Abdala M Rcio Moutinho Conejero Marco Antonio Oliveira Murilo Alvarenga (12)
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1 Pensamento estratégico

ABDALA, Márcio Moutinho; CONEJERO, Marco Antonio; OLIVEIRA, Murilo Alvarenga Grupo Gen ePub Criptografado

Neste capítulo de abertura, pretendemos conduzir o leitor para a compreensão das bases teóricas e suas perspectivas que organizam o campo da Administração Estratégica, assim como a evolução da estratégia nas organizações. Além disso, apresentamos a estrutura analítica dos saberes que compõem o livro, assim dividida: Fundamentos da Estratégia, Processo Estratégico, e Perspectivas e Fronteiras da Estratégia.

Neste capítulo, o leitor poderá aprofundar seu conhecimento sobre:

• As bases teóricas que fundamentam o pensamento estratégico.

• As perspectivas que organizam o campo da Administração Estratégica.

• A evolução da estratégia nas organizações.

• A estrutura analítica dos saberes que compõem o livro.

Não é exagero dizer que Administração Estratégica é uma das cadeiras mais complexas na formação de administradores(as). O argumento baseia-se em uma série de obstáculos inerentes ao próprio processo de ensino-aprendizagem que subjazem à disciplina, além de outras barreiras de cunho prático. Os diversos obstáculos enfrentados pela área, que serão mais bem descritos adiante, levam os principais teóricos do campo de conhecimento em Administração a questionarem recorrentemente seus pressupostos.1,4 A clássica obra Safári de estratégia estabelece uma analogia com a complexidade do campo e a fábula dos cegos e do elefante, informando que, em função da multiplicidade de “olhares” em relação ao fenômeno estratégia, torna-se um tanto quanto embaraçoso conhecê-lo em sua plenitude.5

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2 Posicionamento competitivo

ABDALA, Márcio Moutinho; CONEJERO, Marco Antonio; OLIVEIRA, Murilo Alvarenga Grupo Gen ePub Criptografado

Este capítulo visa discutir o conceito de estratégia competitiva com base na escola do posicionamento estratégico ou competitivo. Para tanto, iniciamos apresentando o conceito de posicionamento competitivo sob a ótica da estratégia, mas complementando-o pela ótica do marketing. Depois, evoluímos o debate mostrando que o conceito de orientação para o mercado é um facilitador do posicionamento competitivo. Feito isso, tratamos dos conceitos clássicos do modelo Diamante para obtenção de vantagens competitivas, o modelo das Cinco Forças competitivas para avaliação da atratividade da indústria, as estratégias genéricas de liderança em custo e diferenciação para o posicionamento competitivo, e a cadeia de valor para criação e captura de valor, todos eles propostos pelo autor de referência do capítulo, Michael Porter. Como uma visão alternativa e complementar à contribuição de Porter, em especial às estratégias genéricas para posicionamento competitivo, procuramos trazer as disciplinas de valor de Treacy e Wiersema e o modelo Delta de Hax e Wilde II que discutem um leque maior de estratégias para posicionamento competitivo, além da liderança em custo e diferenciação.

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11 Economia da estratégia

ABDALA, Márcio Moutinho; CONEJERO, Marco Antonio; OLIVEIRA, Murilo Alvarenga Grupo Gen ePub Criptografado

Este capítulo apresenta uma visão evolutiva da estratégia naquilo que se refere aos aspectos econômicos relacionados com as escolhas e decisões, e busca ampliar o entendimento do contexto organizacional como cenário para a adoção de estratégias. Tal aproximação com a economia se torna relevante na medida em que se pretende conceber uma estratégia que considere a natureza das relações internas, sejam contratuais ou não, e seus reflexos na implementação das ações que pretendem tornar as empresas mais competitivas nos mercados. Aborda as decisões organizacionais no que concerne às escolhas entre contratação no mercado e internalização das atividades. Para tanto, esclarece a existência de custos envolvidos e que se tornam determinantes por envolverem as variáveis que influenciam a eficiência, inclusive levando em conta os impactos das decisões entre comprar, fazer ou aliar-se. Todos estes elementos fazem parte da abordagem do ambiente institucional e dos custos de transação inerentes à dinâmica organizacional, tendo como resultante um debate amplo sobre os mecanismos decisórios e as implicações na estratégia.

