Adriano Leal Bruni Rubens Fam (20)
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Medium 9788597019834

8 Custeio-Padrão

Adriano Leal Bruni, Rubens Famá Grupo Gen ePub Criptografado

“Tantas vezes pensamos ter chegado; tantas vezes é preciso ir além.”

Fernando Pessoa

Uma forma alternativa de controle de custos envolve o emprego de custos-padrões, que podem ser definidos como os que são cuidadosamente predeterminados e que deveriam ser atingidos em operações eficientes. Custos-padrão podem ser usados na aferição de desempenho, na elaboração de orçamentos, na orientação de preços e na obtenção de custos significativos do produto, com razoável economia e simplicidade da escrituração.

As origens das técnicas de elaboração do custo-padrão devem-se à intenção de excluir custos extraordinários que ocasionem variações de eficiência, possibilitando a consideração de tratamento contábil e financeiro adequado da eficiência média dos processos já bem estabelecidos.

Além da simplicidade da escrituração contábil, os custos-padrão possibilitam a análise da eficiência produtiva dos processos empresariais. Os objetivos deste capítulo consistem em apresentar os principais aspectos relacionados à aplicação do custo-padrão no processo de formação de custos e gestão de preços.

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19 Aplicações do Excel: Usos em Custos e Preços

Adriano Leal Bruni, Rubens Famá Grupo Gen ePub Criptografado

“Quando perguntaram a Albert Einstein qual havia sido o evento que mais contribuíra para o desenvolvimento da teoria da relatividade, ele respondeu: ‘Descobrir como eu deveria pensar sobre o problema’”

Jack Trout in Diferenciar ou morrer, p. 86

As aplicações possíveis da planilha Microsoft Excel nos processos de gestão empresarial são variadas, conforme apresentado no Capítulo 19. Dessas aplicações possíveis, muitas podem ser usadas em custos e preços.

O objetivo deste capítulo consiste em ilustrar algumas aplicações possíveis do Excel no processo de análise de custos e preços. Para facilitar as aplicações dos modelos, o material suplementar disponível em http://gen-io.grupogen.com.br traz a planilha CUSTOS.XLS, onde, por meio de menus de fácil navegabilidade, é possível executar diversas aplicações do Excel.

Outro recurso disponível, e brevemente apresentado no final deste capítulo, é o arquivo CUSTOS.PPT, um conjunto de transparências elaboradas especialmente para o docente que deseje adotar o livro como referência básica em seus cursos ou para o leitor, ou usuário, que deseje fazer rápida leitura dos conteúdos expostos nos textos, ou na planilha CUSTOS.XLS.

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10 Custos da Produção Conjunta

Adriano Leal Bruni, Rubens Famá Grupo Gen ePub Criptografado

“Quanto mais aumenta nosso conhecimento, mais evidente fica nossa ignorância.”

John Kennedy

Processos de produção conjunta ocorrem quando uma empresa fabrica diferentes produtos com base em um mesmo conjunto de matérias-primas. Nessas situações, podem ser produzidos e comercializados diferentes tipos de coprodutos e subprodutos. Os processos podem gerar resíduos com baixo e incerto valor de mercado que, eventualmente, podem ser também comercializados.

Na elaboração dos diferentes resultados da produção conjunta, a entidade deve escolher um grupo de critérios para a avaliação dos custos incorridos. Geralmente, os critérios possíveis implicam a distribuição de custos com base nos valores de mercado, volumes produzidos ou lucros iguais.

Este capítulo possui o objetivo de discutir os custos associados aos processos de produção conjunta, destacando os efeitos e procedimentos em custos e preços de coprodutos, subprodutos e sucatas.

Quando uma empresa elabora diferentes produtos com base em um mesmo conjunto de matérias-primas, surge o problema relativo à composição dos custos desses diferentes produtos. Processos de produção conjunta podem estar presentes tanto em processos contínuos como em produção por encomenda.

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Medium 9788597019834

11 Custeio Variável

Adriano Leal Bruni, Rubens Famá Grupo Gen ePub Criptografado

“Quem decide pode errar.
Quem não decide já errou.”

Karajan

Um dos maiores problemas da gestão de custos diz respeito ao controle e à distribuição dos custos indiretos. Uma das formas empregadas para facilitar o processo de tomada de decisões empregando dados de custos consiste na não realização de rateios dos custos indiretos.

