Lvaro De Azevedo Gonzaga Karina Penna Neves Roberto Beijato J Nior (40)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

9 - Adoção inicial da Lei no 12.973/14

PDF Criptografado

9

ADOÇÃO INICIAL DA LEI No 12.973/14

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar os pontos relevantes que devem ser observados na adoção inicial da Lei no 12.973/14, para fins de registro contábil e apuração das bases do IR e CSLL, e conhecer, com mais detalhes, a aplicação do critério da rastreabilidade na escrituração contábil para auxílio nas bases de

IR e CSLL. Ao final do capítulo, será possível: a. Compreender como será o tratamento contábil e fiscal das diferenças existentes em DEZ/14 (ou, eventualmente, DEZ/13) entre a contabilidade moderna e a contabilidade tributária (com base no F-CONT e na legislação vigente em DEZ/07). b. Identificar, por meio de exemplos numéricos, os casos em que a adoção inicial determinada pela RFB irá trazer aumento de carga tributária para as empresas, descumprindo a aplicação da neutralidade apontada em todos os normativos. c. Ampliar e reforçar o conhecimento sobre a aplicação do critério da rastreabilidade sugerido na lei e na IN RFB no 1.515/14 e já trabalhado parcialmente no capítulo anterior.

Ver todos os capítulos

8 - A Lei no 12.973/14 e a integração do Fisco com a contabilidade moderna aplicada no Brasil

PDF Criptografado

8

A LEI No 12.973/14 E A INTEGRAÇÃO

DO FISCO COM A CONTABILIDADE

MODERNA APLICADA NO BRASIL

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar a Lei no 12.973/14, que validou a MP no 627/13, trazendo os detalhes dos principais artigos, principalmente aqueles relacionados à aplicação dos dispositivos que integram a contabilidade moderna com a legislação tributária. Ao final do capítulo, será possível: a. Conhecer as principais mudanças introduzidas pela Lei no 12.973/14 no cálculo de IR, CSLL, PIS e COFINS. b. Saber como funcionou o fim do RTT com a aplicação da Lei no 12.973/14 e quais os impactos para quem fez a opção por aplicar a nova lei em 2014 ou só em 2015. c. Entender e aplicar adequadamente o critério da rastreabilidade sugerido na lei e na IN RFB no 1.515/14. d. Responder às perguntas mais relevantes sobre a aplicação prática da

Lei no 12.973/14.

PEGAS.indb 103

3/16/17 5:30 PM

104

Capítulo 8

Art. 1o O Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas – IRPJ, a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido – CSLL, a Contribuição para o PIS/

Ver todos os capítulos

7 - Os pronunciamentos do CPC e os impactos tributários

PDF Criptografado

7

Os pronunciamentos do CPC e os impactos tributários

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar um resumo dos pronunciamentos emitidos pelo CPC, analisando os possíveis reflexos no cálculo dos tributos sobre receita e lucro.

Ao final do capítulo, será possível ao leitor: a. Entender alguns aspectos relevantes de regras modificadas pelos pronunciamentos emitidos pelo CPC. b. Compreender a lógica do novo registro contábil dos bens do ativo imobilizado e sua integração com o cálculo do IR e da CSLL. c. Identificar as situações em que há necessidade de registro de IR diferido.

PEGAS.indb 89

3/16/17 5:30 PM

90

Capítulo 7

7.1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS

A Contabilidade mudou. Disso ninguém duvida. Tudo o que aprendemos antes NÃO será perdido, principalmente para aquelas pessoas que estudaram a essência da ciência contábil, não se preocupando apenas com regras. Contudo, é inegável o tamanho do avanço normativo que tivemos de 2008 para cá. E isso torna nossa ciência contábil ainda mais interessante para se estudar.

