Ademir Clemente Alceu Souza (1)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Referências

PDF Criptografado

Referências

ALLORA, Franz. Engenharia de custos técnicos. São Paulo: Pioneira.

____________ ; ALLORA, Valério. UP’ unidade de medida de produção. São Paulo:

Pioneira, 1995.

ANSOFF, H. Igor. A nova estratégia empresarial. São Paulo: Atlas, 1991.

BERLINER, Callie; BRIMSON, James A. Gerenciamento de custos em indústrias avançadas: base conceitual CAM-I. São Paulo: T.A. Queiroz Editor, 1988.

BEULKE, Rolando; BERTÓ, Dalvio. Custo e estratégia de resultados. Porto Alegre:

Sagra, 1985.

BORNIA, A. Análise gerencial e custos: aplicações em empresas modernas. Porto

Alegre: Bookman, 2002.

BRIMSON, James A. Contabilidade por atividade: uma abordagem de custeio baseado em atividades. São Paulo: Atlas, 1996.

CAMARGO, Pedro; ROCHA, Wellington. A importância da mensuração do custo unitário. II CONGRESO DE LA ASOCIACIÓN ESPAÑOLA DE CONTABILIDAD DIRECTIVA,

León, Espanha, 2001.

CATELLI, Armando; SANTOS, Edilene Santana. Competitividade, criação de valor e gestão econômica. VI CONGRESO INTERNACIONAL DE COSTOS, Punta del Leste,

Ver todos os capítulos
Adriana Moreira Amado (9)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Prefácio

PDF Criptografado

Prefácio

Macroeconomia estuda os fenômenos econômicos vistos de forma agregada. Analisa as tendências econômicas gerais, de modo a tirar conclusões sobre questões relacionadas ao crescimento econômico, à estabilidade ou à instabilidade desse crescimento, à inflação e às causas do desemprego, entre outras. Os economistas, entretanto, não pensam da mesma maneira sobre esses e outros assuntos econômicos e este livro tem o propósito de apresentar os motivos dos desacordos entre eles e permitir a você formar sua própria opinião a respeito.

A s diferenças de visão entre os economistas resultam de teorias e conclusões teóricas distintas. Vamos estudar os pontos mais importantes de três visões econômicas – neoclássica, keynesiana e marxista – para que você saiba por que os economistas divergem sobre temas atuais

XI

Noções de Macroeconomia

como globalização econômica, desemprego, blocos regionais, inflação e planos de estabilização de preços.

O texto está dividido em cinco capítulos. O primeiro mostra como os economistas analisam a atividade produtiva: se acreditam que a situação normal é de estabilidade ou instabilidade do crescimento e por quê; se julgam o sistema de mercado regulador da atividade econômica.

Ver todos os capítulos

Glossário

PDF Criptografado

Glossário

Área de Livre Comércio: Integração entre países em que há acordo e onde todas as tarifas são eliminadas dentro do bloco.

Área de Tarifas Preferenciais: Integração entre países em que há acordo de tarifas menores para países do bloco em transações entre eles.

Balanço de Pagamentos: Registro de todas as transações de um país com o exterior.

Bens finais: Não utilizados na produção de outros bens.

Bens intermediários: Utilizados na produção de outros bens.

Capital: Máquinas, equipamentos, ferramentas, instalações, ou dinheiro para comprá-los.

Conflito distributivo: Conflito entre vários participantes (p.ex., capitalistas e trabalhadores) por parte maior da renda total da economia.

Desutilidade: Falta de utilidade, perda de utilidade.

Eficiência Marginal do Capital: Rentabilidade esperada do investimento.

Fatores de produção: É o que se utiliza na produção: trabalho, capital, terra e recursos naturais.

Fluxo circular de renda: fluxo de rendimentos recebidos pelas famílias

Ver todos os capítulos

1. Crescimento, Flutuações, Instabilidade e Papel da Política Econômica

PDF Criptografado

Capítulo 1

Crescimento, Flutuações, Instabilidade e Papel da Política Econômica

Neste capítulo vamos analisar as diferenças entre três visões econômicas sobre a atividade econômica. Estudaremos a abordagem neoclássica, a keynesiana e a marxista e, em cada uma delas, vamos ver como é concebido o crescimento econômico, se estável, se instável, ou se sujeito a crises, e o porquê de cada uma dessas conclusões.