Embora questionável segundo o ponto de vista dos princípios e normas contábeis, o custeio variável assume grande importância na análise de decisões relativas a custos e preços. No método do custeio variável, apenas gastos variáveis são considerados no processo de formação dos custos dos produtos individuais. Custos ou despesas indiretas são lançados de forma global contra os resultados.

O objetivo deste capítulo consiste em apresentar o custeio variável e seus principais efeitos nos processos de tomada de decisões. Para tornar a leitura mais agradável e facilitar a fixação do conteúdo, estão propostos e resolvidos diversos exercícios e alguns pequenos estudos de caso.

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Medium 9788597019834

5 Custeio por Departamentos

Adriano Leal Bruni, Rubens Famá Grupo Gen ePub Criptografado

“Só o conhecimento traz o poder.”

Anônimo

Os sistemas de custos são projetados para acumularem o custo total de cada ordem colocada ou produto elaborado. Os custos diretos apresentam fácil associação aos produtos. Todavia, com os custos indiretos e os mecanismos de rateio aos produtos, diversos são os problemas relacionados à determinação do lucro e ao controle das operações de qualquer entidade.

Duas das principais razões da gestão de custos dizem respeito à determinação do lucro e ao controle das operações. Para facilitar o controle dos custos incorridos, muitas organizações optam por alocá-los, em um primeiro momento, aos centros de custos ou aos departamentos da entidade. Além de ter um responsável pelos custos incorridos, os departamentos facilitam e melhoram o processo de alocação dos gastos aos produtos.

Neste capítulo, são abordados assuntos relacionados à departamentalização dos custos, suas razões e mecanismos de transferências. Para facilitar a transmissão do conteúdo apresentado, são propostos, discutidos e resolvidos diversos exercícios.

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Alexandre Assaf Neto (84)
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Medium 9788597021851

24 Capital de Giro e Equilíbrio Financeiro

Alexandre Assaf Neto Grupo Gen ePub Criptografado

Objetivos do capítulo

1. Descrever os vários aspectos e características do capital circulante.

2. Definir equilíbrio financeiro.

3. Analisar as aplicações práticas de cada item circulante dentro das características do mercado brasileiro.

4. Analisar as características do financiamento do capital de giro.

Esta parte do estudo de finanças de empresas está voltada para a administração de capital de giro (itens circulantes de curto prazo). Os capítulos foram divididos de forma que cubram seus aspectos mais importantes, com ênfase no tratamento da realidade brasileira.

O estudo do capital de giro é de grande importância para as Finanças Corporativas, uma vez que determina reflexos visíveis no desempenho futuro das empresas. Na realidade, todas as decisões financeiras que venham a ser tomadas por uma empresa requerem cuidadosa atenção a seus elementos circulantes. São eles, em última análise, que produzem capacidade financeira de sustentação e crescimento dos negócios.

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Medium 9788597021851

10 Análise das Demonstrações Financeiras – Aplicações Práticas

Alexandre Assaf Neto Grupo Gen ePub Criptografado

Objetivos do capítulo

1. Desenvolver aplicações práticas para análise econômico-financeira, com base em demonstrativos financeiros publicados pelas empresas. Tal aplicação terá enfoque na estrutura e evolução patrimonial; estrutura de resultados; liquidez; endividamento, retorno do investimento e lucratividade.

2. Fornecer conclusões de cada item analisado, permitindo maior entendimento e clareza aos leitores no que se refere à situação econômico-financeira da empresa.

São consideradas as demonstrações contábeis publicadas por uma companhia de capital aberto (empresa industrial do setor de produtos eletrônicos) referentes aos dois últimos exercícios sociais.

Todos os ajustes dos efetivos valores publicados pela imprensa nacional foram efetuados com o único propósito de simplificar as operações numéricas, e em nada modificaram a estrutura das demonstrações contábeis publicadas, assim como as conclusões extraídas com relação ao desempenho apresentado pela empresa.

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Medium 9788597021851

29 Metodologia Básica de Avaliação

Alexandre Assaf Neto Grupo Gen ePub Criptografado

Objetivos do capítulo

1. Discutir os aspectos principais dos componentes de avaliação: fluxo de caixa, taxa de desconto, horizonte de previsão e risco.