Ver todos os capítulos

6 - A relação Fisco x contabilidade: da Lei no 6.404/76 até o RTT

PDF Criptografado

6

A relação fisco × contabilidade: da Lei no 6.404/76

Até o RTT

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar a evolução histórica da legislação societária integrada com a legislação tributária desde 1976, chegando até o Regime Tributário de

Transição, que vigorou provisoriamente nos anos de 2008 e 2009, transformando-se em regime definitivo a partir de 2010 e valendo até o final de 2014. O conhecimento sobre o RTT é fundamental para compreensão do cálculo de IR, CSLL, PIS e COFINS nas empresas brasileiras, a partir das mudanças contábeis determinadas pelas Leis nos 11.638/07 e

11.941/09, regulamentadas para fins fiscais na Lei no 12.973/14. Ao final do capítulo, será possível: a. Conhecer como o FISCO influenciou o desenvolvimento da contabilidade brasileira desde 1976. b. Compreender o que significa o RTT e os motivos para o regime ter sido opcional nos anos de 2008 e 2009 e obrigatório a partir de 2010. c. Entender qual foi a alternativa ao RTT nos anos de 2008 e 2009. d. Entender qual o tratamento fiscal e contábil adequado para os ajustes determinados pelo RTT. e. Começar o entendimento e compreensão da importância de calcular os ativos e passivos fiscais diferidos, a partir dos ajustes do RTT.

Ver todos os capítulos

5 - Contabilidade intermediária (societária)

PDF Criptografado

5

Contabilidade intermediária

(societária)

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar a estrutura contábil definida na legislação societária brasileira, especificamente na Lei no 6.404/76, com as alterações das Leis no 11.638/07 e no 11.941/09. Ao final do capítulo, será possível: a. Fazer uma integração entre a aplicação da legislação societária desde a Lei no 6.404/76 até a integração da legislação contábil-societária com os padrões contábeis internacionais. b. Entender o modelo de apresentação do resultado pela DRE, com os detalhes desde a receita bruta chegando até o resultado final, lucro ou prejuízo. c. Diferenciar bem os termos alíquota nominal e alíquota efetiva e sua aplicação no Brasil. d. Conhecer a estrutura básica do balanço patrimonial publicado pelas empresas domiciliadas no Brasil.

PEGAS.indb 51

3/16/17 5:30 PM

52

5.1

Capítulo 5

A NOVA CONTABILIDADE BRASILEIRA:

HISTÓRICO DA ENTRADA EM VIGOR

A contabilidade brasileira produziu sua mais significativa e completa mudança em JAN/08, trinta anos após a entrada em vigor da festejada e histórica Lei no  6.404/76, que revolucionou a contabilidade brasileira no final dos anos 1970. A Lei no 11.638, publicada meio que escondida, no final de 2007, trouxe significativas alterações na estrutura e na forma de se tratar as informações contábeis no Brasil, aproximando a contabilidade brasileira das regras definidas na Contabilidade Internacional. Posteriormente, ajustes foram feitos na Lei no 11.941/09, com objetivo de corrigir algumas distorções da Lei no 11.638/07.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Ademir Clemente Alceu Souza (15)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Referências

PDF Criptografado

Referências

ALLORA, Franz. Engenharia de custos técnicos. São Paulo: Pioneira.

____________ ; ALLORA, Valério. UP’ unidade de medida de produção. São Paulo:

Pioneira, 1995.

ANSOFF, H. Igor. A nova estratégia empresarial. São Paulo: Atlas, 1991.

BERLINER, Callie; BRIMSON, James A. Gerenciamento de custos em indústrias avançadas: base conceitual CAM-I. São Paulo: T.A. Queiroz Editor, 1988.

BEULKE, Rolando; BERTÓ, Dalvio. Custo e estratégia de resultados. Porto Alegre:

Sagra, 1985.

BORNIA, A. Análise gerencial e custos: aplicações em empresas modernas. Porto

Alegre: Bookman, 2002.