Após este capítulo, você estará apto a

• Conceituar Produto Interno Bruto – PIB

• Distinguir formas de cálculo do PIB

• Conceituar fluxo circular de renda

• Conceituar poupança e investimento

• Explicar como o equilíbrio entre poupança e investimento garante a estabilidade do fluxo circular de renda e da atividade econômica para os neoclássicos

1

Noções de Macroeconomia

• Explicar como a incerteza afeta o investimento e provoca instabilidade na economia para os keynesianos

• Explicar como a lógica do sistema capitalista leva a crises para os marxistas

Ver todos os capítulos

2. Moeda, Crédito e Crescimento Econômico

PDF Criptografado

Capítulo 2

Moeda, Crédito e Crescimento Econômico

A análise do crédito e de seu papel no processo de desenvolvimento dos países nos remete a uma discussão mais ampla sobre o papel da moeda. Os bancos, ao estenderem o crédito, acabam exercendo um impacto significativo na oferta de moeda e na liquidez da economia.

Há enorme controvérsia em teoria econômica acerca do papel da moeda no sistema econômico e na dinâmica de acumulação. Algumas correntes afirmam que a moeda não desempenha nenhum papel na definição da trajetória de crescimento de determinada economia. Outras afirmam que não se pode compreender perfeitamente essas trajetórias sem a análise detalhada da moeda e de como os agentes econômicos se relacionam com ela a cada momento.

Um primeiro grupo de teorias trabalha com a idéia de que a moeda e o crédito não afetam o crescimento real

39

Noções de Macroeconomia

da economia, enquanto um segundo grupo observa que a moeda interfere na trajetória do crescimento econômico. Na classificação das escolas de pensamento econômico utilizada no capítulo anterior, os neoclássicos acham que a moeda não tem efeitos permanentes na atividade econômica efetiva, enquanto os keynesianos e os marxistas acreditam que tem, e afirmam que a moeda e o crédito podem ter efeitos permanentes na produção.

Ver todos os capítulos

5. Globalização, Emprego e Salários

PDF Criptografado

Capítulo 5

Globalização, Emprego e Salários

Neste capítulo, abordaremos uma das desvantagens da globalização: o desemprego. Como nos temas vistos anteriormente, também no que se refere ao mercado de trabalho os economistas têm divergências. Veremos por que o desemprego se acha ligado ao processo de globalização econômica e como as diferentes correntes de economistas analisam o desemprego.

A pós este capítulo, você estará apto a:

• Descrever a visão neoclássica a respeito de oferta e demanda de trabalho e de equilíbrio no mercado de trabalho.

• Explicar por que, na teoria neoclássica, o desemprego só pode ser voluntário ou friccional.

• Explicar, do ponto de vista keynesiano, o que provoca o desemprego e como ele surge na economia.

151

Noções de Macroeconomia

• Descrever, de acordo com os marxistas, o que provoca o desemprego e como isso ocorre no capitalismo.

• Descrever as conseqüências da globalização no desemprego e na desigualdade social e relacioná-las com os pensamentos marxista, keynesiano e neoclássico.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Alexandre Assaf Neto (18)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

9 Estudo dos Ativos e Passivos Não Circulantes

ePub Criptografado

Por exercer grande influência sobre a estrutura financeira e econômica de uma empresa, o estudo dos ativos e passivos não circulantes passa a merecer atenção especial. Em verdade, uma empresa pode perder seu poder de competitividade no mercado se não alocar adequadamente bens imobilizados para sua atividade; por outro lado, pode decretar também sua própria insolvência se não viabilizar recursos permanentes (longo prazo) para financiar seu volume de negócios.

É nessa linha de importância do ativo e do passivo permanentes que se desenvolve este capítulo. Em seu conteúdo são discutidos, além de seus aspectos conceituais mais relevantes, os vários indicadores de avaliação das imobilizações e estrutura de capital processadas por uma empresa. Destaques também são atribuídos às despesas originadas dos investimentos em ativos permanentes e classificadas normalmente como não desembolsáveis (depreciação, amortização e exaustão).