2. Desenvolver uma aplicação prática de determinação do valor econômico de uma empresa.

A metodologia consagrada pela Teoria de Finanças para determinação do valor de mercado de uma empresa, o método do Fluxo de Caixa Descontado ( FCD), é formada pelos seguintes componentes fundamentais:

a) fluxos de caixa;

b) taxa de desconto (taxa mínima de atratividade);

c) horizonte de tempo das projeções;

d) risco.

A apuração mais correta possível do valor de uma empresa é uma preocupação presente no atual ambiente econômico, sendo de interesse tanto da administração interna como de analistas e investidores de mercado. A busca do valor justo é fundamental para negociações envolvendo aquisições e vendas de empresas, para o processo de formação de uma carteira de investimentos, e decisões financeiras.

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Medium 9788597021868

10 Mercado de renda fixa – avaliação de bônus

Alexandre Assaf Neto Grupo Gen ePub Criptografado

O Capítulo 10 dedica-se ao estudo do mercado de renda fixa. Aborda, de maneira ilustrativa, a formação dos preços de mercado, a determinação do Yield To Maturity (YTM) e a avaliação da maturidade e da volatilidade dos títulos.

Por meio do cálculo do yield to maturity torna-se possível analisar o rendimento efetivo dos títulos de renda fixa até seu vencimento. A determinação do YTM considera o preço de mercado do título e os fluxos de rendimentos associados.

Outro aspecto relevante da avaliação de um título de renda fixa é a distribuição dos fluxos de caixa no tempo. A maturidade mede qual é o prazo do título. Por sua vez, a duration mede a sensibilidade de um título que considera, em seus cálculos, todos os pagamentos intermediários; e pode ser entendida como uma medida de risco, pois descreve a sensibilidade do preço de mercado do título em relação à variação da taxa de juros.

1. Sobre os bônus, não podemos afirmar que:

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Medium 9788597022056

1 Funções financeiras básicas

Alexandre Assaf Neto Grupo Gen ePub Criptografado

Objetivo do capítulo

O capítulo aborda os fundamentos da formação das taxas de juros, linear e exponencial, e as formulações de cálculo utilizando-se a HP 12C. Trata também das medidas financeiras como valor futuro (montante), valor presente, fluxos periódicos de caixa, taxa de juros e prazo.

As funções financeiras básicas da HP 12C:

n

=

Tempo

I

=

Taxa

PV

=

Present Value (valor presente)

PMT

=

Payment Amount Temporary (pagamento do montante temporário)

FV

=

Future Value (valor futuro)

Os valores dos pagamentos, ou recebimentos, introduzidos na calculadora devem estar de acordo com a convenção de sinais estabelecida para fluxos de caixa, ou seja, sinal (+) para as entradas e sinal (–) para as saídas. Deve-se colocar sempre o sinal negativo no valor presente ou na prestação ou no valor futuro .

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Alexandre Evaristo Et Al Pinto (20)
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Medium 9788597022933

8. Lacunas no Tratamento Fiscal da mais ou Menos-Valia de Ativos e Passivos na Aquisição de Participação Societária – Propostas de Solução

Alexandre Evaristo et al. PINTO Grupo Gen ePub Criptografado

Decorridos mais de vinte anos do início da vigência do regime instituído pela Lei no 9.532, de 10/12/1997, para a amortização do ágio e deságio registrados na aquisição de participações societárias, inúmeras controvérsias ainda existem acerca de temas elementares à sua aplicação, como a utilização das chamadas “empresas veículo” e transações entre entidades integrantes de um mesmo grupo econômico. Muito já se debateu a respeito na doutrina e na jurisprudência, especialmente administrativa.

A integração entre o padrão contábil atual, introduzido pela Lei no 11.638, de 28/12/2007, e o novo regime tributário de decomposição do preço de aquisição de participações societárias e de sua utilização para fins fiscais, regulado pela Lei no 12.973, de 13/5/2014, trouxe novos ângulos de análise antes pouco relevantes.

Em rompimento com o paradigma anterior, e aproximando-se do regramento contábil, a Lei 12.973 passou a determinar que no evento da aquisição de participação societária sujeita ao Método de Equivalência Patrimonial (MEP) seja obrigatoriamente feita avaliação dos elementos patrimoniais identificados na entidade adquirida de modo que eventuais diferenças entre o chamado “valor justo” e o valor contábil de tais elementos sejam registradas pela adquirente como mais ou menos-valia, formando parte do custo de aquisição da participação societária. Somente a eventual diferença entre o valor justo dos ativos adquiridos e passivos assumidos e o preço pago pelo investimento resultariam no registro de ágio por rentabilidade futura (goodwill) ou de ganho por compra vantajosa (sucedâneo do extinto deságio).

