma delas, a serem mais interativas e colaborativas, resultando em estruturas empresariais mais dinâmicas. Encerra-se o capítulo com a proposição de questões para serem discutidas.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

• Utilizar os principais conceitos de marketing na gestão de organizações de diferentes setores da economia.

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7. Teoria das organizações

BATALHA, Mário Otávio (Org.) Grupo Gen ePub Criptografado

Silvio Eduardo Alvarez Candido, Mário Sacomano Neto e Julio Cesar Donadone

Este capítulo traça um panorama dos estudos organizacionais, uma das áreas mais abrangentes e diversas da Administração e da Engenharia de Produção. Para lidar com o desafio de elaborar uma apresentação que abarque tanto o conhecimento histórico quanto os modelos e ferramentas para a gestão das organizações, optou-se por uma análise das transformações das formas predominantes de organização ao longo do desenvolvimento capitalista recente.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final do capítulo, o leitor deverá ser capaz de compreender:

• Os principais modelos de organização existentes (modelo tradicional de organização, modelos racionalizados de organização, modelo de organização em rede).

• Os processos históricos que levaram ao predomínio de cada um deles em certos períodos.

• As teorias organizacionais e técnicas administrativas associadas a esses modelos.

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Medium 9788597020960

6. Organização do trabalho

BATALHA, Mário Otávio (Org.) Grupo Gen ePub Criptografado

Alessandra Rachid e Ana Valéria Carneiro Dias

Os modelos tradicionais de organização do trabalho foram, desde cedo, muito criticados, ao mesmo tempo em que surgiam novas abordagens, procurando dar respostas às limitações apontadas. Este capítulo apresenta essa evolução na forma de conceber a organização do trabalho. A Seção 6.2 apresenta a evolução dos modos de produção desde o artesanato até o surgimento das fábricas e da maquinaria, com a Revolução Industrial.

A seguir, apresentam-se características do modelo taylorista fordista, também chamado de Escola Clássica de organização do trabalho, que predominou na maior parte do Século XX, assim como sobre sua introdução no Brasil. A Seção 6.4 apresenta as experiências da Escola de Relações Humanas e o conceito de grupos informais, que contesta algumas premissas do modelo taylorista fordista, fazendo com que este incorpore novas preocupações relacionadas com os trabalhadores.

A Seção 6.5 se refere às discussões do final dos anos 1970 e início dos anos 1980, sobre o surgimento de modelos alternativos ao taylorismo e fordismo, apresentando brevemente os chamados modelos italiano e alemão. Em seguida, apresenta-se de forma mais detalhada o modelo de produção enxuta, derivado de práticas de gestão de empresas japonesas, especialmente da Toyota, que teve ampla difusão, assim como algumas considerações sobre as condições de trabalho no Japão.

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Medium 9788597020960

5. Projeto e desenvolvimento de produtos

BATALHA, Mário Otávio (Org.) Grupo Gen ePub Criptografado

José Flávio Diniz Nantes

Neste capítulo será apresentada uma metodologia utilizada para projetar e desenvolver produtos industriais. O método é orientado para o mercado visando atender as transformações que estão ocorrendo nos hábitos e preferências dos consumidores. Após indicar os principais conceitos e tendências para o projeto e desenvolvimento de produtos, o capítulo apresenta um modelo de referência que tem como ponto de partida as atividades de pré-desenvolvimento, momento em que é definida a carteira de projetos. Na sequência, o capítulo apresenta as características das fases que constituem o Processo de Desenvolvimento de Produtos, desde a identificação do problema, até a construção e teste do modelo físico do novo produto. A última etapa do modelo de referência apresenta o pós-desenvolvimento, que compreende a retirada do produto do mercado e a avaliação do ciclo de vida do produto. A integração funcional do setor de projeto e desenvolvimento de produtos com as demais áreas da empresa, o desenvolvimento de fornecedores, os indicadores de desempenho do processo e os mecanismos de proteção do novo produto, também são discutidos no capítulo.

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1. Sistemas de produção

BATALHA, Mário Otávio (Org.) Grupo Gen ePub Criptografado

Gilberto Miller Devós Ganga, Juliana Keiko Sagawa, Ivete Delai, Moacir Godinho Filho e Alceu Gomes Alves Filho

Este capítulo abordará a evolução histórica dos sistemas de produção, a representação e as tipologias desses sistemas, bem como os conceitos e insights sobre a formulação de estratégias de produção e operações. O capítulo destaca três principais paradigmas de produção: o Lean Manufacturing, o Quick Response Manufacturing (QRM) e a Indústria 4.0.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de compreender:

• As fases evolutivas dos sistemas de produção.

• As características desses sistemas de produção e tipologias.

• Os objetivos estratégicos da função produção bem como as decisões estruturais e infraestruturais relevantes na análise e posicionamento de uma estratégia de produção e operações.

• Os princípios e ferramentas dos sistemas de produção enxuta e QRM.

• Os conceitos gerais sobre Indústria 4.0.

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Bruni Adriano Leal Fam Rubens (20)
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Medium 9788597019834

10 Custos da Produção Conjunta

BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens Grupo Gen ePub Criptografado

“Quanto mais aumenta nosso conhecimento, mais evidente fica nossa ignorância.”

John Kennedy

Processos de produção conjunta ocorrem quando uma empresa fabrica diferentes produtos com base em um mesmo conjunto de matérias-primas. Nessas situações, podem ser produzidos e comercializados diferentes tipos de coprodutos e subprodutos. Os processos podem gerar resíduos com baixo e incerto valor de mercado que, eventualmente, podem ser também comercializados.

