Lvaro De Azevedo Gonzaga Karina Penna Neves Roberto Beijato J Nior (40)
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10 - Tributação sobre consumo no Brasil

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Tributação sobre consumo no Brasil

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar a estrutura da tributação sobre consumo no Brasil, trazendo os principais números e os aspectos mais relevantes. Ao final do capítulo, será possível: a. Conhecer os impostos e contribuições cobrados sobre o consumo no

Brasil e seu peso no cômputo da carga tributária nacional. b. Conhecer o peso dos tributos em alguns produtos e serviços. c. Compreender a importância da Demonstração do Valor Adicionado

(DVA) como ferramenta informacional sobre a riqueza gerada pelas entidades empresariais e a destinação aos fatores de produção, dentre eles a destinação ao governo mediante o pagamento de tributos.

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Capítulo 10

10.1 CONCEITO GERAL DE TRIBUTAÇÃO SOBRE

O CONSUMO

Conforme já apresentado no primeiro capítulo deste livro, o ESTADO cobra tributos de toda a sociedade para promover o bem comum. E o faz tributando a renda, a propriedade e o consumo. Os encargos sociais, pela sua relevância, complementam a lista, representando o quarto tipo de cobrança tributária.

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11 - IPI – Imposto sobre produtos industrializados

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IPI – Imposto sobre Produtos

Industrializados

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Discorrer de forma geral sobre o IPI, trazendo as principais regras aplicáveis a este imposto federal. Ao final do capítulo, será possível ao leitor: a. Ter uma noção geral do IPI, seu fato gerador, base de cálculo e sistema de créditos. b. Contabilizar o IPI, tanto em empresas industriais como nas empresas comerciais.

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Capítulo 11

11.1 CRÉDITOS PARA RODOLFO CASTRO E

ARNAUD SILVA

O IPI é o imposto que menos acompanho dentre os impostos sobre a renda e o consumo. Para escrever este capítulo, contei com a preciosa colaboração de dois grandes professores: o meu amigo, Mestre Rodolfo Castro Sousa Filho, companheiro de cursos de

Pós-Graduação, onde lecionamos as disciplinas de

Contabilidade Tributária; e o Professor Arnaud Silva, que também atua na área tributária, uma simpatia em pessoa. O sincero agradecimento a Rodolfo e Arnaud pelo material cedido, base para desenvolvimento deste capítulo, o que não me exime de responsabilidade por eventuais erros aqui cometidos.

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12 - Imposto sobre operações relativas a circulação de mercadorias e serviços de transporte intermunicipal e interestadual e de comunicações – ICMS

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12

IMPOSTO SOBRE OPERAÇÕES

RELATIVAS A CIRCULAÇÃO DE

MERCADORIAS E SERVIÇOS DE

TRANSPORTE INTERMUNICIPAL

E INTERESTADUAL E DE

COMUNICAÇÕES – ICMS

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar a estrutura conceitual do ICMS, com enfoque na aplicação de alíquotas internas e interestaduais e no registro contábil. Ao final do capítulo, será possível: a. Conhecer o texto constitucional, entendendo a lógica do imposto estadual com amarrações no texto federal. b. Identificar os elementos fundamentais do ICMS, como contribuintes, fato gerador e base de cálculo. c. Definir adequadamente a utilização de alíquotas, tanto nas operações internas como nas interestaduais, incluindo a aplicação da

Emenda Constitucional no 87/96. d. Compreender a importância do registro contábil do imposto ao longo das cadeias produtivas, considerando o modelo tradicional e o modelo moderno, integrado com as normas internacionais de contabilidade.

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13 - O ICMS e o modelo de substituição tributária

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O ICMS e o modelo de substituição tributária

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Trazer para o leitor a explicação sobre a substituição tributária, cada vez mais utilizada pelos estados para combater a sonegação e garantir maior arrecadação. Ao final do capítulo, será possível: a. Compreender o funcionamento do modelo de substituição tributária para o ICMS, inclusive desenvolvendo o raciocínio em relação aos registros contábeis. b. Identificar os contribuintes beneficiados e prejudicados com a adoção do modelo. c. Refletir sobre o tratamento contábil adequado para os contribuintes substituídos.