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Medium 9788597022933

16. O Cálculo do Lucro da Exploração e os Impactos das Mudanças Contábeis: o Caso das “Despesas” de JCP

Alexandre Evaristo et al. PINTO Grupo Gen ePub Criptografado

A análise das aproximações e distanciamentos entre a tributação e a Contabilidade Societária pode dar-se de diversas perspectivas. Primeiramente, pode-se analisar a questão de lege lata ou de lege ferenda. Trata-se da distinção entre a descrição e a apreciação avaliatória de um sistema de direito posto.1 A análise de lege ferenda examina a possibilidade de alteração legislativa, incluindo aspectos de política fiscal (conveniência e oportunidade) e aspectos jurídicos, atinentes aos limites constitucionais para a modificação legislativa. Já o exame de lege lata cinge-se às leis postas em um dado ordenamento jurídico, não perquirindo sobre eventuais possibilidades de modificação.

Em segundo, a análise de lege lata das relações entre a Contabilidade Societária e a tributação pode limitar-se a buscar descrever as relações em um dado sistema jurídico (teoria) ou focar-se em analisar como devem ser interpretadas determinadas normas que dizem respeito à relação entre as duas matérias (doutrina). Trata-se de análises naturalmente imbricadas e complexas. Imbricadas porque a análise dogmática pressupõe a descrição do direito. Complexas, pois envolvem uma série de diferentes aspectos que devem ser tomados em consideração.

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Medium 9788597022933

3. Programa Fidelidade: Reconhecimento de Receita e Tributação

Alexandre Evaristo et al. PINTO Grupo Gen ePub Criptografado

Programa de fidelidade é o mecanismo que tem como objetivo premiar a fidelidade dos clientes. Trata-se da promessa de premiação oriunda da geração de receita em determinada entidade. Essa premiação, também denominada créditos de prêmios, pode ser materializada por meio da aquisição parcial ou total de produtos ou serviços. Normalmente, essa possibilidade de premiação ou créditos de prêmios é individualizada pela denominação ponto fidelidade. Dessa forma, ponto fidelidade é a expressão individual e fragmentada da possibilidade de aquisição parcial ou total de produtos ou serviços.

Segundo o IFRIC 13,1 os programas de fidelidade são usados pelas entidades para fornecer aos clientes incentivos para comprar seus produtos ou serviços. Se um cliente compra produtos ou serviços, a entidade concede ao cliente créditos de prêmios (i.e., frequentemente descritos como pontos, que representam a premiação subjacente). O cliente pode resgatar os créditos de prêmios por meio de produtos ou serviços gratuitos ou com desconto.

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Medium 9788597022933

9. Incertezas Tributárias: Paradoxos do Provisionamento e as Repercussões da ICPC

Alexandre Evaristo et al. PINTO Grupo Gen ePub Criptografado

Lidar com incertezas aproxima o Direito e a Contabilidade. Se o Direito referencia a pacificação dos conflitos sociais, a Contabilidade menciona as alocações de fenômenos econômicos a períodos passados e futuros, assim como mensurações que muitas vezes exigem estimativas de valores futuros.1 No campo das incertezas, pode-se dizer, o dilema jurídico está em como entregar segurança jurídica, e o dilema contábil está em como entregar informação útil e relevante.

Esses permanentes dilemas das duas ciências são agravados quando se encontram, na encruzilhada das incertezas, de um lado, um sistema jurídico-tributário produtor e reprodutor de conflitos e, de outro, normas contábeis que infletem sobre esse estado de coisas. Muitos tributos, legislação complexa, alterações frequentes de normas e de interpretações, multas elevadas e ausência de mecanismos de composição mais céleres de disputas caracterizam no Brasil um excesso de dúvidas em torno do tratamento da matéria tributária. A incidência sobre essa realidade da norma contábil – de linguagem cada vez mais universalizada a partir da propagação dos padrões contábeis internacionais, o “padrão IAS/IFRS”,2 adotado no Brasil desde a Lei nº 11.638/2007, pode tornar-se, ela própria, fator de incertezas.