BRIMSON, James A. Contabilidade por atividade: uma abordagem de custeio baseado em atividades. São Paulo: Atlas, 1996.

CAMARGO, Pedro; ROCHA, Wellington. A importância da mensuração do custo unitário. II CONGRESO DE LA ASOCIACIÓN ESPAÑOLA DE CONTABILIDAD DIRECTIVA,

León, Espanha, 2001.

CATELLI, Armando; SANTOS, Edilene Santana. Competitividade, criação de valor e gestão econômica. VI CONGRESO INTERNACIONAL DE COSTOS, Punta del Leste,

Ver todos os capítulos

9 Absorção: custo de produtos conjuntos

PDF Criptografado

9

Absorção: custo de produtos conjuntos

O objetivo deste capítulo é mostrar que o tratamento contábil dos custos conjuntos nem sempre é adequado para a tomada de decisão referente a vendas dos coprodutos no ponto de separação versus processamentos adicionais para se obter maior receita.

Custos conjuntos surgem quando um processo gera simultaneamente vários produtos e, até um estágio chamado ponto de separação, consome os mesmos insumos. Dependendo da participação na receita total gerada, os produtos recebem denominação de coprodutos, subprodutos ou resíduos. Uma característica dos produtos conjuntos é que eles mantêm proporção fixa quanto ao volume de produção: aumento ou diminuição da produção implica aumento ou diminuição de todos os coprodutos, subprodutos e resíduos. Dito de outra forma, a relação entre as quantidades dos produtos derivados é fixa até o ponto de separação.

Segundo Martins (1998, p. 177) os resíduos não devem receber atribuição de nenhum custo e, até que sejam negociados, devem permanecer fora da Contabilidade. Quando vendidos, suas receitas devem ser registradas como Outras

Ver todos os capítulos

8 Absorção: custeamento ideal

PDF Criptografado

8

Absorção: custeamento ideal

A busca de novos patamares de rentabilidade e de competitividade com base em liderança de custos centra-se na eficiência dos processos produtivos. Produtividade vem sendo a palavra-chave nas últimas décadas. Em termos gerais, produtividade consiste na relação entre o que é produzido (numerador) e o que

é consumido (denominador) por determinado processo. Se um processo consome todo o tempo a ele destinado (planejado) e não alcança o nível de produção esperado, então há ineficiência. Se o processo não permanece em operação todo o tempo previsto, diz-se que há ociosidade.

Uma das potencialidades do Custeio por Absorção é permitir o monitoramento dos processos em termos de volume e de recursos consumidos, inclusive o recurso tempo. A identificação das perdas de processo – recursos consumidos de forma anormal – é fundamental para seu aprimoramento. As perdas por ociosidade podem ser devidas a máquinas paradas, falta de materiais, falta de demanda etc. As perdas por ineficiência podem ter origem em equipamentos desajustados, operadores mal treinados, método de trabalho inadequado, trabalho mal organizado, material fora das especificações etc. Essas perdas representam custos fixos sem a contrapartida de produção, ou seja, representam um descompasso entre o potencial produtivo – capacidade instalada – e a produção alcançada.

Ver todos os capítulos

7 Absorção integral: métodos direto e recíproco

PDF Criptografado

7

Absorção integral: métodos direto e recíproco

O objetivo deste capítulo é mostrar a operacionalização dos

Métodos Direto e Recíproco para transferência dos CIFs dos Centros

Auxiliares para os Centros Produtivos.

Como visto no Capítulo 6, o Custeio por Absorção compreende três estágios até chegar ao custo unitário de produção. O primeiro estágio, referente

à construção e preenchimento do Mapa de Localização dos CIFs, é o mesmo independentemente do método de transferência dos CIFs. Viu-se também que o segundo estágio, envolvendo a transferência dos CIFs dos Centros Auxiliares

(CAs) aos Centros Produtivos (CPs), deve ser realizado segundo critérios de rateio decorrentes da observação e da análise do processo produtivo e que existem três métodos de transferência: gradativo, direto e recíproco. O terceiro estágio, em que se efetua a apropriação dos CIFs aos produtos, também independe do método de transferência.