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9 Estratégia como prática

ABDALA, Márcio Moutinho; CONEJERO, Marco Antonio; OLIVEIRA, Murilo Alvarenga Grupo Gen ePub Criptografado

A partir da evolução do entendimento sobre estratégia, que vai de deliberada à emergente, resultando em um processo integrador, chegamos à perspectiva da estratégia como prática e do strategizing, que se caracteriza pela busca de um equilíbrio entre esses dois tipos de estratégia. O strategizing é resultante da intersecção entre os elementos: prática (atividades consolidadas da estratégia), práxis (como se realiza tal atividade estratégica, como se age) e praticantes (quem desenvolve a atividade, com seu know-how, comportamento, cognição, intenção e sentido), considerando as influências dos diferentes tipos de ambiente e os resultados alcançados, os quais podem modificar as escolhas estratégicas. Apresentamos, ainda, diferentes temas que sustentam a perspectiva da estratégia como prática, tais quais: a sociomaterialidade, em que os elementos materiais envolvidos no fazer estratégia estão articulados pela tecnologia, artefatos, elementos visuais e ferramentas com suas possibilidades de ação; o middle manager, que tem se apresentado como o articulador e um importante praticante da estratégia, que possibilita a interpretação da estratégia e das necessidades operacionais na interlocução entre o que é e o que precisa ser desenvolvido, culminando com o sentido que consegue gerar e atribuir ações e demandas do dia a dia organizacional; e a open strategizing, ou estratégia aberta, enfoque mais recente em termos de desenvolvimento teórico e prático no campo da estratégia que permite compreender o fazer estratégico como um produto da ação de diferentes stakeholders. A maior transparência nas informações e a inclusão dos diferentes atores no processo estratégico formam o pilar para sustentar a atuação dos praticantes no envolvimento crescente entre o social (comportamental e emocional) e o material (refletido na aplicação da tecnologia em uso) no alcance de melhores resultados para a vida diária das organizações. Assim, a estratégia adquire uma dimensão relativa ao que as pessoas fazem com todo o arcabouço teórico e ferramental da estratégia, e não somente o resultado de um processo de escolha racional.

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6 Escolha estratégica

ABDALA, Márcio Moutinho; CONEJERO, Marco Antonio; OLIVEIRA, Murilo Alvarenga Grupo Gen ePub Criptografado

No contexto brasileiro, quando as empresas são criadas, muitas vezes não pensam em escolhas estratégicas futuras. Ao se inserirem em mercados competitivos, as organizações buscam expansão constante de sua posição de mercado, que, muitas vezes, é ameaçada por fatores externos, concorrentes ou novos cenários que se apresentam. Os exemplos e teorias apresentados neste capítulo evidenciam possíveis formas das organizações continuarem evoluindo e crescendo, aproveitando sua estrutura atual ou transformando-se de forma estratégica para expandir seus mercados, portfólio de produtos, faturamento e lucratividade. O capítulo tem por objetivo familiarizar os alunos com as estratégias de crescimento disponíveis às organizações brasileiras, com destaque especial à integração vertical, fusões e aquisições, alianças estratégicas, organização em cluster ou arranjo produtivo local (APL), e a internacionalização. Ao realizarem fusões e aquisições, as empresas se fortalecem perante o mercado, embora se deparem com muitos desafios estruturais e gerenciais. Alianças estratégicas, joint ventures e arranjos produtivos podem ter efeitos diversos a depender das empresas, que se veem diante da possibilidade de associação a seus outrora concorrentes. Já a internacionalização, sendo um processo bem conduzido, pode fortalecer as empresas no mercado local, diluir seu risco e proporcionar o ingresso de moeda forte no Brasil.