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Medium 9788597022933

18. Alienação de Investimentos sem Perda de Controle: Visão Contábil e Impactos Tributários

Alexandre Evaristo et al. PINTO Grupo Gen ePub Criptografado

Desde 2014, com a promulgação da Lei nº 12.973, de 13 de maio de 2014, fruto da Medida Provisória nº 627, de 11 de novembro de 2013, a tributação corporativa brasileira experimenta uma nova realidade, em virtude da mandatória aproximação com as normas contábeis internacionais.

Ainda que a introdução das International Financial Reporting Standards (IFRS) no Brasil tenha ocorrido com a edição da Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007, sua efetiva aplicação pelas pessoas jurídicas somente se concretizou com o reforço trazido pelas regras tributárias inauguradas pela Lei nº 12.973/2014.

Quase cinco após a adoção de uma nova realidade fiscal e contábil no ambiente corporativo, ainda há espaço para discussão sobre suas implicações nas atividades econômicas das pessoas jurídicas, com reflexos tanto na forma como a contabilidade é exercida, como na maneira de se estruturar transações.

Ainda que dúvidas permeiem quanto à correta interpretação do novo regime tributário, com ênfase no papel atribuído à contabilidade, fato é que a introdução das IFRS no Brasil e a correspondente adequação da legislação tributária alterou significativamente a dinâmica dos negócios no País.

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Alexandre Luzzi Las Casas J Ssica Lora Las Casas (16)
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Medium 9788597021141

Anexo II – Dez Dicas para uma Boa Prestação de Serviços

Alexandre Luzzi Las Casas, Jéssica Lora Las Casas Grupo Gen ePub Criptografado

Algumas ideias para uma boa prestação de serviços foram desenvolvidas a partir das experiências de organizações americanas.1 Como o executivo de marketing de serviços deve sempre estar ligado no que ocorre no mercado, este texto pretende apresentar uma fonte de inspiração e possível adaptação aos prestadores de serviços brasileiros. São experiências bem-sucedidas em diferentes atividades comerciais e que servem para aplicação em qualquer setor.

Ideia 1 – Visitas devem ter um final feliz. Os clientes gostam de ser tratados bem e com toda atenção possível. A velha premissa de que um cliente deve ser tratado como um rei ou uma rainha ainda é intensamente praticada por empresas bem-sucedidas. Uma organização procurou lapidar o relacionamento, principalmente nos contatos com a clientela. Criou a figura do cliente concierge, que coordena a minuta de cada visita feita por seus representantes. Como nos hotéis, os clientes têm uma pessoa a contatar para resolver seus problemas quando necessário, o concierge. No caso dessa empresa em questão, todas as exigências dos clientes são registradas e cuidadosamente atendidas para que não se transformem em problemas. Este profissional também atua como cronometrista, assegurando que as visitas programadas aconteçam no tempo certo e de acordo com as expectativas. Com esse procedimento, os clientes tornam-se seguros quanto à eficiência dos próximos encontros. Para dar maior credibilidade aos profissionais encarregados da organização das visitas, a empresa reconhece a atividade como um cargo específico, o que o reveste de maior respeitabilidade.

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9 Preço

Alexandre Luzzi Las Casas, Jéssica Lora Las Casas Grupo Gen ePub Criptografado

A teoria de preços no setor de serviços evoluiu na última década do século passado e novos conceitos foram incorporados e desenvolvidos. Portanto, o objetivo deste capítulo é o de apresentar as abordagens que estão sendo discutidas pelos autores e pesquisadores do setor.

Preços são variáveis controláveis decisivas para o marketing de serviços. A razão disso é que os preços são determinados para cobrir custos operacionais e também proporcionar lucro, além de afetar as expectativas dos clientes. Quando um serviço tem preço alto, cria uma expectativa de muita qualidade, e os clientes tornam-se mais exigentes. Por outro lado, preço baixo pode deixar o cliente desconfiado de que os serviços não têm boa qualidade. Os administradores devem considerar essas diferenças e incorporá-las em suas estratégias gerais, pois uma variável de preço mal determinada pode afetar todo o esforço feito na decisão das demais variáveis.

Muitas diferenças existem entre o desenvolvimento de estratégias de preços em empresas de produtos tangíveis e intangíveis. Alguns autores procuraram desenvolver um parâmetro para definir essas variáveis, que relacionam a percepção de serviços e como os clientes a consideram.1

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3 Como Conhecer o Consumidor

Alexandre Luzzi Las Casas, Jéssica Lora Las Casas Grupo Gen ePub Criptografado

Neste capítulo serão apresentadas as pesquisas necessárias para o conhecimento do consumidor. Uma empresa deve conhecer vários aspectos de seu público-alvo, como expectativas e níveis de satisfação, o que pensam a respeito de determinado serviço, qual é a sua motivação para compra, entre outros. Uma empresa que se propõe a praticar marketing de serviços de forma adequada deve medir os resultados de seu desempenho, principalmente os níveis de satisfação do cliente.