Na elaboração dos diferentes resultados da produção conjunta, a entidade deve escolher um grupo de critérios para a avaliação dos custos incorridos. Geralmente, os critérios possíveis implicam a distribuição de custos com base nos valores de mercado, volumes produzidos ou lucros iguais.

Este capítulo possui o objetivo de discutir os custos associados aos processos de produção conjunta, destacando os efeitos e procedimentos em custos e preços de coprodutos, subprodutos e sucatas.

Quando uma empresa elabora diferentes produtos com base em um mesmo conjunto de matérias-primas, surge o problema relativo à composição dos custos desses diferentes produtos. Processos de produção conjunta podem estar presentes tanto em processos contínuos como em produção por encomenda.

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19 Aplicações do Excel: Usos em Custos e Preços

BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens Grupo Gen ePub Criptografado

“Quando perguntaram a Albert Einstein qual havia sido o evento que mais contribuíra para o desenvolvimento da teoria da relatividade, ele respondeu: ‘Descobrir como eu deveria pensar sobre o problema’”

Jack Trout in Diferenciar ou morrer, p. 86

As aplicações possíveis da planilha Microsoft Excel nos processos de gestão empresarial são variadas, conforme apresentado no Capítulo 19. Dessas aplicações possíveis, muitas podem ser usadas em custos e preços.

O objetivo deste capítulo consiste em ilustrar algumas aplicações possíveis do Excel no processo de análise de custos e preços. Para facilitar as aplicações dos modelos, o material suplementar disponível em http://gen-io.grupogen.com.br traz a planilha CUSTOS.XLS, onde, por meio de menus de fácil navegabilidade, é possível executar diversas aplicações do Excel.

Outro recurso disponível, e brevemente apresentado no final deste capítulo, é o arquivo CUSTOS.PPT, um conjunto de transparências elaboradas especialmente para o docente que deseje adotar o livro como referência básica em seus cursos ou para o leitor, ou usuário, que deseje fazer rápida leitura dos conteúdos expostos nos textos, ou na planilha CUSTOS.XLS.

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Medium 9788597019834

11 Custeio Variável

BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens Grupo Gen ePub Criptografado

“Quem decide pode errar.
Quem não decide já errou.”

Karajan

Um dos maiores problemas da gestão de custos diz respeito ao controle e à distribuição dos custos indiretos. Uma das formas empregadas para facilitar o processo de tomada de decisões empregando dados de custos consiste na não realização de rateios dos custos indiretos.

Embora questionável segundo o ponto de vista dos princípios e normas contábeis, o custeio variável assume grande importância na análise de decisões relativas a custos e preços. No método do custeio variável, apenas gastos variáveis são considerados no processo de formação dos custos dos produtos individuais. Custos ou despesas indiretas são lançados de forma global contra os resultados.

O objetivo deste capítulo consiste em apresentar o custeio variável e seus principais efeitos nos processos de tomada de decisões. Para tornar a leitura mais agradável e facilitar a fixação do conteúdo, estão propostos e resolvidos diversos exercícios e alguns pequenos estudos de caso.

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8 Custeio-Padrão

BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens Grupo Gen ePub Criptografado

“Tantas vezes pensamos ter chegado; tantas vezes é preciso ir além.”

Fernando Pessoa

Uma forma alternativa de controle de custos envolve o emprego de custos-padrões, que podem ser definidos como os que são cuidadosamente predeterminados e que deveriam ser atingidos em operações eficientes. Custos-padrão podem ser usados na aferição de desempenho, na elaboração de orçamentos, na orientação de preços e na obtenção de custos significativos do produto, com razoável economia e simplicidade da escrituração.

As origens das técnicas de elaboração do custo-padrão devem-se à intenção de excluir custos extraordinários que ocasionem variações de eficiência, possibilitando a consideração de tratamento contábil e financeiro adequado da eficiência média dos processos já bem estabelecidos.

Além da simplicidade da escrituração contábil, os custos-padrão possibilitam a análise da eficiência produtiva dos processos empresariais. Os objetivos deste capítulo consistem em apresentar os principais aspectos relacionados à aplicação do custo-padrão no processo de formação de custos e gestão de preços.

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Medium 9788597019834

5 Custeio por Departamentos

BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens Grupo Gen ePub Criptografado

“Só o conhecimento traz o poder.”

Anônimo

Os sistemas de custos são projetados para acumularem o custo total de cada ordem colocada ou produto elaborado. Os custos diretos apresentam fácil associação aos produtos. Todavia, com os custos indiretos e os mecanismos de rateio aos produtos, diversos são os problemas relacionados à determinação do lucro e ao controle das operações de qualquer entidade.

Duas das principais razões da gestão de custos dizem respeito à determinação do lucro e ao controle das operações. Para facilitar o controle dos custos incorridos, muitas organizações optam por alocá-los, em um primeiro momento, aos centros de custos ou aos departamentos da entidade. Além de ter um responsável pelos custos incorridos, os departamentos facilitam e melhoram o processo de alocação dos gastos aos produtos.

Neste capítulo, são abordados assuntos relacionados à departamentalização dos custos, suas razões e mecanismos de transferências. Para facilitar a transmissão do conteúdo apresentado, são propostos, discutidos e resolvidos diversos exercícios.

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