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Almeida Marcelo Cavalcanti (27)
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Medium 9788597020021

Resolução dos exercícios

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

Capítulo 1

1.1. Resposta (b)

Para fins de análise das DCs, usualmente são utilizadas somente contas do BP, ou apenas contas da DRE, ou relacionamento de contas do BP com contas da DRE.

1.2. Resposta (c)

O negócio principal de uma instituição financeira é captar recursos com os sócios e com terceiros, e conceder empréstimos aos seus clientes. O lucro da instituição financeira se concentra principalmente na diferença entre a taxa de juros da captação dos recursos e a taxa de juros da aplicação de recursos.

No processo de concessão do crédito ao cliente e durante o prazo do empréstimo, a instituição financeira analisa as DCs do cliente fundamentalmente com o objetivo de avaliar a capacidade do cliente em liquidar o empréstimo.

1.3. Resposta (a)

Dentro das alternativas da questão, problemas de liquidez do possível cliente seria o principal motivo que levaria uma instituição financeira a recusar conceder emprésimo para um cliente.

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1 Panorama geral da análise

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

O objetivo geral da análise econômica e financeira das demonstrações contábeis (DCs) é fornecer informações relevantes a diversos usuários, que estão interessados em ler e entender as atividades operacionais dos negócios, a situação patrimonial e financeira, o desempenho da entidade, os seus fluxos de caixa, como também vislumbrar perspectivas e tendências futuras, que não estão facilmente disponíveis nas DCs da entidade.

Os principais usuários estão descritos na Figura 1.1.

Os acionistas aplicaram os seus recursos na entidade, na forma de aquisições de ações do capital social. Eles estão interessados na valorização de suas ações em bolsa de valores e na remuneração de dividendos. A valorização das ações vai depender principalmente do sucesso da administração da entidade na condução dos seus negócios. A remuneração dos dividendos está atrelada ao lucro apurado pela entidade. Quanto maior o lucro, maiores serão os dividendos. Bons indicadores econômicos e financeiros geralmente sinalizam positivo para os acionistas.

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2 Visão geral das demonstrações contábeis

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

As demonstrações contábeis são compostas de:

BALANÇO PATRIMONIAL (BP)

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (DRE)

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO ABRANGENTE (DRA)

DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (DMPL)

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC)

NOTAS EXPLICATIVAS (NE)

A norma contábil CPC 26 é a que trata da estrutura das demonstrações contábeis.

A seguir, apresentamos uma representação do balanço patrimonial.

ATIVOS

PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

Bens e direitos

1.000

Passivos

300

Patrimônio líquido

700

Total

1.000

Total

1.000

Ativos

Forma com que os recursos da entidade foram aplicados (conta-corrente bancária, contas a receber, estoques, imóveis, máquinas e equipamentos etc.).

Passivos

Recursos de terceiros que estão financiando os ativos e representados por obrigações (empréstimos bancários recebidos e ainda não pagos, dívidas com fornecedores, dívidas com impostos, dívidas com funcionários etc.).

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8 Índices de endividamento

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

O objetivo desses índices é essencialmente analisar o endividamento da entidade, relacionado com os capitais de terceiros (passivo circulante e passivo não circulante) investidos nos negócios da entidade.

Esses capitais de terceiros podem ter sido aplicados em ativos circulantes e em ativos não circulantes.

São realizadas análises em relação ao total de recursos captados, em relação aos capitais próprios (patrimônio líquido), em relação à qualidade desses capitais de terceiros (dívidas de curto e de longo prazos) e sobre os recursos dos sócios que foram imobilizados.

Essa verificação é efetuada comparando contas do ativo e do passivo do balanço patrimonial.

Existem quatro índices geralmente utilizados pelos analistas:

• Índice de endividamento geral.

