Ademir Clemente Alceu Souza (15)
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Referências

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Referências

ALLORA, Franz. Engenharia de custos técnicos. São Paulo: Pioneira.

____________ ; ALLORA, Valério. UP’ unidade de medida de produção. São Paulo:

Pioneira, 1995.

ANSOFF, H. Igor. A nova estratégia empresarial. São Paulo: Atlas, 1991.

BERLINER, Callie; BRIMSON, James A. Gerenciamento de custos em indústrias avançadas: base conceitual CAM-I. São Paulo: T.A. Queiroz Editor, 1988.

BEULKE, Rolando; BERTÓ, Dalvio. Custo e estratégia de resultados. Porto Alegre:

Sagra, 1985.

BORNIA, A. Análise gerencial e custos: aplicações em empresas modernas. Porto

Alegre: Bookman, 2002.

BRIMSON, James A. Contabilidade por atividade: uma abordagem de custeio baseado em atividades. São Paulo: Atlas, 1996.

CAMARGO, Pedro; ROCHA, Wellington. A importância da mensuração do custo unitário. II CONGRESO DE LA ASOCIACIÓN ESPAÑOLA DE CONTABILIDAD DIRECTIVA,

León, Espanha, 2001.

CATELLI, Armando; SANTOS, Edilene Santana. Competitividade, criação de valor e gestão econômica. VI CONGRESO INTERNACIONAL DE COSTOS, Punta del Leste,

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9 Absorção: custo de produtos conjuntos

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9

Absorção: custo de produtos conjuntos

O objetivo deste capítulo é mostrar que o tratamento contábil dos custos conjuntos nem sempre é adequado para a tomada de decisão referente a vendas dos coprodutos no ponto de separação versus processamentos adicionais para se obter maior receita.

Custos conjuntos surgem quando um processo gera simultaneamente vários produtos e, até um estágio chamado ponto de separação, consome os mesmos insumos. Dependendo da participação na receita total gerada, os produtos recebem denominação de coprodutos, subprodutos ou resíduos. Uma característica dos produtos conjuntos é que eles mantêm proporção fixa quanto ao volume de produção: aumento ou diminuição da produção implica aumento ou diminuição de todos os coprodutos, subprodutos e resíduos. Dito de outra forma, a relação entre as quantidades dos produtos derivados é fixa até o ponto de separação.

Segundo Martins (1998, p. 177) os resíduos não devem receber atribuição de nenhum custo e, até que sejam negociados, devem permanecer fora da Contabilidade. Quando vendidos, suas receitas devem ser registradas como Outras

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8 Absorção: custeamento ideal

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8

Absorção: custeamento ideal

A busca de novos patamares de rentabilidade e de competitividade com base em liderança de custos centra-se na eficiência dos processos produtivos. Produtividade vem sendo a palavra-chave nas últimas décadas. Em termos gerais, produtividade consiste na relação entre o que é produzido (numerador) e o que

é consumido (denominador) por determinado processo. Se um processo consome todo o tempo a ele destinado (planejado) e não alcança o nível de produção esperado, então há ineficiência. Se o processo não permanece em operação todo o tempo previsto, diz-se que há ociosidade.

Uma das potencialidades do Custeio por Absorção é permitir o monitoramento dos processos em termos de volume e de recursos consumidos, inclusive o recurso tempo. A identificação das perdas de processo – recursos consumidos de forma anormal – é fundamental para seu aprimoramento. As perdas por ociosidade podem ser devidas a máquinas paradas, falta de materiais, falta de demanda etc. As perdas por ineficiência podem ter origem em equipamentos desajustados, operadores mal treinados, método de trabalho inadequado, trabalho mal organizado, material fora das especificações etc. Essas perdas representam custos fixos sem a contrapartida de produção, ou seja, representam um descompasso entre o potencial produtivo – capacidade instalada – e a produção alcançada.

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7 Absorção integral: métodos direto e recíproco

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7

Absorção integral: métodos direto e recíproco

O objetivo deste capítulo é mostrar a operacionalização dos

Métodos Direto e Recíproco para transferência dos CIFs dos Centros

Auxiliares para os Centros Produtivos.

Como visto no Capítulo 6, o Custeio por Absorção compreende três estágios até chegar ao custo unitário de produção. O primeiro estágio, referente

à construção e preenchimento do Mapa de Localização dos CIFs, é o mesmo independentemente do método de transferência dos CIFs. Viu-se também que o segundo estágio, envolvendo a transferência dos CIFs dos Centros Auxiliares

(CAs) aos Centros Produtivos (CPs), deve ser realizado segundo critérios de rateio decorrentes da observação e da análise do processo produtivo e que existem três métodos de transferência: gradativo, direto e recíproco. O terceiro estágio, em que se efetua a apropriação dos CIFs aos produtos, também independe do método de transferência.

7.1

Transferência de CIFs dos CAs para os CPs pelo método direto

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6 Custeio por absorção: integral

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6

Custeio por absorção: integral

O objetivo deste capítulo é mostrar a operacionalização das fases do custeio por absorção com ênfase no método gradativo para transferir os custos indiretos de fabricação entre os centros auxiliares e produtivos e destes aos produtos. Destacam-se também análises gerenciais relevantes para o processo decisório.

O Custeio por Absorção é o método recomendado pela legislação brasileira.

Atende à Lei no 6.404/76, conhecida com Lei das Sociedades por Ações, ao

Decreto-lei no 1.598/77 e ao Decreto no 3.000/99.

O Decreto-lei no 1.598/77 assim estabelece:

“Art. 13 O custo de aquisição de mercadorias destinadas à revenda compreenderá os de transporte e seguro até o estabelecimento do contribuinte e os tributos devidos na aquisição ou importação.

§ 1o O custo de produção dos bens ou serviços vendidos compreenderá, obrigatoriamente: a) o custo de aquisição de matérias-primas e quaisquer outros bens ou serviços aplicados ou consumidos na produção, observado o disposto neste artigo; b) o custo do pessoal aplicado na produção, inclusive de supervisão direta, manutenção e guarda das instalações de produção; c) os custos de locação, manutenção e reparo e os encargos de depreciação dos bens aplicados na produção;

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Adriana Moreira Amado (10)
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Respostas dos Exercícios Propostos

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Respostas dos Exercícios Propostos

Capítulo 1

1. (a) A demanda por regulamentação econômica é característica dos keynesianos, para quem o Estado deve regular o mercado.

(b) Os impostos são malvistos pelos que acreditam no mercado como os neoclássicos, por se tratar de algo que aumenta custos para a iniciativa privada, sendo esta vista como eficiente na alocação de recursos. Além disso, para eles o Estado não é importante. Daí a pequena importância dos impostos pelo lado do financiamento estatal.

(c) Tanto keynesianos como marxistas atribuem à liberalização maior instabilidade.

(d) A defesa da retirada do Estado é característica dos que acreditam no mercado como regulador econômico eficiente, como os neoclássicos.

231

Noções de Macroeconomia

2. 1O Artigo

Conforme vimos, o PIB mede o desempenho da economia do ponto de vista produtivo. O artigo fala sobre um desempenho negativo atribuído a juros altos, que aumentam o custo financeiro das empresas e inibem o investimento (I), e fala também de queda das exportações (X), reduzindo a contrapartida de recursos que entram no país por meio da venda de produtos brasileiros ao exterior. Conforme o que aprendemos no Capítulo 1, sobre a mensuração do PIB, vemos que, pelo método do dispêndio, é possível visualizar o impacto das duas variáveis mencionadas, uma vez que, por esse método, temos: PIB = C + I + G + (X - M).

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Respostas das Questões para Recapitulação Geral

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Respostas das Questões para Recapitulação Geral

Série 1

Primeira Parte

1.

VVVVV

6.

FVFFV

2.

VFVFV

7.

FFFVV

3.

FVFVV

8.

VVVVV

4.

FVFFV

9.

VFFFF

5.

VFVVV

10.

VFVFF

Segunda Parte

11. a

16. d

12. d

17. b

13. e

18. d

14. c

19. b

15. c

20. b

227

Noções de Macroeconomia

Série 2

Primeira Parte

1.

VFFFV

6.

VVVVV

2.

VFFVV

7.

VVFVV

3.

VVFFF

8.

FFVVV

4.

FFFVV

9.

VVVVV

5.

