Lvaro De Azevedo Gonzaga Karina Penna Neves Roberto Beijato J Nior (40)
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4 - Contabilidade estrutural: básica, lírica, poética

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4

Contabilidade estrutural: básica, lírica, poética

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar conceitos básicos de contabilidade, seu arcabouço teórico e prático, antes de entrar na integração da contabilidade brasileira com as normas internacionais. Ao final do capítulo, será possível: a. Compreender as terminologias utilizadas na contabilidade no dia a dia das entidades empresariais. b. Consolidar o entendimento sobre a equação básica da contabilidade e a importância da adequada aplicação do método das partidas dobradas. c. Entender bem a integração entre o balanço patrimonial e a demonstração do resultado.

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40

4.1

Capítulo 4

A CONTABILIDADE E SEU OBJETIVO

PRINCIPAL

A contabilidade pode ser entendida como uma ciência que tem como objetivo principal fornecer informações de qualidade a seus usuários internos e externos.

É para isso que a contabilidade existe: PARA INFORMAR. Todas as suas demais funções assumem caráter secundário diante do seu objetivo principal.

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24 - Lucro real anual: antecipações mensais em bases estimadas

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24

Lucro real anual: antecipações mensais em bases estimadas

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Trazer a explicação sobre como efetuar o cálculo mensal do IR e da

CSLL, exigido para as empresas tributadas pelo lucro real anual. Ao final do capítulo, será possível ao leitor: a. Compreender a sistemática do cálculo mensal em bases estimadas. b. Identificar as diferenças entre a base estimada e o lucro presumido. c. Utilizar adequadamente os balancetes de redução e suspensão.

PEGAS.indb 353

3/16/17 5:31 PM

354

Capítulo 24

24.1 LUCRO REAL E O PERÍODO DE APURAÇÃO

Desde 1997 que a apuração do IR e da CSLL é trimestral, seja a empresa tributada pelo lucro real, presumido ou arbitrado (Lei no 9.430/96, art. 1o).

No lucro real, a empresa tem duas opções de escolha, em relação à periodicidade:

1. trimestral definitiva; ou

2. anual, com antecipações mensais em bases estimadas.

A opção trimestral definitiva no lucro real já foi apresentada no capítulo anterior (23), enquanto a opção anual será apresentada aqui.

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27 - Incentivos fiscais do imposto de renda das pessoas jurídicas

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27

Incentivos fiscais do imposto de renda das pessoas jurídicas

RESUMO DO CAPÍTULO

Apresentar os principais incentivos fiscais de redução do imposto de renda. Ao final do capítulo, será possível: a. Conhecer os incentivos existentes e seus limites individuais e coletivos. b. Utilizar os incentivos fiscais como forma de planejamento tributário, reduzindo o encargo tributário, em alguns casos de forma direta e em outros de forma indireta.

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406

Capítulo 27

27.1 CONCEITO GERAL

O governo federal concede, via legislação específica, incentivos fiscais, com o objetivo de destinar parte da arrecadação do IR para áreas e atividades que necessitem de apoio federal para desenvolvimento.

Os principais incentivos fiscais de imposto de renda são os seguintes: a. Fundo da Criança e do Adolescente; b. Programa de Alimentação ao Trabalhador (PAT); c. Programa de Desenvolvimento Tecnológico Industrial (PDTI); d. Programa de Desenvolvimento Tecnológico Agropecuário (PDTA); e. atividade audiovisual; f. atividade cultural ou artística; g. atividades de caráter desportivo; h. FINAM e FINOR; e i. outros.

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16 - PIS/PASEP e COFINS: aspectos contábeis

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PIS/PASEP e COFINS: aspectos contábeis

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar o tratamento contábil dado às contribuições para PIS/PASEP e COFINS, principalmente no método não cumulativo. Ao final do capítulo, será possível ao leitor: a. Conhecer os métodos possíveis de registro de tributos sobre consumo. b. Compreender a importância do adequado registro dos créditos de

PIS e COFINS e sua associação com seus respectivos gastos e despesas. c. Entender o impacto que poderá causar nas bases de IR e CSLL o registro errado na contabilização das contribuições para PIS e COFINS.