• Índice de relação de capitais de terceiros e capitais próprios.

• Índice de composição do endividamento.

• Índice de imobilização de capitais próprios.

Os analistas usualmente entendem como condições melhores:

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11 Ciclos operacional, financeiro, econômico e análise do capital de giro

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

Neste capítulo, abordamos questões relevantes relacionadas com entendimento e gerenciamento das atividades da entidade, com a finalidade de maximizar os lucros e reduzir problemas vinculados principalmente com liquidez, tais como:

• Qual o seu ciclo operacional?

• Qual o seu ciclo financeiro?

• Qual o seu ciclo econômico?

• Qual a relação entre os índices de rotação, estudados em capítulo anterior, com os ciclos citados?

• O que representa capital de giro?

• Como o capital de giro se relaciona com o capital circulante líquido?

• Quais estruturas patrimoniais seriam indicadores de possíveis crises financeiras?

• Como estabelecer o montante da necessidade de capital de giro?

O ciclo operacional começa com a compra da matéria-prima e vai até o recebimento da venda do produto acabado do cliente.

O ciclo financeiro começa com pagamento ao fornecedor da matéria-prima e vai até o recebimento da venda do produto acabado do cliente.

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Assaf Neto Alexandre (18)
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Apêndice B: Expoentes e logaritmos

Assaf Neto, Alexandre Grupo Gen ePub Criptografado

O produto a × a × a × a pode ser representado por a4, no qual a denomina-se base e o número 4 é o expoente. Um expoente, em outras palavras, indica o número de vezes em que a base é multiplicada por si mesma.

De uma maneira geral, a potência n-ésima de um fator a é representada por:

Exemplos:

Se m e n forem números inteiros e positivos e a base diferente de zero, tem-se:

Exercícios propostos

Calcular as expressões abaixo:

Respostas:

1) 72; 6) a20;

2) 1.000,000; 7) a6 × b6;

3) a5; 8)

4) 200; 9) – 2.474.

5) (1 + r)14;

  

Esses expoentes obedecem as seguintes definições:

Exemplos:

Exercícios propostos

Resolver as expressões abaixo:

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4 Matemática Financeira e Inflação

Assaf Neto, Alexandre Grupo Gen ePub Criptografado

Em ambientes inflacionários é indispensável, para o correto uso das técnicas da Matemática Financeira, ressaltar, nas várias taxas de juros nominais praticadas na economia, o componente devido à inflação e aquele declarado como real. A parte real é aquela obtida livre das influências da taxa de depreciação monetária verificada, isto é, adicionalmente à inflação.

De maneira simplista, o processo inflacionário de uma economia pode ser entendido pela elevação generalizada dos preços dos vários bens e serviços.

Em sentido contrário, diante de uma baixa predominante dos preços de mercado dos bens e serviços, tem-se o fenômeno definido por deflação.

Tradicionalmente, o desenvolvimento da economia brasileira tem se caracterizado pela presença marcante da inflação, apresentando taxas, na maior parte do tempo, em níveis relevantes.

É importante acrescentar, ainda, que mesmo diante de cenários econômicos de reduzida taxa de inflação, o conhecimento do juro real permanece bastante importante para a Matemática Financeira. Nessas condições, mesmo pequenas oscilações nos índices de preços produzem impacto relevante sobre as taxas de juros ao longo do tempo, alterando a competitividade dos ativos negociados no mercado.

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11 Matemática Financeira e Títulos de Renda Fixa

Assaf Neto, Alexandre Grupo Gen ePub Criptografado

Os títulos são denominados de renda fixa quando se conhece a forma de rendimentos oferecidos. São assim conhecidos por fixarem os rendimentos desde o momento inicial da operação. Esses títulos são emitidos geralmente por instituições financeiras, sociedades por ações e governos, e negociados com os poupadores em geral.