VFFVV

10. VVFVV

Segunda Parte

228

11. b

16. e

12. b

17. b

13. e

18. d

14. b

19. c

15. c

20. d

Respostas das Questões para Recapitulação Geral

Série 3

Primeira Parte

1.

VVVFF

6.

VFVFV

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Questões para Recapitulação Geral

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Questões para Recapitulação Geral

Estas questões estão divididas em três séries, para permitir a professores a aplicação de três testes diferentes com o mesmo grau de dificuldade, assim como para fazer os estudantes verificarem mais de uma vez se fixaram os conhecimentos obtidos com o texto.

Série 1

Primeira Parte

Nas próximas dez questões você deve ler com atenção as afirmativas e assinalar em cada uma verdadeiro (V) ou falso (F), conforme convier.

Pode haver qualquer número de alternativas verdadeiras ou falsas.

177

Noções de Macroeconomia

1. Julgue os itens a seguir, assinalando verdadeiro (V) ou falso (F):

(1) O PIB nominal inclui a inflação e impede a comparação de dados de dois anos diferentes, caso se esteja em um contexto inflacionário.

(2) O PIB real corresponde ao PIB nominal depois de deduzida a inflação.

(3) O PIB real inclui a inflação e os juros nominais.

(4) Os índices de preços permitem a elaboração de séries com valores reais.

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Prefácio

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Prefácio

Macroeconomia estuda os fenômenos econômicos vistos de forma agregada. Analisa as tendências econômicas gerais, de modo a tirar conclusões sobre questões relacionadas ao crescimento econômico, à estabilidade ou à instabilidade desse crescimento, à inflação e às causas do desemprego, entre outras. Os economistas, entretanto, não pensam da mesma maneira sobre esses e outros assuntos econômicos e este livro tem o propósito de apresentar os motivos dos desacordos entre eles e permitir a você formar sua própria opinião a respeito.

A s diferenças de visão entre os economistas resultam de teorias e conclusões teóricas distintas. Vamos estudar os pontos mais importantes de três visões econômicas – neoclássica, keynesiana e marxista – para que você saiba por que os economistas divergem sobre temas atuais

XI

Noções de Macroeconomia

como globalização econômica, desemprego, blocos regionais, inflação e planos de estabilização de preços.

O texto está dividido em cinco capítulos. O primeiro mostra como os economistas analisam a atividade produtiva: se acreditam que a situação normal é de estabilidade ou instabilidade do crescimento e por quê; se julgam o sistema de mercado regulador da atividade econômica.

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Glossário

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Glossário

Área de Livre Comércio: Integração entre países em que há acordo e onde todas as tarifas são eliminadas dentro do bloco.

Área de Tarifas Preferenciais: Integração entre países em que há acordo de tarifas menores para países do bloco em transações entre eles.

Balanço de Pagamentos: Registro de todas as transações de um país com o exterior.

Bens finais: Não utilizados na produção de outros bens.

Bens intermediários: Utilizados na produção de outros bens.

Capital: Máquinas, equipamentos, ferramentas, instalações, ou dinheiro para comprá-los.

Conflito distributivo: Conflito entre vários participantes (p.ex., capitalistas e trabalhadores) por parte maior da renda total da economia.

Desutilidade: Falta de utilidade, perda de utilidade.

Eficiência Marginal do Capital: Rentabilidade esperada do investimento.

Fatores de produção: É o que se utiliza na produção: trabalho, capital, terra e recursos naturais.

Fluxo circular de renda: fluxo de rendimentos recebidos pelas famílias

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Adriano Leal Bruni (18)
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Respostas dos Exercícios

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Respostas dos Exercícios

Observação importante: Soluções integrais dos exercícios no Excel podem ser vistas no site www.MinhasAulas.com.br.

Capítulo 1

[A1] É preciso tomar cuidado com as associações entre retorno e risco, usuais em

Finanças. Se a taxa de retorno ofertada pelo negócio é muito alta, isso quer dizer que, possivelmente, o risco também é alto.

[A2] O plano real representou uma grande mudança na realidade econômica brasileira. O maior problema consistiu em assumir o futuro como uma continuação do passado. A empresa não sabia conceder crédito e não teve a capacidade necessária para antever as mudanças no seu cenário econômico após o Real.

[A3] O maior erro cometido pela Vênus foi analisar apenas o menor custo do financiamento externo, sem se preocupar com o risco. Com a maxidesvalorização do

Real, o custo “barato” em dólar saiu muito caro.

[A4] O mais barato encontra-se indexado ao dólar. Caso a empresa escolha a forma de aquisição mais barata, estará se expondo a um alto risco.

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Bibliografia

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Bibliografia

“Livros não mudam o mundo, quem muda o mundo são as pessoas.

Os livros só mudam as pessoas.”

Anônimo

Para facilitar a busca de informações adicionais sobre a análise das decisões de investimentos, a bibliografia apresenta-se classificada em diferentes grupos.

Livros que abordam decisões de investimentos, dentro do contexto da

Administração Financeira

Brealey, Richard A.; Myers, Stewart C. Princípios de finanças empresariais. Lisboa:

McGraw-Hill de Portugal, 1992.

COPELAND, T. E.; WESTON, F. J. Financial theory and corporate policy. 3. ed. New York:

Addison Wesley, 1992.

ROSS, S. A.; WESTERFIELD, R. W.; JAFFE, J. J. Administração financeira: corporate finance. São Paulo: Atlas, 1995.

VAN HORNE, J. C. Financial management and policy. 10. ed. New Jersey: Prentice Hall,

1995.

Livros específicos sobre decisões de investimentos

BIERMAN JR., H.; SMIDT, S. The capital budgeting decision. 8. ed. New York: Macmillan, 1993.

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9. Seleção de projetos de investimento

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9

Seleção de projetos de investimento

“Pensar é o trabalho mais pesado que há. Talvez seja essa a razão para tão poucos se dedicarem a isso.”

Henry Ford

9.1

Objetivos do capítulo

A análise de investimentos envolve a aplicação de diferentes técnicas, como o payback, o VPL e a TIR. A depender da informação requerida, diferente

é a técnica sugerida para a análise.

Este capítulo possui o propósito de discutir os procedimentos envolvidos para a seleção de projetos de investimento. Para facilitar a aprendizagem, estão propostos e resolvidos diversos exemplos e exercícios.

9.2

As melhores alternativas

A seleção de projetos de investimento a serem conduzidos pela empresa depende substancialmente da natureza do investimento a ser feito. Basicamente, os projetos analisados podem ser de dois tipos principais:

Projetos independentes ou não mutuamente excludentes: são projetos que podem ser analisados de forma independente. Ou seja, a aceitação ou rejeição de um projeto de investimento independe da aceitação ou rejeição dos demais investimentos analisados.

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8. Análise de taxas

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8

Análise de taxas

“Fazer bons negócios é ver primeiro.”

Aristóteles Onassis

8.1

Objetivos do capítulo

Uma das mais empregadas alternativas para a análise de projetos de investimentos consiste na verificação da taxa de remuneração do capital investido.

Diferentes alternativas estão disponíveis, como a taxa interna de retorno, a taxa interna de juros e a taxa externa de retorno.

Este capítulo apresenta e discute a aplicação de técnicas de análise de investimentos com base em taxas de retorno.

8.2

Taxa interna de retorno

Outra forma de analisar projetos de investimento consiste no estudo das taxas de retorno resultantes do capital investimento. Três opções de taxas podem ser calculadas para analisar projetos de investimento: a taxa interna de retorno, taxa interna de juros e a taxa externa de retorno.

O terceiro grupo de técnicas de avaliação de séries não uniformes envolve a consideração das taxas de retorno geradas a partir do investimento feito. A mais empregada de todas elas é chamada de taxa interna de retorno, TIR.

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7. Análise de valores

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7

Análise de valores

“A vida é curta, como também o dinheiro.”

Bertold Brecht

7.1

Objetivos do capítulo

Um dos procedimentos mais empregados para a avaliação de investimentos consiste na análise dos valores incrementais gerados pelos fluxos de caixa projetados, considerando o custo de oportunidade dos recursos investidos.

Este capítulo possui o propósito de apresentar as diferentes técnicas empregadas nas análise de valores gerados por projetos de investimentos. São apresentadas, discutidas e ilustradas as técnicas que consistem na obtenção do valor presente líquido, do valor futuro líquido e do valor uniforme líquido.