O conhecimento dos clientes é adquirido pelos profissionais de serviços por meio de duas fontes principais: a do trabalho rotineiro, pelas militâncias na atividade, ou por meio de coletas de informações de modo formalizado. A experiência do dia a dia do profissional é uma importante fonte de conhecimento, no entanto, não é suficiente. Clientes insatisfeitos nem sempre reclamam e, por isso, há necessidade de se criarem mecanismos que favoreçam suas manifestações de forma padronizada e que sigam um procedimento formal.

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Anexo I – Exercícios de Aplicação Prática

Alexandre Luzzi Las Casas, Jéssica Lora Las Casas Grupo Gen ePub Criptografado

Uma das maiores preocupações com serviços é quanto às diferenças no tratamento mercadológico. Uma equipe de vendas pode ser treinada para perceber as diferenças básicas.

Convide dois alunos ou treinandos para se apresentarem na frente da turma. De improviso, dê a um deles um livro para vender. Logo após a venda, retire o livro de suas mãos e peça-lhe para vender um curso ou treinamento acerca do tema do livro.

O segundo aluno ou treinando deverá fazer o mesmo. Percebem-se as diferenças fundamentais. Na venda do livro, os apresentadores ficarão mais à vontade, pois poderão mostrar o produto tangível e focar-se nele. Na venda de serviços, muitos sentirão dificuldade por causa da intangibilidade do produto.

O instrutor deve observar e chamar a atenção para os seguintes aspectos:

■ Serviços são intangíveis: por isso, mais difíceis de vender. Exigirá dos vendedores um conhecimento maior e um esforço de tangibilização, pois quando existe algo para mostrar e identificar, o processo de comunicação é facilitado.

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2 O Comprador de Serviços

Alexandre Luzzi Las Casas, Jéssica Lora Las Casas Grupo Gen ePub Criptografado

Com a aplicação do conceito de marketing pelas empresas, o conhecimento do consumidor passou a ter importância fundamental na comercialização. Por esse motivo, os profissionais de marketing de serviços devem preocupar-se em primeiro lugar com “como’’, “quem’’ e “quando’’ são realizadas as compras tanto para pessoas físicas como jurídicas.

Além do conhecimento do consumidor, devem-se conhecer as etapas do processo de compra, pois assim é possível interferir-se no processo, facilitando a decisão. Por exemplo: pode-se constatar que um serviço é comprado por impulso e, neste caso, o administrador irá facilitar a compra, fazendo a distribuição ou anunciando maciçamente nos lugares costumeiramente frequentados pelo público-alvo. Por outro lado, se o serviço for de compra comparada, em que os consumidores costumam comparar modelos e preços antes de uma decisão final, o profissional de marketing irá preocupar-se principalmente com o material promocional, permitindo a inclusão das principais características e benefícios do produto ou serviços para auxiliar o trabalho de comparação.

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Alexandre Neto Assaf (18)
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Medium 9788597020953

Apêndice B: Expoentes e logaritmos

Alexandre Neto Assaf Grupo Gen ePub Criptografado

O produto a × a × a × a pode ser representado por a4, no qual a denomina-se base e o número 4 é o expoente. Um expoente, em outras palavras, indica o número de vezes em que a base é multiplicada por si mesma.

De uma maneira geral, a potência n-ésima de um fator a é representada por:

Exemplos:

Se m e n forem números inteiros e positivos e a base diferente de zero, tem-se:

Exercícios propostos

Calcular as expressões abaixo:

Respostas:

1) 72; 6) a20;

2) 1.000,000; 7) a6 × b6;

3) a5; 8)

4) 200; 9) – 2.474.

5) (1 + r)14;

  

Esses expoentes obedecem as seguintes definições:

Exemplos:

Exercícios propostos

Resolver as expressões abaixo:

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1 Conceitos Gerais e Juros Simples

Alexandre Neto Assaf Grupo Gen ePub Criptografado

A matemática financeira trata, em essência, do estudo do valor do dinheiro ao longo do tempo. O seu objetivo básico é o de efetuar análises e comparações dos vários fluxos de entrada e saída de dinheiro de caixa verificados em diferentes momentos.