Alguns exemplos de títulos ou papéis de renda fixa bastante negociados no mercado financeiro são os certificados e recibos de depósitos bancários (CDB e RDB), debêntures e letras de câmbio.

Esses papéis podem ser negociados de diversas formas, principalmente no que concerne à formação das taxas de juros, prazos, periodicidade dos rendimentos e tributação.

No Quadro 11.1, vemos as modalidades básicas de operação envolvendo títulos de renda fixa, as quais são tratadas neste item.

Os títulos prefixados caracterizam-se pela revelação antecipada do valor total da remuneração oferecida ao investidor. Ou seja, no momento da aplicação, o poupador toma conhecimento da taxa total (nominal) de juro a ser aplicada sobre o capital investido.

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7 Fluxos de Caixa

Assaf Neto, Alexandre Grupo Gen ePub Criptografado

Um fluxo de caixa representa uma série de pagamentos ou de recebimentos que se estima ocorrer em determinado intervalo de tempo.

É bastante comum, na prática, defrontar-se com operações financeiras que se representam por um fluxo de caixa. Por exemplo, empréstimos e financiamentos de diferentes tipos costumam envolver uma sequência de desembolsos periódicos de caixa. De maneira idêntica, têm-se os fluxos de pagamentos/recebimentos de aluguéis, de prestações oriundas de compras a prazo, de investimentos empresariais, de dividendos etc.

Os fluxos de caixa podem ser verificados das mais variadas formas e tipos em termos de períodos de ocorrência (postecipados, antecipados ou diferidos), de periodicidade (períodos iguais entre si ou diferentes), de duração (limitados ou indeferidos) e de valores (constantes ou variáveis).

Com o intuito de melhor estudar as formulações e aplicações práticas do fluxo de caixa, como um dos mais importantes temas da Matemática Financeira, o assunto será tratado separadamente. A primeira parte do capítulo dedica-se ao estudo do fluxo de caixa uniforme, o qual apresenta uma característica de formação-padrão. É entendido como o modelo-padrão de uma sucessão de pagamentos ou de recebimentos. A sequência do capítulo dedica-se às demais classificações dos fluxos de caixa, definidas como não convencionais.

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6 Matemática Financeira, Reciprocidade Bancária, Taxas Over e Spread Bancário

Assaf Neto, Alexandre Grupo Gen ePub Criptografado

Principalmente em operações de desconto bancário, é comum defrontar-se com certas exigências de reciprocidade estabelecidas pelas instituições financeiras. Por exemplo, a liberação de um crédito bancário é comumente definida a partir dos valores que o cliente mantém em conta-corrente ou aplicados em títulos da instituição. O nível de exigências da reciprocidade bancária é estabelecido, evidentemente, a partir da disponibilidade de dinheiro na praça.

O saldo médio e outras formas de reciprocidade constituem-se efetivamente em um encargo, o qual deve ser qualificado e incorporado ao custo final da operação financeira.

Dependendo do nível da reciprocidade exigida pelos bancos, a sua inclusão no cálculo do custo racional do crédito pode promover alterações relevantes nas decisões de alocação de recursos.

Algumas operações financeiras, por outro lado, principalmente aquelas de curto prazo, definem os juros com base no número de dias úteis, e não em dias corridos, conforme é mais usual. Essa sistemática costuma se verificar nas operações financeiras de prazos curtos (curtíssimos) definidas por hot money, as quais têm como referencial a taxa do certificado de depósito interfinanceiro (CDI), acrescida de um spread (comissão).