7.1

Transferência de CIFs dos CAs para os CPs pelo método direto

Ver todos os capítulos

6 Custeio por absorção: integral

PDF Criptografado

6

Custeio por absorção: integral

O objetivo deste capítulo é mostrar a operacionalização das fases do custeio por absorção com ênfase no método gradativo para transferir os custos indiretos de fabricação entre os centros auxiliares e produtivos e destes aos produtos. Destacam-se também análises gerenciais relevantes para o processo decisório.

O Custeio por Absorção é o método recomendado pela legislação brasileira.

Atende à Lei no 6.404/76, conhecida com Lei das Sociedades por Ações, ao

Decreto-lei no 1.598/77 e ao Decreto no 3.000/99.

O Decreto-lei no 1.598/77 assim estabelece:

“Art. 13 O custo de aquisição de mercadorias destinadas à revenda compreenderá os de transporte e seguro até o estabelecimento do contribuinte e os tributos devidos na aquisição ou importação.

§ 1o O custo de produção dos bens ou serviços vendidos compreenderá, obrigatoriamente: a) o custo de aquisição de matérias-primas e quaisquer outros bens ou serviços aplicados ou consumidos na produção, observado o disposto neste artigo; b) o custo do pessoal aplicado na produção, inclusive de supervisão direta, manutenção e guarda das instalações de produção; c) os custos de locação, manutenção e reparo e os encargos de depreciação dos bens aplicados na produção;

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Adriana Moreira Amado (10)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Respostas dos Exercícios Propostos

PDF Criptografado

Respostas dos Exercícios Propostos

Capítulo 1

1. (a) A demanda por regulamentação econômica é característica dos keynesianos, para quem o Estado deve regular o mercado.

(b) Os impostos são malvistos pelos que acreditam no mercado como os neoclássicos, por se tratar de algo que aumenta custos para a iniciativa privada, sendo esta vista como eficiente na alocação de recursos. Além disso, para eles o Estado não é importante. Daí a pequena importância dos impostos pelo lado do financiamento estatal.

(c) Tanto keynesianos como marxistas atribuem à liberalização maior instabilidade.

(d) A defesa da retirada do Estado é característica dos que acreditam no mercado como regulador econômico eficiente, como os neoclássicos.

231

Noções de Macroeconomia

2. 1O Artigo

Conforme vimos, o PIB mede o desempenho da economia do ponto de vista produtivo. O artigo fala sobre um desempenho negativo atribuído a juros altos, que aumentam o custo financeiro das empresas e inibem o investimento (I), e fala também de queda das exportações (X), reduzindo a contrapartida de recursos que entram no país por meio da venda de produtos brasileiros ao exterior. Conforme o que aprendemos no Capítulo 1, sobre a mensuração do PIB, vemos que, pelo método do dispêndio, é possível visualizar o impacto das duas variáveis mencionadas, uma vez que, por esse método, temos: PIB = C + I + G + (X - M).

Ver todos os capítulos

Respostas das Questões para Recapitulação Geral

PDF Criptografado

Respostas das Questões para Recapitulação Geral

Série 1

Primeira Parte

1.

VVVVV

6.

FVFFV

2.

VFVFV

7.

FFFVV

3.

FVFVV

8.

VVVVV

4.

FVFFV

9.

VFFFF

5.

VFVVV

10.

VFVFF

Segunda Parte

11. a

16. d

12. d

17. b

13. e

18. d

14. c

19. b

15. c

20. b

227

Noções de Macroeconomia

Série 2

Primeira Parte

1.

VFFFV

6.

VVVVV

2.

VFFVV

7.

VVFVV

3.

VVFFF

8.

FFVVV

4.