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13.1

Capítulo 13

ASPECTOS INTRODUTÓRIOS

Com o objetivo de tornar mais eficiente e eficaz a arrecadação do ICMS, a legislação instituiu a figura do substituto tributário, que é o contribuinte obrigado a calcular, cobrar e recolher o imposto que será devido nas operações posteriores.

Em outras palavras, o que acontece é a antecipação do imposto, cobrado antes da existência do seu fato gerador que seria a venda ao consumidor final.

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14 - ISS – Imposto sobre serviços de qualquer natureza

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ISS – Imposto sobre Serviços de qualquer natureza

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar o ISS, explorando alguns detalhes deste imposto, que é a principal fonte de receitas dos municípios grandes e médios. No final do capítulo, espera-se que seja possível ao leitor: a. Conhecer a estrutura básica do ISS e suas peculiaridades. b. Identificar os serviços em que há cobrança do imposto. c. Compreender a dificuldade para realizar o recolhimento ao município que deve ter direito ao imposto.

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Capítulo 14

14.1 EVOLUÇÃO HISTÓRICA

O Imposto sobre Serviços foi criado por volta da metade do século XX, devido à preocupação dos estados modernos com a substituição do imposto geral sobre o volume de vendas por um imposto sobre o valor acrescido, não cumulativo. Este modelo consiste em aplicar, aos bens e serviços, um imposto geral sobre o consumo exatamente proporcional ao preço dos bens e serviços, independentemente do número de transações que intervenham no processo de produção e de distribuição anterior à fase da imposição.

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Ademir Clemente Alceu Souza (15)
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10 Custeio direto

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Custeio direto

O objetivo deste capítulo é apresentar o Custeio Direto como uma ferramenta gerencial que exige o devido confronto entre a estrutura de custos da empresa e o nível mínimo de vendas para viabilizar essa estrutura. Para isso é necessário quantificar separadamente os custos fixos e variáveis e aplicar o conceito de Margem de Contribuição Líquida.

O Custeio Direto é um método que destaca o peso da estrutura organizacional e produtiva da empresa e força o confronto entre a capacidade instalada e o nível de atividade, orientando a elaboração de estratégias que buscam otimizar o uso dessa estrutura. Para tanto, parâmetros, indicadores e ferramentas gerenciais são utilizados. Dentre estes, destacam-se o custo variável unitário, a margem de contribuição unitária e total, a análise custo-volume-lucro, as metas de vendas e de lucratividade, o mix ótimo de produtos e o orçamento flexível.

A Figura 10.1 apresenta a estrutura do Demonstrativo de Resultados do

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11 Análise custo-volume-lucro

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Análise custo-volume-lucro

O objetivo deste capítulo é apresentar uma das ferramentas gerenciais mais utilizadas, que é a análise da relação entre volume, custo e lucro. Essa análise permite avaliar os resultados em relação a metas estabelecidas. Mostra-se, também, que o Grau de Comprometimento da Receita (GCR), derivado dessa análise, é um indicador importante para a análise de viabilidade de projetos.

A sobrevivência de um empreendimento depende diretamente de sua capacidade de gerar lucro. O lucro de um produto, em última instância, é formado pela diferença entre o preço de venda e o seu custo unitário, que deve incorporar todos os custos e despesas realizados. Mais importante do que o custo unitário é a margem de contribuição unitária dada pela diferença entre o preço de venda e o custo variável unitário. É a partir dessa informação que se estima o volume mínimo necessário para que a empresa opere numa faixa lucrativa.

A análise da relação custo-volume-lucro (CVL) busca apresentar o comportamento dos custos e do lucro em função do nível de atividade. Mais especificamente, a análise da relação custo-volume-lucro considera os custos e as receitas como funções do nível de produção vendida em certo período. Essa relação proporciona informações valiosas sobre a estrutura de custos e o risco operacional da empresa. A Figura 11.1 apresenta o comportamento típico das variáveis envolvidas na relação custo-volume-lucro.

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12 Custeio direto e mix ótimo

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Custeio direto e mix ótimo

O objetivo deste capítulo é mostrar como a estrutura do Demonstrativo de Resultados do Exercício sob Custeio Direto facilita a identificação dos produtos que mais contribuem para o lucro da empresa. Mostra-se também que o mix ótimo obtido não é uma solução definitiva, mas o ponto de partida para análises adicionais.

O estilo gerencial adotado sob Custeio Direto consiste em encontrar o mix de produtos que, quando vendidos, maximizem a Margem de Contribuição

Total e, por consequência, o lucro.

O Demonstrativo de Resultados do Exercício sob Custeio Direto, conforme mostrado na Tabela 12.1, evidencia que não é possível obter a informação de lucro por produto. Assim, o indicador de desempenho financeiro do produto

é a Margem de Contribuição.

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Gestão de Custos • Souza e Clemente

Tabela 12.1

Exemplo de uma DRE sob custeio direto.

A

Mix atual

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13 Custeio Baseado em Atividades (ABC)

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13

Custeio Baseado em

Atividades (ABC)

O objetivo deste capítulo é apresentar e discutir os fundamentos do Custeio ABC e indicar, de forma ilustrativa, algumas aplicações.

Para facilitar, são feitas algumas comparações com o Custeio por

Absorção.

13.1

Origem do ABC

No início do século passado, quando os sistemas tradicionais de custeio foram desenvolvidos, os custos indiretos de fabricação eram residuais em comparação com os custos de mão de obra direta e de material direto.

As novas tecnologias de produção e de gestão alteraram substancialmente a estrutura de custo dos produtos e se refletiram em aumento generalizado dos custos indiretos de fabricação – CIFs a ponto de, atualmente, esses custos serem os mais representativos para boa parte da indústria. Como consequência, os métodos tradicionais de alocação dos CIFs – horas-MOD e horas-máquina – se revelam inadequados para mensurar a quantidade de recursos efetivamente consumidos pelos produtos.

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14 Custo e preço: obviedades e incertezas

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Custo e preço: obviedades e incertezas

O objetivo deste capítulo é analisar a relação entre custo e preço.

Esta relação envolve muitos fatores, é de natureza complexa e, em geral, é dinâmica. Quando se trata de custo e preço, o que parece

óbvio pode estar redondamente errado.

14.1

Introdução

Frequentemente, os executivos fazem uma associação direta e imediata entre custo e preço, como se o preço fosse simples consequência do custo. Se isso fosse absolutamente verdadeiro, todas as atividades de monitoramento e controle de custos seriam desnecessárias.

Nos capítulos anteriores, foram analisados vários conceitos, técnicas e modelos relacionados à gestão da informação de custos. Como visto, alguns sistemas de custeio, como o Custeio por Absorção e o ABC, são focados na eficiência dos processos, enquanto outros, como o Custeio Direto ou Variável, voltam-se mais diretamente à obtenção e otimização de resultados.

Sob Custeio Direto, subentende-se que os preços são exógenos: a empresa receberia essa informação do mercado e não poderia alterá-la. A margem de contribuição somente poderia ser aumentada através de redução do custo variável unitário. Sob Custeio por Absorção ou ABC, os custos unitários dos produtos certamente deveriam ser cotejados com os preços de mercado para se poderem

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Adriana Moreira Amado (10)
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1. Crescimento, Flutuações, Instabilidade e Papel da Política Econômica

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Capítulo 1

Crescimento, Flutuações, Instabilidade e Papel da Política Econômica

Neste capítulo vamos analisar as diferenças entre três visões econômicas sobre a atividade econômica. Estudaremos a abordagem neoclássica, a keynesiana e a marxista e, em cada uma delas, vamos ver como é concebido o crescimento econômico, se estável, se instável, ou se sujeito a crises, e o porquê de cada uma dessas conclusões.

Após este capítulo, você estará apto a

• Conceituar Produto Interno Bruto – PIB

• Distinguir formas de cálculo do PIB

• Conceituar fluxo circular de renda

• Conceituar poupança e investimento

• Explicar como o equilíbrio entre poupança e investimento garante a estabilidade do fluxo circular de renda e da atividade econômica para os neoclássicos

1

Noções de Macroeconomia

• Explicar como a incerteza afeta o investimento e provoca instabilidade na economia para os keynesianos

• Explicar como a lógica do sistema capitalista leva a crises para os marxistas

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2. Moeda, Crédito e Crescimento Econômico

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Capítulo 2

Moeda, Crédito e Crescimento Econômico

A análise do crédito e de seu papel no processo de desenvolvimento dos países nos remete a uma discussão mais ampla sobre o papel da moeda. Os bancos, ao estenderem o crédito, acabam exercendo um impacto significativo na oferta de moeda e na liquidez da economia.

Há enorme controvérsia em teoria econômica acerca do papel da moeda no sistema econômico e na dinâmica de acumulação. Algumas correntes afirmam que a moeda não desempenha nenhum papel na definição da trajetória de crescimento de determinada economia. Outras afirmam que não se pode compreender perfeitamente essas trajetórias sem a análise detalhada da moeda e de como os agentes econômicos se relacionam com ela a cada momento.

Um primeiro grupo de teorias trabalha com a idéia de que a moeda e o crédito não afetam o crescimento real

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Noções de Macroeconomia

da economia, enquanto um segundo grupo observa que a moeda interfere na trajetória do crescimento econômico. Na classificação das escolas de pensamento econômico utilizada no capítulo anterior, os neoclássicos acham que a moeda não tem efeitos permanentes na atividade econômica efetiva, enquanto os keynesianos e os marxistas acreditam que tem, e afirmam que a moeda e o crédito podem ter efeitos permanentes na produção.

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3. Globalização Econômica, Liberalização e Blocos Regionais

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Capítulo 3

Globalização Econômica, Liberalização e Blocos Regionais

Neste capítulo verificaremos as diferentes visões econômicas sobre globalização e blocos regionais. Vamos observar percepções mais otimistas ou mais céticas com relação à globalização e aos blocos regionais, dependendo das conclusões vistas nos capítulos anteriores sobre os papéis do mercado e do Estado segundo as três visões econômicas abordadas.

Após este capítulo, você estará apto a:

• Explicar o processo de globalização econômica.

• Conceituar liberalização de mercados.

• Relacionar globalização, liberalização de mercados e acirramento da concorrência.

• Identificar características importantes da globalização econômica.

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Noções de Macroeconomia

• Explicar como ocorre a criação de blocos regionais.

• Descrever os argumentos neoclássicos em defesa da globalização.

• Descrever os argumentos keynesianos e marxistas de ataque à globalização.

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4. Globalização e Programas de Estabilização de Preços

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Capítulo 4

Globalização e Programas de

Estabilização de Preços

Neste capítulo trataremos dos efeitos da globalização nos programas de estabilização de preços, em especial no Plano Real. Para isso, veremos alguns conceitos de economia internacional, como Balanço de Pagamentos e taxa de câmbio. Em seguida, analisaremos os efeitos da globalização nos preços internos, reduzindo a inflação, e os relacionaremos com as teorias da inflação estudadas no Capítulo 2. Por último, falaremos um pouco sobre as desvantagens da globalização, pois as vantagens relacionam-se sobretudo com o controle inflacionário.

A pós este capítulo, você estará apto a:

• Definir Balanço de Pagamentos e taxa de câmbio.

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Noções de Macroeconomia

• Explicar os efeitos de variações da taxa de câmbio sobre o Balanço de Pagamentos e de mudanças no Balanço de Pagamentos sobre a taxa de câmbio.

• Explicar os efeitos da globalização no processo de estabilização de preços.

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5. Globalização, Emprego e Salários

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Capítulo 5

Globalização, Emprego e Salários

Neste capítulo, abordaremos uma das desvantagens da globalização: o desemprego. Como nos temas vistos anteriormente, também no que se refere ao mercado de trabalho os economistas têm divergências. Veremos por que o desemprego se acha ligado ao processo de globalização econômica e como as diferentes correntes de economistas analisam o desemprego.

A pós este capítulo, você estará apto a:

• Descrever a visão neoclássica a respeito de oferta e demanda de trabalho e de equilíbrio no mercado de trabalho.

• Explicar por que, na teoria neoclássica, o desemprego só pode ser voluntário ou friccional.

• Explicar, do ponto de vista keynesiano, o que provoca o desemprego e como ele surge na economia.

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Noções de Macroeconomia

• Descrever, de acordo com os marxistas, o que provoca o desemprego e como isso ocorre no capitalismo.

• Descrever as conseqüências da globalização no desemprego e na desigualdade social e relacioná-las com os pensamentos marxista, keynesiano e neoclássico.

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Adriano Leal Bruni (7)
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1 Sistema Financeiro Nacional

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1

Sistema Financeiro Nacional

Proporção: 5% a 10%

Parte I do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – Versão 5.7

1 �Sistema Financeiro Nacional (Proporção: 5% a 10%).

1.1  Funções básicas.

1.1.1 �Função dos intermediários financeiros e definição de intermediação financeira.

1.2 Estrutura.

1.2.1 �Órgãos de regulação, autorregulação e fiscalização.

1.2.1.1  Conselho Monetário Nacional (CMN).

1.2.1.1.1 �Principais atribuições: regular a constituição e regulamentos das instituições financeiras; estabelecer medidas de prevenção ou correção de desequilíbrios econômicos; disciplinar todos os tipos de crédito.

1.2.1.2  Banco Central do Brasil (Bacen).

1.2.1.2.1 �Principais atribuições: autorizar o funcionamento e fiscalizar as instituições financeiras; emitir moeda; controlar crédito e capitais estrangeiros; executar as políticas monetária e cambial.

1.2.1.3  Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

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3 Noções de Economia e Finanças

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3

Noções de Economia e Finanças

Proporção: 10% a 15%

Parte III do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.7

3 �Noções de Economia e Finanças (proporção: 10% a

15%).

3.2.3 �Capitalização simples versus capitalização composta.

3.1  Conceitos básicos de economia.

3.2.4 �Índice de referência (benchmark) aplicado a produtos de investimento: conceito e finalidade.

3.1.1 �Indicadores econômicos: PIB, índices de inflação

(IPCA e IGP-M), taxa de câmbio, taxa Selic (over e meta), taxa CDI e TR: definição.

3.1.2  COPOM: finalidade e atribuições.

3.2.5  Volatilidade (conceito).

3.2.6 �Prazo médio ponderado de uma carteira de títulos: conceito e riscos associados.

3.2.1  Taxa de juros nominal e taxa de juros real.

3.2.7 �Marcação a mercado como valor presente de um fluxo de pagamentos (precificação e volatilidade: impactos de prazos e taxas).

3.2.2 �Taxa de juros equivalentes versus taxa de juros proporcional.

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4 Princípios de Investimento: Conceitos

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4

Princípios de Investimento: Conceitos

Proporção: 10% a 20%

Parte V do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.7

4 �Princípios de investimento: conceitos (proporção: 10% a 20%).

legais, regulatórias e tributárias específicas de um país).

4.1  Principais fatores de análise de investimentos.

4.2.2  Risco de crédito.

4.1.1 Rentabilidade.

4.2.3  Risco de liquidez.

4.1.1.1 �Rentabilidade absoluta versus rentabilidade relativa (benchmark).

4.3 �Fatores determinantes para adequação dos produtos de investimento às necessidades dos investidores.

4.1.1.2 �Rentabilidade esperada versus rentabilidade observada.

4.3.1  Objetivo do investidor.

4.1.2 Liquidez.

4.1.3 Risco.

4.2  Principais riscos do investidor.

4.2.1  Risco de mercado.

4.2.1.1 �Riscos de mercado externo: conceito (oscilações na taxa de câmbio, mudanças no cenário macroeconômico mundial, riscos geopolíticos específicos de cada país investido, questões

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5 Fundos de Investimento

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5

Fundos de Investimento

Proporção: 25% a 40%

Parte V do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.71

5  Fundos de investimento (Proporção: 25% a 40%).

5.1  Definições legais.

5.1.1  Fundo de investimento.

5.1.2 Condomínio.

5.1.3 Cota.

5.1.4 �Propriedade dos ativos de fundos de investimentos

– excluindo fundos imobiliários.

5.1.5 �Segregação entre gestão de recursos próprios e de terceiros (chinese wall).

5.1.6 �Assembleia geral de cotistas (competências e deliberações).

5.1.7  Direitos e obrigações dos condôminos.

5.1.8  Informações relevantes (disclaimers).

5.1.8.1  Informações periódicas

5.1.8.2 �Conceito de informações eventuais e fato relevante.

5.1.9  Segregação de funções e responsabilidades:

5.1.9.1 Administradores.

5.1.9.2 Gestores.

5.1.9.3 Distribuidores.

5.1.9.4 Custodiante.

5.1.9.5  Auditor independente.

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6 Demais Produtos de Investimento

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6

Demais Produtos de Investimento

Proporção: 15% a 25%

Parte VI do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.71

6 �Demais produtos de investimento (proporção: 15% a

25%).

6.1 Ações.

6.1.1 Conceito.

6.1.2 �Tipos de ação: ordinária e preferencial – definição e direito dos acionistas.

6.1.3 �Canais de distribuição – tipos e principais características – CTVM, DTVM, agências bancárias e Internet (home broker).

6.1.4 �Oferta pública inicial de ações (IPO). Definição e entendimento dos conceitos: período de reserva, possibilidade de ocorrência de rateio, ordem limitada e a mercado.

6.1.5 �Definições: ganhos de capital; dividendos; juros sobre capital próprio; bonificação; subscrição; desdobramento (split) e grupamento.

6.1.6  Riscos inerentes ao produto.

6.1.6.1  Risco da empresa: conceito.

6.1.6.2  Risco de mercado: conceito.

6.1.6.3  Risco de liquidez: conceito.

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Adriano Leal Bruni Roberto Bazileiro Paix O (18)
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10 - Trabalhando com funções lógicas

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10 Trabalhando com funções lógicas

“Existe algo mais importante do que a lógica: a imaginação.

Se a ideia é boa, a lógica deve ser jogada pela janela.”

Alfred Hitchcock

10.1  Objetivos do capítulo

Algumas das funções mais úteis do Excel permitem comparações lógicas. A depender do fato de uma condição ser verdadeira ou falsa, diferente poderá ser a resposta fornecida ou o procedimento desenvolvido na planilha.

Este capítulo apresenta o uso das mais usuais­ funções lógicas do Excel.

10.2 �Usando funções lógicas na gestão da empresa

As funções lógicas do Excel permitem analisar e executar procedimentos a partir de situações entendidas como verdadeiras ou falsas.

No geral, as funções lógicas auxiliam no tratamento dos dados e na criação de outras variá­ veis a serem analisadas. Sem dúvida, a principal função lógica é a função SE. Esta função é fundamental para a análise de dados e a manipulação de grandes bases de dados, nas quais é necessário conduzir teste condicionais.

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11 - Usando funções de pesquisa, referência e gerenciamento de listas e bancos de dados

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11 Usando funções de pesquisa, referência e

gerenciamento de listas e bancos de dados

“O que vemos depende principalmente do que estamos procurando.”

John Lubbock

11.1  Objetivos do capítulo

Um dos mais importantes usos do Excel refere-se à possibilidade de integração de diferentes bases de dados apresentadas em tabelas diversas. Pode-se, por exemplo, manter os códigos e caracterizações de produtos em uma tabela e, por meio apenas do uso dos códigos, desenvolver uma série de novas planilhas e aplicações.

As funções de pesquisa e referência possibilitam o emprego de recursos relacionados a bancos de dados nas operações do Excel. Uma das funções úteis do Excel nas aplicações desenvolvidas na empresa é a função PROCV.

11.3 �Entendendo a sintaxe das funções

As funções de referência do Excel apresentam alguns componentes comuns em sua sintaxe, apresentados como:

• ref: corresponde a uma referência a uma

Outras importantes funções discutidas ao longo do capítulo fazem referência ao gerenciamento de listas e bancos de dados.

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12 - Operando as funções financeiras

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12 Operando as funções financeiras

“Quando eu era jovem, pensava que o dinheiro era a coisa mais importante do mundo. Hoje, tenho certeza.”

do anterior. A capitalização do valor futuro está apresentada na Figura 12.1.

Oscar Wilde

12.1  Objetivos do capítulo

Um grupo de funções do Excel facilita as operações básicas da matemática financeira na planilha. De um modo geral, as funções financeiras do Excel operam no denominado regime dos juros compostos. Dentre as mais usuais funções financeiras, destacam-se as apropriadas para o cálculo do valor presente, do valor futuro, da taxa e do número de períodos.

Este capítulo possui o objetivo de apresentar o uso das funções financeiras no Excel, ilustrando o seu emprego com inúmeros exemplos.

12.2  Operando os juros sobre juros

As funções financeiras do Excel trabalham exclusivamente no regime de capitalização composta ou, simplesmente, regime de juros compostos. Neste regime, a incidência de juros ocorre sempre de forma cumulativa. A taxa de juros incidirá sobre o montante acumulado no final do período anterior. Ou seja, existirá o mecanismo da incidência dos “juros sobre juros”.

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13 - Aplicando formatação condicional

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13 Aplicando formatação condicional

“Aquilo que você mais sabe ensinar

é o que você mais precisa aprender.”

Richard Bach

13.1  Objetivos do capítulo

A formatação condicional do Excel 2007 apresenta uma série de vantagens em relação às versões anteriores. Talvez a principal delas tenha sido uma visualização das cores e as possibilidades de realizar formatações condicionais com gráficos, barras coloridas e com ícones.

A formatação condicional é acessada através do menu Início> Formatação Condicional. Algumas opções são disponibilizadas, como pode ser visualizado na Figura 13.1.

A opção Realçar regras das células permite que sejam criadas formatações condicionais utilizando-se os seguintes critérios: maior do que;

Este capítulo tem o objetivo de apresentar os usos e aplicações dos recursos de formatação condicional do Excel.

13.2 �Entendendo os condicionantes para a formatação de células

A formatação condicional do Excel permite que o usuário formate algumas células de modo que elas pareçam “personalizadas”, dependendo de uma condição especificada. É possível, por exemplo, definir que células com valores negativos fiquem com a cor amarela, ou que a fonte fique vermelha. Ao entrar com um valor na célula, o Excel examinará o resultado (caso seja uma fórmula) e a formatação condicional e, em seguida, aplicará a formatação especificada. Pode-se utilizar ícones para informar se determinado número está aumentando, descendo ou se mantendo inalterado. Enfim, os exemplos são muitos.

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14 - Usando as opções do menu dados

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14 Usando as opções do menu dados

“O presente é a sombra que se move separando o ontem do amanhã. Nele repousa a esperança.”

Frank Lloyd Wright

14.1  Objetivos do capítulo

Os recursos do menu Dados permitem a validação da entrada de dados e sua posterior análise, síntese e comparação. Diferentes conjuntos de dados podem ser estudados e processados de maneira rápida e eficiente.

Este capítulo possui o propósito de apresentar os principais recursos avançados do menu

Dados do Excel.

14.2 �Analisando o exemplo fictício de um supermercado

As explicações sobre os usos das Opções do Menu Dados se baseiam na análise de uma base de dados fictícia de um supermercado, apresentada na Figura 14.1. O exemplo consiste em um conjunto formado por 24 notas fiscais, apresentando as variáveis NF (número da nota fiscal), Produto (uma descrição da categoria do produto adquirido), Origem (Estado de origem do fornecedor), Preço (preço praticado do produto na nota fiscal), Custo (custo contábil do produto, excluindo-se impostos recuperáveis). Todos os dados podem ser vistos na planilha COMPREBEM.XLS, presente no material de apoio do livro.

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