7.2

Valores incrementais gerados pelo capital investido

Alguns parâmetros de análise da viabilidade de projetos de investimentos costumam utilizar o valor incremental obtido por meio da aceitação do investimento. Diferentes técnicas estão disponíveis, a exemplo do cálculo do valor presente líquido, do valor futuro líquido ou do valor uniforme líquido.

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Adriano Leal Bruni Rubens Fam (21)
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Respostas dos Exercícios

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20

Respostas dos Exercícios

Soluções no Excel estão no site www.MinhasAulas.com.br

CAPÍTULO 1

1.

Segundo o princípio da competência, os 2.200 kg de milho são computados no custo de produção quando incorporados no processo produtivo, o que ocorreu no mês de junho.

2.

Descrição do subgrupo e conta

Valor ($)

Subtotal ($)

8.200,00

8.200,00

9.400,00

9.400,00

MD

Materiais requisitados: diretos

MOD

Mão de obra direta

CIF

Depreciação do parque industrial

1.700,00

Aluguel da fábrica

5.200,00

Materiais requisitados: indiretos

Seguro da área industrial

950,00

2.600,00

10.450,00

Despesas

Aluguel de escritórios administrativos

Depreciação de computadores da diretoria

7.400,00

720,00

8.120,00

ISBN_7428.indb 457

a) Custo primário = MD + MOD = $ 17.600,00. b) Custo de transformação = MOD + CIF = $ 19.850,00. c) Custo total = MD + Custo de transformação = $ 28.050,00. d) Custo integral = Custos + Despesas = $ 36.170,00.

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9 Custeio Baseado em Atividades

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9

Custeio Baseado em Atividades

“No mundo baseado na informação, a maior parte dos produtos terá características de remédios, livros e discos. Eles envolvem custos fixos altos e custos marginais baixos (escrever um software é caro, mas produzir uma cópia é barato).”

Lawrence Summers, secretário do Tesouro Norte-americano1

9.1  Objetivos do capítulo

O maior problema enfrentado pela gestão de custos refere-se a como distribuir custos indiretos aos produtos ou serviços elaborados. Como formas de diluição desses problemas, diversas tentativas são feitas, como o controle de custos por departamentos ou centros de custos.

Se uma empresa apresenta níveis significativos de gastos indiretos, porém produção homogênea, com um único produto, a alocação de todos os gastos, fixos ou variáveis, diretos ou indiretos, é extremamente simples. Basta colocar todos os gastos em um grande funil, associando-os gradualmente aos produtos ou serviços.

De forma mais recente, com a evolução dos ambientes produtivos, existiu a necessidade de ampliação das linhas de produção e a diversificação dos produtos ou serviços. Cada vez mais, reduz-se a importância dos custos variáveis e diretos e aumenta-se o papel desempenhado pelos custos fixos ou indiretos. Custeios tradicionais precisam ser revistos.

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8 Custeio-Padrão

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8

Custeio-Padrão

“Tantas vezes pensamos ter chegado; tantas vezes é preciso ir além.”

Fernando Pessoa

8.1  Objetivos do capítulo

Uma forma alternativa de controle de custos envolve o emprego de custospadrões, que podem ser definidos como os que são cuidadosamente predeterminados e que deveriam ser atingidos em operações eficientes. Custos-padrões podem ser usados na aferição de desempenho, na elaboração de orçamentos, na orientação de preços e na obtenção de custos significativos do produto, com razoável economia e simplicidade da escrituração.

As origens das técnicas de elaboração do custo-padrão devem-se à intenção de excluir custos extraordinários que ocasionem variações de eficiência, possibilitando a consideração de tratamento contábil e financeiro adequado da eficiência média dos processos já bem estabelecidos.

Além da simplicidade da escrituração contábil, os custos-padrões possibilitam a análise da eficiência produtiva dos processos empresariais. Os objetivos deste capítulo consistem em apresentar os principais aspectos relacionados à aplicação do custo-padrão no processo de formação de custos e gestão de preços.

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7 Custeio por Ordens de Produção

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7

Custeio por Ordens de Produção

“Não, não tenho um caminho novo; o que tenho de novo é o jeito de caminhar.”