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Batalha M Rio Ot Vio Org (15)
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11. Planejamento e gestão da qualidade

BATALHA, Mário Otávio (Org.) Grupo Gen ePub Criptografado

Fabiane Letícia Lizarelli e José Carlos de Toledo

Neste capítulo serão discutidos os conceitos de qualidade do produto, que engloba os diferentes enfoques da qualidade, etapas do ciclo produtivo que impactam a qualidade do produto e os parâmetros da qualidade que implicam as diferentes características que podem ser observadas para análise da qualidade do produto. Também são apresentados os conceitos de Gestão da Qualidade, vista como o conjunto de ações planejadas e executadas em todo o ciclo de produção, com a finalidade de garantir a qualidade requerida e planejada, assim como a visão dos principais gurus sobre a Gestão da Qualidade. Para esclarecer de que forma a Gestão da Qualidade pode ser implantada nas organizações, são apresentados o Sistema de Gestão da Qualidade ISO:9001 e Modelos de Excelência em Gestão (MEG). Atrelado ao conceito de Gestão da Qualidade está o conceito de Melhoria Contínua da Qualidade, que é apresentado ao final do capítulo e tem o intuito de mostrar os diferentes tipos de melhoria, os diferentes níveis de maturidade que uma empresa pode se encontrar em relação às práticas de melhoria e os programas que dão suporte à Melhoria Contínua nas empresas, como Total Quality Management (TQM), Lean Manufacturing, Seis Sigma e Lean-Sigma.

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5. Projeto e desenvolvimento de produtos

BATALHA, Mário Otávio (Org.) Grupo Gen ePub Criptografado

José Flávio Diniz Nantes

Neste capítulo será apresentada uma metodologia utilizada para projetar e desenvolver produtos industriais. O método é orientado para o mercado visando atender as transformações que estão ocorrendo nos hábitos e preferências dos consumidores. Após indicar os principais conceitos e tendências para o projeto e desenvolvimento de produtos, o capítulo apresenta um modelo de referência que tem como ponto de partida as atividades de pré-desenvolvimento, momento em que é definida a carteira de projetos. Na sequência, o capítulo apresenta as características das fases que constituem o Processo de Desenvolvimento de Produtos, desde a identificação do problema, até a construção e teste do modelo físico do novo produto. A última etapa do modelo de referência apresenta o pós-desenvolvimento, que compreende a retirada do produto do mercado e a avaliação do ciclo de vida do produto. A integração funcional do setor de projeto e desenvolvimento de produtos com as demais áreas da empresa, o desenvolvimento de fornecedores, os indicadores de desempenho do processo e os mecanismos de proteção do novo produto, também são discutidos no capítulo.

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4. Logística empresarial

BATALHA, Mário Otávio (Org.) Grupo Gen ePub Criptografado

Reinaldo Morabito, Gilberto Miller Devós Ganga, Ivete Delai e Ana Paula Iannoni

O objetivo deste capítulo é apresentar ao leitor conceitos fundamentais sobre a logística empresarial e as decisões relativas ao projeto do sistema logístico que afetam o serviço ao cliente.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de compreender:

• As fases evolutivas da logística.

• A importância da logística e as atividades que a constituem.

• O papel estratégico da logística no estabelecimento de vantagens competitivas.

• Os principais elementos do serviço ao cliente e indicadores relacionados.

• As características dos produtos ao longo do sistema logístico.

• As etapas do processamento de pedidos.

• As características dos modais de transportes e decisões correlatas.

• Conceitos introdutórios de gestão de estoques e armazenagem.

Uma das possíveis origens etimológicas do termo logística advém da influência das operações militares. Essa interpretação ocorre por meio de expressões que foram utilizadas no passado pelo exército francês. O primeiro termo está relacionado com o verbo loger,1 que tem como significado “alojar”, referindo-se propriamente à tarefa de alojar as tropas, planejamento, armazenagem e controle de suprimentos bélicos e insumos para os soldados e equipes de apoio. O segundo termo, logistique,2 refere-se à patente responsável por tais funções. Importante se faz ressaltar que a logística, enquanto função ou processo organizacional, não adquiriu, desde o início, esta denominação nas empresas. Vários termos foram e continuam a ser utilizados para referir-se às operações logísticas. Dentre estes, podem ser citados, administração de materiais, distribuição física, logística industrial, logística empresarial, logística integrada, gestão da cadeia de suprimentos, entre outros.