FFFVV

9.

VVVVV

5.

VFFVV

10. VVFVV

Segunda Parte

228

11. b

16. e

12. b

17. b

13. e

18. d

14. b

19. c

15. c

20. d

Respostas das Questões para Recapitulação Geral

Série 3

Primeira Parte

1.

VVVFF

6.

VFVFV

Ver todos os capítulos

Questões para Recapitulação Geral

PDF Criptografado

Questões para Recapitulação Geral

Estas questões estão divididas em três séries, para permitir a professores a aplicação de três testes diferentes com o mesmo grau de dificuldade, assim como para fazer os estudantes verificarem mais de uma vez se fixaram os conhecimentos obtidos com o texto.

Série 1

Primeira Parte

Nas próximas dez questões você deve ler com atenção as afirmativas e assinalar em cada uma verdadeiro (V) ou falso (F), conforme convier.

Pode haver qualquer número de alternativas verdadeiras ou falsas.

177

Noções de Macroeconomia

1. Julgue os itens a seguir, assinalando verdadeiro (V) ou falso (F):

(1) O PIB nominal inclui a inflação e impede a comparação de dados de dois anos diferentes, caso se esteja em um contexto inflacionário.

(2) O PIB real corresponde ao PIB nominal depois de deduzida a inflação.

(3) O PIB real inclui a inflação e os juros nominais.

(4) Os índices de preços permitem a elaboração de séries com valores reais.

Ver todos os capítulos

Prefácio

PDF Criptografado

Prefácio

Macroeconomia estuda os fenômenos econômicos vistos de forma agregada. Analisa as tendências econômicas gerais, de modo a tirar conclusões sobre questões relacionadas ao crescimento econômico, à estabilidade ou à instabilidade desse crescimento, à inflação e às causas do desemprego, entre outras. Os economistas, entretanto, não pensam da mesma maneira sobre esses e outros assuntos econômicos e este livro tem o propósito de apresentar os motivos dos desacordos entre eles e permitir a você formar sua própria opinião a respeito.

A s diferenças de visão entre os economistas resultam de teorias e conclusões teóricas distintas. Vamos estudar os pontos mais importantes de três visões econômicas – neoclássica, keynesiana e marxista – para que você saiba por que os economistas divergem sobre temas atuais

XI

Noções de Macroeconomia

como globalização econômica, desemprego, blocos regionais, inflação e planos de estabilização de preços.

O texto está dividido em cinco capítulos. O primeiro mostra como os economistas analisam a atividade produtiva: se acreditam que a situação normal é de estabilidade ou instabilidade do crescimento e por quê; se julgam o sistema de mercado regulador da atividade econômica.

Ver todos os capítulos

Glossário

PDF Criptografado

Glossário

Área de Livre Comércio: Integração entre países em que há acordo e onde todas as tarifas são eliminadas dentro do bloco.

Área de Tarifas Preferenciais: Integração entre países em que há acordo de tarifas menores para países do bloco em transações entre eles.

Balanço de Pagamentos: Registro de todas as transações de um país com o exterior.

Bens finais: Não utilizados na produção de outros bens.

Bens intermediários: Utilizados na produção de outros bens.

Capital: Máquinas, equipamentos, ferramentas, instalações, ou dinheiro para comprá-los.

Conflito distributivo: Conflito entre vários participantes (p.ex., capitalistas e trabalhadores) por parte maior da renda total da economia.

Desutilidade: Falta de utilidade, perda de utilidade.

Eficiência Marginal do Capital: Rentabilidade esperada do investimento.

Fatores de produção: É o que se utiliza na produção: trabalho, capital, terra e recursos naturais.

Fluxo circular de renda: fluxo de rendimentos recebidos pelas famílias

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Adriano Leal Bruni (8)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Simulado Geral

PDF Criptografado

Simulado Geral

As regras da Anbima estabelecem que exame online é formado por 50 questões de múltipla escolha com 4 alternativas, com duração máxima igual a duas horas. Para ser aprovado é preciso acertar no mínimo 70% das questões. O exame de atualização é formado por 40 questões.

Com cinco alternativas, maior desafio!

Embora as normas do exame falem em quatro alternativas, todas as questões apresentadas ao longo deste livro foram propositalmente compostas por cinco alternativas cada uma. A inclusão de mais uma alternativa buscou elevar ligeiramente o nível do desafio associado às questões propostas neste livro!

A última parte deste livro apresenta um simulado da prova, formado por 80 questões e com distribuição coerente com as normas da ANBIMA, conforme apresenta a tabela seguinte.

Assunto

Percentual

Máximo

Questões

5

10

8

Ética

10

15

10

12,5

Economia e finanças

10

15

Ver todos os capítulos

7 Tributação

PDF Criptografado

7

Tributação

Tópico consolidado1

Parte sobre Tributação do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.7

Tributação em fundos de investimentos.

6.4.4 Tributação.

5.9 Tributação.

6.4.4.1 �Imposto de Renda: fato gerador, alíquotas dependendo do prazo, bases de cálculo e responsabilidade de recolhimento.

5.9.1 IOF.

5.9.2 �Imposto de Renda (IR): fato gerador, alíquotas

(conforme tipo de fundo – curto prazo e longo prazo – e tempo de permanência da aplicação), bases de cálculo e responsabilidade de recolhimento.

5.9.3 �Imposto de Renda (IR) – “come-cotas”: fato gerador, alíquotas (conforme tipo de fundo – curto prazo e longo prazo), datas de incidência e responsabilidade de recolhimento.

5.9.4  Compensação de perdas no pagamento de IR.

Tributação em ações.

6.1.8 Tributação.

6.1.8.1 �Imposto de Renda: fato gerador, alíquotas, bases de cálculo e responsabilidade de recolhimento.

Ver todos os capítulos

6 Demais Produtos de Investimento

PDF Criptografado

6

Demais Produtos de Investimento

Proporção: 15% a 25%

Parte VI do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.71

6 �Demais produtos de investimento (proporção: 15% a

25%).

6.1 Ações.

6.1.1 Conceito.

6.1.2 �Tipos de ação: ordinária e preferencial – definição e direito dos acionistas.

6.1.3 �Canais de distribuição – tipos e principais características – CTVM, DTVM, agências bancárias e Internet (home broker).

6.1.4 �Oferta pública inicial de ações (IPO). Definição e entendimento dos conceitos: período de reserva, possibilidade de ocorrência de rateio, ordem limitada e a mercado.

6.1.5 �Definições: ganhos de capital; dividendos; juros sobre capital próprio; bonificação; subscrição; desdobramento (split) e grupamento.

6.1.6  Riscos inerentes ao produto.

6.1.6.1  Risco da empresa: conceito.

6.1.6.2  Risco de mercado: conceito.

6.1.6.3  Risco de liquidez: conceito.

Ver todos os capítulos

5 Fundos de Investimento

PDF Criptografado

5

Fundos de Investimento

Proporção: 25% a 40%

Parte V do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.71

5  Fundos de investimento (Proporção: 25% a 40%).

5.1  Definições legais.

5.1.1  Fundo de investimento.

5.1.2 Condomínio.

5.1.3 Cota.

5.1.4 �Propriedade dos ativos de fundos de investimentos

– excluindo fundos imobiliários.

5.1.5 �Segregação entre gestão de recursos próprios e de terceiros (chinese wall).

5.1.6 �Assembleia geral de cotistas (competências e deliberações).

5.1.7  Direitos e obrigações dos condôminos.

5.1.8  Informações relevantes (disclaimers).

5.1.8.1  Informações periódicas

5.1.8.2 �Conceito de informações eventuais e fato relevante.

5.1.9  Segregação de funções e responsabilidades:

5.1.9.1 Administradores.

5.1.9.2 Gestores.

5.1.9.3 Distribuidores.

5.1.9.4 Custodiante.

5.1.9.5  Auditor independente.

Ver todos os capítulos

4 Princípios de Investimento: Conceitos

PDF Criptografado

4

Princípios de Investimento: Conceitos

Proporção: 10% a 20%

Parte V do Programa Detalhado da Certificação

Profissional ANBIMA – Série 10 – versão 5.7

4 �Princípios de investimento: conceitos (proporção: 10% a 20%).

legais, regulatórias e tributárias específicas de um país).

4.1  Principais fatores de análise de investimentos.

4.2.2  Risco de crédito.

4.1.1 Rentabilidade.

4.2.3  Risco de liquidez.

4.1.1.1 �Rentabilidade absoluta versus rentabilidade relativa (benchmark).

4.3 �Fatores determinantes para adequação dos produtos de investimento às necessidades dos investidores.

4.1.1.2 �Rentabilidade esperada versus rentabilidade observada.

4.3.1  Objetivo do investidor.

4.1.2 Liquidez.

4.1.3 Risco.

4.2  Principais riscos do investidor.

4.2.1  Risco de mercado.

4.2.1.1 �Riscos de mercado externo: conceito (oscilações na taxa de câmbio, mudanças no cenário macroeconômico mundial, riscos geopolíticos específicos de cada país investido, questões

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Adriano Leal Bruni Roberto Bazileiro Paix O (18)
Título Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta

Respostas

PDF Criptografado

Respostas

Capítulo 4

B

C

2 Funcionário Diária

[1] a) Fórmula: =34+5*3 Valor: 49; b)

Fórmula: =25^2-90 Valor: 535; c) Fórmula:

=45*6+23 Valor: 293; d) Fórmula: =56*(4+3)

Valor: 392; e) Fórmula: =30/(15-9) Valor: 5.

[2]

B

2 Funcionário

3

4

5

6

7

8

9

10

11

Ana

Pedro

Maria

Gabriel

Maria

João

Antônio

Total da folha de pagamento

C

Diária

8,00

12,00

10,00

8,00

10,00

12,00

15,00

D

Dias

Trab.

16

25

14

18

23

24

12

E

Subtotal

F

Fórmula

128,00

300,00

140,00

144,00

230,00

288,00

180,00

=C3*D3

=C4*D4

=C5*D5

=C6*D6

=C7*D7

=C8*D8

=C9*D9

1.410,00 = E3 + E4 +

E5 +E6 +

+E7 + E8

+ E9

[3] A inclusão do prêmio pode ser vista na tabela seguinte. Para calcular o prêmio e o segundo subtotal foram inseridas as fórmulas

Ver todos os capítulos

9 - Inserindo funções de data e hora

PDF Criptografado

9

Inserindo funções de data e hora

As células da planilha anterior apresentam o mesmo valor: 38102. Na célula C3 o número aparece como de fato é compreendido pelo Excel. A célula C3 possui seu número formatado como Geral. Veja a Figura 9.2.

“Há quatro coisas que não voltam para trás: a pedra atirada, a palavra dita, a ocasião perdida e o tempo passado.”

Anônimo

9.1  Objetivos do capítulo

Algumas funções do Excel possibilitam inúmeras operações com datas ou com valores temporais. Este capítulo possui o objetivo de apresentar as funções de data e hora do Excel.

9.2 �Usando funções de data e hora na gestão do negócio

Diversos são os usos de funções que envolvem cálculos com datas e horas nas aplicações empresariais. Um importante grupo de recursos do Excel é representado pelas funções de data e hora.

O Excel armazena datas como números de série sequenciais para que ele possa executar cálculos com esses números. O Excel armazenará 1o de janeiro de 1900 como número de série

Ver todos os capítulos

8 - Empregando funções estatísticas

PDF Criptografado

8

Empregando funções estatísticas

“O homem comum fala, o sábio escuta, o tolo discute.”

Sabedoria oriental

8.1  Objetivos do capítulo

A categoria funções estatísticas do Excel permite a obtenção de diferentes medidas estatísticas, calculadas a partir de um intervalo de dados existente na planilha. Diversas opções são disponíveis, permitindo calcular diferentes medidas de posição central ou de dispersão.

Este capítulo apresenta as funções estatísticas mais usuais do Excel.

8.2 �Empregando funções estatísticas na gestão do negócio

Embora os cálculos estatísticos não sejam muito atrativos, a utilização da Estatística para fins de Gestão Empresarial é imprescindível.

Não há como desvincular as informações que as estatísticas promovem da gestão de uma organização.

O Excel possui um conjunto de funções estatísticas que torna a obtenção da informação algo menos trabalhoso e árduo. As informações podem ser obtidas de maneira relativamente simples utilizando o conjunto de funções estatísticas do Excel. Destaca-se que o capítulo aborda muito mais a questão da obtenção da informação, do que o cálculo estatístico que gerou a informação.

Ver todos os capítulos

7 - Trabalhando com funções de texto e de informação

PDF Criptografado

7

Trabalhando com funções de texto e de informação

“Só existem dois dias em que nada pode ser feito. Um se chama ontem e o outro amanhã. Portanto, hoje é o dia certo para acreditar, amar, fazer e principalmente viver.”

Dalai Lama

7.1  Objetivos do capítulo

O Excel permite que operações que envolvam a busca de informações sobre a planilha ou sobre as operações nela realizadas sejam simplificadas por meio do uso de funções de informação. De forma similar, quando desejamos realizar operações que envolvam textos no Excel, podemos contar com o apoio de funções de texto.

Este capítulo apresenta o uso das funções de texto e de informação do Excel.

7.2 �Usando funções de texto e de informação na empresa

As funções de texto e de informação representam um dos mais usuais grupos de funções do

Excel, especialmente quando as bases de dados analisadas são importadas de outros sistemas.

É comum que os dados, ao serem importados via ferramenta de importação/exportação de outros sistemas, ao serem abertos no Excel apareçam desformatados. Pode-se citar o exemplo do sistema ERP SAP/R3, da fabricante alemã SAP. Os dados podem ser salvos do banco de dados do sistema no formato do Excel (*.xls).

Ver todos os capítulos

6 - Usando as funções matemáticas

PDF Criptografado

6

Usando as funções matemáticas

“Todo grande progresso da ciência resultou de uma nova audácia da imaginação.”

Os argumentos também podem ser constantes, fórmulas ou outras funções.

John Dewey

A sintaxe de uma função começa com o nome da função, seguido de um parêntese de abertura, os argumentos da função separados por vírgulas e um parêntese de fechamento. Se a função iniciar uma fórmula, digite um sinal de igual (=) antes do nome da função. Quando você for criar uma fórmula que contenha uma função, a Caixa de criação de fórmulas irá auxiliá-lo.

6.1  Objetivos do capítulo

As aplicações desenvolvidas em planilhas eletrônicas tornam-se muito mais simples e rápidas por meio do uso de funções prontas, que permitem realizar os mais diferentes procedimentos e operações.

Este capítulo inicia a apresentação do uso de funções no Excel, apresentando a categoria das funções matemáticas.

6.2  Usando funções prontas

As funções são fórmulas predefinidas que efetuam cálculos usando valores específicos, denominados argumentos, em uma determinada ordem, denominada sintaxe. Por exemplo, a função SOMA adiciona valores ou intervalos de células, e a função PGTO calcula os pagamentos de empréstimos com base em uma taxa de juros, na extensão do empréstimo e no valor principal do empréstimo.

Ver todos os capítulos

Ver Todos

Carregar mais