O ativo não circulante1 é constituído pelo realizável a longo prazo e por todos os elementos de natureza fixa que não se enquadram no ativo circulante e no realizável a longo prazo. É o grupo de menor liquidez e encontra-se subdividido, de acordo com a estrutura contábil demonstrada no Capítulo 4, em Investimentos, Imobilizado e Intangível.

Ver todos os capítulos

4 Balanço Patrimonial

ePub Criptografado

Este capítulo tem por objetivo o estudo da estrutura e dos princípios de mensuração dos vários elementos ativos e passivos de um balanço patrimonial. O estudo se desenvolverá com base em balanços apurados segundo a legislação em vigor (Lei nº 11.638/07 e complementos). Esta nova legislação societária, vigente a partir do exercício de 2008, é aplicada a todas as companhias obrigadas a seguirem a Lei das S.A. (basicamente sociedades anônimas e grandes empresas limitadas).

Diversos dispositivos sobre matéria contábil, previstos na Lei nº 6.404/76, foram alterados por um novo conjunto de normas e regulamentações legais (Lei nº 11.638/07, Lei nº 11.941/09 e Pronunciamentos e Interpretações Técnicas e Orientações).

As companhias devem ainda observar as determinações previstas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) (empresas de grande porte), as Normas Brasileiras de Contabilidade emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), e os vários Pronunciamentos Técnicos elaborados pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC).

Ver todos os capítulos

14 Desempenho Econômico e Valor

ePub Criptografado

O capítulo trata, em sequência ao anterior, das formulações analíticas de avaliação do desempenho econômico desenvolvidas a partir do retorno sobre o investimento e retorno sobre o ativo.

Conforme definido ainda no Capítulo 2, o objetivo de toda empresa é a maximização de seu valor de mercado. O indicador do “valor econômico adicionado” sinaliza se as estratégias financeiras implementadas agregaram valor, reforçando sua viabilidade econômica e a continuidade do empreendimento.

O retorno sobre o patrimônio líquido – RSPL expressa, como definido no capítulo anterior, a taxa de retorno produzida pelo capital próprio investido na empresa. De maneira analítica, a rentabilidade do proprietário – RSPL – depende de três fatores:1

a. retorno sobre o investimento – ROI. Se a empresa se apresentar totalmente financiada por capital próprio, foi demonstrado que os retornos sobre o patrimônio líquido e sobre o investimento são iguais, isto é: RSPL = ROI;

Ver todos os capítulos

15 Análise de Ações e Valor Criado ao Acionista

ePub Criptografado

Convencionalmente, a análise de ações é efetuada com base em indicadores do valor patrimonial, lucro por ação (LPA), índice preço/lucro (P/L) e distribuição de dividendos (payout). Apesar de seus aspectos conceituais serem amplamente difundidos no mercado, a utilização dessas medidas de análise requer certos comentários críticos no que concerne principalmente às suas limitações e critérios de cálculo adaptados às características contábeis e econômicas brasileiras.

O capítulo dedica ainda especial atenção às medidas de desempenho das ações em valores de mercado, desenvolvendo métricas modernas de “Retorno do Acionista” e “Valor Criado ao Acionista”.

Os indicadores de análise de ações, assim como todas as outras medidas financeiras, são mais úteis quando avaliados em conjunto com os demais índices e analisada também sua evolução. É importante ainda que esses indicadores sejam analisados em relação a outras empresas e ao mercado como um todo.

O valor patrimonial de uma ação representa a parcela do capital próprio (patrimônio líquido) da empresa que compete a cada ação emitida. É calculado da seguinte maneira:

Ver todos os capítulos

1 Identificação da Empresa

ePub Criptografado

O capítulo preocupa-se inicialmente em posicionar a empresa dentro do sistema econômico, identificando a organização dispensada aos recursos de produção e ao conjunto de instituições da economia. Posteriormente, é dado destaque às unidades produtivas (empresas), sendo esclarecidos seus principais aspectos legais, administrativos e econômicos.

A economia preocupa-se essencialmente com a forma como seus agentes tratam os escassos recursos de mercado, visando produzir bens e serviços orientados ao atendimento de suas necessidades de consumo.