Thiago de Mello

7.1  Objetivos do capítulo

Quando o processo produtivo de uma empresa não é homogêneo, isto é, quando diferentes produtos ou serviços são elaborados e comercializados, o emprego de um sistema de custeio por processo isolado dificultaria o processo de gestão de custos e de preços. Já que diferentes são as encomendas e pedidos atendidos, a melhor forma de gestão envolveria o emprego de um sistema que permitisse a gestão e o acompanhamento individual dos pedidos colocados, processados e vendidos.

Este capítulo possui o objetivo de caracterizar e justificar o emprego do custeio por ordem de produção, sugerido para processos produtivos com características heterogêneas. São discutidos e ilustrados os principais fatos associados à apuração de custos por ordens de produção. Para melhor assimilação dos conceitos, além dos exemplos, são oferecidos, discutidos e propostos diversos exercícios.

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6 Custeio por Processos

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6

Custeio por Processos

“A vida é um processo constante de relacionamento.”

Anônimo

6.1  Objetivos do capítulo

Os sistemas de acumulação de custos consistem na forma como os custos são acumulados e apropriados aos produtos. A depender das características do processo produtivo de uma empresa, diferente deverá ser o sistema de acumulação de custos empregado.

Dois sistemas básicos de acumulação de custos são regularmente empregados: o sistema de custos por processo e o sistema de custos por ordem específica ou ordem de produção ou serviço, seja empresa manufatureira ou não.

Os objetivos deste capítulo consistem em apresentar os principais conceitos associados ao controle de custos por processo, aplicáveis quando as entidades elaboram produtos ou prestam serviços uniformes, sem grandes variações. Para facilitar a assimilação do conteúdo, além de exemplos são propostos e resolvidos diversos exercícios.

6.2  Sistemas de acumulação de custos: características principais

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Adriano Proen A Daniel Pacheco Lacerda Jos Antonio Valle Antunes J Nior Jos Lamartine T Vora Junior Mario Sergio Salerno (11)
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Capítulo 9 - Empreendedorismo e inovação em startups

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CAPÍTULO

9

Empreendedorismo e inovação em startups

Francisco Duarte | Leonardo Augusto de Vasconcelos Gomes

Jaime Frenkel | Rafael Clemente

n Introdução

Este capítulo discute o processo de inovação em startups. Uma primeira leitura poderia sugerir que inovar em organizações recém-criadas é mais fácil, pois têm equipe pequena, maior comunicação, processo menos burocratizado, flexibilidade gerencial e maior aceitação do risco. No entanto, ao contrário do que o porte e o estágio de desenvolvimento de negócio possam sugerir, inovar em startups é um dos mais desafiadores e complexos problemas presentes na literatura de inovação. Em alguns casos, startups estão associadas a inovações mais radicais, à forte restrição de recursos, a negociações de ativos novos com grande incerteza. Empreendedores não são apenas inovadores singulares, são inovadores seriais em múltiplas dimensões, e o produto é apenas uma das dimensões em que eles inovam.

Neste capítulo, apresentamos a área de pesquisa consagrada à inovação em novas firmas, a gestão estratégica empreendedora. Procuramos enfocar uma das questões centrais dessa

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Capítulo 8 - Decisões de investimento em projetos de inovação

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CAPÍTULO

8

Decisões de investimento em projetos de inovação

José Lamartine Távora Junior

Luciana Elizabeth da Mota Távora

n Introdução: investimentos em inovação tecnológica

A inovação tecnológica tem uma importância estratégica para empresas, pois é por meio dela que conseguem potencializar os diferenciais que podem garantir sua sobrevivência em um ambiente globalizado e competitivo no médio e longo prazo. No entanto, as dificuldades encontradas pelas empresas, no que se refere às linhas de financiamento oferecidas pelos agentes públicos, faz com que muitas vezes desistam da possibilidade de investir em inovação, por serem empreendimentos caros e de alto risco.

Outras questões que podem dificultar os investimentos em inovação tecnológica dizem respeito às incertezas e riscos que envolvem projetos de inovação.