PEGAS.indb 255

3/16/17 5:31 PM

256

16.1

Capítulo 16

ASPECTOS INTRODUTÓRIOS

O registro contábil de PIS e COFINS, em empresas tributadas pelo lucro presumido ou com o lucro arbitrado e que seguem o método cumulativo, é bastante simples, pois o tributo é apurado sobre uma base de cálculo e, depois de apurado, será pago no mês subsequente. Portanto, a despesa será registrada no mês de apuração, em contrapartida ao passivo, que representa a obrigação da empresa com o Fisco. No mês seguinte, por ocasião do pagamento, a empresa registra a redução da obrigação com a simultânea redução em suas disponibilidades. E vamos em frente!

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15 - PIS/PASEP e COFINS: estrutura básica

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15

PIS/PASEP e COFINS: estrutura básica

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Trazer ao leitor, de forma menos árida possível, a complexa legislação que disciplina a cobrança das contribuições para o PIS/PASEP e a COFINS.

Ao final deste longo capítulo, o leitor poderá: a. Conhecer o histórico do PIS e da COFINS, sua atual destinação e os motivos que impedem uma unificação entre as duas contribuições e entre elas e os demais tributos cobrados sobre o consumo de bens e serviços. b. Entender os motivos para os principais litígios judiciais envolvendo as contribuições. c. Diferenciar os métodos existentes: cumulativo e não cumulativo, entendendo a integração destes métodos com a forma escolhida para tributação sobre o lucro pela empresa. d. Identificar as muitas empresas que seguem o modelo misto de tributação, com parte das receitas tributadas pelo método cumulativo e parte pelo método não cumulativo. e. Conhecer os casos de tributação monofásica e os muitos incentivos fiscais existentes para diversos setores da atividade econômica.

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Ademir Clemente Alceu Souza (15)
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2 Conceitos relevantes

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2

Conceitos relevantes

O objetivo deste capítulo é apresentar os conceitos mais utilizados na gestão de custos e mostrar que interpretações contábeis e econômicas têm amplitudes diferentes. Mostra-se também que o conceito clássico de custos como consumo de recursos é insuficiente para explicar as relações de trocas que existem ao longo da cadeia de valor da empresa.

O conceito de custos está fortemente relacionado a outros. O presente capítulo constrói esse quadro conceptual.

2.1

Lucro

O lucro, presente e futuro, é um indicador da eficiência da administração em fazer o capital dos proprietários crescer e perpetuar sua fonte de remuneração.

Existem metodologias que permitem apurar o lucro de um empreendimento para um dado período. Em sentido amplo, pode-se dizer que o lucro, em dado período, é tudo o que se pode tirar da empresa de tal forma que, ao final do período, ela esteja em situação idêntica à que estava no início. Coube aos contadores aprimorarem o processo de mensuração do lucro pelo refinamento dos registros das transações empresariais ocorridas em certo período.

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8 Absorção: custeamento ideal

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8

Absorção: custeamento ideal

A busca de novos patamares de rentabilidade e de competitividade com base em liderança de custos centra-se na eficiência dos processos produtivos. Produtividade vem sendo a palavra-chave nas últimas décadas. Em termos gerais, produtividade consiste na relação entre o que é produzido (numerador) e o que

é consumido (denominador) por determinado processo. Se um processo consome todo o tempo a ele destinado (planejado) e não alcança o nível de produção esperado, então há ineficiência. Se o processo não permanece em operação todo o tempo previsto, diz-se que há ociosidade.

Uma das potencialidades do Custeio por Absorção é permitir o monitoramento dos processos em termos de volume e de recursos consumidos, inclusive o recurso tempo. A identificação das perdas de processo – recursos consumidos de forma anormal – é fundamental para seu aprimoramento. As perdas por ociosidade podem ser devidas a máquinas paradas, falta de materiais, falta de demanda etc. As perdas por ineficiência podem ter origem em equipamentos desajustados, operadores mal treinados, método de trabalho inadequado, trabalho mal organizado, material fora das especificações etc. Essas perdas representam custos fixos sem a contrapartida de produção, ou seja, representam um descompasso entre o potencial produtivo – capacidade instalada – e a produção alcançada.