A essência dos problemas econômicos surge na escassez de recursos, determinada pelas necessidades fortemente expansionistas de seus agentes. Crescimento populacional, evolução tecnológica, melhoria do padrão de vida, entre outros argumentos convincentes, justificam uma demanda continuamente crescente das diversas necessidades de consumo – bens e serviços em geral. É importante compreender-se que essas necessidades ilimitadas em países ricos sinalizam para uma expansão maior em nível internacional, incentivando o processo de globalização da economia.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Alexandre Demetrius Pereira (59)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

6.7 Resilição e rescisão do contrato

PDF Criptografado

Capítulo 6 – Relações contratuais envolvendo os serviços de auditoria externa

193

examinados. De acordo com o art. 25, III, da Instrução CVM n. 308/99, a conservação e guarda de toda a documentação, correspondência, papéis de trabalho, relatórios e pareceres relacionados com o exercício das funções do auditor deve ser efetivada pelo prazo mínimo de cinco anos (ou por prazo superior por determinação expressa da CVM em caso de Inquérito Administrativo). Idêntica recomendação de prazo consta da NBC TA 230 (R1).

6.7 Resilição e rescisão do contrato

O encerramento do contrato de prestação de serviços de auditoria externa pode ocorrer de várias formas.

O modo ordinário de término do contrato se dá com o cumprimento das obrigações das partes, nos termos em que foram pactuadas, o que na espécie contratual em análise usualmente ocorre com a apresentação do parecer ou relatório final de auditoria por parte do auditor, com o consequente recebimento da contraprestação pecuniária devida pela entidade auditada. Do mesmo modo, pode haver encerramento do contrato pelo término de seu prazo, como vimos em tópico antecedente.

Ver todos os capítulos

4.1 Implicações econômicas da auditoria

PDF Criptografado

4.1 Implicações econômicas da auditoria

Os serviços de auditoria exercem amplo e relevante papel na economia de um país e na administração das unidades microeconômicas. Autores apontam diversos benefícios da realização de auditoria externa, dentre os quais a existência de melhor controle e eficiência das operações empresariais, melhor domínio sobre o risco empresarial, desestímulo a fraudes e maior segurança aos usuários da informação contábil.

O maior benefício da atividade de auditoria, porém, está no suprimento de uma deficiência de mercado, consistente na carência de informações dos agentes econômicos.

Como se sabe, a ciência econômica clássica tem como suposição básica que os agentes econômicos atuem como maximizadores racionais, ou seja, que sejam capazes de, diante da escassez de recursos, realizar suas escolhas de maneira lógica, consistente e de modo que maximize os benefícios de suas decisões em face dos custos nos quais incorrem ao selecioná-las, ordenando as diversas alternativas que se apresentam no mercado em função da melhor utilidade que proporcionem à satisfação de seus interesses.

Ver todos os capítulos

11.5 Responsabilidade contratual e extracontratualdo auditor

PDF Criptografado

374

AUDITORIA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

No entanto, o sistema proporcional também apresenta desvantagens em relação ao regime de solidariedade.

Isso porque, em casos de ilícitos cometidos em conjunto com a gestão da entidade auditada, caso a responsabilidade do auditor em face de terceiros seja proporcionalmente maior que a dos gestores, estes poderão se sentir incentivados a não revelar ou distorcer informações constantes das demonstrações contábeis, uma vez que sua responsabilidade por eventuais danos causados a terceiros será diminuta em face do montante a cargo do auditor.

O sistema de proporcionalidade também pode gerar sérios danos a terceiros quando da existência de falência de um dos responsáveis, uma vez que reduzirá, proporcionalmente, a parcela de indenização que o prejudicado poderá exigir do corresponsável.

Por fim, é necessário dizer que haverá sempre certa dificuldade de determinar a proporcionalidade entre os coautores do dano, por não se saber exatamente qual o grau de participação de cada corresponsável no ilícito cometido.

Ver todos os capítulos

9.7 Demonstração de lucros e prejuízos acumulados (DLPA) e demonstração de mutações no patrimônio líquido (DMPL)

PDF Criptografado

Capítulo 9 – Objeto da auditoria externa: demonstrações contábeis e a escrituração...