Com a economia cada vez mais baseada no conhecimento, a inovação tecnológica se tornou uma peça-chave para as empresas e nações que pretendem permanecer em um mercado competitivo. De acordo com Arbix e Mendonça (2005), a ideia de economia baseada no conhecimento se difundiu rapidamente devido aos avanços nas tecnologias de informação e de comunicação (TICs), na biotecnologia e na nanotecnologia. Assim, para os autores, “[...] esforços científicos, tecnológicos e inovativos tornaram-se mais coletivos, o que implica maior interação entre a indústria, a academia e o governo.” (Arbix; Mendonça,

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Capítulo 7 - Modelos conceituais de apoio à concepção de sistemas de medição de desempenho de P&D

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CAPÍTULO

7

Modelos conceituais de apoio à concepção de sistemas de medição de desempenho de P&D

André Ribeiro de Oliveira | Adriano Proença

n Apresentação

Neste capítulo, são considerados os diferentes modelos conceituais de apoio à concepção de sistemas de medição de desempenho para a função de pesquisa e desenvolvimento

(P&D). A partir de extensa busca bibliográfica, são apresentados os diferentes conceitos e abordagens sobre projetos de sistemas de medição de desempenho, que vão de propostas direcionadas a elementos específicos da P&D, como o retorno sobre investimentos e custos da P&D, até propostas consideradas mais abrangentes, que consideram a P&D não apenas como um departamento ou um centro de custo, mas também como uma função central que propulsiona a capacidade de inovação de uma organização.

n Introdução

A inovação tem se mostrado um elemento primordial para a sustentação da vantagem competitiva das organizações e das nações. Pesquisas como a da The Boston Consulting Group realizada em 2006 apontam que organizações consideradas inovadoras superam suas concorrentes não inovadoras (ou que não se apropriam de forma satisfatória dos lucros potencialmente propiciados pela inovação), em termos de market share e lucratividade no longo prazo.

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Capítulo 6 - Sistema corporativo de inovação

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CAPÍTULO

6

Sistema corporativo de inovação

Ricardo Augusto Cassel | José Antonio Valle Antunes Júnior

Rodrigo Pinto Leis | Diego Damasio

n Introdução

A inovação pode ser um diferencial nas empresas, permitindo que elas obtenham vantagens competitivas diante de suas concorrentes. Com a velocidade da comunicação e o acesso às mais diversas e variadas formas de informação, a chegada dos chamados novos entrantes se tornou uma situação corriqueira nos mercados de atuação das empresas.

Sem inovação, sem diferenciação, sem algo a proporcionar de diferente para os clientes, a escolha passa a ser basicamente em função do preço. Isso acaba gerando uma pressão por valores menores e, consequentemente, comprimindo as margens de lucratividade e a atratividade do negócio como um todo (Porter, 2008).

A lucratividade pode ser elevada de diferentes maneiras, como pela gestão da inovação. A gestão da inovação pode ser desmembrada em quatro dimensões, os chamados quatro Ps da inovação. São eles:

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Capítulo 5 - A inovação como processo de gestão: análise crítica da literatura

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CAPÍTULO

5

A inovação como processo de gestão: análise crítica da literatura

Débora Oliveira da Silva | Raoni Barros Bagno

Mario Sergio Salerno

n Introdução

Os benefícios da inovação tecnológica para o crescimento econômico chamam a atenção de estudiosos desde o século XVIII, quando o advento da revolução industrial induziu uma transformação paulatina nos modos de vida da sociedade. Adam Smith, Karl Marx,

Stuart Mill e Alexis de Tocqueville foram alguns dos pensadores que se dedicaram ao tema.

Mais tarde, já no início do século XX, Joseph Schumpeter propôs uma visão ampliada da inovação como diferencial competitivo entre empresas e motor do crescimento econômico. Isso levou à necessidade de estudar como se dão os processos organizacionais que alavancam a competitividade trazida pela inovação.

Conforme Bessant e Tidd (2009), a teoria sobre o processo de inovação foi construída essencialmente com base em inovações de cunho tecnológico, em particular relacionadas ao setor industrial. James Utterback foi um dos primeiros estudiosos recentes (do final do século XX) focado nos processos de geração da inovação. O ponto central de seus estudos era em compreender a dinâmica do desenvolvimento de produtos e de processos. Essa dinâmica estaria relacionada principalmente a tecnologias emergentes e disruptivas, e seria definidora dos papéis das empresas (seja como predadoras, seja como presas, no mercado competitivo) no surgimento de novas tecnologias (MIT, 2007).

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