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12. Controle de qualidade

BATALHA, Mário Otávio (Org.) Grupo Gen ePub Criptografado

Roberto Antonio Martins, Pedro Carlos Oprime e Manoel Fernando Martins

Este capítulo apresenta os principais métodos e técnicas para o controle da qualidade, cuja base conceitual e metodológica se apoia nos trabalhos de Shewhart, de 1930, e Dodge-Romig, em 1940. Desde então, houve avanços significativos nesse campo, especialmente nas últimas duas décadas, em especial, sobre gráficos de controle estatístico, planos de amostragem de aceitação, planejamento de experimentos e nas análises dos sistemas de medição, o que demonstra a importância e a atualidade da temática, que se tem disseminado para outros setores, não se restringido somente a manufatura. Os tópicos apresentados neste capítulo limitam-se aos assuntos centrais do controle estatístico de processo, são eles: os planos de amostragem de aceitação lote a lote, abordado na Seção 12.1, o controle estatístico de processo, abordado na Seção 12.2, e aos estudos de capabilidade de processos, discutido na Seção 12.3.

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8. Engenharia econômica

BATALHA, Mário Otávio (Org.) Grupo Gen ePub Criptografado

Edemilson Nogueira, Andrei Aparecido de Albuquerque e Herick Fernando Moralles

Neste capítulo são apresentados os principais conceitos e técnicas utilizados pela Engenharia Econômica para a realização de análises e comparações de alternativas de investimento.

Inicialmente, após uma breve introdução, descreve-se um conjunto de conceitos financeiros considerados básicos para os estudos de viabilidade econômica. Em seguida, utilizando a matemática financeira, desenvolvem-se algumas relações de equivalência de capitais para, na sequência, apresentar os principais métodos utilizados para análise de oportunidades de investimento. Também são apresentados o conceito de depreciação e o principal método utilizado no Brasil, no caso o método linear, para possibilitar, em seguida, realizar uma breve análise a respeito da influência do imposto de renda na comparação de oportunidades de investimento. Finalmente, encerra-se o capítulo com a descrição dos principais sistemas de amortização de empréstimos e financiamentos.

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Bruni Adriano Leal Fam Rubens (20)
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6 Custeio por Processos

BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens Grupo Gen ePub Criptografado

“A vida é um processo constante de relacionamento.”

Anônimo

Os sistemas de acumulação de custos consistem na forma como os custos são acumulados e apropriados aos produtos. A depender das características do processo produtivo de uma empresa, diferente deverá ser o sistema de acumulação de custos empregado.

Dois sistemas básicos de acumulação de custos são regularmente empregados: o sistema de custos por processo e o sistema de custos por ordem específica ou ordem de produção ou serviço, seja empresa manufatureira ou não.

Os objetivos deste capítulo consistem em apresentar os principais conceitos associados ao controle de custos por processo, aplicáveis quando as entidades elaboram produtos ou prestam serviços uniformes, sem grandes variações. Para facilitar a assimilação do conteúdo, além de exemplos são propostos e resolvidos diversos exercícios.

Os sistemas de acumulação de custos referem-se aos mecanismos utilizados nas sucessivas transferências de valores aos produtos ou serviços ofertados pelas empresas.

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5 Custeio por Departamentos

BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens Grupo Gen ePub Criptografado

“Só o conhecimento traz o poder.”

Anônimo

Os sistemas de custos são projetados para acumularem o custo total de cada ordem colocada ou produto elaborado. Os custos diretos apresentam fácil associação aos produtos. Todavia, com os custos indiretos e os mecanismos de rateio aos produtos, diversos são os problemas relacionados à determinação do lucro e ao controle das operações de qualquer entidade.

Duas das principais razões da gestão de custos dizem respeito à determinação do lucro e ao controle das operações. Para facilitar o controle dos custos incorridos, muitas organizações optam por alocá-los, em um primeiro momento, aos centros de custos ou aos departamentos da entidade. Além de ter um responsável pelos custos incorridos, os departamentos facilitam e melhoram o processo de alocação dos gastos aos produtos.

Neste capítulo, são abordados assuntos relacionados à departamentalização dos custos, suas razões e mecanismos de transferências. Para facilitar a transmissão do conteúdo apresentado, são propostos, discutidos e resolvidos diversos exercícios.

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8 Custeio-Padrão

BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens Grupo Gen ePub Criptografado

“Tantas vezes pensamos ter chegado; tantas vezes é preciso ir além.”

Fernando Pessoa

Uma forma alternativa de controle de custos envolve o emprego de custos-padrões, que podem ser definidos como os que são cuidadosamente predeterminados e que deveriam ser atingidos em operações eficientes. Custos-padrão podem ser usados na aferição de desempenho, na elaboração de orçamentos, na orientação de preços e na obtenção de custos significativos do produto, com razoável economia e simplicidade da escrituração.

As origens das técnicas de elaboração do custo-padrão devem-se à intenção de excluir custos extraordinários que ocasionem variações de eficiência, possibilitando a consideração de tratamento contábil e financeiro adequado da eficiência média dos processos já bem estabelecidos.

Além da simplicidade da escrituração contábil, os custos-padrão possibilitam a análise da eficiência produtiva dos processos empresariais. Os objetivos deste capítulo consistem em apresentar os principais aspectos relacionados à aplicação do custo-padrão no processo de formação de custos e gestão de preços.

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4 Custos Indiretos de Fabricação

BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens Grupo Gen ePub Criptografado

“A dúvida por hábito é defeito; a dúvida por princípio é qualidade.”

Leoni Kaseff

Os Custos Indiretos de Fabricação ou, simplesmente, CIFs são os gastos identificados com a função de produção ou elaboração do serviço a ser comercializado e que, como o próprio nome já revela, não podem ser associados diretamente a um produto ou serviço específico. Exemplo: algumas despesas de depreciação, salários de supervisores de diferentes linhas de produção etc.

Os custos indiretos de fabricação podem receber, também, a denominação de Despesas Indiretas de Fabricação (DIFs), Gastos Gerais de Fabricação (GGFs) ou Despesas Gerais de Fabricação (DGFs). Em outras palavras, correspondem a um “balaio de gato”, onde são agrupados todos os outros custos, não agrupados como componentes de materiais diretos (MD) ou mão de obra direta (MOD). Os componentes dos CIFs visam proporcionar que os materiais diretos, por meio da mão de obra direta, sejam transformados em novos produtos.

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1 Introdução à Gestão de Custos

BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens Grupo Gen ePub Criptografado

“Pois, quem de vós, querendo construir uma torre, não começa por sentar-se para calcular a despesa e ver se possui com que acabar?”

Lucas, 14,28

A expressão custos pode assumir diferentes conotações a depender do contexto em que é empregada. Se, por exemplo, um consumidor afirmar que a compra de uma nova camisa lhe custou $ 20,00, poucas dúvidas surgirão. A compreensão de sua afirmação é imediata. No caso, porém, de a pergunta ser sobre quais foram os custos da camisa para a empresa fabricante, diferentes interpretações e diferentes respostas poderiam ser obtidas.

O fabricante da camisa poderia pensar em diferentes conceitos acerca dos custos da roupa comercializada, como os custos contábeis, os custos de oportunidade, os custos financeiros, os custos plenos ou integrais e muitos outros. Diversos podem ser os conceitos associados ao processo de formação e análise dos custos.

De modo geral, custos podem ser definidos como medidas monetárias dos sacrifícios com os quais uma organização tem que arcar a fim de atingir seus objetivos. Contabilmente ou sob a óptica da gestão, essa afirmação pode ser interpretada de diferentes modos.

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