325

É importante, porém, que o auditor verifique corretamente a classificação dada a cada um dos valores presentes na DFC, visto que um erro ou fraude na classificação pode dar ao usuário da demonstração uma informação absolutamente inverídica sobre a situação da entidade.

Como fizemos ao comentar a classificação da DRE, forneceremos um exemplo para esclarecer a questão: imaginemos que a variação total de caixa de determinada entidade entre dois exercícios componha-se, numa primeira hipótese, de um total de R$ 100.000,00: R$ 50.000,00 oriundos das operações e R$ 50.000,00 oriundos de financiamentos (aumento de capital).

Ora, o usuário será instado a concluir que metade do aumento de caixa é devido à atividade operacional da entidade, sendo a outra metade originada da vontade de seus sócios ou acionistas de lhe proverem um aumento no financiamento.

Vamos supor uma segunda hipótese, em que o aumento de R$ 100.000,00 seja integralmente oriundo das atividades operacionais. É claro que, nesse caso, o usuário se sentirá mais seguro quanto à capacidade dessa entidade em gerar caixa de suas atividades, uma vez que ela possivelmente não dependerá da vontade de seus proprietários para lhe proporcionar recursos. Assim, podemos verificar como a mera classificação da origem do caixa gera importantes distorções nas demonstrações contábeis.

Ver todos os capítulos

10.4 Auditoria externa e diretoria

PDF Criptografado

Capítulo 10 – Auditoria externa e governança corporativa

10.4

345

Auditoria externa e diretoria

Conforme já salientado, a diretoria ocupa uma posição peculiar em face dos auditores independentes, uma vez que o trabalho daquela é o principal alvo do exame da auditoria independente.

Muito embora se tenha como regra a impossibilidade de subordinação do auditor externo aos administradores, impondo certo distanciamento entre ambos, é fato que as boas práticas de governança corporativa determinam que o relacionamento entre auditores e gestores deva se dar em um clima de seriedade, marcado pelo profissionalismo e transparência.

A primeira regra geral que a diretoria deve ter em mente é sempre permitir o livre acesso dos auditores às instalações, documentos, arquivos e informações necessárias ao seu trabalho.13 Essa possibilidade de acesso ao conteúdo informacional necessário para o trabalho do auditor deverá incluir também os dados de remuneração variável de diretores (percentuais de resultado, participações, bônus, stock options, recebimento de outros valores mobiliários etc.), viabilizando ao auditor aferir eventual conflito de agência e o alinhamento de interesses proporcionado pela remuneração aludida.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Alexandre Formigoni Rogerio Candido De Almeida Maick Roberto Lopes Kleber Dos Santos Fernandes Jo O Gilberto Mendes Dos Reis Ivan Persio De Arruda Campos Flavio Napolitano Fabiano De Andrade Caxito Enio Fernandes Rodriggues Edemir Sabino Maciel (14)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

7 - GESTÃO DE ESTOQUES

PDF Criptografado

7

GESTÃO

DE ESTOQUES

VISÃO DO CAPÍTULO

Um dos principais elementos da administração logística é o conceito da gestão de estoque. Na década de 1980, a estratégia de toda empresa que realizava uma gestão de estoques tida como eficiente era baixar a quantidade de itens em estoque a zero, influenciada pelas práticas japonesas que eram, à

época, lidas erroneamente como “estoque zero”. Isso causou problemas a algumas empresas, que não conseguiram atender seu cliente com níveis de serviço aceitáveis. Atualmente entendemos que o estoque na cadeia de suprimentos é inevitável e o importante é gerenciá-lo de forma que se reduzam seus custos sem comprometer o fornecimento do produto ao cliente. Neste capítulo, vamos tratar da função do estoque na cadeia de suprimentos, suas formas de gerenciamento, funções e as decisões relacionadas à sua gestão.

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

» » Apresentar o funcionamento dos estoques e sua importância para a organização.

»» Apresentar políticas e ferramentas de gerenciamento de estoques e suas aplicações.

Ver todos os capítulos

13 - LOGÍSTICA INTERNACIONAL

PDF Criptografado

13

LOGÍSTICA

INTERNACIONAL

VISÃO DO CAPÍTULO

Este capítulo abordará a importância do conhecimento da logística internacional na gestão de suprimentos e distribuição global no contexto do mercado competitivo que as empresas enfrentam. Serão demonstrados alguns processos logísticos e suas operacionalidades.