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7 Absorção integral: métodos direto e recíproco

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7

Absorção integral: métodos direto e recíproco

O objetivo deste capítulo é mostrar a operacionalização dos

Métodos Direto e Recíproco para transferência dos CIFs dos Centros

Auxiliares para os Centros Produtivos.

Como visto no Capítulo 6, o Custeio por Absorção compreende três estágios até chegar ao custo unitário de produção. O primeiro estágio, referente

à construção e preenchimento do Mapa de Localização dos CIFs, é o mesmo independentemente do método de transferência dos CIFs. Viu-se também que o segundo estágio, envolvendo a transferência dos CIFs dos Centros Auxiliares

(CAs) aos Centros Produtivos (CPs), deve ser realizado segundo critérios de rateio decorrentes da observação e da análise do processo produtivo e que existem três métodos de transferência: gradativo, direto e recíproco. O terceiro estágio, em que se efetua a apropriação dos CIFs aos produtos, também independe do método de transferência.

7.1

Transferência de CIFs dos CAs para os CPs pelo método direto

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12 Custeio direto e mix ótimo

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12

Custeio direto e mix ótimo

O objetivo deste capítulo é mostrar como a estrutura do Demonstrativo de Resultados do Exercício sob Custeio Direto facilita a identificação dos produtos que mais contribuem para o lucro da empresa. Mostra-se também que o mix ótimo obtido não é uma solução definitiva, mas o ponto de partida para análises adicionais.

O estilo gerencial adotado sob Custeio Direto consiste em encontrar o mix de produtos que, quando vendidos, maximizem a Margem de Contribuição

Total e, por consequência, o lucro.

O Demonstrativo de Resultados do Exercício sob Custeio Direto, conforme mostrado na Tabela 12.1, evidencia que não é possível obter a informação de lucro por produto. Assim, o indicador de desempenho financeiro do produto

é a Margem de Contribuição.

ISBN_6430.indb 213

03/08/11 09:42

214

Gestão de Custos • Souza e Clemente

Tabela 12.1

Exemplo de uma DRE sob custeio direto.

A

Mix atual

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5 Custeio por absorção versus custeio direto

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5

Custeio por absorção versus custeio direto

O objetivo deste capítulo é confrontar os conceitos básicos do Custeio por Absorção com o Custeio Direto evidenciando que ambos objetivam responder a questões relevantes para o contexto em que foram desenvolvidos. Mostra-se também que o Custeio por

Absorção tende a espelhar o lucro em função do volume produzido enquanto o Custeio Direto tende a espelhar o lucro em função do volume vendido.

Os métodos de custeio têm recebido severas críticas por produzirem informações defasadas e inadequadas para o processo decisório. Parte dessas críticas resulta das mudanças introduzidas por novas tecnologias de produção e de gestão. É perceptível a mudança do ambiente operacional da indústria.

Do início do século passado, quando a tecnologia de base essencialmente mecânica norteou o paradigma da Produção em Massa,1 até os dias atuais, em que a tecnologia de base microeletrônica dita o novo paradigma da Produção

O conceito de produção em massa envolve grandes volumes, tarefas repetitivas e baixo custo e foi introduzido no início do século XX por Henry Ford ao aperfeiçoar os princípios da divisão do trabalho de Adam Smith e de Frederick Taylor. Ao decompor a montagem de carros em uma série de tarefas repetitivas, ele intensificou o ritmo de trabalho. Na linha de montagem de Ford, os trabalhadores ficavam submetidos à performance do maquinário e ao tempo imposto pelas esteiras mecânicas. O Fordismo fixava o trabalhador em um posto de trabalho e o objeto de trabalho era transportado sem a intervenção do operário. O filme Tempos Modernos, de Charlie

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Adriana Moreira Amado (10)
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Glossário

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Glossário

Área de Livre Comércio: Integração entre países em que há acordo e onde todas as tarifas são eliminadas dentro do bloco.

Área de Tarifas Preferenciais: Integração entre países em que há acordo de tarifas menores para países do bloco em transações entre eles.

Balanço de Pagamentos: Registro de todas as transações de um país com o exterior.

Bens finais: Não utilizados na produção de outros bens.

Bens intermediários: Utilizados na produção de outros bens.

Capital: Máquinas, equipamentos, ferramentas, instalações, ou dinheiro para comprá-los.

Conflito distributivo: Conflito entre vários participantes (p.ex., capitalistas e trabalhadores) por parte maior da renda total da economia.

Desutilidade: Falta de utilidade, perda de utilidade.

Eficiência Marginal do Capital: Rentabilidade esperada do investimento.

Fatores de produção: É o que se utiliza na produção: trabalho, capital, terra e recursos naturais.

Fluxo circular de renda: fluxo de rendimentos recebidos pelas famílias

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Prefácio

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Prefácio

Macroeconomia estuda os fenômenos econômicos vistos de forma agregada. Analisa as tendências econômicas gerais, de modo a tirar conclusões sobre questões relacionadas ao crescimento econômico, à estabilidade ou à instabilidade desse crescimento, à inflação e às causas do desemprego, entre outras. Os economistas, entretanto, não pensam da mesma maneira sobre esses e outros assuntos econômicos e este livro tem o propósito de apresentar os motivos dos desacordos entre eles e permitir a você formar sua própria opinião a respeito.

A s diferenças de visão entre os economistas resultam de teorias e conclusões teóricas distintas. Vamos estudar os pontos mais importantes de três visões econômicas – neoclássica, keynesiana e marxista – para que você saiba por que os economistas divergem sobre temas atuais

XI

Noções de Macroeconomia

como globalização econômica, desemprego, blocos regionais, inflação e planos de estabilização de preços.

O texto está dividido em cinco capítulos. O primeiro mostra como os economistas analisam a atividade produtiva: se acreditam que a situação normal é de estabilidade ou instabilidade do crescimento e por quê; se julgam o sistema de mercado regulador da atividade econômica.

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Questões para Recapitulação Geral

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Questões para Recapitulação Geral

Estas questões estão divididas em três séries, para permitir a professores a aplicação de três testes diferentes com o mesmo grau de dificuldade, assim como para fazer os estudantes verificarem mais de uma vez se fixaram os conhecimentos obtidos com o texto.

Série 1

Primeira Parte

Nas próximas dez questões você deve ler com atenção as afirmativas e assinalar em cada uma verdadeiro (V) ou falso (F), conforme convier.

Pode haver qualquer número de alternativas verdadeiras ou falsas.

177

Noções de Macroeconomia

1. Julgue os itens a seguir, assinalando verdadeiro (V) ou falso (F):

(1) O PIB nominal inclui a inflação e impede a comparação de dados de dois anos diferentes, caso se esteja em um contexto inflacionário.

(2) O PIB real corresponde ao PIB nominal depois de deduzida a inflação.

(3) O PIB real inclui a inflação e os juros nominais.

(4) Os índices de preços permitem a elaboração de séries com valores reais.

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1. Crescimento, Flutuações, Instabilidade e Papel da Política Econômica

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Capítulo 1

Crescimento, Flutuações, Instabilidade e Papel da Política Econômica

Neste capítulo vamos analisar as diferenças entre três visões econômicas sobre a atividade econômica. Estudaremos a abordagem neoclássica, a keynesiana e a marxista e, em cada uma delas, vamos ver como é concebido o crescimento econômico, se estável, se instável, ou se sujeito a crises, e o porquê de cada uma dessas conclusões.

Após este capítulo, você estará apto a

• Conceituar Produto Interno Bruto – PIB

• Distinguir formas de cálculo do PIB

• Conceituar fluxo circular de renda

• Conceituar poupança e investimento

• Explicar como o equilíbrio entre poupança e investimento garante a estabilidade do fluxo circular de renda e da atividade econômica para os neoclássicos

1

Noções de Macroeconomia

• Explicar como a incerteza afeta o investimento e provoca instabilidade na economia para os keynesianos

• Explicar como a lógica do sistema capitalista leva a crises para os marxistas

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Respostas das Questões para Recapitulação Geral

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Respostas das Questões para Recapitulação Geral

Série 1

Primeira Parte

1.

VVVVV

6.

FVFFV

2.

VFVFV

7.

FFFVV

3.

FVFVV

8.

VVVVV

4.

FVFFV

9.

VFFFF

5.

VFVVV

10.

VFVFF

Segunda Parte

11. a

16. d

12. d

17. b

13. e

18. d

14. c

19. b

15. c

20. b

227

Noções de Macroeconomia

Série 2

Primeira Parte

1.

VFFFV

6.

VVVVV

2.

VFFVV

7.

VVFVV

3.

VVFFF

8.

FFVVV

4.

FFFVV

9.

VVVVV

5.

VFFVV

10. VVFVV

Segunda Parte

228

11. b

16. e

12. b

17. b

13. e

18. d

14. b

19. c

15. c

20. d

Respostas das Questões para Recapitulação Geral

Série 3

Primeira Parte

1.

VVVFF

6.

VFVFV

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Adriano Leal Bruni (8)
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3 Noções de Economia e Finanças

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3

Noções de Economia e Finanças

Proporção: 10% a 15%

Parte III do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.7

3 �Noções de Economia e Finanças (proporção: 10% a

15%).

3.2.3 �Capitalização simples versus capitalização composta.

3.1  Conceitos básicos de economia.

3.2.4 �Índice de referência (benchmark) aplicado a produtos de investimento: conceito e finalidade.

3.1.1 �Indicadores econômicos: PIB, índices de inflação

(IPCA e IGP-M), taxa de câmbio, taxa Selic (over e meta), taxa CDI e TR: definição.

3.1.2  COPOM: finalidade e atribuições.

3.2.5  Volatilidade (conceito).

3.2.6 �Prazo médio ponderado de uma carteira de títulos: conceito e riscos associados.

3.2.1  Taxa de juros nominal e taxa de juros real.

3.2.7 �Marcação a mercado como valor presente de um fluxo de pagamentos (precificação e volatilidade: impactos de prazos e taxas).

3.2.2 �Taxa de juros equivalentes versus taxa de juros proporcional.

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2 Ética e Regulamentação

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2

Ética e Regulamentação

Proporção: 10% a 15%

Parte II do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.7

2  Ética e Regulamentação (Proporção: de 10% a 15%).

2.1  Princípios éticos.*

2.1.1  Princípio de integridade.

2.1.2  Princípio de objetividade.

2.1.3  Princípio de competência.

2.1.4  Princípio de confidencialidade.

2.1.5  Princípio de da conduta profissional.

2.1.6  Princípio da probidade.

2.1.7  Princípio da diligência.

2.2 �Códigos de regulação e melhores práticas da

ANBIMA.

2.2.1 �Código ANBIMA de regulação e melhores práticas para os fundos de investimentos.

2.2.1.1  Propósito e abrangência.

2.2.1.2  Princípios gerais.

2.2.1.3 �Prospecto. Informações relevantes e obrigatórias: informações do fundo, objetivo de investimento; política de investimento; fatores de risco, Selo ANBIMA.

2.2.1.4 �Publicidade e divulgação de material técnico dos fundos de investimento – Consultar o Código para fundos de investimento e as Diretrizes para publicidade e divulgação de material técnico de fundos de investimentos, disponível no site da

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4 Princípios de Investimento: Conceitos

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4

Princípios de Investimento: Conceitos

Proporção: 10% a 20%

Parte V do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.7

4 �Princípios de investimento: conceitos (proporção: 10% a 20%).

legais, regulatórias e tributárias específicas de um país).

4.1  Principais fatores de análise de investimentos.

4.2.2  Risco de crédito.

4.1.1 Rentabilidade.

4.2.3  Risco de liquidez.

4.1.1.1 �Rentabilidade absoluta versus rentabilidade relativa (benchmark).

4.3 �Fatores determinantes para adequação dos produtos de investimento às necessidades dos investidores.

4.1.1.2 �Rentabilidade esperada versus rentabilidade observada.

4.3.1  Objetivo do investidor.

4.1.2 Liquidez.

4.1.3 Risco.

4.2  Principais riscos do investidor.

4.2.1  Risco de mercado.

4.2.1.1 �Riscos de mercado externo: conceito (oscilações na taxa de câmbio, mudanças no cenário macroeconômico mundial, riscos geopolíticos específicos de cada país investido, questões

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7 Tributação

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7

Tributação

Tópico consolidado1

Parte sobre Tributação do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.7

Tributação em fundos de investimentos.

6.4.4 Tributação.

5.9 Tributação.

6.4.4.1 �Imposto de Renda: fato gerador, alíquotas dependendo do prazo, bases de cálculo e responsabilidade de recolhimento.

5.9.1 IOF.

5.9.2 �Imposto de Renda (IR): fato gerador, alíquotas

(conforme tipo de fundo – curto prazo e longo prazo – e tempo de permanência da aplicação), bases de cálculo e responsabilidade de recolhimento.

5.9.3 �Imposto de Renda (IR) – “come-cotas”: fato gerador, alíquotas (conforme tipo de fundo – curto prazo e longo prazo), datas de incidência e responsabilidade de recolhimento.

5.9.4  Compensação de perdas no pagamento de IR.

Tributação em ações.

6.1.8 Tributação.

6.1.8.1 �Imposto de Renda: fato gerador, alíquotas, bases de cálculo e responsabilidade de recolhimento.

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5 Fundos de Investimento

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5

Fundos de Investimento

Proporção: 25% a 40%

Parte V do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.71

5  Fundos de investimento (Proporção: 25% a 40%).

5.1  Definições legais.

5.1.1  Fundo de investimento.

5.1.2 Condomínio.

5.1.3 Cota.

5.1.4 �Propriedade dos ativos de fundos de investimentos

– excluindo fundos imobiliários.

5.1.5 �Segregação entre gestão de recursos próprios e de terceiros (chinese wall).

5.1.6 �Assembleia geral de cotistas (competências e deliberações).

5.1.7  Direitos e obrigações dos condôminos.

5.1.8  Informações relevantes (disclaimers).

5.1.8.1  Informações periódicas

5.1.8.2 �Conceito de informações eventuais e fato relevante.

5.1.9  Segregação de funções e responsabilidades:

5.1.9.1 Administradores.

5.1.9.2 Gestores.

5.1.9.3 Distribuidores.

5.1.9.4 Custodiante.

5.1.9.5  Auditor independente.

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Adriano Leal Bruni Roberto Bazileiro Paix O (18)
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Respostas

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Respostas

Capítulo 4

B

C

2 Funcionário Diária

[1] a) Fórmula: =34+5*3 Valor: 49; b)

Fórmula: =25^2-90 Valor: 535; c) Fórmula:

=45*6+23 Valor: 293; d) Fórmula: =56*(4+3)

Valor: 392; e) Fórmula: =30/(15-9) Valor: 5.

[2]

B

2 Funcionário

3

4

5

6

7

8

9

10

11

Ana

Pedro

Maria

Gabriel

Maria

João

Antônio

Total da folha de pagamento

C

Diária

8,00

12,00

10,00

8,00

10,00

12,00

15,00

D

Dias

Trab.

16

25

14

18

23

24

12

E

Subtotal

F

Fórmula

128,00

300,00

140,00

144,00

230,00

288,00

180,00

=C3*D3

=C4*D4

=C5*D5

=C6*D6

=C7*D7

=C8*D8

=C9*D9

1.410,00 = E3 + E4 +

E5 +E6 +

+E7 + E8

+ E9

[3] A inclusão do prêmio pode ser vista na tabela seguinte. Para calcular o prêmio e o segundo subtotal foram inseridas as fórmulas

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11 - Usando funções de pesquisa, referência e gerenciamento de listas e bancos de dados

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11 Usando funções de pesquisa, referência e

gerenciamento de listas e bancos de dados

“O que vemos depende principalmente do que estamos procurando.”

John Lubbock

11.1  Objetivos do capítulo

Um dos mais importantes usos do Excel refere-se à possibilidade de integração de diferentes bases de dados apresentadas em tabelas diversas. Pode-se, por exemplo, manter os códigos e caracterizações de produtos em uma tabela e, por meio apenas do uso dos códigos, desenvolver uma série de novas planilhas e aplicações.

As funções de pesquisa e referência possibilitam o emprego de recursos relacionados a bancos de dados nas operações do Excel. Uma das funções úteis do Excel nas aplicações desenvolvidas na empresa é a função PROCV.

11.3 �Entendendo a sintaxe das funções

As funções de referência do Excel apresentam alguns componentes comuns em sua sintaxe, apresentados como:

• ref: corresponde a uma referência a uma

Outras importantes funções discutidas ao longo do capítulo fazem referência ao gerenciamento de listas e bancos de dados.

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8 - Empregando funções estatísticas

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8

Empregando funções estatísticas

“O homem comum fala, o sábio escuta, o tolo discute.”

Sabedoria oriental

8.1  Objetivos do capítulo

A categoria funções estatísticas do Excel permite a obtenção de diferentes medidas estatísticas, calculadas a partir de um intervalo de dados existente na planilha. Diversas opções são disponíveis, permitindo calcular diferentes medidas de posição central ou de dispersão.

Este capítulo apresenta as funções estatísticas mais usuais do Excel.

8.2 �Empregando funções estatísticas na gestão do negócio

Embora os cálculos estatísticos não sejam muito atrativos, a utilização da Estatística para fins de Gestão Empresarial é imprescindível.

Não há como desvincular as informações que as estatísticas promovem da gestão de uma organização.

O Excel possui um conjunto de funções estatísticas que torna a obtenção da informação algo menos trabalhoso e árduo. As informações podem ser obtidas de maneira relativamente simples utilizando o conjunto de funções estatísticas do Excel. Destaca-se que o capítulo aborda muito mais a questão da obtenção da informação, do que o cálculo estatístico que gerou a informação.

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4 - Trabalhando com fórmulas simples

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4

Trabalhando com fórmulas simples

“Todo conhecimento vem da experiência.”

Immanuel Kant

4.1  Objetivos do capítulo

As operações mais elementares do Excel costumam envolver a inserção de fórmulas matemáticas simples e comandos como copiar, cortar e colar. De forma simples, o usuário deve ser capaz de desenvolver formulações algébricas, bem como utilizar com desenvoltura a função de cópia com referências relativas e absolutas do Excel.

Este capítulo possui o objetivo geral de apresentar algumas das mais simples operações do

Excel, que envolvem fórmulas algébricas.

4.2  Entendendo as fórmulas

Uma fórmula é uma equação que analisa dados em uma planilha. As fórmulas efetuam operações, como adição, multiplicação e comparação em valores da planilha; além disso, podem combinar valores. As fórmulas podem referir-se a outras células na mesma planilha, a células em outras planilhas da mesma pasta de trabalho ou a células em planilhas em outras pastas de trabalho.

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17 - Programando com VBA

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17 Programando com VBA

“A melhor maneira de explicar é fazendo”

Lewis Carroll

17.1  Objetivos do capítulo

Este capítulo possui o objetivo de descrever e ilustrar a operação das rotinas de programação do

Excel, através dos recursos da linguagem Visual

Basic for Aplications, ou, simplesmente, VBA.

Atualmente, é bastante comum o desenvolvimento de macros para a automatização de tarefas com o Excel nas empresas. As macros podem ser usadas para obter dados para um relatório, formatar uma tabela, gerar gráficos ou até mesmo gerar aplicações mais avançadas de simulação de cenários.

17.2  O que é o Visual Basic Aplication

Um determinado procedimento, que costuma ser aplicado de forma rotineira na operação de planilhas do Excel, pode ser automatizado através de rotinas armazenadas sob a forma de macros de planilha. Uma macro é uma sequência de comandos do Excel. As macros podem ser utilizadas para automatizar tarefas repetitivas que envolvem a execução de vários comandos por parte do utilizador. O Excel armazena informações sobre cada etapa realizada à medida que você executa uma sequência de comandos.

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