Receber uma quantia hoje ou no futuro não são evidentemente a mesma coisa. Em princípio, uma unidade monetária hoje é preferível à mesma unidade monetária disponível amanhã. Postergar uma entrada de caixa (recebimento) por certo tempo envolve um sacrifício, o qual deve ser pago mediante uma recompensa, definida pelos juros. Desta forma, são os juros que efetivamente induzem o adiamento do consumo, permitindo a formação de poupanças e de novos investimentos na economia.

As taxas de juros devem ser eficientes de maneira a remunerar:

a) o risco envolvido na operação (empréstimo ou aplicação), representado genericamente pela incerteza com relação ao futuro;

b) a perda do poder de compra do capital motivada pela inflação. A inflação é um fenômeno que corrói o capital, determinando um volume cada vez menor de compra com o mesmo montante;

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13 Taxa e Prazo Médios de Operações Financeiras

Alexandre Neto Assaf Grupo Gen ePub Criptografado

Oestudo de taxa e prazo médios de operações financeiras assume maior importância à medida que se desenvolvem as operações do mercado financeiro e de capitais. Esses assuntos são bastante pertinentes a um controle mais eficiente das operações financeiras e de suas carteiras de ativos e passivos, cada vez mais complexas e sofisticadas.

O capítulo dedica-se a um estudo mais aprofundado do tema, demonstrando suas formas práticas de cálculo com base sempre no critério de juros compostos.

A taxa média (i) indica, para determinada carteira de aplicação ou captação, a taxa de juro média e periódica representativa das operações financeiras realizadas. Corresponde, em outras palavras, à taxa interna de retorno, conforme estudada no Capítulo 2, que iguala, em determinada data, todas as entradas e saídas de caixa provenientes das operações de captações ou aplicações processadas.

No caso de uma carteira de aplicações, a taxa média indica o retorno médio por período, definido em termos percentuais, das diversas operações. Para uma carteira de captações, a taxa média mede o custo percentual médio que os fornecedores de capital estão sendo remunerados em cada período.

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3 Descontos

Alexandre Neto Assaf Grupo Gen ePub Criptografado

Entende-se por valor nominal o valor de resgate, ou seja, o valor definido para um título em sua data de vencimento. Representa, em outras palavras, o próprio montante da operação.

A operação de se liquidar um título antes de seu vencimento envolve geralmente uma recompensa, ou um desconto pelo pagamento antecipado. Desta maneira, desconto pode ser entendido como a diferença entre o valor nominal de um título e o seu valor atualizado apurado n períodos antes de seu vencimento.

Por outro lado, valor descontado de um título é o seu valor atual na data do desconto, sendo determinado pela diferença entre o valor nominal e o desconto, ou seja:

Valor Descontado = Valor Nominal – Desconto

As operações de desconto podem ser realizadas tanto sob o regime de juros simples como no de juros compostos. O uso do desconto simples é amplamente adotado em operações de curto prazo, restringindo-se o desconto composto para as operações de longo prazo.

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Medium 9788597020953

Apêndice A: Operações básicas de matemática

Alexandre Neto Assaf Grupo Gen ePub Criptografado

a) Na soma de dois números com o mesmo sinal, efetua-se a operação e atribui-se ao resultado da soma o mesmo sinal.

Exemplos:

18 + (+35) = 18 + 35 = 53

–60 + (–30) = – 60 – 30 = –(60 + 30) = –90

b) Na soma de dois números com sinais desiguais, subtrai-se do maior o de menor valor absoluto e atribui-se à diferença encontrada o sinal presente no de maior valor absoluto.

Exemplos:

120 + (–70) = 120 – 70 = 50

40 + (–100) = 40 – 100 = –60

–80 + (+50) = –80 + 50 = –30

c) Na subtração de um número negativo, o sinal é alterado e os valores somados.

Exemplos:

120 – (–90) = 120 + 90 = 210

–150 – (–100) = –150 + 100 = –50

–200 – (–500) = –200 + 500 = 300

d) Na multiplicação ou divisão de dois números valem as seguintes regras:

■ se os dois números tiverem o mesmo sinal, atribui-se ao resultado da operação sinal positivo;

■ se os dois números tiverem sinais desiguais, atribui-se ao resultado da operação o sinal negativo.

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