O foco principal é a introdução desses conhecimentos a você, leitor, no intuito de demonstrar sua aplicabilidade prática. Espera-se que, dessa forma, você desenvolva competências que o habilitem a atuar na área de logística internacional e que também desenvolva a curiosidade intelectual para efetuar estudos mais aprofundados sobre o tema aqui tratado.

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

»» Analisar os ambientes externo e interno em que as empresas estão inseridas na logística internacional.

»» Descrever o conceito e a aplicação de regimes aduaneiros atípicos.

»» Descrever os custos logísticos internacionais e cláusulas de preço, com seus riscos e responsabilidades.

Ver todos os capítulos

14 - CENÁRIOS E TENDÊNCIAS DA LOGÍSTICA

PDF Criptografado

14

CENÁRIOS E TENDÊNCIAS

DA LOGÍSTICA

VISÃO DO CAPÍTULO

Este capítulo aborda a atual situação dos sistemas logísticos no quadro nacional, fazendo breves comparações com outros países. Aspectos como a armazenagem de materiais, novas formas de comprar, perfil dos compradores, operadores logísticos e sistemas de transporte são alvo dessa explanação. As questões relacionadas à infraestrutura logística em nossa região e os meios para atingir uma condição mais competitiva também são elementos tratados neste capítulo, salientando fatores como o potencial de mercado e as oportunidades assistidas nesse cenário.

De forma simplificada, é possível dizer que o texto procura apontar a situação presente no âmbito mercadológico e as dificuldades sentidas pelas organizações que adquirem e prestam serviços logísticos em nosso país. Os dados levantados são extraídos de diversas entidades relacionadas ao meio logístico, além de fontes oficiais. Dessa forma, espera-se que, com esta apresentação, você, leitor, possa compreender melhor a logística, suas limitações e as possíveis perspectivas em médio e longo prazos.

Ver todos os capítulos

6 - GESTÃO DE ARMAZENAGEM

PDF Criptografado

6

GESTÃO DE

ARMAZENAGEM

VISÃO DO CAPÍTULO

O capítulo aborda a importância da gestão da armazenagem para as organizações, em razão dos altos custos e riscos associados à armazenagem de matérias-primas, produtos em processo e produtos acabados. A ideia principal

é apresentar como a correta gestão dos processos relacionados à armazenagem de produtos auxilia a empresa a manter sua competitividade em mercados cada vez mais acirrados.

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

»» Apontar o papel da gestão da armazenagem nas empresas e sua importância para a busca da competitividade.

»» Descrever os conceitos de estocagem e armazenagem.

»» Preparar o leitor para o aprofundamento de seus conhecimentos em áreas relacionadas, subsidiando-o de dados e informações para que possa constituir sua visão crítica.

Para muitos, a palavra armazenar está associada à guarda de algum material ou de dados eletrônicos. Para os profissionais que convivem e atuam no segmento das operações logísticas, a palavra remete a um verdadeiro complexo de atividades inerentes ao conjunto de operações logísticas.

Ver todos os capítulos

4 - QUALIDADE NA LOGÍSTICA

PDF Criptografado

4

QUALIDADE NA

LOGÍSTICA

VISÃO DO CAPÍTULO

Este capítulo conceituará a qualidade em serviços, discutindo aplicações da qualidade em empresas relacionadas ao setor logístico. Hoje, as empresas são cobradas por desempenhos satisfatórios, de acordo com o que foi combinado com seus clientes e, caso não mantenham esse desempenho durante o atendimento, podem ser penalizadas, inclusive com multas e/ou até o cancelamento do contrato.

Para isso, desenvolveremos as relações existentes entre os clientes e os fornecedores e mostraremos como essa relação deve ser controlada (acompanhada), bem como os benefícios alcançados pelos dois lados do processo quando a qualidade é aplicada ao sistema de gerenciamento, inclusive o estratégico.

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

»» Oferecer subsídios para que o leitor perceba a importância da qualidade nos processos e, particularmente, em processos de serviços logísticos. Para tanto, definiremos qualidade, serviços e os processos para medirmos o desempenho da operação por meio de indicadores.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais